terça-feira, dezembro 7, 2021

Saab RBS 70NG

Potencial do Aspide 2000 demonstrado no Kuwait

Destaques

Aspide 2000

Outro sucesso do Aspide 2000 no Kuwait reafirma o status do míssil como maior destruidor de aeronaves.

Lançado de um sistema de defesa aéreo Skyguard, os mísseis Aspide 2000 derrubaram dois alvos remotamente controlatos (Banshee) no campo de testes ADEIRA da Brigada de Defesa Aérea do Kuwait durante um exercício de combate realizado em 18 e 19 de dezembro de 2012.

A interceptação ocorreu a uma distância aproxiamada de 6km e a uma altura de 1.500 metros, tendo como resultado ambos os alvos destruídosn (em um dos casos houve um impacto direto e em outro uma explosão a curta distância). Estes resultados consolidam a confiabilidade deste míssil da MBDA.

Durante o exercício, o Aspide 2000 estabeleceu um recorde de lançamentos para o Kuwait. Todos lançamentos que ocorreram desde 2007 tiveram total sucesso, com disparos de dia e à noite em variadas condições climáticas, alturas e distências.

O sucesso deste exercício no Kuwait confirma aefetividade dos mísseis Aspide (5.000 mil unidades produzidas) e a robustes deste moderno sistema. Este sucesso é somado a outros que estão fazendo do Aspide 2000 um dos mísseis mais aclamados e reconhecidos pelo mercado internacional no setor de defesa terrestre-aérea de médio alcance.

Informações gerais

Com instalações industriais em quatro países europeus e nos EUA, em 2011 MBDA alcançou um faturamento de € 3 bilhões, com uma carteira de pedidos, em encomendas e contratos futuros, no valor de € 10,5 bilhões. Com mais de 90 clientes das forças armadas do mundo, a MBDA é líder mundial em mísseis e sistemas de mísseis.

MBDA é o único grupo capaz de projetar e produzir mísseis e sistemas de mísseis que atendem toda a gama das atuais e futuras necessidades operacionais das três forças armadas (terra, mar e ar). No total, o grupo oferece uma gama de 45 sistemas de mísseis e produtos de medidas defensivas em operação, além de 15 outros atualmente em desenvolvimento.

MBDA é organizada em conjunto com a BAE Systems (37,5%), EADS (37,5%) e Finmeccanica (25%).

DIVULGAÇÃO: Imagem Corporativa

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Bosco Jr
Bosco Jr(@joseboscojr)
8 anos atrás

Essa é uma boa opção para o Brasil já que usamos o sistema Albatroz nas fragatas, que compartilha o mesmo míssil.

Bosco Jr
Bosco Jr(@joseboscojr)
8 anos atrás

Na verdade não é a rigor o mesmo míssil, tendo a versão Spada 2000 um interceptador com maior alcance que o Albatroz (25 km x 15 km), mas ambos são intercambiáveis.

Bosco Jr
Bosco Jr(@joseboscojr)
8 anos atrás

Essa foto é emblemática em relação à fragilidade dos sistemas antiaéreos atuais frente ao ataque aéreo. O radar de um caça de 4,5 G no modo “abertura sintética” vê essa imagem com perfeição a mais de 150 km e com as novas armas de trancamento após o lançamento (LOAL) é só fechar a conta e passar a régua. Ex: SDB II, JDAM-ER, AARGM, AASM, JAGM, etc. O sistema antiaéreo antes levava vantagem porque podia detectar e atacar uma aeronave a dezenas ou mesmo centenas de quilômetros e se mantinha relativamente imune já que o inverso não era possível. Hoje a… Read more »

Ivan
Ivan(@ivan)
8 anos atrás

Bosco, Russos e Chineses, potências “terrestres”, trabalham com o conceito de defesa em profundidade/camadas, onde sistemas de armas mais leves, com menor alcance e custo, protegem sistemas de armas mais pesados, com maior alcance e custo, que protegem uma área de interesse pelo tempo necessário para atingir um (ou vários) objetivos. Tudo isso, é claro, integrado e/ou interligado, o ‘tal’ Integrated Air Defence Systems (IADS) que vc conhece melhor que todos nós. Pensar em uma arma de defesa aérea é algo improdutivo. Mas é o ‘jeito’ ocidental de pensar, pois credita à força aérea a missão de conseguir superioridade aérea,… Read more »

Bosco Jr
Bosco Jr(@joseboscojr)
8 anos atrás

Ivan, Apesar de ficar com a fama de que não gosto de canhões, ela é injusta. Rsrss Eu não acho que eles tenham futuro em caças avançados, com armamentos em estado da arte. Também acho dispensáveis os canhões antiaéreos rebocados (na função antiaérea) para forças com recursos reduzidos como o Exército Brasileiro e o Corpo de Fuzileiros Navais. A eficiência dos atuais mísseis sup-ar portáteis (Manpads e Crewpads) coloca em cheque a utilidade desses canhões. Nada contra o uso de canhões em nenhuma outra circunstância, inclusive o uso desses mesmos antiaéreos rebocados mas integrados ao conceito C-RAM, como o sistema… Read more »

Bosco Jr
Bosco Jr(@joseboscojr)
8 anos atrás

Só complementando, no futuro os ar-sup deverão ser cada vez mais furtivos, velozes e resistentes ás contra-medidas eletrônicas, tendo em vista a capacidade C-RAM crescente nas modernas IADS, principalmente russas e chinesas.
O Carlo Kopp considera que as armas ar-sup devam ser as mais furtivas possíveis, as mais velozes possíveis, mais resistentes às contamedidas eletrônicas, etc.
Os americanos parece que fizeram o dever de caso (e tiveram o Carlo Kopp como consultor. rsrsr) tendo em vista a bomba SDB-II, a “bomba” JSOW, o míssil AARGM, o JAGM, etc.

Bosco Jr
Bosco Jr(@joseboscojr)
8 anos atrás

Correção:
“…tendo em vista a capacidade C-RAM crescente nas modernas IADS, principalmente russas e chinesas.”
Onde coloquei “C-RAM” queria dizer “C-PGM”.

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