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Encerramento do curso de instrução do Gepard na Alemanha

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treinamento Gepard

No dia 17 de maio será realizado o encerramento do curso de Capacitação Operacional do Sistema GEPARD, do qual participaram 04 militares da Escola de Artilharia de Costa e Antiaérea.

A última semana do curso foi marcada por provas práticas de direção, numa pista de transposição de obstáculos e direção para blindados, além de exercícios no simulador da torre do carro e de acompanhamento de aeronaves de baixa performance.

Assim, os militares da EsACosAAe estão habilitados para serem empregados nos eventos internacionais que se aproximam e para transmitir os conhecimentos adquiridos naquele país.

treinamento Gepard 2

FONTE: EsACosAAe

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Colombelli
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Apesar das críticas, esta foi uma boa aquisição. Aliás, é preciso recordar que os Gepard que adquirimos foram modernizados, com digitalização, a três anos,com perspectiva de uso até 2030 na Alemanha, tendo sido retirados de serviço por contingenciamentos orçamentários e mudanças na doutrina de defesa (que priorizará a ação das forças aéreas), e são diferentes daqueles que o Chile comprou e devolveu. Da mesma forma, é importante manter uma AAA com misseis e canhões simultaneamente, pois embora os mísseis sejam mais eficientes e precisos, são caros e mantê-los em quantidades adequadas demanda muitos recursos, fora o fato de que tem… Read more »

Vader
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Colombelli disse: 16 de maio de 2013 às 17:39 Comentário perfeito meu caro. Concordo que essa foi uma boa compra, dentro das possibilidades do EB. Uma compra com os pés no chão, como foi também a dos Leopard 1. Impressionante como das três forças o EB é a que mais faz as coisas certas, como elas tem que ser. Sem planos mirabolantes e megalomaníacos que ou nunca se realizam, ou sugam todos os recursos da força. (Deve ser porque das três forças o EB é a que menos “pode errar”: se errar e precisar dele, danou-se o país). Uma pena… Read more »

Bosco Jr
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Bosco Jr

O EB agora tem que se concentrar em trocar seus fuzis FAL pelo IA2 e seus obuseiros rebocados M114, de preferência por modelos em estado da arte, tais como o M777. Depois deveria se dedicar a adquirir alguns helicópteros de ataque (12 a 18) e alguns helicópteros pesados (4 a 6). Ter 1 bateria de Pantsir também é chover no molhado e no mínimo mais 5 deveriam ser adquiridas, somando um total de 36 veículos de combate antiaéreo. A quantidade de morteiros pesados também poderia ser triplicada e não faria mal se adquiríssemos uns 50 lançadores e uns 200 mísseis… Read more »

Bosco Jr
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Só pra completar a listinha, bem que o EB poderia já introduzir alguns fuzis anti-material (.50?) e lançadores automáticos de granadas de 40 mm, que salvo engano só são operados pelos fuzileiros navais.

Vader
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joseboscojr disse:
16 de maio de 2013 às 22:36

Bosco, só discordo dos helicópteros de ataque. Entendo que tal tarefa cabe à FAB, por motivos doutrinários.

O que o EB precisava mesmo era começar a pensar seriamente no substituto do M-113 na Infa e Cvl Bld. Mesmo “re-re-re-condicionados” eles não irão durar mais que 10 anos. Isso é prazo suficiente pro EB introduzir um substituto.

Sds.

Colombelli
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Colombelli

A substituição do FAL segue em passo lento. O lote inicial de avaliação recem esta sendo distribuido. Mas é algo urgente. Quando estive na tropa a 15 anos atras, tinha alguns que pareciam que iam desmanchar de tão frouxos que estavam a cavilha e o cilindro de gases, quase nunca ejetavam. So os fuzis das equipes de tiro eram quase novos ( ainda lembro do 261100). Tirante os 5,56, bem ruins que foram distribuidos a poucas unidades, a tropa em geral ainda usa os antigos de mais de 40 anos. Estão, como se diz aqui no sul “na capa da… Read more »

Bosco Jr
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Bosco Jr

Colombeli,
Seus comentários são impecáveis mas você só tá trocando a letrinha do M-777. rsrsrsrs
É equívoco mesmo ou há algo que eu não saiba?
Um abraço.

Colombelli
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Colombelli

O modelo original dele é britânico, e é L-777. O M-777 e a versão norteamericana, assim como o L-118 tem o M-119 nos EUA.