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Fuzis de assalto e carabinas

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Assault Rifles & Carbines

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cvn76
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cvn76

Legal o poster Galante!

Só não achei o meu companheiro de tantos anos na foto…:-(

Pelo menos segue o link desde amigo forte, simples e resistente…porém pesado!!

http://www.lba.admin.ch/internet/lba/de/home/themen/pers0/bewaffnung/stgw57.html

Rogério
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Rogério

Poster nota 1000, meu preferido o G-36.

[]s

Vader
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Como assim, pára tudo, cadê o FAL???

Até a m. do Imbel MD-2 tá aí e o “right arm of the free world” não????

Ou eu tô maluco? 🙂

Vader
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Me desculpem, agora que atentei ao título, “rifles de assalto”.

É a pressa…

Colombelli
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Colombelli

Do primeiro alemão aos mais modernos, salvo o Bull pup, pouca coisa mudou. Só mostra a excelência do projeto alemão que serviu de base para todo o resto.

Vader, tens razão na falta, pois a rigor, os norte-americanos chamam o fuzil de rifle e armas ai representadas na nossa concepão são fuzis. Diz a oração ” This is my rifle. There are many like it, but this is mine….”

Lyw
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Lyw

Vader disse:
28 de maio de 2013 às 14:41

Também deixaram de fora o H&K G3 e o IMI GALIL!

Luis
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Luis

O Galil aparece no poster, acima e à esquerda do AK-47 (IMI Gali – Israel, 1972). O FN FAL e o HK G3 não aparecem, mas deveriam afinal também são fuzis de assalto (mesmo calçados no calibre 7,62 x51 mm, assim como o Springfield M14 e o Armalite AR-10). E existem fuzis modernos nesse calibre (HK 417 e FN SCAR-H).

Colombelli
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Colombelli

De fato o velho FAL foi usado por mais de 1/3 dos exercitos do planeta, inclusive pelos Ingleses na forma do L7A1.

Luis
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Luis

O nome do FAL na GB era L1A1, não L7A1.

Só o Brasil que continua usando ele…

Vader
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Prezados, o FN-FAL e o HK-G3 são “battle rifles” e não “assault rifles”.

Não são portanto, ao menos na visão americana, rifles de assalto.

Por isso não aparecem, como também não aparece o SCAR-Heavy, ou o M1 Garand, por exemplo.

Tenho a impressão que em português o mais correto seria diferenciar o fuzil (FAL, SCAR-H) do rifle (AK-47, M-16), como os da imagem.

Sds.

Luis
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Luis

Fuzis e rifles são a mesma coisa, a priori. Fuzil de assalto é um tipo de fuzil, assim como os de precisão (sniper), antimaterial, de ferrolho manual, semiautomático, etc. Não entendo essa visão americana, todos tem carregadores destacáveis de 20 ou mais tiros e seletor de modo de disparo (simples/rajada tripla/auto). O Springfield M1 Garand nunca foi fuzil de assalto, e sim ‘Military self-loading rifle’, como o Gewehr G43, o Tokarev SVT38/40, o SAFN 49, MAS-49, SKS, Ag m/42 Ljungman. O M16 do poster é o M16A3 e não A4. A versão A3 tinha o mesmo guarda-mão da A2, só… Read more »

Bosco
Visitante
Bosco

O Colombelli confundiu o FAL com a MAG.

Bosco
Visitante
Bosco

Não creio que as omissões no painel sejam devido a alguma terminologia adotada e sim porque ele não pretendeu ser completo.
Houve várias omissões inclusive de fuzis de “assalto”.

colombelli
Visitante
colombelli

Bosco, sempre vi os ingleses se referindo à MAG como GPMG, so. Mas vc tem razão. Luiz, tb com razão ao L1, no que me passei, mas na américa latina ele, FAL, ainda é usado por outros paises, embora não exclusivamente. Argentina, Peru, Bolívia, Uruguai (embora tenha comprado outros modelos). Em alguns paises da Africa, embora o predomínio do AK, ainda se vê também. Fuzil é arma longa e raiada que dispara cartuchos exclusivos dela própria ou de outra arma longa, sejam eles dotados da redução de diâmetro cartucho/ projétil ( o neckdown, como é usual, na maioria), ou não.… Read more »

colombelli
Visitante
colombelli

Uma curiosidade, o FAL na versão britânica operou inclusive no Vietnã, nas mãos dos três batalhões australianos que participaram da campanha. Outra curiosidade, o Cetme, o FAL e o G-3 foram os únicos “fuzis de assalto” ( empunhadura destacada e carregador externo nos moldes do STG 44) que operaram até medos da década de 90 o calibre 7,62X51 com adoção militar ostensiva, em contraponto a uma profusão de armas em calibre .556, como acima se vê. Uma pergunta desponta. Uma vez que o novo fuzil imbel tem modelos em .223 e em 7,62mm (.308) sendo de de supor que o… Read more »

Space Jockey
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Space Jockey

Os comentarios nao estao saindo…faltou o FAL

Rommelqe
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Rommelqe

Alguem pode dar alguma informaçãoadicionalcom respeito ao fuzil (?) brasileiro LAPA? Foi utilizado operacionalmente? Obrigado.

Space Jockey
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Space Jockey

Agora sim, vou tentar digitar o q postei ontem mais nao saiu: Vader, “rifle” = “fuzil” em ingles, assault rifle = fuzil de assalto, a imprensa, e o brasileiro em geral faz uma confusao enorme em cima disto, separando Fuzil e Rifle como se fossem armas diferentes. O FN FAL, que mora em nossos corações, se enquadra nesta categoria( Fuzil de assalto) q inicialmente foi definida como um Fuzil com tamanho reduzido, capacidade de tiro seletivo e que empregava muniçao de potencia intermediaria. TUDO isso o FAL possui/possuia. Quem tiver o privilégio/oportunidade, sugiro a leitura da revista Magnum ed. especial/dez… Read more »

Space Jockey
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Space Jockey

Rommelqe, nao, infelizmente o LAPA nao saiu da fase de protótipos.

Space Jockey
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Space Jockey

colombelli, pelas minhas leituras, e segundo Ronaldo Olive, autor de vários artigos no Brasil e exterior, Carabina é praticamente um Fuzil com cano inferior a 20 polegadas, como por exemplo a FN CAL – carabina automatica leve- que era 1 cm menor q o M 16 , e q depois veio a se tornar FNC. Sob esta ótica o M4 seria, como, sua antecesora a CAR 15 uma …carabina. Mas todos chamam de Fuzil!

Carlos Peçanha
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Carlos Peçanha

Infelizmente estamos mal com a Imbel e seus fuzis remendados de segunda mão, cópias derivadas do FAL, com algumas mexidas e vendidas a preço de G-36. Como a mentalidade atrasada dos milicos têm aversão ao sistema bullpup, jamais teremos um fuzil realmente moderno como o TAVOR, que daria um salto quântico ao EB. O TAVOR é produzido pela Taurus brasileira, dominamos o fabrico, nunca ia faltar peças, é um fuzil do futuro, moderno, pequeno, letal, avançado, mas os generais barrigudos de pijama acham que nossa tropa tem QI baixo para operá-lo.

colombelli
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colombelli

Space, esta classificação pelo comprimento do cano é uma das possiveis. A de emprego usual no Brasil, inclusive para efeitos legais, leva em conta o calibre. A Puma .38 ou .44, por exemplo, (arma de posse e porte permitido, inclusive, mesmo no .44,o qual não pode prara arma curta) é carabina por conta do cartucho também ser disparado por revólver. Aqui o M-4 é considerado como Fuzil. Carlos, concordo quanto a àdoção do Bull pup, mas não creio que o Imbel seja tão ruim assim. Creio que um aspecto que pode ter conspirado para a rejeição de uma arma com… Read more »

Space Jockey
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Space Jockey

A configuraçao Bullpup tem alguns problemas como a janela de ejeçao muito proxima ao ouvido e na troca de carregador. fora isso sao muito feios !

colombelli
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colombelli

Space. O fato de a janela ser próximo ao ouvido não interfere negativamente. O principal e mais saliente efeito do disparo é no quebra chamas. Ali sim o baque é grande. O FAL a um metro de distância da boca do cano, se sente a onda de choque até nos olhos quem esta na lateral. A janela ao lado do rosto será apenas uma questão de se acostumar em ver com o canto do olho algo brilhante pulando a cada tiro. Já o aspecto do carregador, com um pouco de treino, prefiro ter o carregador na altura do antebraço ou… Read more »

Vader
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Space Jockey disse:
30 de maio de 2013 às 11:11

Meu caro, não para a classificação americana, que se divide em “assault rifles” e “battle rifles”, o FN FAL fazendo parte destes últimos:

http://en.wikipedia.org/wiki/Battle_rifle

Em inglês não existe o termo fuzil, havendo os dois tipos de rifle. E na classificação brasileira não existe rifle. Eis o motivo da confusão.

Por isso que eu sugeri que se adotasse a diferenciação entre fuzil e rifle. Mas é só uma sugestão, evidentemente.

Sds.

Vader
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colombelli disse:
31 de maio de 2013 às 3:44

Excelente comentário.

Eu também fui atirador de FAL e já atirei com fuzis bullpup, e confesso que 5 minutos depois de empunhar a arma me considerava acostumado. Qualquer fuzil bullpup moderno é tremendamente mais leve, mais cômodo, mais confortável, etc., do que o velho-de-guerra.

O Tavor é um excelente produto. É realmente uma pena que o Exército Brasileiro não o adote, ainda que parcialmente.

Sds.

Bosco
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Bosco

Mudando de pato pra ganso e falando de coisa completamente diferente, termos em inglês e português às vezes são completamente diferentes e dão a maior confusão.
Por exemplo, no boxe o que no Brasil é “direto” lá é “cross” (ou straight), o que para nós é o cruzado, lá é “hook”, o que para nós é swing lá é overhand, o que para nós é gancho, lá não tem um nome específico e chamam também de hook.
Off-topic end!!

Space Jockey
Visitante
Space Jockey

Beleza Vader, o assunto é meio confuso. Só lembrando: -o Americano diz que o México fica na América Central; -o americano recebe o brasileiro com o cartás: “welcome to America ” -o americano já propos mudar os nomes cientificos das espécies para o ingles ao inves do latim;(essa foi a pérola suprema deles) O americano é assim, tudo tem que ser do jeito deles, mas nao é assim q a coisa funciona, imagino q esse poster vem de lá. Com ctza eles priorizaram nele apenas os Fuzis que calçam calibres em torno do .223/ 5.56, e excluiram os 7.62, como… Read more »

Luis
Visitante
Luis

“Em 1957 o calibre padrao da OTAN era o 7.62 x 51mm, e os EUA entraram nos primeiros anos do conflito no Vietnam com o M-14 Garand !”

O nome correto é M1 Garand, fuzil usado anteriormente na Segunda Guerra Mundial e Guerra da Coréia. M14 é outro fuzil, derivado do M1, ainda utilizado por snipers das FA americanas

colombelli
Visitante
colombelli

Outro aspecto do Bull pup é uma melhor distribuição do recuo, pois ficando o ponto de aplicação desta energia na cabeça do ferolho, e este sendo localizado entre o ombro e empunhdura ao invés de na frente dela, melhora bastante o controle e a recuperação da visada.

O interessante é que alguns paises realmente tem uma espécie de preconceito ou aversão ao Bull Pup, como é o caso dos EUA, Rússia e do Brasil. É uma coisa cultural que so pode ser superada com a introdução paulatina deste tipo de arma.

colombelli
Visitante
colombelli

Complementando, a Brigada Paraquedista e as brigadas de infantaria leve seriam o campo ideal para o Tavor, e também seria uma produção local, tendo em vista a licença da Taurus.

Space Jockey
Visitante
Space Jockey

Nao amigao, é M-14 Garand mesmo, o M-1 garand era um fuzil semi-automático e no poderoso calibre 30-06.
O M14 teve vida curta nas FAs norte americanas como fuzil regulamentar, no Vietnam acho q durou só 2 anos, porem as versoes q vc citou para atiradores de precisao tiveram grande sussesso, suas peças eram escolhidas a mao na linha de montagem para assegurar uma arma bastante precisa.Curiosamente ele chegou a ser usado pelo nosso CFN(poucas unidades acho) algo que nunca vi, mas li em uma revista.

jota
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jota

O Tavor é tão bom que os israelenses que o criaram NÃO o adotam, vão de M4

Luis
Visitante
Luis

“Não amigão, é M-14 Garand mesmo, o M-1 Garand era um fuzil semi-automático e no poderoso calibre 30-06.

Errado, é M14 apenas (sem sobrenome), a versão civil é M1A. M1 Garand era um fuzil semiautomático, no calibre .30-06, utilizado pelas FA americanas durante a SGM e até o começo da Guerra do Vietnã.

http://en.wikipedia.org/wiki/M14_rifle
http://en.wikipedia.org/wiki/M1_Garand

Space Jockey
Visitante
Space Jockey

“Errado, é M14 apenas (sem sobrenome)”
beleza, só isso o sobrenome ?

” M1 Garand era um fuzil semiautomático, no calibre .30-06, utilizado pelas FA americanas durante a SGM e até o começo da Guerra do Vietnã.”

vc nao sabe ler ? foi exatamente isso q eu postei

vc é muito ingenuo para achar que eu confundi M1 com m14…

Luis
Visitante
Luis

“beleza, só isso o sobrenome ?”
Só isso!

“vc nao sabe ler ? foi exatamente isso q eu postei”
Sei ler sim, apenas te corrigi e você não havia entendido.

“vc é muito ingenuo para achar que eu confundi M1 com m14…”
Confundiu os sobrenomes, o que por si só já é um erro!

colombelli
Visitante
colombelli

Jota, a IDF adotam sim o Tavor, ainda que não em grandes quantidades, ainda. Isso se deve mais ao fato das grandes quantidades de M-4 que eles possuem ainda em condições (seja em utilização seja em estoque, e portanto quase novas) do que à caractirísticas desfavoráveis do Tavor.

É como o novo Imbel em relação ao FAL, a mudança é gradual. Começa nas forças especiais e mais profissionalizadas, que vão experimentando, testando, sugerindo e desenvolvendo a arma continuamente até chegar ao corpo de tropa convencional.

Mayuan
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Mayuan

Já que a Taurus é a campeã das licenças (o que acho um caminho válido, embora não ideal), podiam comprar a do SCAR e fabricar essa maravilha aqui, na versão light e heavy. Se é pra ficar 50 anos com um fuzil a exemplo do que fizeram com o FAL melhor que fosse algo no topo da tecnologia atual. Não poderiam reclamar de desperdício de munição pois o SCAR pode calçar os dois. Poderia só gastar (ou doar pras polícias) as de 9mm e 45 que já tem e depois passa pra 5,7 (de preferência fabricada pela CBC) com a… Read more »