terça-feira, dezembro 7, 2021

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Agradecimento da IMBEL à revista Forças de Defesa pela matéria do sistema de armas IA2

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Fordefesa 11  - Página 126-127

A diretoria da IMBEL parabenizou a revista Forças de Defesa pela matéria sobre o Fuzil IA2 publicada na edição número 11/2014 e solicitou o acesso digital à matéria específica para reproduzi-la em seu informativo semanal e exibi-la em seus sites eletrônicos (INTRANET e INTERNET).

Ficamos muito felizes que a matéria agradou. Nosso objetivo era justamente fazer uma matéria que mostrasse as qualidades do IMBEL A2, que ainda é desconhecido da maioria dos brasileiros.
O artigo será publicado também, em breve, numa revista europeia, em inglês e italiano.
Agradecimento da IMBEL à revista Forças de Defesa pela matéria do sistema de armas IA2

 

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a.cancado
a.cancado
7 anos atrás

Sinto muito, mas ainda não levo fé nesse troço…

Luis
Luis
7 anos atrás

Eu também não!

Colombelli
Colombelli
7 anos atrás

Desemboca a missão, pode crer.

Bosco Jr
Bosco Jr(@joseboscojr)
7 anos atrás

Alguém pode me explicar pra que serve essa arranjo de miras, uma atrás da outra?

Bosco Jr
Bosco Jr(@joseboscojr)
7 anos atrás

A história mostra que muitas armas não eram confiáveis como se esperava mas os problemas foram corrigidos ao longo do tempo e se transformaram em mecanismos soberbos. Se esse fuzil não é o que de melhor existe no mundo nada impede que seja aprimorado ao longo do tempo. Ou melhor, o que pode impedir isso são os mesmos mecanismos burocráticos que mantiveram o FAL por 40 anos nos quarteis, e a maioria com essa idade extremamente alongada para uma arma de fogo militar, ainda mais, na mão de conscritos (e “de menor”). Se for constatado ao longo do tempo de… Read more »

Carlos Soares
Carlos Soares
7 anos atrás

Caro Bosco

Pela primeira vez discordo.

Veja o exemplo abaixo, lembrando que fuzis não são manuseados somente em confrontos e com o alvo na alça:

http://www.youtube.com/watch?v=k3KJ7ObKrNQ

Carlos Soares
Carlos Soares
7 anos atrás

Caro Colombelli e demais colegas,

Gostaria da opinião mais detalhadas de infantes e militares em geral sobre o fuzil.

Obrigado antecipadamente e saudações.

Parabéns pela matéria da revista e pelo post, a publicação em irmãs de outras nações é muito boa.

Mayuan
Mayuan
7 anos atrás

Não entendo esse lance de usar red dot em conjunto com magnifier sem usar um encaixe flip to side ou ainda em detrimento de uma red dot com ampliação à la ACOG mas eles devem entender…

De resto, é preciso que se entenda que as FAs brasileiras nunca vão ter um SCAR, ACR ou algo assim. Talvez estivéssemos melhores com a produção licenciada da família G36 por exemplo mas aí, fazer o que da Imbel? O IA2 é o que tem pra hoje. Ou é ele ou o FAL. Simples assim.

Mayuan
Mayuan
7 anos atrás

Esqueci.

Outra coisa que não entendo é porquê não se projetar algo que possa intercambiar calibres a exemplo do que se fez no SCAR? Num país que sempre terá contingenciamentos de recursos, com certeza uma medida dessas poderia economizá-los. Fora a vantagem logística.

Por fim, gostei bastante da reportagem pois tenho muita curiosidade sobre o IA2. Só achei que poderia ter sido mais completa como as demais matérias da revista normalmente são. Foi um pouco superficial mas devem existir motivos pra isso.

Bosco Jr
Bosco Jr(@joseboscojr)
7 anos atrás

Mayuan, Eu até entendo o uso de uma mira red dot “aberta” junto com uma que possibilita magnificação, mas não entendo o uso de uma red dot tubular (sem magnificação) com uma mira com magnificação, como parece ser o caso da foto. O que imagino é que ou devem ser de desmontagem rápida ou rebatíveis, para que se possa variar entre engamento de curto distância e de média distância. Já que se espera haver engajamento em curta e média distância a combinação, por exemplo, da EOTech com uma mira telescópica rebatível me parece mais adequado. https://i568.photobucket.com/albums/ss130/BULLSEYELR/DSC03133.jpg Já essa da foto… Read more »

Bosco Jr
Bosco Jr(@joseboscojr)
7 anos atrás

O “Já essa da foto…” a que me refiro é a foto da matéria e não a foto que coloquei o link.
A foto que indiquei o link só tem como inconveniente o fato do “Magnifier” não ser rebatível (flip to side), como você mencionou, obrigando que o mesmo seja removido no caso de engajamento de curta distância.

Colombelli
Colombelli
7 anos atrás

A configuração da foto é embuste, como normalmente os fabricantes fazem, não significa dizer que é operacionalmente realizável ou eficiente.

Mauyan, se com um calibre so já é um parto ter munição na tropa, imagina com mais de um. Aumentaria o custo e não traria nada de vantagem operacionalmente. Troca de calibre é coisa pra FE ou DM, e neste ultimo caso é mais pratico levar um fuzil de ferrolho ou uma arma ja no calibre mais pesado. .

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