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Tanque médio turco-indonésio chega ao mercado em 2017

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A empresa privada turca FNSS Defence Systems – uma joint venture entre a Nurol da Turquia e a reputada corporação britânica BAE Systems – e a estatal PT Pindad, da indonésia, apresentarão este ano, de forma independente, um protótipo do carro de combate médio B2B, que equipes das duas empresas vem desenvolvendo desde o início da década.

O tanque deve ter entre 30 e 35 toneladas, tripulação de três homens, um canhão de 105 mm e velocidade em estrada entre 70 e 75 km/h. O Exército indonésio solicitou um blindado leve mas de motorização potente, capaz de se movimentar em zonas de vegetação alta (ainda que não de selva fechada).

De acordo com Silmy Karim, um ex-funcionário do Ministério da Defesa da Indonésia que hoje ocupa o cargo de diretor-presidente da Pindad, seus especialistas precisaram atender a alguns requisitos básicos: “Queremos fazer um tanque médio com perfeição em mobilidade, poder de fogo e capacidade de sobrevivência”.

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Na mostra IDEX 2013, representantes das duas companhias firmaram um acordo de cooperação que apenas formalizou a pesquisa conjunta que já havia sido iniciada.

A 9 de novembro de 2014, durante a feira de armamentos IndoDefence, representantes dos governos de Ankara e de Jacarta assinaram um Memorandum of Understanding (MoU) que os comprometia com o apoio ao desenvolvimento de um tanque médio para a força terrestre indonésia.

“Para o avanço do programa B2B, alguns trabalhadores da Pindad foram enviados [à FNSS] para aprender a técnica de soldagem em alumínio blindado que é usado como matéria prima de um tanque médio”, admitiu Karim.

Os fabricantes mantém a expectativa de que seu produto encontre bom mercado no Sudeste da Ásia e no Médio Oriente.

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Marcos Gilbert
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Marcos Gilbert

Pois é eu imagino que que um projeto de um tank parecido com esse poderia fazer muito sucesso com países com orçamento limitado. Desenvolve um tank basicão com blindagem leve não mais resistente que a tiro de .50 (12,7x99mm) tal vez menos blindado e com uma grande capacidade de receber pesadas blindagens adicionais através de vários kits. Vantagens: 1) poder ser transportado por aeronave um M400 e talvez um KC-390 ou mesmo um C-130. 2) Para treinamento e manobras de campo não precisa usar blindagem adicional já que ninguém atirar um no outro. 3) Economia brutal de combustível e peças… Read more »

Oganza
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Oganza

“De acordo com Silmy Karim, um ex-funcionário do Ministério da Defesa da Indonésia que hoje ocupa o cargo de diretor-presidente da Pindad…” Essa é a melhor parte do texto: Um cara que estava na Pasta de Defesa do governo e agora está em uma empresa de Defesa, mesmo que estatal… aparentemente ele é um “profissional” da Defesa mas que tb conhece os corredores políticos… o mundo todo está cheio de exemplos idênticos… Mas em Puthênfia… Ps.: Marcos Gilbert – pensamento interessante… e olha que já existe um tank médio no mercado com recheios, funções e apliques para todos os gostos… Read more »

Mauricio R.
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Mauricio R.
Mauricio R.
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Mauricio R.

Além do CV-90, seria uma alternativa/concorrência ao 2S25 Sprut SD, desenvolvido a partir do BMD-3.

Bosco Jr
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Bosco Jr

Não vejo lógica em se adotar um canhão de 105 mm.

Mauricio R.
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Mauricio R.

Tdo aquilo que cerca um MBT, exceto o próprio, no campo de batalha, ainda é sucetível ao 105mm.

OFF TOPIC…

…mas nem tanto!!!

Torre “Sabre”:

(http://snafu-solomon.blogspot.com.br/2015/04/fnss-sabre-one-man-25mm-turret.html)

Mauricio R.
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Mauricio R.
Josione
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Josione

vi uma pequena semelhança do chassi deste tanque turco-indonésio com o Bernadini Tamoyo III… até o numero de rodas e o formato da saia de proteção é semalhante, exceto pelo espaçamento entre a última e a penúltima roda que existe no tanque médio brasileiro.