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Exército americano desenvolve motos voadoras

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Exército americano hoverbike

ClippingJá havia sido noticiado que uma startup criada por um engenheiro australiano, estava desenvolvendo uma hoverbike, uma espécie de moto flutuante. Contudo, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos anunciou um acordo com a Malloy para que a empresa desenvolva hoverbikes especialmente para o Exército americano.

As Forças Armadas americanas se interessaram na tecnologia porque ela é segura: as turbinas da hoverbike ficam protegidas por uma carenagem, não correndo o risco de cortar fora a perna de algum desavisado. Além disso, as motos voadoras são mais baratas e práticas que helicópteros e podem ser autônomas.

Os fabricantes consideram o veículo ideal para buscas e resgate de vítimas ou reabastecimento de suprimentos em zonas de conflito. Ele também pode ser usado para missões de vigilância. A versão final do veículo terá uma espécie de robô humanoide com uma câmera instalada na cabeça.

FONTE: meionorte.com

8 COMMENTS

  1. Sem dúvida é só mais um programa inútil que não vai dar em nada.
    A única utilização que tem uma moto voadora (tripulada, claro) é no lazer e em algumas poucas atividades de salvamento.
    E ainda tem que concorrer com outros veículos voadores VTOL pra um ou dois lugares que irão começar a surgir ainda nessa década, tais como as plataformas voadoras, jipes voadores, jetpacks, etc.
    Se esse conceito fosse atraente do ponto de vista operacional já haveria mini-helicópteros de um assento nas forças armadas, e eles não existem.

  2. Eparro,
    Mas por lá também se fala de dirigíveis.
    E eles, os dirigíveis, pelo menos têm alguma utilidade impar, diferente de uma moto voadora que eu tento, mas não consigo ver pra que seria útil.
    O que vem à mente é ser usada para reconhecimento, mas aí não precisaria do sujeito montado. Ser usada como uma moto convencional (sobre rodas rsrsss) pra levar um “observador” mais à frente no campo de batalha, até poderia, mas porque não usam o conceito do mini helicóptero de assento único. Há alguns bem pequenos que poderiam ser usados nessa função e serem camuflados e com tecnologia já madura e há décadas disponíveis.
    Já está consolidado o uso de paraquedas para infiltrar comandos em zonas mais distantes e de helicópteros em zonas mais próximas, além do uso de veículos de terra para poucos quilômetros da linha de frente.
    Os meios aéreos deixam os comandos no local e se evadem, já os veículos de terra permanecem.
    O conceito de um miniveículo aéreo que ficaria no local, pronto pra fazer a exfiltração é inovador e não deixa de ser interessante, mas como disse, há os mini helicópteros, e nunca foram usados pra isso.
    E é difícil convencer um exército que tenha disponível por exemplo um MH-6, que precisaria de uma moto voadora.
    Pode até ser útil em algumas situações extremamente raras que nem sei se vale o investimento.
    Em termos de conceito de aeronave que se comporta como um veículo de terra, sou mais os “jipes transformers”.
    http://defense-update.com/wp-content/uploads/2014/01/black_knight_transformer-700×411.jpg

  3. Nas décadas de 50 e 60 fizeram estudaram vários conceitos de “plataforma voadora”, com hélices e rotores, com 2 ou 4 motores, mas foram todos cancelados em favor de helicópteros (VZ-6, VZ-7, VZ-8)
    Hoje, esse velhos projetos iriam aproveitar dos novos materiais e da tecnologia digital e teriam grande potencial de utilização.

    Esse conceito aqui de “tranformer” parece interessante:
    http://www.flightglobal.com/assets/getAsset.aspx?ItemID=35121
    É o menos esquisito dos que já foram apresentados.

    Só de curiosidade, na década de 80 fizeram uma plataforma voadora com motor de míssil Tomahawk, chamada WASP, que funcionou muito bem, mas foi cancelada.

  4. Boa Bosco Jr, obrigado!

    Este “transforme” parece mesmo bem interessante.

    Sinceramente, tenho muitas dúvidas sobre os tais “dirigíveis de carga”, e a primeira delas é sobre a relação tamanho e carga paga.

    Mas o que quis relacionar foi o nível de pesquisa e inovação, que, por aqui, parece não haver ou, ao menos, tem baixíssima divulgação.

  5. Vou discordar do Bosco nessa.

    Vejo inúmeras possibilidades de emprego de um veículo desses, seja de um ou (mais ainda) de 2 lugares, com alguma capacidade de carga (pelo menos o equipamento pessoal do(s) combatente(s)), e de preferência armado com algum pequeno canhão ou metralhadora de mira autônoma.

    Primeiro que paraquedistas lançados em terreno dependem de uma extração que poucas vezes na história do combate é certa ou tranquila. Helicópteros são grandes e voam em geral em média altitude, o que favorece seu abate em espaço aéreo contestado. Aviões no geral dependem de pista.

    Outra vantagem de um aparelho desses, além da velocidade de deslocamento (que deve ser alta) é que ele, ao contrário das motos comuns, pode sobrevoar qualquer terreno (água).

    Enfim, um grupo de comandos, ou mesmo uma subunidade regular armada com um aparelho desses teria enormes vantagens para golpes de mão, infiltração/extração, etc, contribuindo para dar fluidez ao teatro de operações.

    No começo da SGM ninguém acreditava na motocicleta como veículo de combate; muitas tropas, especialmente aliadas, utilizavam-se de bicicleta. O Exército Alemão se utilizou em larga escala de tal veículo, tanto na Europa quanto no Afrikakorps, com resultados expressivos em inúmeras batalhas.

    Vale a pena investir nesta tecnologia, desde que evidentemente sejam vencidos alguns problemas: estabilidade/segurança, autonomia e capacidade de carga.

    Sds.

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