sexta-feira, dezembro 3, 2021

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Presidencialismo de coalizão condena país ao atraso, dizem pesquisadores

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Congresso Brasileiro

Por EDUARDO MELLO e MATIAS SPEKTOR

RESUMO Autores argumentam que, apesar do efeito estabilizador do presidencialismo de coalizão, esse sistema condena o país ao atraso, pois seu funcionamento favorece a ação predatória de grupos de interesse. Eles sustentam ainda que a ciência política brasileira precisa se atualizar com base nas revelações da Lava Jato.

O sistema político criado pela Constituição de 1988 teve um desempenho notável. Em 30 anos, estabeleceu o sufrágio universal, realizou eleições limpas e competitivas, produziu instituições de controle e manteve os militares na caserna.

De lá para cá, sucessivos governos aprovaram reformas estruturais para acabar com a hiperinflação e fomentar políticas sociais baseadas em regras objetivas, num país onde os caciques sempre usaram o dinheiro público para controlar seus currais eleitorais.

A Nova República permaneceu intacta, apesar das turbulências. Dois presidentes eleitos sofreram impeachment e, quando uma coalizão de centro-direita entregou as chaves do Planalto a um grupo de centro-esquerda, não houve derramamento de sangue. O Brasil ganhou um grau de estabilidade política que nossos antepassados não tiveram o privilégio de imaginar.

No entanto, a Nova República preservou alguns dos piores vícios da política brasileira: o clientelismo, a patronagem e a corrupção endêmica. A transição pactuada na Constituinte garantiu a dominância de grupos de interesse particularistas que, operando agora num sistema de regras democráticas, apropriam-se do Estado.

A Operação Lava Jato está expondo as entranhas desse sistema. Hoje, é possível entender como funciona o esquema pelo qual setores nos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário trabalham em favor de grupos que buscam obter rendas fáceis, seja por meios legais, seja por meios ilícitos.

A grande descoberta da Lava Jato, no entanto, não é a podridão generalizada da qual tantos brasileiros sempre desconfiaram. O que se aprendeu de mais importante é como funciona a lógica perversa do presidencialismo de coalizão.

DISTORÇÕES

Na superfície, o presidencialismo de coalizão à brasileira é fácil de entender. O presidente da República lida com um Congresso ultrafragmentado. Para se manter no cargo e conseguir governar, ele é obrigado a formar uma aliança integrada por partidos diversos. Até aqui, nada de novo: na Europa, coligações dessa natureza são a regra e funcionam bem.

No Brasil, porém, a dinâmica da coalizão não segue a lógica parlamentarista europeia. Aqui, os congressistas não formam o governo escolhendo o primeiro-ministro; eles convivem com um presidente forte ungido pelo voto popular.

Isso faz toda a diferença: se no parlamentarismo os membros do Legislativo são corresponsáveis pelo êxito do governo, no presidencialismo a sobrevivência política do congressista está dissociada do sucesso de quem governa.

Ou seja, deputados e senadores brasileiros não se empenham em implementar a agenda majoritária que sufraga o presidente. Em vez disso, dedicam-se, acima de tudo, a responder às demandas de sua base eleitoral local, sem preocupação específica com a produção de bem-estar para a maioria.

Os Estados Unidos vivem problema similar. Lá, entretanto, congressistas são obrigados a conciliar as demandas de sua base local com as prioridades da agenda nacional das agremiações a que pertencem. Isso ocorre porque o sistema eleitoral gera partidos fortes, e o sistema de primárias mantém as oligarquias partidárias em xeque. Nada disso acontece no Brasil.

Aqui, a combinação de presidencialismo, eleições proporcionais e regras permissivas de financiamento de campanha dificulta a construção de partidos com programas claros (com a rara exceção de PT, PSDB e poucos nanicos) e uma conexão com o eleitor que possa formar a base de um sistema eficiente de responsabilização.

Quando o deputado brasileiro é próximo do eleitor, esse laço não decorre de uma plataforma de governo ou da credibilidade construída ao longo de anos. O vínculo apoia-se, em primeiro lugar, no clientelismo, a troca condicional de voto por acesso a recursos públicos, um fenômeno comum nos rincões e nas periferias das grandes cidades.

Assim, o congressista não se preocupa com a qualidade da saúde da população em geral; a ele basta conseguir um leito hospitalar para o apaniguado que dele necessita. O vereador não liga para a qualidade da educação; para ele, é suficiente batalhar por uma vaga na creche para o filho de um apoiador fiel.

Os legisladores no Brasil apoiam-se ainda em outros instrumentos que também distorcem o regime democrático e tendem a gerar má governança. Um exemplo é a troca entre parlamentares e grandes conglomerados, onde uns oferecem licitações fraudadas e outros proveem recursos ilícitos para financiar campanhas.

ATRASO

O custo desse sistema é imenso, e sua lógica condena o país ao atraso. Não é difícil ver por que isso acontece.

No presidencialismo de coalizão, o chefe do Executivo usa dinheiro do contribuinte para custear as benesses que o parlamentar leva a sua clientela local e a seus financiadores de campanha. É dessa forma que o presidente mantém a sua aliança legislativa.

O titular do Palácio do Planalto, quem quer que seja, é obrigado a operar dessa forma. Ele libera emendas e rifa cargos para que os partidos aliados possam negociar licitações com grupos empresariais. Ele distribui subsídios do BNDES. Vende leis que favorecem financiadores de sua base. Tira a força das agências reguladoras quando elas começam a incomodar a elite empresarial.

Nesse sistema, a corrupção não é exceção, mas regra. É a atividade ilícita que gera as rendas necessárias para dar sustentação a quem governa e outorgar privilégios a quem está próximo do poder. Nesse mundo, tirar uma lasquinha pessoal é só uma questão de oportunidade.

O problema não para por aí. Como o presidente precisa proteger esquemas de corrupção endêmica, é no Palácio do Planalto que se arma a arapuca para influenciar a cúpula do Judiciário e limitar os danos provocados pelas instituições de controle cada vez que uma roubalheira é denunciada.

O presidente estende aos congressistas o seu manto de proteção, nomeando gente de confiança para órgãos como Supremo Tribunal Federal, Tribunal de Contas da União e Tribunal Superior Eleitoral. Em tese responsáveis por limitar o poder do Executivo, essas instituições controlam pouco e controlam mal. Dentro delas próprias proliferam casos de tráfico de influência e corrupção.

Não à toa, nesses 30 anos de Nova República, nossos mandatários alopraram com o uso ilegal de recursos para custear apartamentos, chácaras, reformas da casa da sogra, empregos para os filhos, mesadas para irmãos ou cabeleireiros de renome.

Todos os ex-presidentes hoje vivos, sem exceção, terminaram às voltas com a Justiça. Quem não responde a um juiz se livrou por idade avançada ou por morosidade do Judiciário.

Ao presidente não basta possuir um arsenal de medidas provisórias, cargos públicos, ameaças de veto e balcão de emendas para organizar a maioria parlamentar. Se quiser governar e sobreviver no Planalto, ele deve gerir a distribuição tanto de benesses legais quanto de oportunidades de corrupção.

Essa operação sacrifica a produção de bens públicos —hospitais decentes, boas escolas, transporte de qualidade e uma Justiça célere e coerente.

CUSTOS

Quem ganha com isso? Cartéis de empreiteiras que fraudam concorrências, sindicalistas que cobram pedágio para suspender greves e lobbies como o dos seguros de saúde, que oferecem um serviço ruim a peso de ouro e ainda repassam seus prejuízos à viúva.

O presidencialismo de coalizão se tornou um império dos grupos de interesse: juízes bem pagos recebem auxílio-moradia, alunos ricos estudam em universidades públicas gratuitas e grandes conglomerados têm as dívidas custeadas pelo contribuinte. O sistema viciado transfere renda de baixo para cima.

Temos uma sociedade rendida. Apesar de viver numa das maiores economias do planeta, metade de nossos cidadãos não possui acesso a saneamento básico. O Estado gasta as burras com educação, mas milhões de brasileiros são analfabetos funcionais. Mesmo com investimentos bilionários no SUS, eleitores morrem na fila do hospital, como se este fosse um país pobre.

A má governança nas políticas públicas é resultado direto do regime do presidencialismo de coalizão inaugurado pela Nova República. O custo desse sistema é alto.

Não basta o presidente distribuir emendas parlamentares e cargos públicos para selar o apoio da base aliada, como argumenta Carlos Pereira em “Vocês não gostam de mim, mas o Congresso gosta” (“Ilustríssima”, 29/10). Esse raciocínio, defendido por parte da ciência política brasileira, ignora a montanha de gastos indiretos embutidos nessa forma viciada de conduzir o país.

O presidencialismo de coalizão também é um desastre para a economia. Como o jogo político favorece grupos de interesse enquistados no Estado, quem tem força tira proveito do erário em benefício próprio. O resultado é uma “sociedade da meia-entrada”, na expressão insuperável de Zeina Latif e Marcos Lisboa.

Assim, esse sistema sacrifica o crescimento econômico porque demanda um Estado inchado que, entregando muitos recursos para poucos privilegiados, mal contribui para o aumento da produtividade e da riqueza nacional.

Esse Estado precisa aumentar a carga tributária a todo momento, mas, como não há dinheiro que dê conta das demandas, também emite dívida pública, flerta com o populismo fiscal e asfixia o investimento. Na Nova República, o Brasil gastou a rodo sem com isso vencer o subdesenvolvimento.

Esse tipo de presidencialismo ainda pôs o Brasil no centro de uma rede transnacional de crime organizado. Como as máfias no poder superfaturam contratos públicos para gerar recursos de financiamento de campanha, elas necessitam de doleiros para lavar o dinheiro no exterior. Também demandam contratos firmados fora das fronteiras com empréstimos do BNDES.

Assim, as quadrilhas instrumentalizam visitas oficiais, acordos diplomáticos e linhas de crédito internacional com a anuência e a cumplicidade de bancas de advogados, diretores de empresas estatais e bancos estrangeiros.

Da Colômbia à França, de Angola a Cingapura, de Ciudad del Este a Caracas, o presidencialismo de coalizão internacionalizou o crime com vistas a financiar campanhas e manter unida a base aliada.

CONTROLES

É inegável o avanço institucional dos últimos 30 anos. A força do Ministério Público, a capacidade investigativa da Polícia Federal e as redes de funcionários comprometidos com o combate à corrupção são o melhor testamento disso. Mas o sistema brasileiro de pesos e contrapesos funciona mal.

Há muitos exemplos. O Executivo conta com uma liderança informal na cúpula do Judiciário. As indicações para o alto escalão da Justiça são ao mesmo tempo politizadas e desprovidas de controles efetivos.

Nas cortes superiores, existe sempre a possibilidade de ministros tirarem vantagem monetária do cargo que ocupam por meio de negócios paralelos ou pela capacidade de alavancar familiares para posições de influência.

Além disso, tribunais de contas podem ser cooptados ou comprados. Comissões Parlamentares de Inquérito são criadas quando se quer abafar um escândalo ou extorquir alguém, e tribunais eleitorais podem publicar peças de ficção.

A lógica dominante nos tribunais não é a da independência e da imparcialidade, mas a costura de acordos com a classe política e empresarial. Há uma falta geral de “accountability”, a obrigação que as autoridades têm de prestar contas a instâncias efetivas de controle.

Como a classe política e seus patrocinadores vivem de parasitismo, seu apego a esse esquema é desesperado. Qualquer mudança que pareça ameaçar-lhe a sobrevivência é rebatida com toda força. Por esse motivo, a Operação Lava Jato não é regra, mas exceção: a impunidade continua sendo a moeda corrente da política brasileira.

O problema é que, sem efetiva responsabilização, qualquer democracia definha. Quando faltam controles, o resultado é um governo de quadrilhas, sejam elas de esquerda, de centro ou de direita.

CIÊNCIA POLÍTICA

O presidencialismo de coalizão é estável. Não é por estar apodrecido que o sistema deixa de vigorar. O esquema é tão seguro que até mesmo o presidente Michel Temer (PMDB) continua no lugar —e olha que sua taxa de aprovação popular se aproxima da taxa de inflação.

Nada indica que o sistema vá entrar em colapso no futuro próximo. Aliás, quando a única ameaça real a seu funcionamento apareceu em cena —a Lava Jato—, as forças políticas se uniram na operação abafa que hoje avança a passo acelerado.

A ciência política brasileira já explicou os porquês dessa estabilidade. A obra seminal de Argelina Figueiredo e Fernando Limongi, “Executivo e Legislativo na Nova Ordem Constitucional” (FGV, 1999), explora os mecanismos pelos quais o presidencialismo de coalizão se sustenta.

Essa obra também deu origem a um influente programa de pesquisa que uniu cientistas políticos brasileiros e estrangeiros. O argumento comum é que o presidencialismo brasileiro teria elementos de parlamentarismo. A mensagem central é a de que um chefe de Estado forte consegue atrair os legisladores e formar coalizões estáveis no Congresso para aprovar sua agenda legislativa.

Por causa desse mecanismo, esses pesquisadores sempre consideraram que a agenda legislativa era comandada pelo presidente. Essa é a impressão que se tem à primeira vista: a maioria das leis aprovadas tem origem no Palácio do Planalto.

Agora, no entanto, sabemos que a agenda legislativa está à venda para quem pagar mais. Quem ocupa o Planalto é refém dos grupos rentistas. Estes, por sua vez, precisam da caneta presidencial para sobreviver.

Sim, o sistema é estável, e sim, é no Planalto que se constroem as alianças entre legisladores e grupos de interesse que ditam a agenda legislativa. Mas o custo dessa estabilidade é intolerável num regime democrático.

É em regimes autoritários que tais arranjos são o pão de cada dia, como mostram os cientistas políticos americanos Bruce Bueno de Mesquita, Alastair Smith, Randolph Siverson e James Morrow em seu livro “The Logic of Political Survival” (a lógica da sobrevivência política, MIT Press, 2003).

O entendimento existente sobre o funcionamento do presidencialismo brasileiro precisa de atualização. Antes da Lava Jato, era impossível ter essa compreensão da política nacional. Agora, as evidências coletadas pela operação jogam luz sobre os desafios da Nova República.

O QUE FAZER?

Não há saída óbvia para o problema que aflige a política brasileira, nem há receita única para melhorar a qualidade da democracia no país.

Estamos mais longe do que se pensava de Portugal e da Espanha e mais perto da Rússia e da Turquia, países onde o entulho autoritário permanece forte.

Embora o risco de uma guinada à la Putin ou à la Erdogan seja baixo, o modelo de governança no qual a elite rentista do Brasil distribui privilégios a uns poucos é perigoso. Além de ineficiente, tal forma de gerir a vida coletiva é incompatível com uma democracia moderna, abrindo espaço para aventuras extremistas.

A crise demanda reformas profundas. O principal objetivo deveria ser vincular a sobrevivência política do congressista à provisão de bens públicos, e não à oferta de boquinhas para grupos de interesse.

Uma forma de resolver esse problema seria forçar os partidos a encarar agendas nacionais, em vez de servir de balcão de negócios para grupos particularistas.

Eleições majoritárias (com primárias obrigatórias) para a Câmara dos Deputados —usando um sistema distrital ou o sistema francês de dois turnos— ajudariam a encaminhar o sistema brasileiro nessa direção virtuosa (as poucas novas regras aprovadas pelo Congresso neste ano são, infelizmente, inócuas).

Outra reforma positiva seria a redução da capacidade que o presidente tem de “comprar” votos no Congresso. Para isso, ele teria de contar com menos cargos de confiança para distribuir e menos poder para repartir nacos do Orçamento entre seus apoiadores. Tal decisão demandaria uma reforma administrativa radical.

Ainda caberia pôr fim às relações espúrias entre o Judiciário e o poder político. É necessário coibir a discricionariedade do Executivo na nomeação de juízes de cortes superiores e criar “accountability” na máquina judicial. Há numerosos exemplos de boas práticas mundo afora.

Por fim, é necessário tirar o dinheiro fácil da política. Partidos precisam ser pobres; seu êxito deve depender, acima de tudo, do trabalho voluntário de pessoas que acreditam em suas pautas —somente assim os políticos serão obrigados a responder com ações efetivas às demandas da sociedade.

As empresas devem ficar longe do processo eleitoral, e os cidadãos devem ter o direito de contribuir com quantias limitadas. Por isso, o fundo partidário aprovado pelo Congresso é um exemplo vergonhoso de má governança.

As dinâmicas inerentes ao nosso presidencialismo de coalizão comprometem e subvertem a qualidade da democracia brasileira. Elas produzem serviços de péssima qualidade, contas públicas desequilibradas e instituições de controle ineficientes, além de incentivarem o crime transnacional.

O desafio de reformar o Brasil é imenso. Quem quiser entrar para a política pensando em arrumar as coisas deve ter clareza da guerra que terá de travar. Isso vale para os grupos de jovens que agora se mobilizam à esquerda e à direita.

A disfunção do nosso sistema político não é destino. Basta mudar as regras do jogo para termos resultados melhores. Tal capacidade de renovação é a promessa da democracia. Trinta anos depois da fundação da Nova República, chegou a hora de mudar.

Este ensaio é uma adaptação de um artigo acadêmico intitulado “The Failure of Multiparty Presidentialism” (o fracasso do presidencialismo multipartidário), que sairá no “Journal of Democracy”, em 2018.

EDUARDO MELLO, 32, é professor de relações internacionais da FGV. Cursou doutorado na London School of Economics.
MATIAS SPEKTOR, 40, doutor pela Universidade de Oxford, é professor de relações internacionais da FGV e colunista da Folha.

FONTE: Folha de São Paulo

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Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
3 anos atrás

Saída ? >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>> EXIT >>>>>>>>>>>>>>>>

Alex Nogueira
Alex Nogueira
3 anos atrás

Em meu ponto de vista o governo deveria migrar para uma solução que empregasse metade ou menos de deputados, senadores, ministros e reduzisse o quanto fosse possível o número de assessores e cargos de confiança, Falta aprender a fazer mais com menos… quanto mais enxuto melhor. Existem muitos países com bons exemplos de gestão política, não custa nada observa-los e quem sabe copiá-los. Mas voltamos na mesma tecla de sempre, ninguém quer perder a “boquinha” e enquanto nosso governo estiver impregnado de parasitas sem escrúpulos, a população seguirá condenada. Próxima eleição está ai, espero que a população ao menos vote… Read more »

joao terba
3 anos atrás

Não vejo esperança para o nosso país com essa corja dominando,talvez uma revolução.

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
3 anos atrás

Não há esperança mesmo, João. Do exterior de vez enquanto leio jornais brasileiros para me atualizar com esse “failed state” em que o Brasil se transformou, e sempre vejo a mesma coisa. TODOS os políticos, sejam de direita, centro ou esquerda, metidos em roubos multi-milionários, um escândalo maior que o outro, vexames que encheriam até o Ali Babá de vergonha. Enquanto isso o cidadão passa fome, e enfrenta A MAIOR TAXA DE HOMICÍDIO DO MUNDO!!! Nem Iraque, Syria, Afeganistão juntos conseguem ganhar do Brasil neste triste quesito. Não tem mais jeito. A única solução é para os brasileiros decentes que… Read more »

Rodrigo Martins Ferreira
Rodrigo Martins Ferreira
3 anos atrás

Com o nível dos nossos políticos e consequentemente do povo, pode colocar a forma de governo que quiserem que vai virar p…..ria.

Augusto
Augusto
3 anos atrás

Desisti da leitura ainda no começo, quando o sujeito disse que “uma coalizão de centro-direita entregou as chaves do Planalto a um grupo de centro-esquerda”.

Fred
Fred
3 anos atrás

Bom texto. Muito coerente.

“Partidos precisam ser pobres; seu êxito deve depender, acima de tudo, do trabalho voluntário de pessoas que acreditam em suas pautas —somente assim os políticos serão obrigados a responder com ações efetivas às demandas da sociedade.” Qual o único partido com representantes no congresso se encaixa nessa descrição? Sem dúvidas, o PSOL. Indiscutível. Aliás é o único que não faz farra com empresários pois não aceita financiamento privado. Além disso tem agenda nacional muito bem definida e é, normalmente, rigoroso com os dissidentes ou rebeldes que não respeitam as regras pré estabelecidas no programa do partido.

Celso
Celso
3 anos atrás

Caramba, fres nessa voce surtou mesmo, isso eh caso de paixao ou tolice….kkkkkkkkkkkk….Brasil, pais de tolos, ignaros,omissos, covardes e ate mesmo daqueles q fugidos para outras paragens vem aqui destilar comparacoes ao inves de se calarem e tocarem suas vidas com as opcoes q escolheram. Saiam do Brasil por favor, mas parem de tocar sugestoes, ao escolherem outra casa pra morar, perderam o direito de opinar, certo Joao Moita J. boa sorte a voce.

Antônio
Antônio
3 anos atrás

Texto tipicamente esquerdista. Estrangeiros esquerdistas escrevendo para um órgão de imprensa de esquerda. Pior é a Venezuela, Bolívia, Equador, Cuba e ninguém fala nada. Todas ditaduras de esquerda. Num país democrático sempre é possível mudar. Numa ditadura de esquerda, não. Os poderes são silenciados. A população é manipulada… Sarney, Renan, Jucá pouco risco oferecem ao Brasil pois não conseguem manipular as massas diferente de outros políticos corruptos e populistas. A revolta comunista na Rússia foi precedida desse tipo de desacreditamento das instituições e dos políticos. Criam terreno fértil para populistas demagogos… Criticam presidencialismo de coalizão. Defendem a monarquia? Não, uma… Read more »

José Gustavo Lima
3 anos atrás

Esse estudo deveria ser ampliado para análise do governo de D. Pedro 2. Com a constituição mais longeva, mais estabilidade e ampla liberdade de imprensa. Como disse o republicano Rui Barbosa. “O senado do império era uma escola de estadistas. O da república é uma praça de negócios.”

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
3 anos atrás

Antonio, desligue o modo “Guerra Fria” e leia de novo com calma o texto.
Não é assunto Esquerda X Direita.

Agnelo
Agnelo
3 anos atrás

Alex Nogueira, seria um bom começo a enxugada de bocas.
A corrupção deveria ser combatida com condenações doloridissimas.
Quanto ao PSOL…. Não tem $ de empresário, pq tem o público de alunos bobinhos pra votar em quem professor induz…fora, o q ainda não se descobriu…

Caio
Caio
3 anos atrás

Disseram que bastava mudar de presidente que o Brasil mudaria.
Disseram que bastava mudar de partido politico que a sujeira iria acabar.
Agora temos que mudar o sistema politico.
E as leis?????
Cade alguem pedindo prisao perpetua e pagamento de todo o dinheiro que foi roubado por qualquer calhorda??? Pode mudar pra qualquer forma de governo, se nao mudar para a extrema rigidez o roubo ou mau uso do dinheiro publico, tudo na passara de cortina de fumaca.

Antônio
Antônio
3 anos atrás

Colombeli. Do você está falando?
Na sua opinião, já deveriam ter votado a reforma da previdência?

Rodrigo Martins Ferreira
Rodrigo Martins Ferreira
3 anos atrás

Fred 4 de dezembro de 2017 at 16:21

Eu vi a coerência do PSOL ontem no Canal Livre…Aquela Manuela D´Avila é de dar pena.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
3 anos atrás

Tiveram que fazer doutorado para descobrir o óbvio?

Gabriel
Gabriel
3 anos atrás

Eu estou me formando em ciência politica e digo para vocês : O Presidencialismo de coalizão é uma maldição para o Brasil…o ideal seria um parlamentarismo com sistema misto alemão somado a uma clausula de barreira de uns 3% no mínimo

Fred
Fred
3 anos atrás

A Manuela é do PC do B Rodrigo, me fez rir alto. No mais, me divirto com vocês sem ter como criticar a atuação do PSOL além de bravatas ideológicas.
Melhor bancada do congresso. Só a luta muda a vida!

Carvalho
Carvalho
3 anos atrás

Rinaldo,
Vc anda vendo muitas obviedades…

Caio
Caio
3 anos atrás

Colombelli entao o MPF estaria numa armacao midiatica? Nso duvido ! Porque por aqui tudo de ruim e possivel; Mas, afastar por muito tempo ou definitivamente esses ladroes do meio publico e fazelos devolver masi do que roubam deveria ser a meta principal, porem se dizes que o MPF e mais engodo do que seriedade ai so vao sobrar as ultimas consequencias e elas nao sao suaves.

Gabriel
Gabriel
3 anos atrás

PSOL não é um partido sério e só adota esse discurso patético porque vive de IBOPE…aliás partido de esquerda latino-americano é tudo a mesma coisa(queria chamar de outra coisa).
Essa tal de Manuela é perfil clássico do esquerdista, um bando de adultos que não cresceram!

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
3 anos atrás

Carvalho, acho que sim. Lendo o título da matéria não precisa ler muito do resto. Não sei se você concorda. Impressionante como essa esquerda não quer enxergar os fatos. Vivem na Revolução Russa de 1917. Nem o exemplo da Venefavela os faz abrir os olhos. Gabriel, concordo: bando de adultos (diria idiotas) que não cresceram. Pior é que aparelharam as universidades, e fazem lavagem cerebral na juventude. O patrulhamento ideológico nas universidades é feroz. Eles não aceitam, de forma alguma, idéias divergentes. Se você mandar esse Fred morar na Venefavela pra passar fome, ou em Cuba, ou se infestar de… Read more »

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
3 anos atrás

Comentário retido. Pensei que fosse só no Aéreo.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
3 anos atrás

José Gustavo Lima,
Eram tão estadistas que nem um Código Civil aprovaram durante o Império e só foram acabar com a escravidão perto da queda da Monarquia, para a infâmia do povo brasileiro, que foi o último da América a acabar com tão medonho crime.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
3 anos atrás

Fred, o PSOL recebeu dinheiro de empresários em eleições anteriores (Luciana Genro, Edmilson Rodrigues, etc). O PSOL cobra um percentual de seus filiados que são nomeados em cargos públicos para financiar o partido. Por isso você sempre terá gabinetes de políticos do PSOL lotados de assessores – mas eles vão dizer que são representantes da sociedade ou das minorias. O PSOL faz esquemas para desviar dinheiro público (Janira Rocha, Isa Pena, etc). . Colombelli quase perfeito. Só faltou dizer que Gilmar Mendes é o pior ministro do STF e está envolvido até o pescoço em negociatas. As críticas dele ao… Read more »

Daniel Ferreira
Daniel Ferreira
3 anos atrás

Somos obrigados a ler coisas do gênero:
“Num país democrático sempre é possível mudar.
Numa ditadura de esquerda, não.”
Ué, e numa ditadura de direita seria possível?!
O problema nesse caso é a ditadura.

Silva
Silva
3 anos atrás

Rafael Oliveira, Nota-se que você não sabe absolutamente nada sobre a Monarquia Brasileira. A começar, pela Constituição de 1824, que foi a melhor e mais liberal que o Brasil já possuiu em toda a sua história. Desde a independência do Brasil em 1822, a Família Imperial Brasileira, sempre foi contra a escravidão no Brasil, desde o início tentando acabar com tal prática no país, mas os grandes fazendeiros escravocratas, jamais permitiam. A Família Imperial Brasileira jamais utilizou-se de escravos. Todos os negros que trabalhavam para a Família Imperial, eram alforriados e recebiam salário. Um dos motivos que levou-se a deposição… Read more »

Silva
Silva
3 anos atrás

Em pouco mais de um século de existência, a República Brasileira enfrentou doze estados de emergência, dezessete Atos Institucionais, o Congresso Nacional dissolvido seis vezes, dezenove revoluções militares, duas renúncias presidenciais, três presidentes impedidos de assumir o cargo, quatro presidentes depostos, sete Constituições diferentes, quatro ditaduras e nove governos autoritários. É a isso que se prestou essa desgraça de república corrupta, autoritária e ilegítima desde que foi imposta á força em 1889. Sem mais. OS fatos falam por si só. Como bem disse, Deodoro da Fonseca, que traiu Dom Pedro II, República no Brasil será uma completa desgraça. Brasileiro mais… Read more »

Silva
Silva
3 anos atrás

Trecho de um dos discursos de Rui Barbosa. Qualquer semelhança com a realidade dos dias de hoje, NÃO é mera coincidência: “De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto … Essa foi a obra da República nos últimos anos. No outro regime (Monarquia) o homem que tinha certa nódoa em sua vida era um homem perdido para todo o sempre – as carreiras… Read more »

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
3 anos atrás

Silva, Estava respondendo a um comentário que elogiava o Senado brasileiro. Mas, de qualquer forma, fato é que a família imperial não lutou contra a escravidão, tanto que conviveu com ela por quase 66 anos. Se tinham medo dos fazendeiros, D. Pedro I e D. Pedro II eram covardes. No mais, uma Constituição que permitia a escravidão não pode ser considerada liberal. Se você não consegue ver a contradição que há entre escravidão e liberdado, só lamento. Nem vou entrar no mérito do poder moderador (em minúsculo mesmo). A República, mesmo com todas as suas mazelas, é melhor que a… Read more »

Zé
3 anos atrás

Conversa mole. Sabem que vão perder o comando para um Patriota em 2018 e estão armando um golpe parlamentar-jurídico-mediático. A Constituição e o regetendum falam Presidencialismo, que é de coalizao por causa de partidos de merda sem vergonha e programa como PSDB e PMDB e partidos de bandidos totalitarios como PT.

Jacinto
Jacinto
3 anos atrás

Com a constituição que temos não há solução…

Silva
Silva
3 anos atrás

Rafael Oliveira, Infelizmente não há como discutir séria e objetivamente, um assunto como esse, com alguém que nunca estudou o tema e foi doutrinado a acreditar que a Monarquia é que foi ruim para o Brasil, ao invés da ré-pública. “A República, mesmo com todas as suas mazelas, é melhor que a Monarquia.” Japoneses, Suecos, Dinamarqueses, Britânicos, Espanhóis, Canadenses, Australianos, Neozelandeses, Belgas e etc discordam veementemente. Ah mais os EUA são uma república bla bla bla, só que os EUA tiveram que romper com a Monarquia para se emanciparem da Inglaterra, já com Brasil foi diferente, foi a própria Monarquia… Read more »

Plinio
Plinio
3 anos atrás

Rafael Oliveira falar que nossa constituição de 1824 nao era liberal é um absurdo completo, era mais liberal que a maioria dos países do mundo, europeus ficavam bobos com a liberdade de impressa que havia no Brasil. primeiro, vc tem que ver que a escravidao naquela epoca era visto de forma diferente pelo MUNDO TODO, a escravidão era algo comum e aceitavel por todas as sociedade, eles não tinha o ideia que nos temos hoje de que isso era inaceitavel, esse pensamento começou a surgi bem depois quando novas ideias mundiais que começou a abolir a escravidão pelo mundo todo,… Read more »

Fred
Fred
3 anos atrás

Rafael Oliveira, te parabenizo por ser o único a falar os podres do PSOL com alguma propriedade. Bacana, mostra conhecimento do que aconteceu. Realmente Luciana recebeu dinheiro de empresa do RS, mas teve que devolver por pressão da militância que pedia sua cabeça. É devolveu rapidamente, mas não desfaz a cagada que tinha sido feita. A Janira foi o único grande escândalo do partido, envolveu repasse de dinheiro de sindicatos. Sou do RJ e atesto que a militância foi voraz com ela e eu mesmo estava na plenária de sua expulsão. Discordo quanto à questão dos acessores de deputados. A… Read more »

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
3 anos atrás

Silva e Plinio. Vocês estudam o Império pelos livros dos descendentes da família real, por isso essas opiniões parciais e desprovidas de realidade. “Dom Pedro II foi maior lider que o Brasil teve e um dos maiores de sua epoca, amado pelo mundo todo” – isso é argumento? Posso dizer que Lula também era amado pelo mundo todo até um tempo atrás… Provavelmente, nenhum dos dois tem noções básicas de Direito, pois insistem no caráter liberal da Constituição de 1824 baseados única e exclusivamente na liberdade de imprensa que é apenas um das muitas liberdades existentes. Referida Carta tinha algumas… Read more »

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
3 anos atrás

Obrigado, Fred. Acho que facilita bastante para o PSOL combater a corrupção interna o fato de não fazer parte de governos. Para ser comprado é preciso ter algo a oferecer e quem não tem mandatos no Executivo tem pouco a oferecer a empresários. O PT se autointitulava o partido mais ético e honesto do país, além de ser muito combativo nos plenários da Câmaro, do Senado e das Assembleias dos estados. Não preciso dizer o que aconteceu após a eleiçã do Lula né? Só uma coisa. A que lei você se refere no caso do desconto de contribuição partidária de… Read more »

Agnelo
Agnelo
3 anos atrás

Se a alternativa ao Presidencialismo de coalizão, explorado e consolidado pelo PT como nunca antes na história desse país, for um governo do PSOL ou um monarca…. Se der tudo certo, podemos viver “felizes” como os escravos tão bem tratados e cuidados…

Rodrigo Martins Ferreira
Rodrigo Martins Ferreira
3 anos atrás

Fred 4 de dezembro de 2017 at 20:10

Foi mal…

É que eu não consigo diferenciar b…. dura de b…. mole..

É tudo igual.

Aliás…

O PSOL é o partido do Freixo ? Este é bem coerente tb…

Diversidade e austeridade para os outros…

Para ele não.

João Augusto
João Augusto
3 anos atrás

A alternativa mais simples ao presidencialismo de coalizão é o voto em legenda, tendo no presidente a cabeça dos deputados federais e senadores e nos governadores estaduais as cabeças dos deputados estaduais e senadores (sim, o Senado passaria a ser a casa mais polêmica). Isso de quebra também significaria um belo golpe nos partidos nanicos.

De resto, incluindo os esforços da Lava Jato, é só balela.

Marcos Torres
Marcos Torres
3 anos atrás

Ainda tá em tempo de pedir desculpas e devolver o país para os índios… tipo aquele vizinho que pede o cortador de grama emprestado e devolve quebrado na maior cara de pau.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
3 anos atrás

Pois é Agnelo, comparando com um governo do PSOL ou com uma monarquia liderada por Dom Bertrand, o presidencialismo de coalizão, apesar de péssimo, até que não é tão horrível assim rsrs.

José Gustavo Lima
3 anos atrás

O comentário foi do Rui Barbosa.

Plinio
Plinio
3 anos atrás

Rafael Oliveira primeiro, eu disse que a constituição era muito liberal para EPOCA, vc precisa para de comparar aquela epoca com a nossa, tem um mundo inteiro de diferença entre elas, naquela epoca muitos estados ainda tinha fortes vinculos com a religião, infinitas diferenças daquela epoca para a de hoje do que era considerado direitos para o homem, sociedade e todo o resto, então pare de comparar as duas, foi liberal para a “EPOCA”, pra hoje não, ponto. segundo, eu disse que o Imperio do Brasil havia uma estabilidade muito grande, era um país que andava para frente em todos… Read more »

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
3 anos atrás
Gilson Moura
Gilson Moura
3 anos atrás

Basta ligar os pontinhos para se chegar a uma conclusão:

Abolição – 1888
Princesa Isabel 11 de agosto de 1889 – Paço Isabel
República – 15 de novembro de 1889

Fonte não-“monárquica”: http://www2.fct.unesp.br/nera/artigodomes/6artigodomes_2008.pdf

É muita ingenuidade acreditar que a abolição pela própria decisão individual do monarca não iria levar a uma guerra civil, seria um golpe no sustentáculo do império, os donos de terras e escravos aliados do alto comando militar. E mais, pela própria natureza do regime monárquico, o imperador não podia se envolver abertamente em questões políticas destacando seu posicionamento político.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
3 anos atrás

Gilson,
Existem mais pontinhos para serem ligados nessa história, fora a parte bem apontada no artigo de que um dos problemas não foi a abolição em si, mas a ausência de indenização aos escravocratas.
Os militares tinham seus próprios interesses nessa história toda e D. Pedro II empurrou com a barriga alguns problemas que, em conjunto, resultaram em sua queda.

Gilson Moura
Gilson Moura
3 anos atrás

Acho que você não entendeu o artigo: “Neste sentido, Manuel Correa de Andrade (1991), no livro “Abolição e Reforma Agrária” que subsidia esta discussão, justifica a junção, em uma mesma obra, de dois movimentos políticos que ocorreram com um intervalo de tempo de cem anos, a saber: a campanha abolicionista e a campanha pela reforma agrária. Não são processos isolados e dissociados. Um gerou o outro e vice-versa. ” “O projeto de abolição foi elaborado pelo gabinete Imperial chefiado pelo Ministro João Alfredo com a colaboração de outros projetos elaborados por personalidades abolicionistas como Joaquim Nabuco e André Rebouças. Tais… Read more »

Antonio M
Antonio M
3 anos atrás

Oe melhores países do mundo para se viver atualmente são monarquias européias. A esquerda globalistas e o metacapitalismos nesses países que estão acabando com eles, principalmente com a entrada dos radicais islâmicos.

PSOL é o PT de calcinhas e o discurso e ações de seus militantes atualmente é o mesmo do PT e militantes em 1982 que por sua vez era a vanguarda da esquerda em relação ao PCB e PCdoB e estão apenas dando continuidado ao mesmo, não vão mudar nada.

Silva
Silva
3 anos atrás

Rafael Oliveria, Simplesmente ridículo essa comparação sua sem pé nem cabeça, de épocas totalmente diferentes, de como as coisas eram no século 19 e como são hoje no século 21. Não seja leviano. Você fala como se o fim da escravidão no Brasil dependesse apenas da boa vontade do imperador. A Monarquia no Brasil nunca foi absolutista. Quem governava o país era de fato o Parlamento. A monarquia atuava como poder moderador na política. Ah, as fontes? Bem, existem dois tipos de fontes, as históricas, pesquisadas, estudadas e catalogadas por estudiosos sérios, com narrativas, fatos e etc, e as esquerdopatas,… Read more »

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