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Partidos brasileiros são mais do mesmo e poderiam ser reduzidos a 2, aponta pesquisa de Oxford

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Explicação de que grande número de partidos serve para reresentar posições da sociedade não se aplica no Brasil. Segundo pesquisa de Oxford, Congresso poderia ter só dois partidos, um de centro-esquerda e outro de centro-direita – Getty Images

Nathalia Passarinho
Da BBC Brasil em Londres

Uma explicação comum para justificar o grande número de partidos políticos no Brasil é o fato de o país ser grande e heterogêneo. Portanto, várias legendas seriam necessárias para representar os diferentes grupos que fazem parte da sociedade.

Mas não é isso o que mostra uma pesquisa inédita da Universidade de Oxford, no Reino Unido, e da Fundação Getulio Vargas (FGV), segundo a qual apenas dois partidos já seriam suficientes para representar a sociedade brasileira no Congresso Nacional.

“Tem muitos partidos desnecessários no Brasil, em termos de representação ideológica. Quando um partido é criado, normalmente é para atender a um grupo ideológico pouco representado, dar voz a grupos. Mas não é o que esta acontecendo. Os partidos no Brasil estão sendo criados por outras razões, não para defender bandeiras”, afirmou à BBC Brasil o professor Timothy J. Power, diretor do Programa de Estudos Brasileiros da Universidade de Oxford.

Entre abril e setembro do ano passado, Power e César Zucco, professor da FGV, distribuíram a deputados e senadores um questionário com perguntas sobre diferentes temas – de economia e controle fiscal a reforma política e aborto. O levantamento, chamado de Brazilian Legislative Survey (BSL), é feito a cada quatro anos e tem o objetivo de captar a evolução do pensamento do Congresso Nacional desde a redemocratização.

A partir da resposta dos legisladores, os pesquisadores descobriram que as 25 legendas com representação na Câmara têm posições muito semelhantes.

Seria possível dividir esses partidos em dois grupos, um de centro-direita, composto pelo chamado “centrão”, além de PP, PSDB e MDB, e outro de centro-esquerda, formado por partidos como PT, PC do B e PDT. O bloco de centro-direita têm hoje 60% das cadeiras na Câmara dos Deputados, e o de esquerda, 40%.

“No campo das ideias, pelos 20 assuntos que a gente mediu, dois partidos são suficientes e representariam razoavelmente e de forma coerente a sociedade. Um seria estaria mais à esquerda e outro mais à direita”, disse o professor César Zucco à BBC Brasil.

Power traça um paralelo da distribuição atual de cadeiras no Congresso entre centro-direita e centro-esquerda com o cenário partidário do Brasil em 1979, ainda no regime militar, quando havia apenas dois partidos com representação no Congresso.

Estudo indica que a criação de partidos políticos no Brasil não serve para representar grupos da sociedade, mas sim a interesses financeiros e eleitorais dos políticos – Foto: RICHARD SOWERSBY

Se você pensar, é parecido com o Brasil em 1979. Tinha dois partidos na época. O Arena (partido governista), com 60% das cadeiras, e o MDB (que fazia oposição ao governo militar), com 40%. Nós vemos a mesma coisa hoje: existem dois grupos, sendo que o de centro-direita tem maior representação no Legislativo”, afirma.

A conclusão de que duas legendas já seriam suficientes para representar as posições dos grupos políticos existentes hoje no Congresso indica que a acelerada criação de partidos no país não é estimulada pela demanda de setores por representação, mas sim por estratégias políticas e interesses eleitorais.

“Isso confirma a ideia de que, claramente, esses partidos não existem para representar ideologias e ideias que precisam ser representadas. Eles representam ideias parecidas e existem por questões estratégicas dos deputados e senadores”, afirma Zucco.

“Atendem a interesses locais, porque os políticos precisam de legendas diferentes para competir em eleições; a interesses em termos de financiamento, por causa do acesso a recursos partidários; e ao interesse de acesso a recursos dentro do Congresso Nacional, como pessoal, verba, participação em comissões”, completa o professor da FGV.

A pesquisa não defende a mudança de modelo político para um sistema bipartidário ou com menos legendas, apenas demonstra que a posição dos 25 partidos que hoje têm representação no Congresso Nacional é similar a ponto de ser possível dividir o Legislativo em dois grupos.

O efeito impeachment: PT mais à esquerda e PSDB, à direita

Muro foi construído na Esplanada durante as votações do impeachment, para separar manifestantes. Polarização se reflete no Congresso Nacional, segundo pesquisa de Oxford, em parceria com a FGV | Fonte: Juca Verella/Agência Brasil

Além de mapear a posição dos partidos quanto aos principais temas econômicos e sociais, Power e Zucco também mediram a percepção que parlamentares e senadores têm da ideologia das legendas com representação no Congresso.

Os dois pesquisadores perguntaram aos parlamentares onde eles classificariam cada partido político, numa escala de 1 a 10, sendo 1 “de esquerda” e 10, de “direita”.

A análise histórica das respostas, captadas desde 1990, demonstra que partidos de centro e centro-esquerda, quando assumem a Presidência, tendem a dar uma guinada à direita, porque precisam fazer concessões a grupos conservadores para governar. Foi o caso de PSDB e PT nos governos dos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva.

Setas mostram trajetória dos partidos, para esquersa ou para a direita no espectro ideológico. PT andou para a “direita” quando esteve na presidência, mas após o impeachment de Dilma deu uma guinada à esquerda | Fonte: BLS

Por causa da enorme fragmentação no Congresso e do excesso de partidos políticos, dificilmente o presidente terá, sozinho, maioria para governar. Por isso, forma coligações com outras legendas, ainda que elas não tenham semelhança ideológica com o partido vencedor da eleição.

No governo Lula, por exemplo, o PT se aliou a partidos de centro-direita e direita, como PMDB, PTB e PP. Nos dois mandatos, o Brazilian Legislative Survey captou um “salto” forte do partido para a “direita” em termos de ideologia.

“Se voltamos aos anos 1990, havia uma polarização no governo FHC por causa das políticas neoliberais adotadas. O PT fazia uma oposição forte a elas. Lula ganhou em 2002 e trouxe o PT e partidos mais de esquerda para o centro”, disse Power à BBC Brasil.

Desde o governo Lula, a polarização vinha diminuindo no país. Os levantamentos com parlamentares entre 2002 e 2014 mostram a construção de consensos entre partidos em questões econômicas e sociais, como interferência moderada do Estado na economia, necessidade de responsabilidade fiscal e adoção de programas sociais baseados em transferência de renda – Bolsa Família, por exemplo.

Mas, segundo Power, o impeachment de Dilma Rousseff interrompeu o ciclo de aproximação entre partidos de esquerda e centro-direita.

“Durante o governo FHC, os partidos de esquerda eram mais isolados. Nos anos 2000, eles se aliaram a partidos de centro e centro-direita para permitir a governabilidade de Lula. O impeachment cortou essa aliança.”

Com o rompimento dos laços com siglas como o MDB, o PT e demais partidos tradicionalmente vistos como de esquerda, como PC do B e PDT, tendem a voltar às raízes, adotando posições mais “esquerdistas”, como maior presença estatal na economia.

“Agora que romperam com a direita, nada os impede de adotar uma ideologia de esquerda mais radical”, avalia o professor de Oxford.

Enquanto isso, o PSDB deu um passo largo para a “direita”, na percepção dos parlamentares, em comparação com o resultado dos levantamentos de 2014. “O PSDB vem andando para a direita desde que iniciamos o levantamento, em 1990. Mas agora o movimento foi bastante forte”, diz Zucco.

“A percepção dos políticos de ‘esquerdização’ do PT e de ‘direitização’ do PSDB tem a ver com o impeachment”, destaca.

Em que espectro estão os partidos

De acordo com a pesquisa de Power e Zucco, o partido hoje visto entre os parlamentares como mais “de esquerda” é o PSOL, seguido por PC do B, PT e Rede.

Esta é a forma como os deputados e senadores percebem a posição ideológica dos partidos. Os que aparecem mais à esquerda, são vistos como mais esquerdistas, enquanto os mais à direita, foram classificados como mais direitistas pelos parlamentares | Fonte: BLS Survey

O levantamento também captou a ascensão do chamado Centrão, partidos de médio porte que tiveram papel chave no impeachment de Dilma. Juntos, eles formam uma das maiores bancadas da Câmara e são essenciais à sobrevivência do governo Michel Temer.

Fazem parte desse grupo, visto como “de centro” pelos parlamentares, PSC, Pros, PTB e Podemos (visto na tabela acima com a sigla Pode). Classificados como centro-direita, estão MDB, PSDB, PSD e PR.

O partido visto como mais “de direita” é o Democratas, seguido por PP e PSL. O DEM é também a sigla que de forma mais consistente se manteve “à direita” na percepção dos legisladores desde que o BLS começou a ser feito, em 1990.

Com base nas respostas diretas dos parlamentares às perguntas que medem a posição ideológica, é possível dividir o Congresso em dois grandes grupos, segundo o estudo: um de centro-esquerda, composto por PSOL, PC do B, PT, Rede, PDT, PSB, PPS e PV, e outro de centro-direita, com os demais partidos.

O que esses achados dizem sobre o cenário pós-2018?

Em resumo, o Brazilian Legislative Survey captou um Congresso Nacional polarizado. E, embora existam 25 partidos com deputados eleitos, o legislativo poderia ter apenas dois se levada em conta a semelhança entre eles em questões ideológicas.

Embora haja movimentos na sociedade por uma renovação na política, os pesquisadores avaliam que a fotografia atual do Congresso tende a ser reeditada após a eleição de outubro. Com a restrição ao financiamento empresarial de campanha, candidatos dependerão do Fundo Partidário. E quem recebe mais dinheiro são os partidos tradicionais, que elegeram mais deputados em 2014.

O presidente que se eleger precisará, segundo Zucco e Power, captar o apoio de parte do bloco de “centro-direita” – que tem 60% das cadeiras –, principalmente dos partidos que hoje integram o chamado Centrão.

“Vai ter menos renovação do que o espírito das ruas sugeririam. Quem tem acesso ao dinheiro são os políticos que já estão no poder. O próximo presidente vai ter que fazer mais do mesmo. O grupo majoritário (Centrão) é o que dá apoio ao Temer e ele vai ter que ser cooptado pelo próximo governo. Não dá para esperar muita diferença”, diz Zucco.

“O presidente que se eleger vai ter minoria no Congresso (por causa do grande número de partidos que devem eleger deputados), dificilmente terá 12% das cadeiras. Para governar, ele vai ter que formar alianças com, pelo menos, seis ou sete partidos”, completa Power.

FONTE: BBC Brasil

169 COMMENTS

  1. As agremiações políticas no Brasil, na verdade, não passam de facções partidárias criminosas e suas siglas rivalizam em periculosidade e temor social com suas congêneres nos grandes conglomerados urbanos do Rio de Janeiro e São Paulo . . .

    A intervenção federal efetiva se daria na invasão policial dos diretórios partidários e a prisão e julgamento de seus líderes.

      • Depois que a Alemanha caiu, os americanos tiveram de fazer um longo trabalho de desnazificação. O processo por aqui não seria diferente. São longos anos, geração após geração, de pessoas que sofreram um processo de lavagem cerebral. Essas pessoas hoje estão espalhadas por toda a sociedade: professores, juízes, médicos, advogados, funcionários públicos e civis, empresários e militares.

        • Exatamente o que eu penso, a mentalidade socialista esta enraizada no brasileiro de certa forma que nao entende que o tal “de graça” na verdade é pago por impostos.

          • Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

            Vou acreditar que a ditadura militar de 64 foi de “direita”, com todas aquelas estatizações e centralizações d poder no executivo.

          • Vou acreditar também que o movimento tenentista de Prestes, aquele que era casado com aquela comunista da Olga (que o camarada Getúlio mandou para que Hitler desse um fim nela), era um movimento conservador ou liberal.

          • Sr. Rinaldo.
            O estudioso e filosofo Olavo de Carvalho, em inumeras palestras afirma que existe elementos na FFAA alinhados com a doutrina bolivariana, comunista e socialista. Isso seria normal em qq entidade onde a divisao ideologica eh de 60 40%!
            Ele eh totalmente contra, por ver potencial perigo de bolivarizacao, de comando do pais por representantes militales da forca, nao obstante, nenhuma objecao a ex militares eleitos democraticoamente.

      • Bb, o Olavo de Carvalho está errado. Muitos tentam caracterizar ou estigmatizar as FFAA sem nunca ter cruzado um portão de quartel. Parece ser o caso dele e o de muitos comentaristas aqui. Em 30 anos de Força Aérea NUNCA conheci alguém simpático à causa socialista ou bolivariana. Tenho um companheiro de turma que foi pra Escola Naval, casou com uma professora comunista da UFRJ que fez a cabeça dele. Esse sim, virou vermelho total. Mas é raro.

      • Defensor (desculpe, mas q nick ridículo, escreva seu nome), vou corrigir o comentário: militar socialista, depois de 64, não existe (com ou sem estatização).

        • Maioria dos militares que eu conheço são defensores do agigantamento estatal (previdência social, saúde, educação, segurança, moradia), quer coisa mais socialista que isso?

          • Eu sou militar e meus amigos e companheiros de turma pensam diferente. Não imagino onde você arrumou os seus. São de que Força, qual posto?

          • Ah é? Pensam diferente? Então me responde uma coisa, você é favor da previdência social ou a extinção dela?

          • Um cara que se denomina defensor da Liberdade só pode dizer baboseira mesmo. Estado Grande não é monopólio da Esquerda…estude história!

  2. Discordo terminantemente! O Brasil não contribui (assim como nunca o fez no passado) para a evolução de quaisquer ideologias que sejam, tanto em nível acadêmico, ou em nível de atuação parlamentar, de modo que os ‘agentes políticos’ brasileiros, sejam eles os tidos como de ‘esquerda’ ou de ‘direita’ no Brasil, em realidade, nada mais são do que meros boçais puxa-sacos na forma de ‘alto-falantes’* respectivamente, de Cuba e EUA.

    *alto-falantes no sentido de apenas cacarejarem o que leem/ouvem/ou são mandados gritar por cubanos e norte-americanos. E, ainda, ficam doi-di-nhas quando, além disso, podem colocar um pin ou do Che Guevara ou da bandeira americana…vai dizer que não?!

  3. Ué, mas isso já existe no Brasil. Dois pensamentos ideológicos iguais (Marxismo e Neomarxismo) disputando a alternância de poder (PT e PSDB)

    O certo seria um partido de oposição, mas o Brasil não tem um partido de direita.

    O que nós temos é uma direita baseada na narrativa dominante da esquerda.

    Não tem problema você acreditar que o PSDB é de direita. Muita gente acredita que Cuba é uma democracia e que o seu sistema de saúde é o mais avançado do mundo.

    É melhor já ir acostumando com a realidade, 2018 vai ser diferente.

    • A assertiva de que o Psdb era um partido de esquerda que caminhou para a direita é resultado de um estudo científico respaldado por Oxford e FGV. Existem definições consolidadas na literatura sobre as posições no espectro político. Não aceitar essas convenções é um tanto complicado, pois, afinal, de onde vem o respaldo para dizer que o que é direita ou esquerda senão o que está posto?

      • Quando foi que esses partidos social-democratas defenderam pautas conservadoras?
        Privatizações não são pauta, são necessidade que até partidos marxistas são obrigados a fazer.

        • Não existe direita ou esquerda, existem demagogos, tipo a Margaret Thatcher, diva do conservadorismo, mas que era a favor do abort act, e Lênin privatizou empresas na União Soviética durante a NEP.

    • Mateus, realmente não havia nada forte que se podia dizer “de direita”, fora o DEM que vai indo onde a maré manda. Esse papo de PSDB de direita, realmente não cola.

      Mas, com a ascensão do Bolsonaro, acho que podemos esperar uma polaridade bem acentuada nessas próximas eleições. Contudo, uma hora ou outra ele terá que dar o braço a torcer e, como diz o texto, mostrar a quem ele pretende se aliar e não dá para fugir de algumas bandeiras de centro ou centro esquerda.

    • “Não existe partido de direita no Brasil ” kkkkk ok como diria obi wan kenobi no episódio 3 de star wars: “Friend you are craizy”
      Não existe não DEM,patriotas,psdb etc….. Bolsonaro,Magno Malta,ACM Neto ? Apenas levemente a direita né kkkkk

      • Dodô, foi em resposta a mim? Pois citei o DEM como de direita. PSDB não é de direita. O próprio texto traz sobre a envergadura do PSDB às direita nos últimos anos, especialmente por conta do impeachment, visando representar uma contrariedade ao que representa o PT. Mas, suas raízes são de centro esquerda. E hoje, diria que flutuam entre pautas de centro esquerda e de centro direita. Nada que possa taxa-los puramente de direta.

      • @Dodo

        Desde quando Bolsonaro e Magno Malta são partidos?

        DEM, patriotas, PSDB? Quando esses partidos levantarem uma única causa conservadora vocês podem gritar “São partidos de DIREITA”.

        O DEM, nas classificações dos “experts”, é taxado como um partido liberal conservador. Santo Pinóquio do cupim vermelho. A própria semântica da palavra conservador e liberal já são antagônicas entre si. É cada loucura que nós temos que ler.

        Passar bem.

        • Amigo tudo isso é relativo. Política não é exatas,o que é liberal para vc pode ser conservador para mim é vice versa. Por isso que eu não acredito em uma palavra dessa pesquisa,muito mal feita,ou qualquer pesquisa que busque entender definições ou posições ideológicas,simplesmente porque é impossível

      • PSDB de direita… sei.
        http://sensoincomum.org/2017/11/28/psdb-se-une-ao-pt/
        “O evento, que tem como objetivo declarado articular estrategicamente a esquerda nacional para o combate ao avanço do conservadorismo no país, reunirá lideranças de diversos partidos de esquerda. Além de políticos e intelectuais do próprio PSDB, foram convocados representantes do PSB, da REDE, do PV, do PPS, do PDT, do PSOL e do PT.”

    • Mais um mito propagado na internet como terra plana, hitler de esquerda e Nibiru. A MAIORIA dos partidos brasileiros são de direita. Tanto que os Democratas americanos são vistos como de esquerda pelos brasileiros, sendo que na realidade são centristas. O PT mesmo é centro-esquerda.

  4. Tudo o que o establishment quer é um bi partidarismo. Não import quantos partidos existam, quanto mais partidos melhor, a quem interessa a limitação da organização política? Veja os EUA, quantos partidos tem? Não são só 2, são milhares, cada um com suas próprias forças regionais, por isso a democracia funciona lá mesmo com bi partidarismo. O que não pode existir é o financiamento público aos partidos, fora isso, que existam 2 mil partidos e que o povo escolha aquele que acha melhor ou menos pior.

    • É por ai Hélio, o problema não é ideológico, cada um segue o que entende por melhor, o nosso problema é que temos uma casta que vive as custas de nossos impostos, eles criam partidos, para se ajustar as necessidades pessoais. O financiamento publico de partidos é uma excrecência. O tiozinho do Aerotrem, vive de que?

  5. Mais importantes do que número de partidos, forma de financiamento de campanha, acesso a fundo partidário e a tempo de exposição em programas eleitorais são: adoção do voto facultativo, voto distrital misto, fim das coligações partidárias para as eleições proporcionais, extinção da reeleição para cargos executivos, dos cargos de vice nas chapas majoritárias e alteração da duração de todos os mandatos para cinco anos, redefinição do número de cadeiras nas casas legislativas com base na proporção do número de eleitores por estado, distrito federal e número de distritos municipais, redução do número de vereadores, deputados estaduais e federais e redução a 2 senadores por estado e distrito federal.

      • Por que proibir reeleição? Se o cara for um bom governante ou tiver boas políticas ele não poderia ser reeleito pela população? Mas que maluquice é essa ?

    • Olá Bosco. Acho que existem 3 modelos partidários. Tem o sistema de partido único, tem o bipartidarismo (exatamente como você descrever e existiu no Brasil durante a ditadura militar – Arena x MDB) e o pluripartidarismo. Não exste nenhuma razão para dizer que 3, 5 ou 15 partidos seria o melhor. Talvez o melhor seja o pluripartidarismo mas com alguma regra de barreira para acesso ao fundo partidário. Assim, seria possível haver tantos partidos quantos aqueles que tivessem alguma representatividade (número mínimo de deputados, representação obrigatória em todas as assembleias legislativas estaduais, ao menos um senador, número mínimo de deputados e prefeitos em todos os estados… qualquer regra serviria).

      • Ou poderia não existir fundo partidário rsrs.
        Durante o governo FHC, foi criada cláusula de barreira para evitar que partidos nanicos tivessem representação no Congresso. Aí veio o STF e julgou a cláusula inconstitucional por ferir a “democracia”. Hoje vemos os problemas que essa canetada do STF causou.

        • Olá Rafael. A existência do fundo partidário e do financiamento público exclusivo para campanha é o melhor modo de evitar a pressão pode financiamento privado ou por caixa 2. Se garantirmos o financiamento dos partidos por um fundo público, os partidos políticos não precisarão buscar financiamento em empresas privadas ou apoio de milionários. Sobre a cláusula de barreira, a culpa não pode ser colocada no colo do STF mas de quem escreveu a lei e não avaliou sua constitucionalidade. A constituição é clara sobre a livre organização partidária (art. 17). Contudo, o registro do partido é feito segundo lei ordinária. Portanto é na lei 9096 de 1995. É por meio dessa lei que se determina as condições de organização partidária.

          Essa lei foi revisada em 2015 e possui a seguinte redalção

          ó é admitido o registro do estatuto de partido político que tenha caráter nacional, considerando-se como tal aquele que comprove, no período de dois anos, o apoiamento de eleitores não filiados a partido político, correspondente a, pelo menos, 0,5% (cinco décimos por cento) dos votos dados na última eleição geral para a Câmara dos Deputados, não computados os votos em branco e os nulos, distribuídos por um terço, ou mais, dos Estados, com um mínimo de 0,1% (um décimo por cento) do eleitorado que haja votado em cada um deles.

          Portanto, já existe uma nova lei de barreira, agora constitucional e em vigência.

          • Você acha que vagabundo liga para regras ?

            Pode proibir o que quiser que o Caixa 2-3-4-5 não vai deixar de existir

            Os seus amigos do PT fizeram mais caixas que uma loja do Carrefour e não será o financiamento público que vai acabar com isto.

            A única diferença é que esta palhaçada será inteiramente paga pelo povo.

    • Caro Gabriel. Sou contrário ao voto distrital. Esse tipo de organização enfraquece o partido e privilegia os candidatos puxadores de voto (artistas, jogadores de futebol, etc.). A eleição do legislativo não pode se majoritária como ocorreria no voto distrital. Ele deve ser proporcional para privilegiar a bancada partidária e não o legislador individual. Se a discussão é pela extinção dos partidos sem coerência ideológica, então deve-se privilegiar o voto proporcional para os candidatos ao legislativo. O Brasil tem dois tipos de legisladores (o deputado eleito por voto proporcional e o senador eleito por voto majoritário). A câmara dos deputados tem uma alta taxa de renovação a cada eleição graças ao voto proporcional. A adoção do voto distrital resultaria em uma estratificação e perpetuação dos candidatos, o que tornaria a câmara praticamente uma eleição de cartas marcadas. Por outro lado, o financiamento público exclusivo reduziria a influência do poder econômico, aumentando a chance da eleição de candidatos novos. Por fim, talvez o que poderia ser feito é uma regra de escada. Quem foi eleito ou foi candidato a um dado cargo, não poderia descer a escada e tentar uma vaga em um cargo inferior. Deputados poderiam tentar a reeleição para deputados ou subir para senadores, nunca descer para vereadores. Governadores poderiam tentar a reeleição para o mesmo cargo ou presidente, nunca descer para prefeitos. Isso aumentaria a renovação.

      • Exatamente este tipo de “democracia” em que o partido é favorecido em detrimento do candidato é o grande culpado pelo Brasil estar na merda que está. A eleição do legislativo pelo voto proporcional tornou a câmara dos deputados esse balcão de negócios e vergonha nacional, e muito carente de representação na qual apenas 35 deputados se elegeram de modo direto e o restante tudo eleito via voto proporcional, isso quer dizer que só 7% dos parlamentares superaram o mínimo necessário de votos, sendo que algumas coisas mudaram como em 2015 com o Senado aprovando o fim das coligações partidárias nas eleições proporcionais, em 2020 teremos não terá mais essa aberração.

        Apenas para se ter uma ideia desta farsa chamada de “democrática”, só ex-humorista Tiririca elegeu cinco parlamentares que não alcançaram o mínimo necessário.

        Sendo sincero em minha posição, acredito veementemente que “puxadores de votos como jogadores de futebol e artistas” sendo eleitos pelo povo é melhor do que ter nos representando alguém em que nem conseguiu obter os votos mínimos para se eleger, isso seria um ambiente totalmente democrático e justo, nesse caso a própria ignorância do povo será justificada se elegerem esse bando acéfalos.

        Não existe ambiente mais democrático do que o voto distrital.

        Esse voto proporcional se fosse extinto, nomes como Tiririca e Mansur não levariam consigo mais candidatos do partido, porém isso é uma medida que tem que ser pensada também em quem gosta de Bolsonaro e cia, já que o partido em que ele estiver e com a mais absoluta certeza terá candidatos de nome não poderão levar outros nomes já que o sistema proporcional estaria abolido, se continuar acontecerá a mesma coisa com o PRONA de Enéas.

        Do resto vou até me abster de comentar, financiamento público é uma medida totalmente antidemocrática, quem vai garantir que todos os partidos sejam financiados de modo justo? O atual governo? Não me faça rir.

        É simples de resolver questões de financiamento, basta colocar um limite baixo de financiamento privado(exemplo R$50 mil por cada contribuinte de campanha) e restrito apenas a pessoas físicas.

        • Uma das grandes distorções que ocorrem na eleição de deputados é o por meio do financiamento privado, como ocorreu com sob com Eduardo Cunha. Como financiou a eleição de diversos deputados em diferentes partidos que não tinham capacidade de autofinanciamento, o que distorceu a representatividade na câmara, pois os deputados eleitos tinham fidelidade à Cunha, não ao seus partidos. O financiamento reduz bastante esse problema. O voto distrital fragmenta mais ainda o parlamento. A lei partidária foi revisada em 2015 quando foi incluída uma espécie de cláusula de barreira para partidos sem representatividade política. Sucessivas eleições resultarão em um esvaziamento dos partidos sem desempenho, até porque esses números poderão ser ajustados, como em um processo de refinamento ou de seleção natural. Para quem ainda não teve chance de ler, recomendo o livro “A cabeça do eleitor” do Alberto Almeida.

          • Camargoer
            Basta vincular um limite a um CPF. Eu doo x reais para um, e apenas um, candidato ou partido, ponto. Partidos tem que ser vistos como um ajuntamento de pessoas com os mesmos ideais, um clube, e portanto bancados apenas pelos seus simpatizantes.

        • Penso da mesma forma em principio caro Gilson. Nao importa o que facam, nunca teremos um sistema partidario correto ou eleicoes dignas do nome (livres). O Brasil vive um estado tal de aparelhamento que em todas as instituicoes temos a maior ZONA do mundo em todos os sentidos. Essa politicalha que ai esta encastelada nao me representa e nunca me representou, assim como a milhoes de outros. Qto ao comentario do Camargo, parece-me que a voce so valem mesmo as tais leis inuteis e claramente direcionadas nestes ultimos 30 anos, ou seja, qto maior a ZONA, melhor o numero de clientes. Sds

        • Gilson Moura,
          Foi essa visão que tive do sistema no meu Bacharelado em Ciência Politica.
          1)O sistema proporcional transformou nosso parlamento numa loucura.
          2)Financiamento público de campanha é coisa de tirano! É Obrigar o cidadão a financiar partidos que ele não acredita.
          3)Todo o financiamento de campanha deve ser privado, inclusive com participação de empresas.(As pessoas numa democracia devem sim ter o direito de apoiar candidatos)
          4)Voto majoritário e distrital!

          • Gabriel
            Concordo com os pontos colocados, menos o financiamento por empresas. Empresas não tem ideais, posições politicas, quem tem isto são pessoas, então apenas pessoas poderiam fazer doações. E apertando um pouco mais, apenas para um partido ou candidato.

    • Concordo! O voto distrital aproximaria mais os candidatos e eleitos de seus eleitores. Vejo com bons olhos os distritos anglo-saxões, onde cada deputado, apesar de sua agenda, deve prestar contas à uma comunidade específica. Aqui, se elege os líderes de partidos, ou no máximo, representantes de setores específicos que apenas defenderão interesses corporativistas. Depois reclamam de crise de representatividade.

  6. A pesquisa é interessantíssima e certamente demonstra o que todo brasileiro já sabia, mas agora saberá por meios científicos: os partidos políticos não representam e nunca representarão o povo brasileiro, mas somente estão lá para defender seus próprios interesses, e o povo que se dane.

    Apenas discordo do que a pesquisa chama de “centro-direita”: não há partidos de direita no Brasil. O que ocorre é que qualquer coisa à direita do PSDB é chamado de “extrema-direita-nazi-fascista”, e todos correm assustados. A função do PSDB é, apenas, cooptar as pessoas que não concordam com o pensamento de extrema esquerda, mas ainda assim mantê-las na esfera ideológica da esquerda. Repito: todos os partidos retratados na pesquisa são de ESQUERDA, alguns mais, outros menos, mas todos estão nessa esfera ideológica.

    Outro motivo, a meu ver, de o Brasil possuir tantos partidos (e todos, sem exceção, corruptos e inúteis) é a de tentar abocanhar um pedaço do Fundo Partidário. É evidente que esses partidos em boa parte poderiam ser fechados sem qualquer prejuízo para a sociedade brasileira (na verdade, seria benéfico), mas isso não ocorrerá pois os interesses desses partidos são, obviamente, que o status quo se mantenha e eles continuem mamando no dinheiro público.

  7. Poderíamos proibir propaganda no radio, tv´s e qualquer tipo de impresso ou outdoor. O uso de automóvel não seria permitido (em hipótese alguma), só poderiam fazer campanha a pé ou de bicicleta e de porta em porta. Jatinhos e caravanas seriam crimes inafiançáveis. Para campanhas presidenciais poderia se liberar o uso de ônibus, de linha, nada de “busão” particular. Visitas as áreas carentes e perigosas, só poderiam ser realizadas sem segurança, alias, proibir o uso de seguranças também. Sem show-comícios. Nada de “redes sociais”. Talvez uma permissão para fazer uns malabarismos nos semáforos, mas SÓ!

    Nada de fundo partidário, financiamento de campanha, no máximo um copo de água (de torneira) quando bater na sua porta. Nesse momento ele tem que estar NECESSARIAMENTE (desculpem elevar a voz) bem suado, com bolhas nos pés, com o olho roxo por ter apanhado do trombadão que roubou seu celular, pois se ele aparecer todo limpo e faceiro, com certeza não presta.

    • Suas primeiras propostas têm todo meu apoio! Acho engraçado que durante o período eleitoral, as vastas legislações sobre poluição sonora e visual são terminantemente ignoradas pelos responsáveis por sua guarda.

  8. Essa matéria abre espaço para inúmeras análises.
    Em primeiro lugar, quem é um professor de Oxford para dizer o que é melhor para o Brasil?
    E falam sobre a esquerda como se fosse um grupo político qualquer e não um movimento ideológico radical que pretende implantar uma ditadura comunista… A exemplo de Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador.
    Não existe isso de tolerância.
    Não se pode ser omisso diante do grave risco de nosso país cair nas mãos do bolivarianismo… Isso não é brincadeira.
    Mas a imprensa e órgãos públicos trabalham nesse sentido, de forma consciente ou inconsciente.
    A cada momento tentam enfraquecer Temer.
    Não que seja santo, mas essa perseguição tem como resultado fortalecer as esquerdas, jogando nosso país no colo dos defensores do comunismo.
    Há 100 anos o comunismo tem atentado contra o Brasil. Desde a coluna Prestes.
    Uma verdadeira praga.
    Nenhum cidadão consciente pode ser omisso e tratar isso como uma mera torcida.

  9. Há muita gente na imprensa, políticos e ministros do STF que criticam a existência de muitos partidos. Dizem que deveria haver dois talvez.
    Ok, vamos acabar com PT e MDB então… Ah, não pode…
    Quando o PT estava no poder várias vezes determinados políticos tentaram se candidatar, mas Lula proibiu. Por exemplo, Ciro Gomes em 2010. Mas o PT (Lula falou com Eduardo Campos, presidente do PSB, para não deixar…).
    Ou Marina Silva…
    Ou seja, o multipartidarismo é melhor.
    Algumas ideias que tenho são:
    Os candidatos com melhor resultado nas pesquisas teriam direito a um avião da FAB por três meses. Talvez os três ou quatro melhores colocados.
    Os demais teriam direito a compartilhamento de aviões.
    Tipo um avião da FAB para Levy Fidelis, Boulos, Ciro Gomes e Marina Silva.
    Poderiam tipo essa semana vamos todos para o Nordeste. Deixa um na Bahia, leva outro para Recife, outro para Fortaleza, depois vai buscar o que deixou em Salvador e leva para o Maranhão.
    Aviões da FAB já existem e têm tripulação.
    O gasto é só com combustível.
    Nem precisa Joesley Batista emprestar jatinho para Dilma como fez em 2014 é agora proibiram nem se usa bilhões de fundo público.
    Quanto ao tempo no rádio e TV sugiro que nenhum candidato tenha menos de um minuto e que a diferença de tempo entre os cinco melhores colocados não seja maior que 20%.
    Em cada cidade, poderiam ser construídos palanques pela justiça eleitoral.
    Especialmente em grandes cidades e em locais de grande movimento.
    A justiça eleitoral montaria palanque, caixas de som, etc.
    Haveria uma programação diária.
    Quem quisesse usar usaria.
    Tipo candidato A vai usar 10h da manhã até 11:30. Sem custo algum.
    Para vereadores e deputados seria ótimo.
    Candidato ou partido B utilizará de meio dia às 14h.
    Poderia funcionar de 8 da manhã até 22h.
    Com revezamentos.
    Em locais de grande fluxo de pessoas, sem custo algum, candidatos apresentariam suas ideias.

  10. A Colômbia pode se arrepender amargamente de permitir um partido de extrema esquerda como o das Farc de concorrer.
    No Brasil já se permite essa turma radical de esquerda tipo PT, PC do B, PSOL, PSTU…
    Que defendem que nosso país se torne uma Coreia do Norte ou cuba.
    Na Bolívia, Equador, Venezuela já deram o golpe e não saem mais.
    Não existe mais imprensa livre, nem judiciário etc.
    Aí pesquisadores estrangeiros ou outras pessoas no Brasil tratam a esquerda como apenas um grupo partidário e não como um risco ao nosso desenvolvimento e à nossa democracia.

      • O objetivo das esquerdas na América latrina é implantar o comunismo.
        Se estamos falando de democracia o esquerdismo comunista que há 100 anos tenta tragar nosso país ao abismo deve ser descartada.
        Não é porque somos democratas que devemos aceitar partidos ligados ao estado islâmico ou ao comunismo.
        O estado islâmico é uma praga que aflinge o oriente médio e a África.
        Enquanto o esquerdismo/bolivarianismo/comunismo teima em aflingir a América latrina por meio de suas viúvas na região.
        As pessoas de bem devem rechaçar tal ideologia com veemência.

  11. Camargoer:
    Você está sendo um pouco ingênuo em achar que o STF é o intérprete perfeito da Constituição, o qual não erra e, se declararam a lei inconstitucional, é porque ela era mesmo. Se os ministros do STF fossem perfeitos e infalíveis, todo julgamento no plenário seria unânime.
    Lei 9096/95:
    ” Art. 13. Tem direito a funcionamento parlamentar, em todas as Casas Legislativas para as quais tenha elegido representante, o partido que, em cada eleição para a Câmara dos Deputados obtenha o apoio de, no mínimo, cinco por cento dos votos apurados, não computados os brancos e os nulos, distribuídos em, pelo menos, um terço dos Estados, com um mínimo de dois por cento do total de cada um deles”
    O que é objetivamente inconstitucional nesse artigo?
    O principal argumento do relator Marco Aurélio para afastar a constitucionalidade do dispositivo é que ele reduziria o número de partidos no Congresso (seriam 7 de acordo com a então última eleição) e os partidos que ficassem de fora receberiam pouco dinheiro público e pouco espaço de propaganda eleitoral gratuita, o que resultaria no fim desses partidos.
    .
    Sobre financiamento público, ele não acaba com caixa 2. O que minimiza é fiscalização. Um partido viável é um partido que consegue se financiar com o dinheiro de seus associados. Partidos sem base eleitoral e que vivem de favores escusos entre seus políticos (dependendo de um Eduardo Cunha pagar as contas, por exemplo), teriam maior dificuldade de sobreviver, o que, indiretamente, atacaria a corrupção. Também seria possível criar regras que limitassem os gastos, não apenas impondo limites financeiros, mas impondo limites na campanha. Por exemplo, se acabasse a propaganda eleitoral gratuita, os custos de campanha cairiam drasticamente, pois os partidos não precisariam contratar publicitários e suas mega produções com imagens de dezenas de grávidas no campo, imagens áreas de obras públicas, atores e atrizes, etc.

    • Caro Rafael. Imperfeito ou não, a regra constitucional reserva ao STF o papel de tribunal constitucional, portanto a primeira questão é reconhecer que cabe ao STF esse julgamento. A consequência de ignorar isso é tirar a legitimidade da constituição e de tudo que deriva dela, inclusive o regime democrático. Como disse, a Lei 9096/95 que organiza os partidos foi alterada em 2015 para incluir uma cláusula de desempenho para os partidos. Essa sim é constitucional. Sobre o financiamento publico, ele não elimina o caixa 2 (óbvio) mas ele iguala as chances dos candidatos, minimizando a influência do poder econômico. A distorção das eleições ocorre quando um candidato usa do poder econômico para favorecer a si ou a um grupo de candidatos que se tornam alheios à organização partidária. Sobre as contribuições dos associados ao partido, voluntárias ou não, isso é uma tradição dos partidos de esquerda há anos.

      • Camargoer,
        Eu não disse que o STF não poderia ter julgado daquela forma ou que foi ilegítima a decisão. Disse apenas que foi ruim. Assim como o Presidente da República tem competência para tomar certas decisões (coisa que eu não tenho) e eu posso considerar que as decisões foram ruins. Eu apenas responsabilizei o STF por uma decisão ruim, assim como posso responsabilizar o Congresso Nacional pela aprovação de uma lei ruim.
        Não é porque o STF formalmente tem competência para dizer o que é constitucional e o que não é, que ele sempre acerta em termos materiais. Tanto que é comum eles mudarem de opinião ao longo do tempo – vide caso da prisão após decisão de 2ª Instância (com a diferença que nesse caso ainda não houve controle concentrado).
        Quanto ao financiamento público igualar as chances dos candidatos, isso só ocorreria se os candidatos recebessem valores iguais, o que não ocorre, já que os partidos recebem valores mais altos, conforme seu desempenho anterior. Não dá para dizer que um candidato do PMDB tem as mesmas chances de um candidato do PSTU graças ao fundo partidário.
        Em relação à contribuição dos filiados aos partidos de esquerda, sim, eles fazem, e isso os torna partidos de verdade que continuariam existindo, mesmo que acabasse o fundo partidário. Sumiriam os partidos nanicos que giram em torno de um cacique político e vivem de dinheiro do fundo partidário, praticamente sem filiados que contribuem com as despesas.
        Enfim, reafirmo que a decisão do STF quanto à cláusula de barreira foi ruim. Se a interpretação da Constituição tivesse sido de outra forma, teríamos menos partidos com representação no Congresso e seria menos difícil para um presidente governar.

    • Sobre financiamento de campanha, sem dúvida o melhor é o financiamento privado, de pessoa física ou jurídica para o partido ou candidato que escolherem, sendo que os valores poderiam ser abatidos nos respectivos impostos de renda. Para maior transparência e melhor fiscalização, as doações seriam depositadas em uma conta dos Tribunais Eleitorais em nome do partido ou candidato, e esses fariam os pagamentos referentes às suas campanhas mediante apresentação das faturas correspondentes.

  12. Com todo respeito a pesquisa,mas achei meio desnecessária e óbvia,essa é uma realidade que é aplicável não só no Brasil mas também como diversos países no mundo,a Alemanha atualmente é o melhor exemplo.

  13. A República é uma organização criminosa.

    As oligarquias locais queriam roubar mais e como o país era propriedade dos Bragança ficava difícil.

    Prova disso é o período da república velha, logo após a monarquia. O Brasil passou de 3ª maior marinha do mundo e 4ª maior economia para uma republiqueta coronelista em estagnação pelos próximos 50 anos.

    O Brasil era um Império Russo na época da monarquia e em 1980 era um México. A Rússia em 1980 era uma superpotência.

    • Meu caro, na monarquia comandada por D.PedroII o Brasil detinha também desenvolvimento científico, Luz elétrica, ferrovias, etc…éramos ponteiros no mundo! Somente para enumerar, em 1883, a Marinha Brasileira adquiriu da Inglaterra o navio Riachuelo, este era mais poderoso que qualquer navio da frota americana, só isto! Ahh manter a família real é caro, e quanto manter a família real democrática republicana atual ( presidentes, ex presidentes e muitos políticos). Mas não irei entrar âmbito de regimes, mas que seria bom ver um Rei ou primeiro ministro destituir um congresso corrupto, ou um judiciário parcial ahh isto seria!!! ST4

      • Nunca li tantas asneiras na minha vida,só tem maluco mesmo pra defender monarquia…. argumentos falaciosos e sofisticos. Me lembram até aqueles que acreditam que antes da guerra do paraguai aquele país era uma utopia na terra kkkkk. Típico de pessoas com uns 50 anos e que viveram na idade das trevas para a educação brasileira que foi a década perdida dos anos 80….

        • A monarquia só caiu porque Princesa Isabel assinou a lei Áurea, libertando definitivamente os escravos. A elite cafeeira, endinheirada a mantenedora dos parlamentares, além de um exército traidor, que voltou da guerra do Paraguai exigindo compensações e privilégios, derrubaram o imperador. Não foi pacifico entre toda população, mas como sempre, decisões de gabinete. O povo geralmente apenas observa. Estude história brasileira do período colonial. Por outro lado a república desfez-se dos negros preferindo contratar italianos e alemães, o imigrantes, o que veio a gerar as favelas, em última análise. O negro não podia ficar na fazenda, então, ou quilombo ou favela. A república foi muito, mais muito mais cruel com os Afrodescendentes. E pobres de uma maneira geral. Não seja injusto!

    • Senhores será que as pessoas não podem ter uma opinião, seja monarquista, republicana, comunista ou ditadorial ? Sem serem contestadas de forma não fidalga ou educada? Se discordam da opinião contrárias as suas, que discutam na base do respeito e educação! St4

    • kkkkkkkkkkkkkkkk Sim, o socialismo e o comunismo têm dado certo no mundo todo.

      Mas você não precisa esperar o Brasil mudar para viver nesse sonho não. Basta correr para a Coreia do Norte. Dizem que a vida lá é sensacional.

        • é lá bandido não se cria, já nasce e se filia ao partido comunista, e o povão é obrigado a adora-los senão é paredão rsrs…

          não tem politicamente correto ? tenta criticar o partidão vermelho pra ver só, é paredão tbm !

        • Muda pra la Dodo, você vai adorar, já que la não existe bandido, e outra, a idade das trevas começou após os anos oitenta ou você também idolatra o comunista Paulo Freire e a falácia do construtivismo, onde alunos em idade colegial não sabem a tabuada do 2, pense nisto, a Coréia do Norte te espera de braços abertos.

          Ps: leve sua alimentação, pois lá isto é artigo de luxo.

  14. A grande Quantidade de partidos, tem uma fundamentação democrática sim!!!! Repasse de verbas altíssimas e cabide de emprego!!! é simples assim!!!!! st4

    • Se forem só dois é mais democracia?
      Bolsonaro tem 20% das intenções de votos e muitos partidos não o querem.
      Isso é democracia?
      A esquerda fazendo a caveira de Bolsonaro?
      E outros partidos de centro?
      Aí você acaba tendo que partir para a criação de um outro partido, o que já não é muito simples.

      • Caro Antônio, acho pouco 2 e acho desnecessário 30 e tantos partidos, assim como ministérios. Os partidos recebem recursos do estado e tb qdo se alugam! Nem 8 nem 80

  15. Bom era quando no Brasil dois partidos, o liberal e conservador, se revesando no poder, e uma monarquia constitucional para garantir o bom funcionamento da democracia. Quando o governo caiu nas mãos da república nunca mais houve paz.
    Concordo com o nobre editor quando afirma que a política está diretamente relacionada à defesa. Bons governos se preocupam com todos os aspectos da vida de seu povo, um deles é a defesa, a soberania enfim.
    Nesta mesma linha de raciocínio, a aproveitando que está em voga a “classe Tamandaré” como novo meio a ser adquirido por nossa esquadra, lembro que 3 navios já ostentaram esta alcunha na marinha: um cruzador classe Brooklin importado dos EUA na década de 1950, um Cruzador protegido que entrou em serviço na década de 1890 e um couraçado da década de 1860. Focando a análise nesses dois últimos percebemos que o couraçado de 1860 era um navio que agregava as tecnologias mais recentes em voga no mundo, visto que a couraça havia sido introduzida há poucos anos nas embarcações de guerra. O segundo, o Cruzador protegido de 1890, é até hoje o mair navio de guerra produzido por estaleiros nacionais.
    Ou seja havia até certa época forças armadas estado da arte no país. Não é coincidência que o começo do nosso atraso tecnológico na área militar coincida com o golpe que derrubou o império e afogou a democracia em nosso país.

    • Meu caro disse tudo e quase ninguém fala, mas qdo da decretação da república, e a saída da família real, os republicanos espoliaram tudo que puderam do Império Brasileiro! ST4

    • O que ? Sério isso ? Por acaso no período imperial antes da guerra do paraguai o exército não era mais fraco do que as polícias estaduais ?? Eu acho.mto engraçado esses neo monarquistas que adoram olhar o que funcionava e ignorar o que não funcionava na época imperial,igual a quem defende o governo militar

      • Amigo, meu argumento se baseia em fatos amplamente discutidos em literatura científica. Procuro manter de lado a discussão ideológica, mesmo que exponha livremente meu ponto de vista político. Não pretendo ser enfadonho ao ponto de querer dar uma aula de história e sociologia numa área que não é proposta para tal, porém devo salientar ao amigo que as análises que faz são eivadas de argumentos ideológicos comuns dos livros didáticos brasileiros, em sua maioria de autores Marxista que fundamentam suas pesquisas no materialismo histórico. Eu prefiro embasar meu argumento nas provas documentais, fatos, meu caro, contra eles não há argumentos.
        Um segundo ponto, que foi exposto por você, a ser debatido é sua opinião de que olhamos para a apenas o que funciona. Não é verdade! Afirmo categoricamente que não há, não houve e não haverá governo perfeito, exceto o governo celestial de Cristo. Mas existem governos melhores que outros, e no Brasil a monarquia superou com larga vantagem a república, para não me alongar mais vou deixar o exemplo da área militar que há no comentário principal, não se faz necessário neste momento recorrer a outro.

    • Caro Bravox, a República federativa, presidencialista e bicameral do Brasil, com suas virtudes e defeitos, veio para ficar. A nossa ainda jovem democracia precisa ser depurada e aperfeiçoada com base, na minha humilde opinião, na forma dos comentários sobre a legislação eleitoral que eu escrevi, com as devidas melhorias por quem entende mais do que eu do assunto. Abraço e feliz Páscoa para você e todos os comentaristas.

    • Tá maluco cara? Pra que colocar uma família real inútil sugando o dinheiro público pra se manter em puro luxo ? Qual o objetivo ? O que de fato mudaria ao substituir um presidente por um primeiro ministro ? Não tem diferença alguma a não ser no processo de votação. As decisões são proferidas da mesma forma e da mesma maneira. Pode ver os países que hoje possui em monarquias e vê se sempre meta da da população não quer que esses inúteis mamadores de recursos caiam fora

      • Guerreiro, procure saber qual o palácio mais caro de se manter, o do Planalto ou o de Buckingham. Procure também qual também saber o que é mais custoso, manter o presidente brasileiro ou a corte de Elizabete II, ou da Espanha, ou da Suécia ou de qualquer outra monarquia européia. Procure saber também qual era a dotação da corte de Pedro II e qual era a do governo golpista de Deodoro. Se estiver disponível para fazê-lo…
        Alpha 24.

        • Você está contando somente os gastos da residência oficial da rainha, mas se você juntar todo o gasto governamental o buraco é bem mais embaixo.

          • Justamente, minha comparação é só do gastos dos palácios, se formos contabilizar os gastos totais a nossa vergonha é maior ainda.

    • antes eu tinha preconceito sobre a monarquia devido a minha ignorância histórica sobre o assunto, mas após alguns estudos venho mudando de ideia e começo a simpatizar por uma monarquia parlamentarista, desde que o imperador não seja apenas uma mera figura ilustrativa.

  16. O problema não é o nro de partidos e nem o fundo partidário..

    O problema é o brasileiro..

    Simples assim..

    Quanto mais regras criam, mais criativos ficam aqueles que as burlam e mais inferniza a vida de quem é honesto..

  17. Nos EUA tem esquerda e direita? Lá tem é nacionalismo! Esquerda e direita é para manter povos explorados impactados. VIVA o nacionalismo e abaixo o entreguismo dos ricos do brasil que acreditam que são cidadãos norte americanos ou europeus.

  18. “Cê tá loco”, rsrs, concordo com dois partidos, mas os dois de esquerda seria o fim da picada. Hoje eu sou por dois partidos sim, um de centro direita e outro direitão mesmo.

    • assino embaixo, e ainda criaria uma lei federal onde todo os tipos de ideias comunistas como o marxismo, gramscismo, fabianismo e o trotskismo fossem banidas e punidas com rigor, como é o nazismo hoje.

      • Cerceamento da liberdade de expressão… Que coisa mais socialista não? A diferença entre um socialista e o neocon (direita), é que os neocons lambem botas de militares.

        • então seguindo sua lógica pq não voltar a doutrinação nas escolas, e a propaganda em rádio, tv e internet dos ideais nazistas e fascistas, já que vc é tão liberal ? Vamos ter coerência e liberar para todos, só não reclama depois.

          há uma diferença entre cercear a liberdade dos outros, e ter BOM SENSO e exigir leis e regras numa sociedade para manter o equilíbrio mental das pessoas, coisa que não está havendo no Brasil em especial.

          • Meu amigo, acredita em contos de fadas quem quer, mas você quer que o estado proíba um sujeito de acreditar em contos de fadas e se acha melhor que um socialista? Além do mais só existe doutrinação hoje por causa de idiotices estatais como regulamentação de currículos acadêmicos via MEC, regulamentação de mídia e etc.

          • mas ae vc está misturando alhos com bugalhos, regulamentação de currículos acadêmicos e etc. é uma coisa, LEIS penais contra bandidos ideologistas autoritários, que querem exatamente tomar o poder para nos tirar a liberdade são outros 500

            todo país democrático há leis para manter a ORDEM e o PROGRESSO, vc deu o exemplo lá embaixo no seu comentário que gostaria de ver o Brasil se tornar um “Estados Unidos” e eu concordei, mas eles sempre tiveram problemas sociais de racismo e superioridades de raças por causa dessa liberdade que deram para manifestações, tanto é que hoje os EUA já não são mais os mesmos, e o aumento de criminalidade e violência vem crescendo lá por causa da mentalidade socialista que vem tomando conta nos debates acadêmicos e comunicações, e já estão querendo rever algumas coisas, pq o mundo MUDOU, e as leis e regras precisam as vezes ser atualizadas.

            o seu problema parece ser que vc não enxerga o comunismo, fascismo e nazismo como ideologias transgressores de leis, e respeito a vontade alheia, coisa que eles fazem sem o menor pudor, por isso não deram certo em lugar algum e causaram tanta guerras e sofrimentos por onde passaram.

    • Aceito se um partido for o novo 30 do João Amoêdo e o outro do Flávio Rocha. Se for igual ao Bolsonaro, Deus nos livre, já imaginaram leite de “ornitorrinco da amazônia” para as crianças beberem nas creches e escolas? E as Jóias de Nióbio? Se é que Bolsonaro é de direita, afinal um sujeito que votava “90% igual ao PT” como ele mesmo disse, ou seja pautas esquerdistas, não pode ser de direita.

    • A União soviética está bem…bem no quinto dos infernos!

      Venezuela, Coreia do Norte, Cuba, Bolívia, Nicarágua…países com excelente qualidade de vida, altíssima liberdade de expressão, economia ascendentes etc etc etc.

    • Depende,Camilo. Boa parte dos países nórdicos tem como políticas base aquilo que chamaríamos de políticas de esquerda,como educação pública para todos,saúde publica,auxilio emprego,as suas versões de bolsa família etc…. a questão é que isso é fácil de se fazer em países pequenos,em países como o Brasil,os EUA, a Rússia etc… isso é impossível de ser feito,pelo menos mantendo um carácter democrático a coisa

      • Isto não é política de esquerda. O nome disso é social democracia, com direito de liberdade, livre iniciativa, participação social, enfim, os valores que os aliados defenderam na segunda grande guerra. Só para ser chato, todos esses países nórdicos que citou são monarquias!

      • Negativo Dodo. Tais países Nórdicos NÃO chegaram a tamanha qualidade de vida por políticas de esquerda. Isso é uma falácia comum e muito popular e, como diria Goebbels, uma mentira repetida mil vezes se torna verdade. Não o estou acusando de nada, pois acredito que seja um simples engano de sua parte.

        Os países nórdicos se desenvolveram com políticas capitalistas e liberais como a maioria dos países da Europa Ocidental e, quando chegaram a certo nível social, passaram lentamente a trocar essas políticas por algo como um “welfare state”, com ideologia que tende mais para a esquerda. Mas essas políticas, apesar de ainda danosas a longo prazo, não se mostram dessa forma num primeiro momento caso o país esteja estruturado financeira e socialmente. Um país do tipo pode suportar políticas de “mais Estado” por um bom tempo até que finalmente seus prejuízos comecem a se manifestar, e é precisamente isso que está acontecendo e acontecerá nos países Nórdicos.

        Sds.

  19. Seiiiiiiiii…eles querem 2 partidos, assim mata qualquer tipo de oposição e pensamento diferente. Brasil, assim como Portugal, são dominados desde 1985 por 2 partidos de esquerda, aqui no Brasil o PT e o PSDB que são partidos de esquerda e extrema-esquerda.
    Nessa questão eu penso exatamente o contrário, eu defendo o oposto, quanto mais partidos melhor. O poder deve ser diluído, deve haver diversas correntes, o Brasil mesmo com tantos partidos não consegue ter sequer 1 partido conservador, não tem nenhum partido de direita e somente agora surgiu o NOVO que é liberal. Isso para ver o totalitarismo dentro do Brasil, aqui a esquerda domina todos os setores, especialmente o setor de comunicação.
    Os problemas citados em relação a ter vários partidos vão continuar existindo com o sem diversos partidos, pois o problema são as pessoas e não bandeiras, a diferença é que com 2 ou 5 partidos será muito mais difícil pensar fora da casinha e possibilitar outras pessoas a terem acessos partidos. O que seria de conservadores e liberais em um partido tomado pela esquerda????
    Não se esqueçam que a BBC, especialmente a Brasil, é bem de esquerda…basta dar uma lida no site deles.

  20. Guerreiro, isto não é esquerda, é social democracia! Lá se defende valores como liberdade, direitos iguais, livre iniciativa, paz social, enfim, os valores que os aliados do ocidente defenderam na segunda grande guerra. Só para ser chato, os países nórdicos que citou são todos monarquias!

  21. Quase 100 comentários, todos acreditando que somos uma democracia. Leiam o artigo do Guzzo na última Veja. Fiquei até espantado pelo fato de a Veja tê-lo publicado. Sempre pensei o que ele escreveu. O povo brasileiro está LONGE de saber escolher representantes. A massa inculta, a plebe ignara, aquela que assiste Huck, Faustão e Ratinho, nem sabe a diferença entre deputado e senador. Quiçá o que é esquerda e direita. A nossa CF de 88, a “cidadã”, um lixo, tem mais de 250 artigos. Feita pelos derrotados em 64, acabaram com a mínima possibilidade de governabilidade. E é essa plebe que define as eleições. Pensamos que somos os EUA, as democracias européias. Ledo engano! O gado precisa de cabresto, de chicote. O País vive o caos, e as 60 mil mortes anuais são só uma ponta do iceberg. E vem a Oxford definir as linhas ideológica no nosso parlamento! A ideologia do nosso parlamento é a prevaricação, a usurpação, a bandalheira. Aliás, eles são o reflexo do que somos. O problema do Brasil são os brasileiros. Não melhoramos a democracia a cada eleição. É uma falácia. Não vê quem não quer.
    Quase esqueci: como pode um analfabeto votar?

  22. Por mim acabaria com todos os partidos atuais, restabeleceria uma monarquia parlamentarista com apenas dois partidos políticos, um conservador e um liberal, e o imperador teria o poder de veto como era antigamente caso um parlamentar infringe-se os interesses nacionalistas ou a soberania do Brasil.

    o comunismo e seus ideais assim como o nazismo se tornariam crimes, qualquer propaganda, imagens, símbolos ou doutrinação em escolas ou lugares públicos, a pessoa seria processada e levaria uma bela e salgada multa, se voltasse a repetir o crime pena de prisão, se cometesse o crime pela 3ª vez seria banido do Brasil.

    Seria a favor de uma forte guarda imperial para proteger o imperador e a família em caso de um novo golpe republicano, o fim da capital em Brasília e a volta para o Rio de Janeiro, assim os políticos seriam melhores fiscalizados pela população, pois estariam bem mais perto, e Petrópolis seria a capital imperial, assim o “rei ou imperador” ficaria afastado da política observando de fora para não ser contaminado como era antigamente.

    E mudaria o nome do país para Reino Unido do Brasil só pra deixar os vermelhinhos irritados rsrs..

    • Pois eu não quero essa de imperador com poderes supremos não. Hoje é um Dom Pedro, amanhã pode ser um Genghis Khan da vida. Eu quero é os Estados Unidos do Brasil, onde o único poder do Presidente é de comandar as forças armadas para a defesa contra ameaças externas e só, todo o resto do poder político, econômico e jurídico concentrado nos estados da união e nos municípios.

      • tudo bem respeito sua opinião, tbm gostaria de um “Estados Unidos do Brasil” mas eu não acredito mais nessa república com essa velha mentalidade de se fazer política que temos.

        por isso gostaria de ver uma outra alternativa que deu CERTO no começo da história do nosso país, não quer dizer que daria de novo, mas se não mudarmos como saberemos ?

      • E outra, nem tudo que dá certo em outros países pode dar certo no nosso, as vezes não dá pra ser um Estados unidos, mas dá pra ser um Reino Unido que pra mim já está bom demais rsrs..

    • kkkkkkkkkkkk cara, você está sendo irônico né?

      Que viagem essa de volta à monarquia. Se o poder federal na mão de 594 parlamentares já é completamente alheio ao interesse público, imagine nas mãos de um só indivíduo com poder de veto.
      Que viagem sem pé nem cabeça.
      Quem seria nosso monarca? Lula? Dilma? Temer? Aécio? Alckmin? Teríamos as linhagens Maia, Calheiros, Oliveira?
      Melhor seria a Marina Silva, que imediatamente já abriria a sucessão.

      Como seria a sucessão? Teríamos o Lulinha, como próximo monarca?
      Qual seriam, de fato, as atribuições de nosso monarca?
      Já gastamos uma nota com a estrutura atual, ai teríamos, uma dupla estrutura? Monarca e primeiro ministro?

      Vocês estão viajando. Nego vê vídeo no youtube sobre a época do império e acha que se aplicaria automaticamente.

      O Brasil precisa de medidas efetivas e não essa besteirada. Precisa fortalecer as instituições em detrimento das pessoas que ocupam os cargos. Rever as medidas de freios e contrapesos. Dar autonomia administrativa e orçamentária à órgãos estratégicos ligados à fiscalização da atividades de Estado (Judiciário, MP, polícias e tribunais de contas). Restringir o Estado para funções essenciais (Educação, saúde, Segurança Pública, fiscalização, arrecadação etc). Privatizar o que for possível privatizar. Tornar as políticas públicas em educação, saúde, segurança pública e infra estrutura como projetos de Estado, desvinculadas de governo. Voto facultativo. Revisão do tempo de mandatos. Diminuição do número de parlamentares em todas as esferas. Diminuição substancial de cargos em comissão. Menor interferência na atividade econômica. Tornar a indústria mais competitiva, com reforma tributária, reforma trabalhista descente, criação de oportunidades para qualificação de mão de obra etc etc etc.

      Não tem atalho. Não é o sistema ou forma de governo que irá mudar as coisas não.

  23. Ahhhhh, so dois partidos???? E acabar a mamata de ganhar sem trabalhar???? Eu gosto tanto de ver meus impostos, que iam para a educaçao, saude e segurança irem para o bolso desses incapazes….afinal, eles tambem sao filhos d…de Deus…merecem viver as custas do desemprego dos outros que os sustentam…

  24. Esse pessoal que fala que a república é um lixo, mas ninguém lembra que a maior potência do globo teve apenas 100 anos de monarquia, e quase 300 de república. E a Suíça, que desde sua origem que é uma república? Nossa um lixo de república essas hein?

    • Pois é, só aceito monarquia se eu for o rei. Negócio de devolver nada aos Braganças, não conheço essa gente, não me identifico em nada com eles, portanto não aceitaria esse reinado

  25. Eu sou pró monarquia. Monarquia dos Orleans e Bragança. Não há nada de mau nisto. Melhor do que populistas ( que eu também não conheço – ou conheço apenas a face da propaganda eleitoral) que tentam se perpetuar no poder à custa de muito dinheiro. Se tivéssemos um líder que pudemos considerar dono de tudo, certamente os prejuízos seriam melhores. É tudo uma questão de uma boa arquitetura legal para termos uma monarquia moderna e eficiente. Não há que se, obrigatoriamente, identificar com o rei, basta obedecer as leis.

    • Resta saber se o todo o resto da população iria aceitar que os Orleans e Bragança durmam eternamente em berço esplêndido no comando do país. Eu sou totalmente contra, não conheço essa gente, não me identifico com eles, portanto não aceitaria seu reinado. Retorno da monarquia só se eu for o rei.

      • Pode ir para a rua protestar. Eu nunca disse que seria desejo unânime. Eu disse apenas que é uma oportunidade ímpar e que, eu não tenho dúvidas, é a melhor opção para o Brasil.

        • Não sei se seria melhor não, todo governo seja ele qual for precisa de sustentação popular, você só vota em candidatos com os quais se identifica, o problema da monarquia é justamente este, e se metade dos brasileiros não se identificarem com o reinado? Uma coisa deste nível poderia provocar a cisão, dividindo o Brasil em dois estados sobreanos, uma república e um reinado. Quantos movimentos separatistas explodiram ao redor do país após a reeleição da Dilma?

    • Era só o que faltava! Ter que sustentar uma família de rei, rainha, príncipes, princesas e membros da corte que não vão servir para nada! Pois as leis continuarão a ser feitas por um parlamento eleito e a ser executadas por um Executivo com presidente e/ou primeiro ministro igualmente eleitos.
      E ainda ter que baixar a cabeça e prestar reverência para os “ungidos de Deus”!

        • Um Rei exerce um trabalho formidável como Chefe de Estado. E, imaginando que no Brasil o Rei, recebendo uma salário igual ao do ministro do STF, for o chefe último de todos os órgãos de fiscalização no Brasil, eu acredito que será o bezerrinho mamão mais produtivo e útil do Brasil. O maior e mais rico reino do mundo…Você fala como se já não houvesse mais de milhões mamando nas tetas do Estado…

  26. Marco10! Perfeitíssimo!
    Só que a comparação deveria ser feita com o Japão que era samurai castas familiares feudais pos moderno.

  27. Pois é, e a Inglaterra, a Grã Bretanha? O Reino Unido? E a Noruega? República não é a única opção e nem sempre a melhor. Para um país de povo carente emocionalmente como é o Brasileiro, que sempre procura um “salvador da pátria”, um líder a quem possa amar e entregar todas suas esperanças, nada melhor do que a monarquia. E os Órleans e Bragança são pessoas, Dom Rafael, extremamente preparadas para exercerem funções de monarca. Não apenas porque vivem esta expectativa, mas porque foram criados assim por pertencerem a uma linhagem sanguínea de grandes líderes. Não é apenas os Orleans e Bragança. Ali há uma herança genética de grandes reis, líderes europeus. Exceto se acontece uma revolução e alguém se declara rei, o que seria lastimável, o melhor é logo entregar o reino a quem tem preparo, por justiça, de forma pacífica ( ou pouco danosa) como são as “revoluções” brasileiras. E comum ao estilo Orleans e Bragança. Apenas a título de comparação, considerando ainda a popularidade atual dos Orleans e Bragança, pode-se verificar a total mansidão deles, politicamente, uma vez que se fosse eu, por exemplo, já teria reunido todos os meus apoiadores e estaria fazendo movimentos políticos para reassumir a corôa. Mas Dom Rafael é um homem muito bom, e não quer subir ao poder de forma bruta, mas de forma consensual. E o consenso para se restabelecer a monarquia não pode depender apenas de deputados e senadores com interesses particulares e escusos. Então, de certa forma, eu dou o braço a torcer, mais distante esta a monarquia no Brasil simplesmente porque os Orleans e Bragança são muito pacatos. Este é o momento, a fase da política brasileira ideal para Dom Rafael erguer a voz e se fazer entender. Espaço na midia hoje é fácil com internet. Se Dom Rafael organizasse um movimento de restabelecimento da monarquia, certamente ele encontraria muitos apoiadores. E esta oportunidade vai perdurar por pelo menos mais oito anos, provavelmente, pois as próximas eleições, seja elegendo esquerda ou direita, vão aparecer muitos descontentes. O país está dividido e apenas um rei pode unir o povo novamente. É o melhor para o Brasil. De qualquer forma, para não fugir do tema, eu apoio um parlamento com uma quantidade indefinida de partidos, porém sem privilégios financeiros. Limitação de partidos limita ideologias políticas. Assim como há a bancada feminina, a bancada da bala, a bancada da bola, a bancada da midia, a bancada do agronegócio, há que existir partidos que defendam pensamentos políticos diversos e representativos. Fica feio mas eu considero o correto.

  28. Chamou o Psdb,Pdt e PP de direita nem precisei ler o resto da reportagem pra saber que se trata de uma grande bobagem, mas se quiserem dar boas risadas leiam ate o final.

  29. “E os Órleans e Bragança são pessoas, Dom Rafael, extremamente preparadas para exercerem funções de monarca. (…) mas porque foram criados assim por pertencerem a uma linhagem sanguínea de grandes líderes. Não é apenas os Orleans e Bragança. Ali há uma herança genética de grandes reis, líderes europeus.”

    – Quer dizer então que, em razão de em suas veias correrem “sangue real”, estão preparados para comandar o Brasil? Um é químico, o outro bacharel em direito. O que eles tem de tão excepcional assim? É sério que o seu argumento é apenas o sangue real? Pq, sinceramente, sangue por sangue, prefiro o meu.
    Dilma, Aécio, Romero Jucá, todos economistas. Currículo por currículo, os três seriam contratados antes dos “monarcas” para a presidência.

    “O país está dividido e apenas um rei pode unir o povo novamente. É o melhor para o Brasil”
    – Nem dentro do “movimento monárquico” há consenso. E ai, quem são os monarcas? Petrópolis ou Vassouras? Mais confusão para o Brasil?

    “e alguém se declara rei, o que seria lastimável, o melhor é logo entregar o reino a quem tem preparo”.
    – Como dito acima, não vejo nada de excepcional nesse “preparo”. E não seja inocente, no caso de alteração na forma de governo, o reino não seria entregue à essa tal família real brasileira, desconhecida por 95 % dos brasileiros. Afinal, acho que nem eles querem essa bomba (um dos pertencentes da linha sucessória é surfista, inclusive). Seria escolhido rei quem tem apelo popular, salvo alguma maracutaia politica (bem provável). E aí poderíamos variar de Lula a Bolsonaro, de Edir Macedo a Silas Malafaia, passando pelo Valdomiro Santiago, de Claudinha Leite à Anitta (ou Pablo Vittar), e por ai vai.
    E Claro, Temer e sua turma sempre correndo por fora.

    • Lula é considerado por muito um dos melhores presidentes que o Brasil já teve. Mal sabe ler. Bolsonaro muitos acreditam que é o salvador da pátria. Doutor em que? O fato de os Orleans e Bragança não serem formados em cursos atinentes, como administração, direito, economia, não significa que sejam incapazes de governar o país. Há que se lembrar que todos eles, por tradição familiar, aprendem desde cedo a “postura” de um monarca. Eles tem muito a ensinar sobre diplomacia, respeito, altivez, caráter, lisura, e não podem existir mais patriotas. É uma grande mentira quando dizem que 95% da população não conhece os Orleans e Bragança. Este nome está gravado em todos, pois são parte da nossa história, talvez a parte mais próspera. E para deixar de ser um desconhecido basta apresentar, fazer campanha de divulgação. Você fala que popularidade é essencial para ser um rei, coloque Tiririca para ser Rei… Não tem que ser apenas popular, amigo, tem que ter nobreza. E sim, por dom de Deus isto há, não apenas em reis, mas em todos aqueles que acreditam que podem se dedicar com a vida ao país. Então, embora vocês usem muita ironia, eu ainda sou favorável a uma monarquia dos Orleans e Bragança.

  30. Eu somente seria favorável à monarquia, se fosse fruto de uma casamento entre o chefe da família Lula da Silva com a chefe da família Roussef. O Lula merece essa pena.

  31. O que o Brasil precisa é rever esse pacto federativo mofado, onde a grande maioria do poder político, decisório, administrativo, econômico e jurídico está concentrado nas mãos da União, ou seja, depende dos burocratas e seus apaniguados de Brasília. O que deve ocorrer é o contrário, os estados da federação e os municípios é que deveriam ter mais autonomia e poder. O governo federal só existiria para manter a união, a segurança nacional, algumas poucas decisões jurídicas e econômicas e política externa, e só. A União hoje é quem concentra maior parte dos gastos públicos e também da arrecadação, com um modelo de federalismo igual ao suíço, estes gastos cairiam quase 70%.

  32. Sou monarquista. Quem já viajou para países monarquistas e teve oportunidade de conhecer e conversar com o povo não fica em dúvida e torna-se monarquista.

  33. No Brasil a farra é tao grande com nossos impostos que esses partidos se dizem representantes de diversas linhas filosoficas e, como tal, tem o direito de existir. So que na hora da eleiçao fazem as coligaçoes…Ou seja, se coligaram com certeza deveriam ser apenas um partido e nao uma coligaçao, pois se identificaram entre suas ideologias. Tudo vivendo as custas do erario publico e causando miseria.

  34. Na minha simples opinião, o Brasil deveria ter três agremiações de partidos políticos: uma de direita, uma de esquerda e uma de independentes, todos com mandato único de 5 anos , sem direito à reeleição – seja para vereadores, deputados estaduais ou federais , senadores, prefeitos, governadores e presidente – fiscalizados em suas ações por uma comissão independente formada pela sociedade, morando em apartamentos funcionais e com veiculo comum cedido em seu mandato pela câmara federal, senado ou câmara de vereadores. Salário fixo e aposentadoria aos 60 anos conforme tempo trabalhado como qualquer cidadão deste país, ficha limpa e curso superior. Nada de campanha paga pelo governo, deveriam arrecadar fundos para isso, e nem de propaganda eleitoral gratuita. O sistema judiciário deveria ser por concurso e tempo máximo de 10 anos para juiz do STF ou similares. Os eleitos deveriam seguir, obrigatoriamente, uma política de Estado e não de Governo, visando o crescimento de desenvolvimento da Nação. Quanto ao funcionalismo público, promovido por meritocracia.
    Mas, infelizmente, com essa bagunça politica que reina em nosso país nos últimos 4 anos, isso é apenas uma utopia.

    • Concordo com vc Bosco.
      Mas, acredito que o pacto federativo tenha que ser revisto.
      Realmente a união fica com tudo, e pior gasta mal.
      Mas, de nada adianta dar mais $$ na mãos dos Município, que são controlados pelas oligarquias locais e que muitas vezes são piores do que a nacional.
      Bem, está é minha opinião.

  35. PSDB de centro direita? Como assim, essa galera é toda de esquerda! já ouviram falar da teoria das tesouras, dois lados da mesma moeda revesando no poder, e não disputando. Galera, o Brasil não tem partido de DIREITA, há algumas PESSOAS que são claramente voltadas à direita como BOLSONARO, mas não se iludam com esse PAINEL que coloca partidos como PSDB em posição de centro direita, o próprio FHC diversas vezes já falou ser um “social democrata” e já posou ao lado da esquerda em diversas vezes, e ainda posa. O problema do Brasileiro é que ele não se informa devidamente (sendo que é induzido a isso muitas vezes), e acredita que nosso país de alguma forma tem dois lados do poder,não há, é um único pensamento marxista, gramscista, onde há uma esquerda mais barulhenta e outra fabiana. Querem prova disso, olhem os escândalos que ocorrem no brasil, de ambos os lados vemos esses caras se acariciando e se juntando para defenderem uns aos outros das próprias falcatruas, “háaaa, mas não são oposição?”, só se for oposição de fachada pois são tudo farinha do mesmo saco!

  36. O Hugo Teixeira disse tudo, PSDB, MDB, de centro direita hue hue hue , que piada de mau gosto, PT, PSOL,MDB, PSDB, PDT, e outros, todos socialistas, lembram da política do café com leite, a história esta ai pra quem quiser ver, parem de tentar confundir os leitores com hipóteses malucas, ou vocês não viram o Fernando Henrique defendendo o Luladrão abertamente em rede nacional, que partido de direita faria isto????

  37. Disse tudo Alexandre. Dodo, sinto muito mas a leitura engrandece o homem, e é Crazy não
    Craizy como você postou em seu comentário abaixo, ou você já está crazy, se tivesse estudado na idade das trevas para a educação como você mesmo disse de saberia a diferença de tudo isto, mas …

  38. Olha, eu dei uma olhada no estudo, e a fundamentação é boa. Não leva somente pauta “chucra” em questão como aborto ou direitos aos LGBT, leva vários aspectos em conta que abordam tanto a defesa de liberdade econômica como a defesa de liberdade social.

    Dito isso, PSDB, PMDB, DEM, PTB e alguns outros sim, hoje são de direita. Aos que contrariarem, espernearem, puxarem ponto lá da ponte que caiu para contrariar achando que não foi considerado, fizer birra e afins, é melhor entrar para uma seita. A seita que dói menos.

    Não só a posição atual como o histórico são mostrados. Os casos mais emblemáticos, e por isso mesmo alimentadores dos comentários mais viscerais de alguns, são os do PMDB e PSDB. O PMDB nasceu como MDB, oposição ao ARENA na Ditadura Militar. É auto-explicativo. PSDB nasceu de uma costela do PMDB, assim como alguns outros, cabendo a mesma explicação, aliada à oposição do PT empurrando o partido cada vez mais à direita, o que resultou na evolução mais ampla retratada no gráfico. Isso explica inclusive o por quê do discurso dos fundadores mais à esquerda como o próprio FHC ser tão díspar do discurso de tucanos mais novos como Geraldo Alckmin, que transita entre a centro-esquerda e a centro-direita, como João Dória, centrista, e como João Jorge, evangélico e conservador.

    Este quadro atual, de divisão entre a centro-direita e a centro-esquerda tão bem representada pela famigerada polarização PT-PSDB, vem desde a Guerra Fria e a contemporânea Ditadura Militar, já que antes dela eram três forças – populismo varguista, liberais e esquerdistas marxistas – e antes de Vargas e desde a fundação do Império eram somente duas, conservadores e liberais.

    Antes de ficar criando espantalho político, sugiro-lhes a leitura mais atenta. Evita-se de pensar com o fígado.

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