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Exército Alemão forma o sexto Batalhão de Tanques

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O Exército Alemão está crescendo pela primeira vez desde o final da Guerra Fria. O ministro da Defesa da Alemanha disse que o novo batalhão de tanques ajudará o país a cumprir seus compromissos com a Otan.

A Força Terrestre alemã será reforçada com um sexto batalhão de tanques em resposta às crescentes preocupações de segurança na Europa, anunciou a ministra da Defesa, Ursula von der Leyen, na quinta-feira.

“Com isso, o Exército Alemão crescerá pela primeira vez em décadas”, disse von der Leyen em uma base militar perto da cidade de Münster, no oeste do país.

A formação do 363º Batalhão de Tanques começará em outubro do próximo ano, com pessoal do batalhão e a primeira de quatro companhias a serem estacionadas na base militar de Hardheim, ao sul de Frankfurt.

Uma segunda companhia se tornará ativa em outubro de 2021, seguida pela transferência de outras duas companhias para Hardheim, a partir de bases nos estados da Baviera e da Turíngia.

Mais de 100 tanques Leopard 2 estão sendo atualizados, alguns dos quais vão se juntar ao 363º Batalhão Panzer, disse von der Leyen.

A formação do batalhão de 500 soldados-soldados vem à medida que a Alemanha aumenta seus gastos com a defesa em resposta às ameaças de segurança da Rússia e à pressão dos Estados Unidos para cumprir as metas orçamentárias de defesa da OTAN.

FONTE: Rádio Alemã Deutsche Welle

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_RR_
_RR_
1 ano atrás

E os Leopard 2 se tornam cada vez mais valiosos…

Me pergunto se já não perdemos o “timing” para uma compra deste carro…

E cada vez fica mais aparente que o M1 se torna a única saída, se se pretende avançar uma geração…

cvn76
cvn76
Reply to  _RR_
1 ano atrás

Países como Alemanha e Suíça por exemplo, possuem um número muito alto de Leopard 2 em estoque….tendo grana, eles vendem!

_RR_
_RR_
Reply to  cvn76
1 ano atrás

cvn76, Apenas complementando o colombelli… Mesmo se existissem muitos ‘Leopard 2’ por aí disponíveis em boas condições, há de se levar em consideração as significativas diferenças entre os carros de versões distintas ( que não são poucas ) e em operação em diversos países; e n’alguns casos, segundo exposto pelo juarez em post passado, até diferenças de construção de um lote para outro. Enfim… Se for pra pegar ‘Leo 2’, tem que ser muuuuito bem avaliado, ou corre-se o risco de uma dor de cabeça das grandes… Aliás, receio que se não fossem carros ex-Bundeswehr, é bem provável que seria… Read more »

cvn76
cvn76
Reply to  _RR_
1 ano atrás

Oi RR
Concordo com tudo que vc falou….porém o EB já tém experiência com os Leo….treinamento, logística, manutenção e etc…
Nada contra o M1, porém temos que ver o que mais vale a pena para o EB….
Em se tratando de carros de combate, o Brasil até que está bem equipado….mas creio que seria bom termos uns 2 a 4 Reg. CC a mais.

_RR_
_RR_
Reply to  _RR_
1 ano atrás

cvn76,

A única vantagem que visualizo na operação do ‘Leo 2’, seria a presença de instalações no Brasil do fabricante original, que estão aptas a recebe-lo, realizar revisões e até, talvez, modernizações.

De resto, haverão os inevitáveis custos de se implantar um novo carro…

Mauricio R.
Reply to  _RR_
1 ano atrás

Que nada, já, já estaremos adquirindo aquela coisa linda franco-alemão, resultado do cruzamento do (chassís) Leo II com (o armamento, o carregador automático e os sensores) do Leclerc…
Pra quem paga 60 milhões USD por um helicóptero solta rotor, que para o restante do mercado não sai por mais de 25 milhões USD, dinheiro não é problema mas solução.

Teórico
Teórico
Reply to  _RR_
1 ano atrás

Teórico

A turbina e sua complicada manutenção está fora da nossa realidade financeira e tecnológica – como já foi enfatizado pelos experts neste fórum.
As nossas pontes, viadutos e obras de arte não foram construídas para suportar o peso do veículo. Os RCC mal conseguem realizar as manutenções de 1º e 2º escalões nos Leopards.

Pursuit
Pursuit
1 ano atrás

Mais uma graça de Trump.
De louco não tem nada, louco são seus contras.

Agnelo
Agnelo
1 ano atrás

Aqui se chama Regimento de Carros de Combate.
Temos 4.
E os Regimentos de Cavalaria Blindado são 1/2 “tanques” com dois Esqd CC e 1/2 BIB com dois Esqd Fuz. Temos 4 RCB.

cvn76
cvn76
Reply to  Agnelo
1 ano atrás

Entrando nos detalhes:

Regimentos de Carros de Combate:
1°. Reg. CC Santa Maria/RS
3°. Reg. CC Ponta Grossa/PR
4°. Reg. CC Rosário do Sul/RS
5°. Reg. CC Rio Negro/PR

Regimentos de Cavalaria Blindada:
4°. Reg. CB São Luiz Gonzaga/RS
6°. Reg. CB Alegrete/RS
9°. Reg. CB São Gabriel/RS
20°. Reg. CB Campo Grande/MS

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  cvn76
1 ano atrás

O que tem em Pirassununga?

Agnelo
Agnelo
Reply to  Rinaldo Nery
1 ano atrás

13º RC Mec

Mazzeo
Mazzeo
Reply to  Rinaldo Nery
1 ano atrás

Era o 11º Esquadrão de Cavalaria Mecanizado “Esquadrão Anhanguera” extinto em 2005.
Hoje é o 13º RCMec, Regimento de Cavalaria Mecanizado.

Tatamovitch
Tatamovitch
Reply to  Rinaldo Nery
1 ano atrás

Na verdade na epoca da 11 Bda Inf Bld era o 2 RCC com 3x Esqd CC. O 11 Esqd C Mec (Esqd Anhanguera), antigo 2ª Esqd Rec Mec, ficava em Sao Paulo, no Ibirapuera, onde hoje fica o 8 BPE e Base de Administração e Apoio do Ibirapuera (R Manoel da Nóbrega 1015) . Em 1995, o Esquadrão Anhanguera foi transferido, para a cidade de Pirassununga. Em Pirassununga até 2005 estavam baseados o 2º Regimento de Carros de Combate, equipado com carros Leopard 1A1 e o 11º Esqd C Mec. Da junção de ambos, nasceu o 13º Regimento de… Read more »

Teórico
Teórico
Reply to  cvn76
1 ano atrás

Aproveitando:

Um Regimento de Cavalaria mecanizada:
1. Opera com o EE-9 Cascavel ?
2. Quais são e onde se encontram essas unidades ?
3. Existem vários Esquadrões independentes. Qual é a dotação. Como é operada a logística e sua manutenção ?

cvn76
cvn76
Reply to  Teórico
1 ano atrás

Os esquadrões de Cavalaria Mecanizada são (ou eram) os seguintes: 12° Esq. Cav. Mec. Boa Vista/RR 23° Esq. Cav. Mec. Tucuruí/PA 16° Reg. Cav. Mec. Bayeux/PB 10° Esq. Cav. Mec. Recife/PE 4° Esq. Cav. Mec. Santos Dumont/MG 13° Reg. Cav. Mec. Pirassununga/SP 1° Esq. Cav. Mec. Valença/RJ 1° Reg. Cav. Mec. Itaquí/RS 2° Reg. Cav. Mec. São Borja/RS 19° Reg. Cav. Mec. Santa Rosa/RS 5° Reg. Cav Mec. Quaraí/RS 8° Reg. Cav. Mec. Uruguaiana/RS 12° Reg. Cav. Mec. Jaguarão/RS 6° Esq. Cav. Mec. Santa Maria/RS 5° Esq. Cav. Mec. Castro/PR 16° Esq. Cav. Mec. Francisco Beltrão/PR 3° Reg. Cav. Mec.… Read more »

Agnelo
Agnelo
Reply to  Teórico
1 ano atrás

1- Opera o Cascavel.
2- o companheiro deu o gás pra te responder
3- 3 Pel CMec. Cada um tem um Grupo de Exploradores com 4 Marruás e deverá ser o Lince. Uma Seção de Cascavéis (2), um Grupo de Combate em um Urutu (será o Guarani) e um Mrt 81 em outro Urutu ou Marruá.
Há o Casacavel do Cmt do Esqd também. E uma seção de Vivilancia Terrestre com os radares pra achar tropa e carros.
Tem uma Sec Log pesada para atuar sozinho.
Um cavalariano te responderia melhor, mas creio q, pelo q lembro, seja por aí.

Elton
Elton
1 ano atrás

Nossas forças blindadas prescisam ser móveis .não adianta ter blindados modernos sem sequer termos viaturas especializadas tipo HETS para deslocamentos longos porque para isso usamos versões comerciais o que durante a história se mostrou ineficiente para transporte de MTBs .em situação de conflito ferrovias não serão opção no inventario do EB não existem muitas viaturas de suporte para nossos atuais Mtbs

Lewandowski
Lewandowski
1 ano atrás

Alguns ventilam o M1, mas ele não usa turbina? Ou tem alguns a diesel?
.
Indo um pouco mais além: qual é o cronograma do EB para substituir o Leo?
.
Sds

Gabriel Luis da Silva
Reply to  Lewandowski
1 ano atrás

Se pagar pra GDLS, eles botam um MTU 883 nele.
Vais custar muito, mas, pra mim, é um custo que vale a pena.

A AGT-1500 custa 2 vezes mais que um MTU 873, são 14.7 litros vs 7.2 itros por km, respectivamente. Fora o quão é custoso a manutenção da turbina.

Lembrando que o MTU 883 é menor e mais leve que o 873, ainda consome menos.

Gabriel Luis da Silva
Reply to  Lewandowski
1 ano atrás

Se for a LT nova, tudo bem, mas a AGT nunca chegará ao nível de confiabilidade do MTU comum, vide onde atual e tiveram que mexer muito pra ter um desempenho bom, fora os custos. Aceleração, na minha opinião, é dispensável tendo em vista o consumo e os custos de manutenção da AGT 1500. Outro interessante é o K1A2, que dizem custar entre USD 4-4,5 mi. Se este for o custo, é algo a ser considerado. Apesar de sair mais caro que um M1A1 modernizado (pros Marroquinhos, se considerar os contratos de blindagem, transporte, treinamento e entre outros, custaram cerca… Read more »

Mf
Mf
Reply to  Lewandowski
1 ano atrás

Estão negociando mais 120 Leopard 1A5 da Itália, o contrato com a Kmw de Santa Maria é até 2028

Sidy
Sidy
Reply to  Mf
1 ano atrás

Isso foi há mais de um ano atrás, não foi?

Gabriel Luis da Silva
Reply to  Mf
1 ano atrás

Sabe-se sim, todos estão em condições piores que nossos 1A5. Não servem nem para canibalização de peças.

Gabriel Luis da Silva
Reply to  Mf
1 ano atrás

Mf, me apresente fonte de peças pro Leo 1A5, principalmente sobre os motores, que talvez alguém der qualquer relevância a esse contrato RIDÍCULO que o EB assinou.

NÃO HÁ!!!!!!!!

Daniel Ricardo Alves
Daniel Ricardo Alves
Reply to  Gabriel Luis da Silva
1 ano atrás

Exatamente por isso que o EB deveria cair fora dessa armadilha de se prender aos Leo 1A5.

Alex Melo
Alex Melo
1 ano atrás

Os israelenses tem um grande estoque de Merkava MK3, seria também uma boa alternativa?

Blackbird
Reply to  Alex Melo
1 ano atrás

Israel é cercado por inimigos,acho difícil eles venderem alguns de seus MBT que são bem usados por eles.

_RR_
_RR_
Reply to  Alex Melo
1 ano atrás

Possibilidade remota, eu diria…

Mais fácil liberarem os ‘Magach’ que estão encostados ( e sabe-se lá em que estado estão… ).

Talvez até possam considerar negociar um lote de Merkava II, cujos últimos foram desativados por volta de 2015 e vem sendo recondicionados como APC.

Alexandre ziviani
Alexandre ziviani
Reply to  _RR_
1 ano atrás

RR,possibilidade remota “mais ou menos”,a 5 anos atrás Israel anunciou a venda para países estrangeiros Merkava,só estou na duvida se disponibilizaram só os Mk1 ou se estão dispostos a vender o MK 2 também.

https://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&rct=j&url=https://www.armyrecognition.com/july_2013_news_defence_security_industry_military/israeli_army_is_planning_to_sell_second-hands_merkava_main_battle_tanks_f-16_fighter_aircraft_160713.html&ved=2ahUKEwjquau46I7fAhVCkJAKHQwpDPMQFjAGegQIBBAB&usg=AOvVaw1scMCyMu5ZIKxcGFntBOp2

_RR_
_RR_
Reply to  Alexandre ziviani
1 ano atrás

Alexandre,

Obrigado pelas informações.

Saudações.

Sidy
Sidy
Reply to  Alexandre ziviani
1 ano atrás

“Israel up-armored the M60 and dubbed that the Magach. The IISS says the Israeli army has 111 Magach-7s and 711 M60A1/A3 models in mothballs.

Ynet said the main buyers are likely to be Latin American, Asian or African militaries, which still keep in service aging systems like these.”

O último parágrafo diz tudo…

Welt
Welt
Reply to  Alexandre ziviani
1 ano atrás

Fui até pesquisar (wikipedia só) pois eu nunca tinha ouvido falar de exportação do Merkava. Pra mim só Israel operava… e de fato, só mesmo. Mas aparentemente rolaram negociações, segundo a wikipedia. “In May 2012, Israel offered procurement of Merkava IV tanks to the Colombian Army. The sale would include 25–40 tanks at an approximate cost of $4.5 million each, as well as a number of Namer APCs. With the threat of the expanding Venezuelan military, it would strengthen Colombian armored forces against Venezuelan T-72 tanks” O que me deixou surpreso. Nenhum pedido até hoje apesar da noticia de que…… Read more »

Delfim
Delfim
Reply to  Alex Melo
1 ano atrás

Grande demais, pesado demais, usado demais.

Luciano
Luciano
1 ano atrás

A estrutura de Btl dos alemães é com 4 Cias e nao com 3?

Ivan
Ivan
Reply to  Luciano
1 ano atrás

Colombelli, . Pelo que encontrei na internet os batalhões alemães atuais são normalmente ternários. . Assim sendo, cada batalhão Panzer alinha: – 3 (três) esquadrões de carros de combate com 14 (quatorze) Leopard 2A6 ou 2A7; – 1 (uma) seção de carros de combate com 2 (dois) Leopard 2A6 ou 2A7 para comandante e subcomandante da unidade. . Observar que cada esquadrão Panzer alinha: – 3 (três) pelotões de carros de combate com 4 (quatro) Leopard 2A6 ou 2A7; – 1 (uma) seção de carros de combate com 2 (dois) Leopard 2A6 ou 2A7 para comandante e subcomandante da subunidade.… Read more »

Luciano
Luciano
Reply to  Luciano
1 ano atrás

Obrigado, Colombelli!

Tadeu 54
1 ano atrás

Peço que lembrem-se que nossa infraestrutura rodoviária não permite o deslocamento adequado de tanques como o Leopard-2, nossas pontes e rodovias simplesmente não suportam o peso desse carro de combate.

colombelli
colombelli
Reply to  Tadeu 54
1 ano atrás

Tadeu, isso não procede. Em pranchas tendo eixos adequados leva tranquilo e depois em combate é no campo aberto. Coisas bem mais pesadas são levadas em nossas estradas. O que muda é a questão do material de engenharia que teria em parte de ser alterado e adaptado. Peso não é o problema nodal. O valor este sim é. O que o EB pagou de todos os seus Leopard 1A5, todos os 250, não compra 2 Leopard 2A7 segundo preços da ultima venda e compararia 6 M1 novos. Com mesma base poderiamos ter comprado apenas 30 Leopards 2A4 do tipo que… Read more »

Delfim
Delfim
Reply to  colombelli
1 ano atrás

É uma questão de distribuição de peso. 50 toneladas concentradas em 8 metros de MBT podem ruir uma ponte, mas espalhados em uma carreta de 6 eixos fica fácil.
Tb acho que a qualidade deve se sobrepor à qualidade, dado nosso território. E afinal, quantidade é uma qualidade.

Antonio Palhares
Antonio Palhares
Reply to  Delfim
1 ano atrás

Sobre estradas.
Viajando no Peru pela Trans Oceânica, cruzando os Andes até o Pacífico. Percebi que todas as pontes Peruanas são feitas para aguentar 60 toneladas, e o material padronizado. Tanto as grandes quanto as pequenas.

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Antonio Palhares
1 ano atrás

Aqui é no máximo 450kN (classe 45) o que dá um pouco menos que 46t isso nas de 1980 para cá as maiores parcelas estão são classe 36 (360kN) construídas entre 1970 a 1980… Embora eu acredito que essas Pontes levem em consideração o fator de vida infinita, não sou estudante de Eng civil e sim Mec, mesmo assim creio que a Classe máxima de Pontes deverá mudar, além que o corpo de. Eng do EB deverá ser melhorado. Ps.: Os americanos ainda usam o M60 para Pontes militares AVLB pois o Abrams ficou muito caro para substituir de 1… Read more »

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Antonio Palhares
1 ano atrás

Só uma observação uma ponte Classe 45 conseguer sim aguenta um blindado de 45t já que o TB-450 é menor (6mx3m) e de 3 eixo o que implica em uma pressão sobre o solo maior

Juarez
Juarez
Reply to  Delfim
1 ano atrás

A questão do peso específico,sobre o solo pode ser viabilizada com os novos cavalos mecânicos com quatro eixos, usando pranchas rebaixadas de quatro eixos e posicionando adequadamente o blindado sobre a prancha em um balança rodoviária para gabaritar o melhor posicionamento.

Elton
Elton
1 ano atrás

Se a engenharia de combate for bem equipada com bastante blindados lança ponte ,pontes móveis e veículos de suporte isso e contornavel pois em caso de conflito o deslocamento das unidades blindadas na linha de frente será prejudicado por possível destruição das pontes fixas e estradas pavimentadas.em situação de guerra o peso do blindado e irrelevante se ele tiver suporte adequado :por exemplo os pesados tiguer1 e is-3 na SGM se deslocaram em estradas e pontes que nunca foram projetadas para veículos pesados na linha de frente e isso foi possível com ajuda de bem equipados engenheiros.

Elton
Elton
1 ano atrás

Se a argentina não estivesse tão defasada em termos de blindados :O principal deles é o TAM ,haveria uma maior pressão para compra de blindados mais modernos (O jas-39e só saiu porque os venezuelanos tinham o SU-30 que tem alcance para chegar em Brasília)Os t-72 deles não são ameaça. O problema é a questão da ameaça e dissuaçao.

Rodrigo Martins Ferreira
Reply to  Elton
1 ano atrás

Su30 com alcance para chegar em Brasília armado com o q ?

A Base que eles ficam normalmente fica 800km da fronteira com o Brasil.

Carlos Campos
Reply to  Elton
1 ano atrás

chegam em Brasília, daí fazem ataque kamikaze, pois não tem combustível para voltar kkkkkkkkkkkkkkkkk

Alfredo RCS
Alfredo RCS
1 ano atrás

Carros blindados de combate sao muito importantes, mas nossa superioridade aerea em caso de conflito com alguma potencia que precise de nossas reservas minerais nao durará muito temoo. sem superioridade aerea nossos tanques sao apenas alvos, como nas guerras do golfo. Precisamos sim de baterias antiaereas de medio e longo alcance para que um possivel inimigo pense duas vezes em se aventurar em busca de recursos naturais, petroleo ou alimentos. Carros blindados sao mais uteis em regioes como a Europa,oriente medio e asia, mais especificamente china , india, paquistao. Acredito que o foco seja a manutencao da superioridade aerea, pelo… Read more »

Señor batata
Señor batata
Reply to  Alfredo RCS
1 ano atrás

Alfredo perdão pela minha oposição a seu raciocínio mas infelizmente vou ter que discordar da sua ideia apresentada, concordo no fato de que existem grandes recursos naturais no brasil, mas uma eventual guerra contra o brasil com uma posterior ocupação de uma nação agressora me parece difícil de ser levada a cabo em futuro próximo ou mesmo de médio prazo. Não obstante vale notar que uma força de MBT tem aplicação em parte do território nacional (ex: sul do país), de todo modo já se tem tomado medidas para garantir um vetor capaz para o cenário da América latina, o… Read more »

Ivan
Ivan
1 ano atrás

Ordem de Batalha Panzer do Deutsches Heer, parte (braço) terrestre do Bundeswehr, é organizada em 2 (duas) divisões, que dividem 5 (cinco) brigadas. . 1.ª Divisão Panzer. . 9.ª Brigada Panzer: – 93.º Batalhão Panzer; – 33.º Batalhão Granadeiros Panzer (Panzergrenadier); – 92.º Batalhão Granadeiros Panzer (Panzergrenadier); – 91.º Batalhão de Caçadores (Jäger). . 21.ª Brigada Panzer: – 203.º Batalhão Panzer; – 212.º Batalhão Granadeiros Panzer (Panzergrenadier); – 1.º Batalhão de Caçadores (Jäger); – 921.º Batalhão de Caçadores (Jäger) da reserva. . 41.ª Brigada de Granadeiros Panzer (Panzergrenadier): – 401.º Batalhão Granadeiros Panzer (Panzergrenadier); – 411.º Batalhão Granadeiros Panzer (Panzergrenadier);… Read more »

Augusto L
Augusto L
Reply to  Ivan
1 ano atrás

Assim como no US Army, as divisões alemães viraram corpos de exército, e os batalhões passaram a fazer o papel de brigada, tornando as brigadas em divisões. Sendo assim a 1° Divisão é para teatros de baixa intensidade/ treinamento/ reserva. A 10° que fica com os compromissos da Otan. As unidades holandesas são ligadas a ela, mais especificamente a 12.ª Brigada Panzer. Na minha opinião vão é subir o número de CC’s dessa brigada panzer de montanha de 28 para 44. O jornal alemão que deve se confundir com a criação de um 4° batalhão. Obs: a BCT blindada americana… Read more »

Welt
Welt
1 ano atrás

Alemanha poderia pensar em criar uma Legião Estrangeira para aumentar suas fileiras logo.

Ivan
Ivan
Reply to  Welt
1 ano atrás

Bem…
…Eles fazem parte de uma Brigada franco-germânica em Müllheim.
E contam com alguma tropa holandesa, talvez meio batalhão, nas suas formações.

Agnelo
Agnelo
Reply to  Welt
1 ano atrás

Francesa possuem a Legião por outro motivo.
Eles podem intervir onde querem sem q franceses morram.
Não é a ideia do alemão.

Welt
Welt
Reply to  Agnelo
1 ano atrás

É verdade.
Mas falei mais pela falta de interesse dos jovens alemães.

Agnelo
Agnelo
Reply to  Welt
1 ano atrás

Verdade
Como nos EUA e França, o interesse voltaria após tragedias criadas por terroristas.

Ivan
Ivan
Reply to  Agnelo
1 ano atrás

Sim.
.
Quem tem algo parecido com a Legião Francesa são os espanhóis:
Legião Espanhola, ‘los novios de la muerte’.

rdx
rdx
1 ano atrás

Penso que o EB deveria comprar cerca de 120 Centauros com canhão 120 mm para equipar os RCB e garimpar número igual de Abrams nos estoques do US Army para substituir os M60 e Leo 1Be.

rdx
rdx
Reply to  rdx
1 ano atrás

Na verdade, os Abrams seriam comprados para complementar os Leopard 1A5. Os Centauros que substituiriam os M60 e Leo 1Be dos RCB.

Señor batata
Señor batata
Reply to  rdx
1 ano atrás

Rdx vc acha que vale a pena adquirir abrams e centauros para o exército? Pergunto isso pq na atual situação do exército me parece meio difícil de ele manter mais um projeto mesmo que fosse barato (vide: guarani 8×8), não acha que seria mais viável ele manter os leo 1 e começar a planejar a necessária substituição em um futuro de médio prazo (4-5 anos). Quem sabe um até lá o país como um todo não tem saneado suas contas públicas e posso oferecer o mais importante para os planejadores das forças armadas, a tão rara no Brasil, a previsibilidade.… Read more »

rdx
rdx
Reply to  Señor batata
1 ano atrás

Señor batata, não é o ideal mas é não vejo o EB substituindo o Leopard 1 em menos de 10 anos….tal como o M41, a tendência é ele permanecer por décadas no inventário do EB. Aliás, O leopard 1Be e M60 já fizeram 20 anos de serviço (salvo engano, o Leo 1 foi selecionado em 1996). Defendo o M1 Abrams (se doado)como um complemento uma vez o EB cometeu o grave erro de adquirir poucas unidades do Leo 1A5. Se ele tivesse adquirido na época mais 150 unidades, a situação seria bem mais confortável. O Abrams, seria um excelente complemento,… Read more »

Valter Junior
Valter Junior
Reply to  rdx
1 ano atrás

Deixando claro que não entendo chongas de blindados e seu emprego, sou curioso porque o EB e os especialistas daqui não avaliam a compra do K1/K2 coreano, dizem que é um “Abrans sem turbina(procede?)” com várias melhorias.
O M 60 vindo de Israel creio que só deverá ser considerado se se tratar de uma versão modernizada tipo SABRA II ou III.
A vantagem para a opção LEO II seria a KMW ter instalações em Santa Maria.

Agnelo
Agnelo
Reply to  rdx
1 ano atrás

Prezado
Quanto mais tipos de carro, mais a logística fica no sanhaço.
Acredito q a melhor saída seja a padronização.
Sds

Ivan
Ivan
1 ano atrás

Amigos,
.
Só lembrando:
O tema são os Panzer alemães da atualidade.
Só aí tem muita coisa para discutir.
.
Melhor deixar os blindados do EB para um momento mais adequado.
.
Sds.,
Ivan.

Señor batata
Señor batata
Reply to  Ivan
1 ano atrás

Boa noite Ivan o senhor crê que com esse novo batalhão e eventuais acréscimos futuros pode haver uma aceleração no projeto do leo III?

Agnelo
Agnelo
Reply to  Ivan
1 ano atrás

Verdade
Sobre isso
Todas as Bda são quaternárias em Unidades.
São fortes em Inf e ainda trabalham com VBTP.
Como são os apoios? Principalmente Eng e Art.

paulop
paulop
1 ano atrás

Interessante observar a quantidade de nações europeias e países não europeus que possuem/possuíram alguma versão do Leopard 2. Só a titulo de curiosidade(se falta algum por favor corrijam): Europa: Áustria, Dinamarca, Noruega, Suíça, Suécia, Polônia, Finlândia, Grécia, Holanda, Portugal, Espanha e Turquia; Américas: Canadá e Chile; Ásia: Cingapura, Indonésia e Qatar(sendo que este ultimo vai ostentar os Leo 2A7+) Comparativo: países que possuem/possuíram o Leopard 1: Ainda operam: Brasil, Chile, Equador, Grécia, Líbano e Turquia. Não operam mais: Austrália, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Alemanha, Itália, Holanda e Noruega. Interessante observar também que no site da KMW, ainda consta o Leo 1A5… Read more »

Agnelo
Agnelo
Reply to  paulop
1 ano atrás

Pois é.
São bastantes usuários.
Deve ter um suporte logístico bom.
É interessante como os países da UE tem de ser um exército só.

paulop
paulop
Reply to  Agnelo
1 ano atrás

Concordo. Porém fico me questionando qual será o caminho seguido pelos irmãos menores da UE, como Hungria, Rep. Tcheca, Romênia, e outros. Lembremos que estes países a onda possuem equipamentos oriundos da antiga URSS.
Quem sabe seguirão um caminho próximo ao da Polônia. O futuro dirá
Abraço.

Mazzeo
Mazzeo
1 ano atrás

Agnelo, Essas brigadas foram pensadas para “defesa avançada” na fronteira contra uma invasão Soviética. São muito fortes em defesa com ATGM´s e as unidades de Jäger são bem móveis. A ideia principal era agir absorvendo impacto, cedendo pouco terreno (de fulda a fronteira da holanda não é tão longe assim) e contra atacando com infantaria embarcada em VBTP´s de forma a liberarem os punhos blindados para ataques de flanco assim que identificados os eixos de ataque principais. Ainda contavam com unidades de Guarda Territorial para o trabalho de engenharia de combate alem dos engenheiros e bastante suporte de unidades AAe,… Read more »

Agnelo
Agnelo
Reply to  Mazzeo
1 ano atrás

Uma gigantesca Defesa Elástica.
Sds

Heverton Ribeiro
Heverton Ribeiro
Reply to  Agnelo
1 ano atrás

Ressuscitem Manstein.

Mazzeo
Mazzeo
Reply to  Agnelo
1 ano atrás

Exatamente Agnelo, mas não tão móvel como gostariam os americanos e ingleses na época, isso foi motivo de muita discussão entre o SHAEF, que era o “dono” da defesa na Europa e era de um 4 estrelas americano. Difícil culpar os alemães na época, afinal era a terra deles que seria tomada, se os soviéticos não usassem armas químicas contra instalações de logística e aeródromos já seria muito ruim pro povo alemão. A intenção era de causar perdas entre 4 e 5 para um e reduzir ao máximo a um ou dois eixos de penetração, o problema ai era “combinar… Read more »

Agnelo
Agnelo
Reply to  Mazzeo
1 ano atrás

Entendo como principal desvantagem dos soviéticos essa dependência rígida da cadeia de comando, tolindo iniciativa e flexibilidade.
Sds

ScudB
ScudB
Reply to  Agnelo
1 ano atrás

Amigo Agnelo!
E como seria diferente sem “dependência rígida da cadeia de COMANDO”? Se trata de um dos principais fundamentos de subordinação vertical! E , ao contrario do afirmado , o manual de campo deles diz claramente que “comandante de unidade de combate deve(!) usar iniciativa e criatividade para cumprir as ordens e atingir as metas estabelecidas”.
Um grande abraço!

Agnelo
Agnelo
Reply to  Agnelo
1 ano atrás

ScudB
Muito obrigado pela resposta!!
Esse assunto é bem complexo.
Sempre há subordinação ao Comando.
Mas como era a regulação da manobra? Tinha muito Obj definido e muitas Linhas de Controle? A missão era por objetivo ou finalidade? Como era determinada a Zona Ação? Quanto da finalidade de quantos escalões acima um Cmt sabe, para definir sua própria manobra?
Isso tudo dá ou não flexibilidade e possibilidade de iniciativa.
Outra dúvida q eu tenho é o quanto um Cmt era fiscalizado por representantes do Partido? Isso ocorria realmente?
Abraço

ScudB
ScudB
Reply to  Mazzeo
1 ano atrás

Um “pouco” incorreto. Soldado/sargento soviético passava dois(!) anos servindo (três serviram na marinha). Depois de dois anos sargento podia ficar por mais tempo na sua função com a base de contrato e era bem visto e popular ate. Comandante do CC chegava para regimentos de linha depois de passar meio ano numa das “escolas de sargentos” espalhadas pela USSR. Para ser selecionado candidato deveria atender os requisitos de escolaridade (formados das escolas técnicas levavam certa vantagem) e passar num teste de 4 horas de matemática, física , lógica , memória e atenção . E nada desse negocio de confiabilidade política… Read more »

Augusto L
Augusto L
Reply to  Mazzeo
1 ano atrás

AirLand Battle ! Os soviéticos pinravam kkkkkk.
Scudb para de tentar mudar a história, todos sabem que a cadeia de comando soviética era rígida e dependia muito do controle e comando, isso é um fato histórico.

ScudB
ScudB
Reply to  Augusto L
1 ano atrás

Mudar a historia? Ta louco! Cadeia rigida é base de qq exercito. Essa fixação e ate cegueira “ideológica” periodicamente atrapalha Voce entender que “historicamente” aquela região funcionava e vai funcionar de modo diferente da Alemanha ou EUA , por exemplo. Para os russos esta formula ja funciona ha mais de meio milênio. Voce pode (e com razão) falar sobre ordens absurdos , sobre erros de QG e certas ações “históricas” tomadas pelos Opríchniks , Centenas Negras ou NKVD. Mas não misture as coisa como falácias ideológicas com dever de defender sua terra e suas famílias. Ninguém é santo e da… Read more »

Antunes 1980
Antunes 1980
1 ano atrás

Equipamento de primeira, mas não é para o bico do Brasil.
O MBT mais adequado para o Brasil é o que não podemos comprar, o M1A2 abrams. Movido a turbina e com um peso proibitivo.
A solução mais racional seria a aquisição de versões do Leo 2 A4, estocados pela Espanha e Suíça, e ja na sequência moderniza-los.
E correndo por fora, no quesito impossível, seria a compra de novos MBTs turcos ou russos. Algo que nossa estratégia política não permite.

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Antunes 1980
1 ano atrás

Creio eu que algum um pouco mais pesado que o M60 seria o limite do possível, mas não teria como “crescer” já que tem poucos veículos comerciais que aguentaria levar algum tão pesado.

PS.: Isso é um fator limitante principalmente se for em território estrangeiro por isso alguns exércitos querm a volta de tanques médio/meio-pesado.

Gabriel Luis da Silva
Reply to  Flávio Henrique
1 ano atrás

“mas não teria como crescer, já que poucos veículos comerciais aguentariam levar algum tão pesado”.

De onde tirou essa informação?

Actros, Axor e outros, fabricados no Brasil, que costumam carregar escavadeiras de 70 toneladas em pranxa, discordam da sua opinião. O EB possui alguns, inclusive.

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Gabriel Luis da Silva
1 ano atrás

Pelo que eu saiba o PBTL é 74t sendo que o Axor tem CMT de 80t, já os veículos de carga especial ter redutores nos cubos de todas o que resulta em uma velocidade muito baixa mas uma CMT elevada, claro o chassi precisa ser reforçado, ou seja não vale apena já que a mobilidade estratégica seria muito afetada.

Juarez
Juarez
Reply to  Flávio Henrique
1 ano atrás

Flavio, o aumento do CMT, se dá nos cavalos mecânicos que tem tração 6×4, e por consequênia redução nos cubos. São bons veículos em estradas não pavimentadas, no asfalto o segundo diferencial causa um arrasto mecânico que aumento consumo de combustível e dada a relação de redução da caixa, normalmente trabalham em alta rotação.

Elton
Elton
Reply to  Flávio Henrique
1 ano atrás

Tem o HETS norte americano que transporta o M1 no USArmy

Mf
Mf
1 ano atrás

Na verdade são 32 M-60 em Campo Grande, número aqui do blog.

No total são 220 Leopard 1A5 , 41 Leopard 1A1, e 36 M60 operacionais, alguns usados para treinamento, por isso não vai achar os números exatos nas unidades. 297 no total. O máximo que tivemos foram 368 , na época que o M-41 era o tanque principal. Há o intuito de alcançar este número novamente desativando o 1A1 e mobiliando os RCB com o 1A5. Estão sendo negociados na Itália 120 leopard 1A5 adicionais.

Mf
Mf
1 ano atrás

O Brasil já possui toda a estrutura da KMW em Santa Maria e um contrato de manutenção até 2028. 120 Leopard 1 A5 italianos estão sendo negociados , até mais Gepard 1A2 antiaéreos poderão vir. Com certeza o nosso futuro são Leopard 2A4/A5 usados. Mas serão necessários veículos de distribuição de peso sobre rodas, o EB já possui alguns, vai ter de aumentar o número. Nosso modal não é adequado para CC pesados como o Leopard 2, mas nada que não seja contornável. Outra possibilidade seria desenvolver um CC novo de 45 toneladas, coisa que a KMW já ofereceu. Mas… Read more »

Agnelo
Agnelo
Reply to  Mf
1 ano atrás

Minha dúvida é:
Um CC de 45 Ton teria blindagem adequada?

J-20
J-20
Reply to  Agnelo
1 ano atrás

Type 10 está aí pra provar isso

Agnelo
Agnelo
Reply to  J-20
1 ano atrás

Blz, ele tem boa autonomia e poder de fogo (canhão 120).
Mas a Bld aquenta ou não? Vcs tem algum vídeo ou outra info sobre ele?

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  J-20
1 ano atrás

Ele não é usado para combater outro MBT…para isso o japoneses tem o Type 90 de 50t deve ser pelo custo de produção… usar até fibra de carbono para ter um menor peso….

Bardini
Bardini
Reply to  Flávio Henrique
1 ano atrás

O tipo 10 visa substituir tanto o Tipo 90 quanto o Tipo 74.

ScudB
ScudB
Reply to  Flávio Henrique
1 ano atrás

Pelas leis do Japão as unidades com peso acima de 40t (vide Type 90) so podem circular em Hokkaido.E nem mesmo um Tipo 10 pode circular em todo território (comentam que 85% das pontes aguentam ele enquanto o Type 90 somente 65% e principais CC ocidentais – 40%).
Um grande abraço!

Alexandre ziviani
Alexandre ziviani
Reply to  Mf
1 ano atrás

Mf, o EB enviou uma comitiva para a Itália para sondar quanto os italianos pedem pelos Leo 1a5 deles,e os italianos,sabendo da grande necessidade que o EB têm destes blindados,subiu consideravelmente o preço dos blindados,o que assustou o EB,já em relação aos Leo 2a4,a situação é a seguinte: os únicos que possuem este blindado no estoque para venda são os espanhóis,que pediram aos peruanos 1,5 euros por cada blindado,e recentemente saiu na infodefensa,que a Espanha vai transformar grande parte destes blindados em IFV,algo parecido com os Marder.

https://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&rct=j&url=http://www.infodefensa.com/es/2018/06/18/noticia-ejercito-preve-convertir-leopard-vehiculos-zapadores.html&ved=2ahUKEwj49ciTwJDfAhVBEZAKHc6CDV8QFjASegQICBAB&usg=AOvVaw2WiQpkHJI4wvPsai3FyTz8

Vicente Jr.
Vicente Jr.
Reply to  Mf
1 ano atrás

Concordo com o colega MF quando diz que ja possuímos todo o ferramental para os Leopard ( KMW do Brasil, infraestrutura, ferramentas, treinamento, pessoal, etc.)

Não podemos cair na tentação de adquirir um Abrams, mesmo que doado…

O ideal mesmo era adquirir e modernizar uns LEO 2A4, e comprar pelo menos alguns LEO 2A7+ para dotar um RCC de vanguarda.

Juarez
Juarez
Reply to  Vicente Jr.
1 ano atrás

Vicente, caso o b venha a adquirir qualquer versão de Leo 2 todo, repito todo o ferramental que nós temos do Leo 1não servirá para nada, tudo é diferente, todo o chão de oficina dos parques terá que ser reformulado.

Elton
Elton
1 ano atrás

Um ATGM bem disparado se acertar a parte de trás ou o compartimento de munição faz a torreta de qualquer MTB voar igual tampa de panela de pressão. Tem muita imagem de leopard 2 e M1 destruídos na Siria e Iraque.

Bardini
Bardini
Reply to  Elton
1 ano atrás

Leopard 2A4 é ultrapassado e não está preparado para lidar contra este tipo de ameaça. Os SABRA deles são mais preparados para isso.
.
E ATGM acertando por trás é uma situação bastante inusitada…

Overandout
Overandout
1 ano atrás

Uma ampla modernização dos 1A5, visto a falta de alternativas, incluindo blindagem (vide C2 MEXAS), etc. Algo que resultasse num Leo 1A5 com esteroides, seria viável?

_RR_
_RR_
Reply to  Overandout
1 ano atrás

Overandout, Olha… Para um Leo 1A5 permanecer em operação… Pra começo de tudo, vai ter que trocar motor e transmissão e o sistema de controle de fogo também vai precisar ser substituído. Só isso já vai uma nota e é obrigatório… Soma-se a blindagem extra ( coisa que exigirá modificações estruturais ), e o custo dessa modernização chega a US$ 1 milhão fácil… E isso tudo aí é só pra manter o CC funcionando, isto é, utilizável por mais alguns anos… Se for pra mante-lo com valor de combate, além das modificações acima, vai ter que obrigatoriamente trocar o canhão,… Read more »

ROBSON PM/DF
1 ano atrás

Esse novo governo possui muitos generais em sua administração, o próprio presidente e militar da reserva, entao, acho que se a decisão for técnica, continuaremos com a família leopardo modernizada, se houver uma aproximação política muito grande com Washington, poderemos vir a adquirir o abrams. Vejo essas duas opções.. agora meu sonho seria um abrams adaptado para ser movido por um motor de combustão interna a diesel de 1500 cv.. canhão de 120 mm e modernos sensores de combate…

Juarez
Juarez
Reply to  ROBSON PM/DF
1 ano atrás

O tal motor de 1500 Cvs que você e outros aqui defendem é tão “alienígena’ para o EB quanto a turbina do Abrams, porque:

Porque é um motor grande de arquitetura baixa, bi turbo, eletrônico e que não temos a s mínimas condições de efetuar qualquer nível de manutenção complexa aqui, a propósito nem os MTU mais antigos de 600 hps dos Leos 1 não chegamos nem perto disto.

Bardini
Bardini
1 ano atrás

O nível de proteção em um blindado está intrinsicamente ligado ao volume interno, ocupado por sistemas e tripulantes. Existe MBT com nível de proteção considerável e isso pesando na faixa da 45 toneladas. . O T-90MS tem apenas três tripulantes (Comandante, Artilheiro, Motorista), e como os predecessores, faz uso do confiável sistema de carregamento automático, que os russos desenvolveram e aperfeiçoaram através de várias décadas. Isso possibilita um melhor arranjo interno, proporcionando um blindado menor e com uma silhueta mais baixa. . Uma tonelada de um T-90MS protege muito mais do que uma tonelada de um Puma, que tem peso… Read more »

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Olha, concordo contigo Bardini, mas me recuso a acreditar que o EB já não venha se preparando(como um plano B, pra quando houver interesse e investimentos pela parte política ,que na verdade deveria ser o A) desenvolvendo/projetando um MBT que lhe sirva assim como na época do Tamoyo e idem no caso do M-113. O projeto do Tamoyo e do Charrua estão se basta atualizar . Novamente afirmo que o EB fazer uma modernização no Léo 1A5 e usar seu chassi de base de experimentos para desenvolver um MBT de acordo com suas necessidades assim como o fez com a… Read more »

luiz henrique
luiz henrique
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Para mim qualquer blindado, não importa qual seja, só vai sobreviver em um ambiente de média intensidade se o mesmo utilizar algum sistema de segurança ativa, a proliferação de armas sofisticas anti-tanque nas mãos de forças muitas vezes não convencionais vai colocar em xeque a viabilidade do uso destes equipamentos, somente uma blindagem passiva não é mais suficiente.

carcara_br
carcara_br
Reply to  luiz henrique
1 ano atrás

E quanto custa a defesa ativa, é viável de se manter um grande número de blindados?

Bardini
Bardini
Reply to  carcara_br
1 ano atrás

Um Regimento poderia ser dotado destes sistemas, visando cenários específicos. Investir nestes sistemas para todos os blindados ainda não é viável, ainda mais quando não existe nada com um mínimo de percentual nacional e sem 0800 aqui.

carcara_br
carcara_br
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Bardini, você acha que valeria a pena?
Quero dizer, já existe uma aproximação russa pra lidar com estes sistemas com disparos duplos com ogivas em tandem (dois mísseis com 4 ogivas). Acredito que não vai demorar muito pra alguém em colocar algum dispersantes na primeira ogiva (algo como chaffs) para dificultar a detecção da segunda. Em fim, parece que quando se trata de blindados os meios de destruição se desenvolvem muito rapidamente….

Bardini
Bardini
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Vamos supor que o Brasil tivesse aceitado ir para a África Central, tocar uma missão de paz em um TO quente. Faria falta um sistema desses, para bater mísseis antigos e RPGs da vida, que poderiam estar em mãos inimigas. . Um MBT como o Abrams para uma missão de paz por exemplo, seria o King Kong dando proteção e apoio de fogo a tropa. Transmite segurança, confiabilidade, levanta a moral da tropa que vai pra lá dar a cara a tapa. Mas um sistema como o Iron Fist poderia ser montado sobre alguns Guaranis 6×6 também, visando este tipo… Read more »

Vicente Jr.
Vicente Jr.
Reply to  carcara_br
1 ano atrás

Eu li por aí que o trophy
Israelense estava sendo instalado em Abrams americano por 450 mil dólares por tanque…

Em uma eventual modernização dos Leo 1A5BR, um sistema desse deve ser incluído, pelo menos para 1 regimento de carros de combate.

Paulotd
Paulotd
1 ano atrás

Leopard 1 A5 vai continuar, com munição APFSDS moderna ela ainda faz um bom estrago, mas ele tem de ser complementado com um carro de maior capacidade, e nesse interim o M1A1 Abrams dos estoques americanos via fms viria a calhar.. Carro excelente, que com uma revisão geral tem mais 30 anos pela frente, e ainda é fácil de obter peças no mercado!

Paulo costa
Paulo costa
1 ano atrás

Acho incrível como mais uma vez estamos debatendo sobre os carros de combate e e difícil chegar a um consenso que agrade todos… De minha parte, acho que o Exercito Brasileiro vai Muito Bem … obrigado ! O nosso EB apesar dos cortes esta se reequipando, se modernizando, se reorganizando, fazendo suas operações e treinamentos … enfim ta tudo funcionando. Agora, a crise acabou, temos novo governo, novo comando, novo orçamento, novo ano e tem tudo a favor do Exercito aceitar a proposta da KMW do Brasil e construir um MBT e um IFV tendo como base o Carro Combate… Read more »

Control
1 ano atrás

Srs Considerando que: Há uma mudança geopolítica em curso, onde uma potência em ascensão, a China, está a colidir com a potência hegemônica atual, o EUA, situação que está gerando uma Guerra Fria em nova versão; A China, tem necessidade de matérias-primas e alimentos e, em função disto, tem trabalhado para garantir tais recursos da África e da América do Sul, continentes que ainda tem áreas passíveis de maior exploração agrícola; A China está implantando uma rede de bases navais no Índico e no Atlântico Sul, sinal que dá muita importância as suas rotas de comércio até o Atlântico Sul;… Read more »

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Control
1 ano atrás

Mix perfeito K-2+K-21 (único IFV que leva 9 soldados)… Sobre o IFV é praticamente certo o uso das torres do Guarani isso que dizer UT30BR e TORC30 e Remax (variantes de engenharia, APC?)

Bardini
Bardini
Reply to  Control
1 ano atrás

Magach é uma completa loucura e falta de qualquer bom senso… . Modernizar M60, no início de 2020 é outra completa loucura. A própria versão SLEP que você citou, é coisa que vem sendo propagada pela internet desde de 2012, e mirava especialmente os Turcos. Os Turcos já definiram o Altay e ninguém comprou um pacote de modernização SLEP. E nem vai comprar, pelo andar da carroça. . “Ahh… Mas M60 seria lindo, pq seria super barato via FMS…” . Me engana que eu gosto!!! FMS significa comprar e modernizar lá fora, pagando em dólar. . SLEP: Tem de comprar… Read more »

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Há uma versão com o canhão Bushmaster II MK 44….

Bardini
Bardini
Reply to  Flávio Henrique
1 ano atrás

Não é pelo calibre do canhão. O que pega é que a torre é tripulada. Torre tripulada requer espaço interno, isso é o que mata o arranjo. Acaba que só leva 6 combatentes.

Control
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Jovem Bardini
Considerando os fatos e o cenário provável para os próximos anos, qual é a sua solução?
Sds

Bardini
Bardini
Reply to  Control
1 ano atrás

Vou tentar resumir um pouco do que eu penso… Meu entendimento é o seguinte: o foco de toda a próxima década deve ser avançar o máximo possível no programa Guarani. Isso em todas as versões e frentes, incluindo o 4×4. O negócio é investir pesado nos meios da Infantaria Mecanizada, que representam um excelente custo x benefício para cenários de GLO, estabilização, missão de paz, conflito de baixa e média intensidade, já que um cenário de combate convencional, de alta intensidade não se faz presente no horizonte. É coisa que pode ser adquirida em maior quantidade e não é caro… Read more »

Control
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Jovem Bardini Toda a evolução que você colocou tem lógica, porém implica em um cenário em que o Brasil no será incomodado, o que significa, por outro lado, que nem mesmo os sonhados Guarani 8×8 seriam necessários, bastando o EB focar seus esforços em GLO’s, uma necessidade imediata, e ignorar as forças blindadas pois não há, no presente, ameaças nas fronteiras a não ser o crime transnacional. O problema é que parece que o mundo não está agindo conforme seu script. Pelo contrário, o que temos é as nações se preparando para uma realidade de possíveis combates convencionais entre nações… Read more »

Bardini
Bardini
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Cara… Esse é um cenário para os próximos 10 anos. Focar no Guarani é o agora, é a prioridade e é coisa que já está andando e que vai durar muito tempo na ativa por custo que pode ser mantido.
Manter uma Brigada Blindada com Leopard 1A5 enquanto outra Brigada Blindada receberia Abrams é coisa pra já começar a arranjar nos próximos anos e executar até a metade da década de 20, pq Leopard 1A5 já era, tá no bico do corvo.
.
Se isso se realizar já é muito mais do que se tem hoje.

Sidy
Sidy
1 ano atrás

Sou leigo no assunto, mas não consigo imaginar a China tentando invadir um país de dimensões continentais como o Brasil. Além da dificuldade inerente à logística exigida para tal, uma agressão deste tipo teria, imediatamente, uma resposta por parte dos EUA, que certamente forneceria todo apoio militar necessário para evitar que os chineses se estabelecessem por estas bandas.
Obviamente, tudo pode acontecer neste mundão de Deus, mas não acredito na aquisição de tantos blindados, até porque não temos grana para isso.

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Sidy
1 ano atrás

Quanto tempo demoraria para chegar o apoio dos EUA ? Será que teríamos força para resistir? Teriamos garantia algum apoio? Quem garante que o apoio militar virá? E por fim quem não garante que aqui vire uma Ucrânia da vida? Onde o apoio é só em palavras e sanções ou seja não vale lá muita coisa hoje em dia…. Temos que estar preparado para o pior sempre…

Sidy
Sidy
Reply to  Flávio Henrique
1 ano atrás

Esta lógica.da Ucrânia não se aplica. Há um mar a se atravessar. Então lhe pergunto: quanto tempo levaria para os chineses trazerem soldados e blindados suficientes para ocupar um terreno mínimo aqui? E cono isto seria feito? Basta os EUA encostar uma frota aqui, subs e PAs, e já era. Porque os EUA viriam? Para defender “o quintal deles”. Ou alguém acha que assistiriam passivos um movimento desta amplitude? Devemos ter Forças Armadas de acordo com as ameaças prováveis. Uma invasão chinesa aqui é simplesmente uma maluquice, pois se o argumento é obter alimentos e minérios, nenhum deles estaria disponível… Read more »

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
Reply to  Sidy
1 ano atrás

Porque invadiriam para tomar o que está a venda, eles podem comprar o alimento ou comprar terras para produzir aqui, nós os receberemos de braços abertos.
Não existe a menor necessidade de nos invadir.

Control
Reply to  Walfrido Strobel
1 ano atrás

Jovem Walfrido
Assim que eles começarem a produzir em terras brasileiras alimentos para a China, transportarem os produtos por ferrovias e portos chineses, tudo com mão de obra chinesa e com preços bem baixos que resultam em valores de taxas e impostos também baixos, o Brasil, como qualquer outro país irá se incomodar, sim.
Sds

Control
Reply to  Sidy
1 ano atrás

Jovem Sidy Se a China ou qualquer outro país que disponha de um poder militar suficiente tiver seus interesses prejudicados pelo Brasil agirá militarmente contra nós, sim. As relações entre as nações são geridas por interesses e pela vontade de quem pode mais. Na IIGM, a Alemanha iniciou a guerra invadindo outros países em busca de espaço vital e o Japão invadiu a Malásia atrás de borracha e, recentemente, a Rússia tomou a Crimeia para melhorar seu acesso ao Mar Negro. Cabe observar que as ponderações apresentadas não trataram especificamente de uma provável invasão do Brasil pela China, mas sim… Read more »

Sidy
Sidy
Reply to  Control
1 ano atrás

Caro Control, O Brasil poderia até sofrer sanções por parte da China, mas realmente não consigo vislumbrar um cenário onde eles conseguiriam, por via da força, vir aqui, tomar terras cultiváveis e mante-las por via da força. Com todo respeito, parece roteiro de ficção de filmes como Mad Max. Acredito sim que temos que ter uma capacidade dissuasória de forma a fazer com que um inimigo pense duas vezes antes de nos atacar, mas isso deve ser feito dentro de cenários mais prováveis e através de outras armas, como submarinos, sistemas anti-aéreos e tropas aptas a um embate irregular, que… Read more »

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Control
1 ano atrás

Caro Sidy a gente não temos que ter a capacidade de destruí-los por completo mas devemos ter a capacidade de fazer as pedras serem passadas o suficiente para dissuasilo, e/ou aplicar uma perda tão grande que até com um espirro eles caiam, ou seja, não precisamos de dá o último golpe pois tem inúmeros países que disputaram por ter esse privilégio….Por isso é tão importante terSBR, SSN, NAe e CT na MB; Gripen e KC-390 na FAB; Guarani, Astro 2020 no EB; além de MBT e IFV no EB e no CFN…

Sidy
Sidy
Reply to  Control
1 ano atrás

Flavio, meu ponto é que devemos ter um bom potencial dissuasório, e para tal devemos centrar esforços nos melhores meios de dissuasão (óbvio não?)
Por exemplo: vc citou o NAe. Porque precisamos de um, na pindura que estamos? Ele é uma arma de ataque. Melhor apostar em uma boa força de submarinos.
Esta lógica eu estendo às três forças: ter o que podemos manter e operar, com maior capacidade dissuasória.

Control
Reply to  Control
1 ano atrás

Jovem Sidy
Quanto a um cenário inimaginável, é só você dar uma olhada na história humana, pode ficar apenas nos últimos dois séculos, que você encontrará casos de ações como guerras e ocupações visando tomar território; por motivos os mais diversos.
Sds

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Control
1 ano atrás

Sidy uma NAe é uma arma multifunção pois permite vigiar uma grande área, além de ser um dos únicos meios para se caça de forma rápida e eficiente outro NAe, por meio de suas aeronaves, ele também garante proteção ao CFN no desembarque principalmente quando deve-se tomar pontos estratégicos inimigos, volto a ressaltar que é bem provável a criação de uma base chinesa na África ocidental o que pode encurtar a distância, e por último ele é importante para levar a guerra para território inimigo caso seja necessário para acabar com as hostilidades, vale outra ressalta o fato da china… Read more »

Flávio enrique
Flávio enrique
Reply to  Sidy
1 ano atrás

1° é bem provável que a china faça uma base na Africa principalmente no lado “Ocidental”
2° Essa logica se aplica no que diz respeito a ajuda externa em um conflito poder ser contra a China ou outro estado.
3° A china é uns dos poucos países que aguentaria o numero de baixas geradas por um conflito desse porte contra o Brasil, são 210 milhões vs 1,4 bilhões e sim números importa.

Sidy
Sidy
Reply to  Flávio Henrique
1 ano atrás

Digo mais: os chineses não vão invadir militarmente o país. Vão comprar. Vide nosso setor elétrico, que já está na mão deles.

Control
Reply to  Sidy
1 ano atrás

Jovem Sidy Nosso sistema elétrico ainda não está nas mãos deles. Apenas algumas linhas e usinas (destaque para o complexo Ilha Solteira) e duas distribuidoras é que tem o controle chinês. É claro que é por enquanto. Quanto a comprar o Brasil, provavelmente não seria interessante pois seria muita gente para incomodar, gente mal acostumada e não trabalhadora, segundo os chineses. Mas uma parte sim. Talvez até fosse bom o Brasil discutir o assunto com os chineses, pois eles tem bastante interesse na região Matopiba (terras, estrada de ferro e porto). Poderíamos imitar a Rússia Czarista no negócio do Alasca… Read more »

Sidy
Sidy
Reply to  Sidy
1 ano atrás

Colombelli, não consigo imaginar como seria possível tocar uma agricultura em um pais invadido na América do Sul e depois enviar o alimento colhido para a Asia. No mais, eles não estão tentando, estão comprando. O setor elétrico está todo na mão de corporações chinesas. Estão atuando também na implantação de transporte ferroviário e comprando terras e criações Brasil afora. Então, acho que não faz sentido eles quererem invadir, correndo o risco de inviabilizar o objeto de interesse, quando podem simplesmente comprar. E sai barato, porque exportamos alimentos e minério e depois compramos de volta na forma de manufaturados, que… Read more »

Sidy
Sidy
Reply to  Sidy
1 ano atrás

Colombelli, entendo que tenhamos que contemplar todas as possibilidades, mas seria simples se tivéssemos um monte de dinheiro e pudéssemos comprar tudo que precisamos. A questão é que não temos. Talvez eu não tenha me expressado inicialmente da melhor forma, mas o que defendo é que tenhamos o investimento de nossas parcas fontes feitos parcimoniosamente, onde é mais necessário. Algo tipo: pega M1s via FMS e monta uma brigada, compra Leos 1A5 adicionais para pelo menos poder manter o que temos rodando e vamos em frente, ver o que mais precisa. O que não dá é pensar em ir lá… Read more »

Art
Art
Reply to  Sidy
1 ano atrás

A China não precisa invadir só usar e estimular um conflito via estado vassalo. “Proxy war” muito comum na guerra fria.

Sidy
Sidy
Reply to  Art
1 ano atrás

Art, aí voltamos a “ter que podemos operar”, dentro do contexto da América do sul.
Que é o que eu defendo.

Socrates Pereira
Socrates Pereira
1 ano atrás

Alemanha é uma vergonha!

Antunes 1980
Antunes 1980
1 ano atrás

O país que o Brasil deveria se espelhar é a Austrália. Eles operam Abrams, Apaches, F-18 SuperHornets…. Se chegássemos perto disto estaríamos em um nível altíssimo. Vejo varios foristas conceituados, pensando pequeno, falando que o Brasil não pode isso, não tem capacidade para aquilo. Em algum momento o Brasil terá que investir até o que não tem para dar um salto tecnológico. A conta virá alta, é um fato. Porém se o trabalho for bem feito, valerá muito a pena. Parceiros no mundo de hoje é o que não faltam para diluir estes custos. O projeto Gripen NG é uma… Read more »

Paulotd
Paulotd
1 ano atrás

Deveria haver um mix Abrams M1A1 e Leopard 1 A5. Abrams seria o MBT do EB, a ponta de lança, assim como os Bradley são o apoio dos M1A2 da USMC. Tá cheio de M1A1 estocado nos uUSA, que viria barato por FMS. Chega de sonhar com modernizações caras. O Guarani continuaria forte, com a TORC 30 e interação dos MSS 1.2 AC para aumentar o poder de fogo.

Já disse anteriormente. precisamos de 120 M1A1 para complementar os M1A5, pronto temos uma força blindada razoável por mais 20 anos, pra chinês nenhum botar defeito.

Vicente Jr.
Vicente Jr.
Reply to  Paulotd
1 ano atrás

Acho que deveríamos esquecer essa questão do Abrams, não vale a pena, por tudo que já foi exposto aqui: logística do EB, ferramental, instalações, treinamento, KMW do Brasil, etc.

Precisamos mesmo é adquirir e modernizar uns Leopard 2, modernizar uma parte dos Leo 1A5, fazendo um mix desses carros no total que o EB precisa (creio que 350 CCs)…

Paralelo a isso, a construção dos Guaranis em larga escala e o projeto e construção do “Guarani 8×8” (semelhante ao centauro italiano)

Paulotd
Paulotd
1 ano atrás

Não é porque tem um representante no Brasil que o carro merece destaque. Leopard 2 já foi explicitado, as unidades que tem disponíveis em estoques estão no olho do boi (verifique o comentario do companheiro que disse que o Peru foi lá verificar o estoque holandês de Leo 2 A4, e não animou. Abrams é beberrão? Sim, mas pode vir barato, Tio Sam quer um bom relacionamento com nós e esse é o momento de se aproveitar disso e pegar armamento moderno e barato As unidades alemãs no estoque de Leo 2 A4 estão sendo modernizadas e voltando a linha… Read more »

Juarez
Juarez
1 ano atrás

Vamos lá. de novo, explicar o óbvio: Existem no mercado cerca de 230 ou 240 células de Leo 2A4 que sejam pares de construção, ou para leigos, que tenham sido construídas de forma exatamente igual com os mesmos ROs??? Naaaaaaaaaaaaooooooo, não tem, tem 50 células espanholas, 60 norueguesas, 50 suíças e cada lote destes com especificações de cada exército comprador, e ainda, custam 2,5 milhões cada uma e será necessário mais 2,5 milhões de euros para porem condições de combate, e mais um tanto para prepara os parques de manutenção e treinar pessoal. Sabem o que iríamos arrumar para nós:… Read more »

rdx
rdx
1 ano atrás

Continuo achando que a melhor solução é pegar 120 M1 Abrams a preço simbólico para complementar o Leo 1A5. A oportunidade de padronizar a cavalaria com Leo 1A5 foi perdida. Para pegar sucata e gastar uma fortuna com modernizações…e melhor pegar sucata mais avançada e de graça no deserto dos EUA.

rdx
rdx
1 ano atrás

Seleciona as 60 melhores para equipar um RCC e o centro de instrução e usa as demais como fontes de peças.

sergio ribamar ferreira
1 ano atrás

Concordo com o Sr. control e Sr. Comlombelli. Há , sim uma possibilidade de invasão , citando só a parte agricultável(Bem lembrado pelo Sr. Colombelli). Uma área extensa da China está em processo de desertificação. O espaço agricultável no Brasil pode ser invadido e implementar-se-á um governo satélite. A escoação das matérias- primas podem ser escoadas via oceano pacífico através de algum país ou países fronteiriços e com interesses também. Isto pode ocorrer agora, daqui a 10 , 20 anos probabilidade. Mas como é bom ‘prevenir do que remediar’, fiquemos atentos. Lembrando , o poder de dissuasão também se fará… Read more »

Welt
Welt
Reply to  sergio ribamar ferreira
1 ano atrás

Além da questão geopolítica…
Duvido muito de uma grande operação a grandes distâncias vindos dos Chineses. A começar pela aviação de carga deles…

colombelli
colombelli
Reply to  Welt
1 ano atrás

Welt, hoje não. mas daqui dez anos ou 20? e não esqueça dos trairas daqui que forneceriam portos pra eles. Lembra da base deles na argentina? a infecção começa com uma cepa pequena sempre. Ainda temos gente do naipe do morales e do maduro por ai. Não tenha ilusões, aqui ninguem gosta do Brasil.

Elton
Elton
1 ano atrás

O Egito, Iraque e Áustralia operam o M1 será que somos tão ferrados que não podemos aprender a operar e modernizar os M1.e nosso exército não consegue cortar pessoal para alocar recursos para equipamentos melhores porque acho que a gente e o único país do mundo que brinca de brigada blindada usando leopard1 e fazendo de conta que M-113 e um IFV .

Bardini
Bardini
1 ano atrás

Ah, pelo amor de Deus, a China não vai invadir militarmente o Brasil pra roubar terra. Isso é cenário para lá de fim do mundo e custaria absurdamente caro para eles combater em um conflito irregular por estas bandas. Eles não tem sequer a experiência de combate que os franceses tem, quem dirá os americanos. O exército deles ainda é um tigre de papel, que não combateu. . A China tem amplas formas e capacidades de colocar o Brasil de joelhos sem disparar um tiro sequer… Basta levantar sanções semelhante as que os EUA aplicaram no Irã que nós voltamos… Read more »

Control
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Jovem Bardini
O Brasil é um país que exporta pouco, com menos de 10% de seu PIB resultante das exportações. Nós somos um país muito fechado e quase auto-suficiente (quase igual ao Tio Sam).
Nossas exportações para a China representam menos de 2,5% do PIB. Ou seja, sob o aspecto econômico a China pouco poderia nos afetar.
Para nos pressionar ela precisaria usar de outros meios, sendo os mais óbvios, os diplomáticos-militares.
Sds

Bardini
Bardini
Reply to  Control
1 ano atrás

Você sabe como são as sanções aplicadas ao Irã? Parece não saber… . Outra coisa. Toda a economia está interligada e se basear no PIB para desprezar o mercado chinês é uma completa ilusão. . A China representa um mercado de mais de 35 bilhões de dólares para o Brasil. Se não tem pra quem vender ninguém planta, se não planta o setor de máquinas fecha as portas. Se o setor de máquinas para o setor de serviços para. Se o setor de serviços para o setor do comércio sofre, assim por diante. Mas não é só isso. O Brasil… Read more »

Control
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Jovem Bardini Uma das técnicas mais comuns de debates é desqualificar o adversário, mas isto só tem sentido se o objetivo for ganhar o debate na marra tendo razão ou não. Apresentei uma série de fatos cujo objetivo era mostrar a necessidade do Brasil reforçar sua capacidade dissuasória, e, no que se refere aos CC’s, da dificuldade do EB em melhorar seus meios face a falta de dinheiro e pouca disponibilidade de alternativas economicamente viáveis. Por aplicação de uma das mais manjadas técnicas de debate, o assunto foi desvirtuado para a possibilidade ou não da China invadir o Brasil. Ora,… Read more »

Soldat
Soldat
1 ano atrás

Noticia interessante:

Mas tudo só vai ficar no papel é uma criação para acalmar os ânimos com os Âmis que estão exigindo que os Alemães morram pela OTAN E A UE.

Enfim essa divisão só constara no papel…….o resto é lenda…os próprios Alemães no futuro exigirão que os Âmis saem e levem suas armas pois sabem que são alvos para os Russos e os Russos já avisaram que qualquer pais na Europa que tenha armamento ofensivo Anglo-Americano serão destruídos rapidamente saiu no jornal essa semana essa ameaça.

Antunes 1980
Antunes 1980
Reply to  Soldat
1 ano atrás

A segunda guerra já acabou a mais de 70 anos e os países europeus ainda se permitem a obedecer cegamente os Estados Unidos. Sabem por que ?
Os Estados Unidos é o país do mundo que mais compra carros alemães, alimentos franceses e italianos, medicamentos, etc. A Europa depende integralmente dos Estados Unidos. Enquanto houver esta relação, baseada no medo de perder bilhões de dólares em negócios, a OTAN jamais irá acabar. O resto é papo de mulher de malandro, fala fala, mas não toma uma atitude.

Carvalho
Carvalho
1 ano atrás

Enquanto os chineses não chegam, indico:
“O Hezbollah pode dominar o PCC ”
https://istoe.com.br/o-hezbollah-pode-dominar-o-pcc/

Diz na matéria: “Na Tríplice Fronteira, o Hezbollah contrabandeia cigarros graças ao ex-presidente paraguaio Horacio Cartes”

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Carvalho
1 ano atrás

Isso mais o fato do presidente gosta de Israel, é bem provável que Israel faça alguma parceria para acabar com o financiamento do Hezbollah…. o que pode ser algum bom para o Brasil já que pode significar obtenção de meio e tecnologia..mas acho que é provável que seja em relação a VANT’s e software para rastreamento e desmantelar as operações do grupo…

Flávio Henrique
Flávio Henrique
1 ano atrás

Não, seria mais proveitoso o EB forma uma brigada expedicionária e equipa-la com um MBT mais pesado em dois RCC? No caso ess de regimentos seria formado por M1 ou Leopard 2, prefiro o M1 para essa função, e modernizar/reforma o Leopard 1A5 ? E com essa reforma modernização dá início a uma nova família de blindados, em um chassi próprio pois o do Leopard só é mais protegido que um IFV (isso nas melhores das hipóteses)? Com os M1 ou Leopard 2 daria baixar nos M60… Sobre a motorização do M1 entendo que a turbina seja melhor numa força… Read more »

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Flávio Henrique
1 ano atrás
Augusto L
Augusto L
Reply to  Flávio Henrique
1 ano atrás

O próprio EB está estudando uma força expedicionária.

_RR_
_RR_
Reply to  Flávio Henrique
1 ano atrás

Flávio, O problema é sempre dinheiro… A prioridade dada a uma força expedicionária para um MBT mais pesado, é algo lógico. E uma companhia de M1 não seria nada irrealizável. Mesmo os IFVs mais modernos, como o ‘Puma’, tem um nível de proteção melhor que o ‘Leopard 1A5’… Tal como estão, qualquer RPG os coloca fora de ação, independente de onde acertem… Repotencializa-los pode ser uma saída, mas seria a última delas… Enfim, em termos de logística, o ‘Leo 1’ já está consideravelmente comprometido… Particularmente, sou favorável a um ‘mix’ de carros. Ao menos um RCC completo e um RCB… Read more »

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Flávio Henrique
1 ano atrás

Caro Colombelli, eu usei o terno errado mas a ideia seria utilizar uma já existente. Sobre seu uso seria mais para complementar o CFN (em muneros da força de cavalaria blindada). Não estou considerando só as missões de paz mas também a possibilidade do Brasil se envolver em conflitos maiores.

Carvalho
Carvalho
1 ano atrás

Existem algumas técnicas bem simples de formulação de cenários
Uma hipótese:
– Quando os chineses chegarem, serão recebidos como salvadores, para restabelecer a ordem.
Uma certeza:
Em qualquer hipótese, não adiantará termos Exército, pois este já estará exaurido.

Juarez
Juarez
1 ano atrás

Li todos os posts e o melhor cenário, na minha opinião foi traçado pelo Bardini. Poderíamos adotar o M1A1 que vem quase graça, modernizar via FMS, porem, para tão somente dois RCCs da brigada blindada aqui do RS. Porque aqui: Porque tanto Sta Maria, quanto Rosário do Sul aonde estão os dois,ficam a 100 km de Saica, o que facilitaria tremendamente o deslocamento destes em treinamento. O centro de treinamento tambem e em Sta Maria. Seria necessário a remodelação do parque deanutencao para atender-los. A vantagem de se optar pelo Abrams e que será possível termos 120 carros exatamente iguais,… Read more »

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  Juarez
1 ano atrás

Que os anjos digam amém!!!
Já podiam é comprar estes 120 e já deixando mais outra remessa encaminhada.

Recce
Recce
Reply to  Juarez
1 ano atrás

Eles estão só nos esperando lá no Sierra Army Depot…

https://goo.gl/maps/r8QXLNVBjUz

Luiz Floriano Alves
1 ano atrás

Os Leos trouxeram para o EB a arma mais completa, a MG-42, na sua versão moderna, a MG3, no calibre 7,62 NATO, o mesmo dos FAL. Essa arma tornou as divisões alemãs, em pesadelos para enfrentar. O seu formidável volume de fogo faz uma imensa diferença no campo de batalha. Bem que poderíamos aproveitar a ocasião e dotar todas as unidades blindadas/mecanizadas desta MG3. O poder que esta arma agrega é incrível. A HB-M2, .50 serve a outros propósitos, não deve equipar os Guaranís e M-113, por exemplo.

Paulotd
Paulotd
Reply to  Luiz Floriano Alves
1 ano atrás

EB padronizou a FN Mag que é tão boa quanto. A diferença na cadência de fogo é pequena (800 vs 1100) em relação a MG3, a Fn Mag tem outras vantagens como melhor precisão, e esquenta menos, dando maior longevidade ao armamento, e em combate é menos munição desperdiçada. A MG3 tem maior cadência e é um pouco mais barata, ambas são muito confiáveis.

Ivan
Ivan
1 ano atrás

E o assunto era: “Exército Alemão forma o sexto Batalhão de Tanques.” . Realmente não existe a menor possibilidade de debater o que está proposto na matéria – e olha que tem muita coisa – ou nos dados periféricos. – Apenas um Batalhão Panzer em tantos anos significa alguma coisa no Exército Alemão? – E significa para a OTAN? – Porque a formação Panzer alemã é ternária? – Porque eles ainda alinham separadamente batalhões Panzer e Panzergrenadier? – Porque eles não implementaram unidades mistas – carros de combate e infantaria blindada – em unidades do tamanho de batalhão, como os… Read more »

Agnelo
Agnelo
Reply to  Ivan
1 ano atrás

Não sei porque são ternários em suas Bda. Talvez os Apoios deem um bom Poder Relativo de Combate na doutrina deles.
Quanto à formação da OM mista. Isso é mais complexo.
Um RCC quando troca com um BIB duas SU, eles ficam iguais em SU de manobra, porém as SU Cmdo Ap são diferentes, assim como a “forma de pensar” a manobra entre o EM do BIB e do RCC.
Isso é ponderado em qual OM assumirá qual função na Manobra.
Talvez os alemães pensem assim.
Sds
Agnelo, varios P3M depois! Kkkk

Ivan
Ivan
Reply to  Ivan
1 ano atrás

Agnelo, . Os alemães entendem que uma força Panzer deve ser, necessariamente, de armas combinadas, desde a época de Heinz Wilhelm Guderian. Isso pode ser observado no cuidado que eles tem de manter mobilidade semelhante entre seus carros blindados, algo como: Leopard 1 com Marder; Leopard 2 com Puma. . Entretanto, a combinação de armas parece se dar em nível superior a unidade (batalhão), talvez no nível Brigada ou, mais provável, força-tarefa combinada. . A questão ternária – unidades formadas por 3 (três) subunidades – aparentemente se deve à experiência deles no passado e muitos exercícios em tempo de paz.… Read more »

Agnelo
Agnelo
Reply to  Ivan
1 ano atrás

Boa tarde
Sim, realmente é a melhor forma.
Acredito q eles fazem as FT como nós para operar e aquartelam por Arma.
Dosam se mais Inf ou mais CC ou equilibrado de acordo com a situação.
Forte abraço

Agnelo
Agnelo
Reply to  Ivan
1 ano atrás

Boa tarde Colombelli
A formação de FT é em todos os níveis independente da quantidade de Ini e dimensões da Zona de Ação.
Na Bda, as OM formam FT Unidade. Dentro destas FT, formam-se FT SU e, inclusive, podem ser formadas FT Pel.
Entendo q a Mnt “em paz” é mais fácil com os meios aquartelados em uma mesma Ntz.
Nos EUA, q ficam em Fortes, a Bda ou Div inteira, não faz diferença, mas onde as unidades são mais dispersas, isso ajuda.
Abraço

Agnelo
Agnelo
Reply to  Agnelo
1 ano atrás

Há essa ideia para Bda Inf Pqdt, mas como o Gen Fernando disse, futuro próximo MD, tá tão caro construir e transferir a Bda toda pra lá, q sai mais barato uma ou duas horas a mais de voo dependendo da missão.

Agnelo
Agnelo
Reply to  Agnelo
1 ano atrás

Camarada
Escrevi e o dobermann engoliu…
Mas a Bda Pqdt centralizada é o seguinte.
Teoricamente é uma boa ideia e ainda não caiu.
O problema é q, como o Gen Fernando, próximo MD, disse, saiu tão caro construir outras instalações e transferir tudo, q por enquanto é melhor mais duas horas de voo dependendo de onde será empregada.

Art
Art
1 ano atrás

Bem sinceramente o projeto guarani com viatura 4×4 e 8×8 seria a prioridade. Não dá pra ficar com os Marruás sem blindagem as favelas do Rio já provaram isso. E o 8×8 seria natural, o Super AV projeto derivado do guarani 6×6. A vtr 8×8 canhão 120mm, ou comprar o centauro mesmo. O EB não suporta duas brigadas blindadas, o certo é trocar a infantaria motorizada por mecanizada (já está em curso), uma brigada cavalaria mecanizada (com guarani 6×6, 4×4 e 8×8) e uma blindada.Os M1 fazem sentido pois modernização via FMS. Problema será o lobby da KMW.

Art
Art
Reply to  Art
1 ano atrás

o melhor seria aposentar os M60, substituir por M1 via FMS (100 unidades) montar uma pequena logística e doutrina e manter o projeto guarani.

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Art
1 ano atrás

Se o M1 for versão A1 os M60 podem ser reaproveitados como veículo lançador de pontes, a versão do mesmo aguentar até 60t e o A1 tem 57 e uns quebrados…

Luiz Floriano Alves
1 ano atrás

Enquanto formos carentes de meios os velhos e bons M-60 devem ficar numa segunda linha. Sediar em regiões menos suscetíveis de atrito. Já os M-113, estes, sim, não se usam mais. Os conflitos do Yemen mostram a devastação nas colunas de M-113. Causadas por RPG, e os canhões de 23 mm. de fogo rápido fornecidos por russos. O M-113 requer uma blindagem de reforço para serem minimamente operacionais. Jamais empregando contra defesas que contem com artilharia AA ou AT. A unica vantagem é que estão disponíveis em vários países e por preço irrisório, ou doação mesmo.

Luiz Floriano Alves
1 ano atrás

Colombelli A MG-42 foi considerada uma das melhores armas de apoio a infantaria. Depois da guerra os EU tentaram fabricar uma cópia, porém lhe faltou expertize em estamparia de precisão e tb por oposição dos fabricantes. Algumas das suas propriedades foram copiadas na MAG, como o sistema de carregamento. Só falharam ao não adotar os tambores que evitariam o decréscimo na cadencia de tiro ao se elevar a arma e pender o cinto de elos descartáveis. A cadencia tb é maior do que o citado, fica entre 1100 e 1200 disparos por minuto. É uma barragem de fogo impressionante. Amigos… Read more »

andrepoa2002
andrepoa2002
1 ano atrás

São belíssimos esses leopards, pena que o Brasil não conseguiu alguns da segunda geração.

paulo souza
paulo souza
1 ano atrás

e esse aumento tem um agravante: com a holanda sem tanques, justamente porque a alemanha os tinha em quantidade e proveria a defesa da europa central. isso foi em 2011. e agora josé?