terça-feira, abril 20, 2021

Saab RBS 70NG

Certificação da 5ª Bda C Bld como Força de Prontidão

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Santa Maria (RS) – Entre os dias 26 e 30 de outubro, o Centro de Adestramento – Sul (CA – Sul) apoiou o Comando Militar do Sul (CMS) na certificação da 5ª Brigada de Cavalaria Blindada (5ª Bda C Bld) como Força de Prontidão (FORPRON) da Força Terrestre.

A certificação, que é a segunda fase do Ciclo de Prontidão, abrangeu as 3 modalidades de simulação (construtiva, virtual e viva) dentro de um mesmo tema tático.

Para o início da simulação construtiva, foi realizado nas instalações do CA – Sul, entre os dias 14 e 16 de outubro, o treinamento dos operadores e controladores das unidades que foram empregadas como peças de manobra no jogo de guerra. A simulação virtual e viva foi conduzida em 3 fases:

1ª Fase – Treinamento militar a distância (TMAD): realizado nas Organizações Militares (OM) participantes, entre os dias 19 e 30 de outubro, para a revisão de técnicas, táticas e procedimentos (TTP) necessários ao exercício e adaptação ao VBS3, software utilizado na simulação virtual, e aos Dispositivos de Simulação de Engajamento Tático (DSET);

2ª Fase – Simulação virtual: de forma presencial e sucessiva, empregando o VBS3 nas instalações do 1º Regimento de Carros de Combate (1º RCC); e

3ª Fase – Simulação viva: entre os dias 26 e 30 de outubro, no Campo de Instrução Barão de São Borja (CIBSB), sediado no município de Rosário do Sul (RS), exercício no terreno para as subunidades (SU) certificadas, utilizando os DSET e os observadores e controladores de adestramento (OCA) capacitados pelo CA – SUL.

Para a validação da certificação, o CA – Sul empregou cadernetas de certificação, contendo as fichas de observação (baremas) acerca do trabalho de comando e estado-maior, do trabalho de comando de SU e escalões inferiores e dos objetivos de adestramento para as SU, a fim de balizar a avaliação do exercício.

FONTE: Agência Verde-Oliva/CCOMSEx

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charles
charles
5 meses atrás

Trabalho Continua depois, muita água e sabão…assisti dias atrás vídeo sobre a evolução dos Blindados Alemães, desde 1ª guerra até os dias atuais. Mesmo com todo o esforço do Exército, após ver o vídeo citado, o sentimento é desanimador…

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Reply to  charles
5 meses atrás

Poderia explicar porquê Charles ?

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Reply to  Diego Tarses Cardoso
5 meses atrás

Eu acompanho o uso do Leo1A5 no EB desde que chegou e vejo que o CC aumentou muito a capacidade blindada de nosso país, assim como o conhecimento da força sobre o tema.

gordo
gordo
Reply to  Diego Tarses Cardoso
5 meses atrás

Para o cenário Sul Americano é mais que suficiente, na pior das hipóteses é um dissuasor respeitável que deixa caro qualquer aventura.

Tomcat4,2
Tomcat4,2
Reply to  gordo
5 meses atrás

Galera insiste em super trunfo, ainnn fulano tem isso, siclano aquilo, esquecem de doutrina de emprego, prontidão, logística, industria bélica pra suprir suas forças na hora do tumulto . Temos isso tudo por aqui e isso faz o Brasil,queiram ou não, a MAIOR POTÊNCIA MILITAR DA AMÉRICA LATINA e isso é um fato!!!

Glasquis 7
Reply to  Tomcat4,2
5 meses atrás

Sempre que leio o termo super trunfo, fico na dúvida. Por que não se aplica ao Brasil? Pois hoje, a maior potência da América Latina, só é considerada como tal, devido ao seu orçamento e ao número das suas tropas pois, de resto, a sua indústria pouco teria a acrescentar numa guerra moderna pois os conflitos são muito rápidos, veja o caso das Falklands, apenas 4 meses. Quantos A 29 conseguiria entregar a EMBRAER nesse prazo? Quantas Tamandaré, quantos Scorpene, quantos Gripen? A capacidade de combate se mede por aquilo que se tem no momento e, embora o Brasil esteja… Read more »

Alfredo Araujo
Alfredo Araujo
Reply to  Glasquis 7
5 meses atrás

Não entendi o seu ponto.
Os EUA são a maior potência militar já vista no mundo… Em caso de conflito, quantos F-35 a Lockheed entregaria em 4 meses ? Quantos submarinos nucleares ? Quantos LCS e/ou DDGs ?
Nenhum !
.
Quer comparar a complexidade de se fazer um sistema de armas moderno, com um avião/navio/sub da segunda guerra mundial ?
Na citada época, as donas de casa foram as fábricas, produzir armas que seus maridos usariam na Europa… Acho que os maridos de hj, não ficariam muito confiantes em voar um F-35 “feito” pelas esposas.. rsrs

Last edited 5 meses atrás by Alfredo Araujo
Glasquis 7
Reply to  Alfredo Araujo
5 meses atrás

Mas os EEUU tem suas forças no estado da arte. Eles conseguem enfrentar um conflito pra já.

No caso em questão, o forista declara que as outras nações só tem supertrunfo e que o Brasil ganha, por que seu parque industrial é maior. Numa guerra hoje, o primeiro que seria atacado é justamente seu parque industrial. então ficaria apenas o material existente. Neste caso, o parque industrial seria o supertrunfo mas, esse termo só vale pras outras nações.

Glasquis 7
Reply to  Alfredo Araujo
5 meses atrás

Quer comparar a complexidade de se fazer um sistema de armas moderno, com um avião/navio/sub da segunda guerra mundial ?
Na citada época, as donas de casa foram as fábricas, produzir armas que seus maridos usariam na Europa… Acho que os maridos de hj, não ficariam muito confiantes em voar um F-35 “feito” pelas esposas.. rsrs”

Cara, que viajada tu deu.

Aonde comparei algum coisa? Aliás, aonde citei a segunda guerra mundial?

Tomcat4,2
Tomcat4,2
Reply to  Glasquis 7
5 meses atrás

Tu está me zuando né, no meio de uma guerra se vai produzir munições meu caro, alimento pra tropa, etc. ,quem é que vai caçar produzir equipamentos complexos bem quando se estoura um conflito??? Me ajuda aí pô!!!rs

Glasquis 7
Reply to  Tomcat4,2
5 meses atrás

 no meio de uma guerra se vai produzir munições meu caro, alimento pra tropa, etc.”

Isso, vários países da região já conseguem, não é exclusividade da indústria do Brasil então, este seu comentário:

“…doutrina de emprego, prontidão, logística, industria bélica pra suprir suas forças na hora do tumulto . Temos isso tudo por aqui e isso faz o Brasil…”

Já cai. Sobre doutrina, isso argentina, Chile, Peru e Colômbia também tem.

glasquis 7
Reply to  Tomcat4,2
5 meses atrás

Não, não estou te zoando não.

Ted
Ted
Reply to  gordo
5 meses atrás

Kkk

Ted
Ted
Reply to  Diego Tarses Cardoso
5 meses atrás

Alvo para Drones voando a altitude de 10 mil metros, armado com mísseis anti carro

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Reply to  Ted
5 meses atrás

Alvos para Gepards, Iglas e RBS 70.

Bardini
Bardini
Reply to  Diego Tarses Cardoso
5 meses atrás

Nenhum desses sistemas bate uma aeronave voando acima dos 5 mil metros de altitude. . A única coisa que temos de relevante, atuando contra sistemas nessa altitude, são os caças da FAB, sendo apoiados por E99. Se os caças da FAB forem destruídos, passamos a ser alvos. Se os caças da FAB tiverem de cumprir um sem fim de missões e CAP ficar comprometido, passamos a ser alvos em momentos de oportunidade. . Contra loitering munitions, somos presas extremamente fáceis, mesmo contando com caças e os demais sistemas citados. . Qualquer concentração de força que o EB fizer, no mundo… Read more »

Glasquis 7
Reply to  Bardini
5 meses atrás

Sim mas no caso de um drone suicida tem que atingir o alvo e entraria no raio de ação dos Gepards, RBS 70 e Iglas.

Alem do mais, é o que tem pra hoje. Um canhão Vulcam seria melhor pra repelir a aproximação mas, o EB não conta com este armamento

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Reply to  Bardini
5 meses atrás

Precisamos sim de uma defesa antiaérea de camadas para todas as faixas de altitude.
Acho que cada força deve ter sua própria defesa de curto alcance, sendo as de média e longo alcance coordenadas pela FAB.
Me pergunto porém se não seria interessante haver um comando de defesa aeroespacial integrado, algo como existe na Rússia.
Sei que existe o SISDABRA (Sistema de Defesa Aeroespacial Brasileiro), com certeza a defesa antiaérea deve ser coordenado por ele em uma divisão própria ali dentro.

Last edited 5 meses atrás by Diego Tarses Cardoso
jef2020
jef2020
Reply to  charles
5 meses atrás

nosso pessoal é muito bem treinado…o que nos falta é equipamento de ponta..

Pedro
Pedro
5 meses atrás

Aos entendidos: vendo fotos e ate assistindo aquela serie “Guerreiros de Selva” no History, noto que sempre usa-se as MAGs com tripes. Isso é algum tipo de doutrina nossa em nao usar uma metralhadora em bipes? Ou nao ha esse tipo de limitaçao de uso por parte delas?

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Reply to  Pedro
5 meses atrás

A metralhadora, quando usada com tripés, se aplica em funções defensivas, onde elas ficam estáticas. O uso em bipés se dá quando ela é usada pela infantaria em funções móveis, onde o deslocamento é constante. No vídeo do exercício citado pelo vídeo, é possível ver um combatente com uma Mag com bipé, justamente na função de metralhadora para apoio de infantaria. Diz-se que quando a metralhadora é usada em bipé ela é “leve”, já quando usada em tripés ela é “média” ou “pesada”. A Mag é por natureza uma metralhadora média, feita para funções mais estáticas pelo seu tamanho e… Read more »

Agnelo
Agnelo
Reply to  Diego Tarses Cardoso
5 meses atrás

Prezado
Deixe-me corrigi-lo
Nas Op Of, a MAG com tripé também é utilizada e na Def, com BOPE utilizada.
Isso tudo depende como será empregada.
O alcance na MAG no tripé é de 1.800m, ou seja, na própria Ofensiva, permite q o Pelotão, q é “seu dono”, manobre bastante com seu apoio.
No caso da MAG reforçar o GC, aí seria mais fácil, caso o Cmt do GC prefira, q está utilize o bipe acompanhando “de perto” a manobra do grupo.
Tudo depende ainda, das cobertas e abrigos q serão utilizados.
Sds

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Pedro
5 meses atrás

No Exército Brasileiro se usa as MAG nos dois reparos: no tripé e no bipé. O objetivo de colocar uma metralhadora no tripé é ter maior estabilidade, que se traduz em menor dispersão dos tiros e maior precisão. Com uma MAG num tripé dá para bater alvos além de 1 km. No tripé podem ser usadas em operações ofensivas ou defensivas. Em uma operação ofensiva, como um assalto a posições estáticas, a guarnição posicionará a arma + reparo em uma posição dominante no terreno para que possa apoiar pelo fogo (supressivo) a manobra das demais frações. Tendo êxito, a guarnição… Read more »

Last edited 5 meses atrás by Alfa BR
Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Pedro
5 meses atrás

No nosso caso existe o inconveniente de que o reparo tipo tripé pesa praticamente o mesmo que a MAG (10,5 kg) e é bem volumoso, tornando desconfortável de carregar, bem desajeitado.

comment image

Glasquis 7
Reply to  Alfa BR
5 meses atrás

Na mata densa, esse tipo de reparo é, mais um obstáculo do que um apoio. Além disso, em terrenos de selva fechada, é difícil de se conseguir uma posição dominante segura para montar um ninho para uma MAG. Mas, com tudo, não podemos esquecer de que a experiência e às vezes a habilidade, conseguem se sobrepor. Em 1982, nas Falklands, o conscrito Poltronieri, sozinho e disposto a morrer pela sua unidade, ficou no campo de batalha e com uma MG, desde um ponto dominante muito bem escolhido, deteve o avanço das tropas inglesas permitindo a retirada segura da sua unidade… Read more »

Agnelo
Agnelo
Reply to  Glasquis 7
5 meses atrás

Prezador
Boa tarde
A guerra na selva busca muito o controle dos rios, pois são os principais acidentes capitais naquele ambiente. Além disso, as áreas edificadas.
Em ambas as situações, principalmente na primeira, a Mtr sobre reparo é bastante eficiente.
Sds

Glasquis 7
Reply to  Agnelo
5 meses atrás

Achei que o meu comentário tinha sido claro:

Na mata densa, esse tipo de reparo é, mais um obstáculo do que um apoio. Além disso, em terrenos de selva fechada…”

E me referi ao transporte do reparo, veja a imagem dele no ombro do soldado. Em nenhum momento questionei a efetividade do armamento quanto o seu poder tático ou de fogo. Muito menos em rios ou áreas edificadas, que não se encaixam na descrição de “Mata densa ou Selva fechada”.

Agnelo
Agnelo
Reply to  Glasquis 7
5 meses atrás

Prezado
Para se combater nos rios ou nas areas edificadas, desloca-se pela selva….
Eu, particularmente, achei mais obstáculo pelo peso, do q pelo tamanho ou formato, até pq, muito da mata não possui vegetação baixa, por ser primária e não secundária.
Nas secundárias, é bem chato, mas não impeditivo.

glasquis 7
Reply to  Agnelo
5 meses atrás

Sim claro, vc está certo.

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Alfa BR
5 meses atrás

Acho que já seria o caso de pensar em substituir esse reparo por um mais leve e compacto.

Os americanos tem o M192 Lightweight Ground Mount. Pesa apenas 5 kg (menos da metade do nosso reparo) e é bem mais portátil.

comment image

glasquis 7
Reply to  Alfa BR
5 meses atrás

Aí sim

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  glasquis 7
5 meses atrás

Nesse vídeo linkado abaixo dá para a ver a diferença. Os Rangers estão simulando uma progressão em rastejo e dá para ver o municiador levando esse tripé e a bolsa com munição. Com esse nosso tripé seria quase impossível fazer isso.

https://www.facebook.com/3dRangerBattalion/posts/917223565431905

glasquis 7
Reply to  Alfa BR
5 meses atrás

Mas vc vê que estão em campo aberto, com uma posição de tiro limpa.

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Alfa BR
5 meses atrás

Também penso que já está na hora de adquirirmos miras óticas para as metralhadoras. Nem que seja pelo menos para as OM da FAR-E.

Uma MAG num tripé com uma luneta 6x em cima é ainda mais letal.

comment image

Last edited 5 meses atrás by Alfa BR
Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Alfa BR
5 meses atrás

Falando nisso…

Em treinamento recente visando o exercício Culminanting que será realizado nos EUA.
comment image

Velame
Velame
Reply to  Alfa BR
5 meses atrás

Ja foi adquirido mira otica para as MAGs.

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Velame
5 meses atrás

Sabe dizer qual?

Velame
Velame
Reply to  Alfa BR
5 meses atrás

Newcon Optik modelo HDS 3AA

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Alfa BR
5 meses atrás

Para efeito de comparação:

*Desconsiderando a munição e o bipé.

Configuração em uso pelo U.S. Army:

M240L: 10,1 kg + M192 Lightweight Ground Mount: 5 kg + Specter DR 1-6x : 0,7kg

Peso total: 15,8 kg

Configuração em uso pelo EB:

M971 MAG: 11,8 kg + Reparo M971 (“aranha”, “cachorro” ou “carrapato”): 10,5 kg

Peso total: 22,3 kg

comment image

jef2020
jef2020
5 meses atrás

Galera, apesar de todas as dificuldades, nunca antes presenciei tantos exercícios realizados pelas nossas FAA’s em um curto espaço de tempo…tem que continuar com isso viu

Wilson França
Wilson França
Reply to  jef2020
5 meses atrás

É pq antes não tinha redes sociais, meu caro.

Jef2020
Jef2020
Reply to  Wilson França
5 meses atrás

Ola amigo…mas mesmo pós redes sociais, para uma melhor comparação…esse ano está um exercicio atras do outro…tá intenso…

Zorann
Zorann
5 meses atrás

Aí me aparece um monte de drones e os caras viram churrasquinho. E a gente faz o que? Só assiste, não temos nada para lutar contra algo assim.

Pedro
Pedro
Reply to  Zorann
5 meses atrás

Drone nao é essa bala de prata nao! Esta muito mais a um Ju-87 moderno do que isso.
Se o outro lado tiver aviação de caça, abate esses drones as duzias. Alem disso, os centros de comando desses drones sao excelentes alvos para avioes de ataque. Usar drone para quem é fraco é uma coisa, usar drone contra quem é forte é bem diferente.

Ted
Ted
Reply to  Pedro
5 meses atrás

Lunát…os Drones são comandados via satélite. Até de outros continentes. Kkk

Ted
Ted
Reply to  Zorann
5 meses atrás

Verdade! Estamos assistindo diariamente aquela guerra na Europa oriental

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Reply to  Zorann
5 meses atrás

Aí tem um Gepard com dois canhões de 35mm esperando para picotar o drone.
Para mim o caso da Armênia e Azerbaijão está muito mais para uma defesa antiaérea mal preparada do que grande eficácia de drones.

Bardini
Bardini
Reply to  Diego Tarses Cardoso
5 meses atrás

Vários sistemas de defesa da Armênia foram destruídos…
.
Os Bayraktar proporcionam tanto uma plataforma de ataque quanto uma plataforma para prover ISR para a força empregar loitering munitions.
.
Eles destruíram alguns sistemas OSA que estavam ativos e, em outra oportunidade, como exemplo recente, proporcionaram a busca e acompanhamento do moderno sistema Tor-M2KM, que estava ativo quando localizado, sendo que este foi posteriormente destruído por um Harop.
.
https://www.youtube.com/watch?v=C0pcbeSm0Sw&feature=emb_logo

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Reply to  Bardini
5 meses atrás

Acho que existe um ponto interessante aí: Os sistemas de defesa antiaérea são feitos para detectar e destruir alvos relativamente grandes (aviões e helicópteros).
Drones são alvos pequenos muitas vezes, talvez não sejam detectados e engajados com a devida precisão.

Ted
Ted
Reply to  Diego Tarses Cardoso
5 meses atrás

Aquele drone abatido pelo iran que pertencia aos EUA não era nem um pouco pequeno. Maior que um super tucano

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Reply to  Ted
5 meses atrás

Mas era outra classe de drone, se não estou enganado um Predator, e ele nem foi abatido, foi interceptado por eletromagnetismo e teve os comandos tomados.
Essa é outra forma de engajar drones, cortar a comunicação entre o comando e o aparelho.

Glasquis 7
Reply to  Zorann
5 meses atrás

Depende da doutrina empregada. As colunas blindadas não são tanques avançando sozinhos e desprotegidos. Dependendo da doutrina empregada, cada unidade conta com um grande aparato de proteção, inclusive antiaérea. Acho que no caso do EB, as colunas viriam acompanhadas e protegidas por Igla e Gepard.

Alexandre ziviani
Alexandre ziviani
5 meses atrás

Na boa,se colocasse estas fotos em preto e branco ficaria igualzinho o Vietnã…

Glasquis 7
Reply to  Alexandre ziviani
5 meses atrás

Se não treinam reclamam por que não treinam, se treinam, reclamam por que não treinam.

É o que se tem pra treinar e manter doutrina. Além do mais, apenas 3 países na região tem MBT superiores aos Leo do EB e desses 3 países apenas um tem fronteira com o Brasil.

DaGuerra
DaGuerra
5 meses atrás

O exercício é de uma grande unidade Blindada e os…OCA…em Vtr sobre rodas. Tomara tenham atolado !

Cinturão de Orion
Reply to  DaGuerra
5 meses atrás

Caro DaGuerra.

As Vtr sobre rodas são dotação normal das Unidades integradas no Exercício, em Pel ou Cia Sup ou de Reconhecimento. Acho que vc não viu 1 (pelo menos 1) M113 OCA.

Se o seu “Tomara tenham atolado!” foi um agouro, lhe falta conhecimento ou brasilidade. No Sul como um todo o terreno é tão argiloso que até “esteira” atola fácil. Em Roraima (terreno arenoso) os Cascavel e os Urutú atolam ATÉ O CHASSI.

DaGuerra
DaGuerra
Reply to  Cinturão de Orion
5 meses atrás

Pois é, né sabichão, se “até lagartas atolam, imagina sobre rodas”. Agora diz aí, o quanto aquela 5 ton deve ter atrasado a Inf Bld naquela estradinha lamacenta? A ironia foi muito sutil, não? Encobre a pergunta: porque os aquela Vtr OCA também não é um M 113? Ou adiante: alguns pedem fim da lagarta por VBC sobre rodas. Seria ideal pra terrenos como o Sul, conforme você disse?

Cinturão de Orion
Reply to  DaGuerra
5 meses atrás

“Se até lagartas atolam, imagina sobre rodas”. Sim. E aí? O que tem isso? Em todos os Exércitos do mundo é “assim”. Até as Marchas para o Combate, mesmo as “Blindadas” (Inf, etc), ocorrem com seus “Trens de Deslocamento” (de Apoio e Suprimento) com Vtrs sobre rodas. Se alguma atolar, as demais desbordam e pronto. Combate não é perfume e ar condicionado. É assim mesmo. Qual é a sua verdadeira “implicância”: É ao material empregado pelo EB? VBCs sobre rodas são para outras doutrinas, para outros empregos, para outros TOs. Acho que seu problema de “sabichice” é falta de conhecimento… Read more »

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Reply to  Cinturão de Orion
5 meses atrás

Enquanto não inventarem veículos que flutuem, veremos muitos atolamentos kkk

Cinturão de Orion
Reply to  Diego Tarses Cardoso
5 meses atrás

Com certeza kkk

DaGuerra
DaGuerra
Reply to  Diego Tarses Cardoso
5 meses atrás

Claro…de Waterloo, Passchandele à Barbarossa…a Soldadesca teria amado sua declaração!

Last edited 5 meses atrás by DaGuerra
DaGuerra
DaGuerra
Reply to  Cinturão de Orion
5 meses atrás

Parabéns, logistico, você vai meter sua linha de suprimentos numa picada como aquela da foto?? Kkk sem noção !

Foxtrot
Foxtrot
5 meses atrás

Força de prontidão pronta para o Vietnã?
😉

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
Reply to  Foxtrot
5 meses atrás

Dar uma rolê no túnel do tempo, na década de 60.

Tomcat4,2
Tomcat4,2
5 meses atrás

Tem uma turma q só critica, aposto q ,assim como eu, nunca pisou em um blindado e menos ainda participou de um exercício como este. Enquanto especialistas de internet depreciam nosso exército os vizinhos respeitam e muito por saberem do quão treinados no uso de seus equipamentos nossas tropas estão em matéria de doutrina de emprego. Não basta ter o melhor(vide arábia saudita ou o Iraque ), o principal é extrair o melhor do q se tem . Lembrem se q os vietnamitas com equipamentos muito inferiores colocaram o grande e foda tio Sam no caminho de volta pra casa… Read more »

Bille
Bille
5 meses atrás

Buenas.

Bacana essa sistemática nova (não sei o quão nova). Permite manter algumas unidades com adestramento mais pesado, com mais capacitação, num sistema de rodízio.

Não sei se as outras FA tem algo semelhante.

Entusiasta Militar
Entusiasta Militar
5 meses atrás

Isso mesmo, vamos aposentar esses Leopard e negociar com os russos …

Afinal os russos sao uns caras bacanas que fazem uns blindados malucos com tecnologia de ponta, um preço muito bom e vende a qualquer pais …

Ta apoiado essa ideia …

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Reply to  Entusiasta Militar
5 meses atrás

Sou mais um Ascod 2 com torre hitfact 2 e canhão 120mm ou CV90120-T.

Bardini
Bardini
Reply to  Diego Tarses Cardoso
5 meses atrás

Um IFV é muito mais necessário e útil ao EB. Seria o verdadeiro multiplicador de forças. Partindo desse IFV, posteriormente se gera um AFV, equipado com canhão 120mm sob a mesma plataforma e logística, para substituir os Leopards modernizados.
.
Esse seria o caminho racional, mirando o exemplo do projeto Guarani, que gerou um blindado de baixo custo que pode ser adquirido até mesmo pelo EB.

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Reply to  Bardini
5 meses atrás

As fontes dizem que o EB está muito interessado nos MMBT, tanto que existem três propostas muito interessantes. Duas eu citei acima.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
5 meses atrás

E daqui a pouco vai começar a Operação Arandu um exercício em conjunto com a Argentina! Os Astros 2020 já saíram de Goiás para o Sul para participarem da Operação! Os Astros estavam em operação na Amazônia no começo de Outubro e agora vão entrar em operação em Novembro no Sul bela demonstração de força!

Release.jpg
Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Fabio Araujo
5 meses atrás

Fazer exercício com a Argentina é o mesmo que um time profissional treinar com um time Sub-11.

Ted
Ted
Reply to  Allan Lemos
5 meses atrás

Pior! Deslocar da fronteira com a Bahia vários veículos até o sul por via terrestre. Ida e volta. Tá sobrando dinheiro. Que burrada! Quem é o estrategIsta brilhante?

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Ted
5 meses atrás

E como vão fazer isso? Infelizmente como não temos ferrovias para fazer o transporte só restam as rodovias!

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Reply to  Ted
5 meses atrás

De onde você tirou Bahia ? Nossos blindados estão todos entre o Paraná e Rio Grande do Sul.

Bardini
Bardini
5 meses atrás

Enquanto isso, a Armênia negocia debaixo da pressão dos Russos, a sua derrota perante o Azerbaijão.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Bardini
5 meses atrás

Já foi assinado o acordo de paz, uma força russa que vai fazer a função de força de paz já se deslocou para a região. Mas com o anúncio do acordo de paz estourou vários protestos na Armênia!

Bardini
Bardini
Reply to  Fabio Araujo
5 meses atrás

É de se esperar, já que essa é uma grande derrota para a Armênia.

Alexandre ziviani
Alexandre ziviani
Reply to  Bardini
5 meses atrás

Mas os armênios queriam o quê? Elegeram um primeiro ministro que era ligado à fundação soros,na verdade o governo da Armênia “vendeu” o território ocupado para o Azerbaijão em troca de normalização de relações e na esperança de entrada na UE.
Inclusive o chefe de gabinete foi linchado na saída do parlamento…

Bardini
Bardini
Reply to  Alexandre ziviani
5 meses atrás

O que eles queriam ou não, eu não sei. Só sei que eles tiveram que assinar esse acordo para não perder todo o resto da região, como perderiam nos próximos dias.
.
Tomaram um cacete. Fica a lição do conflito, que eu espero de bom grado que seja estudada pelo EB…

Last edited 5 meses atrás by Bardini
Mercenário
Mercenário
Reply to  Bardini
5 meses atrás

O poder econômico do Azerbaijão (adquiriu equipamentos principalmente israelenses e turcos) e o apoio da Turquia fizeram a diferença.

Camargoer
5 meses atrás

Olá Colegas. O que significa a sigla “OCA” em alguma viaturas?

Amaury
Amaury
Reply to  Camargoer
5 meses atrás

Significa o que exatamente como são por dentro as cabeças de nossos comandantes, civis e militares e a nossa capacidade de defesa….

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Reply to  Amaury
5 meses atrás

Exceto na sua né Amaury, senhor do conhecimento.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Amaury
5 meses atrás

Kkkkkkk concordo plenamente.

laboj65
laboj65
Reply to  Amaury
5 meses atrás

Kkkkkk!!!!

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Reply to  Camargoer
5 meses atrás

Achei aqui, significa “Observador e Controlador de Adestramento”.

http://www.cml.eb.mil.br/ultimas-noticias/2207-est%C3%A1gio-oca.html

Agnelo
Agnelo
Reply to  Camargoer
5 meses atrás

Bom dia
Observador, Controlador e Avaliador.
São responsáveis por verificar se a doutrina, as TTP, estão corretamente sendo utilizadas, podendo, ao final do exercício, explorar erros e acertos e Certificar a tropa como pronta para aquele tipo de manobra.

Cinturão de Orion
Reply to  Camargoer
5 meses atrás

Caro Camargoer.

Se não me falha a … Internet, é “Observador e Controlador de Adestramento”.

Agnelo
Agnelo
Reply to  Cinturão de Orion
5 meses atrás

Isso ai, foi alterado pra esse.

Curiango
Curiango
5 meses atrás

Isso mesmo exercicios e mais exercicios mostrar p os ambiciosos de plantao q aqui tem bala na agulha. Bomba atonimica Brazuca já!

Luiz Floriano Alves
Reply to  Curiango
5 meses atrás

Divulgamos para todo o mundo, onde se localiza nossa força principal, no Sul. E, que pontes dos mapas devem ser destruídas para imobilizar esse dispositivo. Tipo, Guderian passando suas táticas para De Gaulle e Montgomery.

Ted
Ted
Reply to  Luiz Floriano Alves
5 meses atrás

Força principal! ??????? Um monte de veículos obsoletos

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Reply to  Ted
5 meses atrás

Faça um favor ao Brasil, vá e compre 300 Leopards2A7+ para o EB com dinheiro do seu bolso, você será condecorado no dia em que chegar a nota fiscal.

naval762
naval762
5 meses atrás

Uma coisa que acredito ser necessária também é o EB adotar um novo padrão de camuflagem.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  naval762
5 meses atrás

O EB esta desenvolvendo com empresas nacionais um novo uniforme usando tecnologias mais modernas de tecido e creio que deva ter novo padrão de camuflagem!

Maurício Veiga
5 meses atrás

É inconcebível o tipo de pneus utilizados nos Marruás neste tipo de terreno, é um verdadeiro 4×4 “capado”!!!

Maurício Veiga
5 meses atrás

O Marruá com estes pneus é um verdadeiro 4×4 “capado”!!!

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