domingo, abril 11, 2021

Saab RBS 70NG

Rafael conclui o desenvolvimento da versão superfície-ar do míssil I-Derby ER

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

A Rafael Advanced Defense Systems Ltd. concluiu o desenvolvimento da versão de defesa aérea baseada em solo do míssil ar-ar I-Derby ER (Extended Range) no mês passado.

O míssil I-Derby ER de Rafael é um míssil ar-ar de mais de 100 km de alcance com um motor foguete de pulso duplo e um localizador de radar ativo.

O míssil I-Derby ER é idêntico em forma e tamanho ao míssil Derby atualmente em serviço em todo o mundo.

A versão de defesa aérea baseada em solo do míssil pode ser integrada quase imediatamente em baterias de defesa aérea, como o sistema SPYDER da Rafael, que fornece defesa aérea para distâncias entre 20 e 60 km.

Lançado do solo, o míssil I-Derby ER dobra o alcance do míssil existente e permite a interceptação de alvos em um alcance de até 40 km sem booster e 80 km com booster.

 

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Barak MX para o Brasil
Barak MX para o Brasil
1 mês atrás

“Lançado do solo, o míssil I-Derby ER dobra o alcance do míssil existente e permite a interceptação de alvos em um alcance de até 40 km sem booster e 80 km com booster.” Especificações que o Brasil quer. Mas, não tenho confiança no Spyder. Ainda continua usando mísseis antigos, só que adaptados. Prefiro um míssil que foi feito para ser terra-ar e não uma adaptação de um míssil velho.

Karl Bonfim
Karl Bonfim
Reply to  Barak MX para o Brasil
1 mês atrás

Muito relativo essa questão de armas adaptadas, mas entre o ideal e o real, a realidade sempre ganha!

Glasquis 7
Reply to  Karl Bonfim
1 mês atrás

Tá aí a caneta BIC que o demonstra.

Pablo
Pablo
Reply to  Barak MX para o Brasil
1 mês atrás

Nao é so essa especificação de alcance.

CRSOV
CRSOV
1 mês atrás

Quanto custa cada bateria desse sistema SPYDER armados com os Python 5 e os I – Derby ER ? E qual o preço de cada míssil acima citado ??

Gabriel BR
Gabriel BR
1 mês atrás

Eu insisto que o melhor caminho para nós aqui no Brasil é uma solução nacional.
Um sistema antiaéreo feito pela Avibras baseado no MICA NG….

Teropode
Reply to  Gabriel BR
1 mês atrás

O brasil não esperar mais um século 😡

MMerlin
MMerlin
Reply to  Gabriel BR
1 mês atrás

Pesquisa, desenvolvimento e ToT servem quando já temos algum equipamento adaptado que possa ser utilizado enquanto o novo projeto ainda não foi concluído.

O Brasil não possui praticamente (ou realmente) nada de defesa AA efetiva. Compra-se (de prateleira) um número menor de equipamentos, concordando com um segundo lote maior com ToT.

Flanker
Flanker
Reply to  Gabriel BR
1 mês atrás

Sim…claro…talvez fique pronto em 2050….

Thom
Thom
1 mês atrás

Brasil tem que comprar os sistemas. Ideal seria fabricar, mas só em pensar na demora e nos cortes para algo tão urgente. É melhor comprar um sistemas israelense ou indiano (que já está se aproximando muito ambos os países). A não ser que houvesse um parceria com outras forças sul americanas para desenvolvimento pela Avibras por exemplo, mas…
Os países latinos americanos são muitos desunidos em projetos que ajudaria ambas forças.

Gabriel BR
Gabriel BR
Reply to  Thom
1 mês atrás

Ainda que levemos um tempinho e custe-nos algum dinheiro a mais , nós termos um sistema sistema nacional que nos garanta algum nível de autonomia em relação as potências ocidentais é de um valor inestimável.

Teropode
Reply to  Thom
1 mês atrás

Já defendi uma reformulação das fronteiras latinas , aqui ocorre numa menor intensidade oque ocorre na África , nações artificiais , dividindo povos milenares , etnias rivais são obrigadas a conviver , lambança européia , mas como isto não vai ocorrer continuaremos com vocação para sermos colonizados novamente , só pra ilustrar ; 2 nações que surgiriam : INCA e Guarani , a primeira com as junções de parte do Chile , Peru , Bolívia , estado do Acre , o outro com as junções do Paraguai , Argentina , parte do Chile ,Uruguai , MS, MT , RGS ,… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Teropode
João Ricardo
João Ricardo
Reply to  Teropode
1 mês atrás

Que estado é esse ST ?? Não seria SC Santa Catarina ??

Bosco
Bosco
Reply to  João Ricardo
1 mês atrás

Não, é o estado do Super Tocantins (ST)

João
João
Reply to  Bosco
1 mês atrás

aí sim, meu Tocantins vai virar super, gostei da ideia!

Flanker
Flanker
Reply to  Bosco
1 mês atrás

Kkkkkkkkkkkk…Boa

MMerlin
MMerlin
Reply to  Bosco
1 mês atrás

Boa!
Agora referente ao comentário original, é pura viagem.
Mas valeu pelo ST e as risadas.

Last edited 1 mês atrás by MMerlin
Marcelo
Marcelo
Reply to  Teropode
1 mês atrás

eita que viagem…

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Teropode
1 mês atrás

Eu só defendo o Principado de Manaus.

Henrique
Henrique
Reply to  Teropode
1 mês atrás

Meu Deus…

Flanker
Flanker
Reply to  Teropode
1 mês atrás

Meu Deus…o que tu fumou?

Glasquis 7
Reply to  Teropode
1 mês atrás

Leva a mal não mas, a cola que tu tá cheirando tá muito forte, tem que tirar do mercado.

Além do mais, de todos os povos autóctones da América, apenas um prevaleceu por sobre a invasão europeia e esse povo, não está entre os que tu mencionou.

Last edited 1 mês atrás by Glasquis 7
Henrique
Henrique
Reply to  Thom
1 mês atrás

Pra haver padronização o interessante seria adquirir o CAMM ou se não o Iris-T VL com booster.

Up The Irons
Up The Irons
1 mês atrás

MD, tá definido: 5 baterias de Spyder LR pra cada Força e passa a régua!

images - 2021-03-02T165104.411.jpeg
Gabriel BR
Gabriel BR
Reply to  Up The Irons
1 mês atrás

Vamos precisar de mais.

Carlos Alceu Gonzaga
Carlos Alceu Gonzaga
Reply to  Gabriel BR
1 mês atrás

Mais para que ó Buana? Para nosso atual TO é mais da conta. Se tivermos que nos defender de alguém de fora do TO não precisaremos só de baterias AA então vamos com que podemos pagar.

Barak MX para o Brasil
Barak MX para o Brasil
Reply to  Up The Irons
1 mês atrás

Credo, fala isso não.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
1 mês atrás

Sério que esse armamento só tem dois estojos de mísseis?!

Quantos veículos lançadores compõe uma bateria com mísseis Derby?

Bosco
Bosco
Reply to  Adriano Madureira
1 mês atrás

É para teste Adriano.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Bosco
1 mês atrás

Obrigado Bosco! pensei que o veículo era o produto final…

Barak MX para o Brasil
Barak MX para o Brasil
Reply to  Adriano Madureira
1 mês atrás

São quatro lançadores na versão mais básica e oito lançadores na versão mais nova

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Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Barak MX para o Brasil
1 mês atrás

Aí Sim !

Bosco
Bosco
1 mês atrás

Há basicamente 3 tipos de configuração de lançador de mísseis sup-ar: conteirável, inclinado e vertical. O tipo conteirável é usado para pequenos mísseis , geralmente guiados por IV ou laser beam riding ou comando para a linha de visada. O tipo inclinado como esse , apesar de poder conteirar, só o faz se a ameaça estiver posicionada além da capacidade do míssil manobrar, que pode ser de até 180º. Nesse tipo de lançador a inclinação é fixa e em sendo 180º bastariam dois lançadores para cobrir 360º. *Alguns podem até ter cobertura maior que 180º , mas havendo uma redução… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Bosco
Henrique
Henrique
Reply to  Bosco
1 mês atrás

OFF-TOPIC: qual você acha melhor, Bosco: CAMM ou RIM-162 ESSM?

Bosco
Bosco
Reply to  Henrique
1 mês atrás

Difícil o páreo. Rsss
O CAMM é mais compacto com 25 km, o ESSM pesa 3 vezes mais e 50 km de alcance.
Depende de vários fatores, mas se tivesse que escolher iria no ESSM, mas dá nova versão Bloco 2, que têm seeker dual (radar ativo e semi-ativo).

Last edited 1 mês atrás by Bosco Jr
Bosco
Bosco
Reply to  Henrique
1 mês atrás

Entre a versão inicial do ESSM e o CAMM, eu escolheria o CAMM.

Tomcat4,2
1 mês atrás

Estão deixando a gente sonhar !!!

nonato
nonato
1 mês atrás

Para nós, melhor o barak 8.

Kornet
Kornet
Reply to  nonato
1 mês atrás

Concordo,esse Spyder não me enche os olhos como o Barack,parece que foi feito para atender orçamentos e forças pequenos. Sim ,eu sei a Índia opera.
O Barack é a melhor opção.
Caro Bosco,esses sistemas que não são verticais prejudicam o desempenho do míssil ou tanto faz? E o disparo a frio melhora o alcance?

Barak MX para o Brasil
Barak MX para o Brasil
Reply to  Kornet
1 mês atrás

E o Barak foi comprovado em combate contra mísseis russos Iskander que a Armênia disparou contra o Azerbaijão.

Bosco
Bosco
Reply to  Kornet
1 mês atrás

Kornet, Há dois tipos de mísseis lançados verticalmente, “a frio” e “a quente”. Os mísseis a frio são ejetados para fora do lançador e usam um dispositivo de controle de atitude para se voltarem em direção ao alvo e só após ativam seu motor foguete, não havendo prejuízo do alcance. Jó os mísseis lançados a quente são colocados pra fora do lançador pelo força de seu motor foguete e usam de suas aletas e/ou um sistema TVC para se voltarem em direção ao alvo, havendo alguma perda de desempenho (redução do alcance), mas se o míssil já foi feito levando… Read more »

Kornet
Kornet
Reply to  Bosco
1 mês atrás

Valeu,mestre Bosco.

Jhonn
Jhonn
1 mês atrás

Na realidade nos próximos dois anos não tem $$ e nem o governo vai se expor nessa pandemia e pós pandemia se desgastar perante a mídia com supostos “gastos desnecessários ” não deve comprar .

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Jhonn
1 mês atrás

concordo com seu pensamento…

Carlos Alberto Soares
1 mês atrás

O Bosco é fã do Buk, mas vai dar Spyder NG.

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