segunda-feira, novembro 28, 2022

Saab RBS 70NG

Armas do Grupo de Combate do Exército Sueco

Destaques

Redação Forças de Defesa
Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

No gráfico abaixo, a organização do Swedish Rifle Squad, ou Skyttegrupp. Esta informação é baseada no manual do MSH Grupp e em consulta com um NCO sueco.

O Skyttegrupp consiste em 8 soldados divididos em duas equipes. A 1ª equipe é liderada pelo líder do esquadrão, enquanto a 2ª equipe é liderada pelo vice-líder do esquadrão. Embora a configuração exata dependa da missão, os esquadrões têm 2 metralhadores, 2 especialistas em AT, 1 salva-vidas de combate, 1 atirador de elite e os 2 líderes.

Os especialistas antitanque são mostrados aqui atuando como uma equipe de Carl Gustaf, onde um atua como artilheiro e o outro como carregador. Outra variação incluiria ambos estarem armados com um AT4. O metralhador principal está armado com uma FN MAG 58, com o salva de vida de combate atuando em dupla como o metralhador assistente. A equipe com os especialistas em AT também conta com uma FN Minimi Para. Outra variação da equipe inclui a Minimi sendo substituída por uma segunda MAG 58.

O fuzil de serviço padrão é o Ak 5C (uma variante licenciada do FN FNC). A mira ótica padrão é a mira red dot Aimpoint CS em todas as armas, exceto para o atirador de elite. O atirador está armado com um Ak 4D (variante modificada do H&K G3) com uma mira Hensoldt Fero Z24 4×24. Normalmente, o líder do esquadrão e os vice-líderes do esquadrão também estão armados com AT4s descartáveis. O líder ou o vice do esquadrão estão armados com o lançador de granadas M203.

Quando montado em um veículo leve, como um RG-32 Scout MRAP, os especialistas em AT são designados como motoristas de acordo com o manual.

FONTE: Reddit

SAIBA MAIS:

Comparação entre grupos de combate de diferentes exércitos

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Bosco
Bosco
10 meses atrás

Só um adendo, o lançador de ombro da foto é um míssil NLAW e não o CSR M3 Carl Gustav que está no “desenho”.

rdx
rdx
Reply to  Bosco
10 meses atrás

Exatamente. o NLAW é um ATGM portátil de curto alcance (20-800 metros). Uma mistura de AT-4 CS com Bill 2. Conceitualmente ele lembra o francês Eryx.

Wagner
Wagner
Reply to  rdx
10 meses atrás

Porque alguém “negativa” um comentário que explica algo corretamente ? Kkkk Mesma coisa no comentário do Bosco
Gente doida demais…

Luciano
Luciano
Reply to  Wagner
10 meses atrás

Porque confundem a pessoa, seu alinhamento político e seu conhecimento/opinião técnica. Eu discordo a maior parte das vezes das opiniões políticas de Bosco, mas aprendo muito com as informações técnicas dele e por conseguinte curto esses comentários que me enriquecem.

Hcosta
Hcosta
10 meses atrás

https://www.youtube.com/watch?v=2s_rowtboNI
Para comparar com a França

sub urbano
sub urbano
10 meses atrás

Bem armados. A contraparte brasileira são 8 candangos armados com FAL e algumas granadas. Se tiver guerra contra algum vizinho eu não duvido que os Generais brasileiros apostariam em Ondas Humanas. Etiopia e Irã utilizaram em um passado recente. Na Guerra do Paraguai o Brasil usou formação em linha em diversas batalhas em que já se utilizavam rifles de retrocarga. Ambos exemplos de táticas antiguadas com armas modernas, o resultado é o mesmo: muitas baixas.

Cézar
Cézar
Reply to  sub urbano
10 meses atrás

No Brasil seria assim mais ou menos:
2 com FAL
1 com mosquetão
2 enchadas
3 chibancas para arrancar o mato pela raiz

O general ficaria com o Ai2 ou M4 dentro do Guarani

Bosco
Bosco
Reply to  Cézar
10 meses atrás

Você não está de todo errado. Como o Exército Brasileiro está trabalhando ativamente para recuperar as estradas do país eles levam sim enxadas , além de pás, picaretas, etc.

João Augusto
João Augusto
Reply to  Cézar
10 meses atrás

Balde de cal e rolo pra pintar meio-fio e cortador de grama também não pode faltar. haueahuaehuaehuaehua

Agnelo
Agnelo
Reply to  sub urbano
10 meses atrás

8 de FAL???????????????
Da pra mandar ondas Sub humanas de comunas também. Aí, dá.

Robson Fonseca
Robson Fonseca
Reply to  sub urbano
10 meses atrás

Você está meio desatualizado, meu amigo. Inclusive nas táticas. Convido-o a se atualizar. Esse gráfico aí é de um pelotão de fuzileiros mecanizados e ainda existem outras formações dentro de cada especialidade e terreno no Brasil. O EB não é tão amador assim quanto pensas kkk.

Screenshot_2021-12-31-21-01-43-979_com.google.android.apps.docs.jpg
Last edited 10 meses atrás by Robson Fonseca
Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Robson Fonseca
10 meses atrás

O grosso da tropa ainda está de FAL/PARAFAL.

Mas o futuro será isso aí.

Marcelo
Marcelo
Reply to  sub urbano
10 meses atrás

O que a falta de estudo não faz…

Agressor's
Agressor's
10 meses atrás

Uma força armada de respeito…Parabéns a Suécia…

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Agressor's
10 meses atrás

Os Vikings vivem!!!!

Alfa BR
Alfa BR
10 meses atrás

Para quem quiser ver de outras forças armadas, segue a melhor página da internet sobre organização militar:

https://www.battleorder.org/

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Alfa BR
10 meses atrás

Também possui um canal no YouTube:

https://youtube.com/c/BattleOrder

kahllil
kahllil
10 meses atrás

Eh um sonho ver um dia o EB adotar tal sistema de Grupos de Combate , algo ja visto em grandes exercitos pelo mundo

Agnelo
Agnelo
Reply to  kahllil
10 meses atrás

Sistema de Grupos de Combate??????????
Isso já existe desde sei lá quando. Nem sei quando começou.
O GC é q muda de formato. Na II GM, por exemplo, era maior e tinha o Bazuqueiro, por exemplo.
Sgt são Cmt de Grupo de Combate desde quando eles eram os Decuriões q comandavam uma decúria.

Gabriel
Gabriel
Reply to  kahllil
10 meses atrás

O cara ñ deve saber o que é um GC para dizer que o EB ñ usa.

Cada um q aparece.

Carlos Campos
Carlos Campos
10 meses atrás

Esse AK-5 é bom mesmo? achei que eles tivesse algum fuzil amaericano ou alemão, lembro que a Noruega usa um HK

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Carlos Campos
10 meses atrás

Baseado no FN FNC.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Alfa BR
10 meses atrás

vlw vou pesquisar

rdx
rdx
10 meses atrás

Gostei do infográfico. Combinação de armas perfeita. Destaque para o emprego do Carl Gustav numa pequena fração de tropa.

Gabriel BR
Gabriel BR
10 meses atrás

Eu estou estudando o fuzil AK-5 sueco , é uma maquina fora de série ! o EB estaria super bem servido com ele

Alfa BR
Alfa BR
10 meses atrás

Grupo de Combate do Exército Brasileiro da adoção do AT4 nos anos 90 até a introdução dos IA2 e Minimi em meados da década passada.
comment image

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Alfa BR
10 meses atrás

Nesse mesmo período os Grupos de Combate da Brigada de Infantaria Paraquedista e da 12ª Brigada de Infantaria Leve (Aeromóvel) foram organizados de forma similar, apenas diferindo pelo fato de serem dotados com o PARAFAL.

comment image

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Alfa BR
10 meses atrás

Bella ilustração. Quem é o automatic rifleman na ilustração?? O atirador?? Aqui abaixo é o nosso…

flat,750x,075,f-pad,750x1000,f8f8f8.u3.jpg
Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Joao Moita Jr
10 meses atrás

Isso. Aqui é o Soldado Atirador, que porta o FAP e a Minimi futuramente.

Esse aí é o Weapons Squad. Aqui o equivalente seria o Grupo de Apoio dos Pelotões de Fuzileiros. Depois faço o gráfico sobre ele.

Last edited 10 meses atrás by Alfa BR
Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Alfa BR
10 meses atrás

Aí no EB não empregam a SAW? Carreguei ela muito tempo.

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Joao Moita Jr
10 meses atrás

A Minimi está sendo introduzida gradualmente. Somente nas unidades de elite que a vemos em maior quantidade. A norma para o grosso da tropa ainda é FAP.

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Alfa BR
10 meses atrás

Por fim, o Grupo de Combate dos Pelotões de Fuzileiros de Selva do Exército Brasileiro da adoção do AT4 nos anos 90 até a introdução dos IA2 e Minimi a partir da metade da década passada.
comment image

Se diferencia do GC das demais unidades por:

– Possuir 10 homens. O 10° elemento é o Soldado Atendente, militar especializado em prestar socorro médico. Ele porta uma pistola para autodefesa.

– Um dos Soldados Esclarecedores portar uma espingarda calibre 12 ao invés da granada de bocal.

Thiago A.
Thiago A.
Reply to  Alfa BR
10 meses atrás

Valeu Alfa, você dando aula como sempre, super didático.

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Alfa BR
10 meses atrás

Informação muito boa. Obrigado.
Abs

Alfa BR
Alfa BR
10 meses atrás

E aqui é como ficará o Grupo de Combate do Exército Brasileiro após subtituição do FAL/PARAFAL pelo IA2 e do FAP pela Minimi.
comment image

Hcosta
Hcosta
Reply to  Alfa BR
10 meses atrás

Não está previsto usar neste escalão o 7.62?

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Hcosta
10 meses atrás

Ocorreram experimentações nesse sentido mas não foi bem recebido. Os testes demonstraram incovenientes.

PauloOsk
PauloOsk
Reply to  Alfa BR
10 meses atrás

Bom dia Alfa.. e como fica miras e optronicos? Tambem eh pago pra todos os membros do gc ou soh alguns? A minimi ja ta sendo incorporada na tropa ?

Parece que ta ficando legal.. mas ta fazendo falta um 7.62.

Welington S.
Welington S.
Reply to  PauloOsk
10 meses atrás

Vai ter miras sim. Inclusive, em exercícios militares, é possível ver alguns IA2 já com red dot e magnifier também. Vale lembrar que no final de 2019, o EB entrou com uma licitação para aquisição de red dots. Participou desse processo licitatório, a GESPI Defense, Trijicon e a Newcon Optik. São marcas muito boas. Porém, quem levou, foi a AEL Sistemas, com a mira refelex Guará, projeto nacional. O EB adquiriu um pouco mais de 900 red dots.

8_mira3.jpg
Agnelo
Agnelo
Reply to  Welington S.
10 meses atrás

Tá com bem mais q isso de red dots.

Welington S.
Welington S.
Reply to  Agnelo
10 meses atrás

Sim.

Welington S.
Welington S.
Reply to  Alfa BR
10 meses atrás

Segundo matéria do T&D, em relação ao IA2 7,62: ”Desde outubro de 2013, quando o EB adotou oficialmente o fuzil de assalto 5,56 IA2, para substituir o fuzil de combate 7,62 FAL, pela Portaria Nº 211-EME, a Força já recebeu mais de 20 mil unidades, além de terem sido fabricados mais de 10 mil para forças de segurança pública de todo o país. De acordo com fontes internas, com o encerramento deste TED, a FI vai iniciar a produção do lote piloto de 1.500 unidades, do fuzil de assalto IA2 em calibre 7,62x61mm, que foi homologado em fevereiro ,enquanto aguarda um novo… Read more »

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  Hcosta
10 meses atrás

Caso queira ler:

Experimentação doutrinária realizada pelo EB para avaliar proposta de organização e dotação material do Grupo de Combate (GC) que mesclaria fuzis 5,56 e 7,62.

Link para a apresentação:

http://www.ebeventos.eb.mil.br/index.php/rcod/rcod-2019/paper/viewFile/221/244

Last edited 10 meses atrás by Alfa BR
Hcosta
Hcosta
Reply to  Alfa BR
10 meses atrás

Obrigado pela informação, apesar de não ficar muito convencido pelas conclusões deste relatório. Parece haverem muitas contradições entre as respostas e a conclusão.
E uma grande diferença para os que outros países estão a fazer.

rdx
rdx
Reply to  Alfa BR
10 meses atrás

Na minha opinião, apesar da configuração ser perfeita (1 fz 7,62mm com luneta, fz 5,56mm e 1 MINIMI 7,62mm) existe uma falha no projeto. O fz 7,62 mm com luneta (DMR) deveria ser um modelo com até 2 MOA de precisão e ser empregado pelo melhor atirador do GC.

Last edited 10 meses atrás by rdx
Foxtrot
Foxtrot
10 meses atrás

“enquanto a 2ª equipe é liderada pelo vice-líder do esquadrão. Embora a configuração exata dependa da missão, os esquadrões têm 2 metralhadores, 2 especialistas em AT, 1 salva-vidas de combate, 1 atirador de elite e os 2 líderes.”
Pois é, enquanto que no EB todo mundo de fuzil na melhor das hipóteses.
No US ARMY, há o soldado fuzileiro, granadeiro, metralhador, sniper de escolta e médico de combate.
Aí vem gente me criticar quando digo que estamos desatualizados.

Agnelo
Agnelo
Reply to  Foxtrot
10 meses atrás

??????
Acredito q vc não conhece a formação dos nossos grupos de combate.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Agnelo
10 meses atrás

Basta ver e querer enxergar.
Mas preferem o “ópio” da ilusão !
Adoro o exército de coração, mas nem por isso fico cego a realidade.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Agnelo
10 meses atrás

Olha aí meu caro, veja quanto fuzil. O FAP seria algo como o BAR da WWII. Aí te pergunto, cadê as ALAC, fuzil Sniper, lança granadas de cano ou tipo os manuais de 6 canos (que não lembro o nome), Escopetas etc etc ? A verdade sempre aparece ! Quando se vê uma metralhadora de apoio no EB, é a venerável MAG, pesada e desengonçada. Não temos algo semelhante a M 48, até hoje a Inbaré (Inbel) nem sequer pensou em estudar uma versão comando da Mag (cano mais leve, menor um pouco, em titânio) para ser usada como Arma… Read more »

rdx
rdx
Reply to  Foxtrot
10 meses atrás

A tal MAG mais leve é a Minimi 7,62mm

A brigadas de infantaria de selva empregam lança granadas M79 e Milkor MGL 40mm

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  rdx
10 meses atrás

M79 nas Bda Inf Sl? Isso é igual caviar…

rdx
rdx
Reply to  Alfa BR
10 meses atrás

Lança chamas e M79, duas armas exóticas da infantaria de selva.
comment image

Bosco
Bosco
Reply to  rdx
10 meses atrás

Até hoje o M79 é utilizado no USA.

Welington S.
Welington S.
Reply to  Bosco
10 meses atrás

Mais só que está desatualizado, é o EB, né.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Agnelo
10 meses atrás

Não conhece mesmo.

FABIO FERREIRA FERNANDES
10 meses atrás

Eu lembro que colocaram a Minimi como arma padronizada do EB. Como está as aquisições da mesma?

Alfa BR
Alfa BR
Reply to  FABIO FERREIRA FERNANDES
10 meses atrás

Devagar.

Talisson
Talisson
10 meses atrás

No EB, além do fator econômico, existe um fator técnico para que só sargentos e oficiais portem pistolas, além da arma longa de dotação? Não me refiro ao efetivo variável mas nem cabos e soldados se vê portando uma segunda arma.

Agnelo
Agnelo
Reply to  Talisson
10 meses atrás

Cb e Sd q operam as armas coletivas, como Mrt e MAG, por exemplo, são dotados de Pst.

rdx
rdx
10 meses atrás

A respeito do AK-5 (FNC sueco), ele é um bom fuzil da década de 80 (passou a ser usado pelos suecos em 1986). Os leigos podem confundir a última versão do AK-5 com o IA-2 (ambos possuem praticamente o mesmo comprimento de cano, são verdes e o design revela que são parentes do FAL). Aliás, o FNC é o sucessor do FAL na Bélgica. Era uma boa opção para a brigada pqdt em meados da década de 80, na verdade a dupla FNC e Minimi 5,56mm. Na década de 90 eu sonhava em ver as nossas FFAA com o SG-550/551… Read more »

Last edited 10 meses atrás by rdx
Mazzeo
Mazzeo
Reply to  rdx
10 meses atrás

Esse cenário do CFN é real.
Mas acredito que valor do negócio tenha influenciado muito.

Henrique
Henrique
Reply to  rdx
10 meses atrás

O ideal na minha opinião teria sido o Scar. As duas versões (5.56 e 7.62) são intercambiáveis, com um kit é possível converter 5.56 para 7.62 e vice-versa. Um detalhe histórico: os britânicos também adotaram uma variante do FAL, mas nunca um do FAP, eles usavam uma MAG no GC. O FAP era obsoleto desde o início, a única vantagem dele era ser intercambiável com o FAL.

Last edited 10 meses atrás by Henrique
rdx
rdx
Reply to  Henrique
10 meses atrás

O FAP dos britânicos era o L4, uma Bren 7,62mm.

https://talesfromthesupplydepot.blog/2019/09/25/l4-light-machine-gun/

O FN SCAR é um fuzil do século 21 (surgiu em 2004).

rdx
rdx
Reply to  rdx
10 meses atrás

Um pouco de História: na década de 80, a infantaria do exército britânico tinha um formato parecido com o grosso do atual EB. Estava armada com fuzis FAL 7,62mm (L1A1), LMG 7,62mm (L4), MAG 7,62 mm (L7), SMG 9 mm (Sterling), pistola 9 mm de ação simples (Hi-Power) e fuzis sniper 7,62mm de ação manual (L42A1). A família SA-80 substituiu completamente o L1, a LMG e a submetralhadora na década de 90.

Last edited 10 meses atrás by rdx

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