segunda-feira, novembro 28, 2022

Saab RBS 70NG

VÍDEO: Teste do sistema de míssil anticarro MSS 1.2 AC executado pelo Centro Tecnológico do Exército (CTEx)

Destaques

Redação Forças de Defesa
Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

O Centro de Avaliações do Exército (CAEx) apoiou, em 24 de março, o disparo do Sistema Míssil Superfície-Superfície 1.2 Anticarro (MSS 1.2 AC), executado pelo Centro Tecnológico do Exército (CTEx).

A empresa SIATT (Sistemas Integrados de Alto Teor Tecnológico), criada pelos fundadores da Mectron, está prosseguindo com o desenvolvimento do míssil.

A história do MSS 1.2 tem um longo percurso, mesmo antes de o Exército Brasileiro, em 1986, lançar um programa para produção local de um míssil anticarro.

Em agosto de 1986 o Exército Brasileiro recebia proposta para a fabricação de um míssil anticarro. Foram ofertados os mísseis: TOW (Hughes), Bill (Bofors) e o MAF (Oto Melara – Engesa).

O escolhido foi o MAF (Missile Anti-Carro della Fanteria), em desenvolvimento pela italiana Oto Melara. Foi criada a empresa Engemissil para gerenciar esse programa entre outros e posteriormente com a Órbita.

A Órbita Sistemas Aeroespaciais S.A. era uma sociedade da Embraer (40%), Engesa (40%) e os 20% restantes com a Imbel, Eska, Eskam e Parcon. A empresa tinha 250 funcionários e ficava em São José dos Campos, em um edifício próximo à Embraer.

Com a posterior crise e falência da Engesa em 1993, a Órbita acabou desaparecendo, o que levou a uma paralisia do projeto do míssil anticarro.

Posteriormente o projeto foi retomado e passado para a empresa Mectron – Engenharia, Indústria e Comércio Ltda, de São José dos Campos, que refez totalmente o projeto, e pouco resta do original.

Míssil MSS 1.2 AC

Especificações
Peso 34 lb (15,4 kg)
Comprimento 5 ft (1,52 m)
Diâmetro 5 in (127 mm)
Alcance efetivo 2 milhas (3,22 km)
Ogiva Explosivo HMX
Motor Motor de dois estágios
Propelente propelente sólido, base dupla
Velocidade 0,8 Mach.
Sistema de
orientação
Beam rider

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71 COMMENTS

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sub urbano
sub urbano
7 meses atrás

Se não tiver o “top attack” ou seja, acertar o alvo de cima para baixo, não tem capacidade de furar os T-72B venezuelanos. Já nasce obsoleto. Mesmo assim sou a favor de continuar com o projeto. Já é melhor que nada. Nada = oq o brasil tem hoje.

MFB
MFB
Reply to  sub urbano
7 meses atrás

Piada de péssimo gosto essa arma. MUITO, mas MUITO defasada.

Marlos
Marlos
Reply to  MFB
7 meses atrás

Tomara que sirva de base para uma versão melhorado. No canal do fernando salles ele falou algo que concordo, disse que o problema do Brasil não é fazer armas defasadas, mas sim desistir delas sem aprimorà-las.

Last edited 7 meses atrás by Marlos
Reinaldo Deprera
Reinaldo Deprera
Reply to  sub urbano
7 meses atrás

Minha opinião é contrária à sua.

  • Gosto muito do desenho desse ATGM
  • Acho importante dominar esse tipo de propulsão tipo TOW
  • O guiamento dele deixa o custo unitário barato e torna a arma muito flexível
  • Tem uma área de warhead gigantesca para uma um ATGM. Criar uma warhead capaz de derreter um T-72 com uma área dessas é o menor dos problemas
Alfredo Araujo
Alfredo Araujo
Reply to  Reinaldo Deprera
7 meses atrás

Sua opinião é contrária a dele pq ele não entende nada ! kkkk
Top down está em foco pq é o mais relevante e tecnológico, na ajuda americana a Ucrânia… Ai os NLAW, Panzerfaust 3, os próprios RPG da época soviética… não prestam ! kkkk
Sem contar no Kornet russo, que cansou de destruir CC pesado nessas últimas guerras árabes…

LUIZ C M BRANDAO JR
LUIZ C M BRANDAO JR
Reply to  sub urbano
7 meses atrás

Chegou a ver as fotos da postagem ??

Capa Preta
Capa Preta
7 meses atrás

Excelente, que este missa seja produzido, que venham novas versões. O Spike israelense foi desenvolvido em suas primeiras versões em meados dos anos 70. Vamos deixar de vira latismo.

Farias
Farias
Reply to  Capa Preta
7 meses atrás

Sim, e desde então o SPIKE tem sido adotado em larga escala e utilizado em combate inúmeras vezes, aliando teoria e prática. Já o MSS…

Last edited 7 meses atrás by Farias
PauloR
PauloR
7 meses atrás

Enorme se for comparar com os sistemas que os ucranianos estão usando.
Para emboscada acho ate inviável pq expõe o atirador e o equipamento.

Capa Preta
Capa Preta
Reply to  PauloR
7 meses atrás

Ele foi configurado para ser disparado rente ao solo , muito mais discreto que o sistema Ucraniano.

RPiletti
RPiletti
7 meses atrás

1986… não há interesse, simples assim, se fosse verba de campanha este desenvolvimento estaria na versão top de linha em nível mundial…

Zorann
7 meses atrás

Quantos anos mesmo para isto ai ficar pronto? Já encomendamos algum?

Só rindo mesmo. Espetáculo pirotécnico desesperado para mostrar que fazem alguma coisa.

Depois perguntam porque não devemos desenvolver nada por aqui. Não passa de dinheiro jogado fora. O Brasil não compra nada e quando compra, o faz em lotes simbólicos que não sustentam a produção a um custo aceitável. Comprem lá fora a meia dúzia de misseis do mega estoque estratégico, que sai mais barato

Parem logo com este desperdício de dinheiro. Voltem para o churrasco e o leite condensado, que estes pelo menos geram emprego.

Rayan
Rayan
Reply to  Zorann
7 meses atrás

Boa análise.

Leonardo Cardeal
Leonardo Cardeal
Reply to  Zorann
7 meses atrás

Por isso que eu bato na tecla…. Não vale a pena.. aqui no Brasil não, não há demanda, não há interesse não há grana… sem grana nada sai do papel, ou quando sai, sai com 20 anos de atraso… melhor comprar de prateleira… o conceito em si já está totalmente defasado………

Alois
Alois
7 meses atrás

Pelo que lembro, este projeto foi descontinuado, mais um, se ele ainda está ativo, só demonstra para os que defendem o made in Brasil como as coisas demoram aqui nas terras tupiniquins, e se, pronto já nasce com concorrentes mais modernos.
Os Ucranianos tem um modelo interessante, que apesar de ter 30 kg o operador fica a uma distância e faz o disparo através de um console, ficando menos exposto.

Wellington Góes
Wellington Góes
7 meses atrás

Enquanto EB continua seu desenvolvimento autóctone… Um certo aeroclube diz que é só um cliente mesmo… Rsrsrsrs

Maurício.
Maurício.
Reply to  Wellington Góes
7 meses atrás

Cada matéria de algo feito aqui eu lembro de você, você sempre bate na tecla que temos que produzir nossos armamentos aqui mesmo no Brasil, mas, infelizmente como sabemos, não é bem isso que ocorre, mas nesse caso, não sei se não seria muito mais negócio comprar um lote bem grande de NLAW, já que esse míssil tem a minha idade e ainda não está 100%, já que ainda está em testes, cancela logo e compra algo mais moderno e eficiente.

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  Maurício.
7 meses atrás

Quando não se coloca dinheiro de verdade para terminar, realmente fica difícil terminar… Aí fica fácil também dizer que o melhor é comprar fora… É aquela estória, criar dificuldades, para vender facilidades… E a boca vai ficando torta por causa do cachimbo…

Bardini
Reply to  Wellington Góes
7 meses atrás

Desenvolvimento autóctone: desde a década de 80 fuçando nesse míssil. E na hora do vamos ver, vão lá e compram Spike.

Last edited 7 meses atrás by Bardini
Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
7 meses atrás

De 1986 até hoje.
De um lado, é louvavel que o EB não ter deixado esse projeto morrer de vez, e ter continuado a investir nele.
Por outro lado…
Quase 40 anos de P&D, pra quando finalmente ficar pronto, já nascer ultrapassado, e não ser adquirido em quantidade nem pelo próprio país fabricante. Como se compete no mercado internacional com um produto com um histórico desses?

Capa Preta
Capa Preta
Reply to  Willber Rodrigues
7 meses atrás

O projeto possivelmente avançou tecnologicamente não precisa ser a exata tecnologia de 86, e natural, os optronicos por exemplo devem ter sido atualizados.

Capa Preta
Capa Preta
Reply to  Willber Rodrigues
7 meses atrás

Vc sabia que o T72 e um cacareco modernizado dos anos 70? E que o primeiro F15 entrou em serviço por volta de 1976?

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Capa Preta
7 meses atrás

Comparação sem sentido.
O T-72 e o F-15 ficaram 40 anos em “gestação”, pra finalmente ser lançado após décadas de atraso?
Tú acha mesmo que esse ATGM BR está no mesmo nível que as últimas versões do Spike ou Javelin?
Acha mesmo que esse míssil BR tem alguma chance no mercado internacional, competindo com outrod ATGM’s já comprovados em combate?

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Willber Rodrigues
7 meses atrás

Mas enfim…
Ele tá pronto? É 100% nacional? Ótimo.
Tá na hora do EB fazer a parte dele, encomendá-lo em em boa quantidade, dar um jeito de integrá-lo no Guaraní e em outros veículos que o EB e os FN possuem, e investir em suas atualizações.

JCuritiba
Reply to  Willber Rodrigues
7 meses atrás

EB encomendar? Boa quantidade? EB no caso que vc se refere não deve ser o exercito brasileiro né?

Como sempre, daqui a 4 anos fazem mais um disparo de testes desse cacareco.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  JCuritiba
7 meses atrás

Provavelmente vão encomendar uma dúzia com prazo de entrega em 10 anos, vão atrasar os pagamentos, e depois cortar o pedido original pra apenas meia dúzia.
Não seria a primeira vez que isso acontece mesmo…

Talisson
Talisson
Reply to  Willber Rodrigues
7 meses atrás

Não acho que o objetivo seja venda e sim se precaver de um embargo onde os spikes e javelins nos seriam negados.

Leonardo Cardeal
Leonardo Cardeal
Reply to  Capa Preta
7 meses atrás

E nenhum deles demorou quase 40 anos para ser produzido.. levando em conta que o “nosso” míssil não é produzido ainda…

Bueno
Bueno
7 meses atrás

Veja isto!!
 um ataque Ucraniano com míssil anticarro contra um Blindado Russo…
O atirador estava muito Próximo da Coluna de blindados, teve êxodo mas deve ter ido pro paraíso tmb..
Que loucura !!

https://www.youtube.com/watch?v=c_YDwy2MRMw

eliton
eliton
7 meses atrás

As cenas do disparo foram gravadas em 2018
https://www.youtube.com/watch?v=dWaXqCNwPNw

Maurício.
Maurício.
Reply to  eliton
7 meses atrás

Nesse vídeo da matéria aparecem dois disparos em dias diferentes, o último disparo do vídeo pode ser esse de 2018.

20220331_161321.jpeg
eliton
eliton
Reply to  Maurício.
7 meses atrás

Posso estar maluco, mas pra mim a parte que eles mostram a “mira” é mesma nos dois videos.

JCuritiba
Reply to  eliton
7 meses atrás

kkkkkkkkkkkkkkk tô falando…
Que piada!

Carlos Gallani
Carlos Gallani
7 meses atrás

Para coisas onde um ToT pode funcionar não tem…

Capa Preta
Capa Preta
7 meses atrás

Crítica e algo totalmente válido, e há muito o que se criticar por aqui principalmente em questões de gestão e prioridades de recursos. Mas pqp o nível de vira latismo de brasileiro e estratosférico, qualquer país do mundo estaria comemorando possuir tal tecnologia em desenvolvimento e em evolução, em uma situação de ameaça poderíamos produzir de forma emergencial milhares destes e espalhar pelas fronteiras sem precisar ficar mendingando para ninguém.

Bardini
Reply to  Capa Preta
7 meses atrás

tal tecnologia em desenvolvimento e em evolução
.
Que desenvolvimento? Que evolução? Nada disso existiu com relação ao míssil e seu princípio ultrapassado de emprego.
.
Não existe evolução, sem o desenvolvimento de um projeto que vai resultar em um produto TOTALMENTE diferente deste.
.
em uma situação de ameaça poderíamos produzir de forma emergencial milhares
.
Claro, claro… E em quanto tempo iriam produzir essas “milhares de unidades” na linha de produção que não existe e que seria tocada por centenas de funcionários altamente qualificados, que de igual forma não existem? Um mês?

Last edited 7 meses atrás by Bardini
Capa Preta
Capa Preta
Reply to  Bardini
7 meses atrás

O Spike em suas versões atuais foi evoluído das versões dos anos 80. E o Brasil tem o maior parque industrial da América latina, em uma situação de tesão e ameaça obviamente que grande parte deste parque industrial seria direcionado ao setor de defesa, e em vez de inventar um míssil anti carro do nada já temos um projeto desenvolvido, e a isto que eu me referi.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Capa Preta
7 meses atrás

“(…) em uma situação de tesão e ameaça (…)”
Bem…cada um com seu fetiche…

Last edited 7 meses atrás by Willber Rodrigues
Capa Preta
Capa Preta
Reply to  Willber Rodrigues
7 meses atrás

Tensão 🤣🤣🤣

Lemes
Lemes
Reply to  Capa Preta
7 meses atrás

Pois é, e os fornecedores de subsistemas vão ficar quietinhos esperando anos e anos para produzir os ditos cujos, vivendo dos ENORMES subsídios que o governo federal dará para que não fechem a linha de produção de um produto que não tem pedidos. Cada uma…

Ricardo Rosa Firmino
Ricardo Rosa Firmino
7 meses atrás

De 1986 até 2022, 36 anos chegamos onde? Lugar nenhum, não desenvolvemos nada e nem temos o missel. Gastamos quanto?? Não sei, mas com certeza um bom dinheiro. É o que sempre falo: a indústria de defesa no Brasil não se sustenta..compra de prateleira.

Paulo
Paulo
Reply to  Ricardo Rosa Firmino
7 meses atrás

E os Astros 2020?

Ricardo Rosa Firmino
Ricardo Rosa Firmino
Reply to  Paulo
7 meses atrás

O Astros evoluiu, do Mk1 para o Mk6….mas a Avibras infelizmente corre o risco de falir. Cadê a sustentação da indústria???

Caio
Caio
Reply to  Ricardo Rosa Firmino
7 meses atrás

O governo federal serve para quê? Em especial um governo que quer ter pólvora?
Na Europa ocidental, EUA e Japão, a indústria de armas não se sustenta só com a compra por civis, ou colecionadores.

Rayan
Rayan
7 meses atrás

Desde os anos 80 esse programa não conclui e finaliza. Impressionante… chega a ser constrangedor.

Rogério Loureiro Dhiério
Rogério Loureiro Dhiério
7 meses atrás

Me corrijam.

Estou certo ou estou errado?

Foi este “brinquedo” proposto pela Equitron para Equipar o Cascavel em sua modernização?

Submarino de Anão
Submarino de Anão
7 meses atrás

É isso mesmo fazendo as contas??? São 36 anos tentando desenvolver isso??? Kkkk

Alô TCU, onde foi para o dinheiro investido nesse projeto durante todo esse tempo???

Foxtrot
Foxtrot
7 meses atrás

Só não falam para que servem esses testes.
Na época da Mectron, fizeram testes para inclusão de um giroscópio no míssil.
Acho que era ou para tornar o míssil fire and forget ou para desenvolver a versão ar/solo denominado no Ctex de M.A.S 5.1.
li também que estão testando o monóculo termal Olhar VDN X1.
Tecnologias temos, basta adquirir.

Foxtrot
Foxtrot
7 meses atrás

Esse sensor na parte traseira do míssil é inútil, pois só pode receber informações da unidade de tiro.
Precisam mudar o sensor para parte dianteira, assim qualquer soldado com mira laser pode orientar o míssil.
Sem falar que poderão mudar o bocal de exaustão do míssil e ampliar o alcance com o aumento de combustível interno.
O designer do míssil é antiquado, mas a tecnologia ainda tem grande Vália.

Satyricon
Satyricon
Reply to  Foxtrot
7 meses atrás

Fox, eu acredito que o ideal seria não a supressão, mas o acréscimo desse sensor na parte dianteira (um MSS 1.2.1 ou 1.3) tornando-se de uso dual. Poderia assim ser guiado por outro atirador, infante ou até aeronaves (fixa e rotativas), mas principalmente, por drones.
A experiência mostra que o futuro está aí.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Satyricon
7 meses atrás

O problema do sensor na parte traseira Satyricon é que o bocal de exaustão precisa ser direcionado para as laterais devido aos gases de exaustão, fumaça etc etc. Isso já se mostrou ineficaz para mísseis guiados a fibra óptica ou mesmo laser. O bocal na lateral se torna menos eficaz que um bocal tradicional para exaustão traseira (bocais laterais normalmente são usados para induzir rolamento no míssil ou foguete, devido as suas dimensões reduzidas), talvez daí o curto alcance do MSS. Sou mais desenho tradicional tipo o Hellfire por exemplo. Mas para reduzir interferências no míssil podemos usar o mesmo… Read more »

JBecker
JBecker
7 meses atrás

Ele é um míssel de última geração? Não Tem o maior alcance? Não Tem o sistema de guiamento mais moderno? Não É o mais leve? Não Tem a maior penetração? Não Todos estas características são desejáveis, com certeza, mas os fatores mais importantes para um ATGM são: 1) ser barato para que possa ser adquirido aos milhares em caso de necessidade 2) não depender de fornecedores estrangeiros Até RPG continua tendo sua relevância no teatro de guerra moderno. Este projeto se arrasta por longos 36 anos porque o EB priorizou outros projetos nas últimas décadas, o MTC-300 é um exemplo… Read more »

JCuritiba
Reply to  JBecker
7 meses atrás

“o MTC-300 priorizado”

A situação financeira desesperadora da Avibrás e as 400 pessoas que infelizmente perderam seus empregos devem discordar dessa afirmação.

JBecker
JBecker
Reply to  JCuritiba
7 meses atrás

A situação financeira desesperadora da Avibrás é consequência da má gestão dos seus administradores, uma empresa parasita, que adora consumir verbas milionárias do FINEP em projetos que nunca saem do papel (vide projeto Falcão e fábrica de PBHT).
Mesmo com a demissão dos 400 funcionários, foi realizada campanha de disparo recente do MTC-300 e do SS-80G, o que mostra que o projeto continua em fase avançada sendo priorizado pelo EB.

JCuritiba
Reply to  JBecker
7 meses atrás

Disparo antes da demissão. Esses “grandes” vivem disso, disparos eventuais a 4 ou 5 anos. Finalizar e ser adquirido pelo governo brasileiro são outros 500.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  JBecker
7 meses atrás

“Apesar de defasado tecnologicamente, ainda cumpre sua missão para o teatro operacional da América do Sul”
É incrível como sempre usam essa desculpa de “pelo nosso T.O tá bom” pra tentar justificar o uso de qualquer velharia que já foi aposentado por obsolência no resto do mundo, mas que “continua sendo relevante na AS”….

JBecker
JBecker
Reply to  Willber Rodrigues
7 meses atrás

Desconsiderar o teatro operacional é amadorismo. Qual seria a sua brilhante ideia? Jogar fora todo dinheiro, conhecimento e esforço aplicado, para começar outro projeto, do zero, que levará mais 15 anos? O míssel moderno do EB já foi adquirido e se chama Spike-LR. Concluir o MSS 1.2 é uma estratégia acertada, teremos um inventário Hi-Low. Como já mencionei, os objetivos do MSS são: 1) ser barato = poder adquirir em grande quantidade 2) ser produzido sem dependência de fornecedor internacional Para abater M-113, BMP-3, BTR-80 e outros blindados leves o MSS 1.2 resolve a um custo baixo. Burrice é queimar… Read more »

FERNANDO
FERNANDO
7 meses atrás

Bah Tche, 1,2,3,…………………
Mais um projeto nacional que não vai a lugar algum.
Escrevam!

Bardini
7 meses atrás

Míssil com mentalidade da década de 80, combina perfeitamente com um Exército da década de 80…

Bardini
7 meses atrás

O que seria um míssil extremamente moderno hoje em dia? . Esse é o MMP (Missile Moyenne Portée: Míssil de Médio Porte) da MBDA: . Ele possui três opções de engajamento: Fire-and-Forget: selecionou o alvo? Atira e sai correndo. Man-in-the-Loop: selecionou o alvo? Atira e segue o engajamento. Depois que atirou, o operador pode abortar o engajamento OU trocar o alvo inicialmente engajado, por outro. LOAL/ NLOS: não consegue selecionar o alvo pq tem um morro na sua frente? Dispara o míssil naquela direção que o outro combatente ou um UAV, do outro lado do morro pode plotar o alvo para… Read more »

Last edited 7 meses atrás by Bardini
Felipe Morais
Felipe Morais
Reply to  Bardini
7 meses atrás

Multipropósito, mais capacidade e não é um trambolhão, como o MSS 1.2. Falam de capacidade disso e daquilo, mas acho que o mais importante, além da efetividade, claro, é ser portável. Poder ser carregado, no TO, por um só indivíduo, sem prejudicar, de forma substancial, sua mobilidade. Embora o peso seja similar ao sistema que você cita, o míssil é enorme. Um soldado não consegue se deslocar por uma distância razoável com esse sistema. Ai você precisa de um soldado ou mais de um pra carregar o míssil e um outro soldado pra carregar a mira. Sinceramente, não me empolga.… Read more »

Bardini
Reply to  Felipe Morais
7 meses atrás

Eu concordo totalmente com você, que deveríamos ter um sistema nacional deste tipo. E isso é algo extremamente estratégico. Mas aí entra naquela velha questão da encruzilhada, como comentei no Naval sobre a aquisição do ScanEagle: “produto meia boca nacional versus produto de qualidade importado?” . Somos reféns desta maldita encruzilhada, pq estabeleceram grandes “projetos estratégicos”, na tentativa de criar uma BID de cima para baixo. Isso é errado! E esses “projetos estratégicos”, são tão mal fundamentados dentro da nossa realidade financeira e de necessidades básicas, que inviabilizam o desenvolvimento e aquisição de uma série de produtos menores, que dariam capilaridade a… Read more »

Lemes
Lemes
Reply to  Bardini
7 meses atrás

Uma ideia muito lucida, e portanto inviável nesse país. Aqui ninguém está preocupado com viabilidade técnico financeira das empresas e do projeto em si. Quem no mundo vai querer comprar esse míssil (vendas externas dão sustentabilidade ao projeto)? Ou o Mansup? São equipamentos que já nasceram obsoletos e são caros, pois não tem escala.

Reinaldo Deprera
Reinaldo Deprera
Reply to  Bardini
7 meses atrás

O Piranha da Mectron provou que não sabemos fazer esse tipo de cabeça de guiamento IR muito menos IR/Digital. Ainda que soubéssemos, você acha que devemos abrir mão de termos um parecido com propulsão parecida com o TOW e guiamento a laser?
A realidade brasileira é o MSS 1.2. Esse conseguimos fazer e ele tem vantagens sobre o sistema supra-citado da MBDA e o Javelin. Ele é muito, muito, muito mais barato. E para fazer uma defesa de ponto no terreno, ele é um sistema ideal.

Ander
Ander
7 meses atrás

Na minha opinião esses projetos de misseis no Brasil não vão para frente por três motivos, não temos uma empresa sólida para industrializar a fabricação, vide quantas empresas fecharam desde o início do projeto boa parte delas por influência externa, procurem no YouTube sanções Americanas a projetos de mísseis brasileiros. Outro motivo é nossas forças armadas que não compram em quantidade suficiente para viabilizar a produção. Seria interessante a Avibras absorver a Siatt e fazer uma empresa forte para viabilizar esses projetos.

Caio
Caio
Reply to  Ander
7 meses atrás

Esse segundo motivo é no principal deles, pois os garbosos, só peitam o próprio povo.

Luis
Luis
7 meses atrás

Obsoleto, só serve contra blindagem mais simples, esse investimento deveria ser usado em outras áreas.

peaceandlove
peaceandlove
7 meses atrás

Pela maioria dos comentários a conclusão é que esse míssil não destrói blindados tendo em vista que é a herança de um projeto da década de 80 é isso? Perfura só 50cm em aço, é pouco? Daqui a pouco vão dizer que se fabricássemos uma bomba atômica como a de Hiroshima ela não causaria nenhum dano se caísse sobre uma cidade, pois a tecnologia é antiga.

Lemes
Lemes
Reply to  peaceandlove
7 meses atrás

O problema cara amigo, é que as blindagens atuais não são feitas apenas de aço. São um sanduiche de materiais feitos justamente para se contrapor a esses tipos de ogivas de carga oca. Todos os misseis modernos utilizam cargas em tandem (Duas cargas explosivas, uma atrás da outra que explodem em sequência) para contrapor essas novas blindagens compostas e também as blindagens reativas. Contra os veículos blindados mais modernos esta ogiva não consegue ser tão efetiva.

Grifon Eagle
Grifon Eagle
7 meses atrás

Excelente!!! Porém só 400 sistemas de mísseis anticarro, é muito pouco, teríamos que ter pelo menos uns 5 mil sistemas deste aí. O míssil é top, o que confirma cada vez mais que somos capazes de desenvolver os nossos próprios equipamentos.

Last edited 7 meses atrás by Grifon Eagle
Luis
Luis
7 meses atrás

23kg para uma arma anticarro com alcance de 2km, dinheiro público dá em árvore mesmo e temos ffaa para dia de desfile

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