C aio Maniero D’Auria é um enxadrista. Calculista. Paciente. Insistente. Irritante, até. Graças a essas características, tornou-se, aos 22 anos, o primeiro brasileiro dispensado do serviço militar obrigatório por “razões políticas e filosóficas”. Na prática, significa que ele foi dispensado sem nem precisar jurar à bandeira. Para muitos, a formalidade é apenas um detalhe. Para ele, uma batalha de quase cinco anos de duração em defesa da “liberdade”.

Todos os anos 1,6 milhão de jovens alistam-se e cerca de 100 mil são incorporados ao Exército, à Marinha ou à Aeronáutica (em 2008 foram 80 mil), segundo o Ministério da Defesa. Desses, 95% declararam no alistamento desejo de servir. Os que não queriam, foram convocados por ter alguma habilidade necessária à unidade militar da região. “A Estratégia Nacional de Defesa pretende alterar esse quadro, de modo a que o serviço militar seja efetivamente obrigatório, e passe a refletir o perfil social e geográfico da sociedade brasileira”, anuncia o Ministério da Defesa, sem dar detalhes de como isso será feito.

Por ora, a única exigência feita para os dispensados é uma pastosa cerimônia de Juramento à Bandeira, tão esvaziada quanto a obrigação de executar o Hino Nacional antes das partidas de futebol em São Paulo. Ninguém reclama. Caio recusou-se.

Determinado a encontrar um meio válido de não jurar à bandeira, entranhou-se nas leis militares. Telefonou para o Comando militar do Sudeste e soube que podia pedir para prestar um serviço alternativo e que, por não haver convênio firmado, isso resultava na dispensa automática. “Mas a secretária da Junta militar me falou que só Testemunhas de Jeová podiam alegar objeção de consciência. Ela me mandou jurar à bandeira, mas eu estaria mentindo se jurasse dar a vida pela nação, pois jamais faria isso”, diz, com um sorriso tímido de quem mal deixou a adolescência.

De próprio punho, Caio redigiu uma “declaração de imperativo de consciência”, e declarou-se anarquista. A Junta militar exigiu a declaração de uma associação anarquista confirmando o vínculo. Caio, então, contatou mais de vinte organizações em busca de, como diz, uma “carta de alforria”. Perdeu um ano nessa. “Os anarquistas brasileiros não tiveram a coragem de colocar em prática o que tanto pregam. A maioria está mais interessada em festinhas”, reclama. E pondera: “Acho que eles tiveram medo de ser fichados pelo Exército”.

Desiludido, encontrou na internet a organização Movimento Humanista. Enfim, sentiu que seria atendido. “Pregamos a não-violência e somos contra o serviço militar obrigatório”, diz Paulo Genovese, coordenador do grupo, que faz reuniões semanais e promove a Marcha Mundial pela Paz e pela Não-Violência.

Diante de nova declaração de objeção de consciência, a Junta pediu dados dos integrantes e o CNPJ da organização. Três meses depois, foi preciso detalhar quais eram as incompatibilidades do movimento com o serviço militar.

Era janeiro de 2008. “Passei noites em claro redigindo. Fui pessoalmente entregar”, diz, satisfeito. Sustentou que os humanistas colocam “o ser humano como valor central”, enquanto os militares devem defender a pátria “mesmo com o sacrifício da própria vida”. E que o “repúdio à violência” é incompatível com o “amor à profissão das armas”.

Quatro anos e oito meses após se alistar, Caio pegou seu Certificado de Dispensa do Serviço Alternativo. Em 2008, apenas seis jovens foram eximidos por objeção de consciência. Nos últimos cinco anos, 232. Mas Caio foi pioneiro. “Nunca motivos políticos livraram alguém, o meu processo é o número 001/08. Abri um precedente e agora tenho onde lutar por minha liberdade e pela dos demais”, comemora ele, que é analista de dados de telemarketing. Há anos quer prestar concurso público. Agora pode.

FONTE: CartaCapital

Editor da Revista Forças de Defesa

54 Responses to “Alistou-se, não jurou a bandeira e pegou o Certificado de Dispensa” Subscribe

  1. camberiu 16 de março de 2009 at 16:52 #

    Parabens para ele que defendeu seus ideais. Melhor do que muitos juramentos falsos que vemos por ai. Podem ate discordar da posicao dele, mas que ele mostrou carater, isso ele mostrou.

  2. Rodrigo 16 de março de 2009 at 18:21 #

    Mostrou ser um babaca comodista, isso sim.

  3. Roberto CR 16 de março de 2009 at 18:26 #

    100% com você camberiu.

    Sou totalmente contra serviço militar obrigatório.

  4. Tiago Jeronimo 16 de março de 2009 at 18:36 #

    É impressionante o tipo de comentário feitos aqui no blog, o cara passou 5 anos lutando pra impor seus ideais e você chama ele de babaca comodista? Comodista? Você sabe pelo menos o que a palavra comodista significa?

    É cada uma…

    Agora sobre o post, eu fiz os testes fisicos pro NPOR mas acabei desistindo de ficar, fui dispensado e nunca jurei a bandeira, ninguém me pediu pra ir a “cerimonia” de juramento e eu não perguntei, recebi a reservista e pronto. Então o cara da reportagem, os testumanhas de jeóva e eu não precisamos morrer pelo Brasil :D

    “Ou deixar a pátria livre ou morrer pelo Brasil!”

    Eu não uahauhauahuah :P

  5. Lecen 16 de março de 2009 at 18:39 #

    Vocês tem que entender que o rapaz não se posicionou contra o alistamento obrigatório (que também sou contra, por sinal), mas sim ao ato simbólico de jurar lutar pela pátria.

    Isso é muito sério. Muito mesmo. Se ele não irá lutar pelo Brasil, por que diabos é um cidadão brasileiro? Deve adorar ter direitos como cidadão, como bem provou ao pesquisar a fundo a possibilidade de não prestar juramento. Mas na hora de realizar uma obrigação…

  6. Jose Adelino 16 de março de 2009 at 19:03 #

    Falta de P A T R I T I S M O.

    Já pensaram se fosse em Israel???? Esse Mane que não quer defender sua Patria( Diga-se de passagem a sua propria familia, etc)

    Quem vai defende-los em caso de necessidade??? Meu filho ou o seu???

    Ou alguem acha que ele e sua familia não vão correr atras de alguem para defende-los???

    A tava esquecendo…concordo com o Lecen

  7. joao terba 16 de março de 2009 at 19:08 #

    Eu acho um absurdo 1,6 milhão de jovens todo anos,95% querem servir,porque serviço obrigatório,não vejo sentido.

  8. Marine 16 de março de 2009 at 19:21 #

    Lecen,

    Voce esta certo, o ponto disso tudo e ele nao acreditar em lutar pelo pais ou por causa alguma como diz ele mesmo…

    Na minha opiniao pessoal e um utopico, fora da realidade e covarde…Esse tipo de gente saos os primeiros a reclamar seus direitos como cidadao mas deveres que e bom nada.

    Sds!

  9. Renato P. 16 de março de 2009 at 20:02 #

    Simplesmente um absurdo e ridículo! Ainda aparecem outros imbecis para apoiar!
    Se não quer morrer pela pátria, tudo bem, peça outra nacionalidade qualquer (minha sugestão: vire argentino!). Mas se esforçar tanto para não jurar a bandeira, nosso símbolo pátrio maior???
    Duvido que tivesse esse empenho para cobrar dos políticos, ou outra coisa realmente séria do tipo!
    Apesar de ser de família com tradição militar e ser ex-militar, também sou contra o alistamento obrigatório. Deveríamos dar chance a verdadeiros brasileiros fazer parte de nossas FAs! Assim teríamos gente comprometida, ao invés desses imbecis, inúteis e anti-patriotas nos representando e defendendo!
    BRASL ACIMA DE TUDO!!!

  10. Roberto CR 16 de março de 2009 at 20:20 #

    Se o alistamento não fosse obrigatório fatos como esse não ocorreriam. E o fato dele não estar disposto a “morrer pela pátria”, um velho jargão que em nosso país serve mais a população pobre do que à toda população, significa sim uma questão de direitos. Triste é ver que patriotismo, pra variar, não é associado a ter opinião clara contra o que não se quer fazer. Infelizmente a reportagem não esclarece porque ele não concorda em “morrer pela pátria”, o que dá margem a qualquer tipo de especulação.

    Liberdade de escolha é isso aí. Primeiro a pessoa pensa se o que deve fazer é certo, se os motivos são corretos. Depois sustenta a sua escolha e arca com as consequências. O problema é que por aqui existem as “unanimidades”, as quais se você não se alinhar automaticamente estará completamente errado.

    Abraços

  11. Bosco 16 de março de 2009 at 20:45 #

    Gandhi era patriota ao extremo e nem por isso queria matar por seus ideais e por seu país.
    Muitos que cantam o Hino Nacional todos os dias não têm coragem de morrer pelo Brasil mas matam centenas de brasileiros com suas falcatruas e negociatas. Centenas de brasileiros que morrem de barriga vazia e nas portas de postos de saúde, sendo atendidos iguais a lixo.
    Se todos colocássemos nossa condição de ser humano a frente de nossa condição de cidadãos e de “profissionais” o mundo seria um lugar bem melhor.
    Eu morro pelo meu país mas gostaria de ver ir na frente para dar exemplo um bando de políticos bem remunerados, servidores públicos com estabilidade de emprego e com um monte de direitos adquiridos na frente carregando a Bandeira do Brasil. Eles e seus filhos e netos. Eu estarei logo atrás esperando a minha vez de matar e morrer.
    Como diz um velho ditado: Não mate e nem morra por nenhuma causa que ela pode não ser a causa justa.

  12. Marine 16 de março de 2009 at 20:46 #

    “Morrer pela patria” e baboseira dele…Qual foi a ultima vez que o Brasil esteve em guerra? Quantos brasileiros morrem pela patria todos os anos? Provavelmente muito menos do que morrem por queda de um raio nem por isso ele diz que nunca mais saira de casa em dia de chuva…

    Esse negocio de morrer pela patria no Brasil e praticamente inexistente! Desculpa pra boi dormir dele…Na verdade isso tudo tem haver com o que o Lecen ja disse, ele nao esta disposto a lutar (que e diferente de morrer) pela patria e consequentemente pela sua familia, por voces ou por qualquer outro.

    E uma pessoa completamente defasada da nocao de sacrificio pessoal pelo bem comum, demanda direitos seus mas nao esta disposto a arcar com os deveres caso necessarios que garantem tais direitos demandados…

    O ser que nao possui nada em que esta disposto a lutar, nada mais importante do que sua propria seguranca pessoal e uma criatura miseravel sem chance de ser livre a nao ser que seja e tenha tal liberdade mantida pelas exercoes de outros homens melhores do que ele…

    Nao nego seu direito de fazer o que fez mas tambem nao tenho que bater palmas pra ele e idoliza-lo como se fosse uma campeao dos direitos humanos.

    Semper Fidelis!

  13. Marine 16 de março de 2009 at 21:04 #

    Alias, defender a Patria e por definicao a sua familia, lar e amigos nao seriam a maior responsabilidade do cidadao?

    Ou sera que o Estado ha de prover beneficios e direitos sem que o cidadao tenha qualquer responsabilidade de que se necessario venha a defender o Estado ou melhor ainda o povo que lhes proveniu com tais beneficios e direitos?

    Essa ideia, essa desculpa usando o termo “morrer pela patria” e coisa de pacifista para racionalizar sua indisposicao com tais deveres, todos nos sabemos que servir/lutar pela Patria nao e uma sentenca de morte! Tais pacifistas sao sempre os primeiros a elogiar o berco de nossa sociedade moderna com os grandes intelectuais gregos mas se esquecem (quem sabe de proposito) que tais sociedades tao iluminadas tinham como berco a nocao de que o cidadao tem o dever de defender o Estado…Sem isso o Estado nao pode existir e muito menos prosperar.

    Uma coisa e nao querer servir as FAs, outra e dizer ser contra ou indisposto a defender a nacao se necessario!

    Sds!

  14. Adolf Galland 16 de março de 2009 at 21:10 #

    O mais engraçado é que ele abriu a boca para falar dos direitos de lierdade dele, mas esses direitos que ele fez fazer valer, ele não qeur defender, como um amigo falou ae emcima, os direitos ele gosta e faz questão, mas o dever os outros que paguem.

  15. Julio 16 de março de 2009 at 21:16 #

    Sou a favor do alistamento obrigatório, mas, a convocação deveria ser primeiramente sobre os que desejam servir e necessitam dessa oportunidade. Agora quanto ao Caio Maniero D’Auria respeito a posição dele, mas, se não quer prestar o juramento ou sua consciencia o impede de defender seu país, a mesma consciencia também deveria impedir de fazer concurso público e viver as custas dos trabalhadores brasileiros.

  16. Roberto CR 16 de março de 2009 at 21:26 #

    A noção de Estado e pátria se confundem através da história. E não é necessário ser pacifista para falar sobre o berço da sociedade ocidental e ser contra conflitos. Fazer parte dela é suficiente. Mas imagine países como a Espanha, aonde existem sérios problemas quanto a unidade nacional. O governo gerencia o Estado espanhol, mas um catalão não tem as mesmas aspirações que um basco. Mas estão todos sob o mesmo guarda-chuva e não são considerados traidores ou covardes porque sustentam suas posições.

    E defender uma nação não quer dizer, necessariamente, desafiar a morte.

    O debate tá bom, mas eu já estou na hora extra. Amanhã eu volto.

    Abraços

  17. Vassili Zaitsev 16 de março de 2009 at 22:02 #

    Sinceramente, a minha opnião é que essa pessoa gastou cinco anos da vida tentando provar que não merece ser brasileiro. E conseguiu, com muito esforço, mas conseguiu.

    Eu me alistei em 2000 (classe 1982), não me chamaram para fazer o juramento à bandeira. Realmente uma pena, e olha que informei meu desejo de servir como voluntário. Mas o responsável pela Junta Militar que me atendeu nem deu bola.

    Mas, ainda estou na parada, disposto ao menos tentar defender meu modo de vida e minha família, caso seja necessário.

    abraços.

  18. Patriota 16 de março de 2009 at 22:28 #

    Para mim o alistamento obrigatório não faz muito sentido até porque
    muitos jovens fazem isto mais por vontade propria são poucos que
    vão mais pela questão da obrigação, senhores anti-patriotico e vergonhoso seria se ele se recusa-se a servir a patria e depois
    usa-se a farda de outro país e luta-se por interesses extrangeiros, ja não faz mais sentido obrigar as pessoas a votar e servir as forças armadas em um país democratico.

    saudações

  19. LeoPaiva 16 de março de 2009 at 22:39 #

    Lembro de um filme no qual o soldado americano se recusou a usar armas e lutar, ele servia normalmente, cozinhava, ajudava os companheiros, mas não queria usar armas, não sei se foi um caso verídico, esqueci o nome do filme, só lembro que ele foi à Corte Marcial e o seu fim não foi muito bom ( não vou contar o final do filme).

    No caso em questão faltou na reportagem uma explicação desse rapaz sobre seus reais motivos para não jurar a bandeira. Eu até entendo uma objeção de consciência por motivos religiosos, para mim um dos raros motivos razoáveis para tal objeção.

    Depois da negação inicial ele saiu pela internet procurando grupos políticos e/ou humanistas/pacifistas/anarquistas, ou qualquer coisa ruim que termine em “ista”, para simplesmente arranjar uma declaração qualquer, mas em momento algum ele falou seus reais motivos para proceder assim.

    Quando uma pessoa diz “Não” ao juramento e não explica os motivos, corre sério risco de ser criticado como vimos nos comentários acima. Covarde, antipatriota, alienado, pessoa que só quer saber de direitos e não dos deveres, é só do que ele vai ser chamado a vida toda, simplesmente por não ter fundamentado sua decisão.

    Abraço a todos.

  20. Abrivio 16 de março de 2009 at 22:51 #

    Marine,

    Concordo com vc.

    Pergunta: se o Brasil tivesse um conflito, ele se beneficiaria covardemente do sacrifício dos outros? Neste caso, se é tão idealista, deveria se entregar imediatamente nas mãos do inimigo.

    Gostaria de saber a resposta do rapaz, vou tentar entrar em contato com ele.

  21. Rodrigo 16 de março de 2009 at 23:01 #

    Mantenho o que disse, não passa de um comodista, viver em segurança às custas do sangue e suor alheio. É fácil se pacifista em tempos de paz.

  22. Robson Bandeira 17 de março de 2009 at 2:52 #

    Comodista só, não é covarde mesmo, ele não quer servir a sua pátria mais quer fazer concurso público?, interessante.
    E ainda tem quem defenda esse tipo de atitude, é uma vergonha.

  23. Abrivio 17 de março de 2009 at 8:48 #

    Isso mesmo, Robson.

    Esse rapaz se diz “anarquista”.

    Não entendi, se os anarquistas rejeitam a idéia de estado, como é que ele quer ser funcionário público?

  24. Cinquini 17 de março de 2009 at 11:11 #

    Olha, no meu entender eu acho que esse rapaz só quis arrumar uma desculpa pra nao servir, mesmo pq, nem anarquista ele era e tentou se filiar ao movimento anarquista (pra que conhece do assunto é meio estyranho alguem se “filiar ao movimento” em um pensamento contrário a organizações).

    Agora, se de fato ele fosse anarquista e não acreditasse no papel do Estado eu me calaria e até faria coro em seu favor, mas nao foi esse o caso ;)

  25. Dalton 17 de março de 2009 at 11:24 #

    LeoPaiva,

    Voce deve estar referindo-se ao filme ” A execuçao do soldado Slovik ” com Martin Sheen no papel principal.

    Foi baseado em fatos reais e como o proprio nome do filme já cita o que ocorre no final, neste caso, nao dá para fazer suspense do que ocorre no final do filme, alias, um excelente filme!

    Slovik foi o unico soldado condenado a morte por covardia, na Segunda Guerra Mundial.

    Após um ataque de artilharia, Slovik e um amigo, separaram-se de sua unidade, o filme mostra isso tambem, e ficaram 6 semanas com uma unidade canadense.

    Quanto a esta ausencia, Slovik e seu amigo nao foram punido, já que haviam justificado, porem, ao voltar a sua unidade, o 109 regimento de infantaria, ele simplesmente comunicou ao seu oficial comandante da Cia G que nao retornaria ao front pois estava assustado demais para voltar e pediu para ser enviado a retaguarda.

    Foram dadas oportunidades para que ele retornasse ao front mas ele recusou todas elas, e como deserçao estava se tornando um problema serio naqueles dias, achou-se que uma puniçao exemplar seria necessaria.

    Foi fuzilado apos corte marcial.

    abraços

  26. AMX 17 de março de 2009 at 12:43 #

    Ideais?
    Que ideais?
    Se tem alguma coisa que ele não teve foram ideais.
    Que cara mais idiota esse tal de caio.
    Idiota tb. foi o autor da reportagem, ao chamar a cerimônia de Juramento à Bandeira de “esvaziada”.
    Esvaziado está o brasileiro, que não tem mais valores. E com a imprensa apregoando esse tipo de “coisa”, vai disseminando pro povo, o que é uma pena, e um perigo até.

    Robson Bandeira
    Falou tudo. De tanta filosofia, Caio acabou se contradizendo. Não quer servir mas quer se aproveitar da pátria.
    Coitado…. qdo. vier a se tornar um funcionário público (e tomara que não consiga), vai cair duro pra trás quando tiver que ler as regras e estatutos do funcionalismo…

    Abraços!

  27. Marcelo Ostra 17 de março de 2009 at 14:07 #

    Creio o problema ser mais serio que parece

    quanta pessoas raciocinão igual a esta pessoa, deve ser a mesma que se recusa a atender uma pesoa em dificuldade por não atrapalhar seu “schedule”

    Se esta moda pegar, e o pior que tem gente que apoia, não sei não, fico aqui pensando, o que falar para meu filho ?

    Quanto a opinião do Calmon, Calmon, teria sido ele sincero, ou aparecido ?

    Espero que se um dia acontecer algo, não haja nenhum “Caio” da vida perto de mim

    Ex S2 SGD M. Lopes
    8842010379 09
    Cia de Pol da Aer
    BINFA – BAST

    Fui com muito orgullho e o seria de novo, quantas vezes fossem necessario

    SEMPER FI !

    MO

  28. Pedro Rocha 17 de março de 2009 at 14:10 #

    Olá senhores! Senhores eu acredito que tenhamos alguns amigos que são cidadões estadunidenses. A esses senhores gostaria de fazer uma pergunta! Nos EUA as crianças juram à bandeira na escola primaria? Acho que tem um dia no ano letivo que isso ocorre (acho que é dia de Lincoln). Esse tipo de objeção de consciência já foi objeto de julgamento na suprema corte dos EUA, acredito que a decisão foi unânime: A sociedade estadunidense aglutinou-se na nação cujo um dos seus símbolos é a bandeira, portanto negando-se a ser fiel a essa nação o individuo estará abdicando de seus direitos de cidadão! Senhores eu sinceramente não morreria por palavras vagas como pátria, mas uma vida só não seria suficiente para defender minha família sendo que a mesma vive na Pátria chamada Brasil! Nos meus tempos de escola primaria, no inicio dos anos 70 do século passado (risos), toda semana hasteávamos a bandeira e era a maior honra ser o escolhido para hastear e fazer parte da guarda de honra! Senhores isso não é ufanismo, mas civismo! Gostaria muito que esses tempos voltassem, pois quando se tem consciência cívica não se vota em demagogos e corruptos! Eu particularmente sou favorável a profissionalizar a serviço militar obrigatório, porem no nosso país o serviço militar tornou-se uma âncora social, o primeiro emprego para milhões de jovens, portanto seria desastrosa uma súbita mudança do alistamento militar sem haver uma transição planejada. Eu infelizmente também ganhei minha dispensa sem jurar a bandeira, algo que me encheria de orgulho não pelo juramento em si, mas pelo o seu simbolismo e comprometimento com o meu povo. Em especial a minha família!
    Em tempo: Temos a maior alegria em portar a bandeira nacional e as cores do Brasil em jogos da seleção brasileira e sentimos vergonha em jurar a bandeira? Uma coisa antagônica não acham?

  29. Marine 17 de março de 2009 at 14:38 #

    Pedro Rocha,

    “I pledge allegiance to the flag of the United States of America, and to the Republic for which it stands: one Nation under God, indivisible, with Liberty and Justice for all.”

    Ao entrar nas FAs:

    I, (name), do solemnly swear (or affirm) that I will support and defend the Constitution of the United States against all enemies, foreign and domestic; that I will bear true faith and allegiance to the same; and that I will obey the orders of the President of the United States and the orders of the officers appointed over me, according to regulations and the Uniform Code of Military Justice. So help me God.

    Semper Fi!

  30. Zero Uno 17 de março de 2009 at 15:04 #

    Marine.

    Graças à Deus, não nos envolvemos faz tempo em guerras. Não somos um país acostumado a atacar outro país. Graças à Deus, procuramos resolver nossas diferenças com outras nações pelos meios diplomáticos e não retaliando enconômicamente ou simplesmente intervindo em sua política interna dando apoio a golpes. Graças à Deus desde a década de 70 não temos acordo de cooperação militar com países como estes. Vendemos sim, material bélico – de qualidade diga-se de passagem – para países que agora são inimigos más que anteriormente já foram “mui amigos” de nações que entram em guerra de 10 em 10 anos.

    Portanto meu caro, (sério mesmo) dou Graças à Deus de não ver BRASILEIROS ir a guerra sem que tenha sido se quer atacado… Afinal, no episódio das Torres Gêmeas, a maioria dos LOUCOS naqueles aviões eram SAUDITAS…

    Grande abraço, e boa sorte para você. É um soldado e tenho o maior respeito por aqueles que têm a CORAGEM de sê-lo. Não é para qualquer um.

    Muito menos para esse sujeito, motivo desse tópico.

    SER SOLDADO É NÃO TEMER A VIDA. É SIM, ACREDITAR NELA E NAQUELES QUE MORREM DEFENDENDO-A…

  31. Zero Uno 17 de março de 2009 at 15:15 #

    Marine…

    Você tem razão nos seus comentários… Esse sujeito, não é capaz mesmo nem de lutar pela própria família. Não tem nenhum noção do que é pátria…

    É mesmo um sem noção de nada…

    Quanto ao reporte que chamou de “vazio” o ato de jurar a bandeira, acho normal esse tipo de comentário MAIS VAZIO AINDA na maioria da imprensa Nacional. Ela jamais vai se interessar em assuntos ligados às FORÇAS ARMADAS. Ainda possuem um asco enorme delas devido ao período de regime militar que passamos.

  32. Zero Uno 17 de março de 2009 at 15:17 #

    Pessoal…

    Um off-topic INTERESSANTE!

    17/03/2009 – 07h12

    Medvedev anuncia rearmamento do Exército em grande escala a partir de 2011.

    Em Moscou

    O presidente da Rússia, Dmitri Medvedev, anunciou hoje que a partir de 2011 começará o rearmamento em grande escala das Forças Armadas do país, decisão que, argumentou, entre outras causas, devido à aproximação das infraestruturas militares da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) às fronteiras russas.MAIS INTERNACIONAL
    Canberra quer matar cangurus para proteger ecossistema
    China proíbe clonagem terapêutica com células-tronco
    No segundo dia de julgamento Fritzl enfrenta o depoimento da filha
    Venezuelano pega 4 anos de prisão nos EUA por escândalo da mala

    “No ano passado, conseguimos equipar com instrumentos modernos uma série de agrupamentos e unidades, e, a partir de 2011 começará o rearmamento em grande escala do Exército e da Marinha”, disse o chefe do Kremlin, citado pela agência oficial “RIA Novosti”, em reunião com o Estado-Maior do Ministério da Defesa.

    Medvedev declarou que a Otan não pára em suas tentativas de ampliar suas infraestruturas militares junto às fronteiras da Rússia e disse que a análise da situação político-militar no mundo mostra que, em uma série de regiões, há um grande potencial de conflitos.

    Além disso, acrescentou que continuam as ameaças de crise locais e de terrorismo internacional.

    “Tudo isso exige uma modernização qualitativa de nossas Forças Armadas, que estas adquiram um novo perfil de futuro e, para isso, apesar das atuais dificuldades financeiras, hoje existem todas as condições necessárias”, ressaltou.

    Fonte: UOL News

  33. Guilherme Poggio 17 de março de 2009 at 15:19 #

    Pedro,

    No ensino fundamental de hoje não é mais obrigatório o ensino de EMC (Educação Moral e Cívica) e, portanto, não estamos formando mais cidadãos.

    Marine,

    Cansei de ouvir a primeira frase. Todas as vezes que a escola se reunia no auditório era a mesma coisa. Não há nada no Brasil semelhante. Em situações semelhantes é cantado o hino nacional.

  34. Hornet 17 de março de 2009 at 16:02 #

    Eu não quero entrar no mérito da escolha do rapaz, eu não o julgo, embora eu tenda a concordar com as palavras do Vassili (“essa pessoa gastou cinco anos da vida tentando provar que não merece ser brasileiro. E conseguiu, com muito esforço, mas conseguiu”).

    Eu acho que ser brasileiro e gostar do país vai muito, muito, muito além de jurar a bandeira (e muitos brasileiros que nunca juraram a bandeira, por um motivo ou por outro, podem ser brasileiros muito melhores que os que juraram). Do mesmo modo que penso que existem milhares de modos de servir a nação (todos os brasileiros, ao menos os honestos, servem ao Brasil com seu trabalho, no dia a dia – não faço distinção neste aspecto entre civis e militares). No entanto, que mal há em fazer um juramento a bandeira de seu país? É um ritual, como tantos outros que fazemos quase todos os dias em nossas vidas, e certamente muito mais rápido e fácil que enfrentar cinco anos de batalha judicial. Mas enfim, cada cabeça uma sentença.

    Jurei a bandeira quando tinha 18 anos (isso já faz tempo…o Deodoro da Fonseca era sargento ainda…kkkk). Nesta época eu tinha uma idéia muito vaga do que era o Brasil, embora já torcesse pela seleção canarinho. Entendo muito mais o Brasil hoje do que antes. Gosto muito mais do Brasil hoje, do que antes. Embora eu dispense ufanismos, patriotadas e nacionalismos xenófobos. Aliás, uma coisa não tem nada que ver com a outra…diria até que são antíteses.

    abraços a todos

  35. Dalton 17 de março de 2009 at 16:10 #

    Hornet,

    Quem sabe um dia…consiga escrever quase tao bem quanto voce…

    abraços

  36. Marcelo Ostra 17 de março de 2009 at 16:15 #

    Hornetm catso falu dificil eim o meu :-)

    ” Embora eu dispense ufanismos, patriotadas e nacionalismos xenófobos. Aliás, uma coisa não tem nada que ver com a outra…diria até que são antíteses ”

    Fiu no Google pesquisar isso ai que vc falou e o o google disse:

    - ” Você quer dizer GALVÃO BUENO ? ”

    hehehe
    MO

  37. Hornet 17 de março de 2009 at 16:24 #

    Caros amigos,

    eu tive aula de “Educação, Moral e Cívica” na escola. O que eu digo a respeito é o seguinte: a “educação” se transformava em doutrinação, a “moral” se transformava em moralismo, e o civismo era chulo, era ufanista, do tipo: temos o maior rio do mundo em volume d’água, não temos terremoto, temos a maior hidrelétrica do mundo, a maior estrada do mundo e essas besteiras. Isso aí fazia parte de uma pedagogia burra do Estado (muito usada no tempo da ditadura militar) que não servia pra muita coisa, não…só atrapalhava.

    Isso aí nunca formou cidadão nenhum (até porque, que interesse tinha a ditadura em formar cidadãos?!!! Um contrasenso isso, né?)…ainda bem que esse tipo de coisa acabou nas escolas brasileiras. O problema da educação brasileira atual é outro. A educação no Brasil como um todo se massificou (mas não se democratizou) e perdeu a qualidade, virou um simples negócio. E a educação pública virou uma questão de números para o estado e só isso. Claro que existe uma variação de estado para estado. Por exemplo, no estado de SP a coisa está criminosa, está havendo um desmonte a olhos nus (e já faz tempo) da educação do estado mais rico da federação. Já no Paraná está um pouco melhor e por aí vai.

    Aliás, educação (especialmente a de ensino médio) no Brasil é igual a ET…todo mundo fala que tem, que já viu, mas ninguém prova nada…hehehehe

    abraços a todos

  38. Hornet 17 de março de 2009 at 16:32 #

    MO,

    na mosca!!!…kkkkkkkkk

    como diria o doente em questão:

    Brazil, il, il, il, il!!! (e é com Z mesmo, no caso dele)

    Aliás, no Brasil não existem locutores esportivos, o que existe são “Torcedores Esportivos”….hehehe

    Um horror!

    mas segue o enterro, fazer o quê?

    abração

  39. Marcelo Ostra 17 de março de 2009 at 16:42 #

    Er… ESPN Brasil ans ESPN são muito bons

    Mas segue o enterro … que coisa eim, se esta moda pega ….

    Abs
    MO

  40. Hornet 17 de março de 2009 at 16:50 #

    MO,

    Ah! sim…nas TVs pagas temos gente boa..

    mas nas TV abertas…vixi! Show de horrores!!!

    segue o enterro…

    abração

  41. Guilherme Poggio 17 de março de 2009 at 17:46 #

    Hornet,

    Se o professor era ruim, você não pode colocar a culpa na matéria. Eu, por exemplo aprendi os conceitos básicos e a independência dos três poderes (Legislativo, Executico e Judiciário) em aulas de EMC. Interessante que outro dia um menino com a mesma idade que eu tinha veio me perguntar se a Câmara era subordinada ao prefeito(!?!?!?).

    Um pouco mais velho, mas ainda nas aulas de EMC, discutíamos o número de generais do exército. Como eu disse, não culpe a matéria se o professor era ruim.

  42. Bandeira 17 de março de 2009 at 19:58 #

    Espero que o cara em questão, quando for assaltado, não procure a polícia, vá êle mesmo correr atraz do preju, pois quem renega deveres, não deve solicitar direitos.

  43. Hornet 17 de março de 2009 at 20:00 #

    amigo Poggio,

    claro que o professor podia ser ruim (embora existisse também um tal de livro didático que norteava a aula, e pelo o que me lembro o livro era pior que o professor)…como a maioria dos meus professores na escola foram ruins (hoje eu sou professor, embora professor universitário, e tenho senso crítico em relação a isso), é provável que esse meu professor de EMC era só mais um dentre os péssimos que eu tive.

    Mas ainda assim penso no sentido curricular mesmo. Disciplinas como história, geografia, sociologia e filosofia, se bem ministradas, suprem com folga a antiga e defasada “Educação, Moral e Cívica”.

    Na reforma curricular feita pela ditadura militar, acho que em 1968 se não me engano (no ano que houve o acordo MEC-USAID, foi por aí, 68 ou 69, não foi?), houve um esvaziamento disciplinar no antigo segundo grau (ao mesmo tempo em que este era expandido, mas não democratizado e nem voltado para a cidadania). História e Geografia, na maioria das escolas, se transformaram numa coisa sem sentido chamada de “Estudos Sociais”, a formação das sensibilidades (artes) foi transformada numa coisa horrorosa chamada “Educação Artística”, o estudo da língua portuguesa e da literatura se transformou numa coisa totalmente vaga chamada “Comunicação e Expressão”…cursos de línguas estrangeiras (francês, latim) foram retirados do currículo médio (exceto o inglês), assim como foram retiradas as disciplinas de sociologia e filosofia. “Educação Moral e Cívica” entrou neste vácuo, para ocupar o lugar deixado pelo esvaziamento das disciplinas mais críticas (cidadania sem senso crítico não existe). Com a redemocratização, o currículo foi revisto novamente e a disciplina de EMC deixou de existir (assim como boa parte das demais “mágicas pedagógicas” inventadas pela ditadura militar)…mas, na minha opinião, o currículo que temos hoje continua esvaziado, pobre, anacrônico e totalmente sem critério para definir conteúdos (o conteúdo de física é um exemplo disso que estou falando, ele ainda se prende às noções clássicas da física e apenas isso. Confunde-se física com matemática, por isso que não se avança para a física modena, que poderia muito bem ter os conceitos básicos discutidos em sala de aula sem a matemática pesada envolvida na questão). A educação no Brasil é um problema sério.

    Claro que um bom professor poderia usar a disciplina de EMC para discutir questões efetivamente ligadas com a cidadania (que estava sendo pisoteada pela ditadura militar)…mas isso era raro de acontecer.

    Talvez o seu professor é que tenha sido um bom professor, e apesar da proposta curricular da disciplina de EMC, soube ministrar boas aulas. Sorte sua.

    Enfim…

    abração

    ps. Sobre o exemplo que vc deu, da divisão dos 3 poderes: cadê o Montesquieu nas escolas do Brasil? Cadê a Revolução Francesa? Ou seja, cadê as aulas de história e filosofia?…nossa educação está péssima!!!

  44. LeoPaiva 17 de março de 2009 at 20:02 #

    Dalton,

    Obrigado por me lembrar do filme, faz realmente muito tempo que assisti. Não é uma situação igual ao caso em questão, mas pode ter certa afinidade.

    Sds.

  45. Felipe Cps 17 de março de 2009 at 20:15 #

    “Joga pedra na Geni
    Joga pedra na Geni
    Ela é feita pra apanhar
    Ela é boa de cuspir
    Ela dá pra qualquer um
    Maldita Geni”

    O EB se tornou a Geni do Brasil… até o momento que precisarem dele… não tem importância, ele vai cumprir sua missão assim mesmo… MALDITO SERVIÇO MILITAR OBRIGATÓRIO!

    Quanto ao frutinha em questão, já vi travesti jurando a bandeira sem nenhum constrangimento, sendo zuado e aguentando o tranco numa boa, com humor até.

    Espero que um dia esse moleque bunda-mole, cagãozinho de meia tigela, borra-botas, fraco, covarde, perdedor e estúpido, precise do Estado Brasileiro, para o qual ele não só não contribui como faz questão de atrapalhar. E espero que um filho dele algum dia fique sabendo do quão covarde seu pai foi.

    “Existem aqueles que querem mas não podem;
    Existem aqueles, que podem mais não querem;
    Eu quero;
    Eu posso;
    Brasil
    Acima
    De tudo!”

  46. Robson Bandeira 18 de março de 2009 at 2:33 #

    Aos amigos, não é só uma questão de se jurar a Bandeira(A qual eu fiz com muito orgulho e satisfação)É uma questão de ter e sentir muito orgulho de ser Brasileiro.
    Uma forma de demonstrar isso é se apresentando para jurar a bandeira, é o mínimo que um cidadão pode fazer, esse rapaz é verdadeiramente um idiota.

  47. cosmeBR 20 de março de 2009 at 18:45 #

    Tinham que matar esse cara e sumir com o corpo!!!

  48. Romeu 2 de abril de 2009 at 10:34 #

    Não é somente portanto uma arma que você defenderá sua nação.

    Acredito que durante esses 5 anos o Caio ao invés de buscar um objetivo próprio e se dizer “Anarquista” somente por uma causa em comum, podia ter ocupado esse tempo em serviços para o bem de nossa nação. Será que ele sabe o que é serviço comunitário, ajudar o próximo?

    Há tantas pessoas que todos os dias dão o sangue pelo bem do nosso país e nunca apunhalaram uma arma.

    Esse mesmo cidadão logo após conseguir o Certificado de Dispensa deseja o quê? Prestar Concurso Público?

    Trabalhar sendo BEM REMUNERADO para o Estado é interessante né Caio?

  49. fabio francisco da silva macedo 17 de julho de 2009 at 16:03 #

    ola gostaria de saber eu fui dispesando mais quero servi quando me alistei estava com 18 anos hoje tenho 20 sera que ainda dá tempo de servir pois meu objetivo é fazer parte da rondas ostencivas de tobias de aguiar e se eu tiver servindo sera de mais chances para min é meu sonho cobater os marginais para horar o nome de meu pai morto por um deles em combate ele fazia parte da policia militar de santo andre morto em 22 de abril de 2006 as oito horas da noite e naquele dia jurei que não descansaria ate conseguir entra nas rt

  50. fabio francisco da silva macedo 24 de agosto de 2009 at 16:52 #

    ola me chamo fabio tenho 20 anos quando eu tinha 18 me alistei queria muito servir e fui dispensado agora tenho duas tatuagens no braço eu não posso entrar para rota para policia militar nem pra tatica piorou pro exercito minha pergunta é porque que o exercito não pega quem quer e só pega quem não quer e que meses depois pede pra sair como teve casos que uns rapazes foram aceito aonde eu me alistei e pediram pra sair e quem vontade de servi a patria não pode sera que é porque eu moro na favela ou não tenho ninguem da minha familia que é do exercito

  51. henrique 4 de setembro de 2009 at 16:40 #

    peguei a dispensa nao fiz juramento nenhum, voltei no mesmo lugar paguei e fui embora com o documento.

  52. Fox 9 de setembro de 2009 at 23:18 #

    Incrivel!
    babaca comodista e quem não fez nada alem de criticar,se todos tomassem essa iniciativa na escola no trabalho e por ai fora muita coisa ja tinha mudado para melhor…
    vouto a parabenizalo foi incrivel oque vc fez!!!!

  53. Slvio 3 de fevereiro de 2010 at 11:14 #

    Meus amigos. A questão de 95% quererem servir a Pátria é uma questão sócio-econômica. Se ponha na situação, famílias passando fome, sendo mal atendidas nos postos de saúde. Sendo tratadas como bichos pela Pátria. Precisam se segurar e servir para garantir um lugar ao sol. Tenha Certza que o Brasil quando oferecer mais emprego com bons salários o Exército vai ter grandes problemas para conseguir voluntários para servir. Quanto a servir a pátria. Muitas pessoas pensam que é entrar em guerra. Seja um bom cidadão, trate a todos con fraternidade, ajude o próximo isso sim é servir a Pátria. Parabéns pela atitude. Eu tb em hipótese alguma vou matar um ser humano, seja de qualquer nacionalidade que for para “defender” políticos ladrões. E eu sou militar. Vamos Amar ao próximo. Isso que é Pátria. Vcs já viram quanto se gastar todo ano as forças armadas do mundo. Vejam quantos morrem de fome por essa besteria de servir a Pátria com guerra. Parabéns adorei sua atitude.

  54. edu 27 de maio de 2010 at 23:01 #

    só um comentario
    uns tempo atraz raciocinei com ma pessoa ki apoia ir pra guerra defender sua patria
    falei assim si sua familia ou melhor sua mae morasse no iraqui estivesse morando lá e sua patria fosse iraquiana ..havendo uma guerra brasil e iraque mataria sua mae pra defender o seu pais …ai qui tem que ver …o rapaz lá no topo só optou em não matar mae de ninguem e ainda optou em obedecer a Deus só isso

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