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Um sonho americano: invasão da Amazônia

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Se a arte imita a vida (e vice-versa), é bom relembrar a série de graphic novel “Give me liberty”, lançada em 1991 por Frank Miller.
Obra de ficção visionária, reflexo dos anos anteriores que moldaram o mundo e que, nos dias de hoje, tem uma atualidade impressionante, “Give me liberty” tem vários pontos que encontram um paralelismo interessante com o mundo atual.

“Give me Liberty” mostra o mundo em 1995, apresentando os EUA como uma poderosa nação, detestada pelo mundo inteiro e expulsa da ONU por ter invadido territórios na América do Sul, Israel, Cuba, Paquistão ou Indochina com a justificação de serem terra de ninguém, territórios abandonados e/ou conflituosos. A criminalidade aumentou drasticamente e movimentos separatistas e extremistas desenvolvem-se às centenas, lutando contra a administração central por várias razões.

Martha Washington, a heroína americana na história, nasce em 1995, um ano antes de Erwin Rexall ser eleito presidente. Erwin Rexall, faz inúmeras alterações na constituição podendo-se recandidatar sem limite, impondo um regime de ferro à população, autorizando a morte indiscriminada de milhares de sem-teto que há muito infestam as cidades, resultado da crise econômica.

Em pleno colapso da economia mundial, em guerra com o Irã que fez arder inúmeras fontes de petróleo, em 2009 o impensável acontece. Uma bomba incendiária mata todos os membros do governo de Rexall, deixando este em coma profundo. Como resultado deste atentado, reivindicado por mais de 60 organizações, o então ministro da agricultura, Howard Nissen, assume o lugar de presidente. Democrata e ambientalista convicto, Nissen dá uma grande volta aos desígnios do país, reconhecendo a independência da Nação Apache, assinando um armistício com a Rússia e mobilizando todas as tropas para a Amazônia, local devastado por empresas de hambúrgueres que se tornaram imensamente poderosas e que defendem a todo o custo as pastagens da principal fonte de alimento americana.

Martha Washington (nome da mulher do primeiro presidente dos EUA), a personagem principal da série, é uma menina nascida em 1995 no seio de uma pobre família negra, que vive no complexo Cabrini Green.
Conseguindo fugir do complexo com apenas 14 anos, Martha é testemunha dos eventos históricos que atravessam os EUA.

Martha está quase sempre na linha da frente destes eventos por se ter alistado à PAX, uma suposta força de paz americana deturpada e a serviço do governo para fins escusos. Quem se alista na PAX tem seu registo criminal limpo. Martha aproveitando a oportunidade, vai para a frente de combate na Amazônia onde é ferida.


A guerra na Amazônia mostrou-se desastrosa com pesadas baixas de ambos os lados. Alvo de vários atentados, o governo americano começa a ser minado por dentro, numa nova guerra civil.

Lutando contra ou ao lado de todas as personagens relevantes da série, Martha demonstra tenacidade e bravura, escolhendo sempre o menor de vários males de forma a poder salvar seu país de inúmeras ameaças.

NOTA do BLOG: Quando “Give me liberty” chegou ao Brasil em 1991, provocou protestos e gerou preocupação entre alguns militares brasileiros, que viam a obra como uma preparação psicológica das gerações que no futuro testemunhariam a invasão da Amazônia.

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Rodrigo
Rodrigo
11 anos atrás

Uma coisa é certa. Tentar invadir a Amazônia seria o mesmo que decretar o fim do império americano.

Aquilo se tornaria um buraco negro sem fim…

Túlio
Túlio
11 anos atrás

O interessante da HQ é que ela é bem fiel a realidade, perceba a hipocrisia, como são chamados os combatentes invasores “Peace officers”.
Depois do episódio em que a nossa amigona França, enviou um navio de guerra para garantir a pesca ilegal de lagosta em nossa costa. Perdi a inocência.

Isso me lembra de uma coisa “Pra que bombeiro se não tem nada pegando fogo”, isso parece o pensamento dos nossos governo que negligenciaram a nossa segurança. Mas quando a coisa pega fogo, é tarde demais pra contratar bombeiros.

Rodrigo
Rodrigo
11 anos atrás

É por essas e outras que meu falecido tio sempre falou que abdicar de armas nucleares seria a maior burrice deste enorme pais!!!
O interesse vai muito alem de historinhas de gibi.

gaspar
gaspar
11 anos atrás

que venham os yankees…
estarei esperando por eles, eu e uma galera…

fico eu aqui imaginando se o EB na Amazonia tem “bases com tuneis”(estilo Vietna) para deposito de suprimentos, casamatas, se utiliza o topo das mais altas arvores cmo pontos de observacoes…
alguem familiar com a Amazonia ???

Sopa
Sopa
11 anos atrás

E o Brasil ainda faz treinamentos com americanos na Amazônia !! e é bem provável que os índios dessa região, fiquem do lado dos americanos!! E será que eles dariam conta do Iraque, Afeganistão e Amazônia ?

Felipe Cps
Felipe Cps
11 anos atrás

Gaspar: pode ficar tranquilo que a estratégia de guerra assimétrica do EB na amazônia contempla muito, mas muito, mUUUUUUUUito mais do que simples túneis e casamatas.

Mas esse tipo de coisa é paranóia pessoal. Não há qualquer condição de os EUA invadirem a amazônia brasileira. Apenas um conglomerado mundial de forças teria condições de tomá-la inteira de nós.

Fernando Cabral
Fernando Cabral
11 anos atrás

O cenário é bastante absurdo, portanto apropriado para o veículo onde foi publicado; essa história de invasão da amazonia atende a interesses locais, voces lembram daquele caso dos mapas do Brasil onde a amazonia era excluida? Pois é, todos foram feitos por aqui mesmo. A técnica de se buscar, criar e inventar um inimigo externo é bem conhecida – vejam casos recentes, tais como: J. W. Bush e as armas de destruição em massa do Iraque, guerra contra o terrorismo e o Chaves na sua incansável guerra contra o império americano. Quando leio os jornais e ouço o noticiário percebo… Read more »

gaspar
gaspar
11 anos atrás

Felipe Cps,

voce saberia informar se eh possivel “nos” fazermos um curso no Cigs ???
o Cigs tem algum tipo de curso voltado para os civis apenas para demonstracao ???
gostaria muito de fazer algum tipo de curso basico…

alguem saberia dizer se eh possivel ??

Dalton
Dalton
11 anos atrás

Comparar uma invasao a Amazonia com o Vietnã, nao tem proposito, devido a diferença de tamanho para começar. A Amazonia seria gigantesca para eles e para nós…haja trilha Ho Chi Min para enviar suprimentos. Seria mais interessante ter um “aliado” forte, tipo o que o Vietnã do Norte tinha, pois o medo de uma guerra nuclear conteve os EUA de bombardear pesadamente Hanoi…apenas no fim da guerra tais bombardeios foram intensificados, mas aí, já nao havia vontade para prosseguir a guerra. Pessoalmente, acredito que os EUA poderiam sim, sozinhos invadir a Amazonia,boa parte dela, afinal, eles fizeram quase tudo sozinhos… Read more »

Bonifácio
Bonifácio
11 anos atrás

Caros, Para entender o possível desenvolvimento da questão da Amazônia, é preciso não esquecer o seu passado. A região foi conquistada dos franceses, holandeses e dos ingleses a partir do século XVII. A Guiana Francesa ainda é oficialmente uma colônia, mas o Suriname e a Guiana também o são. Quem lá dá as cartas são os interesses europeus através de multinacionais como a Shell(Casa de Orange) e de ONGs como a WWF(Casa de Windsor). Procurem informações acerca dos imensos territórios que a WWF administra. Não esqueçam que o Príncipe Charles tem um interesse especial nas tribos da Amazônia, com destaque… Read more »

Zero Uno
Zero Uno
11 anos atrás

Bonifácio em 13 mai, 2009 às 15:02

Perfeito.

Hornet
Hornet
11 anos atrás

aqui está “o dia em que o Brasil foi invadido” pelos EUA:

http://www.youtube.com/watch?v=JffmWtjxVq8

eu morri de rir…principalmente pelo final da história.

abraços a todos

gaspar
gaspar
11 anos atrás

ha ha ha ha, filme excelente…

Alte. Makarov
Alte. Makarov
11 anos atrás

Uma invasão militar convencional da Amazônia é um mito. Já uma invasão “assimétrica” já não é tçao irreal assim. Haja vista o trabalho de ONGS extrangeiras, algumas apoiadas ou não por governos extrangeiros. Temos o trabalho de missionários extrangeiras na região também, a presença de madeireiras extrangeiras, a aquisição de terras por extrangeiros etc ad nauseam. Não culpo os interesses extrangeiros pela presença frouxa e ineficiente do Estado Brasileiro na região, culpo justamente a visão estreita, ou a falta mesmo de visão, a velha politicagem provinciana sem visão de um TODO nacional, tanto pelos caciques políticos do Norte, quanto do… Read more »

Alte. Makarov
Alte. Makarov
11 anos atrás
Lecen
Lecen
11 anos atrás

DEIXEM DE SER INGÊNUOS, PELO AMOR DE DEUS!!

Vocês acham que se um país estrangeiro tivesse como objetivo anexar a Amazônia, ele iria atacar a floresta?

ACORDEM!!

Vocês ficam falando absurdos de lutar na Floresta, andando por túneis, guerrilhas, e blá blá…

Não tenham dúvida que se alguém quiser colocar o Brasil de joelhos, basta bombardear Itaipu e o complexo industrial no estado de São Paulo.

Pronto. Guerra terminada. O Governo brasileiro entrega até a mãe do Lula para o invasor.

dsa
dsa
11 anos atrás

com nossos politicos e mais facil comprar a amazonia do que tomar a força

Patriota
Patriota
11 anos atrás

Lecen

vc disse tudo.

Bonifácio
Bonifácio
11 anos atrás

Lecen,

Uma anexação da Amazônia não exclui o bombardeamento de Itaipu e do complexo industrial no estado de São Paulo, muito pelo contrário. E se ainda por cima se conseguisse dividir o Brasil em várias repúblicas das bananas rivais, ainda melhor.
O que interessa para as elites que promovem estas ações é manter o controle sobre as reservas brasileiras de petróleo e a rica Calha Norte do Amazonas.
O resto eles deixariam nas mãos dos piores inimigos do Brasil, os seus políticos.

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Lecen, brilhante meu caro! Só lembrando, apenas um SSGM Ohio com seus 154 Tomahawks tem poder de fogo suficiente para paralisar o Brasil. Ou seja, é melhor que os EUA fiquem com sua atenção voltada para o Irã, Iraque, Afeganistão, Coréia do Norte, Marte, e os Incas Venuzianos e nos esqueçam, porque se eles um dia nos elegerem como a “bola da vez” nós estamos ferrados. E a melhor saída seria fazer um plebiscito na Região Amazônica para saber a opinião dos moradores, se querem continuar a ser explorados pelos “compatriotas” ou se preferem ser explorados por estrangeiros e se… Read more »

Lecen
Lecen
11 anos atrás

Olhem, eu acho muitissimo difícil, quase impossível, a utilização de ogivas nucleares para atacar algum país no futuro próximo. Apesar de muitos acharem, bombas atômicas são armas defasadas, típicas de uma época onde a destruição do inimigo era o que importava. Nos tempos modernos de bombas teleguiadas com precisão milimétrica, ogivas nucleares são desnecessárias e o custo político da utilização das mesmas em uma cidade com direito a milhões de mortos seria altíssimo. Enquanto os nacionalistas tacanhos ficariam se masturbando patrioticamente na selva amazônica a espera de um inimigo que jamais viria, as forças inimigas estariam desembarcando em Natal (pela… Read more »

Lecen
Lecen
11 anos atrás

Ops, século XXI.

Bonifácio
Bonifácio
11 anos atrás

Lecen,

Tens razão em lembrar que o Brasil está totalmente vulnerável. O quadro é dantesco e não augura nada de bom.
O pior é que vivemos em tempos de profundas mudanças no mundo.

Sds

Henrique
Henrique
11 anos atrás

Os EUA não precisam invadir a Amazônia pois nossos políticos já estão se incumbindo de “reservá-la” para eles. Reservas (ou nações) indígenas gigantescas (maiores que muitos países europeus por exemplo) em áreas de fartos recursos minerais já estão garantindo livre acesso aos interesses estrangeiros na Amazônia. O Brasil em termos de controle de fronteiras é uma piada, entra drogas e contrabando por todos os lados nestes país (Paraguai, Bolívia, Venezuela, Colômbia etc… etc…) e ninguém toma providências ou se impõem tb junto aos “hermanos”. Daí falar em guerra na selva, “comandos em ação” etc… este tipo de força não se… Read more »

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Lecen, na sua afirmativa que armas nucleares são ultrapassadas eu discordo. As armas nucleares sempre foram armas políticas, feitas para não serem usadas, e nunca foram armas táticas, mas com o término da Guerra Fria e da bipolarização, e com os temores da Destruição Mútua Assegurada sendo coisa do passado, há um renovado movimento em reeditar as armas nucleares de modo a torná-las politicamente corretas, desde que sejam usadas contra nações periféricas, patrocinadoras do terrorismo, que diga-se de passagem é consenso em ser uma praga que afeta a todas as potências indiscriminadamente fazendo seu uso aceitável. Armas nucleares táticas de… Read more »

Bosco
Bosco
11 anos atrás

A única saída no plano militar para conter uma provável intenção de potência estrangeira (com a dimensão dos EUA) em incorporar ou internacionalizar a Região Amazônica é a reedição da ameaça nuclear. Só que para tal, precisaríamos de uns 5 submarinos nucleares dotados de mísseis balísticos intercontinentais patrulhando as águas territoriais brasileiras. Só isso seria garantia de que nossa classe dirigente continue a ser os únicos a explorarem a região. Quando e se algum dia no futuro distante dispormos destes meios, muito provavelmente o mar já não será um lugar tão seguro para submarinos e o “escudo anti-míssil” já estará… Read more »

Marine
Marine
11 anos atrás

Caros, Essa historia de invasao da Amazonia e pura fantasia…nao ha pensamento algum ameeicano para isso. O colega Lecen esta certo como eu mesmo ja cansei de afirmar aqui toda vez que esse topico surge no blog, pra derrotar o Brasil e capturar o que for basta apenas alguns GT navais nos portos brasileiros de maior importancia efetuando bloqueio naval, bombardeamento de algumas semanas no sudeste e pronto, nao precisa nem por tropas no solo brasileiro! Nossa economia levaria decadas para se recuperar e tudo que temos conquistado ate hoje iria pro brejo…Fica mais barato hastear a bandeira branca… O… Read more »

Ulisses
Ulisses
11 anos atrás

Esse negócio de os EUA invadirem o Brasil e a Amazônia e puro achismo,e vou dizer porque: 1-A Amazônia é importante,é sim e muito,mas os americanos não podem invadir algo pelo simples motivo de interesse próprio,existem leis internacionais que impedem isso. 2-Tem que se haver defesa respeitável,tem claro,mas se fosse esse o caso os EUA conseguiria de uma forma ou outra tomar a Amazônia. 3-Os EUA NUNCA fariam isso por motivo próprio porque dessa forma eles seriam muito mau vistos no mundo,e com certeza haverá aliados do nosso lado,não esqueçam que a Amazônia não é cobiçada só pelos americanos e… Read more »

Ulisses
Ulisses
11 anos atrás

Se fosse assim os EUA poderiam invadir qualquer um e não só a nós.

Ulisses
Ulisses
11 anos atrás

Marine

De um EB forte também!

Abraços.

Felipe Cps
Felipe Cps
11 anos atrás

Gaspar: até onde eu sei o CIGS não fornece curso de sobrevivência pra civil, mas há diversas atividades que podem ser agendadas em uma visita, nas quais o paisano pode tomar contato com as atividades do Centro e algumas de suas táticas. Dalton: o Iraque não tinha um “inferno verde” cobrindo ele inteiro… Lecen: concordo. Só não esqueça que se explodirem a barragem de Itaipú vão arrumar guerra com pelo menos mais duas nações sul-americanas, porque tanto Buenos Aires quanto Montevidéu ficam rio abaixo e a onda resultante destruiria as duas cidades e todas as outras Paraná abaixo… A estimativa… Read more »

Felipe Cps
Felipe Cps
11 anos atrás

E quanto à Bomba Atômica Brasileira, pessoal, esqueçam isso… Façam como eu, façam de conta que não sabem de nada…

welington
welington
11 anos atrás

O Brasil precisa de uma MB, FAB e um EB forte, todos equipados com equipamentos atualizados e bem doutrinados com os mesmos e de uma força nuclear baseada em ICBMs em terra e em submarinos nucleares, também precisamos diversificar nossas fontes de obtenção de energia com varias usinas nucleares, eólicas, solares e terminar as usinas hidroelétricas(Estas devastam grandes áreas com as represagems), diversificar os pontos de produção de armamentos e meios básicos necessários para a população, ter defesas antiaéreas eficientes e bem espalhadas, radares de vigilância de baixa freqüência e grande alcance para detecção de alvos e vontade política de… Read more »

Thanos
Thanos
11 anos atrás

Concordo plenamente com o Marine sobre a forma como os EUA atacariam, caso quisessem. Uma chuva de tomahawks nos colocariam de joelhos num instante, destruindo aérodromos, as estruturas de defesa e econômicas. Vão nos quebrar as pernas primeiro antes de morderem o bolo. e acho dificil resistir com toda a INFRAESTRUTURA DESTRUIDA,tanto a civil como militar. Não quero soar derrotista, mas é a pura realidade. Quantos soldados temos habilitados pra lutar na selva? sem contar que não temos as motivações históricas de certos povos -tipo vietnamitas e afegães – pra resistir em ambiente inóspito….nosso povo tá mais pra uma cervejinha…hehehe.… Read more »

Lecen
Lecen
11 anos atrás

Felipe CPS, e quem disse que eles precisam destruir a barragem? Basta atacar com bombas ou mesmo com soldados as salas de controle e de máquinas.

Lecen
Lecen
11 anos atrás

Ulisses, no mundo real, as leis internacionais são respeitadas enquanto os países quiserem.

Não me recordo nem dos EUA e nem da Rússia terem lembrado das leis internacionais ao invadirem o Iraque e a Géorgia, respectivamente.

Ulisses
Ulisses
11 anos atrás

Sobre armas nucleares,temos que nos lembrar do tratado de não-proliferação de armas nucleares que nós assinamos também,e não podemos ter mísseis acima de 300 Km de alcance.Eu particularmente sou contra o uso de armas nucleares.

Abraços.

Ulisses
Ulisses
11 anos atrás

Lecen Eu também não me lembro,mas é só pensar na possibilidade do uso de armas nucleares,isto talvez seja mais sério do que a própria declaração de guerra. Claro que em uma eventual 3°Guerra Mundial,essas armas seriam usadas com certeza,mas em um conflito separado,essas armas provavelmente não seriam usadas por diversas razões(eu as citei no outro post). Inclusive foi usado pelos EUA uma ou mais vezes o Napalm no Iraque,desrespeitando o termo assinado no tratado de Genebra que proibia esse tipo de arma,claro que a questão do armamento nuclear é bem mais séria. Abraço.

Marine
Marine
11 anos atrás

Felipe Cps, Eu entendo a sua opiniao amigo, mas eu pelo menos nao estou falando em “conquistar” ou “controlar” todo o territorio brasileiro pois com certeza com as atuais forcas mundiais isso e impossivel! O que eu quis dizer e apenas o necessario para uma conclusao estrategicamente favoravel a um possivel adversario nosso de peso internacional. Eles nao teriam a necessidade de controlar o territorio nacional apenas a necessidade de nos trazer a mesa de negociacoes. Nao tenho em mente uma guerra total, apenas um conflito rapido que infelizmente seria mais devastador para nos do que para eles quanto mais… Read more »

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Eu particularmente não disse que faremos armas nucleares. Eu disse que no “PLANO MILITAR” a única forma de conter uma efetiva ação contra a Soberania Nacional caso uma super potência como os EUA HIPOTETICAMENTE resolva efetuar tal ação seria a intimidação nuclear. Para tanto se faz necessário não só os meios físicos (ter a bomba e possuir meios de efetivamente usá-la) como também a força moral para tal empreitada. Também não disse que seria fácil para os EUA tendo em vista a opinião pública interna e da Comunidade Internacional. Um ataque militar à Soberania Nacional tendo em vista a Amazônia,… Read more »

Marine
Marine
11 anos atrás

Bosco,

Concordo com vc, nenhum de nos aqui estara vivo para ver tal possibilidade acontecer.

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Marine, a turma está temporariamente fora do ar porque aqui no Brasil está jogando o Flamengo e o Corinthians. Como eu só curto MMA e F1 eu fico mesmo é no computador..rsrss… Voltando ao assunto, o poder militar americano é algo realmente admirável. A USAF resolveu que quer ter seu novo bombardeiro “estratégico” até 2018. Antes estava previsto para além de 2030. As novas armas que estão sendo projetadas tendo em vista a projeção de força global dos EUA mostra que o mesmo não pretende, pelo menos dentro de um futuro previsível, abdicar de ser a única superpotência planetária. Até… Read more »

Noel
Noel
11 anos atrás

Srs não se desgatem tanto nesse debate, pois quando os Americanos, Europeus, Chineses ou seja lá quem for, resolver invadir a Amazônia, ela já estará arrasada, e por nós mesmos. O inimigo está aqui, e não no exterior, são garimpeiros, MST, grileiros, madeireiros, desaparelhamento do IBAMA(tem mais técnicos em Brasília q no mato), FUNAI e INCRA aparelhados politicamente, descaso e comodismo dos governos estaduais(sempre esperam por Brasília), miséria dos povos das florestas, ONG’s nacionais e estrangeiras, Congresso, STF, etc. Srs, nós destruimos a Mata Atlântica, nós destruimos as florestas de Araucárias, estamos fazendo o mesmo com o Cerrado e o… Read more »

Dalton
Dalton
11 anos atrás

Felipe, nao que vá fazer muita diferença, a cor da barba, mas a operaçao chamou-se Barbarossa ou seja, Barba ruiva e nao roxa, rs…sei que foi um mero engano seu. Os alemaes estavam lutando em duas frentes, e o clima russo nao era dos melhores…mesmo assim eles ocuparam a rica Ucrania e a mantiveram por um bom tempo depois da derrota alem do mais, nao havia sentido nem condiçoes materiais de ocupar toda a URSS. É interessante lembrar o que ocorreu com a França…os alemaes nao precisaram ocupa-la toda…ficaram com a melhor parte, o litoral aí incluido e formou-se o… Read more »

Dalton
Dalton
11 anos atrás

Bosco,

futebol aqui em dia de semana é complicado, mas dá para dar uma mudada rapida no canal e acompanhar alguma coisa.

O que vc citou sobre os misseis Trident, nao fosse a objeçao dos russos e chineses, provavelmente já estaria embarcado, mas é uma situaçao delicada, pois russos e chineses alegam, que nao teriam como ter certeza que tais misseis nao teriam ogivas atomicas e nao direcionados a seus respectivos paises.

Nao vejo esta situaçao mudando a curto prazo, mas seria algo impressionante.

abraços

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Dalton,
sem dúvida a existência dos CTM trariam dores de cabeça mais para o Departamento de Estado do que para o de Defesa, já que são absolutamente exequíveis do ponto de vista técnico.
Mas eu nunca li nada sobre o cancelamento do projeto e se não me falha a memória tudo ia bem até o ano de 2005/6.
Um abraço.

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Noel, não nos julgue com tanto rigor. Afinal esse blog tem, além do lado informativo, seu lado de diversão. Na verdade é como uma Ferrari, brinquedo de gente grande. Somos entusiastas dos assuntos militares, o que inclui uma certa licença poética só permitida a nós leigos como no meu caso específico. Sei que muitos que aqui freqüentam são profissionais da área, mas encontram também no blog um campo fértil para elucubrações inofensivas. Eu queria mesmo era estar me divertindo com a Sabrina Sato em algum “lugar”rsrs…, mas acho que ela não ia gostar de mim e se gostasse não ia… Read more »

Marine
Marine
11 anos atrás

Noel,

Nao se preocupe amigo. Eu mesmo pra te falar a verdade ja estava com o @#!$ cheio desse assunto de Amazonia ser invadida e o Galante posta essas coisas so pra me atazanar…hehehe

Mas falando serio, tem hora que nos temos que comentar as coisas aqui nao porque achamos que certas coisas vao ocorrer mas sim para explicar para os outros a razao de que nao ocorreriam por funcao de educa-los.

No mais, obrigado pelo elogio a todos aqui.

Semper Fidelis!

Noel
Noel
11 anos atrás

Bosco,
Sabrina Sato rsrsrsrs, esse assunto é melhor rsrsrs, além de especialista em artefatos bélicos, vai se especializar em “aviões”, tome cuidado prá não ser detetado pela patroa em rsrsrs e não me leve a mal, não estou julgando ninguém.
Abraço, e boa noite.

Noel
Noel
11 anos atrás

Marine, o Bosco vai de Sabrina Sato, vc vai com quem…indique uma yankee rsrsrs
Good night.