Um novo fuzil de combate de infantaria chegou no Afeganistão e está sendo usado pelos Royal Marines do 40 Commando. O fuzil Sharpshooter dispara munição de 7,62 milímetros e aumenta a precisão de tiro de longo alcance.

O alcance considerável do Sharpshooter leva a arma para o território do franco-atirador, mas requer muito menos treinamento, diferentemente das armas altamente especializadas utilizadas pelos snipers.

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

29 Responses to “Royal Marines com novo fuzil Sharpshooter no Afeganistão” Subscribe

  1. rsbacchi 3 de julho de 2010 at 10:09 #

    Este é o fuzil L129A1, fabricado para o exército britanico pela Lewis Machine & Tool Company, dos Estados Unidos.

    Ele não substitue o fuzil de sniper das forças armadas britânicas modelo L115A3 fuzil de sniper fabricado pela Accuracy International em calibre .338″.

    O L129 A1 será utilizado pelo “designated marksman”, um dos soldados do grupo de combate encarregado de enfrentar ameças até 800 m.

    Este tipo de soldado foi introduzido ha alguns anos no exército e nos fuzileiros navais estadunidense, sendo equipados atualmente com versão especial do antigo fuzil padrão estadunidense M14.

    O sniper continuará com as suas funções e armamentos atuais.

    Interessante é que esta ideia do designated marksman teve origem no exercito soviético/russo, no qual um dos soldados do grupo de combate (inicialmente era um por pelotão) era (é) equipado com o fuzil Dragunov SVD.

    Bacchi

  2. Bosco 3 de julho de 2010 at 10:19 #

    O “designated marksman” no Brasil seria o “atirador de escol” que usa o mesmo fuzil padrão mas com aparelho de pontaria tipo telescópico e bipé.
    Estou correto?

  3. Marine 3 de julho de 2010 at 10:23 #

    Pessoal,

    O DM no USMC e uma posicao interessante. No inicio da guerra era quase que exclusivamente equipados com M-14s, hoje com o advento da mira ACOG, a grande maioria utiliza um M-16A4 com tal mira.

    A diferenca e no curso. Um Scout-Sniper tem um curso basico de 8 semanas apos meses de preparacao, ja o DM passa por um curso bem mais simples e com muito menos enfase em “stalking” durando apenas 2 semanas.

    Semper Fidelis!

  4. Aldo Ghisolfi 3 de julho de 2010 at 10:52 #

    Lembro quando os militares ligados à OTAN criticavam o calibre 7,62 do nosso armamento.

  5. Marine 3 de julho de 2010 at 11:25 #

    Aldo,

    OTAN criticando o 7.62×51??!! O calibre tem o nome de “7.62×51 NATO”!! Da onde voce tirou isso?

    O calibre foi adotado como padrao nos anos 50 pela OTAN! E utilizado em centenas de aplicacoes nos seus paises e voce diz que a OTAN o critica??!!

    Tem hora que aparece cada coisa no blog…

  6. Bosco 3 de julho de 2010 at 12:01 #

    Liga não Marine. Senão você enfarta. rsrsrs
    Um abraço.

  7. Bosco 3 de julho de 2010 at 16:39 #

    Dandolo,
    Os fuzis antimateriais de próxima geração com certeza deverão incorporar um projétil explosivo e sistema de guiagem provavelmente baseado em “laser beam rider”, para serem precisas até 2,5 km.
    Deverão ter calibre entre a .50 e 25 mm.
    Outra linha de desenvolvimento diz respeito a miras avançadas digitais com processamento de imagem, onde o atirador sniper designa o alvo que quer atingir na “tela” e o ponto futuro é gerado tendo o atirador que reposicionar a arma de modo a que a imagem do alvo volte a ficar enquadrada. Isso aumenta a precisão a grandes distâncias.
    Só que tais desenvolvimentos só deverão beneficiar os atiradores de elite e não toda a tropa.
    Para os alcances ditos normais (até 800 metros) esses avanços não se fazem necessários e as armas atuais já são adequadas.

  8. rsbacchi 3 de julho de 2010 at 17:06 #

    Marine, posso perfeitamente acreditar na critica ao fato de o FAL usar munição 7,62X51 OTAN.

    Lembre-se que até o teatro de operaçõos do Afganistão as criticas ao 5,56 eram muito poucas. Havia mais queixas contra o M16 do que contra o seu calibre.

    Basicamente todo mundo estava contente com os fuzis individuais neste calibre menor.

    Bacchi

  9. rsbacchi 3 de julho de 2010 at 17:10 #

    Bosco, estranho muito esta alegação de guiagem por feixe laser a uma munição de fuzil.

    Gostaria muito de ler sobre isto. Poderia me citar as fontes?

    Bacchi

  10. Bosco 3 de julho de 2010 at 18:52 #

    Tem várias fontes Bacchi. Esta é a primeira do Google guando digitamos “guided bullets”:
    http://www.wired.com/dangerroom/2008/11/what-if-a-snipe/

    Um abraço.

  11. rsbacchi 3 de julho de 2010 at 19:51 #

    Obrigado Bosco.

    Vou esperar o resultado final.

    Bacchi

  12. Vader 3 de julho de 2010 at 23:10 #

    Bacchi, as munições guiadas estarão se tornando uma realidade em menos de 5 anos, no primeiro mundo. Dentro de uns 15 não será mais necessário franco-atiradores altamente treinados. Infelizmente (?).

    A coisa ficará bem difícil para exércitos pobres.

  13. Marine 3 de julho de 2010 at 23:47 #

    Bacchi,

    Critica pessoal existe contra tudo, tem soldado que se deixa-se ia pra guerra com M1 Garand, mas nao quer dizer que e a posicao oficial da organizacao ou ate mesmo a cadeia “mainstream” dentro da corporacao.

    O que eu discordo e a maneira que o cidadao acima argumentou. E como se todo militar parte da NATO nao gostasse de 7,62×51. O que e completamente erroneo!

    Nao vou entrar no debate sobre calibres porque cada um tem sua funcao e essa historia tem muito palpiteiro sem conhecimento basico algum.

    Voltando ao assunto do post, esses fuzis e os homens que os utilizam estao ali pra cobrirem o envelope entre 600-1000m, que ate entao so podia ser coberto por “Snipers” (que sao pouquissimos ao contrario do que se pensa) e metralhadoras (que nao propiciam tiro preciso).

    O TO do Afeganistao e nao so um de disparos de longa distancia mas tambem um TO “humano” em que o tiro preciso e necessario ate por razoes de danos colaterais. Vale lembrar que a razao de existencia deles nao e porque o inimigo com seu armamento esta “alcancando” as tropas da OTAN antes que esta faco o mesmo. Pelo contrario, o inimigo quase nunca tem disciplina de fogo ou e preciso com ele, sendo que fora aqueles poucos com SVD Dragunov, sao praticamente ineficazes apos 300m.

    O DM e o DMR nao e uma resposta ao inimigo, ele e uma forca multiplicadora para nos, nos possibilitando toca-los mais longe ainda e com maior precisao do que ja faziamos.

    Semper Fi!

  14. Aldo Ghisolfi 4 de julho de 2010 at 7:54 #

    MARINE: demorei para responder pois fui atrás da informação; apesar de não a encontrar, mantenho o que escrevi. Numa revista especializada, li um comparativo efetuado entre os calibres 7.62 e 5.56 no qual os especialistas referiam que a OTAN estava substituindo o calibre 7.62 pelo 5.56 (.223 Remington), visando a padronização e baseado no fato de que entendiam que o 5,56 possuía maior poder de penetração, devendo com isso infligir maior dano quantitativo em combate, apesar do maior poder de parada do 7.62. Não lembro o título da revista, mas vou fazer o possível para encontra-la e repassar para ti. Pessoalmente acho o 7,62 o grande calibre, sem esquecer que, assim como o 7,62 é conhecido como “7,62X51 NATO”, também o 5,56 é conhecido como “5,56X45 NATO”. Da Wikipedia, por ser o que de mais acessível disponho, sem querer ensinar o padre a rezar missa, O calibre .223 Remington (também conhecido por 5,56 mm NATO ou 5,56 x 45 mm) foi desenvolvido em 1957 pela Remington em conjunto com a Armalite para ofuzil de assalto AR-15. Foi oficialmente adotado pelo Exército dos Estados Unidosem 1964, quando da adopção do fuzil de assalto M16. Em 1980 foi adotado também como calibre oficial da OTAN.
    Os projéteis .223 Remington são alvo de discussão ainda hoje, pois o calibre, apesar de ser excelente para uso policial, é considerado anêmico para uso militar. Os projéteis têm um mau balanceamento entre o design, a massa e a força com que são disparados. Isso resulta numa performance péssima, apesar da precisão. O grande problema dos Remington é o baixo stopping power, ou seja, um alvo atingido com um tiro desse calibre ainda poderá lutar por muito tempo antes que os efeitos do ferimento sejam percebidos. Os .223 Remington são os únicos projéteis de fuzil no mundo que podem ser barradas por um colete antibala de kevlar ou CRISAT. Nos EUA, os Remington ganharam o apelido de Varmint Hunter (caçador de bichinhos), já que sua munição raramente dá conta de abater um animal maior do que um peru.
    Uma grande polêmica entre o alto comando militar americano hoje é a possibilidade de se mudar o padrão do calibre para o apreciado 7,62 mm NATO, o mesmo do FN FAL e da G3, embora essa proposta talvez demore para ser aceite devido ao forte recuo provocado pelos 7,62 mm (os .223 Remington provocam apenas 30% do recuo do 7,62 mm), além da quantidade de munição que um soldado pode carregar (cerca de 50% mais a favor do .223 Remington).
    Um dos motivos de este anêmico calibre ainda permanecer como padrão é o simples fato que um soldado ferido no campo de batalha solicita ajuda de um companheiro, o qual que iria abandonar o combate para salvar o colega. Com isso, este soldado ferido originaria duas “baixas” no campo de batalha. No entanto, o maior utilizador deste calibre, o exército norte-americano, tem enfrentado inimigos (no Afeganistão e Iraque) que não se importam com colegas feridos, pois não há um hospital de campo para levar os feridos! Por não poder aproveitar-se desta vantagem do .223 Remington, o exército norte-americano tem testado outras munições mais potentes (o 6.8 Remington SPC por exemplo) em algumas unidades especiais. Mas tudo isso faz parte de uma teoria sobre o calibre. Outra grande vantagem é seu baixo custo e, por ser pequeno, torna as armas menores para calçá-lo.

  15. Vader 4 de julho de 2010 at 10:44 #

    Aldo Ghisolfi disse:
    4 de julho de 2010 às 7:54

    “um alvo atingido com um tiro desse calibre ainda poderá lutar por muito tempo antes que os efeitos do ferimento sejam percebidos”

    Prezado Aldo, o amigo está a levantar mais uma daquelas discussões recorrentes aqui no ForTe, daquelas que causam nada mais que “preguiça” em frequentadores mais antigos como o Marine ou eu. Isso porque tais discussões já foram travadas a muito, muito tempo atrás, e já se chegou a um consenso médio…

    Cara, às vezes certas opiniões especializadas, por diversos motivos, não condizem com a realidade. Na maioria das vezes os “especialistas” ou são funcionários ou ex-funcionários da indústria de armas, ou militares ou ex-militares, ou engenheiros palpiteiros sem conhecimento prático algum. De qualquer maneira, todos tem/podem ter seus motivos pessoais para gostar ou não de um determinado calibre, e para puxar a brasa para determinada arma ou munição.

    Exemplo: dizer que um combatente que tomou um balaço de 5,56mm OTAN poderia continuar combatendo é tão vago quanto dizer que uma cidade que recebesse uma bomba atômica em cima poderia continuar existindo. Oras cara, depende de tantas variáveis… se o atirador estava próximo ou longe, se usava colete ou não (Taleban em geral não usa colete), se o projétil pegou na mão ou na cabeça do alvo, enfim…

    Uma coisa posso te garantir: em 90% dos casos um tiro de 5,56mm é tão letal quanto um de 7,62mm. Dizer o contrário é não demonstrar qualquer conhecimento empírico sobre o assunto. Procure verificar pela net, em sites de medicina legal (por exemplo), o que um tiro de 5,56mm pode fazer com o tecido humano. O que um balaço desses numa cabeça humana faz com ela.

    Levando-se em consideração que o combatente individual não-especializado pode carregar 50% mais munição 5,56mm do que 7,62mm, no cômputo geral, para o combatente não-especializado, pode compensar usar o 5,56mm. É essa conta que uma força armada faz. E nem estou falando das outras vantagens: preço, etc…

    Mas é como o Marine disse: são calibres diferentes, para funções diferentes, e os dois são usados pela OTAN. Os dois são calibres padrões da OTAN, compreende?

    Nesse sentido, penso eu que o futuro dos calibres tem relação direta com as armas de calibre misto/manejável, como o FN-SCAR.

    Mas essa é outra discussão.

    Sds.

  16. Aldo Ghisolfi 4 de julho de 2010 at 10:58 #

    Concordo; nem quis iniciar uma discussão como bem disseste, cansativa, pois o que tinha de ser dito já o foi. Não esquece que tudo começou porque eu comentei que, tempos atrás, os especialistas estavam começando a preferir o calibre menor, com o que eu não concordo. A intenção do meu comentário foi ironizar aqueles que argumentavam contra o calibre maior e agora estão todos a favor dele.

  17. Luan 4 de julho de 2010 at 11:37 #

    Aldo.

    Compreendo o que vc estava querendo dizer sobre as criticas.

    Muitos aqui do blog ja a fizeram tbm,inclusive eu,mas acredito que vc as interpretou de maneira incorreta.
    A critica se deve a função de quem as porta.Uma arma para as funções de um DM ou DMR com calibre “leve” até existem,como disse o Marine,são comumente usados até em M16A3 e A4 nos EUA.Mas não dá pra comparar esses dois calibres para diferentes funções.no caso DMR e Assalto.Pra assalto esse tema ja foi muito discutido.Vai do gosto e conhecimento de cada um.

    []‘s

  18. Luan 4 de julho de 2010 at 11:38 #

    E belo fuzil eim?

    Mais bonito talvez apenas o Sig556 DMR.

    []‘s

  19. Luan 4 de julho de 2010 at 13:09 #

    Acrescentando o que o Felipe disse.

    minha experiencia profissional mostra isso tudo.Na pratica não ah uma diferença tão grande quanto falam aqui no poder de uma 7,62 e a de uma 5,56.

    Já vi gente morrer com tiro de .22 na barriga e de gente que levou 6 tiros de .38 no rosto no meio do nada e acordou no outro dia com a cara cheia de bixos pra procurar ajuda.O problema não é só o efeito imediato da bala mas tbm as consequencias que o tiro expoe no organismo de cada pessoa.Existem tiros letais?SIM!Existem milagres?SIM!mas 90% dos disparos efetuados contra pessoas não as matam,ou não as matam INSTANTANEAMENTE…INDEPENDENTE DO CALIBRE.

    E isso que falo,não é baseado do que leio na internet,alias,leio pouco sobre isso,apenas alguns comentarios de poucas pessoas que sei quem é ou quem foi,e sei de suas experiencias.de resto quando estou sem paciencia passa batido.não por desmerecerem.mas acho que é um assunto muito restrito.falar de aviaunzinhum é facil,é só pesquisar na internet,revistas,ler bons livros,dividir ideias e pronto.

    Isso pra mim se tornou evidente na matéria do barco com ajuda humanitaria que foi abordado por Israel.Ninguem fez questão de se colocar no lugar dos soldados.Apenas deduziram que eram Robos e deveriam por obrigação tomar conta da situação sem fazer vitimas!pelo menos,foi o que muitos deram a entender.

    []‘s
    Obs:Se os editores acharem que esse não é o local adequado para o meu desabafo,favor deletar o post!
    []‘s a lot!

  20. Vassili 4 de julho de 2010 at 19:40 #

    Primo,

    fala sério……… deletar teu comentário?????????? eles num faria algo assim…..

    Seria o mesmo que falar pro Marine que ele é mó chato, pois opera um M-16 e acha meu Kalashnikov um verdadeiro lixo de fuzil, rsrsrsrs……….

    Ainda compro um AK, só para ser o “do contra” e zuar com a cara do MO e do Cinquini……
    abraços.

  21. Vassili 4 de julho de 2010 at 19:44 #

    Vou aparecer de surpresa lá em Santos, com turbante na cabeça, barba de 3 meses por fazer, vestindo uma túnica árabe e gritando “ALAHÚ AKBAH”………

    Bem na hora que o MO estiver na ponta da praia, clicando as embarcações que entram ou saem do porto.

    abraços.

  22. Cinquini 4 de julho de 2010 at 19:56 #

    Sobre o Fuzil: Eu achei interessante a coronha, parece uma Magpul Dynamics.

    Vassili: O MO ama o AK-47 muito mais que o M4 e não é sarro! No meu caso eu gosto mais de armas europeias, de preferência fabricadas pelas FN, vai ver que é por isso que eu uso um FN SCAR ou FN Para-FAL de airsoft :P rss

    Abração

    Cinquini

  23. Luan 4 de julho de 2010 at 23:48 #

    Valeu pelo apoio primo.

    E primo,o primo só não gosta de aviãozinhun…de resto não tem delongas…Infante na veia do primo.
    E assim como o Cinquini eu tbm prefiro as armas européias,principalmente HK e Sig Sauer.Tanto que comprei um Hk416 e logo pretendo ter um Sig556 devidamente modificado para DMR,e de airsoft tbm,claro. hehehe.

    []‘s

  24. Vassili 6 de julho de 2010 at 19:50 #

    Cinquini,

    Tb conta com o Para-Fal na prateleira??????????? inveja…………..

    Primo,

    HK416……………. inveja dupla…………

    Abraços para ambos.

  25. Jaqu's Charame 24 de julho de 2010 at 18:48 #

    Belo Fuzil,excelente calibre. me parece bom.urbano e mato.

    Brasil.

  26. Freire 24 de julho de 2010 at 18:53 #

    É me parece um boa arma, mas ainda sou o FN Scar .

  27. samuel 4 de agosto de 2010 at 20:39 #

    oi,
    meu nome e samuel e eu gostaria de saber aonde que eu compro uma arma boa de sharpshooter

  28. souza 25 de outubro de 2010 at 6:52 #

    srs
    fantastico este ” bate-bola” mais depois de anos no EB o comando resolveu melhorar o armamento do pessoal a uma esperança que o TAVOR seja adotado , um otimo fuzil

  29. souza 25 de outubro de 2010 at 6:56 #

    gostaria tambem de colocar uma opinião minha, não é o calibre que derruba o alvo e sim o local atingido , ja vi gente continuar a lutar comum tiro de 12 e outros cair fulminado com um 22 o impacto do projetil em determinada area e a compleição fisica é determinante para o resultado final

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