Exclusivo: O Fuzil IMBEL IA2

Conseguimos com exclusividade as fotos do novo fuzil IMBEL IA2. Esse fuzil tem a “missão” de substituir o FAL nas unidades do Exército Brasileiro e tudo indica que também irá substituir os fuzis G33 da Força Aérea, além dos FAL e M16 da Marinha e Corpo de Fuzileiros Navais. O fuzil IMBEL IA2 fará uso de polímero no guarda-mão, punho e coronha.

Principais características:

  • Família de fuzil em 2 Calibres: 5,56 e 7,62mm;
  • uso de polímero no guarda-mão, punho e coronha;
  • a luva isolante (em cor avermelhada) entre o cano e o guarda-mão podendo ser vista na imagem de detalhe do cano do 5,56. A luva também está disponível no 7,62;
  • os zarelhos para fixação de bandoleira do 5,56 diferente do 7,62. Neste último, o zarelho é rotativo e preso no cano. No 5,56, é preso junto ao guarda-mão e localizado em ambos os lados do corpo da arma (em forma de borboleta);
  • os trilhos Picatinny para fixação de acessórios diversos;
  • a coronha do 5,56 (foto com detalhe) retrátil e rebatível;
  • nova ergonomia do punho com um ângulo bem diferente do usado no FAL e PARAFAL;

IA2 762

IA2 556

Detalhe da Coronha 5,56

BATE-PAPO ONLINE: Converse com outros leitores sobre o novo fuzil IMBEL no ‘Xat’ do ForTe, clicando aqui.

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294 Responses to “Exclusivo: O Fuzil IMBEL IA2” Subscribe

  1. Jakson Almeida 11 de agosto de 2010 at 17:18 #

    Ainda parece um reaproveitamento do fal,parafal e do md-97,cade a modularidade, olhem um detalhe simples que a Imbel esqueceu a capacidade de operação ambidresta.

  2. Vader 11 de agosto de 2010 at 17:29 #

    Pow, mas então na verdade são dois fuzis?

    Pergunta 1: FERROLHO ROTATIVO?
    Pergunta 2: LANÇADOR DE GRANADAS?
    Pergunta 3: REGIME DE TIRO “BURST”?

    IA2 762: Não gostei. É um FAL melhorado e dá pra se notar que o conjunto-ferrolho é o mesmo. Não mantém a mesma ergonomia do 556, nem alguns avanços como o trilho picatini até a alça de mira (no comprimento todo da arma). Detestei especialmente o conjunto alça/maça igualzinho ao do FAL e os zarelhos rotativos. Pelo menos incorporou uma tampa da caixa da culatra com trilho picatini (coisa dificíííííílima de fazer, aliás). Mas no aguardo de maiores detalhes técnicos (peso, etc.)

    IA2 556: Gostei. Bela arma, belo desenho, simples, moderno e funcional. Pode ser de fato a solução para a tropa, mantendo-se o 7,62 como fuzil-metralhador.

    No geral gostei, embora talvez a IMBEL pudesse ter ido um pouco além. Acho por exemplo a idéia do carregador translúcido (em polímero tb) muito boa.

    Por fim, de se ressaltar o trabalho e o furo do Cinquini. Parabéns a ele e ao ForTe pela investigação, show de bola.

    Furo, furo completo. Aguardemos a repercussão.

    Abraços.

  3. Galante 11 de agosto de 2010 at 17:32 #

    Brasileiro nunca está satisfeito. Quem for criticar, comece pelo menos elogiando o fato de termos um fuzil novo.

    No Brasil quase nunca há novidade na área de Defesa, quando aparece alguma, já chegam logo detonando.

    Assim fica difícil…

  4. Edilson 11 de agosto de 2010 at 17:33 #

    Parabéns aos colegas do Forte pela exclusiva matéria.
    A Arma é linda especialmente a 556, o fuzil e moderno e atualizado ao contrário do que pensam os críticos de almanaque.
    Feito em polímero de lata resistência trilhos picatini entre outras propriedades presentes em apenas meia dúzia de fuzis da atualidade.
    criticar é fácil, basta ser do contra, e não saber nada do que fala, nem tão pouco procurar saber, mas esta posição é confortável, difícil é realmente entender do que fala e falar com propriedade.
    Para a Imbel e para os colegas do Força terrestre, os meus parabéns, deixa a cachorrada vira lata mulambenta latir a carruagem já passou.
    abraço
    Edilson

  5. Clésio Luiz 11 de agosto de 2010 at 17:34 #

    O 762 parece ser uma modernização do FAL. Vamos ver agora a questão de confiabilidade, que é o que interessa. Se o 762 utilizar um mecanismo diferente do FAL já vai ser um avanço.

  6. Invincible 11 de agosto de 2010 at 17:35 #

    Bonito o Fuzil,

    Que bom que o Brasil está andando sozinho…

  7. le 11 de agosto de 2010 at 17:36 #

    Valeu… muito bom,mas ainda podemos melhorar,e quastao de tempo,temos que ter paciencia sds

  8. ezeca 11 de agosto de 2010 at 17:38 #

    Família de fuzil em 2 Calibres: 5,56 e 7,62mm;
    bom começo.
    mais ta bonito111
    o belezaaaa…

  9. ezeca 11 de agosto de 2010 at 17:41 #

    so faltou uma foto dela de perfil com a corronha retraida.

  10. Wellington Góes 11 de agosto de 2010 at 17:43 #

    Cinquini, meus parabéns pelo ‘furo’ de reportagem!!!

  11. Cinquini 11 de agosto de 2010 at 17:44 #

    É, se não fazem reclamam e quando fazem reclamam também.

    Sobre os carregadores, a versao 556 poderá usar qualquer tipo de carregador 556, até os de plástico transparente, mas vai do cliente comprar ou não. Como isso gera custo, eu acredito que vão continuar operando com os carregadores de metal tradicional mesmo, o que pra mim é mais do que normal.

    Só queria deixar um recadinho aqui, não esqueçam que quando vocês criticam o fuzil vocês estão criticando também o trabalho de várias pessoas que passam a vida se dedicando ao estudo e trabalho e tenho certeza que o desenvolvimento seguiu os parâmetros estabelecidos pelo seu cliente e tenho absoluta certeza da qualidade dos produtos IMBEL

  12. Francisco AMX 11 de agosto de 2010 at 17:44 #

    Bonito!

    Não é muito a minha “praia”, mas lembro que a Inglaterra trocou seus FAL com ressalvas… mei que torcendo o nariz, não foi isso?
    se sim, um fuzil que seja um aperfeiçoamento do FAL, modernizando-o, mas mantendo a robustez e confiabilidade do sistema de tiro, não seria uma boa?
    ainda mais se neste empreendimento tivesse 2 versões do “novo FAL” em calibres 5,56 e 7,62?
    penso que sim, mas. como disse, não é minha praia…

    Sds!

  13. Vitor 11 de agosto de 2010 at 17:45 #

    Nao reinventaram a roda. Melhoram o que tinhamos e utilizaram materiais novos =] Como sempre trabalhamos no Brasil pensando sempre no custo beneficio.

  14. Vader 11 de agosto de 2010 at 17:48 #

    Galante disse:
    11 de agosto de 2010 às 17:32

    Ow Galante, foi uma crítica construtiva, no geral eu gostei sim. Tá de parabéns a IMBEL, me surpreendeu, eu realmente achava que daquele mato não saía mais cachorro. A se confirmar boas características operacionais, retiro algumas das coisas que disse de tal “empresa”.

    E se se pensar bem, faz bem o EB em manter o PARAFAL, agora melhorado.

    Mas fiquei especialmente contente com o IA2 556.

    Abs.

  15. Leandro RQ 11 de agosto de 2010 at 17:50 #

    Eu gostei!!

    Como admirador do FAL, fico feliz em ver uma “evolução” dele. Acho que o IA2 762 pode substituí-lo a altura.

    Já sobre o IA2 556 concordo com o Vader: “Bela arma, belo desenho, simples, moderno e funcional”.

    Resta saber quais os planos do EB.

    Será que o IA2 556 será o “fuzil padrão” da tropa?

    Ou vão manter o calibre 7,62 como o “pé de bode” do EB e o 5,56 vai ser utilizado apenas pelas tropas de elite?

    Duvidas que só o tempo vai responder…

    Parabéns ao Cinquini e ao pessoal do ForTe pela rapidez em conseguir informações.

    Vocês mataram a pau!

  16. Clésio Luiz 11 de agosto de 2010 at 17:50 #

    Cinquini, é possível o 7,62 suar a coronha desenvolvida para o 5,56?

  17. Sopa 11 de agosto de 2010 at 17:54 #

    Concordo com Vader,

    IA2 776, é um FAL melhorado, mas o 556 ficou show de bola por fora, vamos aguardar por dentro como será !!

    Mas no geral, muito bom mesmo essas novas mudanças no armamento.

    sDs,

  18. Latino 11 de agosto de 2010 at 17:56 #

    Bonito fuzil ,,ainda pode sofrer mudanças ou ja é o prototipo definitivo ?

    sds

  19. ezeca 11 de agosto de 2010 at 17:58 #

    sera q o topico vai bombaaaa……

  20. Galante 11 de agosto de 2010 at 18:00 #

    Vader, o recado não foi para você, my son! rs

  21. Skuda 11 de agosto de 2010 at 18:01 #

    PESO, isso é o que MAIS me importa agora….

    depois… isso atira molhado? se precisar mergulhar com ele, ele volta a funcionar???

    e o PESO? PESO?

  22. Cinquini 11 de agosto de 2010 at 18:02 #

    Clésio Luiz,

    Acredito que sim, vou ver com a minha fonte e te respondo com certeza.

    Abração

    Cinquini

  23. Falken666 11 de agosto de 2010 at 18:05 #

    De todo modo, vejo como uma evolução, a confiabilidade do nosso FAL para uma arma mais moderna e eficiente.
    A única ressalva é que espero que o peso tenha diminuído bastante, é esperar pra ver.
    Parabéns pelo furo pessoal…

  24. Bluejacket 11 de agosto de 2010 at 18:05 #

    Não acho que o 7,62 é um FAL melhorado, ele dá essa impressão por sua coronha ter um design igual ao do FAL.

  25. victor martins 11 de agosto de 2010 at 18:07 #

    Qual vai ser ussado pelas tropas o 762 ou 556..? oO

    agradeço desde já.! ^^

  26. MA 11 de agosto de 2010 at 18:07 #

    Caramba, foram fundo na reportagem investigativa. Bom trabalho!

    Parece coisa boa ein. Boa parte em polímero, trilhos picatinny, coronha rebatível. “Ah, mas parece só uma modernização do FAL” E precisa de mais que isso? Está excelente como substituto do veterano nas nossas FFAA, estou satisfeito.

    Vader, salvo engano o M203 pode ser instalado diretamente nos trilhos picatinny. E a ação no FAL é muito mais complexa que a por ferrolho rotativo, logo creio que não seria tarefa complexa produzir um fuzil com ação por ferrolho rotativo. O MD-97 já o possui.

    Perdoem se falei besteira.

    Parabéns pela matéria.

  27. quatzy 11 de agosto de 2010 at 18:10 #

    FAL com maqueagem…

  28. Fernando D. Cabral 11 de agosto de 2010 at 18:16 #

    O 7,62mm, desde que com um carregador mais “parrudo”, talvez possa fazer as vezes de uma MINIMI; será que o cano aguenta fogo sustentado? Se for possível, penso que teremos uma solução mais econômica, portanto viável para ser implementada para o E.B., considerando que núcleos de excelência… bem… são núcleos de excelência.

  29. Marcelo Souza 11 de agosto de 2010 at 18:27 #

    Parabéns pela matéria!!!!
    Acho que o momento atual é de acreditar no nosso potencial produtivo. Torço muito pra que nossas forças armadas adotem o fuzil o mais breve possível.

  30. J. Claro 11 de agosto de 2010 at 18:30 #

    Parabens ao FORTE por nos brindar com tamanha beleza.
    Certamente foi um grande acerto, a definição de duas
    versões, sendo uma em cal. 5.56 e outra em cal 7.62.
    Agora estamos à espera de notícias quanto à sua funcionalidade. Uma coisa eu tenho certeza, ele foi
    torturado no campo de provas da Marambaia e se foi aprovado, é porque passou em todos os testes.

    Abraço a todos

  31. Colt 11 de agosto de 2010 at 18:42 #

    Se o avião tem belas linhas provavelmente voa bem.
    Seguindo essa máxima, esse fuzil deve ser extremamente eficaz como arma da infantaria. O bicho tem cara de que nasceu pra isso!
    Muito bacana mesmo!
    Sugerindo… fico no aguardo de um teste da arma pelo pessoal do Forte, nada como as impressões de um especialista no assunto para podermos saber do que esse fuzil é capaz!
    Aliás … qdo o Rafale chegar, um teste exclusivo do pessoal do Aéreo seria bem vindo. Afinal o Aereo já tem história e tradição para realizar um teste desse tipo.

  32. Leamartine Pinheiro de Souza 11 de agosto de 2010 at 18:44 #

    Na penúltima LAAD, tive a oportunidade de disparar a pistola 380 da Imbel e não gostei do fato do gatilho não ter aquela parada antes do disparo, o seja, o atirador nunca sabe quando acontecerá o disparo, como acontece na pistola Beretta.

    Se estes fuzis seguirem o mesmo princípio, os atiradores não terão a oportunidade de aproveitar aquele lapso temporal em que a mira é perfeita, pois, não terão condições de utilizar o disparo durante o referido lapso temporal.

    Alguém saberia me informar como funciona o tempo de disparo nos gatilhos destes fuzis ?!!

  33. Galileu 11 de agosto de 2010 at 18:44 #

    AEWW

    uma imagem boa da criança, valew Forte!

    Capricharam no 5.56 o que pra mim será o padrão do EB, mas por “via das dúvidas” mantiveram o 7.62 , assim alegra Gregos e Troianos. O 7.62 é um para-fal com placa do guarda mão diferente e algumas melhorias internas talvez o ferrolho e etc..

    Fica claro pra mim, a intenção do EB em investir no 5.56 e manter o 7.62 sem ter tantos CUSTOS.

    Aewww to feliz, muito bem feito esse 5.56!!!

  34. Leamartine Pinheiro de Souza 11 de agosto de 2010 at 18:46 #

    Outra informação que não ficou definida, é qual a capacidade dos pentes destes fuzis, alguém saberia informar ?!!

  35. Jakson Almeida 11 de agosto de 2010 at 18:49 #

    Galante, Cinquini:
    A questão aqui não e se não tem reclamam ou se fazem reclamam.
    Vamos ao exemplo pratico da Alemanha onde eles pegaram toda experiência anterior e desenvolveram um Fuzil de assalto do zero criando o G-36 que simplesmente foi e é uma referencia de fuzil de assalto ate hoje mesmo diante dos fuzis modulares de 5ª geração, um outro belo exemplo é o KC-390 onde a Embraer havia proposto um projeto tendo como base o EMB-190 depois de ter sido analisado pela FAB que propôs que o desenvolvimento do projeto se iniciasse do zero, a Imbel podia ter analisado o panorama mundial e apresentado o projeto novo de um fuzil de assalto modular.

  36. Galileu 11 de agosto de 2010 at 18:50 #

    Tem alguém aqui que ainda acha que o EB vai adotar o 5.56 como cal. padrão??

    Claro que essa adoção será em passos de tartaruga, mas mesmo assim será!

  37. marlos barcelos 11 de agosto de 2010 at 18:53 #

    O fal é um fuzil robusto e bastante preciso, muito mais confiável que os m-16. Se conseguirmos melhorá-lo, para torná-lo preciso em tiros de rajada, e mais leve, tenho certeza que será um dos melhores fuzis do mundo. O exército treina tiros de fal, sem uso de lunetas ou algo parecido, para se atingir alvos em 200 metros de distância, e conseguem atingir o alvo, isso sem ser atiradores de elite, soldados comuns, imaginem um fuzil dessa precisão sendo mais lev, robusto e mantendo a precisão com rajadas.

  38. Joker 11 de agosto de 2010 at 18:56 #

    Minha area não é o forte, fico + pelus aviauns…

    Ms tenho que reconhecer que IA2 556 ficou show no design e talvez na funcionalidade, ms por foto num dá pra dizer muita coisa…

    Parabenizar o Cinquini, a fonte dele e a todos do projeto, pq pra mim que sou leigo ficou show!!!

  39. CQueiroz 11 de agosto de 2010 at 18:56 #

    Caros colegas, talvez eu possa informar algo a todos:
    #1: O Fuzil IA2 7.62 é a arma final do processo já iniciado de reforma e retrofit de todos os FALs do EB, onde o mesmo será a arma distribuida para os soldados em geral onde os mesmos não requeiram algo tão especifico, mas mantendo a mesma robustes e caracteristicas boas do velho e confiavel FAL, mas com menor peso, menor tamanho.
    #2: IA2 5.56 é uma evolução muito grande do MD97, que foi avaliado em campo e suas deficiencias foram revelados durante o uso com a tropa(Força Nacional, PMs e EB), onde ele estudaram várias tecnologias para agregar aos mesmos.
    Concordando com o Galante venho compartilhar com ele o meu repudio aos que vivem com o famoso complexo de vira-latas.
    PS.: O velho e defasado FAL é um dos fuzis mais vendidos e customizados nos EUA pelos seus cidadãos.

  40. Galileu 11 de agosto de 2010 at 18:57 #

    Fala aew Cinquini,

    ficou TOP o 5.56, estava esperando bem menos que isso!

  41. Ramasses 11 de agosto de 2010 at 18:57 #

    Parabens a IMBEL . Belo Fuzil .Realmente impreciona pela capacidade de defesa e ataque desse armamento . Particularmente o “1A2 556″ é bem mais cômodo no que diz respeito a coronha retrátio, Eu creio que ficaria bem mais possante na versão 1A2 o calibre “7,62″ ,ainda porque Eu já li a respeito que o pessoal de selva prefere calibres mais potentes e se não me engano ditas por um oficial de selva . Só espero que não demore na fabricação em escala ” séries” . Mesmo ainda funcionando os fuzis antigos já estão bem ” velhinhos” . Nossas Tropas precisam de materiais novos e mais confiáveis . Um Grande Abraço, Meu Brasil .

  42. OTAVIO 11 de agosto de 2010 at 19:01 #

    Uma simples observação : Trilho debaixo muito curto

    Do mais tá luxo (5,56),já o 7,62 tá muito ”simprão”,pelo que vi superficialmente estão tentando reaproveitar peças do FAL

    Ainda prefiro o Magpul 6,8mm

    Mas aqui é Brasil néh !

  43. Jakson Almeida 11 de agosto de 2010 at 19:02 #

    Uma duvida a designação é Imbel I(i)A2 ou Imbel 1(um)A2.

  44. tomas 11 de agosto de 2010 at 19:03 #

    Parabéns pelas fotos e matéria.
    Vamos ver se agora vai!

  45. José 11 de agosto de 2010 at 19:05 #

    1) Os comentários me parecem equivocados quando falam que o 7,62 é um sucessor do PARAFAL , quando pelo que se ouve ele tem a mecânica totalmente diferente, tal como o ferrolho rotativo.
    2) Qual a diferença entre esse fuzil e o SCAR?

  46. DV 11 de agosto de 2010 at 19:06 #

    Brasil!

  47. zmun 11 de agosto de 2010 at 19:08 #

    Primeiramente, meus parabéns para aqueles que deram esse furo!!! Muito bom mesmo

    Comentários:
    A foto do cartaz enganou um pouco. Dava a impressão que fosse algo melhor. Imagino que tenham resolvido os problemas de confiabilidade do MD97 (carregadores que podem cair, segundo um amigo meu policial) e dado uma roupa nova, com trilhos e nova coronha, só. O 762 é um PARAFAL com trilhos. Você pode por um capô de Audi A3 em cima de um chevette. Isso não muda o fato de o carro continuar sendo um chevette.

    Sou estudande de engenharia química, espero que minha geração seja melhor que a atual que faz tapeações.

    Se aqui existe alguém envolvido de qualquer forma no projeto,peços desculpas caso tenha achado que eu extrapolei. Principalmente porque eu não sou da área.

  48. Cinquini 11 de agosto de 2010 at 19:24 #

    Jakson, to achando que vc trabalha na empresa concorrente da Imbel rsss

  49. joao 11 de agosto de 2010 at 19:40 #

    Marlos: Onde vc viu isso? Soldados do EB atirando a 200m, e ainda sem lunetas? Tenho amigos no CFN (e lá eles atiram a 200m) que contaram que caçadores do EB se orgulhavam de acertar um alvo a 75m.
    Sobre os novos fuzis brasileiros, dá pra se perceber a clara tendência em direção aos 556. Resta saber se nossas FA poderão adota-lo como padrão, por questões orçamentárias.

  50. Tito 11 de agosto de 2010 at 19:41 #

    O IA2 556 ficou show, e o IA2 762 realmente tem cara de um FAL melhorado, o que na minha visão é ótimo.

    Parabéns ao Forte pela matéria.

  51. Mateus Lobo 11 de agosto de 2010 at 19:50 #

    Bom trabalho, bom.. pelo menos ta bonitin. rs
    o 556 ficou show, mas o 762 parece realmete um FAL de roupa nova(pelo menos parece estar mais leve), resta saber se mudaram o sistema de ação.

  52. Rodrigo 11 de agosto de 2010 at 19:52 #

    Carenaram o FAL!

    Parece aqueles kits de Airsoft!

    Fala sério!

    Espero que pelo menos atire bem!

  53. arlei 11 de agosto de 2010 at 19:56 #

    Francisco AMX disse:

    Bonito!

    Não é muito a minha “praia”, mas lembro que a Inglaterra trocou seus FAL com ressalvas… mei que torcendo o nariz, não foi isso?

    A inglaterra errou feio em trocar os L1a1 pelos sa-80 logo de cara, nenhum soldado britanico gostou. E eu aprovo a ideia do IA2 762 ser parecido com o ParaFAL, assim os soldados não se desacustumam.

  54. Joao 11 de agosto de 2010 at 19:56 #

    EU acredito que o exercito nao deve ter verba suficiente pra desenvolver 2 fuzis (tá certo isso?) do zero. Entao o que fizeram foi uma modernizacao do conhecido FAL 7,62, com peças mais leves (material composito) e aumentar a precisao/confiabilidade. O 5,56 é uma jóia novinha…
    E com certeza passaram nos testes do exercito, que nao sao nada faceis…

    Parabens ao Forte pela reportagem, à IMBEL, ao EB e ao MD (pq nao?).

  55. Jakson Almeida 11 de agosto de 2010 at 19:57 #

    Boa Rodrigo a Imbel produziu um kit de airsoft,hahahahahahahahaha.

  56. arlei 11 de agosto de 2010 at 20:04 #

    o 762 parece também com o SIG da FAB

  57. Nick 11 de agosto de 2010 at 20:10 #

    Nem é minha praia também mas parabéns a Imbel, pelo menos é bonito …. vamos aguardar os teste e avaliações.

    []‘s

  58. Angelo Nicolaci 11 de agosto de 2010 at 20:13 #

    Fala Cinquini!!!

    Parabéns pela excelente matéria, muito boa mesmo.

    Agora aos demais que criticam o novo fuzil, eu só digo que a aparência não é uma qualidade, pois em uma arma militar o que importa são a confiabilidade,simplicidade,precisão e ergonomia.

    Ao meu ver como ex-caçador do EB, me parece uma boa arma, se mativer as qualidades do FAL com novas qualidades como menor peso, será um excelente fuzil

    Quanto ao comentário do Galileu, realmente o EB esta mudando a longo prazo seu calibre padrão de 7,62 para o 5,56, afim de criar uma padronização e facilidade em possiveis operações com forças internacionais, uma vez que o 5,56 tem sido adotado ao redor do mundo por muitas nações como calibre padrão, lembrando que isso não significa o fim do 7,62, uma vez que até os EUA estão voltando a adotá-lo no afeganistão

  59. The_mal_voltou 11 de agosto de 2010 at 20:22 #

    se reduziu o peso, e torna a manutenção ainda mais fácil, é bom.
    Tomara que ele se popularize rápido.

  60. Sopa 11 de agosto de 2010 at 20:25 #

    Arlei,
    Tava vendo isso agora mesmo, comparando o IA2 556 com outros e parece mesmo com o SIG 556.

    sDs,

  61. IKe 11 de agosto de 2010 at 20:27 #

    Poooo achei bem legaaal! o 556 ta mais doidera, maaas estou falando de beleza, ja que o que importa eh a funcionalidade, praticidade e precisao.Estou no aguardo de novos dados!

  62. Rodrigo 11 de agosto de 2010 at 20:32 #

    Vejam só, eu não estou cornetando! Até porque só vi esta foto com boa resolução, mas que ela é decepcionante é!

    Pegaram o FAL e deixaram ele parecido com o AK5 sueco de mais ou menos 25-30 anos atrás!

    Eu sou canhoto e a primeira coisa que eu observo em uma arma é ela ser ambidestra ou não! Nem isto este “novo” FAL é!

    Eu pensava que fosse sair algo do patamar do ACR, SCAR ou do G36!

  63. Soldado 06 11 de agosto de 2010 at 20:32 #

    Eu como um Brasileiro fanatico pelo meu pais e pelas forças de segurança do nosso patrimonio, fico muito feliz pelo fato do Brasil começar a desenvolver armas nacionais deste porte. As vezes criticamos e achamos que tudo que fora é melhor, infelizmente somos obrigados a usar nossa criatividade para melhorar pois não temos ainda tantos rescursos, mas tenho certeza que vcs não sabem que esta arma vem a anos sendo desenvolvida para ser laçanda como subistituta das atuais, com certeza deve de haver grandes vantagens operacionais, não esqueçam que com certeza muitos especialistas são envovidos e muito atiradores de elite são covidados a testar este tipo de arma antes de lança-la no mercado, como Brasileiro eu acredito em meu pais e tenho a maior certeza que este fuzil senão o melhor do mundo esta entre os melhores porque temos uma capacidade e criatividade enorme de ultilizar o temos e outra, muitas das vezes não adianta ter os melhores fuzis e os piores soldados, devemos ser bons no que temos ter boa estratégia e boa pontaria.

  64. Guilherme@hotmail.com 11 de agosto de 2010 at 20:43 #

    Aeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee
    Vivaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
    ASSASASAYGSASASASASUHASHAUSAHSUHUS
    Agora, sério, isso é uma vitória realmente, que não tenha essa coisa de ambidestra, de picatine, que mande tudo isso pra PQP, desculpe o quase palavrão.
    Temos que ver isso, como a vontade do país, pelomenos de alguém, de uma parte, uma célulasinha que seja, de mudar.
    De tentar avançar.
    Concordo com você galante, e com quem fez crítica construtiva.
    Eu gostei do fuzil, como Brasileiro, como entusiasta, com estudante, como tudo.
    Gostei mesmo.
    Enfim, a minha pergunta é: vão padronizar totalmente ele quando? Digo, todos os quarteis, cada tropa, cada grupamento, vai estar usando ele quando?
    Alguma projeção?
    Então é isso.
    Fiquem todos na Santa Paz de Deus e Amém =D=D=D=D=D=D
    É isso ae Brasil, é isso ae Trilogia!
    Fiquem todos bem e com Deus =D=D=D=D=D=D

  65. Diego Tarses Cardoso 11 de agosto de 2010 at 20:45 #

    Adorei o fuzil,a versao 556 ficou linda,coronha retratil e dobravel,desenho moderno,cheio de trilhos,nao eh feito de aço,chique !!!
    Jah a versao 762,gostei tambem,apesar de terem mantido a coronha do Para-Fal,acho q a coronha da versao 556 ficaria mais “interessante”.
    No geral,eh um fuzil que se estiver a altura do Fal e de fuzis 556 modernos,vai dar ao EB,Fab e MB/FN a mesma potencia de infantarias de países modernos,e ainda concorrer nor mercado externo.
    Abraços

  66. Challenger 11 de agosto de 2010 at 20:46 #

    Muuuuuito Louco!!!

    Agora sim Imbel!!!

  67. Leandro 11 de agosto de 2010 at 20:48 #

    Vou criticar sim, não é feio, principalmente o 5,56…
    Mas não deixou de ser uma evolução do FAL que ao meu ver deu o que tinha que dar…
    Mas enfim, é algo novo, que seja bem vindo!

    E o Taurus IVI Tavor????

  68. Cinquini 11 de agosto de 2010 at 21:01 #

    Leandro, o que tem o Tavor?
    Lá em Israel dizem que ele fica bonito na foto rs

  69. Challenger 11 de agosto de 2010 at 21:02 #

    O mais importante eles já conseguiram fazer, utilização de polimero para diminuir o peso e aumentar a durabilidade, e a colocação trilhos picatinny para a adição de acessorios.

    O sistema operacional das armas imbel é confiavel segundo alguns.

    Do que mais um bom fuzil de assalto precisa?

  70. Renato 11 de agosto de 2010 at 21:11 #

    Parabéns à Imbel pelas armas. Concordo com o ‘tá ruim mas tá bom’, poderiam ter caprichado mais mas fizeram um projeto ‘feijão com arroz’, espero que seja mais robusto que o FAL (o que é fácil) e BEM mais leve (mais fácil ainda). Poderiam aproveitar e desenhar uma LMG em 5,56 tb. Aí, poderiam aproveitar o 7,62 em regiões onde o 5,56 não seria muito bom, como na selva, e deixar o 5,56 pras demais regiões.

  71. Romulo 11 de agosto de 2010 at 21:16 #

    Li agora alguem comentando sobre caçadores do EB ficarem exaltados com acertos a 75m… Caro amigo, completo equívoco seu. Tive a oportunidade de realizar o estágio de caçador há menos de 1 mes.. Se voce entende alguma coisa, vai saber que facilmente (facílimo mesmo) um caçador acerta 3 tiros em 1 MOA, o que a 100m da o tamanho de uma tampa de garrafa (3cm de diametro). Realizamos disparo a distancias desconhecidas até 800m com o Fz AGLC da Imbel, ou seja, avalia-se a distancia sem telêmetros, somente com a luneta, realizamos os calculos e efetuamos o disparo. Agora voce vem dizer que um tiro a 75m é comemorado? Por favor, vc não conhece seu exército… Fico assustado com o tanto de gente que da opinioes sem embasamento ou conhecimento algum…

    Agora em questao do FAL e do calibre 7,62, ignorantes aqueles que dizem que é ruim. Amigos, o único ponto que concordo em falha do FAL é o peso. Ainda utilizando o FAL como Fuzil pra caçador, acertamos tiros até 550m com a obsoleta luneta OIP de 3,6x de aumento… Isso sem necessitar de munição especial, tais como Lapua, usando apenas a boa e velha M1 da CBC… Tive contato com oficiais americanos, os quais confirmaram que diversos Sd nas frentes de atuação dos EUA pegam Fuzis 7,62 no lugar do “exclente” M4 5,56.. Quero ver quem vai querer atirar de 5,56 a 200m contra um FAL..
    Antes de darem opinioes sem pé nem cabeça, procurem se informar melhor.. Perguntem pra quem usa e conhece.

    parabens a Imbel, muito bom o 7,62.. realmente estava faltando o trilho picatini, pra possibilitar a colocação de acessórios

  72. Vader 11 de agosto de 2010 at 21:47 #

    MA disse:
    11 de agosto de 2010 às 18:07

    “E a ação no FAL é muito mais complexa que a por ferrolho rotativo, logo creio que não seria tarefa complexa produzir um fuzil com ação por ferrolho rotativo. O MD-97 já o possui.”

    MA, posso estar muito enganado (tomara!), mas tenho quase certeza que o conjunto-ferrolho do IA2 762 é rigorosamente igual ao do FAL, ou seja: não tem ferrolho rotativo. Quanto ao 5,56 não sei, mas lembro o amigo que mudando o calibre muda quase tudo, ou seja: o MD97 é 5,56mm, logo não serve de base de comparação com o 7,62mm. Mas aguardemos maiores detalhes pra não falar besteira.

    _______________

    Fernando D. Cabral disse:
    11 de agosto de 2010 às 18:16

    “O 7,62mm, desde que com um carregador mais “parrudo”, talvez possa fazer as vezes de uma MINIMI; será que o cano aguenta fogo sustentado?”

    Fernando, esse FAL com “carregador mais parrudo” (30 tiros) já existe há muito tempo, chama-se FAP e no EB cumpre a função de Fuzil Metralhador. Salvo engano o cano é rigorosamente o mesmo (mudam as placas do guarda-mãos).

    _______________

    Bluejacket disse:
    11 de agosto de 2010 às 18:05

    Bluejacket, a coronha do IA2 762 é igual à do PARAFAL, não à do FAL “tradicional”.

    _______________

    victor martins disse:
    11 de agosto de 2010 às 18:07

    “Qual vai ser ussado pelas tropas o 762 ou 556..?”

    Muito provavelmente ambos.

    _______________

    Leamartine Pinheiro de Souza disse:
    11 de agosto de 2010 às 18:46

    Outra informação que não ficou definida, é qual a capacidade dos pentes destes fuzis, alguém saberia informar ?!!

    Muito provavelmente segue o padrão: 20 para o 7,62mm e 30 para o 5,56mm.

    _______________

    marlos barcelos disse:
    11 de agosto de 2010 às 18:53

    “O exército treina tiros de fal, sem uso de lunetas ou algo parecido, para se atingir alvos em 200 metros de distância, e conseguem atingir o alvo, isso sem ser atiradores de elite, soldados comuns”

    Caro Marlos, sem lendas, a distância padrão para treino do infante no EB é 100m (na verdade 50m com silhueta reduzida em 1/2). É preciso ser um bom atirador (muito bem adestrado ou com muito dom) para se acertar um tiro de FAL num alvo-silhueta a 200 metros. Mais do que isso é preciso ser um exímio atirador e, sem lunetas, presenciei apenas uma única vez um sargento (com uma arma “zero-coco”, recém saída do plástico) acertar um disparo a 400m. Mais do que isso, sem equipamento de precisão, ou o cabra ganhou um FAL de presente no berço ou é a “bala-mágica”… :)

    _______________

    OTAVIO disse:
    11 de agosto de 2010 às 19:01

    “Uma simples observação : Trilho debaixo muito curto”

    Também observei isso.

    _______________

    José disse:
    11 de agosto de 2010 às 19:05

    “Os comentários me parecem equivocados quando falam que o 7,62 é um sucessor do PARAFAL , quando pelo que se ouve ele tem a mecânica totalmente diferente, tal como o ferrolho rotativo.”

    Você tem informações fidedignas disso ou, como eu, está apenas “torcendo”?

    _______________

    Challenger disse:
    11 de agosto de 2010 às 21:02

    “O sistema operacional das armas imbel é confiavel segundo alguns.”

    Pombas brother, “sistema operacional” vc me quebra hein amigo? :)

    _______________

    Abraço a todos.

  73. Vader 11 de agosto de 2010 at 21:50 #

    Renato disse:
    11 de agosto de 2010 às 21:11

    “espero que seja mais robusto que o FAL (o que é fácil)”

    Caraca, taí uma crítica que eu nunca tinha ouvido do FAL. Pombas, mais robusto que o FAL só se derem um tacape pro infante! :)

  74. Galileu 11 de agosto de 2010 at 22:09 #

    o Vader respondeu algumas perguntas que eu ia comentar…

    Mas concordo Vader, se fosse pra apostar eu diria que o 7.62 não tem ferrolho rotativo.

    Mas o 5.56 tenho certeza que é…….investiram nele, será o cal. padrão do EB.

    Outra coisa quanto a distância do tiro, vou resumir…Eu era atirador DM nunca tinha ouvido essa palavra, foi no EB que aprendi, pelo menos na minha época essa história de atirador diferenciado estava engatinhando…mas a distância de tiro era 75m…..e quando o cara estava “safo” ia pra 100/150m. Detalhe isso sem luneta, DM no EB sofre ahahahahahah.
    E acreditem é muitooo dificil acertar!

  75. Sopa 11 de agosto de 2010 at 22:10 #

    Vader,

    Se for Windows, já era !! :C
    _______________

    Challenger disse:
    11 de agosto de 2010 às 21:02

    “O sistema operacional das armas imbel é confiavel segundo alguns.”

    Pombas brother, “sistema operacional” vc me quebra hein amigo?

    _______________

  76. quatzy 11 de agosto de 2010 at 22:14 #

    È um FAL com capô novo. Eu esperava mais. A fato do cartaz enganou legal. Era totalmente diferente do que eu pensava.

  77. Galante 11 de agosto de 2010 at 22:18 #

    Pessoal, entrem no Xat:

    http://www.forte.jor.br/chat-do-forte/

  78. Baschera 11 de agosto de 2010 at 22:19 #

    Parabéns Cinquini…… tá porreta !!

    Sds.

  79. angelo jr 11 de agosto de 2010 at 22:37 #

    cara, naum sei quem falou anteriormente, mas a minha duvida é, se cair na agua, volta a atirar?

  80. Cinquini 11 de agosto de 2010 at 22:45 #

    @Angelo, ele nao atira debaixo d’água, mas pode disparar direto quando sai da água sem precisar esperar os 15 segundos.

    @Baschera, obrigado!

  81. XAVIER 11 de agosto de 2010 at 22:48 #

    lindo espero que seja bem eficiente como o é no designer,Brasil acima de tudo !

  82. angelo jr 11 de agosto de 2010 at 22:52 #

    Cinquini, seria tipo um “escorrer o excesso” e disparar, msm com um pouco de agua dentro?

    ps: naum sou militar, então por favor, compreendam as duvidas =D

  83. Leandro Requena 11 de agosto de 2010 at 22:54 #

    Cinquini

    Como foi você que teve acesso a essas informações, provavelmente com gente que testou os “bichos”, será que você poderia nos passar a sua opinião pessoal sobre eles?

  84. Vader 11 de agosto de 2010 at 22:54 #

    Romulo disse:
    11 de agosto de 2010 às 21:16

    “Tive contato com oficiais americanos, os quais confirmaram que diversos Sd nas frentes de atuação dos EUA pegam Fuzis 7,62 no lugar do “exclente” M4 5,56.. Quero ver quem vai querer atirar de 5,56 a 200m contra um FAL.”

    Caro amigo caçador, se o colega Marine te ouve falar um absurdo desses vai “dar pau”, rsrsrsrs…

    Isso me parece a maior lenda da internet de todas as eras…

    Quanto a mim, se em combate um soldado do meu pelotão joga fora seu M4 pra apanhar um AK-47 eu mesmo dou um tiro nele…

  85. angelo jr 11 de agosto de 2010 at 22:54 #

    Cinquini, seria tipo um “escorrer o excesso” e disparar, msm com um pouco de liquido dentro?

    ps: naum sou militar, então por favor, compreendam as duvidas

  86. Heyarth 12 de agosto de 2010 at 0:31 #

    Pessoal,

    Vocês viram o site da IMBEL?? Aquele fuzil que tem lá o “Fz MD2 A1″ é o mesmo aqui da matéria ou é outro Fuzil desenvolvido??

    Abs.

  87. Vplemes 12 de agosto de 2010 at 0:44 #

    Vader, em relação ao FAP, o seu cano é reforçado (por isso o nome “Fusil Automatico Pesado”).

    [ ]s

  88. Vplemes 12 de agosto de 2010 at 0:44 #

    Ops!!! Fuzil e não fusil.

  89. Marine 12 de agosto de 2010 at 1:37 #

    Primeiro de tudo, ainda e tudo foto. Nao tem como tirar conclusao de nada ainda, mas partindo desse argumento:

    Concordo que a versao 5.56mm esta com aparencia moderna, leve, bonito e ergonomico. Parabens ate agora a Imbel e que o fuzil se saia bem nos TOs de operacao caso seja adotado! Que o EB tambem tenha verba pra adotar os acessorios comuns hoje que sao uma grande forca multiplicadora e quem diz que sao frescura e porque nunca esteve em combate com um ACOG, fez uma entrada dinamica no escuro com uma lanterna ou trocou tiro a noite com NVG e designador Infravermelho pra saber a diferenca!

    Agora so queria desmentir alguns equivocos acima com relacao a alvos, calibres e tal das FAs americanas:

    1- O 7.62×51 NATO nunca saiu de uso das FAs americanas e nao existe uma correria lendaria a trocar o calibre padrao das forcas com seus fuzis 5.56mm.

    2- No US Army, todo recruta tem que se qualificar com alvos ate 300m a olho nu e no USMC os alvos chegam a 500m com olho nu mesmo com carabinas de cano 16 polegadas.

    Hoje basicamente qualquer fuzil de alto nivel possui precisao na casa dos 1.5 a 2 MOA (minute of angle) o que quer dizer que seu grupo se restringe de 1.5 a 2 polegadas (2.54cm) a 100m de distancia.

    No USMC fuzis so podem ser considerados sniper se tiverem precisao de no minimo 1 MOA, sendo essa uma das razoes de que o Barrett .50 e chamado de Special Application SCOPED Rifle ao inves de Sniper Rifle.

    So pra se ter uma ideia o M-16A4 hoje tem maximum effective range against point targets na volta dos 600m e isso com municao 5.56mm comum. Espero que esse novo fuzil da Imbem seja preciso da mesma forma, afinal ser bonito na foto nao interessa e qualquer fuzil faz fumaca…. Only the hits count!!

    Semper Fidelis!

  90. Marine 12 de agosto de 2010 at 1:44 #

    Outra…. O lendinha de internet que se recusa a morrer, essa de soldado americano deixar M4 pra tras pra pegar fuzil 7.62!!

    E que fuzis seriam esses?! Os milhares de M-14 que estao por ai dando sopa no US Army e USMC? Talvez sejam os SCAR Heavy que nem se ve por ai ainda, melhor ainda deve ser os AK capturados porque o soldado americano esta doido pra deixar de alcancar o inimigo a 500m e passar a fazer isso a apenas 300m agora….Rsrsrsrsrs….Que comandante autorizou isso?!

    E cada uma, essas lendas….E sempre comeca assim: “O colega do meu tio que e miltar nao sei aonde ouviu falar do cunhado da sogra que e vizinha de um conhecido que teve informacao quente direta dos EUA…” E cada uma….

    Sds!

  91. Bronco 12 de agosto de 2010 at 2:34 #

    Antes de mais nada parabéns ao Blog pelo furo e pelas fotos.

    O que eu gostaria de saber é se o Cinquini tem certeza absoluta de que a primeira foto se trata da nova família de fuzis da IMBEL em calibre 7,62mm, ou se na realidade se trata do tão falado projeto de modernização dos M964 do EB para o padrão M964 A1 (ou FAL para PARAFAL).

    Digo isso porque eles são muito semelhantes e imagens dos projetos da IMBEL apresentados ao EB para cumprimento de pré-requisitos de assinatura de contrato davam conta de um fuzil que era exatamente igual ao da primeira foto, exceto pela estrutura do guarda-mão ventilado em alumínio nas fotos anteriores (e aparentemente abandonado nesta versão).

    Se for este o caso, acredito que o “furo” é, na realidade, o IA2 em calibre 5.56mm. Feito que já é espetacular, diga-se de passagem.

    Cinquini, meu caro, por gentileza, poderia responder a esta dúvida?

  92. Bronco 12 de agosto de 2010 at 2:55 #

    Só deixando claro que as fotos que circularam na internet há uns 2 anos atrás como um possível reprojeto do FAL pela IMBEL são muito semelhantes às soluções adotadas pelo SA-58 da DSA Inc.

  93. Biel 12 de agosto de 2010 at 7:44 #

    IA2 556 ficou show !
    Simples , moderno , coronha retrátil , munição 5.56mm, trilhos Picatinny. muito legal mesmo

    Estou ansioso para ver a ficha técnica( peso , alcance e etc.)

  94. Thomas 12 de agosto de 2010 at 8:38 #

    Um fuzil convencional se comparado com um Tavor ou Steyr AUG , e como nao temos experiência de combate com 5.56 … difícil de saber a qualidade.

    Agora temos de esperar 5-10 anos de testes e ja estara pronto para ser adotado em larga escala.

  95. Jaguarr 12 de agosto de 2010 at 8:54 #

    Parabéns ao blog pela matéria. A IMBEL também merece seus créditos; pois se não está produzindo um fuzil de última geração,pelo menos está evoluindo. É isto que nossa Indústria de Defesa necessita, “evoluir”, para redução do gap tecnológico.

  96. gerson carvalho 12 de agosto de 2010 at 9:52 #

    Caros amigos, deixa eu dizer uma coisa, nos dias de hoje guerra com fuzil só se for contra o paraguai ou algum pais da africa, pois, se for guerra de verdade é só ver como os americanos agem muitos bombardeiros B52 e U2 muitos misseis e depois levas de blindados pesados e helicopteros apache sem esquecer de robos atiradores e varredores de minas e por ultimo ainda as nucleares. Dai ficar discutindo se o fuzil é bonito, se é ambidestro, tudo é besteira uma bala sai do cano atinge o alvo e pronto, não enteressa se a arma é bonitinha ou não.

  97. marcoesteves 12 de agosto de 2010 at 10:00 #

    Perguntas: Cade a alça de transporte?
    O zarelho tem que sera assim mesmo?
    O regulador do cilindro de gazes nao parece ser pratico para retirada caso tenha sido efetuados muitos disparos só com ferrementa para tira-lo, pq não fizeram um desenho que com a propria munição (como no caso no FAL) consigamos retirar para limpeza.

  98. eduardo 12 de agosto de 2010 at 10:17 #

    Muita gente tem dito que o pessoal critica se nada é feito e critica quando alguma coisa é feita.

    Tá certo, é assim mesmo. Quem tá procurando aplauso tem de apresentar resultado, não apenas a intenção de fazer alguma coisa melhor. Quando se trata de material a ser utilizado em combate não vale a frase do Barão de Coubertin “o importante é competir”.

    A IMBEL levar décadas para apresentar um fuzil que não chega perto do que se tem de melhor no mundo é motivo de elogio?

    E o que dizer de maquiar o FAL. Isso lá é motivo de elogio?

  99. Freire 12 de agosto de 2010 at 10:25 #

    Bem, gostei de ambos ,vamos ver no dia a dia, pois soldados competentes nós temos para usa-los,testa-los, FUZIL deve ser eficáz,resistente e a peça atráz do fuzil(soldado)ser competente, guerreiro, resistente.os viets com AK antigos ganharam a guerra! Mas gostei é um avanço muito grande.abraços.

    Brasil acima de tudo.

  100. Joaca 12 de agosto de 2010 at 10:42 #

    Senhores
    As pistolas da imbel são de “ação simples”, esta é diferente de uma “dupla ação”. Prefiro e confio numa ação simples muito mais que numa dupla ação.
    Agora, para o rapaz que estuda engenharia química, não se preocupe, vc ainda vai fazer muita gambiarra na vida profissional, ou como nós engenheiros dizemos: “Solução Técnica Paleativa Permanente”.
    At
    Joaca

  101. Francisco AMX 12 de agosto de 2010 at 11:04 #

    Quem diz que FAL é ruim, deveria ver o que este cara faz com um FAL… imaginem este cara atirando num carro cheio de “bandidos”…. 20 petardos de 7,62×51…. FMJ (recapados)….

    Assistam… vale a pena…

  102. RtadeuR 12 de agosto de 2010 at 11:32 #

    EXCELENTE ,os dois calibres em operação. Quando puder a IMBEL pode prestar mais informações inclusive em vídeo.
    O POVO quer saber. Obrigado.

  103. Romulo 12 de agosto de 2010 at 11:50 #

    Uma singela tabelinha dos desempenhos

    Calibres…………….5,56 x 45______7,62 x 51______7,62 x 39
    Velocidade (Vº)………..930 m/s…………854 m/s………..710 m/s
    Velocidade (500 m)……500 m/s…………518 m/s………..343 m/s
    energia (0 metros)…….1.708 J………….3.519 J………….2.010 J
    Energia (500 m)………….494 J………….1.295 J……………468 J

    e 2 videos de teste em gelatina balística

    gelatina balistica 7,62×39 (ainda não é o 7,62×51 do EB)
    http://www.youtube.com/watch?v=kGrq1oP37LI

    gelatina balistica 5,56
    http://www.youtube.com/watch?v=nBqjAyhs56M

    precisa dizer mais?

  104. Vader 12 de agosto de 2010 at 13:56 #

    Cinquini e Galante, tomei a liberdade de reproduzir no Blog do Vader, com os créditos devidos, as fotos aqui do ForTe (espero que não se importem).

    Abraços.

  105. RoninSnkShit 12 de agosto de 2010 at 14:23 #

    Primeiramente: parabens pelo “furo” de reportagem! Mais uma vez, o blog está de parabens!

    Quanto a IMBEL, show de bola!! Parabens tb! Agora é continuar o trabalho, fazer a fabricação em massa e liberar os FALs do EB, para as polícias do Brasil…

    Porém, fiquei com um dúvida…
    –> Será que o lançador de granada M203 vai servir ali? Digo isso pq o trilho inferior do hand-guard está muito para frente e não é contínuo até a culatra do carregador, o que iria sobrar espaço entre o carregador e gatilho do M203…

    Alguém poderia me esclarecer isso?

    Abs!

  106. Galileu 12 de agosto de 2010 at 14:27 #

    Boa pergunta Bronco.

    Ou o 7.62 da foto é o projeto de “revitalização” dos Fals existentes para o modelo para-fal.
    Ou é aquilo que eu imagino, o EB investiu no 5.56, e pra agradar gregos e troianos, decidiu manter o 7.62, sem gastar muito.

  107. Soldier 12 de agosto de 2010 at 14:56 #

    Excelente!

    Espero que sejam funcionais. Confio na capacidade do CTEX e do IME bem como nos seus profissionais.

    Senhores. Temos que aguardar um pouco até realmente sabermos qual a capacidade destes fuzis. Será mesmo que o 7.62 é o FAL retrofitado? Se for dou meus parabéns ao EB por retrofitar uma arma que, apesar de antiga, ainda é muito robusta, confiável e letal. Já tentaram imaginar quantos países irão querer retrofitar seus velhos FALs com o projeto da IMBEL?

    Quanto ao 5.56 eu simplesmente adorei. E conconrdo com o Marine quando ele diz que o US ARMY bem como os Marines não trocaram definitivamente os 5.56 pelos 7.62. Ambas são armas que sempre devem estar no iventário de qualquer Forças Armadas. Dependendo da doutrina a seguir de cada uma delas é que serão usadas em combates. Apenas isso.

    Parabéns ao BLOG e ao Cinquini pelo FURO de REPORTAGEM. Meus parabéns mesmo. Sei que a discussão aqui é acalorada pq sempre queremos o melhor para o nosso país.

    Más como disse, acredito no profissionalismo e acima de tudo patriotismo da maioria de nossos militares e nosso corpo de engenheiros e pesquisadores.

    Vamos aguardar mais notícias sobre nossos NOVOS FUZIS. Com certeza, ainda vamos comentar e “brigar” muito sobre este assunto.

    Abraços.

  108. Galante 12 de agosto de 2010 at 16:38 #

    Vader, you are welcome!

  109. DaGuerra 12 de agosto de 2010 at 16:55 #

    Tem a mesma cara de um fuzil pensado nos anos 50 baseado nas linhas defensivas da 2ª WW contra o rolo-compressor sovietico. Qual o peso do 5,56? Quais as dimensões,adapta-se ao Sd Brasileiro? Continua uma “mocreia” cheia de maquiagem.

  110. André Machado 12 de agosto de 2010 at 18:22 #

    Não estamos apenas fabricando um fuzil nacional, estamos substituindo uma lenda que é o FAL por um produto genuinamente brasileiro.. Quem a 10 anos atrás esperava por isso? Ta de parabéns a IMBEL e que bom que aos poucos as coisas começam a caminhar em nosso Brasil.

  111. marlos barcelos 12 de agosto de 2010 at 18:42 #

    joao

    O meu irmão é oficial do exército, e eles atiram a 200 metros de distância e acertam o alvo, isso com os FALs, meu irmão foi um dos melhores atiradores da AMAN, isso porque antes da AMAN ele nunca tinha pegue em nenhuma arma e usa óculos, isso mostra a precisão dos FALs.

  112. Kemsyt 12 de agosto de 2010 at 19:22 #

    SO UMA COISA EM RELAÇÃO À SUPOSTA TROCA, POR SOLDADOS AMERICANOS, DE FUZIS 5.56 POR 7.62. eu li o livro FALCAO NEGRO EM PERIGO, escrito pelo jornaliosta MARK BOWDEN, que entrevistou, segundo ele, alguns “delta” envolvidos na operação (sendo que um deles, cujo nome nao me recordo agora, falou publicamente e revelou seu nome, nao lembro se eh PAUL alguma coisa, enfim, ta no livro) e rangers disseram que se arrependiam (estou dizendo ALGUNS) de nao carregar um fuzil 7.62, pq disparavam e o inimigo varias vezes caia e levantava de novo (quando caia). inclusive, um dos delta usava um m 16 da epoca do vietna, calibre 7.62.
    CONCLUSAO: a lenda ou é verdade ou o jornalista, que entrevistou delta e rangers esta mentindo.

    o que acham?

  113. andré 12 de agosto de 2010 at 19:32 #

    depois de 30 anos um fuzil 100% nacional(depois do md-97),claro o governo anunciou a compra de 200.000 mil fuzis, entretanto isto não significa que seja o 1a2,pois pode ser o md-97 atê mesmo o fal modernizado,por isso vamos aguardar.

  114. Belisário 12 de agosto de 2010 at 19:41 #

    Parabéns à IMBEL e a seus engenheiros e designs! Ha muito acompanho nas revistas a tentativa deste pessoal em melhorar e/ou desenvolver um novo projeto que sempre esbarrava na burocracia…fico satisfeito em saber q algum passo foi dado e q conseguiram romper barreiras. Não parem de pensar e, assim, continuar criando mesmo com todos os problemas.

  115. Marine 12 de agosto de 2010 at 19:46 #

    Kemsyt, vou procurar explicar mais uma vez… Bem tem soldado que se pudesse ir ao Iraque de M1 Garand ele iria mas isso e preferencia, gusto de cada um. Eu por exemplo gostaria de ter todo uma 1911 .45 ao inves da minha beretta 9mm mas nem por isso eu deixei a beretta e achei uma 1911 pra usar. Isso simplismente nao acontece! O comando nao permite! Agora estamos falando da tropa normal, cigar Delta e outra historia… Os caras fazem o que querem, nao fazem barba, usam a arma que quiserem! O que e lenda e essa historia de 5.56 estar sendo substituido e americano jogar M4 fora por fuzil 7.62! Eu sirvo a 11 anos nos USMC e lhe garanto que se estiverem sendo substituidos esqueceram de nos avisar porque nosso equipment ainda e todo 5.56 hehehehe

  116. Cinquini 12 de agosto de 2010 at 19:49 #

    Algumas respostas:
    - Os fuzis ainda se encontram em fase de desenvolvimento e avaliação. Ainda não passaram pelo CAEx. Foram desenvolvida contando com o apoio da Brigada de Forças Especiais (EB).
    - O lançador de granadas M203 não pode ser montado sobre o trilho Picatinny. Para tanto é necessário o uso de suporte e guarda mão adequados.
    - A coronha pode ser alterada a qualquer momento (tradicional x retrátil)
    - Os canos do 762 ou do 556 não foram projetados para fogo sustentado (não são metralhadoras e sim fuzis)
    - Capacidades dos carregadores: 7,62 – 20 tiros. 5,56- 30 tiros
    - Segundo algumas informações e diretrizes, o calibre 5,56 deverá ser utilizado por unidades aeromóveis, infantaria leve, blindada e paraquedista (aquelas que tem problemas de peso e/ou espaço). O 7,62 permanece no restante das topas.
    - o IA2 não é resultado do RETROFIT (modernização) dos FAL mas estuda-se oferecê-lo como alternativa (recolhe-se o FAL para retrofit/manutenção e entrega-se o IA2)
    - Ressalta-se que o nome dos fuzis é ia2 e não 1a2 (em minúsculas fica mais fácil de identificar)
    - @Otávio O trilho inferior “muito curto” é para se obter conforto na “pega” uma vez que o trilho atrapalha na empunhadura da arpa por possuir muitos cantos vivos.
    - @ José: O 7,62 não possui ferrolho de trancamento rotativo na versão fotografada.
    - @ o problema de atirar num alvo a 200m não é a arma ou o aparelho de pontaria que se utiliza. É o tamanho do alvo utilizado! Atire em uma folha de papel tamanha A4 e depois tente em uma placa de 2m x 2m e me diga qual é fácil ou difícil. Os caçadores do exército (que usam o AGLC da IMBEL) atiram no A4…
    - @Guilherme@hotmail.com: ainda não há previsão de vendas ou quando e quantos o EB irá adquirir.
    - @Quatzy: lamento informar, mas eram os mesmos fuzis… só estavam com acessórios….
    - @AngeloJr: os testes de imersão foram feitos, mas a maior preocupação é o do desalagamento das peças internas (como em qualquer fuzil). A norma do EB prevê 15 seg para desalagar. O IA2 é capaz de atirar em menos de 5 seg devido a sua eficiência no escoamento da agua presente no mecanismo. Atirar sob a água é mito.
    - @Bronco: São sim do IA2, que por sua vez tem diferenças do retrofit do FAL. Os FAL que estao sendo transformados em Parafal foram mostrados nessa matéria do ForTe http://www.forte.jor.br/2010/07/19/o-novo-parafal/

    Senhores, eu peço desculpas pela demora nas respostas pois algumas preciso consultar a minha fonte e também eu trabalho longe dos computadores e internet por isso só me conecto a noite.

  117. Cinquini 12 de agosto de 2010 at 19:52 #

    Segundo a minha fonte:

    Uma das idéias do IA2 se manter similar ao FAL é para não mudar a doutrina de treinamento (de uso, emprego e manutenção) e cadeia logística de peças de reposição. Apesar do cano mais curto o IA2 7,62 mantém a precisão do tiro até 300m. (alguns irão falar: só isso???). Desafio a qualquer leitor a efetuar tiros em silhuetas humanóides a 200m sem aparelhos de pontaria ótico (usando apenas miras metálicas abertas) e acertar o alvo. A maioria não acertaria nem com uma boa luneta.

  118. samuel Henrique 12 de agosto de 2010 at 20:35 #

    Boa noite!!!

    Cinquini disse:
    12 de agosto de 2010 às 19:

    Parabens pelo bom trabalho!!!!!
    Eu concordo em genero, numero e grau! Duvido que algum perito de PC consiga acertar um alvo a 100metros….imagina a 200metros!!!
    Bom trabalho da IMBEL, está tentando e é isso que importa!!!!! detalhes serão melhorados, mas do jeito que tá, já tá ótimo!!!!!!

  119. defourt 12 de agosto de 2010 at 20:40 #

    Não sou advogado de ninguém mas deixa eu ver se entendi direito:

    “Só queria deixar um recadinho aqui, não esqueçam que quando vocês criticam o fuzil vocês estão criticando também o trabalho de várias pessoas que passam a vida se dedicando ao estudo e trabalho e tenho certeza que o desenvolvimento seguiu os parâmetros estabelecidos pelo seu cliente e tenho absoluta certeza da qualidade dos produtos IMBEL.”

    Belo posicionamento! Corretíssimo!

    Mas que tal adotarmos (todos nós) o mesmo critério ético e de respeito, antes de chamarmos aviões caças, por exemplo, de “jacas”, “rafaletes”, “Gripados”, “Rafail”, “Saabenada” etc???

    Porque aí sim teríamos a firme certeza de que não é postura para agradar a uma “panelinha” de colegas brasileiros mas sim uma postura de educação, ética, respeito e de vida…

    Que cada um julgue a quem serviu!
    E melhoremos!

    Sincero Abraço a todos!

  120. angelo jr 12 de agosto de 2010 at 20:42 #

    po, eu acerto um alvo a 15 metros com uma carabina de pressão da CBC, serve? =D

  121. defourt 12 de agosto de 2010 at 20:42 #

    Perdão o comentário seguido!

    Liguem não! É que eu fui seminarista…

    risos ou não.

    Sincero abraço a todos!

  122. Sopa 12 de agosto de 2010 at 21:17 #

    Marine,

    Vc tem algum blog com fotos e fatos do seu dia dia no front, ou algum colega seu que sirva com vc , seria bom nos agraciar com fotos dos armamentos, veículos, etc !!

    Sds,

  123. MatheusTS 12 de agosto de 2010 at 21:40 #

    Defourt você esta exatamente correto devemos ter o minimo respeito pena que nem todos vão ler isto ou toma vergonha….
    Que falar mal
    FAIS MELHOR!!!

  124. Marine 12 de agosto de 2010 at 21:41 #

    Sopa, nao conheco ninguem que tenha um blog, a maioria de nos prefere o anonimato mas voce poder ver belas fotos no site dos Marines:

    http://www.usmc.mil

  125. Sopa 12 de agosto de 2010 at 21:50 #

    Mesmo assim valeu Marine !

    sDs,

  126. Kemsyt 12 de agosto de 2010 at 22:19 #

    marine,

    queria saber 2 coisas de vc.
    1. como se faz pra servir às forças armadas dos EUA, sendo cidadão brasileiro (qual o procedimento). nao sou eu nao (mesmo pq ja sou aluno a policial militar), é que tenho uns colegas falando em legião estrangeira e tal^^ (detalhe, eles nao falam ingles fluentemente)
    2. li um livro chamado DE CASA EM CASA EM FALLUJAH. vc conheceu os sgts BELLAVIA, COLIN FITTS, ou mais alguem do livro (se é que o leu?).
    abraço.
    2.

  127. Challenger 12 de agosto de 2010 at 22:23 #

    Pô manos, não me critiquem.rsrsrs
    Só me expressei de forma errada. voces entenderam o que eu quis dizer.

  128. Knigh7 12 de agosto de 2010 at 22:39 #

    Caro Cinquini,

    Qual é o tamanho e peso dos 2 fuzis (7.62 e 5.56)?
    Você sabe por que o 7.62 não virá com trilhos picatini?

    Grato

  129. Marine 12 de agosto de 2010 at 23:32 #

    Kemsyt,

    Pra se servir nos EUA a pessoa precisa de no minimo o green card e ter o dominio do ingles. Ja na Legiao Estrangeira nao sei te dizer os procedimentos atuais mas pelo que sei o frnaces voce aprende la “na marra”.

    Nao conheci os sargentos que voce citou mas servi em Fallujah. Apesar de o USMC ser pequeno o suficiente que sua reputacao procede o seu nome fica dificil quando cada batalhao tem cerca de 1.000 homens.

    Semper Fidelis!

  130. Bronco 12 de agosto de 2010 at 23:44 #

    Valeu, Cinquini.

    Se é uma versão em desenvolvimento, um protótipo, então pode ser que ainda sejam incluídos alguns ítens ou outros ainda possam ser melhorados.

    Nos resta esperar a versão final e, claro, a impressão dos combatentes quando ele começar a ser produzido em série.

  131. Challenger 13 de agosto de 2010 at 0:14 #

    Perguntas de curioso.

    O IA2 5,56, não ficaria melhor com uma coronha semelhante a dos Fuzis Sig Sauer?

    Qual Fuzil é melhor, o M4 ou o SIG 552

    Qual voces preferem?

  132. Cor Tau 13 de agosto de 2010 at 3:23 #

    Amor é fogo que arde sem se ver….É ferida que dói e não se sente…..Perfeito……….

    Parabens Cinquini…………..

  133. Vader 13 de agosto de 2010 at 8:40 #

    Ow, Cor Tau, agora você mandou um soneto bonito hein? Fui até conferir meu livreto, rsrsrs… :)

    Abs.

  134. marlos barcelos 13 de agosto de 2010 at 9:27 #

    samuel Henrique

    Então meu irmão é um fenomeno, porque ele acerta um alvo a 200 metros e sem mira telecópica ou algo parecido. Ele me contou os treinamentos por qual passou, e posso afirmar, nossos oficiais do exército são bem treinados, meu irmão é montanhista, e isso foi graças a AMAN, treinou salto de helicopteros, passou uma semana praticamente sem dormir, dormindo só 4 horas e voltando em marcha, entrou em câmra de gás lacrimogênio, e durante 4 anos treinou tiros, sendo o 6 melhor da AMAN, nota 10, e posso afirmar que ele acerta um alvo a 200 metros, não teria porque mentir para mim, que aliás nem sabe que participo desses blogs, mas aqueles que nunca entraram no quartel duvidam da precisão do FAL, que quandoconstruído era o fuzil (de infantaria)mais precso do mundo, só perdeu um pouco de sua precisão porque teve de mudar o calibre no final do projeto, para se adequar a novos padrões da OTAN, foi o fuzil mais usado pelos ocidentais, era o nosso AK-47, usado por quase 100 países, inclusive na guerra da malvinas, tanto argentina, quanto a Inglaterra tinham este péssimo e impreciso fuzil.

  135. Freire 13 de agosto de 2010 at 10:37 #

    Marlos ,
    Meu Filho é Cadete na Aman,tem o Brevê de Montanha,ele é o segundo melhor atirador de sua CIA, e está entre os 20 melhores da Aman,o que seu Irmão relatou a você é correto.ele me diz que o FAL ou ele Mata ou aleja, já o 5.56 mata tambêm mas é mais para ferir o combatente inimigo/tirar do teatro de operações.mas ele prefere um 7.62 a um 5,56 e tem o maior carinho e respeito pelo FAL,só o acha pesado,pois suas marchas são em média de 50k, com Fuzil,carregadores,munição,materiais de campo, se torna muito pesado.

    Brasil.

  136. Freire 13 de agosto de 2010 at 10:40 #

    Srs. onde está 50K na realidade é 50KM, desculpem.

  137. Marine 13 de agosto de 2010 at 10:57 #

    Freire,

    50Km em quanto tempo? Dois dias?

  138. Bosco 13 de agosto de 2010 at 11:15 #

    Se formos fazer uma pesquisa nos quartéis brasileiros 99% irão dizer que o FAL é excelente e que o calibre 7,62 mm é fantástico.
    Para quem só conhece o martelo, tudo se parece com prego.

  139. Vitor 13 de agosto de 2010 at 11:23 #

    Tem um video no youtube do Discovery Channel apontando os Top 10 Combat Rifle e o FAL é apontado no quinto lugar e conta um pouco da historia dele. Muito legal. Quem puder veja =)

  140. Bosco 13 de agosto de 2010 at 11:26 #

    Marlos,
    O FAL tem precisão suficiente. O que foi dito é que com um aparelho de pontaria baseado em uma “mira de ferro” é muito difícil atingir um alvo com precisão a 200 metros.
    A 200 metros um alvo com as dimensões de um tronco humano ficaria menor que o poste da massa de mira, ficando impossível efetuar a visada corretamente.
    Agora, se for colocado uma mira ótica tubular com algum nível de magnificação, ou uma mira telescópica, é claro que ele tem precisão para tiros até mais longos, como 500 metros ou mais.

  141. Marine 13 de agosto de 2010 at 11:32 #

    Pessoal nao me lembro de como sao as miras do FAL mas realmente estou surpreso com tanta gente dizendo que e dificil ser preciso com o FAL a 200m com o olho nu… Noz fazemos isso aqui com o M-16 a 500m sem problema! A mira do FAL e tao ruim assim ou sou eu que estou entendendo errado?!

    Sds!

  142. Bosco 13 de agosto de 2010 at 11:40 #

    Eu tenho vasta experiência militar. rrsrsrsr
    Em GAMES pelo menos,rsrsr, fica difícil acertar com uma mira de ferro 1 indivíduo isolado a 200 metros. Já um indivíduo em um grupo de pessoas, fica mais fácil.
    Como disse, não é questão de precisão da arma, mas da limitação do aparelho de pontaria.
    Impossível não é, mas é difícil. E o tempo necessário para fazê-lo exporia o atirador a ser contra atacado com tiros supressivos no modo automático, sem falar que se errar o primeiro tiro, aí com certeza passa a ser o alvo.

  143. Bosco 13 de agosto de 2010 at 11:43 #

    Marine,
    Um alvo com a dimensão de um tronco humano é atingido facilmente com mira de ferro a 500 metros?

  144. Freire 13 de agosto de 2010 at 11:44 #

    Marine.

    A ultima marcha que ele fez em Junho foi de 50 km direto,e cometou que muitos cadetes e oficiais mais velhos ficaram pelo caminho.durissimo lá , comenta também que americanos chegam marrentos cheios de posse,musculosos,dão risada dos brasileiros, mas não aguentam a TORA,ai são motivos de risadas dos cadetes,no mato são gatinhos. tem um lema lá ,” Americano é muito forte e heroi em filme” aqui ele é gatinho no mato.

  145. Pex Magno 13 de agosto de 2010 at 11:50 #

    O 556 ficou com 2,8 Kg

  146. Pex Magno 13 de agosto de 2010 at 11:56 #

    Quanto ao uso de 556 ou 762, a questão é muito simples…

    Um combatente morto é apenas um entulho no cenário do combate…

    e para um combatente ferido, é possível imobilizar pelo menos mais um combatente no socorro…

    é pelo menos inteligente o uso do 556 neste caso, e é claro que não é uma substituição total dos calibres…

    em situações onde a munição tem que levar até a alma do que estiver pela frente, a palavra é 762…

    no caso da 556 é fácil a mudança de direção com obstáculos com alguma vegetação por exemplo…

  147. Marine 13 de agosto de 2010 at 12:01 #

    Bosco,

    Sim o alvo representa um homem de joelhoes a 500m sendo requerido que voce acerte tal alvo com certa consistencia.

    Freire,

    Ta cheirando a puro ufanismo a mim, mas ok, todo mundo tem direito de catar marra…;-)

    A razao que pergunto e porque marcha de 50km, nao existe unidade no mundo que tem isso como padrao pra um dia de movimento. A maioria das unidades “arranca toco” do mundo tem como padrao de 20-25 milhas (32-40 Km) em um dia e podem manter esse ritmo indefinidamente.

    Entao o que quero dizer e que uma vez ou outra voce fazer “marcha de condicionamento fisico” de 50Km tudo bem mas nao existe unidade no mundo que tem o padrao de “marcha de movimento a contato” como 50Km so isso. Nao existe unidade que possa manter esse ritmo diario e chegar ao contato pronta pra combater…Como voce mesmo disse mais da metade do pessoal vai ficar pra tras hehehe

    Entao o ponto da historia e fazer a distincao entre os tipos de marcha e a razao delas.

    Abracao!

  148. Bosco 13 de agosto de 2010 at 12:11 #

    Bem, então tendo em vista os comentários do Marine, Marlos e Freire, retiro o que disse sobre ser quase impossível haver uma consistência de acertos com o FAL com mira de ferro, num alvo que representa uma silhueta humana a 200 metros.
    Esses games me colocam em cada fria.rsrsrsrs
    Um abraço a todos.

  149. Vader 13 de agosto de 2010 at 12:14 #

    Marine disse:
    13 de agosto de 2010 às 11:32

    “Pessoal nao me lembro de como sao as miras do FAL mas realmente estou surpreso com tanta gente dizendo que e dificil ser preciso com o FAL a 200m com o olho nu… Noz fazemos isso aqui com o M-16 a 500m sem problema! A mira do FAL e tao ruim assim ou sou eu que estou entendendo errado?!”

    Marine, dê uma olhada no IA2 762 acima, porque se não é idêntica é bem parecida.

    E sim, o aparelho de pontaria padrão do FAL (alça/maça) é bastante sofrível. A arma é precisa e confiável (muito devido ao calibre), mas a mira é um problema, ainda mais para recruta que dá 50 tiros no TB inteiro.

    Pra acabar com a discussão: não é impossível um tiro de FAL a 200 metros, mas é um tiro que um recruta dificilmente consegue.

    Mas é evidente que um Cadete da AMAN, ou um Graduado/Oficial R1 atira muito mais do que meros recrutas. É quase uma obrigação um Cadete de Infantaria bem adestrado acertar um grupo a 300m. E um atirador de competição deve acertar a 400m.

    Mas mais que isso sem equipamento o cara tem que ser muito, muito bom.

    Não me entendam mal: eu estou há dez anos sem dar um tiro de fuzil, mas se me derem um pouquinho de tempo pra treinar eu sei que meto um grupo a 300m.

    Aliás, tô a 10 anos sem ver o FAL, mas tenho fé que ainda desmonto ele em 2o escalão, numa noite chuvosa no meio do mato. Eu adoro essa arma. Se um dia eu tivesse de ir pra guerra eu iria com ela até o fim do mundo.

    Mas que ela tem limitações, tem.

    Ótima discussão. Abraços.

  150. Vader 13 de agosto de 2010 at 12:20 #

    Marine disse:
    13 de agosto de 2010 às 12:01

    Marine, sobre marcha, fiz certa feita uma marcha-para-o-combate de quase 50km num dia inteiro.

    Mas de fato não é padrão, se não me engano o padrão para a tropa é 20 ou 30 km.

    Mas sei dizer que no curso de Infantaria da AMAN eles chegam a fazer marchas de 70km ou até mais. Os caras são uns animais, hehehe…

    Abs.

  151. Freire 13 de agosto de 2010 at 14:01 #

    Marine , eu não disse que mais da metade ficou pelo caminho, falei que muitos cadetes e oficiais mais velhos ficaram pelo caminho na marcha de 50 km OK. sabe se vc fosse tão bom assim como prega aqui,pq não foi fazer uma AMAN,EN,AFA,ESsA,CFN,CIGS,Brig.FE, foi servir o Tio Sam,Grande coisa só levam Paú de Viet,guerrilheiros Iraq.,Paquistanes,Afegão/Talibam, e outros.

    Brasil Acima de Tudo.

  152. Freire 13 de agosto de 2010 at 14:03 #

    Obrigado VADER, Valeu.

  153. Freire 13 de agosto de 2010 at 14:11 #

    “Americano é fortão,heroi só em filme”
    aqui no mato ele é gatinho COR DE ROSA, fica vermelhinho com as picadas de insetos,extenuado com o calor da mata,não aguenta a TORA.pede MAMY, he he he.

  154. Fabio Maciel Rocha 13 de agosto de 2010 at 14:13 #

    Antes de tudo pessoal, parabéns ao site, cada dia melhor, e também por ter sido o primeiro a divulgar as fotos.
    Segundo, em especial ao Galante e Cinquini.
    Conheço os projetistas destas armas, e sei muito bem o que condicionou o projeto deles, e atirei com o primeiro protótipo, do qual tenho fotos por sinal, isso lá pelos idos de 1998.
    Todos os envolvidos são especialistas, mas não conheço se eles já estiverem em situações de combate, digo, não missão moleza de paz, digo combate igual ao que esta acontecendo no Iraque, Afeganistão e Colômbia.
    Ter estas experiências ajudam em muito em projetos de armas.
    E o pior, como dito antes, os generais queriam tudo muito igual ao FAL, arma excelente, mas não um fuzil novo e revolucionário.
    Já estive na Imbel treinando, e o pessoal lá é nota 1000, mas atrelados ao exército e seus caprichos. Ser “patriota”, e “nacionalista” nunca pode sobrepor a racionalidade.
    Quanto a qualidade Imbel que Ciquini se refere, lembro que o fuzil MD-97 já deu muito disparo acidental só de armar o mecanismo.
    Sobre a versão em calibre 7,62x51mm, nada mais é que um Para-Fal “maquiado”, mas como é uma arma muito boa, não precisava de muito, mas com certeza ela poderia ter ficado melhor.
    Entre outras coisas que acho que deveria ter melhorado ou ficou ruim, cito:
    A coronha poderia ser rebatível e retrátil, ficaria melhor ( no 5,56mm ela é);
    Com tantos trilhos e possibilidades para colocar acessórios óticos, na coronha seria interessante ter local para acondicionar baterias para estes acessórios;
    Ter registro de tiro/segurança ambidestro;
    Conjunto de miras obsoleto, poderia melhorar um pouco, e seria um sonho se tivesse insertes de trition, ao menos numa versão mais top;
    Placas do guarda-mão muito obsoletas, mesmo com os trilhos. Motivo:
    1-Furos quadrados são péssimos para limpar, acumulam resíduos e dificultam escorrer as sujeiras;
    2-Os trilhos poderiam acompanhar toda a telha, em todos os ângulos;
    3-Proporcionar uma maior aderência para a mão do atirador.
    E por último, quem sabe rever o quebra-chamas por um modelo mais moderno e eficiente.

    Quanto a versão em 5,56x45mm, serve quase tudo o exposto a cima, e ainda:
    A arma não tinha até a pouco um mecanismo para manter o ferrolho aberto;
    Receptáculo do carregador poderia ser melhor feito para facilitar o re-carregamento rápido.

    Por fim.
    Como um kit de modernização de armas já existentes esta bom, mas não ótimo e tem tudo para ficar ótimo.
    Quando a armas novas, a Imbel deveria buscar um outro caminho, mas ainda mantendo o FAL, pois mesmo sendo um projeto antigo, é excelente arma e ainda vende bem.

    Por último, a Imbel melhorou muito, o pessoal de lá são os melhores, mas creio que ela pode melhorar muito mais, ser mais agressiva no mercado, lançar mais novidades, mas não perder a qualidade dos seus armamentos (menos a do MD-97, com certeza o pior fuzil ocidental que eu já usei), ser mais ágil na entrega dos seus produtos (pois esperei mais de dois anos para chegar a minha arma), e ser menos dependente dos caprichos dos generais do EB.
    Meu obrigado a todos.
    Rocha
    equipetatica@yahoo.com.br

  155. Freire 13 de agosto de 2010 at 14:23 #

    Sabe Marine, o maior contingente/desistente do Cigs são os americanos,no mato não são de nada.chegam todos pozudos,bombados, marrentos,rindo de nós brasileiros,mas depois se mostram FROUXOS/extenuados/mortos vivos e são motivos de chacota pelos guerreiros da Selva.São os Gatinhos Cor de Rosa.é assim que são chamados os bad/boys do tio Sam.muito poucos Americanos se formaram no Cigs.

    Brasil

  156. Vader 13 de agosto de 2010 at 14:26 #

    Freire disse:
    13 de agosto de 2010 às 14:01

    Freire, não sou advogado do Marine não, mas não acho que seja o caso de desqualificar um sujeito que efetivamente pertence à ativa de uma das melhores tropas da Terra.

    Começa que ele não falou nada demais para tanta agressividade sua: não é a capacidade física que determina a qualidade de uma tropa; segundo que não falou nenhuma mentira: pode-se fazer marcha de até 100km num dia, mas isso é para condicionamento físico apenas, pois nenhum general do mundo vai exigir que uma tropa marche 40km armada e equipada e ainda seja capaz de combater com eficácia.

    Veja bem, quando servi tb cansei de ouvir estórias sobre gringos (não só americanos) “kibando” em exercícios conjuntos com o EB. Mas temos que dar muito desconto nesse tipo de coisa, por diversos motivos, a começar pelo fato de que o estrangeiro que vem fazer curso aqui normalmente é bem mais “velho” que nossos infantes e cadetes de 20/22 anos.

    Sds.

  157. Marine 13 de agosto de 2010 at 14:32 #

    Freire,

    Nao sei porque ficou ofendido… Nao dissa nada contra qualquer pessoa ou seu filho em particular, alias nem me exaltei quando o senhor mesmo procurou vangloriar alguem as custas de outros que pra mim demonstra falta de profissionalismo e maturidade. Eu so acho engracado que o mundo todo adora falar que americano e frouxo, que so o pais deles tem “fodao”, “macho” mas todo mundo adora comparar com os americanos, os americanos sao sempre a regua com o qual o mundo procura se comparar…Entao eles nao devem ser tao frouxos assim ne? ;-)

    A mim o seu paragrafo:

    “Americano é fortão,heroi só em filme”
    aqui no mato ele é gatinho COR DE ROSA, fica vermelhinho com as picadas de insetos,extenuado com o calor da mata,não aguenta a TORA.pede MAMY, he he he.”

    So demonstra mais uma vez uma infantilidade que parece discussao de primario sobre que super-heroi ganha em uma luta ou quem tem o *^&% maior… “Meu pai tem um que da dois desse…”

    Segundo, apenas procurei explicar as diferencas entre marchas, as razoes para tais e o “standard” mundial mas vou lhe dizer que se tivesse $1 dolar pra cada feito super-homem supostamente feito por soldados em paises que ja treinei eu ja teria aposentado.

    Conheco o CFN no Brasil, ja estive com eles na Marambaia e tenho o maior respeito por eles como profissionais e homens que sao e como profissional nao preciso me gabar na frente de niguem ou arrotar numeros pra procurar impressionar leitor de blog…

    Vader,

    Entendo, e como eu disse, uma vez ou outra essas marchas existem mas nao existe batalhao no mundo que marcha 50Km por dia indefinidamente chegando ao contato e ainda sendo “combat effective”. Simplismente nao existe grupo de 500-1.000 homens que consigam chegar la todos juntos dia apos dia desse ritmo, nao importa se e americano, russo, alemao, brasileiro ou super-duper-uper elite de cadete de academia militar do mundo… E humanamente impossivel ter um batalhao inteiro desses homens e por isso os exercitos do mundo nao tem isso como padrao.

    O ritmo de marcha indefinida dessa maneira tem sido de 20-25 milhas desde os gregos e romanos ate Napoleao e a Legiao Estrangeira. O fato e que claro ja houve em caso de emergencia e sua vida estar em jogo mas o padrao nao e esse.

    Semper Fidelis!

  158. Fabio Maciel Rocha 13 de agosto de 2010 at 14:33 #

    Aos colegas Freire e Marine:
    Marine, sei de um exército que cruzou a cordilheiras e desertos em marchas extenuantes e ainda deram uma surra nos soldados americanos e da ONU na Guerras das Coréia. Da mesma forma os soldados do Vietnam do Norte e os Vietcongues fizeram na trilha Ho Chi Minh.
    Aqui no Brasil, no 19 Bimtz, a uns anos atrás, tinha a marcha de 54 km, e ouvi dizer que muitas vezes feita em um só dia. Mas lembrando que naquela época um soldado de infantaria não ia com tantos equipamentos para o combate. Éramos infantes bem mais leves.

    Ao Freire eu digo, que era de uma unidade de elite do EB, infante, e dei dois tiros de pistola 9mm Luger, uns 10 ou 15 tiros de festim, uns 40 de fuzil FAL, e sendo atirador de FAP, eu nunca atirei com ele!!! Lembrando, eu era atirador de FAP e nunca atirei com ele.
    Granada, lança rojão, .50 BMG, morteiros, nem pensar.

    Por outro lado, se somos rústicos, e temos ótimas unidades, um soldado marine dá muito mais tiros, tem um treinamento mais técnico e dispõe de mais meios, incluindo aviação de caça.
    Mas os que conheci, todos sargentos e muito legais, não tinham a nossa rusticidade, mas com certeza, bons profissionais e com elevado amor pela instituição e elevado espírito de corpo. Mas ganham medalhas até por peidar dormindo sem cagar no abrigo cinza, risos.

    E quanto ao não fazer CIGS, Aman, Esa, etc…, lembramos que mesmo dentro do EB é uma minoria que faz estes cursos, e que infelizmente, é mais suga do que aprender algo. É tudo curso ralado, pois rala a coluna, rala o joelho, rala a saúde, e no final, ralou tanto que pouco se aprende.

    Por fim, vamos deixar picuinhas de briguinhas de beleza de lado, e com certeza que todas as forças que lutam pela liberdade devem ser admiradas e respeitadas.

    Um abraço a todos,
    Rocha.
    equipetatica@yahoo.com.br

  159. Marine 13 de agosto de 2010 at 14:37 #

    Freire,

    Pra encerrar com seu ufanismo, olha nao preciso nem falar nada, a reputacao do USMC o procede e nao tem especilaista de blog que vai mudar isso… ;-)

    Semper Fidelis!

  160. Freire 13 de agosto de 2010 at 14:38 #

    Vader,ok reconheço que peguei pesado, mas ele desmereceu uma marcha de 50km de Cadetes da Aman!a tropa dele sim é gatinho no mato.não sou ufanista como ele disse, é real o que eu disse. e vc também disse que Cadetes/Infantes chegam a marcha de 70km.ok.

    Brasil

  161. Freire 13 de agosto de 2010 at 14:42 #

    Marine, o Exercito de Caxias nunca perdeu, o seu USMC já perdeu varias,ok- “heroi americano só no cimema”.encerrado o assunto.

    Brasil.

  162. Freire 13 de agosto de 2010 at 14:45 #

    Fábio Maciel Rocha.

    Meu Caro, Muito Legal seu comentário parabêns.

    Brasil Acima de Tudo.

  163. Galileu 13 de agosto de 2010 at 14:53 #

    Quanto a marcha, fizemos a de 30km em 6 horas, foi puxadooo, não acho que o pessoal esteja inventado os 50km na Aman, Aman é sem noção…ahhaha

    Quanto ao tiro em distância, eu era atirador diferenciado no EB, e vou repetir, na minha época essa história estava engatinhando no EB, eu atirava no fim das instruções a 200m com o fal, e o alvo era uma folha de A4, lembrando que o tiro era só com alça e maça. A essa distância vc só enxerga o suporte onde está o alvo ahahah…….a precisão acaba caindo sobre a destreza do atirador.

    Marine com todo respeito, mas se vocês atiram com m16 numa folha A4 a 500m e só alça e maça e é tranquilo, filma pra gente ver, pois eu não acredito.

    Não treinei com alvos do tamanho de um humano, mas acredito que a uns 200m também não seria “mamão com açúcar”.

  164. Marine 13 de agosto de 2010 at 14:59 #

    Freire, nao duvidei de nada, apenas perguntei em quanto tempo foi feito. O senhor e que nao entende bulhufas de marcha e se sentiu ofendido… Devo ter pego na ferida! Alias quem realmente ja marchou aqui sabe do que falo… Tem gente e unidade que marchou da Franca ate Moscou mas lhe garanto que nao foi 50km todo dia sem parar, isso nao existe!

    Com relacao ao exercito que marchou montanhas pra entrar na Coreia, deve ser aquele mesmo

  165. Freire 13 de agosto de 2010 at 15:01 #

    Valeu Galileu.

    Brasil.

  166. Marine 13 de agosto de 2010 at 15:04 #

    Deve ser aquele mesmo exercito que perdeu 10 Divisoes pra 1st MARDIV em chosin reservoir…hehehe

    Com relacao a comparar feitos em combate… Voce quer realmente entrar nessa discussao? Vai comparar a experiencia do EB com o USMC? Bem nao vou falar nada pra nao ofender e por respeito aos amigos do blog.

  167. Freire 13 de agosto de 2010 at 15:11 #

    Marine, eu não disse que eles marcham 50 km por dia eu disse que “em junho marcharam 50 km” entendeu? se não entendeu vou explicar , esta marcha foi um treinamento de um Ponto A até um Ponto B. não houve combate,porque se houve-se não teriam condições fisicas e intelectuais para isso , estavam cansados,famintos e etc.., entendeu agora, foi uma marcha de treinamento, OK.,sim já marchei muito viu amigo. abraço de um FE.

    Brasil.

  168. Marine 13 de agosto de 2010 at 15:12 #

    Galileu nao falei nada de alvo A4… Pelo contrario, afirmei com o Bosco que o alvo e representante de um homem de joelhos.

    Pela millesima vez, marcha ate de “xx” km toda unidade do mundo faz uma vez ou outra mas como padrao de movimento diario isso nao existe, nao adianta teimar…

  169. Freire 13 de agosto de 2010 at 15:14 #

    Não tem que comparar, vcs se julgam o XERIF do mundo,por isso levam tanto Páu.até amigo.encerra aqui.

    Brasil.

  170. Marine 13 de agosto de 2010 at 15:26 #

    Freire foi exatamente as diferencas de marchas que voce finalmente compreendeu duas horas depois de ataques pessoais sem razao que eu queria apontar!

  171. Freire 13 de agosto de 2010 at 15:36 #

    Marine, tudo bem, mas primeiro vc duvidou, abraço amigo, vc é um Marinheio Fuzileiro tem o respeito de um EB/FE.

    Brasil Acima de Tudo.

  172. Tito 13 de agosto de 2010 at 15:53 #

    Quanta besteira, eu acerto um passarinho voando a 500m com o meu bodoque isso depois de marchar 50km e anida volto pra casa no mesmo dia. ;)

    Gente vamos acalmar o espírito, tem Troll comendo muito hoje. :)

  173. Tito 13 de agosto de 2010 at 15:54 #

    Ops “ainda”

  174. Fabio Silva 13 de agosto de 2010 at 16:08 #

    e o IA2 “tá vivo” ainda???

  175. Rod RRT 13 de agosto de 2010 at 16:22 #

    Junto com os “novos” fuzis a imbel vai apresentar tambem uma pistola “nova” alguem tem fotos dela?

  176. Fabio Maciel Rocha 13 de agosto de 2010 at 16:25 #

    Ao colega Marine.
    Dos soldados que trabalhou ou conhecer, quais foram os mais …

    - técnicos?
    - casca dura?
    - incompetentes?
    - profissionais?

    E qual o curso mais dificil que você ouviu falar.
    Desde agora o meu muito obrigado.
    Rocha.
    equipetatica@yahoo.com.br

  177. Luis 13 de agosto de 2010 at 16:26 #

    Brasileiro de farda sempre se acha melhor do que todo mundo, mas não tem o que os EUA, Inglaterra, Israel e até mesmo Alemanha, Suécia e Noruega tem:

    EXPERIÊNCIA EM COMBATE!

  178. Mineiro 13 de agosto de 2010 at 16:31 #

    Marine,

    Não me leve a mal, mas irei pintar um alvo na minha bund@ e ficar de 4 para vc me acertar a 500 metros só com as miras abertas do seu 5,56mm. Nada de luneta, red dot ou outra tranqueira qualquer. Se vc acertar com o seu M4zinho pode jogar na Mega 10 vezes seguidas pois irá ganhar as 10!

    Como se diz por aqui: TRUCO!!!!

    Sou mais o TITO!

    KKKKKK

  179. Fabio Silva 13 de agosto de 2010 at 16:46 #

    o Tópico só perdeu o foco, só isso mais nada…
    Barabridade vamos parar de discutir quem tem o maior p** e voltar ao assunto em debate, os “novos” IA2!!!
    _____________________________________________
    Alguém tem alguma informação sobre os “pesos” e os alcances efetivos?
    o cidadão lá que disse que tinha fotos e não sei mais o que, sabe essas informações?

    abraços a todos

  180. Tito 13 de agosto de 2010 at 16:49 #

    Mineiro disse:
    13 de agosto de 2010 às 16:31

    Esse é o famoso colocar o rabo na reta!!! :)

    Cara eu juro que eu não arriscava não, é da muita sopa pro azar. ;)

  181. Mineiro 13 de agosto de 2010 at 16:53 #

    Tito,

    Só ficarei com medo no dia que chover c@r@lho duro!!! E olha que hoje é sexta feira 13 e não tem nenhuma nuvem no céu!

    Qual a marca desse bodoque mesmo???

    KKKK

  182. Bosco 13 de agosto de 2010 at 16:59 #

    Eu vejo com tanta recorrência essas estórias que demos “pau no gringos”, que eles não conseguem fazer o curso de selva, etc.
    Tá passando da hora de um oficial ou de um pesquisador fazer uma tese sobre o por quê isso acontece.
    Daria uma ótima dissertação de mestrado ou uma tese de doutorado excelente.
    Tentar relacionar os fatos e ver a razão científica disso ocorrer. Será que nosso biótipo é mais adequado para nosso clima? Será que somos mais patriotas, aguerridos, motivados, que os americanos?
    Será que os americanos que fazem curso no Brasil não levam o curso à sério?
    Será que a alimentação do soldado médio brasileiro é influiria nessa performance?
    Será que é um mito essa estória, para a satisfação do ego de uma nação pobre de heróis e com baixa auto-estima e tão vilipendiada pela classe dominante?
    Uma coisa eu digo, essa performance militar não é condizente com nossa performance Olímpica, que é de conhecimento público e não informação “vazada”.
    Também, se damos ou não “pau” nos gringos, se somos ou não os “fodões” na selva, se afundamos com nossos submarinos os seus porta-aviões nucleares ou não , se nossos F-5 derrubam os F-15 em simulações de combate, se o Osório foi ou não o melhor tanque do mundo, se o FAL é o melhor fuzil do mundo ou não, se o ASTROS é o mais letal lançador múltiplo de foguetes do mundo, não muda em nada meu patriotismo e nem a admiração que tenho por aqueles que, apesar dos pesares, continuam a levar a cabo a missão de defenderem o país, colocando em risco sua própria vida.

  183. EB 13 de agosto de 2010 at 16:59 #

    Por isso q esse país nao anda… Ao invés de correr atrás da melhora, muitos preferem criticar a própria nação. Pq um brasileiro tem que defender a porcaria dos EUA? (não me refiro a vc marine) Tem gente que não sabe porra nenhuma de EB e vai babar ovo dos americanos… Agora sim uma pra vc marine… pq vc nao pensou em defender a sua bandeira? poderia ter estudado como qualquer jovem de hoje em dia, feito AMAN, e dps um comandos e FE… cade o seu nacionalismo?
    Agora quanto a marcha.. Eu sou oficial do EB, estive na AMAN e presenciei esta marcha citada pelo Freire.. Eu entendi o que o Marine quis dizer, e concordo plenamente.. não existe um batalhao de 1000 pessoas que completem 200km em 4 dias por exemplo… está previsto pros cadetes realizarem tambem uma nova marcha, desta vez de 75km…
    As provas de tiro na AMAN são sim realizadas com alvos a 200m… quando o alvo não fica a 200m, é colocado um silhueta a 50m, com as dimensoes que ficaria um alvo a 200.. ex… a 200 é o tronco de uma pessoa.. a 50m é este mesmo tronco impresso em uma folha A4.. a prova tem 15 tiros.. a media dos cadetes normalmente fica entre 12 e 13 acertos…
    Agora, a 500m de mira aberta acertar um homem de joelho? essa eu quero ver.. teria um video com media de 5 acertos em 10 tiros? caçador de mira aberta rsrsrsrs

    BRASIL ACIMA DE TUDO

  184. MA 13 de agosto de 2010 at 17:08 #

    Mineiro,
    E se ele errar o alvo e acertar tua canela, tua cocha ou teu pé? Como vai ficar a tua cara??
    rsrrsrsrsrs

    Eu não arriscava, na moral.

    Bosco, seu comentário não podia ser mais adequado. Com sua permissão, rubrico embaixo.

  185. Marine 13 de agosto de 2010 at 17:10 #

    Mineiro, e informacao publica. Procure por marine rifle qualification que vc acha, mas vai perder o butao hein rsrsrsrs

    Voltando ao IA2, nao ha razao de que nao possua um alcance efetivo Maximo em alvos de ponto por volta dos 500m, isso e o minimo hoje pra qualquer fuzil com precisao na casa de 2 MOA.

  186. MA 13 de agosto de 2010 at 17:11 #

    Só uma pergunta.
    Então nada de Lançador-de-granada? Se confirmar-se isso será uma pena mesmo.
    A notícia que o IA2 7,62 não terá trancamento rotativo de ferrolho é outra lástima. Ao menos todo o mecanismo provavelmente terá a mesma durabilidade que o encontrado no FAL, creio.

    Muito bom Cinquini, o bom do brasileiro são seus contatos e suas fontes.

  187. Tito 13 de agosto de 2010 at 17:13 #

    Bosco disse:
    13 de agosto de 2010 às 16:59

    Como sempre, perfeito!

    Mineiro,

    O bodoque é tabajara hehehe, agora faça o favor, se um dia for chover esse trem que tu falou, de um alerta antes que eu não vou sair de casa nem ferrando.

  188. MA 13 de agosto de 2010 at 17:15 #

    Marine, tem certeza que não anda confundindo jardas com metros?
    http://www.usmcweapons.com/articles/m16/m16%20Qual/currentcourse/currentm16qual.html

    Sei lá ein, a informação é estranha mesmo.

  189. Marine 13 de agosto de 2010 at 17:20 #

    Mineiro,

    “As of October 1, 2007, the Marine Corps has implemented a scored, Field Fire (aka Table 2, from 25–100 m/82–330 ft) portion to the established Known Distance (aka Table 1, or ‘KD’ from 200–500 m/660–1,600 ft) course of fire.”

    Pronto, agora arria as calca e fica de quatro

  190. marlos barcelos 13 de agosto de 2010 at 17:22 #

    Marine

    é verdade que os americanos não tem um preparo físico melhor que os do brasileiros, mas é questão de doutrina. As FA´s americanas são superiores em número e material, não necessitam de marchas longas. Numa eventual guerra, o Brasil pode ter necessidade de deslocar milhares de soldados a pé, seja por um domínio aéreo inimigo, seja pelo terreno, como a amazônia, nossos soldados são mais persistentes e dos americanos com mais força física, para combate corporal, doutrinas diferentes, nem melhor, nem pior.

  191. MA 13 de agosto de 2010 at 17:24 #

    Marine, nesse documento a distância requerida é 500 jardas deitado…
    http://www.lejeune.usmc.mil/wtbn/MCO%203574.2K/MCO%203574%202K%20.pdf
    Parece que foi confusão imperial-métrica

  192. MA 13 de agosto de 2010 at 17:25 #

    Pfff… Esqueça, 1 jarda é 91cm, dá ~455m.

  193. Marine 13 de agosto de 2010 at 17:26 #

    MA,

    Amigo Sao 500m mas mesmo se fosse jardas ainda seriam 457m, como eu disse o mineiro vai perder o butao na reta hehehe

  194. MA 13 de agosto de 2010 at 17:30 #

    Sim sim, já corrigi isso. Realmente o Mineiro já perdeu o furico.

  195. MA 13 de agosto de 2010 at 17:31 #

    Mas são 500 jardas mesmo, esse é o protocolo oficial do USMC. Mas mesmo assim, não difere muito do alegado não… Agora, só não achei a parte referente ao grupamento mínimo requerido.

  196. Marine 13 de agosto de 2010 at 17:35 #

    Grupamento e requerido a 100m, pois essa e a distancia que se mede o MOA (minute of angle). As outras distancias e hit or miss ja que so os acertos contam.

  197. Marine 13 de agosto de 2010 at 17:43 #

    Tito,

    Foi mal, usei o Saco de racao todinho hoje! Rsrsrs

  198. EB 13 de agosto de 2010 at 17:50 #

    correção
    o MOA se mede a qualquer distancia
    ;)

  199. Marine 13 de agosto de 2010 at 17:55 #

    EB,

    Corretissimo, quiz dizer o MOA se refere a uma polegada a 100m. Perdao pela falha

  200. Tito 13 de agosto de 2010 at 18:00 #

    Marine,

    As vezes é melhor fingir que não se vê certas coisas, ou o figado não aguenta. Até o Bosco, que é da paz, conseguiram tirar do serio ontem.

    Abs

  201. Cinquini 13 de agosto de 2010 at 18:04 #

    Senhores,

    Se começar os comparativos “meu pinto é maior que o seu” eu vou começar a moderar as mensagens.

    Gostaria também de informar que todos devem ser tratados com educação e queria reafimar aqui a minha amizade pessoal com o Marine que muito colobora com o Blog também.

    ForTe Abraço!

  202. Bosco 13 de agosto de 2010 at 18:09 #

    Marine,
    Sabe aquela do Luluzinha.
    O Joãozinho tirou o bilauzinho pra fora e disse: eu tenho, você não tem! Eu tenho, você não Tem!
    A Luluzinha diz assim: Um bobinho, meu pai tem dois. Um pequeno pra fazer pipi e o outro grande pra “escovar” os dentes da empregada.
    rsrsrsrs

    Cinquini,
    pode deletar se quiser. Depois do Marine ler, é claro. rsrsrsrs

  203. Mineiro 13 de agosto de 2010 at 18:12 #

    No site não fala qual o armamento nem qual o tipo de aparelho de pontaria utilizado.

    Mas no site:
    http://usmilitary.about.com/od/marinetrng/a/riflequalify.htm
    Diz-se que apenas nas tabelas de 1 a 3 usa-se “iron sights”.

    “There are four tables that are used in the new marksmanship program.

    Table one is fundamental marksmanship, which has Marines practicing using iron sights on the known-distance range.

    Table two includes three hours of classroom training, followed by practical application drills.

    Table three includes two to three days of classroom and live-fire training in close combat shooting.

    All basic Marines will be required to pass tables one through three in order to qualify.

    Table four, which is the advanced course, will be a requirement for all infantry Marines.”

    TODOS os marines passam por treinamento avançado? Todos são “snippers”?

    Sim! Existe a qualificação. Não tenho dúvidas disso.
    Só para ter certeza disso, tentem achar um alvo do tamanho de uma silueta de cócoras a 500m. Depois coloquem o seu aparelho de pontaria sobre ele. Quem continua vendo o alvo? Se vc não usar aparelhos ópticos. vc não o fará! Simples assim!
    São 25 anos atrás de gatilhos sem ver uma criatura atirar a essa distância sem luneta! E tem que ser “da boa”.

    500m, M4zinho, iron sights e o alvo no rabo… a aposta continua!

  204. Marine 13 de agosto de 2010 at 18:14 #

    Bosco,

    Hahahahahahahahaha

  205. Marine 13 de agosto de 2010 at 18:22 #

    Mineiro,

    Iron sights quer dizer a mira nua e crua do fuzil. Perdeu a aposta amigo, mas nao tem problema a amizade continua

  206. Mineiro 13 de agosto de 2010 at 18:29 #

    Mais do mesmo:

    Que tal no site oficial dos Marines:
    http://www.marines.com/main/index/winning_battles/history/innovations/designated_marksman

    Observem bem a foto e o texto…

    Ou apenas uma resposta do yahoo….
    http://answers.yahoo.com/question/index?qid=20100122194547AAoGCAH

    Qual é mesmo o tamanho do alvo? Silhueta de cócoras ou 6×6???

    Para quem quiser o diploma, acesse:
    http://expresscitations.com/Cert_USMC_Rifle_M16.htm

  207. MA 13 de agosto de 2010 at 18:45 #

    HAhahahhahaa, a piada é muito boa!

    Mineiro,
    “3001. Minimum Required Equipment
    1. Issue rifle/carbine (with iron sights and no modular attachments).
    2. Standard issue web or USMC approved three-point/combat sling.
    3. Cartridge belt.
    4. Three magazines.
    5. Standard issue magazine retention devices (pouches/load bearing vest
    etc).
    6. Hearing protection.
    7. Data book.”
    http://www.lejeune.usmc.mil/wtbn/MCO%203574.2K/MCO%203574%202K%20.pdf
    Só para fins de informação, colega. O fúzil é crú, são 15 cartuchos para o alvo a 500 jardas, sendo a posição de tiro deitado… Não tem argumentação, os caras são brabos e pronto.

    Este é o requerimento para formar um Marksman, a depender do score na “Rifle Qualification” o soldado pode seguir para a o curso de qualificação de franco-atiradores. Foi o que entendi.
    Mas fato é que há diferentes qualificações e todos os marines não são obrigados a se qualificarem como “Expert”.

    PS:. Pelo que entendi, o fúzil utilizado para a qualificação é o M-16. Mas posso ter entendido errado.

  208. MA 13 de agosto de 2010 at 18:45 #

    HAhahahhahaa, a piada é muito boa!

    Mineiro,
    “3001. Minimum Required Equipment
    1. Issue rifle/carbine (with iron sights and no modular attachments).
    2. Standard issue web or USMC approved three-point/combat sling.
    3. Cartridge belt.
    4. Three magazines.
    5. Standard issue magazine retention devices (pouches/load bearing vest
    etc).
    6. Hearing protection.
    7. Data book.”
    http://www.lejeune.usmc.mil/wtbn/MCO%203574.2K/MCO%203574%202K%20.pdf
    Só para fins de informação, colega. O fúzil é crú, são 15 cartuchos para o alvo a 500 jardas, sendo a posição de tiro deitado… Não tem argumentação, os caras são brabos e pronto.

    Este é o requerimento para formar um Marksman, a depender do score na “Rifle Qualification” o soldado pode seguir para a o curso de qualificação de franco-atiradores. Foi o que entendi.
    Mas fato é que há diferentes qualificações e todos os marines não são obrigados a se qualificarem como “Expert”.

    PS:. Pelo que entendi, o fúzil utilizado para a qualificação é o M-16. Mas posso ter entendido errado.

  209. Mineiro 13 de agosto de 2010 at 18:47 #

    Marine,

    Já que no site existe a indicação que utiliza-se “iron sight” (ainda sei o que significa, mas obrigado assim mesmo) para três das quatro tabelas de tiro, qual é o tipo de aparelho usado na ultima das tabelas?

  210. Sopa 13 de agosto de 2010 at 18:54 #

    Chiquine/Galante, muda o tópico pra

    ” Patriotas contra, impatriótico que serve na USMC ”

    Fala serio gente !!

  211. Marine 13 de agosto de 2010 at 19:08 #

    Mineiro,

    Todas as tabelas utilizam o mesmo equipamento, a unica diferenca e que o Known Range (KD) voce utiliza marksmanship puro, digamos a arte de atirar (respiracao, efeitos de vento e tudo aquilo que nos aqui no blog ja sabemos) as outras tabelas voce utiliza CQB ou marksmanship mais realista com o que poderia ser um combate, alvos que caem quando alvejados, alvos moveis e tal.

    O atirador usa a arma que esta lotada com ele, ou seja os soldados geralmente de M-16 e sargentos e oficiais geralmnete com suas M4s.

    EB,

    Desculpe, agora que eu vi seu post. Diria que as razoes de eu nao ter servido no Brasil sao pessoais minhas! Mas como tem gente que deve se indagar nao tenho o que esconder, quando me mudei pra ca com meus pais tinha apenas 14 anos, nao tinha idade obviamente pra servir no Brasil e tambem nao ia deixar a familia pra tras pra voltar ao Brasil e servir. Simplismente nao foi o destino que Deus me deu.

    Com relacao a marcha, o senhor ja entendeu o que eu quis dizer, assim como tambem o Freire e pronto. Se alguem se sentiu que eu duvidei nao foi minha intencao afinal de contas como ja citei unidades fazem marchas de condicionamento fisico dessas quando bem entenderem.

    A minha intencao foi determinar se tal marcha afirmada pelo Freire era de condicionamento fisico ou o padrao de movimento diario pra contato mas mesmo assim me receberam a pedras e ataques pessoais.

    Marlos,

    Sei o que voce quer dizer mas respeitosamente discordo que seja assim across the board ou por doutrina.

    Fabio Rocha,

    Na America do Sul fiquei impressionado com os Comandos Navais Chilenos! Em termos de unidades, sempre achei que “pound for pound” a SAS/SBS e a melhor do mundo e escreveram o manual e taticas de FE que o mundo todo usa hoje, desde granadas flashbang ate a quebra de contato.

    Em termos de cursos, diria que nos EUA os que tem o menor indice de aproveitamento seria o curso SERE, o Scout/Sniper e talvez o HALO/HAHO. O Royal Marines All-Arms Commando Course tambem e famoso mundo afora por ser ralado e o CIGS nao tenho porque duvidar ser um dos mais dificeis na selva no mundo tambem afinal o Brasil possui a maior parte da Amazonia no seu quintal. Os Fuzileiros Navais da Coreia do Sul tambem sao tidos como casca grossa assim como os australianos e israelenses.

    Pronto, acho que agora ja respondi todo mundo.

  212. Marine 13 de agosto de 2010 at 19:20 #

    MA,

    Desculpa, esqueci de te responder… A qualificacao minima e “Marksman” que obviamente vira motivo de chacota do resto dos colegas para aqueles que a possuem. Pra ser simplismente considerado a tentar a carreira de scout/sniper o atirador precisa qualificar como “Expert”.

    Qualifica-se pelo menos uma vez por ano e sua pontuacao/nivel pelo qual se qualificou influencia sua promocao, sendo assim aqueles que nao sao bons atiradores sao promovidos muito mais lentamente do que os atiradores eximions/experts.

    Sds!

  213. Mineiro 13 de agosto de 2010 at 19:29 #

    A pedidos, não abordarei mais o assunto.
    Não faz bem ao site… Ok.
    A alvo (ou a aposta?) permanece onde está.
    Fontes diferentes, informações divergentes. Quem sabe fica para esclarecermos isso, com a aprovação e mediação do Cinquini, por e-mail? Ou quando o post for liberado pela moderação…

  214. Galileu 13 de agosto de 2010 at 19:32 #

    Marine

    entendi…..tipo era essa minha duvida, não vi seu comentário sobre como era o alvo..

  215. Fabio Maciel Rocha 13 de agosto de 2010 at 20:10 #

    Olha, dizer que há a qualificação de atirar a 500m é possível e exeqüível sim, mesmo com miras abertas de metal. Um exemplo, fácil.
    Um finlandês baixinho chamado Simo Häyhä, que matou mais de 500 soldados russos na guerra de inverno utilizando um fuzil de ferrolho russo, SEM LUNETA. E muitos destes, estavam a 500m ou mais.
    Ai um “especialista” fala: a mais era de ferrolho, e não era um lixo do M-16. Bem, eu não sou grande fá do M-16, mas é uma arma relativamente precisa. E mais uma que não podemos esquecer. O herói Simo atirava num frio muitos graus a baixo de zero, em situação de combate, com vários outros fatores que só quem esteve em combate e atirou num vagabundo ou inimigo conhece. Então, como podem ver, é possível de fazer sim senhor, e eu poderia dar muitos outros exemplos mais sobre este assunto.
    Um abraço a todos.

    Rocha,
    equipetatica@yahoo.com.br

    Marine, poderia me ajudar com a pergunta que fiz para você antes?
    Valeu colega.

  216. Marine 13 de agosto de 2010 at 20:29 #

    Fabio Rocha,

    Que pergunta foi? Me desculpe mas ja nao me recordo…

  217. Fabio Maciel Rocha 13 de agosto de 2010 at 20:43 #

    Obrigado Marine, e concordo com o que você disse destas tropas, pois com algumas eu treinei ou trabalhei, como pessoal do Ranger US, Marine, Recon, Paraquedistas ingleses, GSG-9 e uma turma grande de Israel, e destes eu conheci um SAS da Nova Zelândia que lutou por vários anos no Vietnan, e toda aquela volta. Olha, o que eu vi este cara fazer não esta no gibi, mas não foi o melhor.
    Com certeza o melhor soldado que eu conheci até hoje foi um soldado japonês da Segunda Grande Guerra, o avô da minha namorada.
    Ele lutou quase toda a segunda guerra na Manchuria. Foi promovido em combate várias vezes por bravura.
    Quando da rendição, foi feito prisioneiro dos russos e levado para a Sibéria com roupas que não era para aquele frio de mais de 40°C negativos.
    Via seus amigos serem executados pelos russos.
    Via seus amigos morrem na fila para comer, e ao cair na neve serem devorados por cachorros famintos.
    Canibalismo não assume, mas é quase certo que praticou, tanto com seus inimigos como seus ex-colegas e amigos, pois tinha que viver para continuar lutando.
    Depois demais de 6 anos na Sibéria ele sobreviveu, mas o mesmo nunca mais viu um amigo dele vivo, pois ele acredita que os que não morreram em combate morreram de fome, executados, congelados, doentes ou se suicidaram.
    Ele não se suicidou, combate seus inimigos até o último dia de guerra e de cativeiro.
    Voltou ao Japão, recebeu suas medalhas e se mudou para o Brasil, onde lutou mais ainda por sua sobrevivência e apenas com as roupas do corpo e seus filhos e esposa.
    Um samurai de verdade, que fazia espadas, de fazia armadilhas que mesmo aos 78 anos e com apenas 1,60m de altura, era mais forte que seus netos e filhos, e põe mais forte nisso.
    Este sim é o melhor soldado que eu conheci, que nunca desistiu e nem procurou o caminho fácil do harakiri, e sim, sempre combater sem nunca desistir.
    Enfrentou tantas vezes a morte que até foi esquecido por ela, e hoje com seus 90 anos, espera sentado na varanda da casa quando ele irá se reagrupar com seus velhos colegas de farda.

    Um tributo ao senhor Ioshirisa.

    Por Soldado Rocha, policial militar do estado do Rio Grande do Sul.

    equipetatica@yahoo.com.br

  218. Fabio Maciel Rocha 13 de agosto de 2010 at 20:50 #

    Sobre os fuzis da Imbel.
    Sim, ao menos o MD-97 tem previsão do uso de lança-granadas M-203 de 40mm igual que o M-16 e tantos outros ultilizam. Já o Para-Fal modernizado, continuam confiando nas granadas de bocal.

    Espero ter respondido a pergunta do colega.

    Obrigado,
    Rocha.

  219. Marine 13 de agosto de 2010 at 21:09 #

    Fabio,

    O espirito de guerreiro realmente e possuido por poucos mesmo dentro da carreira militar e agradeco a Deus que o mundo ainda possua pessoas assim…

    Semper Fidelis!

  220. Fabio Maciel Rocha 13 de agosto de 2010 at 22:11 #

    A título de conhecimento, o exército que citei antes e que na guerra da Coréia deu uma surra nos soldados dos USA e os demais da ONU, e que cruzou desertos e montanhas com neve, numa marcha de pouca ração e grande carga de peso em material,foi o exército chinês, e inclusive o sniper recordista desta guerra também era chinês.
    Lógico que vários morreram no caminho, pois sob tais condições severas, poucos iriam resistir.

    Um abraço a todos.

  221. angelo jr 14 de agosto de 2010 at 2:27 #

    Fabio Maciel Rocha, eu acho q essa tua namorada é neta (?) dum capeta em forma de gnt.

    pelamordedeus, se nosso exercito tivesse 1 soldado desses pra cada 100 mil, a gnt seria o melhor exército do mundo. bota ele pra dá curso na AMAN =D

  222. angelo jr 14 de agosto de 2010 at 2:30 #

    outra, msm q ele naum fosse pro campo na Sibéria, ele ainda seria fodão, pois na guerra aguentou muita porrada e msm assim naum desistiu.

    ps: uma duvida, como ele foi parar na sibéria se quem atacava o japão era o USA?

  223. Zorann 14 de agosto de 2010 at 5:01 #

    Gente, eu não entendo nada de armas de fogo, mas gosto muito do assunto….

    mas este foi o melhor post qua já li….

    Estou com dor de barriga de tanto rir dos comentários do Freire, do Bosco e principalmente do Mineiro e do Marine

    Furico, fiofó, Luluzinha….

    hahahahahahahahahahahahaahaha

    Passei mais de uma hora para ler todos os comentários e não consigo parar de rir

    hahahaha

    Um abraço a todos…

  224. Romeumike 14 de agosto de 2010 at 10:49 #

    Muito bom.
    Agora sentar de novo na prancheta e fazer outro muito melhor.

  225. Wolfpack 14 de agosto de 2010 at 12:58 #

    Qual o melhor/viável calibre de um fuzil de assalto disponível?
    5.56, 6.8, 7.62????
    Eu ficaria com o 7.62 pra sempre… Portanto, erra a Imbel em focar no 556. Apenas minha opinião.
    O vídeo abaixo demonstra isso.
    http://www.youtube.com/watch?v=X1YMmbf9IwM
    [ ]s

  226. Fabio Maciel Rocha 14 de agosto de 2010 at 13:21 #

    Isso ai Angelo Jr, o Freire respondeu com precisão o tema, e foi justamente isso que aconteceu.
    A princípio ele ia ficar no Japão, mas quando receberam a carta dizendo que seu irmão tinha morrido em combate, ele tomou a decisão de ir ao combate honrar a família, até porque os russos tinham interesse de tirar do Japão a região onde ele e sua família moravam.
    Quem já esteve em combate ou viveu algum tempo em regiões em conflito sabe na pele o que estes soldados viveram.
    A maioria não foi nenhum anjinho, e principalmente os soldados japonês foram forjados sob uma versão mais dura do Bushido, o código samurai. Era a baixo da pancada e onde o menor erro ou covardia era pago com a morte ou uma saída “honrada” pelo suicídio. Com certeza pessoas como ele teriam muito a ensinar não só na Aman, mas para empresários, times de futebol e escolas, pois hoje as pessoas estão muito cada um por si, e não sabem mais o que é honra.

    Voltado ao fuzil da Imbel, quem não sabe ainda, os fuzis da Imbel em calibre 7,62x51mm são feitos numa forja num processo muito artesanal, mas que confere ao produto uma ótima qualidade. Os empregados que trabalham nesta função são os mais respeitados na empresa em virtude do seu perigoso trabalho,e por isso recebem um tratamento diferenciado de todos na empresa.

    Abraços,
    Rocha

  227. Fabio Maciel Rocha 14 de agosto de 2010 at 13:40 #

    Mais uma sobre o fuzil.
    A Imbel faz muitas coisas que ninguém sonha, e eu tive a chance de ver algumas, mas com certeza nem a metade da metade. Vi coisas que até funcionário velho da empresa e muito milico não sabe e que quando falo me chamam de mentiroso.
    Uma das coisas que vi é que a Imbel já fez e tem tudo pronto para fabricar carregadores em polimero para os fuzis em 5,56x45mm, e capacidade de 30 tiros. Para 7,62x51mm não sei dizer.
    Por que não se vê por ai?
    Por causa que os “especialistas” aqui preferem os de aço, muito mais pesados mais robustos e que “duram” mais nas mãos dos soldados brasileiros.
    A mesma resposta se dá para a adoção da pistola 9mm Luger de alta capacidade em aço, ao invés de polimero. Durabilidade.
    Mas pergunto. O que importa mais é a durabilidade de uma arma ou o peso dela?
    Lógico que a arma deve ser robusta, mas vamos lembrar de dados de exércitos modernos e que combatem de verdade.
    Muitas vezes o soldado morre sem ao menos dar um tiro, quando ele mal molhou a sola do coturno na água do mar ou na areia.
    Mais uma, sendo fábrica nacional, com participação do exército, a substituição de peças poderia ser mais fácil, é só trocar este sistema idiota do Eb no tocante a logística, pois já vi carregadores novos de FAL irem para a fornalha serem derretidos.
    Ora, o polimero provou ser resistente, e se a armação arranhar, estragar ou algo assim, quanto custaria sua substituição, visto que é muito mais fácil de fabricar se comparado a uma peça de aço? Creio que a armação custe menos de R$ 10 – 20 para ser fabricada.
    Mas para um piloto de escrivaninha que não marcha e não entra em combate, não faz diferença portar uma arma que pese 765gramas ou uma que pese 1100 gramas, ou carregadores de fuzis feitos em aço e que pesem mais que o dobro de um de polimero, este que por sua vez não amassa e pode ser limpo de forma muito mais fácil do que o de aço, isso sem contar os valor bem mais acessível.
    Quem sabe algo para ser re-pensado

    Abraços a todos.

    Rocha

  228. Joker 14 de agosto de 2010 at 13:41 #

    O post era sobre o q mesmo?

  229. BULDOG74 14 de agosto de 2010 at 16:43 #

    Desvantagens:
    *trilhos do guarda-mão,inferior e laterais curtos
    *sistema do ferrolho ,aparentemente, do FAL que apresenta-se ultrapassado em sua operação; adoção do sistema do m-16 seria mais eficiente
    *alça de mira do FAL (necessita de ferramental para regulagem)
    *necessita de encaixe para possível adoção de um lançador de granadas (caso venha a ser adotado pelos Fuzileiros Navais).

    Vantagens:
    *adoção de trilhos
    *bom material
    *coronha rebatível e retratil.

  230. Deivid 14 de agosto de 2010 at 17:38 #

    Muitolegal!! mas…..o 7,62 parece uma modernização do PARAFAL e eu não gostei da coronha,acaba com toda a béla aparencia do fuzil,e mais uma coisa:esse fuzil vai ser incorporado aos nossos,com mira olografica,luneta ou assim mesmo?

    E oque houve com o Tavor israelense,que eu poderia jurar de pés juntos que subistituiria o PARAFAL,não é?

    Fiquei meio descepisionado pois eu ja estava me afeiçoando ao Tavor…(choro:mimimimi)

  231. Deivid 14 de agosto de 2010 at 17:39 #

    AAA e quase me esqueci,boa matéria meus sinceros parabens!!!!!!!

    ps:não deichen de me responder por favor!!

  232. Heyarth 14 de agosto de 2010 at 17:49 #

    Voltando para o Fuzil, pergunta de leigo: esse 7.62mm tem suporte para mira telescópica, mira laser, etc…??? E se o m-16 ter precisão para acertar a 500m, esse Fuzil da IMBEL pode sofrer alguma melhoria na sua mira????

    Abs.

  233. angelo jr 14 de agosto de 2010 at 18:37 #

    Freire, naum duvido q eles sejam feras, mas olha bem oq o cara fez =D

    duvido q 99,99% dos caras q tão na AMAN, sejam alunos ou professores (ou seja lá como chamam lá).

  234. Bosco 14 de agosto de 2010 at 18:42 #

    Deivid,
    Hoje, o conceito que domina o mundo dos fuzis de assalto é a modularidade.
    O sistema de trilho Picatinny permite que praticamente qualquer acessório seja instalado.
    Se vão ser instalados vai depender do din-din.
    Uma boa mira holográfica custa em geral mais que o fuzil.

  235. angelo jr 14 de agosto de 2010 at 18:58 #

    continuação do post:

    consigam fazer oq o japa fez, naum q eles naum tenham capacidade fisica para tal, mas o psicológico conta muito

  236. Vader 14 de agosto de 2010 at 19:31 #

    Deivid disse:
    14 de agosto de 2010 às 17:38

    “E oque houve com o Tavor israelense,que eu poderia jurar de pés juntos que subistituiria o PARAFAL,não é?”

    Já falei aqui e vou falar de novo:

    A história do Tavor no EB era apenas lobby da Taurus, muito mal feito, por sinal. Isso porque:

    1. Um fuzil para equipar o Exército Brasileiro teria necessariamente de ser fabricado pela IMBEL (pra que ter uma empresa de material bélico e comprar arma de outra empresa?);

    2. O dia em que meu Exército Brasileiro adotar um fuzil padrão bullpup eu como minha estrela com catchup.

    Sds.

  237. angelo jr 14 de agosto de 2010 at 20:18 #

    Freire, eu sei q o negócio lá é ralação, mas esses caras aí naum veem os cadaveres dos próprios companheiros durante o treinamento. Não desmereço a AMAN, e muito menos as nossas forças armadas, q msm com um fuzil velho, tá fazendo seu trabalho. Mas o japones foi pra uma guerra de verdade, ele tem experiencia de combate, o que o deixa muito mais preparado pra uma outra ocasião do q os nossos soldados q estão na AMAN. eu vo falar de novo, naum to falando de preparação fisica, to falando do psicológico do cara. por mais q eles treinem lá o psicológico, é diferente numa situação de guerra, tu ver o teu companheiro de batalhão morrendo

  238. Wolfpack 14 de agosto de 2010 at 22:18 #

    É natural que todos gostem de uma luz no fim do tunel demonstrado por estes dois modelos da IMBEL, mas desculpem decepcioná-los, mas hoje nos Estados Unidos vc monta seu FAL com os acessórios que desejar, pode colocar o guarda mão que desejar, a massa de mira que desejar, a empunhadura frontal e principal que desejar a mira ótica e o lançador de granadas que desejar, e pintar da cor que desejar. A IMBEL nada mais fez que trazer de alguma forma este tuning as versões de FAL existentes. Parabéns mesmo assim e acho que estamos no caminho certo. Uma grande marcha se começa com um pequenos passos, logo estes passos estão sendo dados pela IMBEL, mas se esta empresa desejar ser competitiva e ofertar o que há de melhor em tecnologia para seus clientes, deve logo se afastar deste gesso imposto por alguns integrantes do EB. O benchmark deve ser feito lá fora, com os melhores equipamentos, e não enfiar a cabeça no buraco e pensar que este é o mundo real, pois o pior dos mundos é ser surpreendido em um combate com um equipamento defasado.
    1- Barret M468
    2- HK 416
    3- FN SCAR
    4- Bushmaster ACR Magpul Masada
    5- Nikonov AN-94 Abakan
    Cinco de exemplos de benchmark para a IMBEL. Não existe algo mais fácil no mundo do que desenvolver um fuzil de assalto nos dias de hoje. Não requer ToT, barganha com Governos Estrangeiros, Lobby, ou coisa e tal. Basta cérebro, uma boa base de engenharia, vontade e dinheiro.

  239. Vader 14 de agosto de 2010 at 23:15 #

    Freire disse:
    14 de agosto de 2010 às 20:36

    Freire, só pra constar, em caso de mobilização a imensa maioria dos Oficiais e Sargentos da ativa (ou seja: AMAN e EsSa) ficariam bem longe do Teatro de Operações: a este seriam destinados os reservistas, os Oficiais (CFOR: CPOR/NPOR) e Sargentos (CFST) da reserva de segunda categoria.

    Oficiais e Sargentos da ativa dificilmente iriam para uma guerra: com efeito, se estes fossem todos enviados para a guerra, quem iria adestrar/treinar os Oficiais Temporários, Sargentos Temporários e as tropas? ;)

    Saudações.

  240. Freire 14 de agosto de 2010 at 23:20 #

    Ok Vader.

    Brasil.

  241. Bosco 15 de agosto de 2010 at 1:05 #

    Vader,
    Eu não sei não. Eu gosto do conceito bullpup. Acho interessante para o grosso da tropa.
    leve, compacto, etc.
    Tudo bem que “forças especiais” é outra estória, mas não posso deixar de apreciar o AUG, o F2000, SA80, Fama, etc.
    A maior deficiência sem dúvida é a ambidestralidade devido a posição da janela de ejeção, mas o F-2000 mostra que a solução para isso.
    Sem falar que , e sem querem ser a Mãe Diná, os ventos trazem de volta o conceito “caseless” e provavelmente essa “janela indiscreta” vai virar coisa do passado.
    Vejo futuro no conceito. Sem falar no fator “estético”. rsrsrs
    Um abraço.

  242. Bosco 15 de agosto de 2010 at 1:10 #

    Correção: “FAMAS” e não “FAMA”. “Há” e não “A” solução….

  243. Bosco 15 de agosto de 2010 at 1:46 #

    Quanto à ambidestralidade, alguns bullpups podem mudar o lado da janela de ejeção, como o AUG, salvo engano.
    O SAR-21 é ambidestro embora o soldado seja treinado em disparar com ele sempre apoiado no ombro direito, independente de ser destro ou não.
    Já li também alguns comentando aqui no blog sobre a menor rapidez de remuniciamento, mas não acho que seja tão significativo.
    Fato é que vários países do mundo utilizam fuzis bullpup.

  244. Bosco 15 de agosto de 2010 at 2:06 #

    Que o Marine não me ouça. rsrsrsrsr

  245. Vader 15 de agosto de 2010 at 8:43 #

    Bosco disse:
    15 de agosto de 2010 às 1:05

    Grande Boscão, veja bem, eu não estava a julgar o conceito bullpup (particularmente não gosto, mas acho uma idéia válida).

    Eu disse é que o dia em que o Exército Brasileiro adotar um desses como padrão eu como minha estrela. Com ketchup. :)

    Não vai rolar bro. Nunca.

    Abs.

  246. Clésio Luiz 15 de agosto de 2010 at 11:13 #

    BULDOG74 disse:
    14 de agosto de 2010 às 16:43

    Desvantagens:
    *trilhos do guarda-mão,inferior e laterais curtos

    - E porque eles deveriam ser longos? Qual seria a vantagem ou necessidade?

    *sistema do ferrolho ,aparentemente, do FAL que apresenta-se ultrapassado em sua operação; adoção do sistema do m-16 seria mais eficiente

    - Você não conhece a fama do sistema do M-16 não é? É de longe um dos mais propensos a emperrar por causa de sujeira. Seria trocar 6 por meia dúzia;

    *alça de mira do FAL (necessita de ferramental para regulagem)
    *necessita de encaixe para possível adoção de um lançador de granadas (caso venha a ser adotado pelos Fuzileiros Navais).

    - O trilho inferior não é justamente para isso?

  247. BULDOG74 15 de agosto de 2010 at 13:20 #

    Respondendo:
    *guarda mão inferior mais longo seria para possível adoção de um grip para melhor ergonometria do operador(nesse configuração ele fica limitado a frente)

    *o sistema do m-16 é um dos mais utilizados no mundo e ele ganhou essa fama de emperrar nas décadas de 50 e 60, por causa de um tipo de munição adotada na época(ele só é um fuzil que precisa de uma atenção em sua limpeza, como qualquer fuzil de 5,56 devido as dimensões de suas peças)
    *pra finalizar o lançador de granadas M-203 não é acoplado a trilhos e se tivesse outro que fosse acoplado, lembro que o trilho inferior é muito curto.
    Abraço camarada,
    ADSUMUS.

  248. Marine 15 de agosto de 2010 at 13:45 #

    BullDog,

    Ja ia responder e vi que voce ja o tinha feito! Agradeco sua explicacao para terminarmos com lendas de internet que confundem alguns leitores.

    Bosco,

    Hehehee, te ouvi amigo (alias li…) mas nao vou retrucar rsrsrsrs. Bem eu vejo seus pontos e essa historia de Bullpup ja esta virando aquela discussa de 5.56 vs. 7.62 e tal. Esta ficando uma situacao de duas escolas de pensamento.

    Os pros do design ja sabemos, assim como os contra tambem. Cabe a cada exercito decidir qual adotar.

    Semper Fidelis!

  249. diego 15 de agosto de 2010 at 15:51 #

    é um excelente projeto da imbel,parabens . Sou militar sei dos pontos positivos e dos pontos negativos que o fal possui, e a nova arma atende as necessidades emergenciais das forças armadas. O novo fuzil concerteza mostra a capacidade q temos de produzir bons armamentos .

  250. Mustafah 15 de agosto de 2010 at 19:15 #

    Fico lendo todos esses comentários sobre as maravilhas do FAL e por ahi vai, mas vamos aos fatos reais, resultados de avaliação de campo, o fuzil Imbel MD97 é uma grande porcaria, a Força Nacional o utiliza e tenho visto uma série de panes, disparos acidentais, frutos de falhas de mecanismo, mesmo com essas armas recebendo manutenção regular e serem novas.
    Nós na PF utilizamos o modelo M4 da Colt e o G36 nas versões C e K, excelentes armas, com pane zero, extremamente seguras, leves, confiáveis, mesmo utilizando munição CBC. Essa insistência no EB em manter o FAL ou algo parecido, está cheirando a falta de qualidade no desenvolvimento de uma arma nova e na recusa de adotar para fabricação nacional, alguma arma já testada em combate e aprovada como os da série AR ou HK.
    Quanto a esse debate sobre o nosso EB e suas tropas, senhores, nossas forças armadas não tem tido experiência de combate nos ultimos 60 anos, só a tranquila participação no Haiti, já tem levado a mudanças nos equipamentos que utilizamos, na realidade essa de marchas, manobras, a real avaliação de uma força se dá no campo de batalha e nisso o USMC, USARMY, IDF e o Britsh Army nos superam em muito. Esse papo de melhor combatente de selva do mundo, avaliado por quem…..

  251. Fabio Maciel Rocha 15 de agosto de 2010 at 21:03 #

    Aos amigos Ciquini e Freire
    Assunto, Tavor

    Li os comentários dos senhores, e acho que posso ajudar a esclarecer um pouco sobre este sistema de armas e dar um novo rumo aos comentários postados pelos amigos.

    Estive a pouco tempo em Israel treinando, algo que muito me orgulha, pois segundo informado pelo pessoal, fui o segundo brasileiro a ser aceito e concluir este curso, sendo o primeiro policial brasileiro.
    Neste curso tinha alunos de uns 10 países diferentes, e instrutores de outros tantos.
    TODOS os instrutores tinham experiências reais de combate, e no curso entre os alunos, tinha veterano da Desert Storn e hoje trabalhando como gerente para uma grande empresa de segurança atuando no Iraque. Outro 9 anos do grupo tático da polícia búlgara, outro veterano da Intifada em Israel, eu e mais uns policiais que já fizeram este mundo melhor, pára-quedistas ingleses etc e etc…
    Os instrutores proviam do Mossad, Tzahal, Shin Bet e das forças especiais de Israel, lógico, todos com vasta experiência de combate.
    Como sou macaco velho de cursos, eu não ia me limitar apenas aos conhecimentos que iria receber no curso, e troquei muitas informações com o pessoal citado a cima e também com o pessoal local e aprendi muito, mais muito mesmo.
    O que nos interessa. TAVOR
    O pessoal da velha guarda em muitos casos prefere o M-16, em especial na versão M-4, e quando indagados as respostas foram estas:
    - acho mais ergonômico
    - acho ele mais leve
    - manuseio mais fácil
    - atirei pouco com o Tavor
    - o M-4 é muito mais barato
    - estou acostumado com o M-16 e por isso gosto mais dele
    A saber que todos eram da velha guarda.
    Eu perguntei, mas o Tavor é ruim?
    Respostas:
    - não, é uma boa/ótima arma
    - muito preciso
    - não engasga
    - precisa de pouca manutenção, bem menos que o M-16
    - moderno
    - é uma arma bem cara
    - é utilizado apena por uma brigada, pois ainda temos muitos M-4, mas em breve será adotado por mias brigadas
    Já os novatos que usavam ele diziam:
    - Gosto dele, confiável, ótima arma.
    - Super compacto, fácil de usar
    Quanto ao M-16 e M-4, perguntei se engasgava muito, e a resposta não, mas tem que fazer manutenção, fácil de limpar, mas o cilindro de gases é complicado, mas boa arma, mas deve receber manutenção como toda arma. Já o AK-47 precisava de mesmo manutenção, e o Tavor engasga bem menos, quase nada.
    Minha conclusão final de tudo que colhi de informações.
    O soldado do IDF que fala que o Tavor é arma para posar para foto, é igual ao velho Marine que não queria deixar de utilizar a sua velha e pesada Colt 1911 em .45 ACP por uma Beretta 92 em 9mm Luger, ou outros tantos casos por ai a fora. Nada mais natural, pois pegamos afeição pelo que utilizamos e treinamos por tanto tempo.
    Quanto a Taurus dar com os burros na água eu discordo, pois o único empecilho é o valor da arma, e não a qualidade, e ela tem tudo para fazer sucesso com grupos policiais de elite, e forças policiais e militares da America do Sul, onde por sinal, já é utilizada pela Colômbia e outros países da América Central. Já a Índia comprou milhares para suas forças especiais, e os resultados foram tão positivos, que já se pensa por lá de substituir parcialmente o fuzil Insas fabricado localmente.
    Em geral, os brasileiros que vão servir na legião francesa, logo se acostumam com o desenho bullpup, só é preciso treinamento e logo o pessoal fala que o sistema bullpup é mais compacto e mais fácil de manusear em ambientes confinados.
    Da minha parte eu garanto. Meu sonho é trabalhar com um Tavor na viatura, com certeza muito mais fácil de manusear (mas a recarga não é tão rápida quando o M-16) em relação ao nosso bom e velho FAL, que por sinal eu gosto muito mais que o o M-16 por exemplo. Me sentiria seguro e confiante com um Tavor.
    Mas é um ponto de vista pessoal meu, e vale apenas o que os colegas de lá de fora me informaram.
    Espero ter ajudado mais uma vez, e por último Freire, Glock e HK USP são de plástico e tem demonstrado serem armas confiáveis e robustas.

    Mustafa, comentários de pessoas que agem com a razão e deixando as emoções de lado somam verdadeiramente. Bom ler o que escreveu.

    Um abraço a todos.

  252. Leandro RQ 15 de agosto de 2010 at 21:03 #

    Tem gente aqui que precisa aprender a ter noção.

    O Marine esteve em Falujja, a maior batalha terrestre dos últimos 30 anos(ao lado da batalha de Grozni na Tchetchênia). Combatendo isurgentes iraquianos, membros da al qaeda e ex-guardas republicanos do Iraque. Só nego casca grossa.

    E dai aparece neguinho do nada e acha que tem o direito de ofende-lo?

    Um cara que nunca trocou tiro com ninguém na vida, criticando um veterano de Falluja?

    Como dizem por ai, “essa foi de trincar o capacete”…

  253. Fabio Maciel Rocha 15 de agosto de 2010 at 21:26 #

    Boa Leandro, mandou bem ai tchê, mandou um Tomahawk no pessoal que se considera especialista em combate só lendo foruns na internet, sendo que muitos de caráter duvidosos, e jogado Medal of Honor e CS, risos.
    Só sabe de combate quem esteve em combate, igual o pessoalzinho que é especialista policial e nunca foi policial!!!

    Leandro fique em QAP e mande uma JDAM depois, hehehehe

    CAMBIO

  254. Marine 15 de agosto de 2010 at 22:03 #

    Leandro RQ,

    Agradeco muito sua defesa e voto de confianca. Nao tenho nada contra nenhum leitor do blog e nem tao pouco levo as coisas pessoalmente. Divergencias sempre irao ocorrer e isso deixa o debate mais amplo. Procuro apesar de todas as ofensas ou ataques pessoais desde que comecei a anos atras a comentar no blog, deixa-las de lado, sao agua de baixo da ponte. Como o proprio Galante, Cinquini, Bosco, Vader, Hornet e outros velhos de guerra aqui sabem, eu sempre procurei ser profissional e principalmente aberto com quaisquer perguntas, duvidas ou com o que puder contribuir com o blog de minha humilde experiencia profissional.

    Tenho orgulho de ser brasileiro, afinal minha criacao e de certa forma genetica e essa. Mas tambem vivo o dia-a-dia das FAs americanas e por consequencia seu povo e pais e procuro sempre manter um certo balanco e eliminar nocoes erradas e lendas de internet sempre que possivel. Claro que durante tais objetivos, certas pessoas se sintam ofendidas ou tenhamuma ideia erronea de quem eu sou mas isso mais uma vez faz parte da vida e nao podemos agradar gregos e troianos a toda hora.

    Nao estou sempre certo, mas quando errado procuro sempre admitir, nao comprometo minha integridade e me conduzo com honra. Sendo assim tambem sou ser humano e apesar de todo treinamento quer seja militar ou academico, sou um ser humano e as vezes como a maioria de nos me deixo levar por paixao a um assunto.

    Gostaria apenas de agradecer o blog, seus editores e seus leitores em me propicionar um veiculo de debate e imagino eu, de ensinamento ao publico brasileiro interessado, entusiasta e profissional no tema de defesa.

    Abracao e,

    Semper Fidelis!

  255. Fabio Maciel Rocha 15 de agosto de 2010 at 23:52 #

    Fala Freire, e te digo uma coisa, criança com brinquedo novo quer brincar,e eu com um Tavor na mão ia dar bobagem tchê, hehehe.
    Outra, quando citei Glock e HK era a respeito do plástico, polimero, que citou sobre o Tavor.
    Eu também acredito que o EB nunca usará esta arma, talvez no BFE, e olhe lá, mas pelo motivo preço e não ser fabricado pela Imbel, pois a Imbel chupou todo a pacote de balas em não produzir ou montar esta arma associado com os israelenses, pois a Taurus adora exorbitar nos preços das armas que ela vende, e com certeza não valem nem metade do cobrado, pois a Imbel tem muito mais capricho e digo até carinho quando fabrica cada arma.

    E Marine, me diz uma coisa, é verdade que os US tem planos de invadir o Brasil?
    Se tiver e souber me avise antes?
    É que se confirmar a invasão americana no Brasil eu já vou estocar munição.
    Tchê, sonho que os americanos ou qualquer outro que invada e declare guerra ao Brasil, imagina só, seria a realização de outro sonho que tenho, porque como policial militar e reserva do exército, eu iria ganhar um fuzil ao ser convocado para a guerra.
    Mas calma Marine, eu não ia perder tempo e nem desperdiçar munição dando tiro em Marine nenhum, eu ia correr para a favelada aqui e passar a régua na chimbugada, e também em todos os carros e pessoas que tivesse uma estrela vermelha “PAPA TANGO” colada, eu ia metralhar a vontade, hehehe.

    E se me dessem uma paraquedas eu descia em Brasilia para começar a faxina por lá.

    Obrigado Marine, e aguardo ansioso pela resposta, hehehe.

    PS.: Desculpa amigos, estou sob efeito de abstinência provocada por falta de ação no trabalho e por tentarem assaltar meu sogro.

  256. Marine 16 de agosto de 2010 at 0:07 #

    Fabio Rocha,

    Nao se preocupe! O Americano esta mais preocupado com o preco da passagem pro proximo Carnaval do que com invadir Brasil, Amazonia ou Pre-Sal….Rsrsrsrs

    Estou seguro que voce nao tem com o que se preocupar ;-)

  257. Fabio Maciel Rocha 16 de agosto de 2010 at 9:18 #

    Marine.

    TU NÃO ME ENGANA NÃO!!!

    Olhe neste link aqui a tentativa de invasão americana no Brasil durante o governo Bush.

    Quero ver se perante estas provas tu terá a cara-de-pau de negar que os americanos tentaram nos invadir.

    Convido a todos assistirem o link.

    http://www.youtube.com/watch?v=JMb7fUBezXE

    Hehehe

    Cambio

  258. Bosco 16 de agosto de 2010 at 9:47 #

    Heheheheheheh….

  259. Fabio Maciel Rocha 16 de agosto de 2010 at 13:39 #

    Phô Freire, não era invasão mesmo? hehehehe

    E pior que estou de plantão de 24 horas hoje, hoooo coitada da população, hehehehe.

    Cambio

  260. Deivid 16 de agosto de 2010 at 14:45 #

    Obigado pela resposta Vader,é…enfim fazer oque bola pa frente,mas esse imbel com uma boa mira holográfica e luneta,com sertesa ganha meu coração,minha preocupação no caso agora seria o tamanho do fuzil,oque é claro pode atrapalhar e muito um soldado em combate.

    E obrigado Bosco pela resposta,confesso que não sabia sobre a mira holográfica,obrigado.

  261. celso 16 de agosto de 2010 at 15:51 #

    Prezados,

    antes de mais nada parabens a todos indistintamente, nao sei nada sobre nada a respeito de armas, porem hoje tive a oportunidade de começar a ler sobre o tema e principalmente, acerca de 3 hs estou lendo as inumeras opinioes e outros quetais, ufa……tenham certeza q aprendi hoje muito mais que em uma vida. altissimo nivel de comentarios e opinioes, como seria bom se os nossos governantes ________ aprendessem a ouvir e ler a voz do povo hemmmmm.
    SENSACIONAL a muito tempo nao vejo uma discussao tao proficua e positiva a respeito, parabens mais uma vez e continuem a enriquecer a mim e a outros tantos sobre este tema de real importancia para nosso Brasil

    SDS

    EDITADO PELA MODERAÇÃO: Evite termos ofensivos e políticos, obrigado.

  262. Yasser 16 de agosto de 2010 at 17:40 #

    Meu pai trabalhou na decada de 80 a 90 na Imbel. Era engenheiro-chefe de segurança. Já ouvi várias histórias de testes, armamentos e acidentes escabrosos na fabrica. Acho que pra ele foi o melhor momento profissional na vida dele.

    Até hoje ele guarda com carinho suas duas pistolas, umas granadas e alguns projetils. Claro que todos inutilizados. =)

  263. Bosco 16 de agosto de 2010 at 18:08 #

    Deivid,
    Tem uma matéria boa sobre mira óticas aqui no Forte do Marine.
    Dê uma olhada quando tiver tempo.
    http://www.forte.jor.br/2009/07/13/miras-oticas/
    Um abraço.

  264. ABULDOG74 17 de agosto de 2010 at 13:33 #

    Para Marine:

    Li recentemente sua matéria sobre miras óticas e acredito cegamente em sua importância como multiplicadora de poder, suprindo a função do quadro de pontaria para enquadramento rápido da arma; acho que as FA Brasileiras começam agora a olhá-las com mais atenção.
    ADSUMUS

  265. Deivid 17 de agosto de 2010 at 14:21 #

    Muito obrigado Bosco por sua resposta e recomendação,eu li a matéria e achei muito legal,obrigado.

    Eu recomendaria uma combinação de ACOG (Advanced Combat Optical Gunsight) com EOTech para o Imbel.

    ACOG:na amazonia precisão em meio a selva que pode prejudicar a mira do atirador,precisão a média e longa distancia é crusial,pois a amazonia possui muitas areas abertas.

    EOTech:pois por exemplo ainda na selva,o combate em meio as arvores pode obrigar o soldado a disparar a curtas distancia,exigindo precisão e rapides,até mesmo para localidades urbanas.

    Por isso a combinação das duas
    Obrigado bosco e um forte abraço.

  266. angelo jr 17 de agosto de 2010 at 19:22 #

    deivid, area aberta lá tu pode se esconder atrás do boi =D

  267. Douglas D'Avila 19 de agosto de 2010 at 23:55 #

    Não sei se alguem já falou, mas esse IA2 da IMBEL ficou parecidíssimo com o Bushmaster ACR
    ( http://6mm-mag.com/wp-content/uploads/2009/03/acracr-rs.jpg )

    Realmente estranha tal semelhança…

  268. Roqueiro 20 de agosto de 2010 at 10:53 #

    Meu Deus, ainda tem gente que acredita nesse suplantado e pifio 556x45mm Remington, CALIBRE DAS MENINAS , mesmo sabendo e já comprovado em combates reais que essa munição da chance para o inimigo reagir e te matar; Deve ser porque só tem atirador sniper na parada, e que só acerta na cabeça.
    Eu continuo com 6.5x39mm Grendel, que já comprovou junto com o 6.8x43mm SPC e o excelente 762x51mm que são as melhores munições para qualquer tipo de combate moderno e futuro.
    Fora 556 calibre fraco .
    6.5x39mm Grendel no brasil já .

  269. AK-47 20 de agosto de 2010 at 16:32 #

    Quem disse que os soldados americanos não troca 5,56
    por 7,62.Operação Phaton Fury.Assistão por volta de 3:22 de vídeo.

    http://www.youtube.com/watch?v=ElQT2MiDkJw&feature=fvst

    Ta bonitão o 5,56.

  270. CARLOS DGQ 21 de agosto de 2010 at 8:29 #

    EU JÁ ATIREI COM ESSA ARMA, É A MESMA COISA DO FAL SÓ MUDA A ROUPA, PORÉM É MAIS LEVE E EM BREVE LANÇARÃO O CARREGADOR DE 90 TIROS PRA ELA… AGUARDEM!

  271. rodolpho 21 de agosto de 2010 at 23:13 #

    Cinquini disse:
    13 de agosto de 2010 às 18:04

    rsrs na minha terra isso se chama outra coisa

  272. rodolpho 21 de agosto de 2010 at 23:19 #

    dica e uma palavra composta, faltou incluir cps e o luan tbem ai seria a palavra composta ao³

  273. Samuel Henrique 22 de agosto de 2010 at 1:13 #

    marlos barcelos disse:
    13 de agosto de 2010 às 9:27

    Barcelos, desculpe não ter postado sobre seu comentario antes, o post ficou tão grande que deixei para ler apenas hoje….
    Não entendi o que você escreveu… E o que em meu comentario te ofedeu tanto!
    Servi no EB em um batalhão serimonial e também acertava muito bem a 200 metros com o FAL, e isso não era grande coisa em minha unidade (repito que era mais serimonial que infante)! Meu irmão foi oficial da reserva e também acertava sem grandes dificuldades! O que disse é….Especialistas de PC (personal computer) que não consegue acertar a 100 metros….e por ai vai!
    Mas ainda sim, muitos não conseguem! A grande maioria dos soldados!! É fato! fazer o que!
    Se só serviu o periodo Basico….ai é mais dificil ainda!
    Hoje trabalho com segurança patrimonial e a cada dois anos faço reciclagem onde aplico alguns tiros (com revolveres 38) e têm muito ex-milico que não acerta nada a 10 metros!!!! teve casos de não acertar nada nêm com calibre 12 em cursos de exteção!!! imagina como era com o FAL!!!
    Fiz reciclagem com um que esteve no Haiti (3º contingente) e ele tinha medo de atirar com a 12 (e trabalhava em escolta de cargas)!!!!!
    O que quiz dizer é…não adianta dar um fuzil Sniper para quem não têm o Dom!!!! Pode até saber usar na teoria, mas se não nasceu para a finalidade, vai acertar no branco do mesmo jeito!!!!
    A Imbel tá no caminho certo e é isso que importa!!

  274. Infa_Selva 25 de agosto de 2010 at 20:12 #

    O post é longo, mas as informações são seguras. Sou cadete do 4º ano da AMAN e vi a apresentação dos fuzis IA2 feita pela IMBEL na semana da Infantaria

    Vader, o 5,56 tem ferrolho rotativo que nem o do M16 e o 7,62 é o mesmo sistema do FAL. Os zarelhos são fixos (os móveis fazem barulho nas incursões) e alça é regulável sim (o botão tá do lado direito e não dá para ver na foto). Os trilhos são acessórios e por isso em algumas fotos não parecem montados no guarda-mão.

    Todas as armas (inclusive uma pistola nova que não me recordo o nome) atiraram e muito bem. Tanto os cadetes como os oficiais atiraram e foi um show de precisão e funcionamento. O 7,62 curto fez tiros a
    400 metros numa silhueta metálica que tem na seção de tiro (tudo bem que foi um oficial da equipe de tiro do EB, mas se a arma não fosse boa não chegava lá, né??).

    Sobre o FAL, discordo daqueles que acham que é uma arma ultrapassada. É uma senhora arma, só que a maioria das armas do EB tá abrindo o bico. Meu primo é do BOPE e a maioria dos caveiras operam é com o 7,62 mesmo. As unidades que estão no Haiti estão operando com fuzis novos da IMBEL e estão muito satisfeitos. E olha que lá o fuzil não é só para fazer ordem unida. Acho que fazer um PARAFAL curto pode ser sim a medida certa entre o peso e tamanho da arma e o poder de fogo do calibre.

    Selva!!!

  275. FN 26 de agosto de 2010 at 11:50 #

    Caros amigos do blog,falando sobre o fuzil gostei muito do 5,56 e o 7,62 é um para-fal moderno continua sendo um bom fuzil como já falaram antes tomara que tenha perdido peso,espero que as FA acelerem o troca do armamento que não leve de 10 anos para isso como na marinha,eu lembro bem que 1986 quando eu era SdFN ja falavam em trocar o Fal pelo M16, hoje mais de 20 anos o CFN não esta todo com M16.Tomara que não demore.
    Espero ter um em mãos logo para saber se corresponde a minhas espectativas, o MD97 é uma carabina ruim que veio cheia de problemas que foram resolvidos depois da arma já estar na mão do policial.

  276. André 27 de agosto de 2010 at 13:09 #

    o 556 parece bastante com o fuzil scar

  277. Freire 27 de agosto de 2010 at 20:11 #

    Não posso falar mais nada amigos____fui,rss

  278. eduardo 1 de setembro de 2010 at 21:09 #

    dificil comentar sem atirar e testar a arma mas o cal 7,62 não me parece muito adequado para um fuzil mais curto e leve acho dificil conseguir uma boa cadencia e no automatico então nem pensar, até o fal 7,62 em automatico não mantém estabilidade, o 556 me parece mais adequado para esse uso como fuzil de assalto e o 762 para um atirador em uma versão sniper mais balanceada.

  279. Fernando Cavalcante 12 de setembro de 2010 at 18:38 #

    É um desenvolvimento importantíssimo, tanto o IA2 como o FAL, que trazem em seu bojo uma evolução que poucas armas do tipo no mundo possuem. Já eram armas confiáveis com os seus sistemas de funcionamento testados em combates, agora estão completas com os trilhos para acessórios, utilização de polímero e mais compactas. O ganho foi em levesa, portabilidade e eficiência. Quem não gostou foi aqueles que nunca manuziaram a arma, só as conhecem por revistas e não tem bagagem pra fazer críticas, só falam coisas sem fundamento. Tanto o IA2 com o novo FAL não deixam nada a desejar frente aos melhores fuzís do mundo. O que precisa ser aprimorado é a composição da pólvora nos cartuchos CBC, pois geram mais fumaça do que uma garrucha antiga.

  280. CHACAL 14 de setembro de 2010 at 19:48 #

    A familia de fuzil ia2 na verdade é o fal e o md97 modernizado basta vc entrar no site magpul uma empresa norte americana q produz varios acessorios para fuzis la vcs vao ver q coronha,guarda mao, trilhos do ia2 é dessa empresa e a imbel ainda tem coragem de falar q é um fuzil novo e pior q tem gente q acredita
    http://www.magpul.com/
    Empresa de respeito sempre vai ser a taurus q vai começar a produzir o moderno fuzil Tavor TAR-21 esse sim tinha q ta nas fileiras do exercito so q como a imbel é estatal vamos ter q ficar parado no tempo com pistolas projetadas em 1911 e fuzis de 60 anos

  281. Marine 14 de setembro de 2010 at 21:46 #

    Chacal,

    Sua critica e com a pistola 1911 em geral ou com aquelas fabricadas pela Imbel?

    Outra, nao e por nada nao mas MagPul so e tida como empresa de referencia no Brasil… Aqui nos EUA e apenas mais uma em muitas, alias tem muitos que acham que e uma companhia de “embusteiro”, “soldier of fortune types”.

    Sds!

  282. pelopes 17 de setembro de 2010 at 21:25 #

    A minha preocupação com o fuzil, é si ele vai ser bom para o ambientes variados do brasil. tais como selva, caatinga, e Região mais frias (sul do brasil)
    quanto o resto, confio na imbel.

  283. Souza 2 de outubro de 2010 at 14:57 #

    Pelo que estou observando este modelo de fuzil é uma replica do MD90 tambem da imbel, o que foi confeccionado com modificações feitas no projeto do Fuzil Colt comando e colt M16, espero que os erros apresentados no modelo anterior da MD90 tenham sido sanados, como a falha na janela de ejeção que causava uma pane somente solucionada com o apoio de ferramentas como chave de fenda para a retirada do estojo que ficava emperrado, engatado na janela de ejeção quando havia pane de engasgamento da arma, outro ponto de falha do imbel MD90 muito serio é o fato da borracha que serve como mola do percussor tenha sido modificada, pois em nosso ambiente esta borracha ficava dura, e com isto o percussor ficava com um canto vivo no ferrolho com isto o simples impacto da coronha da arma no chão ou ate mesmo durante o deslocamento do militar o balançar do militar causava tiro acidental, faz-se necessário aqui as criticas pois a construção de armas é algo muito sério, eu mesmo como militar quase morro por estas falhas que a empresa brasileira não leva a serio.

  284. CB PM FN LOZER 3 de outubro de 2010 at 14:46 #

    espero que este novo modelo de carabina chegue na Força Nacional e na Polícia do Rio de Janeiro, gostei muito deste armamento.

  285. CB Reinaldo dos santos pereira 6 de outubro de 2010 at 23:58 #

    Ola! carros colegas,sou armeiro do Espirito santo,ovi varios comentarios,alguns sobre armamentos,tenho minha opinião,acho que estamos copiando muito,o nosso fuzil 76.2mm,é uma copia do antigo fuzil belga,o nosso fuzil 55.6mm é umacopia dofuzil m16mm,falido na guerra do vietina,bem anossa pt 380imbel, é copia pt1911 acp 45 ,agora vamos apt100 taurus,tambem é uma copia da berreta italiana,como a nossa famae , é copia e parceria com chile,que é a mangal de israel a gora temos um fuzil chama tavo da taurus que uma paceria com israel.bem falamos de copía só estamos copiando armas, quanto esses fuzil que os senhores estão falando eu não posso falar não vi e não chegou aqui! Agora temos que saber o que é armas para policia,e oque é armas para exercito,são duas atividades diferentes! Meus respeito como todos os comentarios.

  286. Infante profissional 9 de outubro de 2010 at 22:15 #

    Não há nem boato de troca do FAL na tropa. Com certeza, o FAL seguirá por mais 40 anos. Fuzil de polímero, acho que só para soldados suíços.
    Uma pergunta para os fãs do FAL: por que todos os países que o testaram em combate o trocaram por outros modelos? Exemplo: Inglaterra e Israel, e a própria Bélgica, onde ele foi gestado e parido? Só quem nunca carregou aquele trambolho pesando cinco quilos em uma marcha através do pantanal pode defendê-lo. Isso sem falar na ferrugem geral em presença de umidade, e os incidentes de tiro provocados pela mais leve areiazinha no mecanismo.
    Outra coisa: existem muitos comentaristas aí que precisam primeiro consultar uma gramática, antes de discorrer sobre armamento.
    Ad sumus!

  287. Roqueiro 14 de outubro de 2010 at 11:47 #

    A Imbel apresentam um fuzil md97 Ia2 em 556x45mm em 2010, que se quer é ambidestro para disputar com Taurus/tavor, hk 416, FN scar ,Megapull massada, Kel- tec rfb, Sig, Famas, AN-94 Abakan etc.
    E um começo, mas continua deixando a desejar, e a munição 556×45 e a pior de todas, isso eu diria não e falta de visão, deve ser segueira mesmo. Paciência ainda chegaremos lá, ta faltando gente nova.

    6.5x39mm Grendel no Exército Brasileiro já

  288. cavalaria elite 15 de outubro de 2010 at 22:09 #

    Belo fusil,uma verdadeira maquina de guerra…tomara que venha logo,os nossos fal estao super velhos,e a imbel pelo jeito esta pronta para renovar nossas armas.

  289. Uitinã 16 de outubro de 2010 at 19:47 #

    Se vier vai ser uma boa os velhos Fal e Parafal sem contar o Fap ja são projetos velhos e inadequados para o nosso exercito que e sinônimo de força na America latina o Md 97 e suas versões são problemáticos e muito pesados em uma reportagem eu li que o md 97 emperra muito a cada 100 tiros além de seu exagerado peso igual ao do fal ao meu ver o melhor fuzil para nossas forças armadas seria o G-36 ou até mesmo o Ak-100 mais se o novo imbel vier será otímo.

  290. Bitencourt 22 de outubro de 2010 at 9:55 #

    Esta arma será de muito útil para nossa defesa e devemos ver não só o novo visual mas também da capacidade que ela traz para o soldado no campo de confronto. A segurança de nossos soldados dependerá muito do seu equipamento e isto a IMBEL pensou muito bem. Não devemos nada para outros paises se tratando de armas. Temos sempre em nosso lema buscar mais melhorias e mais segurança ao nossos soldaddos e ao nosso país.
    A busca pela excêlencia em nossos produtos é que faz esta diferença, pois fazemos do nosso dever o nosso prazer.

  291. rafael 12 de novembro de 2010 at 0:03 #

    cara meu amigo tava na sala que produziu esse fuzil. ele mi explico tudo sobre esse fuzil. falo que tem 2 tipo de calibre e tal.. falo da coronha que foi enventada por ele.. cara ele nem acredita que esse fuziu que ele ajudo a produzir apareceu no tropa de elite 2!

  292. Marcelo 12 de novembro de 2010 at 9:20 #

    Sendo direto:

    - Arma ultrapassada. Fuzil que mal é de terceira geração com cara (fingindo) ser de quinta;

    - Carece de ergonomia, recursos mecânicos e como sempre chegamos atrasados na história, com calibres caminhando para a obsolescência…

    Olhe como esta TUDO ERRADO: o 5,56 esta sendo abandonado na OTAN, devido ao baixo stopping power e penetração. O 7,62 ainda é usado em versões CQC, sniper e battle rifles (até passa). Notem que nem seis raias estes “novos” fuzis usam (ainda são as velhas e quatro). É um péssimo uso de dinheiro público e não honram as necessidades de nossa nação e de nossas forças armadas. Encarem com profissionalismo não de forma passional.

  293. ex5bis 13 de novembro de 2010 at 23:18 #

    Muito boas as críticas. Mas é verdade, o FAL é um fuzil velho, mas não significa que seja obsoleto ou não possa ser empregado mais. Isso depende de muitos fatores, como, tempo de operação da máquina, manuntenção individual preventiva, última retificação, periodo de exposição as intempéries, condições no momento do emprego, dentre outros.
    Os novos fuzís IA2 5,56 e 7,62 são uma atualização (upgrade) nos já conhecidos modelos de FAL, e muito bem boladas, pois busca uma melhor empregabilidade desse já conhecido e aprovado FUZIL.
    No entanto, realmente seria bom se ele ficasse mais leve, mais curto na distancia entre o obturador do cilindro de gases até a “dobradiça” da coronha, se o cano ficar mais curto, dará mais poder de assalto e precissa de um aço mais resistente para as rajadas. A coronha bem que podia ficar mais slim. Quanto ao calibre, o 5,56 esse sim é obsoleto, é fraco.
    O cal. 6.5x39mm Grendel, já testado no Afeganistão, ou o cal. 6.8x43mm SPC nas FFAA já!!

  294. Mmunhoz 23 de novembro de 2010 at 9:28 #

    Beleza para mim é o q menos importa, queria saber mais detalhes, tais como.. sua eficiência de mira, tiro útil, alcance, aquecimento e funcionalidade(o Fal parece um maçarico e trava muito), mira telescópica, etc..etc…

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