Estágio de Adaptação à Caatinga

No período de 07 a 12 Nov, o 72º Batalhão de Infantaria Motorizado realizou o Estágio de Adaptação à Caatinga (EAC), em Petrolina – PE.

Os concludentes do Estágio tornaram-se os mais novos Guerreiros de Caatinga do Exército Brasileiro, especialistas em operações na região de clima semi-árido.

FONTE: EB

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31 Responses to “Estágio de Adaptação à Caatinga” Subscribe

  1. jandson 22 de novembro de 2010 at 16:31 #

    é impressão minha ou tem um bizonho olhando detro do cano da arma do parceiro à frente?

  2. Jesus Baccaro 22 de novembro de 2010 at 16:35 #

    É impressão minha ou tem um bisonho que não notou que a arma está aberta para inspeção? Ou seja, sem o menor risco para o “bisonho” em questão!!!! KKKK

  3. Piloto de Combate 22 de novembro de 2010 at 17:13 #

    Caro Jandson;

    Pelo seu comentário percebe-se a sua cultura e vivência militar…

    Antes de criticar, pense que nas Forças Armadas existem profissionais que conhecem sua profissão e as ferramentas para desempenhá-la!

    AVIAÇÃO!!!

  4. souzat19 22 de novembro de 2010 at 17:34 #

    Achei lindo o padrão de camuflagem!

  5. Fabio ASC 22 de novembro de 2010 at 17:45 #

    Esse fuzil utilizado pelo EB é desproporcional em qualquer teatro afffffff

  6. Marine 22 de novembro de 2010 at 18:08 #

    O “bisonho” parece estar efetuando algo que muito “bisonho” de primeiro-mundo faz. Ele aparenta estar averiguando se o o cano da arma esta limpo e ou livre de qualquer obstrucao.

    Isso fica claro pelo fato de que na foto os soldados estao obviamente passando por uma inspecao e um dles esta co sua arma numa posicao de ser inspecionada.

    Sds!

  7. Felipe Lima 22 de novembro de 2010 at 18:39 #

    Ao fundo da foto teria Militares “Gorro Preto”?. Muito raro ver gorro preto. Durante o tempo que servi, vi apenas um. Talvez seja por isso que não são reconhecidos do lado de fora da corporação, é uma pena…

  8. Johan 22 de novembro de 2010 at 20:09 #

    O nome desta inspeção se não me falhe a memória chama-se apronto operacional em que não só o combatente, mas também sua ferramenta de trabalho (fuzil) e os equipamentos em geral são inspecinados. Notem que o combatente que está sendo inspecionado esta com o ferrolho na mão e os pertences dele estão sobre um saco plástico (saco impermebilizante) para que a mochila sirva de “boia” na travessia de um curso d’água ou, pelo menos, não ajudar o guerreiro afundar rsrs. Neste momento se o fuzil não estiver limpo afff o cara tá fud*** eu mesmo peguei pernoite só pq o oficial achou que o saco plástico não era ideal!

  9. Infa 22 de novembro de 2010 at 20:12 #

    Famoso gibão, no calor da caatinga deve ficar uma beleza pro combatente! tai um estagio que sempre tive vontade de fazer, parabéns aos guerreiros!

  10. Mario no japao 23 de novembro de 2010 at 0:40 #

    que bom que temos tropas especializadas para cada regiao do brasil pois esses sendo conhecedores da sua regiao tem muito ms vantagens que tropas inimigas de outros paisses

  11. Mario 23 de novembro de 2010 at 5:40 #

    Que uniforme feio!
    O exercíto poderiam fazer um melhor, não é?

  12. Mario 23 de novembro de 2010 at 5:42 #

    Desculpe, digo exército e não “exercíto”.

  13. W@sh 23 de novembro de 2010 at 9:32 #

    Noossa !!! Caraca !!! Encomenda uma mais bonitinho com o Victor Vallentin.
    Gente uniforme não tem que ser bonito. Tem que ser funcional. Esse uniforme específico para a caatinga foi desenvolvido após muitas pesquisas sobre as peculiaridades da regiao. Resistência do material a ser utilizado, etc. Aí me vem um “especialista” e diz que deve ser mudado pq é feio. Dá-me paciência.

  14. SABRE 23 de novembro de 2010 at 10:42 #

    Cadê os coletes balisticos?

  15. Marcos.T 23 de novembro de 2010 at 10:58 #

    Alguem já viu de perto esses uniformes?
    Aquela parte em marron sería de couro?(proteção contra os espinhos suponho) Afinal o vaqueiro da Caatinga usa uma roupa inteira de couro pelo mesmo motivo (inclusive sua montaria).

  16. Andre de POA 23 de novembro de 2010 at 11:18 #

    Se os yankees que participam de treinamento na amazônia não aguentam o rojão, queria ver eles ralando neste mar de espinhos que é o sertão..

  17. W@sh 23 de novembro de 2010 at 14:17 #

    Exatamente Marcos. Os uniformes são confeccionados em couro para resistir as peculiaridades da vegetação local.
    Quanto aos coletes balísticos, como indagou o amigo SABRE, seria impossível suportar o calor escaldante, num ambiente completamente inóspito com o peso e volume dos coletes. Assim como teriam que ser revestidos de material diferenciado, talvez couro, pelos mesmos motivos do uniforme. Repare que entre os guerreiros de selva, tb não são usuais os coletes balísticos devido as especificidades do terreno.

  18. Vader 23 de novembro de 2010 at 14:33 #

    Na boa, como apareceu guerreiro de poltrona nesse post hein? Que horror…

    Pessoal, não sabe pergunta, mas não sai falando bobagem…

  19. Vader 23 de novembro de 2010 at 14:35 #

    “que uniforme feio”

    Oras, mande uma carta pro CMNE pedindo pra eles fazerem uma licitação na Louis Vuitton… :)

  20. fuzileiro 23 de novembro de 2010 at 14:43 #

    W@sh disse:
    23 de novembro de 2010 às 9:32

    Noossa !!! Caraca !!! Encomenda uma mais bonitinho com o Victor Vallentin.
    Gente uniforme não tem que ser bonito. Tem que ser funcional. Esse uniforme específico para a caatinga foi desenvolvido após muitas pesquisas sobre as peculiaridades da regiao. Resistência do material a ser utilizado, etc. Aí me vem um “especialista” e diz que deve ser mudado pq é feio. Dá-me paciência.
    ______________________________________________

    Poís é, e eu que fiz parte dessa pesquisa ralando no meio da caatinga com meu pelotão, onde a temperatura durante o dia é sufocante e a noite congelante, com uniforme convencional em que a progressão é extremamente lenta devido aos espinhos ficarem prendendo e segurando constantemente o equipamento e a farda além de ferir o combatente. E depois ficar preenchedo relatórios sobre as dificuldade encontradas e sugestões, aí vem um “especialista” pra dizer que a farda é feia !!!! afff…

  21. Freire 23 de novembro de 2010 at 14:43 #

    Valeu Vader, rrsss

  22. MN Gonçalo 23 de novembro de 2010 at 15:01 #

    Concordo que o uniforme tem que ser funcional! Mas que é feio é!!!

  23. Seal 23 de novembro de 2010 at 16:18 #

    O 72º BIM está incrustado em uma das regiões mais inóspitas do mundo;ocupa praticamente 70% do nordeste brasileiro e é conhecida como Caatinga,que significa “mata branca”.

    O uniforme usado pelo combatente de caatinga é único no EB.Assemelha-se à vestimenta típica do vaqueiro noedestino.Sua cor é caqui e apresenta reforços em couro nos braços ,pernas e também no peito,visando assim,maior proteção contra a vegetação espinhosa e ao solo pedregoso.O chapéu,conhecido por “beija santo”,é dotado de abas,confere proteção contra o sol escaldante e também apresenta detalhes em couro.

    A 2º Tenente Michele Paschoal,foi a primeira mulher a se formar guerreira de Caatinga no Exército Brasileiro.

    Música dos guerreiros da Caatinga:

    Senhor!

    Vós que fostes sábio ao criar os rios e os mares
    Pareceis ter esquecido do nosso sertão
    Vós que destes aos homens
    A terra para dela tudo tirar
    Não nos destes a mesma sorte
    Porém,hoje,oh! Deus,
    Vejo quão generoso fostes
    A nós “Guerreiros de Caatinga”
    Deste-nos a resistência ao sol,
    A sapiência para da natureza tudo aproveitar,
    A força de vontade para continuar a lutar
    E ante o inimigo jamais recuar,
    Obrigado Senhor Deus,
    Porque criaste um ambiente
    Onde um ser humano comun não possa sobreviver,
    Pois só os perseverantes,
    E os fortes de espírito,
    Aqui conseguem lutar!

    Pátria! Brasil! Caatinga!

    2º Ten Inf Laércio Arzambuja da Rocha

  24. Seal 23 de novembro de 2010 at 16:53 #

    É a única unidade do EB a oferecer esse treinamento todo especial que ministra importantes instruções e conhecimentos sobre os alimentos de origem animal e vegetal disponíveis na Caatinga, bem como técnicas de construção de abrigos e armadilhas.Assim,existem os seguintes estágios: EAC(Estágio de Adaptação na Caatinga0 e o EAOC(Estágio de Adaptação e Operações na Caatinga),não só para integrantres das Forças Armadas,mas também para Forças Auxiliares e militares de nações amigas.

    Nesses locais são ministrados instruções como características da área de operações e do sertanejo; higiene e primeiro socorros;emprego do GPS; ofidismo;alimentos de origem animal e vegetal,obtenção do fogo e da água na caatinga,orientação diurnae noturna,óculos de visão noturna,tiro com meios optrônicos,abrigos e armadilhas,tiro de acão reflexo,antenas improvisadas;técnicas de sobrevivência e patrulhas.

  25. alex 23 de novembro de 2010 at 18:48 #

    Pra quem ja teve a oportunidade de fazer treinamento na caatinga,sabe que operaçoes em floresta amazonica ou outro tipo de mata e mamão com açucar.quem matou a sede com “cabeça de frade”sabe a dureza da ralaçao.

  26. claudio (R J) 23 de novembro de 2010 at 19:23 #

    1. jandson disse:
    22 de novembro de 2010 às 16:31
    é impressão minha ou tem um bizonho olhando detro do cano da arma do parceiro à frente?

    1. Jesus Baccaro disse:
    22 de novembro de 2010 às 16:35
    É impressão minha ou tem um bisonho que não notou que a arma está aberta para inspeção? Ou seja, sem o menor risco para o “bisonho” em questão!!!! KKKK

    1. Mario disse:
    23 de novembro de 2010 às 5:40
    Que uniforme feio!
    O exercíto poderiam fazer um melhor, não é?.

    Military experts.

  27. SABRE 23 de novembro de 2010 at 22:11 #

    W@sh ,creio que o uso ou não do colete não seria bem pelo calor, por que numa guerra o soldado vai ter que usar, já andei na floresta todo paramentado, do mais se o soldado for da região não sente tanto quanto soldados de fora que estão fazendo treinamento, é igual quando meus amigos vem para a amazônia,quando os caras estão reclamando de calor eu tô achando frio!Mas falando sério creio que as FA deveriam ter mas apreço as fotos que já disponibilizadas pela assesoria de imprensa,tipo se sabem que aquela foto vai ser publicada manda os soldados usarem todos os equipamentos(incluindo os coletes, sabemos que no dia a dia nãom usam ,mas fica bem na foto) Abraços companheiros!

  28. Marine 23 de novembro de 2010 at 23:14 #

    A questao do colete ou “body armor” e uma que foi abordade pela OTAN no inicio das operacoes no Afeganistao.

    Antes de 2001 tambem era comum o soldado nao usar seu colete em ambientes quentes e de deserto assim como os humidos e de selva. Apos os inicios dos combates e a obvia protecao de que tais coletes proporcionavam ao soldado inclusive ajudando ate mesmo no moral da tropa, o uso deles e hoje mandatorio mesmo em ambientes acima de 40 graus com todo o equipamento e as demandas do combate moderno.

    Sendo assim, imagino eu que apesar do soldado da Caatinga hoje em tempo de paz nao os utilizar, com certeza caso um conflito venha a ocorrer tais coletes poderiam se tornar obrigatorios tambem.

    SF!

  29. Sabre 24 de novembro de 2010 at 10:09 #

    Concerteza prefiro ficar com calor a levar uma bala no peito( vemos fotos dos soldados Chilenos no deserto de Atacama de colete, será de o sertão é mais quente?),só comentei pelo fato das FA brasileiras sempre libera as fotos mais toscas possíveis,se vai tirar uma foto que vai rodar o mundo mostra o que tem de melhor, é isso que as FA dos outros países fazem,é questão de marketing, sabemos que o exercíto tem coletes e outros fuzis que não o FAL, mas nunca aparecem em foto!

  30. Vader 24 de novembro de 2010 at 12:22 #

    Uma coisa que achei excelente nas fotos foi o uso aparentemente obrigatório de facão no cinto, pela tropa de caatinga.

    Muito provavelmente o facão é o equipamento mais útil a se levar para um ambiente inóspito e com cobertura vegetal intensa. Dá pra se fazer tudo com ele: de abrir picada a tapiri, de armadilha e estacas punji a comida. E se bobear ainda serve como arma.

    Na sobrevivência usávamos também, mas os instrutores nos obrigavam a carregar escondido nas costas da mochila, pois não é padrão do EB (tínhamos que comprar do bolso), o que dificulta o acesso.

    Sds.

  31. Almeida 24 de novembro de 2010 at 16:29 #

    Fui oficial FN na MB por 2 anos.

    Sei do trabalho envolvido na confecção deste uniforme, e de outros uniformes militares.

    Sei que existe toda uma tradição à respeito das cores dos coturnos.

    Mas não seria hora de termos equipamentos mais adaptados aos cenários de emprego das tropas? Mais especificamente, fuzis, coletes, capacetes, acessórios e coturnos condizentes com o restante da camuflagem?

    Esse monte de itens pretos no meio da camuflagem da caatinga me salta aos olhos…

    Posso estar falando bobagem, já que sei que temos militares de carreira aqui no blog. Por isso mesmo minha pergunta, por favor me esclareçam.

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