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Conheça os aviões C-23B Sherpa oferecidos ao Exército Brasileiro pelos EUA

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C-23B Sherpa

Com base nas informações recebidas do FMS, em reunião realizada em 28 JUL 17, por teleconferência na DMat, foi recebida a numeração das 4 (quatro) aeronaves C-23B+ SHERPA, oferecidas ao Exército Brasileiro pelo Governo Americano, conforme Documento Nr 14-021 / Congress Authorization e seus respectivos Tail Numbers (números de cauda):

  • 93-1321, 93-1334, 93-1335 e 94-0310.

Com base nas informações acima e com os dados já previamente levantados no Relatório
de Inventário da Frota C-23 SHERPA, de Fev 17, destaca-se abaixo, as primeiras informações e fotos disponíveis em diversos sites da Internet, que identificam as 4 (quatro) aeronaves pelos seus Tail Numbers, possivelmente, as primeiras aeronaves de Asa Fixa do Exército Brasileiro.

Para baixar o arquivo em PDF com mais informações sobre as aeronaves, clique aqui.

53 COMMENTS

  1. Seria uma ótima aquisição por exercito, uma aeronave como grande capacidade de carga e de fácil manutenção…Mais uma vez o exercito dando uma aula de gestão de pouco recurso…Pessoa da Marinha esta precisando de fazer um estagio por lá…

  2. Excelente aquisição…a principio serão só 4 para criar uma doutrinação de operação, partir de 2020 o exercito pretende ter a menos 12 aeronaves de asas fixas….

  3. Se me lembro bem, a FAB não comprou uns C212 Aviocar novos ? Pq o EB não compra do mesmo e novo para padronizar ? Sem conta que pqp, EB de novo comprando sucata ?

  4. Olha, é claro que é um alento, mas não sei se foi a melhor opção. O M28 me parece mais robusto e adequado ao EB, bem como ao cenário amazônico. O sherpa deixou de ser produzido a muito tempo, enquanto o M28 ainda está em produção, o que por si só já garante uma maior facilidade logística.
    Se vier, que seja bem vindo.

  5. Delfim, o EB estava querendo comprar uma aeronave só, que já estava bom para ele. A ideia é usá-lo de Manaus em diante. Ou seja, dos grandes centros até Manaus, a FAB continuaria prestando serviços ao EB.
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    Wener, a FAB não comprou C212. Ela cogitou fabricá-lo no Brasil, mas desistiu – ou desistiram por ela.
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    Satyricon, também preferiria aeronaves novas, como o M28 ou o Gran Caravan para padronizar com a FAB.

  6. aeronaves usadas a preços módicos para o exército da o pontapé inicial na operacionalização de aeronaves de assalto fica. depois, havendo disponível recursos se pensa em aeronaves novas…

  7. Essas aeronaves são prioritariamente para o CMA utiizar em apoio aos Cmdo Front e PEF, pois estava caro demais a hora de voo pros Heli e estes deixavam de ser empregados com a tropa em missões operacionais.
    A Anv escolhida passou por diversos testes, junto com outras.
    Sds

  8. Qual a vantagem dessa aeronave? A FAB tem tantos Bandeirantes e Brasilia! Tem rampa traseira? Qual a capacidade de carga em relacao as utilizadas hoje no apoio na Amazonia?

  9. Fabio, Eh isso ai! Sou muitissimo grato ao EB por ter me ensinado tanto a respeito: Gestao de recursos! Tudo no EB eh pensado dessa forma: “Eh necessario comprar? Eh o melhor que se pode comprar? O preço eh justo? Ha como ser mais barato?” E por ultimo e nao menos importante! “Lembre-se sempre! O seu Exercito possui poucos recursos e estamos pg por isso!”
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    Qtos helis o EB comprou de “primeira leva”? foram 12 “de cara’? – Muito ja se comentou “por ai”, mas (a excecao dos novatos por aqui), parece que eh dificil de entender: AERONAVES NAO SAO CARROS! Q se compra e sai usando…
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    Apos comprar uma nova aeronave (sobretudo um vetor nunca utilizaado antes), tem todo um processo por traz: Treinamento dos pilotos, co-pilotos, pilotos q darao instrucao aos futuros pilotos, manutencao da celula, dos motores, logisticaa, etc… etc…
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    acho sim q os “gran caravans”, prestao um excelente serviço na força, mas a falta de uma rampa traseira…
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    Tb acho q os M-28 seriam uma excelente aquisicao, no “estado da arte”, mas a falta de uma rampa traseira…
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    EU, particularmente, tb achava q os CASA c212 seriam a melhor opcao, como forma de “padronizar” (fornecedor), construir creio q seria inviavel (baixa demanda), mas… opiniao pessoal… Acredito q o EB tenha tido seus motivos p escolha… E confio nela!
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    Relembrando de outro topico: “Oramos p melhor, trabalhamos o q recebemos”

  10. Em tempo…
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    Acredito que os C-23 Sherpas tenham sido sim uma boa compra…
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    (Apesar de acreditar q de perfil parecem um bb de “fralda cheia”… rs)

  11. O Casa 212 teria sido um bom avião na FAB, mas optaram pela modernização do C-95 que vai dando conta do recado a um custo menor.
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    O Brasil até poderia exportar alguns, pois seria o único fabricante no ocidente deste avião que hoje novo só tem o Twin Otter canadense sendo fabricado, ainda existe o Dornier 228 que é uma produção com célula feita na Índia e acabada na Alemanha pela RUAG suiça.
    Com a desistencia brasileira a Airbus nesta cerimônia da foto transferiu a produção mundial do C-212 para a PT-DI estatal da Indonésia que o atualizou com glass cockpit e está exportando, esta semana entrega dois para as Filipinas. Ainda este ano deve voar o novo N219, a versão para passageiros da PT-DI para o mercado asiático, sem rampa e com nova cauda e asas otimizadas.
    Foto: O Vice-Presidente Sênior de Relações Militares, Estratégia Comercial e Industrial, na Ásia, para Airbus, Ignacio Alonso transferindo linha de produção do C-212 para o Pres. da Indonesia Aerospace(PT-DI) Eng. Budi Santoso.
    . http://img.antaranews.com/new/2012/11/ori/20121108kerjasama-ptdi.jpg

  12. a escolha do Sherpa já estava acertada. Preço acessível fornecimento de peças de reposição disponíveis, manutenção desejável. provavelmente os outros virão. Concordo com o Sr. Agnelo Moreira.

  13. Das opções estudadas pelo EB essa era a mais barata e ainda vinha com um plus (que é a rampa traseira), coisa que nenhum dos outros aviões que foram apresentados tinha. Seria complicado o EB comprar as 11 células de uma vez só, pegaria não só na questão financeira, mas também na falta de pessoal qualificado para operar/manter a aeronave. Ainda assim, espero que o EB já tenha deixado pelo menos engatilhado um acordo para adquirir as outras células em um futuro próximo

  14. Por mim o EB pegava o C295, mesmo que sendo menos unidades..
    Idem para a MB com os Traders..
    Melhor padronizar com a FAB, definitivamente não são os meus preferidos mas já que estão aí que se tornem o padrão.

  15. Eu penso q está decisão nas atuais CNTPs e equivocada, porque?
    Porque anv não teve escala de producao, foram fabricadas pouco mais trezentas células, e hoje praticamente não há mais logística e nem operadores. O EB terá de contratar todo um CLD para dar apoio a anv, bem como modernizar sistemas de vôo o que estão descontinuados e indisponível
    Tudo isto.vai gerar um custo alto para fazer rodar a operação, com dinheiro q o EB não tem.
    Então eu acredito que, ou se mantinha o sistema atual de aluguel de anvs civis ou se adquiria o Gran Caravan que possui toda a manutenção logística no Brasil e o EB não precisaria criar toda estrutura,as apenas nível I .

    G abraco.

  16. Concordo com o Juarez. O EB deveria ter aceitado a oferta de C-95M da FAB, que por sua vez, poderia adquirir mais 6 C-295.
    Com 18 C-295 seriam 3 esquadrões, fora o 2º/10º: um no norte, um no centro-oeste e um novo no sudeste, provavelmente na Ala 13 (SP). Essa solução, além de proporcionar maior padronização de meios, possibilitaria a extinção dos ETA.

  17. Sim, eu sei, alguns vão dizer que o Caravan não tem rampa traseira,ok opera com meia dúzia de Caravan, quando as coisas melhorarem compra o 295 e aproveita a logística da FAB.

    G abraco

  18. Um questionamento???

    Se o EB optar por este avião, quantos anos eles ficaram operacionais??

    Vejam, o avião é rustico e é BBB (Bom, bonito e barato)

    É O QUE O EB E OS MILITARES BRASILEIROS QUEREM!!

    Na realidade a EMBRAER poderia produzir um avião destes, mas, os custos de desenvolvimento e possível não venda futura, enterram qualquer sonho!

    A única saída é fazer parte de um projeto.

    Para não dizerem que sou antiamericano (na realidade eu não tomo partido de nenhum lado), a não ser do Brasil!

    Eu concordo com a aquisição deste avião, melhor do que nada!

    Agora, que eu acho estranho alguns companheiros aqui deferenderem os Estados Unidos, realmente é muito ESTRANHO. Não é estranho um pensamento crítico, agora, alguns levam para o PESSOAL.

  19. País desorganizado, exército investindo em aviação, aeronáutica em infantaria e marinha em aviação embarcada sem porta-aviões. O único investimento garantido é 90% em folha de pessoal, com militares se aposentando aos 40 anos

  20. Adriano Luchiari 30 de julho de 2017 at 11:33
    ………..O EB deveria ter aceitado a oferta de C-95M da FAB,……..
    Houve esta oferta? Nunca ouvi falar. Se tivesse havido deveria ser aceita na hora.
    .
    Juarez, tambem acho que o Caravan seria uma excelente opção nesta fase inicial, mas vejo o C-23 como uma forma de implantar ja dentro de um conceito multimotor mais pesado, o que é válido. Vai dar mais trabalho neste início mas estarão aptos a algo maior como um CN-235 no futuro.
    Quanto ao C-295, tenho visto que os outros Exércitos mundo afora estão voando na sua grande maioria aeronaves até o CN-235, não passam desta faixa.
    .
    Pgusmao, o EB é um dos únicos Exércitos da América do Sul que não tem seus aviões, os outros tem seus Caravan, C-212, DHC-6 e NC-235.
    . http://fly-news.es/wp-content/uploads/Fidae012.jpg

  21. Strobel, e que apesar de termos sido companheiros de farda, tu analisa sob a visão do” TER” e eu, sob a ótica do “MANTER”, apesar dos sufixos serem parecidos os sentidos e os objetivos são diferentes.

    G abraco

  22. Interessante é que os C-23B+ Super Sherpa não foram aeronaves adquiridas novas baseadas no Short 330, foram Short 360 civis compradas usadas e convertidas para o US Army com troca da seção traseira que recebeu uma com rampa e deriva dupla. O que é uma vantagem, enquanto as outras versões do C-23 baseadas no Short 330 são da capacidade de um C-95, o Super Sherpa leva 37 passageiros, maior do que um C_120 Brasília, da capacidade de passageiros de um EMB-135.
    .
    Super Sherpa C-23+: Short 360 aircraft purchased as used aircraft by the U.S. Army and modified by the West Virginia Air Center (WVAC) for the replacement of the rear fuselage of the Short 360, with its single tall fin, with the twin tail and rear loading ramp of the Short Sherpa. 28 civil aircraft were modified.
    Short 360: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/1/17/Tiara_Air_Shorts_360_Dallimonti.jpg/800px-Tiara_Air_Shorts_360_Dallimonti.jpg

  23. Juarez, em alguns momentos tem que se ousar um pouco, o EB pode manter 4 Super Sherpa e fincar o pé nesta aviação multimotor para 37 passageiros, não é nenhuma compra absurda.
    Eles podem ter e manter estes 4 aviões, melhor seria se pudessem comprar 4 Viking Twin Otter canadenses zero hora, mas no momento não da.

  24. Strobel esta anv e exclusiva e tem uma série de itens que foram feitas somente para ela, não hora que ser pau, vai ser a nem o Bufallo, que um hélice feita sob encomenda custava a metade de um PT 6 .

    G abraco

  25. Vamos ver como vai ser feita a instrução dos pilotos, no caso dos pilotos para o C-1 Trader da MB o FAB formou no T-25/T-27 da AFA e C-95 do Rumba em Natal.
    No início não vale a pena o EB ter a própria estrutura para formar pilotos, mas no futuro pode vir a ter, várias Exercitos e Marinhas mundo afora formam seus pilotos, como o objetivo é formar pilotos de transportes leves e no caso das Marinhas pilotos de patrulha tambem, basta um monomotor padrão Beech/Piper/Cessna na fase de instrução inicial até IFR e depois um bimotor.
    Este é o Socata TB-10 Tobago monomotor de instrução inicial até IFR da Marinha da Indonésia, depois o aluno faz o curso de Multimotor no GAF Nomad australiano que pode ser visto ao fundo e está formado e apto a ser direcionado aos esquadrões.
    Estão trocando os TB-10 Tobago por Beech G-36 novos e os GAF Nomad por NC-212, seis monomotores e três bimotores ja é o suficiente para se formar pilotos de transporte.
    . http://www.dutchaviationsupport.com/2008-2/Fuerza-2/Navy/SCN%20SOCATA%20(EADS)%20TB%2010%20Tobago%20GT%20SU-200%2002.JPG

  26. Tem alguns comentários que chegam a ser impressionantemente absurdos…

    Juarez, qual a ideia? Qual a sua fonte?

    Pilotos do EB com curso de asa fixa na FAB?

  27. Não é ideia é fato, o EB tem uns dez ou doze pilotos que fizeram asa fixa, voaram T 25, e T27 só não fizeram multi motor, ainda.
    Ficou alguma dúvida?????

  28. Deve ser um projeto tão secreto, mas tão secreto, que não contaram para ninguém…
    Estou na AvEx há 12 anos, e te garanto que está falando besteira…

    Ficou alguma dúvida?????

  29. Sim ficou, qual Avex que tu estás, a do EB ? Teve uma grupo de pilotos voando T25 e T 27 inclusive um major, a não ser que eram espiões.

  30. Sendo da Avex, do EB, tu bens deve saber que havia um projeto semelhante aquele da década de noventa , quando a FAB cedeu em regime de “aluguel” cinco Bandecos para o EB operados por tripulações da FAB, a ideia era fazer isto com Caravans da FAB, usando tripulações do EB. O assunto não foi adiante pela indisponibilidade de células a serem cedidas pelo atraso ocorrido na modernização dos Bandeirantes que sobrecarregou a frota de Caravan então se iniciou a formação de um núcleo de pilotos que operariam estas anvs, futuramente as anvs do EB e ainda seriam instrutores.

    G abraço
    Mais alguma dúvida???

  31. Pois é Juarez…
    Deveriam ser espiões, ou seres mágicos, ou até gnomos… Mas pilotos da AvEx voando T25, T27 e preparando pra voar multimotor, de 10 a 12?!
    Ou vc está tentando desinformar os leitores, ou está insistindo em manter-se mal informado…
    E sim, sou integrante da Av Ex do EB

  32. Nunca ouvi falar destes pilotos do EB de asas fixas, acharia até interessante a ideia de formarem alguns, até creio que ja deve ter gente da Av Ex com curso civil.
    Se tiver alguns Oficiais com curso de Piloto Comercial IFR multimotor, ou mesmo monomotor ja será um grande passo.
    Mas podem fazer o curso com o US Army que usa para conversão de pilotos de helicoptero os 6 Grob G120TP e 10 Beech King Air(C-12U).

  33. No primeiro projeto que foi tocado com Bandeco eram pilotos fabianos, o segundo que seria com Caravan, seriam anvs da FAB com pilotos do EB, que tornariam-se o núcleo da futura av. de asa fixa do EB.
    Estes pilotos(não sei exatamente o numero entre 6 e 10 )) fizeram PP em aeroclube, depois voaram T 25 e T 27, o que em principio os habilitaria a voar após conversão operacional em Caravan.
    Não tenho pretensão nenhuma de desinformar, muito pelo contrário a ideia e sempre descortinar os “panos pretos”, e tentar mostrar a realidade, mesmo as vezes tendo que lidar com A 2 mal educados, sei que não é o teu caso.

    G abraço

  34. O EB ja teve um avião Beech Baron 55A, o único C-55 da FAB, operado pelo 2º ETA para o Comando Militar do Nordeste – Recife, mas se acidentou no início dos anos 90. Havia a ideia do EB adquirir mais aviões e a FAB operar para uso exclusivo de missões do EB nos ETA. Infelizmente não foi para a frente.
    A aeronave saiu da pista em um pouso no interior e bateu em umas toras de madeira com o General a bordo, foi vendida a um médico que recuperou a aeronave na Oficina Bravam em Recife. Eu me lembro porque um colega meu estava pilotando a aeronave na hora do acidente sem feridos.
    Tinha o nome pintado na fuselagem de “Marques ou Barão de Caxias”, eu me lembro bem disso porque na escola a gente aprende “Duque de Caxias” e me chamou a atenção, um dia estava de serviço e perguntei ao General porque não usavam o nome “Duque de Caxias”, ele me disse que esta é esta fase que eles preferiram homenagear.
    Fui verificar agora e realmente ele recebeu estes títulos de nobreza, Barão de Caxias em 1841, Conde de Caxias em 1845, Marquês de Caxias em 1852 e Duque de Caxias em 1869.
    Como “Duque de Caxias” ele foi mais ligado a atividade política como rico fazendeiro produtor de café e Senador que na época do Império era eleito vitalício, só tinha nova eleição quando o titular morria.

  35. Pgusmao 30 de julho de 2017 at 13:05

    Tá uma bagunça mesmo…
    Até hoje não engulo aqueles helicópteros de ataque operados pela Força Aérea. Agora o Exército operando aviões de transporte… Acho que o lance é fazer de tudo e um pouco misturado. Vai que dá certo.
    Enquanto isso, os custos…

  36. EduardoSP, pois é o ideal seria o EB adquirir uns Bandecos ou Caravans facilitando a logística e manutenção e digo ainda mais: o ideal seria manter a manutenção e, quem sabe, até os pilotos da FAB, mas os aviões ficarem de uso exclusivo para atender o EB na amazônia, este por sua vez, pagando o custo a FAB para mantê-los, mas como estamos no Brasil, onde nenhum plano é concluído plenamente e tudo é feito individualmente sem interação entre as forças…

  37. Juarez, só por curiosidade pura( a qual já tenho a tempos) vc é militar da ativa ou reserva de algumas das três forças???

    Sds.

  38. O Brasil sendo Brasil.
    O EB estaria pegando um refugo do US Army . Ao meu ver a melhor opçao para o serviço de formiguinha que EB deseja seria o M28 ou twin otter pois teria a maior numero de peças de reposiçao.

  39. Eu acredito que para desenvolver doutrina no EB, os Bandeirantes modernizados estariam de ótimo tamanho, a questão é saber se existe unidades disponíveis na FAB, em boas condições, para tal empreitada. Porém, contudo, todavia, se o EB acha que já tem aviadores e mecânicos capacitados que possam avançar para uma aeronave com melhores capacidades (que é o que parece ser do Sherpa em relação aos Bandeirantes), eu não tenho objeção (já assimilei a ideia do EB ter aviação de asa fixa, mesmo não concordando no início).
    .
    Se serão apenas quatro unidades, veremos no que vai acontecer posteriormente a isto. É dar tempo ao tempo e torcer para que tudo ocorra conforme o esperado, ou seja, que o EB tenha êxito na implantação da sua aviação de transporte tático. É o que eu penso.
    .
    Até mais!!! 😉

  40. Tudo errado Juarez 30 de julho de 2017 at 11:14
    Walfrido Strobel tudo errado.
    Não temos grana para essas aventuras.
    Tem Bandeco sobrando na FAB, basta passa-los ao padrão M.
    Essa porra ai de IJ vai ser um pesadelo na Log e na Manut.

  41. Parabéns ao Exercito Brasileiro ,esses Aviões são muito utilizados no transporte rápido de tropas , material Bélico , desce em pequenas pistas e baixa manutenção , além do preço baixo de aquisição , bom exemplo para o Governo.

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