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Exército vai inspecionar tanques Leopard 1A5 na Itália e Suíça

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Leopard 1A5 italiano

EXÉRCITO BRASILEIRO

PORTARIA Nº 939, DE 2 DE AGOSTO DE 2017.

Designação para viagem de serviço ao exterior. O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 4º da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, alterada pela Lei Complementar nº 136, de 25 de agosto de 2010, combinado com o art. 1º do Decreto nº 8.798, de 4 de julho de 2016, e considerando o disposto no art. 20, inciso VI, alínea “i”, da Estrutura Regimental do Comando do Exército, aprovada pelo Decreto nº 5.751, de 12 de abril de 2006, e o que prescreve a Portaria nº 545-MD, de 7 de março de 2014, resolve DESIGNAR os militares a seguir nomeados, todos da D Mat, para realizar inspeção dos blindados VBC CC Leopard 1A5 (Atv PVANA Inopinada X17/760), na cidade de Villese, na República Italiana, e nas cidades de Tune e Zurique, na Confederação Suíça, no período de 1º a 10 de setembro de 2017, incluindo os deslocamentos:

Cel QEM R/1 ARTHUR ROZENDO DE CAMPOS LEITE, Prestador de Tarefa por Tempo Certo;
Ten Cel QMB MARCO AURÉLIO DUARTE SILVA;
Ten Cel Cav MARCOS ANTONIO SILVANO DOS SANTOS;
e 1º Sgt MB/Mnt Armt NILSON ROBERTO DA SILVA.

FONTE: Boletim do Exército nº32 de 2017/COLABOROU: Manuel Flávio

223 COMMENTS

  1. Opa, prevejo aquisições….. 🙂 A propósito, como está nossa situação atual? Temos quantos Leopards??

    Boa tarde a todos

  2. Qual o estado de conservação deles?

    A intenção é comprar a totalidade? Munição incluída?

    Há uma estimativa dos custos?

    Em todo caso,, como leigo, considero muito positiva tanto a avaliação quanto a possível aquisição.

  3. Putz,

    mais velharia!!

    Museu Exercito Brasileiro!!

    Tenho uma pechincha para o MEB, um blindando da GUERRA DO PARAGUAI, novinho em folha.

    Santo Deus!!

    Em vez de mirar nos leopard 2A4, vão trazer mais tranqueira.

  4. Claro vamos comprar um tanque 2A4 pelo preço de 5 leopards 1A5 para invadir o Paraguai que ainda usa tanques da segunda guerra mundial, ou a argentina e Bolívia que mal tem forças armadas.

    Uns 80 Leo 1A5 pra substituir de vez os m-60tts e os leo 1a1 já esta de bom tamanho. Mais alguns gepards também viriam a calhar

  5. Caramba que notícia boa! Leopard 1 é perfeito para a nossa região, além de ser favorável em vários aspectos: preço, manutenção, peso, armamento etc…
    Bem que o Exército Brasileiro podia dar um sinal de interesse no projeto do Ariete 2.
    Muito bom!

  6. De novo este assunto ?????

    “…FERNANDO 31 de agosto de 2017 at 14:44
    Putz,

    mais velharia!! Em vez de mirar nos leopard 2A4, vão trazer mais tranqueira…”

    Leopard 2A4 não tem como ser usado no Brasil, temos limitação de peso nas rodovias, nas linhas férreas , pontes, temos problemas com a largura dele em muitas pontes por ai e ele não cabe nos trens que usamos no Pais… Simples assim, o prof. Bacchi ja explicou esta limitação umas 100x aqui… Pesquisem !!! Não custa nada, para não passar vergonha em publico depois.

    Nosso limite de “peso” é o Leopard 1A5, acima dele teremos serios problemas…

    [ ]´s

  7. “Tamandaré 31 de agosto de 2017 at 14:13
    Opa, prevejo aquisições….. 🙂 A propósito, como está nossa situação atual? Temos quantos Leopards??”
    Temos 4 RCC com o Leo A5. 220 ao todo.
    Precisa de mais 28 por RCB (13 por Esqd, certeza, e mais 01 Cmt e 01 S/3, se não me engano). 28 pro 4o RCB q está com o M-60 e 28 pra cada um dos outros 3 q tem o Leo A1.
    Sds

  8. É irônico que o Osório continua sendo mais moderno que esses Leopard-A1.

    Quando a inevitável Guerra Civil brasileira estourar graças a infantil luta de classes promovida pelo PT e a direita xucra, acho que a China não terá dificuldades em pacificar o Brasil.

  9. sub-urbano 31 de agosto de 2017 at 15:47

    Amigo, tem lugar mais adequado na internet para esse tipo de comentário. Não creio que aqui seja o local mais adequado.
    Sds.

  10. O inventário atual do EB é o seguinte: 216 Leo 1A5 nos 04 RCC. 39 Leo 1A1 em tres RCB do RS, 28 M-60 no RCB do MS.

    Hoje precisa padronizar os quatro RCB ou ao menos 3 deles vale dizer, ao menos 81 carros.

    E se forem inteligentes, os M-60 manda pra Roraima e os Leo 1A1 faz uma reserva blindada pra servir de força opositora nos treinamentos no Saicã.

    Sobre o Leo 2, seria ótimo, se não fosse o preço de um milhão de euros a unidade ( preço pago pelo Chile). Pra comparar o Cap. P, hoje na reserva, que foi buscar eles na Alemanha e fez o desembaraço aduaneiro me disse pessoalmente que o valor dos Leo 1A5 foi de R$ 512.000 por unidade. Ou seja, um Leo 2 A-4 compra 6 1A5. Um A7 a seis milhões cada ou mais compra mais de 12 A5.

    PS, o CFN também poderia ampliar seu batalhão de carros. Hipotese de uso é 99% como força convencional e carros mais pesados não deveria ser descartadps.

  11. sub-urbano 31 de agosto de 2017 at 15:47

    Sonho seu, sonho seu……………… isso não irá acontecer, para decepção da esquerda…………
    sem falar que o sofrimento de Dirceus e demais pulh@as, por tudo que fizeram – e tentaram fazer, como incitar uma futura guerra civil, está ainda no começo…………………..

  12. Colega, veja os comentários sobre carros de combate (CC) no cenário moderno………… no tópico:

    http://www.forte.jor.br/2017/08/25/russia-encomenda-novos-tanques-t-90m/

    Aprende-se muito ali, se tiver cabeça aberta e boa vontade, claro. Para que pagar 7 ou 10 milhões de US$ num carro de combate que será potencialmente destruído………. por um míssil de US$ 100.000,00……….. Acho que não por acaso, os grandes exércitos da Europa tem hoje uma quantidade mínima de CC ativos………….. Holanda, se não me engano, até abriu mão deles, para vc ter idéia………

  13. Excelente aquisição, para as nossas tropas e estradas está bom demais da conta, o EB tem que dar nó em pingo d’água. Depois, se Deus quiser, muitos e muitos M198 ou M777, e um punhado de Chinooks via FMS, assim fecha com chave de ouro.

  14. Seria interessante alguns helicópteros de ataque no futuro, porem a curto prazo acho que deveriam dar prioridade para compra de baterias anti aérea. Talvez quando o Maduro de alguns rasantes por aqui o governo libere a verba rsrs

  15. Espero que se consiga fechar negócio.

    Já seria muito bom se vierem unidades o bastante para padronizar os RCB’s do RS.

    Em tempo: Dinheiro não nasce em árvore, o Estado não é uma vaca mágica que pasta no céu e dá leite na terra e não adianta ter blindados melhores se não consegue operar.

  16. Paraguai se utiliza de M5 Stuart ( sim esse mesmo da 2 WW) e cascáveis.

    Bolivia utiliza-se do SK-105 Kürassier em 54 unidades e cascáveis 24 unidades, mesmo que os SK fossem uma ameaça, dado que a força aérea deles é quase inexistente seriam alvo fácil para os A-29 e AMX.

    Argentina tem o TAM, não acredito que um TAM Apresente ameaça para o LEO 1A5.

    Colombia não tem nenhum.

    Venezuela tem o T-72B1V dado o nível de adestramento venezuelano não representam ameaça.

    O Brasil padronizando os LEO1A5 e mandando o resto para a reserva está de excelente tamanho, focaria tbm na modernização dos cascáveis e aquisições do guarani, mas isso é claro é só minha opinião.

  17. Maduro nem papel higiênico tem pras suas forças armadas. Fiquem tranquilos, e de olho nos Apaches da Inglaterra que logo darão baixa. 48 se não me engano. Quem sabe com um preço bem camarada uns 12 a 18 não venham….

  18. Excelente notícia!
    .
    Se estão buscando mais, é porque estão satisfeitos com o Leopard 1 e com o suporte logístico.

  19. Alguém sabe se existe projeto de modernização para os 1A5? Li em algum lugar algo sobre o desejo do EB em modernizar as viaturas, mas a KMW se interessara mais em desenvolver um projeto nacional mais leve.

  20. Não adianta ficar chorando pelo Leo 2, esqueceram a restrição de peso? Um novo tanque moderno só se for o tal polonês que até agora não saiu do papel e nosso terreno nem pede MBT, é bem melhor investir nos APCs

  21. colombelli 31 de agosto de 2017 at 18:45

    Fiquem tranquilos, e de olho nos Apaches da Inglaterra que logo darão baixa. 48 se não me engano. Quem sabe com um preço bem camarada uns 12 a 18 não venham….

    Ops Colombelli: desejo, presságio ou furo? Rsss.. De qualquer forma já me animei aqui!

  22. Olha Renato, quando eu vi a notícia que o Reino Unido vai dar baixa logo logo nos seus apaches, ano quem vem ou 2019, me veio o estalo. Coisa de primeira linha e por preço menor. Vamos ficar de olhos e torcer pra que o pessoal do EB não passe lotado

  23. O EB não tem dinheiro nem hoje e nem em um futuro próximo para operar apaches, ainda mais os Britânicos que tem algumas especificidades que o encarecem ainda mais em relação ao dos americanos e olha que o apache da US Army já é bem salgado de operar. A prioridade do EB são as asas fixas no momento, helicóptero de ataque vai ficar para depois quando aparecer $$$$$$

  24. Alguém aqui saberia responder se além da Itália, existe algum outro país que tem leopard 1A5 em estoque par vender. Li por ai que os Leo 1A5 da Itália estão no osso o que provavelmente vai demandar mais dinheiro para colocar eles no mesmo patamar dos nossos

  25. Colombelli, tambem pensei isso…
    .
    A principio, pensei q o Eb iria de bell usados dos USN, pois havia at os avaliado (?), nao entendi pq nao foi adiante, pois ha at unidades armazenadas no deserto.
    .
    Ai veio essa noticia da Inglaterra e “entendi” o pq (suposicao minha)…
    .
    Pois a Inglaterra tem como habito “oferecer de subito” (“compra de oportunidade” e ja com “comprador”).
    .
    Seriam sim uma excelente compra para o EB, mas acho q os EUA nao permitiriam…

  26. Quem apoia essa compra… Só se esquecem de dizer, que a blindagem do 1A5 não resiste ao projétil de 100mm do T-55. E também não devem ser tripulantes do mesmo.

    O melhor seria, se planejar pra um desenvolvimento de um produto novo, (Guarani) e comprarmos uns 2A6… poucos (50/90) mesmo para temos uma reserva e uma noção de emprego militare de um CC de ponta.

    A sorte do Brasil é não se meter em nenhuma guerra….porque seria uma derrota feia!
    Infelizmente temos forças de figuração…

    “Não culpo os militares… são vítimas do sistema Brasil” porque se um dia ocorrer de entrarem aqui, vai ser um passeio pra qualquer.

    Sem CC, míssil anti tanque, poucas armas anti tanque, artilharia anti aérea, caça com míssil BVR perna curta… marinha decadente

    Os exemplos de quem apoia é só alto nível: Paraguai, Bolívia, Argentina… olha o nível de países que pode lidar.
    * Venezuela sempre foi uma força profissional.

  27. Apache Block I britânico é encrenca…
    .
    Eles vão despachar pq serão os últimos operando esse modelo. Não querem sofrer com a logística e nem gastar com modernização. Se não me engano, os americanos pagaram U$ 16 milhões para passar os seus para Block III.
    .
    O Apache britânico não é igual ao AH64D Block I americano e opera embarcado. Se comprarmos vamos ser os únicos operadores do Block I pq não vai ter dinheiro para modernização e é capaz de quando abrirmos a caixinha de surpresa, encontrarmos um belo problema de corrosão.
    .
    Os novos que eles estão comprando usam T700-GE-701D. É padrão US Army. A motorização dos atuais são 2x Rolls Royce RTM-322. É mais potente que os Block I contemporâneos, mas o drive system e a gearbox é a mesma do Apache do US Army, sendo que os britânicos nunca puderam explorar toda a potência do motor.
    .
    Se for para ter asa rotativa de ataque que se faça a coisa certa, comprar algo novo… Para usar bons 30 anos sem se incomodar. AH-1Z é de longe a melhor opção. Logística garantida by escala dos Marines, munição do canhão by CBC e manutenção da motorização by GE.

  28. “Olha Renato, quando eu vi a notícia que o Reino Unido vai dar baixa logo logo nos seus apaches, ano quem vem ou 2019, me veio o estalo. Coisa de primeira linha e por preço menor”.

    E se viesse o Ocean,estaria perfeito…

    E qual será o sucessor dos apaches AH MKI ingleses?

  29. jorge Alberto 31 de agosto de 2017 at 20:35
    Tenho grande receio que envolve o custo de operação/manutenção………..parece uma máquina cara……..

  30. Rapaz que coisa viu, engraçado, eu conheço o coronel ” Cafuringa” que esteve envolvido na disvuçao direta com os alemãs há época da aquisição dos Leo e o preço na verdade teria sido outro bem diferente.
    .
    Os carros teriam saido por quase 1 milhao em estado de apronto operacional.
    .
    Outra coisa, temos é que parar de comprar velharia. Desse jeito nunca sairemos deste circulo vicioso de compras de oportunidade e não desenvolvermos algo para nossas necessidades estratégicas.
    .
    Outrossim, comprar sucata inglesa usada até o osso é coisa de quem pensa pequeno e tem complexo de vira-latas, achar que velharia dos ingrês é suprassumo para nós, só porque é ingrês.
    .
    Se não tem dinheiro pra comprar novo ou desenvolver algo para nossas necessidades, nao comprem SUCATA.

  31. Eu estive na Alemanha em 2010 e em uma rodovia perto de Dresden, passei por um comboio militar do Budeshwerr, oos Leo 2(não sei qual versão) estavam em cima de carretas seis eixos, prancha rebaixada, freios a ar com cuicas duplas, cavalo mecânico de 540 Hps, trucado e traçado.
    os Blogs do EB não tem nem prancha e nem cavalo mecânico para transportar um Leo 2.
    Blindado ocidental novo para nós, só Type nao sei da quantas Japonês que tem 47 tons.

    G abraço

  32. Concordo com o Arariboia.

    Imagino que se uma força expedicionária estrangeira entrasse no Brasil, com uma quantidade decente de tanques, desembarcando no nordeste, chegaria a brasilia sem ter muita oposição. Ali os politicos assinariam até a mãe.

    Gulf war e Kippur provaram que tanques desatualizados não servem pra muita coisa.

    Falo da China, porque ninguem sabe qual será a postura deles quando tiverem a hegemonia.

  33. Sub-Urbano, uma pergunta (é desconhecimento meu msm): Existe alguma bda de Cavalaria (CMec, Bld sei q só tem no Sul) no NE?

  34. Para o pessoal que pensa em Leo 2…

    Demandaria bem mais verba para adequação. O Estado está quebrado. As FFAA continuarão num inverno durante muito tempo…

  35. a pressão dar largatas não é menor e por isso não gera a mesma pressão que pneus causariam ?
    com base nisso, essa historia de n poder utilizar CC pesado é bullshit

  36. O EB primeiro enviará grupo de inspeção. Estando em bom estado, talvez haja à aquisição do Leo 1A5. Esperar para saber. caso comprem uma boa quantidade, parabéns ao EB.

  37. para quem tiver paciência, segue o link para um blog italiano onde se discute (70 páginas de discussão!) sobre os Leo1A5, spare parts, M60 e outros, transportados via rodovia do ¨cemitério de blindados¨ da cidade de Lenta para um deposito na cidade de Villesse. Os combios de trasporte foram feitos no final de 2016, durante o mês de março 2017 muitos Leo foram cobertos com uma lona verde. Tem fotos e informações interessantes sobre o estado deles.

    _http://www.portaledifesa.it/forum/showthread.php?tid=1608&page=13

  38. Senhores,
    1- Entendo a noticia como intenção do Exercito de padronizar sua força de blindados no Leopardo 1A5, uma excelente noticia já que temos no Rio Grande do Sul uma empress especializada na manutenção desses e a padronização deve gerar considerável economia de escala nessa manutenção e possível modernização bem como no treinamento das equipagens.
    2- Entendo que para nosso exercito o Leopardo 1A5 se mostrou confiável e, dentre os tanques disponíveis a preços razoáveis é o mais adequado para as condições geográficas do Brasil.
    3- Apesar de muitos aqui falarem do Leopardo 2 ou mesmo do Osório, acompanho a opinião dos que desqualificam o Leopardo pelo motivo de 1- preço e 2- peso, pois não se mostra adequado a nossa geografia, quanto ao Osório, que tudo indica ter sido um excelente projeto, porem não um projeto pensando nas condições do Brasil, um projeto para exportação.

    Nosso exercito, alias, todas as nossas Forças Armadas estão de parabéns por trabalharem com os pês no chão de forma consciente e profissional, que apesar de todas as dificuldades conseguem manter um “minimo” de capacidade operacional com os parcos recursos disponíveis.

    obs. acharia muito interessante, quem sabe, a Marinha adquirir o mesmo Leopardo 1A5 para os Fuzileiros… não sei se os 1A5 são adequados aos meios de transporte e desembarque da marinha?

  39. “a pressão dar largatas não é menor e por isso não gera a mesma pressão que pneus causariam ?
    com base nisso, essa historia de n poder utilizar CC pesado é bullshit”
    .
    A pressão que a força peso exerce no solo poderia ser um pouco menor, mas e o peso total?
    .
    Uma ponte foi feita para suportar um carga de 50t. Passam com um CC de 65t por cima, o que pode acontecer?
    Um semi-reboque foi feito para levar 60t. Colocam um CC de 65t encima, o que vai acontecer?

  40. Se pontes, trens e rodovias não suporta o peso de blindados onde está a lei que obriga nova construções serem adequado a 70 ou 100 toneladas?
    Se não começar nunca vai terminar.
    Abraços
    Na minha opinião blindados pesados é questão de ter não importa as dificuldades.
    Abraços

  41. O Exército faz bem suas compras e não tem de fazer muito diferente disso não.Tem de ser o quê o EB precisa. A gente de fora vê fundamento na compra.Agora a MB, é fora de qualquer entendimento nem os caras quê quebraram o código da enigma, conseguem entender o quê se passa lá.Um verdadeiro enigma.

  42. Renato de Mello Machado,
    Uma Fragata moderna não saí por menos de U$ 800 mi, um LHD novo sairia mais de U$ 1 bi, LPD novo mais de U$ 500 mi, e por ai vai. Não existem meios sobrando no mercado, em condições de bom custo x benefício e navio novo custa um mundo de dinheiro.
    .
    Quer comparar com o EB, que ganha praticamente o dobro do orçamento da MB, que arranja um jeito de ter quase 3 vezes o efetivo da MB e que pode viver de recauchutagem de material de segunda mão?
    .
    O EB não é exemplo pra nada. Compra material de segunda pq tem esta opção, se não tivesse material de segunda mão sobrando nos estoques dos outros para recauchutar, estariam na mesma M. que a MB…

  43. Leopard 2qualquer coisa é coisa que não dá pro EB. Custa o preço de um caça (+30 milhões). É coisa pra quem precisa e pode pagar pelo melhor.
    O Leo 1A5 ainda é mantido pela KMW e pode usar sensores no estado da arte. A melhor escolha pro EB (talvez a única escolha sensata) em que pese o menor poder de fogo.

    Saudações.
    (Quem gosta do Leo, clica no meu nick 😉 )

  44. Caro Juarez,
    .
    Concordo.
    .
    O ‘Type 10’ tem dimensões próximas as do ‘Leopard 1’ e desloca full um peso muito similar ao ‘M-60A1’.
    .
    Aliás, o ‘Type 10’ foi pensado justamente para atender a necessidades relativas a limites de peso de estruturas ( pontes, estradas ).

  45. Amigos,
    .
    Para um país como o Brasil, com as imensas distâncias a percorrer, a prioridade, penso eu, é mobilidade. Logo, mesmo sem considerar questões de infraestrutura e logística, somente se chegaria a uma resposta: o carro tem que ser o mais leve o possível.
    .
    Aí, juntando todos os fatores, chegamos a um ponto de inflexão… Exceto pelo ‘Type 10’ japonês, não tem nada oferecido hoje no mercado mundial que necessariamente atenda a isso…
    .
    E no final, receito que um novo MBT para o EB vai ter que ser projetado do zero… Quem vai bancar isso…?
    .
    Logo, nesse meio tempo, o que resta é ‘Leopard 1’ onde puder achar…

  46. Juarez 31 de agosto de 2017 at 22:58
    “Eu estive na Alemanha em 2010 e em uma rodovia perto de Dresden, passei por um comboio militar do Budeshwerr, oos Leo 2(não sei qual versão) estavam em cima de carretas seis eixos, prancha rebaixada, freios a ar com cuicas duplas, cavalo mecânico de 540 Hps, trucado e traçado.
    os Blogs do EB não tem nem prancha e nem cavalo mecânico para transportar um Leo 2.
    Blindado ocidental novo para nós, só Type nao sei da quantas Japonês que tem 47 tons.

    G abraço”

    Juarez, é o Type 10 e, de acordo com a wiki, custava mais de US$ 8 milhões a unidade em 2014, imagina agora.

    A Itália tem mais de 700 Leos em estoque, sendo em 120 os 1A5, portanto acho ser interessante (se possível) trazer todos, colocar na KMW pra atualizar a quantidade necessária e o restante desmontar para spare parts.

  47. Desculpa Bardini,por fazer meu comentário e altera-lo. Logo uma pessoa tão conhecedora da questão, um “especialista”. E deve de ter servido por anos a fio na nossa força,nos rincões do nosso país.Da próxima vez deixa um contato para mim, acessa-lo antes de fazer um comentário para ver se posso comentar.

  48. Bem, meus amigos.
    Se o EB, não tem estrutura para receber blindado modernos, então é melhor ficar com os M60 mesmo. Por que a lorota que o PREÇO de um Leo 2A4 é um absurdo, outra, limite de peso. Talvez, até seja verdade, agora, ficar feliz por receber blindados antigos!!

    Pelo amor de Deus!!!

    Eu tenho uma moeda antiga, da época do Império.

    Será que o EB vai querer!!!!

    Ter pés no chão é uma coisa, agora, desistir de sonhos, é outra coisa!!

    Com este pensamento, nunca teremos um MBT de primeira linha.

    Nunca!!!!!!!

    Discordar, não é deixar de ser patriota!!

    Alias, é o inverso.

    Puxar o saco é não ser PATRIOTA.

    Veja o Coronel Stauffenberg, foi fuzilado como traidor. Hoje é HEROI.

    Qual seu crime???? Saber PENSAR!!!!!!!!

  49. Outra coisa, que eu esqueci de comentar.

    Qual é o tempo de vida deste LEO 1A5??

    Qual outro tanque dentro do mesmo peso existe disponível pelo mundo??? Já que equipamentos russos ou chineses o EB não compra!

    Escrevam, dentro de 20 anos, o EB irá adotar o LEO 2A4.

    Está é a verdade!

  50. Weight 43.25 tonnes (standard) 48 tonnes (combat)
    Length 9.485m
    Width 3.24m
    Height 2.30m
    Crew 3 (commander, gunner, driver)
    Armour Modular ceramic composite armour.
    Main armament 120mm L44 smoothbore, licence built by Japan Steel Works, Ltd
    Secondary armament M2HB 12.7 mm machine gun & Type 74 7.62 mm machine gun
    Engine 1200hp 8-cylinder Diesel
    Power/weight 27 hp/tonne
    Transmission Continuously variable transmission (Hydraulic Mechanical Transmission)
    Suspension Hydropneumatic Active suspension
    Operational range 440km
    Top Road Speed Forward 70km/h & Backward 70 km/h
    Automated fire suppression systems
    NBC (Nuclear, Bacteriological and Chemical) protection
    C4I (command, control, communications, computers, and intelligence) system
    Night-vision cameras and laser warning systems
    Regiment Command Control System (ReCS)
    Computerized fire-control system (FCS)
    Digital battlefield management system (BMS)
    Videos cameras are mounted all-around the vehicle

  51. ”A pressão que a força peso exerce no solo poderia ser um pouco menor, mas e o peso total?”
    .
    acho que o que importa é a pressão no solo, psi, que devido as lagartas é bem menor que pneus, afinal a unica parte do veiculo em contato com a superfície são as lagartas.

  52. De 1960 a 1984 existiam 3 classes de trem-tipo para o dimensionamento de pontes no Brasil: o TB-12, TB-24 e o TB-36, que seriam aplicadas a pontes de estradas vicinais, secundárias e rodoviárias (federais e estaduais) respectivamente. A geometria dos TB’s (distribuição de carga ) é idêntica, variando entre os mesmos somente o pesos, indicado no numeral (em toneladas). Portanto, existe uma infinidade de pontes país adentro que são limitadíssimas quanto a capacidade de carga. Tais obras de arte suportam as solicitações atuais devido aos coeficientes de segurança aplicados nos cálculos das mesmas, que em alguns parâmetros são majorados por 2. Isso só se aplica a pontes rodoviárias. Pontes ferroviárias seguem outros critérios que não são problema, visto que um vagão graneleiro pode chegar a 200t.
    Portanto, limitações existem, e o EB deve ter isso bem mapeado.
    As normas de cálculo vem sendo atualizadas desde então, mas o que foi feito no passado não tem jeito.
    Quanto à blindagem dos 1A5, o Canadá equipou os seus com kits de compostos cerâmicos Mexas, chamando os de C2, que aumentam em muito seu sua eficácia.
    https://www.reddit.com/r/TankPorn/comments/6bk6ef/a_canadian_leopard_c2_with_mexas_in_afganistan/
    Talvez seja o caminho a seguir.

  53. Pelo menos uns 120 Leo 1A5 mobiliando todos os RCB e transfere os M-60 de Campo Grande para Boa Vista, criando um RCB lá. Dá um DURO pro maduro.

  54. Olha que já aproveitam e dão uma olhada nos VBR Centauro que tbm estão estocados na Itália, EB pés no chão como sempre, mais Leo 1A5 ,já temos a doutrina total de uso ,tem servido ao propósito e tal, pra que sonhar ,por agora, com Leo 2. Tudo a seu tempo.

  55. Sim, todos entendemos a limitação de cargas que existem na malha rodoferroviária brasileira.

    O problema é, até quando o EB irá dispor deste blindados?? LEO 1A5

    E quais são as opções futuras??

    Esqueçam blindados russo, chineses, japoneses, coreanos, etc.

    Ou será Europeu (Itália, Alemanha ou França), ou americano.

    Produção própria, bem, apenas em outra reencarnação!! Isto se Deus permitir, e a elite brasileira tiver amadurecido.

  56. Usando o GoogleEarth vejam ai:
    os Leo 1A5:
    45º 33′ 43,44″ N
    08º 20′ 55,34″ L

    E os M-113
    45º 33′ 35,25″ N
    08º 21′ 01,24″ L

  57. Pressão no solo é uma coisa. Influência no “afundar”. A carga continua concentrada, só pode ser melhor distribuída nos poucos metros de comprimento da lagarta.
    .
    Quem será que distribui melhor o peso, um Rodotrem de 9 eixos, peso bruto de até
    74 ton (6+17+17+17+17) ou um CC de 45t?

  58. Fernando, o EB vai usar os LEO1A5 por mais uns 15 anos ainda, e depois partira para a produção de um blindado nacional se não me engano.

  59. Os Leo podem ser modernizados sem problemas. Blindagem modulares, novos sistemas opticos-eletronicos, acho que a única coisa que não irá se mordenizar será o canhão que deve continuar o mesmo

  60. Mas o problema não é a malha viária, é a composição do solo, por isso as estradas brasileiras são cheias de duracos, não importa o quão boa seja a estrada, ela sempre vai acabar com buracos por causa do afundamento do terreno, o Japão tem o mesmo problema mas em menor grau

  61. Hélio 1 de setembro de 2017 at 13:03
    Eu já escutei de gente que (também) entende que pontes seriam sim um problema.
    Essa da composição do solo impedir o uso de CC 10 ou 20t mais pesados, eu não sabia.
    Sem refutar a informação, a única coisa que me permito a indagar……………. é se isso valeria para todo o território nacional, o que eu imagino que não.
    RS por exemplo………. em especial a região do Pampa………

  62. Pessoal,

    No ano passado, o Exército Italiano repassou (ou vendeu) para a empresa Goriziane 100 Leo1A5+peças de reposição, cuja unidade fica em Villese, um dos locais em que e o EB fará a inspeção.
    Essa empresa realiza modernização e manutenção, dentre outros, de carro de combate Leo1A5.

    100 Leo1A5, apenas em Villese. E não seria intenção da empresa comprar unidades sucateadas do Exército Italiano para vender.

    A quantidade analisada de Leo1A5 pelo EB é relativamente grande. Uma quantidade suficiente para substituir todos os Leo1Be, dotar a AMAN, etc. Vai depender do orçamento do EB.

  63. Bardini 31 de agosto de 2017 at 23:22

    O Semi-reboque de 04 eixos do EB leva até 60t. O de 03 eixos até 45t.

    Um semi reboque leva sessenta tons distribuída equitativamente sobre ele, e não concentradas em sapatas de 30 cm de largura por 3,5 mts de comprimento. Um rodo trem leva mais do que isto distribuído ao longo de seus seis eixos.
    Bardini, o próprio posicionamento do blindado em cima do prancha pode mudar completamente o centro de gravidade e distribuição de peso nos eixos, esta é a minha praia.
    Experimente levar as 65 tons do Leo 2 nele e fazendo de forma constante em breve longarina de chassi das pranchas vai virar num 8.
    Os Alemães não estão errado, pois preservam seus semi reboques de desgaste prematuro.

    G abraço

  64. Raven-Meteor-R99-LinkBR=Victory 1 de setembro de 2017 at 13:18

    Hélio 1 de setembro de 2017 at 13:03
    Eu já escutei de gente que (também) entende que pontes seriam sim um problema.
    Essa da composição do solo impedir o uso de CC 10 ou 20t mais pesados, eu não sabia.
    Sem refutar a informação, a única coisa que me permito a indagar……………. é se isso valeria para todo o território nacional, o que eu imagino que não.
    RS por exemplo………. em especial a região do Pampa………

    Senhores, a região do Pampa, norteado a sudeste por coxilhas e um emaranhado de pequenos rios e córregos, já oeste na direção de Uruguaiana- São Borja é uma planície pana com um subsolo muito frágil, arenoso de coloração escura, repleto de olho de bois próximo a córregos.
    Dou outro lado da fronteira coma Argentina temos a “Messopotâmia Argentina” uam região de muitos córregos, grandes rios e solo idêntico e num hipotético conflito entre Brasil e Argentina seriam ali as grandes batalhas de blindados.

    g abraço

  65. Strobel, eu si muito bem disto, e hoje nós temos cavalos mecânicos fabricados aqui que atenderia, mas custa meio milhão de reais cada um, e ainda tem o custo do semireboque.

    G abraço

  66. É o que eu estou tentando dizer.
    Não adianta tem menor pressão sob o solo. Isso implica nele afundar. O que pega é o peso concentrado ou peso por metro. Um rodotrem por lei pode ter PBT de 74t, mas distribui melhor o peso nos 30m permitido por lei. Um Leopard 2 tem que distribuir mais de 60t em algo como 8m. É bem diferente…
    .
    O Semi-reboque de 60t do EB foi comprado pra levar os Leopards com 40 e poucas toneladas. Os de 45t são para levar Guarani e cia.

  67. Raven-Meteor-R99-LinkBR=Victory 1 de setembro de 2017 at 13:18

    O Juarez acabou respondendo antes de mim, o solo brasileiro em geral é muito mole por ser muito úmido ou muito seco, se existe algum lugar que comporte tal peso, a área deve ser pequena e não justifica o emprego de uma força blindada, mesmos os grandes prédios afundam o terreno ano após ano, todas as maiores cidades do mundo estão afundado na ordem de 10cm por ano.

    O caso das pontes é o que já foi citado, as pontes já não são mais feitas como antes e duvido muito que as antigas e mais frágeis ainda não tenham passado por um bom trabalho de reforço, um caminhão carregado de soja pesa mais que um M1 e nunca ouvi falar de nenhum derrubando ponte. A questão aqui é que isso não pode ser visto como desvantagem, mas sim como uma bela vantagem tática, da mesma maneira que não podemos usar tanques pesados, um possível invasor também não poderia.

  68. Juarez 1 de setembro de 2017 at 14:15
    E
    Hélio 1 de setembro de 2017 at 14:30

    Show de bola.

    Sds

  69. Ground Pressure:
    Challenger 2: 0.90 Kg/cm2 peso: 62.5t
    Merkava: 0.96 Kg/cm2 peso: 65.0t
    Leopard 2: 0.83 Kg/cm2 peso: 62.3t
    M1 Abrams: 1.08 Kg/cm2 peso: 67.7t
    AMX-56 Leclerc: 0.90 Kg/cm2 peso: 54.5t
    .
    Leopard 1A5: 0.88 kg/cm² peso: 46t
    .
    Agora entendam… Onde um Leopard 1A5 vai no terreno, o Leopard 2 também vai sem problema algum, vai até melhor… Ele “afunda” menos que o Leopard 1A5, pois distribui melhor o peso.
    .
    Para transportar e passar ponte a conversa não é a mesma. Pq não é a mesma? Pq são 16 toneladas de diferença sobre a estrutura ou do semi-reboque ou de uma ponte.

  70. Srs
    As pontes de nossas rodovias suportam muito mais que o peso de um blindado pesado como o Leo 2, M1 ou mesmo o Merkava.
    Aliás, se assim não fosse, muitas já teriam caído em função das carretas que por elas passam diariamente, muitas vezes, em comboio.
    Apenas pontes de estradas vicinais é que, eventualmente, podem apresentar limitações quanto a peso que impeçam seu uso por veículos como tanques.
    Portanto, a argumentação sobre a limitação de peso das pontes para o trafego de tanques pesados é estranha.
    Quanto a restrição de tanques pesados operarem sobre o tipo de solo existente no Brasil, o argumento é simplesmente absurdo, até porque o importante não é o peso do tanque mas a pressão que suas lagartas exercem sobre o solo; e um tanque pesado exerce uma pressão sobre o solo menor que a de muitos veículos com pneus.
    Sds

  71. As pontes não caem com as carretas pq não se permite por lei que cada eixo carregue mais que 8,5t , com uma certa porcentagem de erro encima disso.
    .
    Pegue o exemplo do rodotrem…
    http://zipanuncios.com.br/wp-content/uploads/2016/04/866757.jpg
    Por lei, se pode ter até 74t de PBT em 30m de comprimento.
    Pq não se vê ponte derrubada por caminhão? Pq a divisão de peso da carga não pode ultrapassar: 6+17+17+17+17 ton
    .
    Ponte, quanto maior o comprimente, mais reforçada tem que ser. Carga distribuída facilita a vida da ponte, pois aproxima o peso dos apoios. Carga concentrada no meio dos apoios é caixão…

  72. Boa tarde.
    Um dos senhores saberiam me dizer se o Leopard 1A5 seria páreo para os T72 venezuelanos?
    E se os argentinos fizerem a modernização que os israelenses ofereceram, mesmo com a situação financeira deles, com acréscimo de nova blindagem, novos visores, sistemas de pontaria, o Leopard ainda seria equivalente?

  73. colombelli 31 de agosto de 2017 at 16:37
    O inventário atual do EB é o seguinte: 216 Leo 1A5 nos 04 RCC. 39 Leo 1A1 em tres RCB do RS, 28 M-60 no RCB do MS.

    A aquisição do Leo 1A1 foi de 128 unidades (entre 1997 e 2000)
    Já descartamos então algo como 90 unidades??? em 20 anos?
    Estavam tão ruins assim?

  74. Uma explicação em relação a foto do Mercedes Bens Doll Trailer que postei acima, na foto se vê um Dool Trailer com 12 rodas e na descrição da foto está escrito 24 rodas, é porque este é o cavalo mecanico dele com 12 rodas, nesta foto rebocando outro modelo de doll trailer.
    . https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTJnEfQK3qeiJnjt0Q3fjvxgAaCxX1UjM7y29AhLBsY01lbijwKKCS976A-
    .
    Esta discussão sobre o Leo 2 não poder ser usado em todo o território foi exaustivamente discutida na Indonésia por conta da compra dos Leopard 2, no final o Exército deles, o TNI-AU declarou que sabe disso e tem outros meios mais leves sobre lagartas e rodas para locais onde não se deve operar com um Leopard 2. Eles sabem que não vão operar os Leo 2 nas florestas e áreas alagadiças de plantação de arroz.

  75. Manuel Flavio
    Tinha me perguntado sobre redução de efetivo.
    Escolas de Formação de carreira já diminuiram, muito. Minha turma é de 99 e começou com 700. Em 15 dias de adaptação, chamaram mais 200, pra iniciar a matricula com os 700 previstos. Concluíram 486.
    Depois passou pra 540, depois 500. Hj, são 400 homens (80 candidatos por vaga) e 40 mulheres (272 candidatos vaga).
    Então, brevemente, aumentará consideravelmente a quantidade de temporário.
    O efetivo total deverá diminuir 20% nos próximos 10 anos. Reorganização e diminuição.

    Quanto aos Leo A5, a previsão são mais 10 anos com a substituição por CC mais VBC-Inf. Qual?
    Quem souber ganha uma coca-cola no campo!!
    O relacionamento com a KMW e Iveco está ótimo.
    Quanto a aquisição, talvez os “especialistas” por ai não saibam, mas um Meio de Emprego Militar, em média, custa 10% de seu valor ao ano, pra mantê-lo.
    Pergunto: Hoje, há necessidade de um Leo 2 mesmo?
    Sds

  76. Agnelo, obrigado pela informação. Então a reducao de efetivo tem a mesma %que a da FAB (20%).

    Quanto ao outro assunto, quando vc diz “VBC-inf”, está se referindo a intenção de dotar os futuros RCC das brigadas de infantaria mecanizadas com CC sobre lagartas?

  77. O exército comprou + de 90 M-109 e agora quer adquirir mais Leopard 1A5. Me parece atitude de quem está se preparando para alguma “coisa” (ou querendo evitar).

  78. Para se ver como a compra dos Leopard 2 gerou várias aquisições complementares na Indonésia, a Marinha teve que mandar desenvolver um LST maior para poder transportar os Leo, ja está em uso o KRI Teluk Bintuni 520 e tem mais dois destes modelos em fabricação.
    Afinal eles são um arquipelago e necessitam transportar tudo via marítima, em sete anos serão sete LST novas, três para Leo 2 e quatro para blindados menores.
    . https://m.youtube.com/watch?v=5-hKN8kl6kU

  79. Control e Bardini, obrigado.
    Hélio, menos, por favor. Não existe nada de errado com os solos brasileiros, mesmo porque são extremamente variados, em todas as gamas de classificação, como deveria ser num país com tais dimensões. Temos de tudo.
    As rodovias brasileiras são precárias por diversos fatores. Um deles são as normas construtivas, que foram intencionalmente “abrandadas” para baratear o custo de construção. Consequentemente, a manutenção precisa ser mais intensa, o que não é o caso.
    Outro fator preponderante é a fiscalização inexistente. Os 8,5t por eixo (fator de cálculo) mencionado pelo Bardini não são respeitados, e podem chegar a mais que o dobro disso na realidade. Já vi veículos de PBT=26t trafegando com 56t (30t de sobrepeso). O fator de desgaste do pavimento neste caso é exponencial. Consequentemente, um pavimento com vida útil estimada de 15 anos (exemplo) pode durar poucos anos.

  80. Então há um tempo atrás rolou uma matéria falando sobre uma proposta da KMW de desenvolver em conjunto com o Brasil um MBT usando como base a plataforma do Puma. Como ficou esse assunto? Só na proposta, ou ainda existe alguma conversa?
    Abs.

  81. Manuel Flávio
    No caso da VBC-Inf, é pros BIB. Pois, ao adotarmos um novo CC, o ideal será adotar uma VBC-Inf q o acompanhe, substituindo os M-113. Esse é o ideal.

    Fabio Aguiar
    Na verdade, há muito, o Exército quer completar sua dotação segundo a doutrina.
    Leo A5: Padronizar. 03 RCB tem o Leo A1 e somente 01 Esqd, quando o correto, são 02 Esqd CC em cada RCB. Talvez, até o 4o RCB, q é completo, mas usa o M-60, poderá receber o Leo A5.
    Quanto aos M-109, as Bda Bld precisam de um AP compatível com seus novos meios, as Bda C Mec precisam de AP e as AD também.
    Sds

  82. Bardini, qual é o comprimento e a largura de sapatas do Leo 2, porque esta informação está muito estranha. A corrente rodante dele é tão maior que a do Leo 1A5???
    isto aí não bate.

    G abraço

  83. Outra informação importante é que nas 8m5 tons por eixo ainda há um coeficiente de “cagaço” de até 5% tolerável na balança.
    Outra coisa importante na adoção de um CC na faixa de 65 tons são os cavalos mecânicos que terão de ter algo acima de 500 hps e serem trucados e 6×4, para manter em regime de subida um CMT igual ou superior a 90 tons, porque?/
    Porque somados ao peso do CC temos de adicionar o peso do cavalo que gira em torno de 10.000 a 11.000 Kg na versão 6×4 e o peso do semi reboque, portanto o cavalo tem que ter esta capacidade de tração se não vai ser um puxa fila sem fim

    g abraço

  84. CVN 76, Obg. Ante a geografia da região, acredito q lá deveria existir uma bda CMec. Ou pelo menos duas Bda Inf. Mec

  85. Fabio Aguiar 1 de setembro de 2017 at 18:08
    O exército comprou + de 90 M-109 e agora quer adquirir mais Leopard 1A5. Me parece atitude de quem está se preparando para alguma “coisa” (ou querendo evitar).

    Fábio, creio que a questão seja outra. Como alguém já comentou não sei se foi aqui ou em outra postagem,a MB por exemplo não consegue mais comprar navios de segunda mão como antigamente, porque eles simplesmente não existem. Você vê nações que até outro dia se desfaziam de seus aviões e navios de meia vida (que abasteciam os países com menos grana como a gente) e hoje não fazem mais isso. Aqui na trilogia está repleto de reportagens sobre EUA e nações européias usando tudo até o osso. E daqui a pouco, no meu ver, o mercado de usados de CCs, canhões autopropulsados e coisas que o valha também está se caminhando para o fim. Se o EB tem essa mesma visão, tão fazendo a chepa antes que acabe, porque equipamentos novos estão custando o olho da cara dos contribuintes mundo afora…

  86. Juarez, essa informação do “Ground pressure” está por tudo quanto é lugar…
    Dos tamanhos de lagarta, achei isso:
    Leopard 2
    5,25 m x 0.64 m
    Leopard 1
    4.24 m x 0.55 m
    .
    Até encaixa na conta… Mas ai é com as 55t. Os números do Leopard 1 também seriam com ele pesando 41t.
    .
    Se arrumar os pesos, o Leo 2 ainda tem melhor desempenho. Precisaria achar uma fonte bem confiável, o site da KMW não ajuda…

  87. MadMax, acredito q deve ter alguma verba envolvida na história.ão iriam mandar uma equipe para fora a toa.

  88. Manuel Flávio 1 de setembro de 2017 at 22:41

    Taí pra quem bate o pé pelos tanques pesados, tanto a estrutura viária (por causa do terreno) quando o terreno não são favoráveis a esse tipo de carro, ainda mais quando a tendência é a substituição por carros mais leves, como o exemplo do Japão, uma nação que se propõem a se defender precisa de mais mobilidade do que os tanques pesados podem dar.

  89. Na minha humilde opinião o que tem que ter primeiro e uma boa malha ferroviária, e se possível exclusiva das forças armadas com isso atrelada a uma boa logística pode se comprar qualquer blindado com qualquer peso! claro que tendo $$$$ em caixa.

  90. Manuel Flávio, acabei de ler o artigo que você postou, acho que e por isso que estão procurando novos blindados por que 2021 esta ai batendo a porta, e corremos o risco de ficar sem blindados.

  91. Rafael,

    Esse artigo é de 2015. Ainda não estava previsto a renovação do CLS dos Leo1A5 até 2027. Dá para perceber que o Comandante do Centro de Instrução de Blindados queria Leo2. Mas ele é só Tenente Coronel…
    No artigo, ele diz que quanto mais leve o carro de combate, melhor. Há históricas (o que um CC mais pesado não passa). Mas pelo o que disse, um CC pesado não é um fator decisivo para a exclusão. Tanto é que ele defende Leopard 2 para o EB.
    Aliás, sobre assuntos desse tipo, eu faço questão de ler quando está disponível, de autoridades no assunto. e sem dívida, o Comandante do Centro de Instrução de Blindados (que está lá a bastante tempo, é uma autoridade no assunto).

  92. Agnelo,

    Sobre a redução de efetivo, saberia dizer se unidades fecharão ou ficarão sem alguma subunidade?

  93. Positivo,TKS Manuel Flávio mas tenho uma dúvida se o Brasil em 2021 vai ter que devolver os blindados para Alemanha?

  94. Sobre “ground pressure”……. esse conceito não teria mais a ver mobilidade ?? …………. vejam o artigo :

    http://www.defesanet.com.br/leo/noticia/8696/Leopard-1A5-Vs-Leopard-2A4-–-Analise-comparativa/

    Ou o peso não é distribuído de modo uniforme na lagarta………. quer dizer, concentrando em pontos específicos…………. Ou não parece ser um conceito tão relevante quando se fala em complicações de terreno no nosso cenário…………….. mesmo pq muitos caminhões já exerceriam pressão bem maior com seus pneus.
    Sds

  95. Manuel Flavio, bom dia
    Os M-109 ainda não chegaram. Estão sendo experimentados e recebendo aperfeiçoamentos, mas devem ir pro Sul. Haverá uma reordenação entre os meios dos grupos das AD, Bda Bld e C Mec, com o q temos e virá. Não duvido q a compra pare por ai.
    Não sei quais unidades terminarão.

    Roberto Medeiros, bom dia

    Não servi em CPOR. Fui Instrutor do NPOR/3o BI e Instrutor-Chefe do NPOR/23o BI.
    Conheci o CPOR/RJ, pois ele nos fiscalizava no 3o BI.
    Conheci o de POA e SP, porque primeiro fomos fiscalizados pelo de SP, depois mudou pra POA.
    E por ter trabalhado tanto com temporários, tanto formando, quando comandando em Op reias, sei do potencial q há no emprego deles.
    Antes de qq emprego, a Unidade passa por um bom preparo, q dá ótimas condições do temporário ser empregado.
    Por isso, não vejo prejuízo em aumentar a quantidade deles na tropa.
    Além disso, são excelentes difusores de como o EB pensa e trabalha, desde a faculdade, e depois como empresários, políticos e servidores q serão.

    Sds

  96. Esta é boa, Peso nas Rodovias , tem gente que cai e repete isso ! Na Italia a dezenas e centenas de Leopards , M113 , e blindados Iveco sobre rodas . Carros de Combate sobre lagartas em Estradas trafegam em cima de carretas , sempre o Exercito com esta desculpa que conheço desde menino , mas tem gente que compra a desculpa , as Estradas chilenas seriam então um primor.

  97. Agnelo,

    Sua visão sobre os temporários é elogiável, de extremo bom senso.
    Não vou relatar aqui episódios pouco louváveis a respeito do tratamento muitas vezes hostis que estes profissionais recebem na tropa.

    Sempre existiu a visão de que uma tropa eminentemente profissional poderia impor uma visão militarista ao exército. Com a conscrição e temporários teríamos uma força “cidadã”.

    Saudações

  98. se o brasil fosse construir ou comprar…qual seria o máximo de tonelagem deste…se um tanque de 62 toneladas não pode..por causa do nosso terreno…

    T-90 ou Armata atenderiam os padrões do EB…o terreno suportaria um tanque 48 toneladas…

  99. Raven-Meteor-R99-LinkBr=Victory 2 de setembro de 2017 at 8:32

    Sobre “ground pressure”……. esse conceito não teria mais a ver mobilidade ?? …………. vejam o artigo :

    http://www.defesanet.com.br/leo/noticia/8696/Leopard-1A5-Vs-Leopard-2A4-–-Analise-comparativa/

    Ou o peso não é distribuído de modo uniforme na lagarta………. quer dizer, concentrando em pontos específicos…………. Ou não parece ser um conceito tão relevante quando se fala em complicações de terreno no nosso cenário…………….. mesmo pq muitos caminhões já exerceriam pressão bem maior com seus pneus.
    Sds
    Raven, o peso específico sobre solo não deve variar muito de um ponto ao outro, até porque o passo de CG do veículos tem que estar em .

    g abraço

  100. jose luiz esposito 2 de setembro de 2017 at 10:51

    Esta é boa, Peso nas Rodovias , tem gente que cai e repete isso ! Na Italia a dezenas e centenas de Leopards , M113 , e blindados Iveco sobre rodas . Carros de Combate sobre lagartas em Estradas trafegam em cima de carretas , sempre o Exercito com esta desculpa que conheço desde menino , mas tem gente que compra a desculpa , as Estradas chilenas seriam então um primor.

    Ninguém aqui repete nada, eu trabalho com logística, e não fico dizendo bobagens boca afora como o senhor. A maioria das pontes na Itália tem classificação superior a nossa, os CCs deles são transportados em semi reboques com seis eixos, cavalos mecânicos com potência superior a 500 Hps, trucados, traçados e com eixos bi direcionais.
    ;tu conhece o Chile??? Sabe aonde estão localizadas a maioria das divisões blindadas deles?
    Não, estão no norte, no Atacama, longas planícies desérticas, solo relativamente estável, e quase sem nenhum curso de agua para transpor.
    Cidadão, a cabeça não foi feita para segurar as orelhas, pensa antes de escrever, para não falar bobabem

  101. Compra os 1A5 disponíveis para padronização.
    E cria uma nova doutrina onde o terreno for possível comprando os 2A4 uns 100 já mostra corpo.
    Assim teremos uma espinha de 1A5 e um braço forte de 2A4.
    Após alguns anos operando os 2A4 será possível dizer o que é possível ou qual foi o ganho. Nesta nova tonelagem.
    Além disso é um fator de dissuasão ter blindados pesados e mais modernos que os atuais 1A5.
    Minha opinião.
    Mas pelo amor de Deus. Cumpram antes de tudo o contrato do Guarani.
    Que até agora vem se arrastando.
    Abraços

  102. Jose Luis Esposito.

    Já visitei o Chile e posso lhe garantir que as estradas deles são um primor.

    Em tempo:
    90% das rodovias brasileiras sequer são pavimentadas, pontes precárias desabam sob o peso de caminhões e ônibus em BR’s do Norte e Centro-Oeste brasileiro; e tem gente que acha bobagem quando a gente diz que CC’s como o Leo 2 enfrentariam problemas justamente por conta de seu peso.

    https://www.youtube.com/watch?v=QBqh9qWQU4w

    https://www.youtube.com/watch?v=6kqjo2P2VNk

  103. Srs
    Considerando a logística (padronização, empresa disponível para a manutenção no RS), é lógica a opção do EB em buscar mais Leo 1A5, e se isto ficar no recompletamento da unidades hoje equipadas com o Leo 1A1, isto tem todo o sentido.
    Porém, se for para aumentar a quantidade para formar uma reserva blindada, aí a decisão é questionável.
    Primeiro, o Tio Sam dispõe de M60 A3 que podem ser obtidos quase grátis. Tais tanques, além de serem melhor blindados que os Leo 1A5, podem, facilmente, sofrer “upgrades” melhorando sua capacidade de sobrevivência e poder de fogo com canhão de 120 mm, o que não há para o Leo 1A5.
    Ora, é certo que o Leo 1A5, hoje, é suficiente, considerando os possíveis opositores disponíveis no continente, porém o Brasil não deve pensar apenas em cenários de conflitos com seus vizinhos (que, aliás são bastante improváveis), mas sim em cenários em que os opositores potenciais sejam potências em expansão de outros continentes e que podem apoiar/se associar com algum dos países vizinhos.
    Como estamos no início de uma nova corrida armamentista, é conveniente o Brasil constituir uma boa reserva blindada, e que está reserva seja de equipamentos de aquisição barata e passíveis de melhorias. E como já citado, os estoques de tanques usados está acabando e novos são extremamente caros.
    Assim, como não há condições de adquirir Leo’s 2 ou M1’s usados e muito menos tanques novos, seria mais sensato buscar obter com o Tio Sam um bom estoque de M60’s, colocando-os na reserva e gradativamente, fazendo um upgrade para uma torre com canhão de 120 mm.
    Sds

  104. Srs
    Jovem W.K.
    Não há sentido em usar CC pesados na Amazônia e se um inimigo chegar na região central do Brasil, o país já foi para o brejo.
    Na verdade, as estradas mais antigas foram construídas com melhor base e as pontes feitas com um fator de segurança muito grande, por isto a sua sobrevivência e só apresentarem problemas quando a falta de manutenção é extrema.
    E tais estradas e pontes são, ainda, a maioria de estrutura viária do país.
    Sds

  105. Acho difícil encontrar em boas condições e em quantidade Leo1A5s para complementar as unidades do EB, concordo com a opinião do Control, seria mais viável buscar novos lotes de M-60A3 junto a estoques da US Army, é um veículo cuja operação e manutenção o EB já conhece e tem munição padronizada com os Leo1A5 .

  106. Respondendo a algumas perguntas

    1) Grécia e Turquia tem Leo 1A5.
    2) Dos Leo 1A1 foram mantidos 41 sendo 39 na tropa. Os demais foram vendidos como sucata. Inclusive uma empresa pra qual presto serviços comprou motores e canhões deles, sendo os motores alguns em plenas condições de uso. Alguns estão sendo usados em monumentos. Semana retrasada um foi posto em Santa Maria pra esta função.

    Os apaches são apenas um palpite. Obvio que a compra deverá ser precedida de uma boa avaliação do custo benefício. usados do EUA direto também seriam uma opção. O que se pode dizer hoje dizer é que novo o EB não terá dinheiro para adquirir tão cedo.

    Quanto a discussão do Leo2 e do peso, na carreta ele passa na maior dos lugares por onde teria de passar pra chegar na linha de frente e deslocamento tático usa campo aberto com pontes sendo providenciadas pela engenharia. Então esta discussão sobre pontes e peso dele em vista do terreno onde seria usado é inócua. Não é este o problema com ele. É p preço. É base de um milhão de euros cada ( preço médio de 6 Leo 1A5), e a manutenção é uma banana de cara.

    Pra nossa nossa realidade os 1A5 cumprem missão. E se um ataque de uma potência viesse nem os 2A7 fariam diferença. Há que se trabalha com necessidades, orçamento e disponibilidades, e uma coisa muito importante que o EB vem tendo chamada bom senso.

  107. Mas concordo com os que defendem a aquisição dos Leo 1A5, pois ja os conhecemos bem, temos manutenção do fabricante instalada no Sul e o canhão 105mm atende as necessidades do EB, e tem o mais importante nesta época, é bem mais barato de comprar e manter.

  108. Walfrido Strobel 2 de setembro de 2017 at 17:41

    Não temos dinheiro! No money, no hay la plata. Sem cash, sem cascalho.
    É Leo 1A5 e passa a mão no toco! É o que temos pro almoço.

  109. Control 2 de setembro de 2017 at 14:39

    Se isso fosse feito, a modernização dos M60 sairia mais barato que a compra de tanques melhores? Olha, eu duvido muito, o M60 teria que ser quase que totalmente refeito, só sobraria a casca.

  110. Obrigado, Carvalho
    Infelizmente, ainda temos este tipo de problemas de alguns de carreira implicarem com temporários, mas diminuiu muito.
    O efetivo profissional é composto pelos militares de carreira e os Of e Sgt temp e Cb e Sd engajados e reengajados. Isso não pode sair da mente de nenhum militar.
    Com militares temporários por até 7 ou 8 anos, conseguimos ter uma Força cidadã (excelente observação) e profissional, se tivermos mais destes do que recrutas.
    Isso reflete em possuirmos uma Força em condições de responder às ameaças, ao mesmo tempo em que temos uma parcela importante da população com mentalidade de defesa.
    Sds

  111. Com os 60 BILHOES de Reais roubados pela ORCRIM daria pra ter uma das melhores FFAA do mundo…sem contar que nao haveriam os maiores juros do mundo (pra pagar os bancos que financiaram a eleicao da ORCRIM) e nao teriamos 70.000 brasileiros assassinados por ano devido a desestruturacao da sociedade planejada pela ORCRIM. Deu pra entender o raciocinio ou quer que desenhe???

  112. Colombelli, me desculpe, você está completamente equivocado sobre pontes e passar com um peso concentrado em 5mts,.
    1 O cavalo jamais irá em todos os locais necessários por diversas razões, dentre elas:
    Bitola
    Concentração de peso
    Vão livre do semi reboque
    Potência dos cavalos Meca do EB, os q estão aqui no RS estão limitados a 440 HPS.

    G abraco

  113. Juarez, vai onde tem que ir pra desembarcar pra ação. Muitas áreas da fronteira da pra ir até de trem na boca da batalha. Deslocamento administrativo via rodovia ou ferrovia não é problema como não foi no tempo do M-60, e deslocamento em marcha par ao combate ou em ação é todo off road, com pontes sendo providenciada pelo batalhão de engenharia orgânico da brigada.

    O carro pode ser deixado até dezenas de km da linha de frente e ir sozinho, Isso não é feito hoje porque não há necessidade. Aliás, em casso de combate sequer é recomendado seu se fique criando comboios em estrada.

  114. Srs
    Jovem Hélio
    Considerando que o objetivo seria dotar os M60 com maior poder de fogo equipando-o com um canhão de 120 mm, não incluindo coisas caras como blindagem reativa, tal modernização sairia mais em conta do que comprar M1 ou Leo 2 novos ou modernizados.
    Mas a questão, neste momento de vacas magras e de transição geopolítica e corrida armamentista se delineando no horizonte, é simplesmente aproveitar a oportunidade de obter meios quase a preço zero para estabelecer uma a reserva blindada; com a vantagem de poderem receber um canhão de 120mm, se isto se mostrar necessário.
    Sds

  115. Colombelli, desculpe, vai até aonde a carreta conseguir ir de lá desce e vai rodando. Te digo isto porque é o meu dia a dia só que cm equipamentos rodoviários, muito parecido por sinal em termos de deslocamento.
    No tempo do M 60, o Blog quebrou alguma ponte de eixo e abriu o bico de alguns motores carroçando M 60 com seus 380/400 CV. Eu vi um no Pantano Grande ali no Raabelândia . parei ara conversar como o motorista e ele foi enfático: “é muito peso”..
    Com isto nunca, repito nunca se trabalha acima do limite do limite operacional por muito tempo.

    G abraço

  116. Estou vendo que muitos comentariastas apostam na substituicao do Leo 1A1…qual o problema desse blindado pra ele ser susbtituido?

  117. Juarez, se fosse o caso de adquirir os Leo 2 a 1 milhão de euros a unidade, não seria a compra de 20 ou 30 pranchas e carretas adequadas a 55 toneladas que iria impedir a aquisição. Isso seria uma fração do preço da aquisição.

    O que digo é que não é este o aspecto que afasta os Leo 2 do EB. É o preço deles mesmos. E olha que ele deve ter subido, tendo em vista os acenos de Trump para a OTAN e a escalada militar russa no ocidente.

    Com o preço que pagamos pelos Leo 1A5 dava pra comprar apenas 40 Leo 2A4, mal mobiliaria um RCC ternário e não mobiliaria um quaternário como temos.

    Outrossim, a opção nossa pelo transporte longo por rodovia se deve ao fato de os deslocamentos serem de poucas unidades em regra, pois nos treinamentos de um RCC vai quanto muito um esquadrão, e acaba não valendo a pena levar de trem. Em caso de uma mobilização em larga escala teriamos o trem e meios civis requisitados.

    Alejandro o problema dos 1A1 e que sobrou somente 39, o que mobilia um esquadrão de cada RCB que ainda os operam, faltando o outro esquadrão. Ainda, tem muita coisa neles que são específicas da versão belga e ai fica dificil repor peças. Dai que o EB provavelmente esteja planejando ou complementar ou substituir todos.

    Control, eu venho falando aqui a tempos. O M-60 seria uma ótima opção para formar um reserva, ou so ele ou com os 1A1. Uma no Saicã em Rosário do Sul, onde a 3a DE faz exercícios e o CIBlind também, para servir como reserva do CMS e força opositora, igual no NTC, e outra em formosa, para servir como reserva para operar no oeste junto com a brigada de cavalaria do MS, para servir igualmente de força opositora em treinamentos das GU da região e do CFN.
    Seriam dois RCCR ( regimento de carros de combate reserva) que nem precisam ter toda dotação de pessoal.

    O ideal é mobiliar todos os RCB (3 no RS e um no MS) com 1A5, por os M-60 em Roraima, com um novo RCB, e criar dois RCCR com M-60.

  118. Para mim foi interessante saber mais sobre esta necessidade de cavalos mecanicos e pranchas reforçadas para transportes de blindados, coisa que o Juarez enfatiza, como leigo achava que qualquer caminhão grande poderia transportar.
    Nesta pesquisas eu vi a foto de um artigo que postei a anos atrás em que aparece um Leopard 2 sobre um prancha rebocado por um caminhão aparentemente comum, mas traduzindo os comentários vi que só são transportados do porto onde chegam ao Quartel onde são entregues em comboios de baixa velocidade em um trajeto de 10 km por estas empresas particulares de transporte.
    Não poderiam fazer longas viagens em velocidade normal com este equipamento.
    . https://1.bp.blogspot.com/-dCZL1VTrSMM/V0MXOQmELGI/AAAAAAAArxA/E5_ylkfcUlYjF5VjN_w1uYjbC2j06qaJwCLcB/s1600/7002829_20160523033427.jpg

  119. Walfrido, o transporte tem previsão prioritária por ferrovia. No caso do Brasil, as áreas de provável emprego dos blindados são em maioria servidas por ferrovias até bem proximo da fronteira.

    Hoje o meio rodoviário é usado porque os deslocamentos são curtos e de poucas viaturas.

  120. Me perdoem a todos, comentou-se que o EB irá produzir um MBT!!!

    É mais fácil os aliens descerem no gramado da Casa Branca.

  121. Colombelli, so radicalmente contra, neste momento mudar equipamento doutrina. A aquisição de cavalos mecânicos adequados, bem como pranchas rebaixadas, reforçadas seis eixos iria custa algo em torno de uns 800 mil reias a unidade. Dá para comprar dois Leo I A5.

    G abraço

  122. Agnelo, falei isto pq tinha um xará seu na minha turma do CPOR/RJ.E parabéns pela sua visão frente aos R2. Considero o EB e os Colégios Militares as últimas grandes escolas de civismo que nós temos neste nosso país.

  123. Dá pra comprar um bocado de Leopard 1A5 com pouco dinheiro?
    Dá…
    Mas se fosse necessário encarar uma força profissional, equipada com um MBT da nova Geração, tendo em mãos só um Leopard 1A5 da vida, lá se vão dúzias e mais dúzias de Leopards 1A5, um bocado do contingente especializado, boa parte da miada força de choque do país e um pedaço do terreno, dependendo da situação.
    .
    É o melhor jeito de quebra o galho no momento e por enquanto a sorte está do nosso lado, sendo que os vizinhos ajudam a estimular o conforto, pois são mais incompetentes que nós.
    .
    Até quando vai continuar assim?
    Só o tempo dirá, mas o EB nunca esteve no estado da arte, pronto para lutar uma Guerra. Só consumo interno e GLO.

  124. Aqueles que pensam que o nosso armamento deverá mirar aos vizinhos , estão fora da realidade a muito tempo , deveriam saber muito bem quem e de onde vem o nosso agressor ,esta na cara , somente não enxerga quem não quer. Ao CBAMARAL , já fui mais otimista que a ti , mas certamente ,adiante te decepcionará , a mentalidade de nossos militares e político é completamente Colonizada , isto fica claro no Golpe da Republiqueta e hoje ela é Cultural , nossos militares em tudo são colonizados ,até no comportamento pessoal , converse com qualquer um deles , e isto tive provas infelizmente inconteste , antes não relevava , mas com o tempo , a coisa foi clareando , clareando ,e hoje afirmo diante de qualquer um deles , poderá haver um ou outro divergente , mas seu número nada mudarão em nossa mentalidade militar .

  125. Década de 60 , os nosso vizinhos adquiriam carros AMX 30 , T 55 , e nós com M41 ( originais ) ,e sempre o mesmo Papo ,a conversa de Estradas é desculpa para Boi Dormir , não é verdadeira , levantem a FAB e Marinha , um exemplo os A 29 da Colômbia são imensamente superiores aos nossos , enquanto a ARA encomendava Fragatas com mísseis AA até de Defesa de Área , a MB os SEACATs , completamente Obsoletos na época , mas conversando com Oficiais da Marinha , eles tinham Desculpas Prontas pra ti .

  126. Enquanto a Engesa apresentava o Osório , o Exercito trabalhava o Tamoio ( mais um nome Ridículo ), o primeiro com canhão 120 e outro 105 , pois pensavam que como sempre preferiríamos o inferior , porém erraram , o EB queria o Tamoio com Canhão 90, mais inferior ainda , ( não é o que Digo ) apenas uma PIADA ! Será que o Canhão também atrapalharia nas Estradas ? Porque não agora o T 90 russo com Blindagem Reativa , nem que seja para conhecerem seu funcionamento.

  127. Essa questão sobre os oficiais temporários do Exército me fez perceber o quanto a mentalidade de alguns é “estreita”. Parece que só os militares são patriotas ou têm compromisso coma defesa do país. Um bom exemplo é o General Colin Powell, que entrou para o ROTC quando era aluno da Universidade de Nova York e chegou aonde chegou, 4 estrelas.

  128. Alejandro, o Leo 1A1 é oriundo da Bélgica e usa um sistema de controle de fogo feito pela SABCA que apresenta muitos problemas de confiabilidade e obsolescência. No mais a notícia ótima e interessante. Caso se confirme é mais uma demonstração do pragmatismo e correção do EB, que ao contrário da Marinha vem conseguindo se reequipar mantendo os pés no chão.

  129. Roberto Medeiros 3 de setembro de 2017 at 22:39

    Agnelo, falei isto pq tinha um xará seu na minha turma do CPOR/RJ.E parabéns pela sua visão frente aos R2. Considero o EB e os Colégios Militares as últimas grandes escolas de civismo que nós temos neste nosso país.

    Obrigado camarada
    O Cmt do EB tem motivado muito essa questão do temporário.
    Infelizmente, temos muito pouca gente com mentalidade de defesa no Brasil, pior…. tem gente q acha q tem mentalidade de defesa e pensa com o reto…. atrapalha….
    Sem dúvida, é o q vc disse, CPOR/NPOR e CM ajudam muito, principalmente pq deles saem muitos decisores não militares.
    Sds

  130. Bom dia, Eduardo
    Eduardo Jardim 4 de setembro de 2017 at 9:50

    Essa questão sobre os oficiais temporários do Exército me fez perceber o quanto a mentalidade de alguns é “estreita”. Parece que só os militares são patriotas ou têm compromisso coma defesa do país. Um bom exemplo é o General Colin Powell, que entrou para o ROTC quando era aluno da Universidade de Nova York e chegou aonde chegou, 4 estrelas.

    A formação americana é diferente. Colin Powell é de CPOR, e serviu a vida toda. Aqui, não temos como fazer isso. O modelo americano é caríssimo. O militar recebe a formação militar só do próximo posto, depois é up or out. Por isso, lá, eles estão sempre reinventando a roda em certas doutrinas e pagam MUITO a ex-militares q tem de trazê-las novamente.
    Como seria isso aqui no Brasil? O out lá, se deve ao desempenho em combate. Vc quer guerra pra termos este parâmetro? Ai, o cara v ai pra reserva e há emprego pra ele. Aqui não tem emprego e nem arranjos q há lá.
    Os paises tem suas FFAA de acordo com suas necessidades e possibilidades, além da cultura…
    Aqui, a região onde tem mais gente encostada tentando reforma é onde se diz q é o povo mais educado… CMS…

  131. “a conversa de Estradas é desculpa para Boi Dormir , não é verdadeira”

    kkkkkkkk agora eu já sei com quem que um certo Cmt Esqd CC pegou o bizu e atolou 13 M-60 kkkkk Bizuleu!!!!
    Vou avisar ao CoLog também, q tá procurando meios de Eng Cmb, pq nossas pontes naquelas estradinhas no CMS e CMO naqueles arroios distantes são top de linha…. só o EB q não sabe!!!!

    Foi mal… não deu… kkkk

  132. Boa tarde Agnelo.

    Obrigado pela observação. O exemplo do Colin Powell foi mais para abordar a questão cultural, de percepção mesmo, que você pode ser um bom militar mesmo servindo apenas alguns anos ou subindo na hierarquia. Morei nos EUA e lá, quando você serve, seja por alguns anos ou a vida toda a sociedade americana reconhece isso.

    Eu não acho que o Exército precisa fazer como lá. Reconheço a importância dos oficiais temporários. Fui aluno do curso de Ciências Aeronáuticas da Estácio de Sá e houve uma época que a presença de militares era muito grande, inclusive o Mauro Gandra estava a frente do Instituto do Ar. Quase todos meus professores eram da FAB.

    Escutei de um professor que as Escolas Militares poderiam formar até um número menor de oficiais de carreira, na opinião dele as Escolas Militares precisam formar os comandantes: generais, almirantes e brigadeiros.

    Prestei concurso para EsPCex e Escola Naval mas optei pela carreira na aviação civil por causa da hipermetropia. Tenha certeza que tenho as Forças Armadas na mais alta conta e admiro muito todos os militares. Estou aqui de curioso mesmo.

    Ah, obrigado pela resposta.

  133. Juarez, concordo plenamente que não é o caso de trocar, mas se fosse com certeza não seriam as pranchas e cavalos que iriam impedir. Comprava umas 15 dava pra quebrar o galho, mas certamente teria que se valer o EB bem mais do trem.

    Sobre as estradas, é dificil usar o argumento de forma genérica. O que se pode afirmar com certeza e de forma geral é que no interior muitas pontes não aguentariam, e a engenharia precisaria muio mais material e de maior capacidade para operar um CC mais pesado, o que elevaria os custos indiretos de forma considerável.

  134. O trem tá feio com relação a grana pro lado do EB e das FFA’s, além do mas a vida é feita de oportunidades. Se poder, o EB deve pegar logo esses LEOPARD’s 1a5 suíços e italianos, aproveita infraestrutura, os equipamentos e o conhecimentos e essa empresa alemã que montou uma infraestrutura em Santa Maria RS, dá uma boa modernizada (que tao trocar o canhão de 105mm pelo de 120mm?!), coloca uma blindagem reativa e uma eletrônica atualizada que tá bom de mais pra qui na América do Sul. Dá ate pra encarar os T-72 bolivarianos do Maduro.

  135. Negrão penso que desconhece completamente o Trafego de Carros de Combate em estradas, e desconhece as nossas Estradas ou as duas coisas ao mesmo tempo !
    Procures o Peso de Bi- trens brasileiros , muito trafegando com mais de de 70 tons e até mais de 75 tons e distribuídos sobre Rodas , quando um Carro de Combate distribui seu peso em lagartas , diluindo seu peso por cada cm2 da Lagarta , procures literaturas sobre isso , de preferência alemães e russas , que têm muita neve e muita lama e não muitas estradas !!

  136. Jose Esposito, tu não tem cérebro tchê. Uma coisa é concentrar uma carga em cima de um caminhão sobre 60 cm x 5 mts, algo como 60 tons, outra coisa e distribuir a mesma carga em um rodo trem com nove eixos e carga homogeinizada.
    É diferem, e a física é mesma aqui na China, na Rússia e até em Marte, só não é para esquerdopatas doentios como tu.

  137. Todo mundo falando em comprar Leo 2A4, já que o problema do 1A5, segundo muitos aqui, é a pouca capacidade de proteção, não seria mais fácil e barato fazermos (quando tivermos $$$$$$) a mesma coisa que o Canadá fez nos seus 1A5?

  138. Bom dia, Eduardo Jardim
    Realmente, a sociedade americano é bem diferente neste sentido.
    Não sei se é só por terem guerras, o q proporciona dispositivos diferentes em suas careiras, mas creio q é cidadania.
    Um oficial americano me disse uma vez que quando se ataca um militar americano, se ataca o Estado e a sociedade, por isso eles tem tropas em países realmente aliados.
    Sds

  139. Apesar de um Bi-trem pesar hoje o mesmo que um CC dos mais pesados, a distribuição da carga se faz e mais de 20 metros, ao passo que o CC tem pouco mais de 8. Desta forma, a pressão do cc pista pode ser ate menor, mas em compensação no segmento da ponte ele concentra o peso, de forma que um bi -trem passar em uma ponte não significa que um CC passará.

  140. “sub-urbano 31 de agosto de 2017 at 23:39
    Concordo com o Arariboia.
    Imagino que se uma força expedicionária estrangeira entrasse no Brasil, com uma quantidade decente de tanques, desembarcando no nordeste, chegaria a brasilia sem ter muita oposição. Ali os politicos assinariam até a mãe.
    Falo da China, porque ninguem sabe qual será a postura deles quando tiverem a hegemonia.”
    .
    Entendo, e com meia dúzia de Carros de Combate mais modernos vamos segurar os chineses??.
    Isso é sério mesmo??
    Exército está de parabéns, estão montando uma força padronizada, com equipamentos que fazem frente a todas as forças dos nossos vizinhos, amigos ou “no mucho”.
    Nosso exército é bem seletivo, compram somente itens que estão em bom ou ótimo estado de conservação, por exemplo como fizeram com os blindados de transporte, alguns estavam zero quilômetro. Isso sim é uma bela compra de oportunidade.
    É o que temos pra hoje, ou poderiam fazer igual a Marinha, viajando na maionese o tempo todo, planos mirabolantes, muito dinheiro indo para o ralo e não possuindo nada real.

  141. Senhores
    A questão não é só se chega em poder de combate ou não, é como manter e como trazer esse poder de combate pra cá.
    Um bom livro sobre esse assunto é Iraque, um conflito polêmico (se não me engano, é esse o título).
    Pra guerra no Iraque, levou mais de 1 ano, o planejamento, com aliados no entorno, com interesse desses aliados, e em um país pequeno, onde forças Blindadas podem se deslocar bem, além da população ter apoiado a invasão inicialmente.
    Imagine no Brasil!
    O simples fato de termos 2 Bda Bld, 4 C Mec e uma Inf Mec, já obriga qq inimigo, potência ou não) a deslocar pra cá meios pesados, o q torna tudo mais complicado. Além disso, imagine um embargo econômico a uma das maiores economias do mundo!
    Tudo isso se reflete na nossa capacidade de defesa.
    Sds

  142. Algo que gostaria de ver discutido aqui é quais seriam os objetivos políticos de eventuais campanhas militares contra o Brasil. Aprecio a discussão sobre equipamentos e táticas mas o que define a viabilidade de uma incursão é a possibilidade de alcançar objetivos políticos.

    É comum encontrar referências ao fato de que os EUA venceram todas as batalhas no Vietnã mas perderam a guerra porque o objetivo da intervenção era impedir a ascensão comunista, que se concretizou em 1975.
    No Iraque e Afeganistão é a mesma coisa, os americanos venceram as batalhas mas não estabilizaram a situação.

    Então, como entusiasta do assunto, acho interessante debater a capacidade de defesa dentro do que cada eventual agressor poderia querer. Anexar território? Mudança de regime? Só para citar dois exemplos.

    Para alguns agressores uma força convencional serve como fator de dissuasão, para nações mais fortes a opção é partir para ações de guerrilha, impedindo a estabilidade do cenário pretendido.

  143. Srs
    Se um exército desembarcasse no NE e se deslocasse para Brasília, seria um exército muito mal conduzido, pois a maioria de nossas indústrias e fontes de energia estão no Sul – Sudeste e não seriam afetadas, o que permitiria ao Brasil se recompor e reagir para expulsar o invasor.
    Ou seja, seria uma abordagem péssima para o atacante e permitiria ao Brasil por em prática uma estratégia própria de países continentais: deixar o inimigo avançar em um grande território e só depois atacá-lo, quando suas linhas ficarem muito estendidas.
    Esta foi a estratégia usada pelos russos na IIGM e no tempo do Napoleão.
    É claro que tal ataque é improvável, mas seria bom se capturassem Brasília e a caterva lá existente, pois seria um alivio para o resto do país.
    O fato é que o EB está razoavelmente bem distribuído com suas unidades alocadas onde mais provavelmente seriam necessárias em caso de conflito, sendo apenas incongruente as unidades alocadas na cidade dita maravilhosa, que atualmente só contribuem como mecanismos de treinamento para o tráfico de drogas.
    Na verdade, a MB e a FAB é que incorrem em uma distribuição mais inconsistente, com a primeira com toda sua esquadra concentrada no Rio e a segunda com bases que deixam a descoberto alvos estratégicos enquanto mantém uma concentração de recursos também no Rio (aparentemente os comandantes de nossas FA´s gostam de submeter seu pessoal a emoções fortes).
    É claro que a MB está trabalhando para resolver o problema extinguindo a esquadra e a FAB, parece, começa a se mexer e deve reduzir o número de bases na cidade maravilhosa.
    É importante, também, se considerar que a situação não é estática e que às condições geopolíticas mudam e, dependendo delas, nossas FA´s terão que se adaptar aos novos cenários.
    Na verdade é o caso do momento atual, onde novas potências estão em ascensão e colocam em questionamento a ordem mundial vigente.
    Nossas FA`s precisam ficar atentas e avaliar os novos cenários possíveis, o que implica, inclusive, em reavaliar a sua força blindada.
    Sds

  144. Robson, agora repare que vc quer um anti aéreo e eu postei um anti tanque.
    Mas também pode ser colocado em uma plataforma leve como um Guarani ou M113.
    The Machbet (Hebrew: מחבט, meaning “racquet”) is an Israeli upgrade of the M163 self-propelled automatic anti-aircraft gun, based in turn on the M113 armored personnel carrier. In addition to the 20 mm M61 Vulcan rotary cannon it is armed with four FIM-92 Stinger surface-to-air missile launch tubes.
    . https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQ3ycinOqKU79BkCi8iL1GO3odwU_9WDprQkc_hNPO1N_Y5ygAE4xD_CXIX

  145. Boa noite, Eduardo Jardim
    Primeiramente, os EUA têm se dado mal nos últimos conflitos, pq os políticos se metem DEMAIS nos níveis operacionais e táticos de suas campanhas, quando deveriam traçar os Obj Políticos e estratégicos, deixando o resto pra quem faz a Guerra acontecer. Essa opinião não é só minha ou de quem estuda isso, mas as próprias FFAA americanas sabem e falam disso. Não é por menos, q Colin Powell foi MUITO reticente em invadir o Iraque, como foi feito, extremamente influenciado pelo fuxico de Rumsfeld.
    Em segundo, como o Alto Comando tem retratado, se está focando em capacidades e menos em ameaças, pois estas estão MUITO difusas, mas a grosso modo:
    1) Ameaça ao Pré-sal
    2) Ameaça à Amazônia_ principalmente reservas indígenas sobre riquezas naturais em faixa de fronteira, o q pode ser aceito pela ONU como um novo Estado, pelo princípio da autodeterminação dos povos.
    3) Ameaça ao Aquífero Guarani
    4) Terrorismo Transnacional
    5) Fortalecimento das ORCRIM, com acentuada incapacidade estatal em repressão.
    6) Ameaça à nacionais (pessoal e instituições) no estrangeiro, tanto por guerras, terrorismo e desastres ambientais.
    Cabe ressaltar:
    1) assunto ambiental cada vez mais reverbera em importância na comunidade internacional, podendo gerar legitimidade para intervenção estrangeira.
    2) há bases, acordos e/ou grande relacionamento entre países vizinhos e grandes potências circundando todo território nacional e plataforma continental.
    3) a necessidade por diversas riquezas naturais q possuímos aumenta cada vez mais.
    Sds

  146. Robson, o que vc propõe nada mais é do que um Gepard, o qual já possuímos. O Gepard não possui um, mas dois canhões 35 mm. Quanto aos mísseis, seria mais barato e produtivo instalá-los nos Gepard do que em uma adaptação nova. O Gepard, da torre para baixo, é um Leopard. E se fôssemos adaptar os Leo 1A1 para uso antiaéreo, não bastariam apenas os canhões e os mísseis que vc propõe, pois precisaria dos radares…..algo que o Gepard tem.
    Os Leo 1A1 que já deram baixa (quase 100 unidades já deram baixa), tiveram retirados deles literalmente tudo que poderia ser reaproveitado na manutenção dos Leo 1A5. Sobraram somente as carcaças, que foram vendidas como sucata. Com isso, somado às 30 unidades do Leo 1A5 que foram compradas para servirem de fonte de peças para as 220 unidades operacionais, garantiu-se uma manutenção bastante significativa para os 1A5.
    Acredito que seria muito mais interessante a compra de mais unidades do Gepard, se houverem disponíveis ainda à venda.

  147. Agnelo 7 de setembro de 2017 at 20:37

    Pedindo licença aos dois, sobre as ameaças, vou fazer um necessário contraponto :

    1- Discordo. Pré-Sal: para quê ? para tomarem prejuízo ? custo alto de extração; combustível fóssil perdendo importância; carro elétrico batendo a porta.
    2- Discordo. Qualquer potência perderia sua vantagem na floresta, com uma guerra que seria uma verdadeira carnificina. E isso hoje, com o atual efetivo e atuais equipamentos do EB. Não vejo ninguém com peito para bancar isso, principalmente os estados social mimimimmi democratas europeus.
    Por outro lado, se for mesmo a nível de ONU, as nossa opções ficariam bastante reduzidas. O importante é que para se chegar a essa hipotética absurda decisão, teriam que haver antes os votos necessários junto a ONU… pouco provável.
    3- Discordo. Primeiramente, há que se cotejar os aspectos legais (CS, ONU). Muito difícil justificar uma ação dessas legalmente. De qualquer sorte, não seria guerra na floresta, mas também exigiria um esforço apenas possível para uma coalizão com participação direta dos EUA. E duvido que os EUA, nosso irmão maior, permitiriam algo assim.
    E tem a questão da dessalinização da água do mar, uma tecnologia que pode chegar com força a qualquer momento, usando novas tecnologias (ps: li sobre a aplicação do grafeno a esse respeito). Muito pouco provável.

    4, 5 e 6, concordo. Apenas adicione uma pitada de pimenta de uma esquerda minoritária em nosso país, capaz de perigosas alianças com vizinhos bolivarianos. Essa pimenta se aplica aos itens 4 e 5.

    Sds

  148. Em 2016 o Exército realizou uma operação de transporte de 01 (um) CC M-60 A3 TTS para condução de tiro real e, claro, mandar um recado ao ditador bolivariano. Ninguém tem detalhes dessa “aventura”, digo, transporte? Numa extrapolação hipotética, como seria uma concentração de meios para, depois de estabelecida superioridade aérea e demais operações de limpeza em nosso território, travar uma batalha decisiva na região Pacaraima-Uiarem (ambos contendores teriam condições de esticar a logística a esse ponto?), ficando em condições de avançar até as pontes sobre o rio Ezequibo.

  149. Brasil Acima de Tudo ! 7 de setembro de 2017 at 22:15, bom dia

    Bom vc entrar na conversa
    1- O Pré-sal não é ameaçado somente por grandes potencias, mas pode ser alvo da pirataria q está crescendo no Atlântico Sul.
    Hoje, é caro, e daqui uns 40 anos? EUA salvou a China do Japão, depois tornaram-se inimigos, e agora são parceiros econômicos q se respeitam militarmente.
    A questão é: temos uma riqueza q deve ser protegida, pois não sabemos o dia de amanhã. Nesse quesito, creio q a Marinha está com a ideia correta. Contra ameaças assimétricas, tem treinado os GRUMEC e contra grandes ameaças, tem buscado uma Força de Submarinos q negue o mar a grandes Marinhas.
    2 – A principal ameaça deste nível é em Roraima, no cerrado, pouca floresta. Os países decisores da ONU já demonstraram em todas oportunidades em q falam sobre isso, q o Brasil não tem condições de preservar a Amazônia, ou seja, há vontade política para que qualquer parte da Selva não seja mais nossa, somado a presença de tropas e bases estrangeiras circunvizinhas à Amazônia. Logo, precisamos de dissuasão. Lembrar q os EUA invadiram o Iraque sem apoio da maioria de seus aliados…no papel… pois estes enviaram tropas pro Afeganistão, aliviando o esforço americano lá.
    3- Concordo q os aspectos legais seriam uma grande barreira, mas a necessidade porvir de água será grande. A água do aquífero Guarani não é salgada. Não sei o quanto os EUA interfeririam contra outras ameaças, pois não sabemos como o mundo estará daqui uns 40 anos, o q nos leva a precisar de poder dissuasório.
    Perceba q citei “daqui uns 40 anos” duas vezes. Pode parecer muito, mas o Alto Comando das FFAA (Of Gen 4 estrelas) daqui a 40 anos são 2o e 1o Ten hj.
    Sendo assim:
    1) Temos riquezas importantíssimas pro mundo
    2) Hj, os adversários são difusos. Difícil identificá-los com precisão.
    3) Foca-se na capacidade em dissuadir.
    Sds

  150. Agnelo 8 de setembro de 2017 at 7:59
    1- Tem países que já estão abolindo o uso de combustíveis fósseis para 2040. Esqueça. Vai ser mais usado para transporte pesado (caminhões de carga). Sobre ameaças assimétricas eu concordo, OK.
    2- Agnelo, salvo engano, qualquer intervenção na Amazônia deveria ser precedida por votações na Assembléia Geral e no Conselho de Segurança. Difícil. Até porque contraditório, já que sob a desculpa de “salvar”, estar-se-ia na prática destruindo a floresta… porque, pense bem… gringo tomando pau, carnificina, você acha que eles não iriam saturar, mandar pelos ares, grandes áreas de floresta, visando exterminar os inimigos que matam, se retiram, e ninguém consegue ver ? Algo parecido com o Vietnã, mas muito piorado para eles.
    Mas concordo que, aqui sim, a existência de grandes e bem treinadas tropas seriam um fator (dissuasório) para sepultar de vez a hipótese. Algo como 50.000 homens com treinamento top on mind em selva, equipados com o que há de melhor em comunicações e guerra eletrônica a nível de pelotão, valendo-se de boa quantidade de morteiros e AR M-56 (quando a floresta permitir tiro de artilharia). E atentos ao que há de mais moderno para o cenário (não sei como está a evolução daquela tecnologia estilo filme “Predator”, que em tese poderia ser usada mesmo na humidade da Amazônia). Mesmo porque são equipamentos baratos frente a um CC, de 7 a 10 milhões US$, ou uma mera peça de M777 que custa quase 4 milhões de US$.
    3- Quando falei em dessalinização, falei em relação a agua do mar. Ou seja, menos necessidade de sair desesperadamente atrás de grandes rios ou reservas de agua doce. Para mim, inclusive, esta tecnologia até já deve existir… e pode estourar a qualquer momento.
    Sds

  151. Eu ainda fiquei com dúvida , quando terminar esse contrato com a Alemanha em 2021 , os MBTs via ser devolvidos ou o que acaba e i contrato de manutenção???

  152. Brasil, rogando tua vênia, mas seu raciocínio sobre a invasão da Amazônia ser igual ou pior que o Vietnã para o invasor está completamente errado. O Vietnã do norte contava com quase um milhão de guerrilheiros e tropas regulares, grande parte com experiência longa em combate, lutando desde a época dos japoneses, em uma área relativamente pequena, com transporte fácil e aporte infinito de suprimento da URSS e China descendo a pé algumas centenas de km pela trilha Ho Chi Min e por locais neutros como o Laos. Mesmo o Vietnã do norte nunca foi bombardeado como poderia ser.

    Amazônia é gigantesca, teriamos poucos milhares de homens com experiência local e sem nenhuma de combate, e é mais fácil a uma potência do hemisfério norte trazer suprimento até ali do que nos os levarmos do sul e sudeste. Temos pouco estoque de suprimento e nossas fábricas são poucas de localização sabida, facilmente atingíveis por ataques.

    E so pra recordar, a premissa no Vietnã era matar gente, não conquistar território. Uma hipotética invasão hoje seria para conquista de território. Seria facilmente conseguida proxima ao mar ou partindo de uma das Guianas.

    Apenas compare os meios aéreos para suprir tropas lá que temos e os meios de escolta pra defender eles como que seria posto contra nôs. Não dá nem graça.

    Então se para alguem seria bem pior que o Vietnã seria pra nós. Qualquer análise minimamente razoável e técnica demonstra que falar de “vietnamização da amazônia” não passa de uma falácia grosseira perpetuada dentro do EB para responder de forma superficial a inconvenientes perguntas de recrutas.

    E pra finalizar, ONU não manda nada. Vejamos: Granada, Panamá, Iraque, Criméia so pra começar. Se alguem quisesse e tivesse meios faria independentemente do que diz o fantoche ONU.

  153. Vale salientar que desde que existe o CIGS formou menos de 5000 homens. E destes muitos eram estrangeiros. E hoje, muitos já estão na reserva.

  154. colombelli 8 de setembro de 2017 at 15:12
    Eu falei em 50.000 homens com treinamento perfeito. Em situação de combate, seriam muito mais.
    No mais, a sua análise desperta, no mínimo, uma profunda reflexão. Obrigado !

  155. O Ocidente definitivamente abandonou o conceito de veículo de defesa antiaéreo autônomo e abraçou o conceito modular. Nenhum moderno veículo AA ocidental é dotado de radar de busca próprio. Todos dependem para o alerta de ameaças de um radar independente instalado remotamente e conectado via DL.
    Russos e chineses ainda perseveram no conceito de veículo AA autônomo dotados de radar de busca próprio.

  156. Brasil, hoje temos em torno de 25000 homens Amazônia. So pra que se tenha uma ideia, os EUA chegaram a ter mais de 540.000 homens no Vietnã no forte da luta. Perderam 5000 helicópteros. Era um área pequena, e dispunham de supremacia aérea completa. A defesa da amazônia mesmo com todo EB lá, treinado e equipado, e com possibilidade de suprimento adequado ( inexistente) seria impossivel e duraria apenas algumas semanas. Se quisessem os EUA ou uma coalização europeia com França Inglaterra e/ou Alemanha tomariam a área que desejassem.

    Ela depende mais é da FAB e da MB do que do EB. Precisamos de uma boa força de submarinos convencionais e uma bora frota de caças. Mas se o ataque viesse a partir de uma das Guianas, ja era.

    Inclusive sequer fuzis para uma reserva maior temos, e a esmagadora maioria dos brasileiros reservistas está tão adaptada à Amazônia quanto um garoto do Kentucky ou Wyoming. Mas mesmos que tivéssemos condições de por meio milhão de homens lá, distribuidos em enorme área e sem suprimento, de nada adiantaria, sobretudo com o ataque aéreo secundário no sul e sudeste que nos minaria rapidamente.

    Aliás, uma força agressora deste nivel bota o pais de joelhos em dez dias, e isso não é vergonha nenhuma, pois a maioria das nações teriam o mesmo destino.

    isso não significa que não devamos ter forças armadas capacitadas, pois há inúmeras emeaças menores e tirando talvez a Colombia, nenhum dos novos vizinhos presta. Não podemos dar moleza pra esta gente.

  157. Sobre a Amazônia. a meu ver, se alguém quiser conquistar a Amazônia, deve começar pelos países menores: Suriname, Equador, Colômbia, Venezuela, Peru e Bolívia ou mesmo as Guianas (nesse caso arrumando confusão com a França e o Reino Unido).
    Seria estúpido resolver começar o ataque contra o Brasil.
    E, convenhamos, se alguém quiser explorar a Amazônia ou preservá-la, sai mais barato comprar nossos políticos ou impor sanções econômicas do que mover uma guerra.
    Quanto ao aquífero Guarani, é mais barato dessalinizar água do mar do que captar água no Brasil e levar para outro país de navio (ou por algum superduto). Aliás, se a ideia for levar água por navio, mais fácil pegar na Antártida ou no Ártico ou em países menores ricos em água.

  158. Agua Islândia tem de sobra.
    A questão das Guianas é se a Grã Bretanha e França fossem invasores.

    Rafael, não sei não se comprar os políticos sai mais barato que guerrear. Olha o cacife: lulinha fora do poder é 300 milhões, Gedell 51 milhões em cascalho vivo e ainda tem Renan, Barbalho, Jucá, Gleisy e Cia Ltda.

    So um tipo de recurso gera defesa absoluta: arma nuclear. Mas se tivéssemos logo argentinos também teriam e ai seria uma corrida que subtrai todas as nossas vantagens de recursos e números.

  159. Colombelli, realmente o valor da propina seria alto, mas ainda assim, baixo para os padrões de uma guerra moderna.
    Poucos parlamentares custariam mais que um Leo2 0km. E mesmo que um presidente nababesco custe mais que um Rafale, seria mais barato que uma FREEM.

  160. Rafael Damasceno 8 de setembro de 2017 at 14:51

    Não existe isso de devolver os Leopard. Eles foram comprados pelo EB. Não foi uma operação de leasing, ou comodato, ou empréstimo. Foi uma operação de compra. O Brasil adquiriu 250 Leopard 1A5, sendo 220 completamente revisados e retrofitados, para uso nos 4 RCC, e 30 para servirem de fonte de peças para os 220. Concomitantemente foi negociada a manutenção com o a KMW, que instalou uma unidade aqui em SM, onde fornece manutenção para os Leopard e Gepard. Esse contrato de manutenção não acaba em 2021 e sim, em 2027 (maio de 2027). E nada impede que esse contrato seja renovado novamente daqui a 10 anos….

  161. Pessoal, mudando um pouco o foco da discussão de vocês…
    Qual a viabilidade de um upgrade futuro para os Léo 1A7???

  162. Bom dia
    Algumas considerações
    Tudo sobre Amazônia e Aquífero Guarani, se remete ao hoje. Como será daqui 50 anos? O petróleo off shore vale hj, um dia não valeu.
    A Islândia tem agua doce de sobra, mas 25% da água doce explorável está no Brasil, principalmente no Aquífero e na Amazônia, outros 25 % estão nos EUA e Canadá, sendo a exploração no Norte gelado bem difícil.

    EUA já tiveram uma de suas maiores bases de SOF na nossa fronteira, e sua Força Verde (capaz de atuar em regiões de selva) já teve 60 mil homens. Esse vulto acabou com o 11/09.
    Países aliados hj, como EUA, GB, França, China e Russia, podem não ser amanhã.

    Concordo q nossa maior ameaça é interna. É mais fácil vendermos tudo, perdendo pra corrupção, do que explorarmos juntos em acordo. Explorar sozinhos? Alguém viu dar certo em algum lugar?

    Uma importante consideração sobre o CIGS e o Curso de Operações na Selva. Existem para difundir e aperfeiçoar a doutrina de combate na Selva. TODOS os militares servindo na Amazônia tem condições de operar lá. Quem não serviu tem condições de operar com adestramento prévio. Na AMAN, além das TTP de selva q treinamos lá, o Curso de Infantaria participa de Estágio no CIGS. Não sei se mudou.
    Os militares q tem o curso são difusores nas Unidades das TTP.

    Sds

  163. Não seria mais barato e prático instalar empresas e produzir seus produtos aqui, utilizando a água?
    .
    Gastar zilhões em uma invasão e depois fazer um aqueduto brasil-EUA? O país inteiro dependeria de um sistema de fornecimento de água que poderia ser destruído em combate ou ação “terrorista”?Trasportariam via navio?
    .
    Sabemos que a água no mundo não vai acabar, só ficará mais cara de ser tratada para uso.
    https://www.whymap.org/whymap/EN/Maps_Data/Global_maps/whymap_ed2008_general_pdf.pdf?__blob=publicationFile&v=3
    Já existem sistemas de tratamento de água salgada, Israel e outros países utilizam e com a evolução dos estudos a respeito do Grafeno, pode-se facilitar ainda mais fácil este tipo de tratamento.
    .
    Como temos boas reservas, isso impactaria em menores custos de produção, por demandar menos tratamento. Isso impactaria no fator de exploração comercial e concorrência $$$…
    .
    Creio que o problema aqui seria outro, muito antes de água.

  164. Agnelo, a questão da água é uma questão de custo (como qualquer outra). Por que existem superpetroleiros cruzando oa mares? Porque o custo e o valor de venda do petróleo compensam .
    No caso da água, não se vislumbra isso, nem agora e nem em 50 anos. Ademais, sai mais barato dessalinizar água do mar do que invadir um país distante, captar água e transportar por navios para revender.
    Enfim, o maior risco ao Brasil é interno. O segundo seria uma guerra mundial.

  165. Srs
    Quanto a cobiça sobre riquezas do Brasil, esqueçam o pré sal e outras riquezas minerais, inclusive a água, porque são bens passíveis de se obter pelo comércio e pelo controle sobre empresas em nosso país, o que, hoje, é perfeitamente possível, e realizado.
    Quanto ao controle da Amazônia e as riquezas de sua bio diversidade, a situação é similar, até porque a capacidade brasileira em pesquisa aplicada é quase nula e, portanto, o aproveitamento dos recursos da bio diversidade amazônica depende mais da ação de empresas, a maioria de fora, do que de nossos cientistas de gabinete que dominam o cenário científico nacional.
    Aliás, quanto a receio de uma intervenção americana ou europeia sobre o Brasil, esqueçam, pois a Europa está em fase de ocaso e o Tio Sam está em crise de identidade olhando o próprio umbigo.
    O risco mais provável para o Brasil, tirando a sua infinita capacidade de se meter em atoleiros por vontade própria, será a ambição despertada por suas, ainda grande, extensões de terras agriculturáveis.
    È importante observar que dois fatores geopolíticos que pouco são lembrados, apesar de fundamentais em futuro próximo, devem ser considerados: o crescimento das populações de países subdesenvolvidos e as mudanças climáticas. Fatores que são ignorados mas que estão aí, batendo a nossa porta; como é possível se constatar com os problemas já presentes na Africa (conflitos e emigração) e, consequentemente, na Europa (imigração).
    É bom se considerar que a produção e disponibilidade de alimentos é fator essencial para a estabilidade de países como a China e a Índia, dois países muito populosos e em franca expansão. Cabe lembrar, também, que a escassez de alimentos e a busca por terras férteis é um dos fatores primários para migração e conflitos.
    Assim, o fator que poderá deflagar uma invasão ao Brasil ou medidas de pressão sobre ele, será o controle sobre suas terras agriculturáveis.
    Antes que digam que isto poderá ser resolvido pelo comércio, cabe observar que isto vale quando a situação não atinge condições extremas; por exemplo, quando não houver alimentos para suprir a demanda. Caso em que vale o princípio do meu pirão primeiro.
    Segundo algumas simulações sobre as mudanças climáticas, a situação começará a se mostrar dramática daqui a duas ou três décadas, com mudanças significativas nos regimes de chuvas (secas ,e inundações, além de granizo, furacões, etc.) bem como invasão do mar em regiões baixas (Bangladesh é um caso), o que deflagrará redução da produção de alimentos nas regiões afetadas e migrações em grande escala.
    Provavelmente, este será o fator que colocará o Brasil sob pressão, seja por ação de países ricos que questionem a nossa inoperância na manutenção da floresta amazônica, seja na pressão de países emergentes pelo fornecimento de alimentos a valores baixos, seja, finalmente, na pressão de potências, particularmente aquelas mais populosas e melhor armadas, para o controle das áreas de produção de alimentos.
    Ser o celeiro do mundo pode não ser a melhor posição para uma vida tranquila.
    Sds

  166. Olá Colegas.
    O risco que corremos é um fragmentação do país. De fato não há como pensar em uma ocupação do território.. pela extensão e diversidade, não faz sentido. Os EUA tiveram problemas em ocupar territórios bem menores, como o Iraque. Por outro lado, o colapso do Estado federal pode resultar em vários estados menores, mais fracos politica e economicamente. O caminho para isso é de meio prazo, improvável mas possível. 1.desestabilização política do Estado federal, 2.desestabilização econômica e agravamento das condições sociais. 3.desmonte institucional. 4.deflagração de conflitos internos localizados. 5.intensificação dos conflitos internos. 6.aparelhamento ideológico separatista….

  167. camargoer 11 de setembro de 2017 at 12:17
    .
    Camargoer, o que eu conheço de palhaço que vem com a história de “Brasil Sul, um novo país”.
    Tenho até parentes nesta maluquice, fico sacaneando, de que adianta o Paraná se separar do Brasil para ser governados por gaúchos com a capital em Porto Alegre???

  168. Rafael olha que se juntar a galera do PMDB do senado dá elas por elas o custo. Pega reforço do Maluf e bota o lula no comando então…..Financia fácil um conflito de baixa intensidade. Mas eles tem efeito destrutivo bem maior. É a guerra de sexta geração. Quebram um país em duas legislaturas.

    Não nos esqueçamos de uma coisa. Guerra na selva não é uma atividades mistica. Não tem mistério nenhum. Qualquer país está, com algum treinamento, habilitado a ela, e quem de longe tem mais experiência nela são os EUA e a Inglaterra. A maior parte de nossa doutrina veio deles.

    Eu tinha a caderneta de operações do CIGS, e acabei achando um manual norte americano no sótão da subtenência da terceira companhia do 29 BIB. Estava em espanhol e era de operações de contraguerrilha. Era bem antigo pois as fotos ainda estavam elementos com o M1. Boa parte do que tinha na caderneta do CIGS e do que instrutores formados lá me ensinaram estava ali também.

    O diferencial é apenas a adaptação a cada área. Cada área tem suas peculiaridades. cada selva é uma selva diferente, mas não há uma formula mágica que só nos saibamos. Por isso, superado este aspecto de adaptação ( e a maioria dos brasileiros não está adaptada a Amazônia) norte americanos, franceses, ingleses etc.. ( especialmente os últimos) são tão capazes (ou provavelmente mais), quanto nós em combater na selva.

    Walfrido, que tal capital em Floripa. Porto Alegre é intragável. Tá pior que o Rio. E como gaúcho digo que faz tempo que o RS perdeu a liderança no Sul em qualquer aspecto ( salvo na criminalidade) especialmente depois que Tarso quebrou o Estado. Seria mais fácil a capital ser em Curitiba.

    Control, voce está correto. Hoje o que nos temos de diferencial é algo que a argentina também tem e é o motivo da aproximação dos chineses deles. Terras agricultáveis. Nós somos os que mais tem seguidos deles. A terra e não a água, está na cobiça ao Brasil.

  169. Um adendo: o Paraná também quebrará até 2023, se não for providenciada alguma solução mágica para a previdência dos servidores estaduais.
    Sds

  170. Brasil, isso é pra todos os estados e União. Mas ainda tem gente contra a reforma. Setores corporativistas de todos os lados querendo manter seus privilégios em um comportamento suicida.

    A proposito, na Itália há 120 carros disponiveis para serem inspecionados.

  171. A questão é que, na União pelo menos, mesmo com reforma, a conta continuará salgada. E sem fechar.
    Quanto ao PR, não havendo como separar a parte dos inativos dos ativos, vai virar RJ e RS também.
    A grande questão disso tudo é se o Judiciário continuará de fora da sofrencia. Autonomia financeira e independência entre Poderes ?? Tá bom…
    Até hj, só sobrou para o funcionalismo do Executivo.

    Quanto aos CC, o dono (Suíça) bem que poderia parcelar no Visa os Leo 2A4…

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