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Exército Brasileiro aprova diretriz para VBR-MSR 6×6

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Concepção artística de futura versão Guarani VBR com canhão Mk8 de 90 mm e torre CMI LCTS, divulgada em 2012

O Estado Maior do Exército Brasileiro aprovou portaria de Iniciação do Projeto de Obtenção da Viatura Blindada de Reconhecimento – Média Sobre Rodas, 6×6 (VBR-MSR, 6×6).

A diretriz tem por objetivo regular as medidas necessárias à iniciação dos trabalhos do Projeto de Obtenção da VBR-MSR, 6×6), a partir da evolução de plataforma já existente.

Segundo a diretriz, o atual cenário político-econômico é de restrição orçamentária e deve prolongar-se pelos próximos anos, justificando a obtenção de uma Viatura Blindada de Reconhecimento – Média Sobre Rodas, 6×6, a partir da evolução de plataforma já existente, em detrimento da obtenção da Viatura Blindada de Reconhecimento – Média Sobre Rodas, 8×8 que acarretaria em custos mais elevados.

Segundo o Exército, as VBR atualmente em uso apresentam várias limitações para o cumprimento das operações de guerra previstas pela Doutrina Militar Terrestre.

Mas apesar das limitações quanto aos aspectos técnicos apresentados por essas viaturas, as mesmas possuem características, como robustez, fácil manutenção, mecânica simples e boa velocidade em estrada, constituindo-se numa excelente linha de ação a evolução da sua plataforma como base para a obtenção da VBR-MSR, 6×6, visando a adequação dos aspectos técnicos às necessidades impostas pela previsão doutrinária de emprego em operações.

Para mais detalhes, acesse o documento do Exército, clicando aqui.

Exército planejava blindado 8×8

O projeto do Exército Brasileiro para desenvolver localmente uma versão 8×8 do blindado Guarani foi adiado em agosto de 2017 devido a restrições orçamentárias. Foi dito na ocasião que o projeto 8×8 poderia prosseguir em um momento posterior, mas sem data precisa.

As negociações para pesquisa e desenvolvimento do chassi foram realizadas entre a direção de fabricação do Exército e Iveco, mas nenhum contrato foi assinado.

O chamado projeto VBR-MR (Viatura Blindada de Reconhecimento-Média de Rodas) faz parte do Programa Estratégico do Exército Guarani (Pg EE Guarani), que também inclui 4×4 e 6x6s, estações de armas remotas e tripuladas, sistemas de comando e controle, simuladores e muito mais.

COLABOROU: Manuel Flávio

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WellingtonRK
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WellingtonRK

Vão improvisar num projeto que não é o ideal? Ou será que é só para definir a doutrina de emprego?

Rafael Oliveira
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Rafael Oliveira

Conforme dica do Agnelo, está no Boletim do Exército de hoje.
http://www.sgex.eb.mil.br/sistemas/be/boletins.php
.
A viatura contará com canhão de 90mm.
.
Será que vão reutilizar os canhões do Cascavel ou vão comprar novos?
Um canhão de 90mm é tão mais barato que um de 105mm, ou o Guarani 6×6 não tem condições de ser equipado com um canhão de 105mm?
.
Nessas horas, o Reginaldo Bacchi poderia voltar aqui e esclarecer alguns pontos.

colombelli
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colombelli

Correta decisão. Bota um canhão 90 de bom desempenho ou um 105 e tá ótimo. Não adianta ficar viajando na maionese como a Marinha. E se quisessem poderiam ver uns Centauros como tapa buraco se italianos oferecessem um bom preço pelos estocados.

Tomcat3.7
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Tomcat3.7

Não havia visto este post enquanto lia o boletim do EB,rs e acabei perguntando pro Agnelo o que já está respondido aqui.
Excelente saber que largaram mão(mesmo que por enquanto) do VBR 8×8 e tal e vão montar o canhão de 90mm no Guarani 6×6 (e como já disse, creio que o Bosco , há canhões de 90mm modernos, caros, mas efetivos). Vida longa aos VBR’s 6×6.

Matheus
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Matheus

Gostei da decisão. Será que o canhão do Panhard 6×6 seria uma boa? Tem que ser algo entre 90 a 105mm, disso pra cima eu não acho que o chassis aguenta.

Rafael Oliveira
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Rafael Oliveira

Pessoal, conforme ROA 47 o canhão será 90mm.
Ou seja, não adianta especular quanto ao canhão 105mm.
Será contratada a fabricação de 1 protótipo e até 7 viaturas para um lote piloto.

colombelli
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colombelli

Rafael, certo que o canhão não será do cascavel. Ele tem alcance de 2km so ( com precisão sofrível como eu vi pessoalmente) e hoje a própria Cockerill ( IMI) tem modelos bem melhores em 90mm. Hoje tem peças de 90mm que não ficam a dever muito para um 105mm e que cumprem missão com sobra na AL. Por um 105 pode ser complicado por causa do peso e do centro de gravidade, ainda que hoje tenhamos sistemas de compensação de recuo bem melhores.

Rafael Oliveira
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Rafael Oliveira

Obrigado, Colombelli.
Bom, a Oto Melara e a Bofors não fabricam canhão de 90mm.
A Nexter eu não descobri numa busca rápida.
Resta a CMI.
A menos que o EB procure algum na Ásia.
Se comprar um canhão chinês acho que o Colombelli vai ficar revoltado.

Matheus
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Matheus

Rafael Olivera

Não pode pedir pra alguma fabricante fazer? Se fizer, fica muito caro?

Bosco
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Bosco

Colombelli,
Talvez a falta de precisão do canhão do Cascavel se deva ao controle de tiro e não ao canhão em si. Se uma “ponto 50” atinge a cabeça de um homem a 2,5 km fica difícil acreditar que um canhão de 90 mm não possa atingir um veículo a 2 km.

Rogério Rufini
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Rogério Rufini

Lembro que o projeto Guarani, se falava de vendas para paises aliados e vizinhos, e hoje vejo todo mundo comprando veiculos desses tipo de outros fornecedores, China, Russia, Koreia, etc…, a gente com esse pensamento de transferência de tecnologia e venda a aliados, para né, o mesmo com o gripen NG, se falou de venda de cerca de 200 caças a paises vizinhos e aliados, e o que se vê ninguém muito interessado no caça, doutrina meio errada isso

Thom
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Thom

Espero ver o protótipo. Sempre me perguntei porque não criaram esse projeto em parceria com outro país sulamericano, como Peru e Colômbia.

colombelli
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colombelli

Bosco, a precisão acaba se comprometendo pela velocidade relativamente baixa, sistemas óticos sem colimação correta e tubos desgastados. Presenciei 120 tiros de cascaveis e M-41 a 1,5km, e somente um M-41 de 15 carros acertou duas. E olha que os alvos eram grandes.
Rafael tem a IMI, Giat, Rheinmentall e a Oto Melara.
Rogério e Thom, concordo plenamente. Mas com aliados ( Colômbia e Chile) e não com trairas ( argentina, venezuela)

Rafael Oliveira
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Rafael Oliveira

Matheus, não sou da área, mas não deve ser barato caro projetar, testar e fabricar um canhão, ainda mais que a encomenda do EB deve ser pequena. Fora o tempo para sair do papel. Melhor comprar de prateleira um produto testado e aprovado. A Norinco e a Denel também não fabricam 90mm. Talvez existam mais fabricantes que eu não conheço. Na licitação do canhão de 105mm apareceram 4 interessadas: CMI Defence, OTO Melara, Denel Land Systems e China North Industries Corporation (NORINCO). Dessas, apenas a CMI fabrica um 90mm. O contrato aparentemente irá cair no colo dela. Então, ainda é… Read more »

Rafael Oliveira
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Rafael Oliveira

Ia escrever “deve ser caro” e depois resolvi escrever “não deve ser barato” e acabei misturando as duas. Qualquer uma das expressões serve.

Adriano Luchiari
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Adriano Luchiari

Por favor me esclareçam: a plataforma será a do Guarani? Abraço a todos!

Rafael Oliveira
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Rafael Oliveira

Colombelli,
Tem certeza que elas ainda fabricam?
No site da Nexter (atual nome da Giat) só encontrei munição 90mm e canhões de outros calibres.
No site da Leonardo (atual nome da Oto Melara) também não encontrei canhão de 90mm no portifólio.
Havia me esquecido da Rheinmetall, mais, procurando no site, também não encontrei canhão de 90mm. Aliás, nem de 105mm.
IMI também não.
Sobra só a CMI mesmo.

Agnelo
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Agnelo

Senhores
Inicialmente, entendi q seria um Guarani 6×6 com canhão 90, mas com a segunda parte, q se refere às Normas Técnicas do Cascavel, entendo q será a repotencializada dele.

Pelos requisitos, para uma Vtr de Rec, parece muito bom, mas adia bastante o Guarani 8×8.

Espero ter ajudado e também aguardo melhores informações, pois a “base já existente” e adquirir” dá a entender q seria o guarani 6×6, mas as Normas Técnicas do Cascavel do segundo documento, trás a ideia da repotencializada.
Sds

Bosco
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Bosco

Colombelli,
E tem o fator “munição”. A validade, principalmente.

Renan
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Renan

Eu descordo.
Nem cumpriram 10% do contrato dos guaranis por falta de dinheiro e tão fazendo gambiarra no 6×6.
Sendo o ideal o 8×8.
Conclui a entrega dos guaranis depois projeta o 8×8 e compra o ideal.

sub-urbano
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sub-urbano

Atrofiado, sub-armado e obsoleto já antes o nascimento.

90mm… e alguém sério usa isso ainda?

Os Norinco ZTD-05 da Venezuela e os futuros ZTL-08 da Argentina superam esse cascavel-2 em tds os quesitos

Hélio
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Hélio

Isso prejudica o projeto do Guarani com o morteiro de 120mm da Ruag?

Rafael Oliveira
Visitante
Rafael Oliveira

Hélio,
A Ruag ofereceu o morteiro, mas não sei o EB realmente quer adotar um morteiro sobre o Guarani. Deve estar lá no fim da fila das prioridades.
Parece-me que o EB está satisfeito com os morteiros auto-rebocados que ele fabrica, mesmo sendo antiquados.
Se confirmada a tese do Agnelo de que se trata de modernização do Cascavel, cada vez mais o Guarani é colocado de lado, com o EB comprando apenas viaturas peladas ou sub-armadas e não adotando uma verdadeira família de viaturas com canhões, morteiros, mísseis e etc.

edimur
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edimur

kkkkkkk 2017 90mm que lixo só aqui mesmo .

Selvatico91
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Selvatico91

6 X 6 com Can 90mm ? Lamentável…

Tomcat3.7
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Tomcat3.7

Tem o canão LCTS90 Weapon System da CMI pelas especificações ele não deixa nada a desejar para um canão de 105 mm, mas deve ser caro viu.

colombelli
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colombelli

Sub urbano, eu ja vi fogo de um 90mm bem de perto e te digo que quem esta do outro lado não irá pensá-lo como obsoleto e inútil. Canhões modernos de alto desempenho neste calibre destroem tudo que tem na AL, especialmente com munição cinética. Argentina não tem nada ainda ( e nem terá, so papo furado como tudo que anunciam) Arma chinesa eu não pego nem que paguem pra usar. Ter elas e nada é a mesma coisa. Não é preconceito, é fato. Rafael, positivo, estas que eu falei tem torres e ou canhões 90, ou efetivos ou em… Read more »

EParro
Membro
EParro

Salvo ledo engano, parece-me que é uma repotencialização do Cascavel, enquanto não obtém-se verba para o “Guarani 8×8”. O documento é bem mais extenso e completo, mas chamou-me a atenção o seguinte: 6. DADOS TÉCNICOS a. Metas do Projeto 1) Elaboração dos Requisitos Operacionais (RO) e Requisitos Técnicos, Logísticos e Industriais (RTLI), coordenada pela 4ª SCh EME. 2) Estudo de viabilidade a cargo do Gerente de Projeto e da equipe designada. 3) Avaliação do protótipo a cargo do Centro de Avaliações do Exército (CAEx). 4) Contratação do lote piloto. 5) Avaliação do lote piloto a cargo do CAEx. 6) Obtenção… Read more »

Bardini
Visitante
Bardini

Mas que bela gambiarra…

Claudio Moreno
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Claudio Moreno

Exército Brasileiro mais uma vez se mostrando muito racional e pragmático no seus objetivos.
Parabéns!!!
CM

EParro
Membro
EParro

Bardini 1 de dezembro de 2017 at 20:42
Claudio Moreno 1 de dezembro de 2017 at 21:00

Gentes, é um entendimento raso de um leigo!
Parece-me que o Braço Forte, Mão Amiga vai fazer uma limonada com os limões que tem. Não sou eu que atirarei a primeira pedra. Fiz uma observação sob um ponto de vista meu.

Forte abraço

Bosco
Visitante
Bosco

Rafa,
Morteiros convencionais autorrebocados de 120 mm estão longe de ser “antiquados”. Os Marines escolheram recentemente os mesmos que o Brasil fabrica sob licença dos franceses, para apoio de fogo indireto. Lá é designado de M327 EFSS.

Recce
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Recce

Um blindado de reconhecimento armado com um canhão 90mm poderia lidar com os T-72B1V da Venezuela?

Walfrido Strobel
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A Indonésia tambem desistiu de fabricar o 8 x 8 e colocou um 90mm no seu 6 x 6. . PT Pindad Badak FSV A fire-support version using a CMI Defence’s CSE-90 turret with the Cockerill 90 mm Mk III was first unveiled at Indo Defence & Aerospace 2008,[27] which was announced that the APS-3 fire-support version would be deployed into the Indonesian Army by 2010.[28] The final, definitive version of the fire support variant was unveiled at Indo Defence & Aerospace 2014 as the Badak. The Badak featured a new all-welded monocoque steel hull with STANAG 4569 Level 3… Read more »

Bardini
Visitante
Bardini

“A Indonésia tambem desistiu de fabricar o 8 x 8 e colocou um 90mm no seu 6 x 6”
.
Abdicaram de um 8×8 para projetar isso aqui:
comment image

BrunoFN
Visitante
BrunoFN

6×6 de 90 mm ? trágico…. é jogar dinheiro fora …
Melhor opção pro EB era construir o Centauro 2 por aki sob licença ,ou pegar um lote do Centauro 1 dos estoques da Itália e modernizar…sobrando dindin pra desenvolver os 6X6 de forma descente , mas fazer o q … Cascavel 2.0 vem ai .. pra estoura muro de tijolo oco deve prestar

ScudB
Visitante
ScudB

Amigo Recce!
Nao.
E para piorar qq unidade de 14.5 para cima vai aniquilar esse tal VBR na primeira rajada..
Dejavu : http://www.youtube.com/watch?v=XFPq7MmfR5Q
Traduzindo : Colocam um troço num treco para parecer um negocio.
Prefiro combinação de 57mm com ATGM do que meio-canhão/meio-obus: nem balística nem cinética
Um grande abraço!

Ozzy
Visitante
Ozzy

A questão é saber o que um 105 faz que um 90 não faz. Creio que a única vantagem relevante do 105 é que ele tem alguma capacidade anti MBT com munição moderna. Já o 90 dá conta de todo o resto. E se o problema for atacar MBTs, mísseis levados pela infantaria fazem isso de forma muito mais eficiente e segura que botando um blindado leve na mira de um canhão 120.

tomcat3.7
Visitante
tomcat3.7

Interessante como pra nós, fabricantes do Cascavel, o bicho é ultrapassado e tal mas lá fora ainda está cortando na alta e colocando terror em oponentes. Imagina o bicho repotencializado. Se somente se, for o Guarani com canhão 90mm o será com torre moderna e canhão idem. Se for um grau no EE-9 tipo o protótipo já visto este ano, quem sabe até com dois ATGM’s tbm será um ganho e tanto. Vamos aguardar.

Matheus
Visitante
Matheus

Seria interessante tambem se colocarem os mesmos tubos de mísseis que o Cascavel modernizado recebeu, assim obviamente daria uma maior letalidade.

GeneralSofá
Visitante

Torço pra que ao menos coloquem blindagem reativa e um bom míssel anti-tank nesse VBR-MSR 6×6 (mas no fundo acho que o EB não vai colocar no máx. um míssel anti-tank). Se ta faltando $ pra blindado de reconhecimento imaginem como séria se não houvessem muitos M-60 e Leopard 1 no mercado de usados?

jose luiz esposito
Visitante
jose luiz esposito

Como previa e sempre comentei , as escolhas brasileiras são as Erradas , coitado do Brasil , com as FFAA que tem , fomentam claramente a nossa inferioridade e escolhas erradas , perdi completamente as Esperanças , antes brigava pelo Brasil com Otimismo , BRASIL KAPPUT !! MARINHA , escolhe gastar uma Fortuna com Batedeiras de Clara de Ovos , EXERCITO , troca um sistema antiaéreo razoável pelo RBS 70 , e agora além de já ter escolhido um Veículo 6X6 em vez de 8X8 , resolve arma-lo , e com canhão inferior já estando sendo descartado no mundo .… Read more »

Agnelo
Visitante
Agnelo

Ozzy, boa tarde O canhão 105 tem um alcance bem maior. 4 Km com mais de 90% de chances de atingir o alvo em movimento. O 90 com munição flexão é mortífero, embora não possa te precisar a capacidade de penetracao. Só sei Q é muito boa. O míssel na infantaria tem menos mobilidade e a resposta é muito perigosa, tendo em vista Q a tropa com esse armamento não é blindada. Além disso, a missão da CMec é diferente da Infantaria. Por exemplo, o reconhecimento em força, Q é feita pelo fogo. Por tanto, fica bem mais caro reconhecer… Read more »

Walfrido Strobel
Visitante

Bardini 1 de dezembro de 2017 at 22:36 Bardino, vc se confundiu, este projeto dos indonésios de um de blindado sobre lagarta com canhão 105mm em parceria com os turcos, que teve o protótipo lançado agora não tem nada a ver com seu projeto de veículo sobre rodas com canhão. Eles primeiro construiram o Pindad Badak 6 x 6 com canhão 90mm que postei acima, e agora este ano chegaram a conclusão de em alguns locais se fazia necessário um 105mm sobre rodas, e que não valeria a pena fabricar um 8 x 8 só para poucas unidades e compraram… Read more »

Rafael Oliveira
Visitante
Rafael Oliveira

Bosco, com antiquado eu quis dizer apenas que é algo mals velho, não que seja inútil.
Mas eu acho que ter morteiros autopropulsados sobre rodas agregariam mobilidade e precisão a nossa artilharia a um custo menor que sobre lagartas, a longo prazo.

Bardini
Visitante
Bardini

Recurso nunca teve e nunca vai ter…
.
Se isso se trata da modernização dos Cascavel, então estão basicamente empurrando a aquisição dos VBR-MR 8×8 para a época em que o EB também vai ter de se mexer para trocar os seus CC. Lá na frente vai ter dinheiro pra isso?

Walfrido Strobel
Visitante

Me pareceu bem simples a versão Pindad Anoa morteiro 120mm dos indonésios, isso com certeza pode ser feito no Guarani.
. https://jakartagreater.com/panser-anoa-mortar-version/

Chico Novato
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Chico Novato

colombelli 1 de dezembro de 2017 at 20:05
Concordo

Lendo uns comentários aqui, até parece que as VBR vão adentrar um terreno pontilhado com posições guarnecidas com mísseis anticarros tendo logo atrás colunas e colunas de blindados…

Considerando os possíveis cenários de HOJE, o próprio cascavel ainda dá conta do recado.

A combinação 6×6 + 90mm atende com folga as necessidades de reconhecimento armado para as próximas duas décadas. (a menos que o Brasil queira enviar tropas para o oriente médio)

colombelli
Visitante
colombelli

Jose esposito, a que sistema de defesa aérea razoável voce se refere em contraposição ao RBS-70? Seria Pantsyr? Sabe o custo de um lançador Pantsyr? dá pra adquirir ao menos 16 lançadores RBS 70 e cobrir mais de 5 alvos com os RBS 70 enquanto o veiculo russo cobriria so um e ambos dariam conta igual das ameaças que enfrentaríamos. Um canhão 90 modernos com maior quantidade de calibre do que os atuais dos Cascavéis bate quase a mesma distância que um 105 e abate praticamente tudo que este, especialmente com munição cinética. Mas pra por um 105 precisa um… Read more »

Carvalho
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Carvalho

Para mim é óbvio a concentração de recursos na infantaria mecanizada