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Feliz Ano Novo? No Norte do país faltam ao EB Artilharia AA, Defesa Anti-Carro e blindados de verdade…

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LMV Iveco selecionado pelo EB

Por Roberto Lopes
Especial para o Forças Terrestres

O título desse artigo pode parecer um tanto desrespeitoso, mas não é essa a intenção.

Se é verdade que o recente convite das Nações Unidas para que o Exército do Brasil envie um batalhão reforçado (700 homens), de Imposição de Paz, à República Centro-Africana, produziu algum resultado positivo, este foi o de suscitar, na Força, a discussão sobre os meios de que ela dispõe para o cumprimento de uma missão em cenário de guerra real.

Os especialistas da ONU que têm se revezado na visita a organizações militares brasileiras, não fazem rodeios.

Os relatos constantes nos seus relatórios insinuam que temos um Exército apto, apenas, a vigiar fronteiras pouco (ou nada) relevantes do ponto de vista militar – como as que compartilhamos com paraguaios e bolivianos (ou os empobrecidos argentinos). Ou, em resumo: uma Força Terrestre focada na detecção da presença de narcotraficantes e contrabandistas de armas portáteis. Ou em perseguir ladrões de madeira e de gado em pé.

Avaliação drástica demais? Nem tanto.

Nos últimos meses de 2017 o Comando do Exército fez o Ministério da Defesa saber que todas as suas viaturas leves (4×4) empregadas em missões GLO nas vielas dos morros fluminenses são avaliadas como insuficientes pelos peritos militares da ONU.

Ou, em palavras mais claras: não valem um níquel no impiedoso enfrentamento militar do mundo real.

Juízo que diz respeito, basicamente, à falta de capacidade de sobrevivência para os tripulantes: ausência de assoalho em “V” (anti-IEDs), falta de blindagem e de armamento de autoproteção adequados.

O EB comprou 30 e poucos veículos de características expedicionárias LMV (Light Multirole Vehicle) da italiana Iveco, mas só terá como traze-los para o Brasil, na melhor das hipóteses, no meio do ano.

Os blindados de transporte de tropas mais robustos (desempenho confiável em combate) existentes no país não estão no Exército, e sim no Corpo de Fuzileiros Navais: 30 viaturas Mowag Piranha IIIC, fabricadas na Suíça.

Mas a verdade é que questão da inexistência de meios que permitam mobiliar um simples batalhão de Infantaria expedicionário, constitui apenas uma vertente do longo, expressivo conjunto de deficiências com que o Exército Brasileiro (EB) alcança 2018.

Pendências que não apenas se distribuem pelos seus programas de reaparelhamento, também inibem e constrangem projetos operacionais nos campos da Mecanização e da Aviação – dificuldades que só não constituem preocupação mais grave porque o país, de política externa amigável, não enfrenta, em suas fronteiras, ameaças iminentes de parte de forças estrangeiras.

O caso do Norte – Dentro de, aproximadamente, 20 dias – a 26 de janeiro próximo –, a Força inaugura, em Macapá, a 22ª Brigada de Infantaria de Selva – “Brigada Foz do Amazonas” –, que terá um efetivo de cerca de 3.000 homens fornecido pelos três batalhões de Infantaria que irá enquadrar: o 34º da capital amapaense (“Batalhão Veiga Cabral”), o 2º de Belém (“Batalhão Pedro Teixeira”) e o 24º (“Batalhão Barão de Caxias”), sediado em de São Luís do Maranhão.

Mas essa grande unidade já nascerá com carências – ou vulnerabilidades – importantes: (1) a ausência de armas antiaéreas e anti-tanque, (2) a falta de um componente blindado mais relevante que viaturas de transporte de pessoal Urutu ou carros de reconhecimento Cascavel, (3) a deficiência no quesito apoio de fogo – a ser garantido, possivelmente, por algum pequeno conjunto de canhões rebocados de 105 mm –, e (4) a dependência de Manaus – distante 1.084 km (ou 2 horas e 10 minutos de avião) de Macapá – para obter apoio aéreo.

Voltada para a divisa (de selva) com a Guiana Francesa – onde os principais problemas são o garimpo ilegal, o narcotráfico e as diferentes formas de contrabando –, a “Brigada Foz do Amazonas” terá, entretanto, uma carga de responsabilidades consideravelmente menor que a da 1ª Brigada de Infantaria de Selva (“Brigada Lobo D’Almada”), de Boa Vista (RR), que guarnece um pedaço estratégico do território brasileiro, na fronteira com a Venezuela e a República da Guiana

Há pelo menos cinco anos que o Exército tenta reforçar essa unidade (claramente exposta às armas venezuelanas) com (a) veículos blindados da família Guarani – que possibilitariam a criação de um moderno batalhão de Infantaria Mecanizado –, (b) armas anti-tanque em quantidade suficiente para a entrada em operação de, ao menos, uma companhia anti-carro, e (c) a transformação do atual 12º Esquadrão de Cavalaria Mecanizado em um Regimento a dois esquadrões – mudança que começou a ser efetivada com a transferência para a capital roraimense de uma quantidade extra de blindados EE-9 Cascavel e EE-11 Urutu, apta a compor um 2º Esquadrão para o Regimento.

Controle – Não há, porém, notícias de que o EB tenha planejado o estabelecimento de uma unidade antiaérea em Boa Vista – providência que está em curso para reforçar a guarnição da capital amazonense.

A defesa contra ataques aéreos é uma das principais preocupações da cúpula do EB.

Nos últimos 20 anos, a Força dedicou-se a estimular a pesquisa de radares antiaéreos pela indústria privada brasileira, e a acumular experiência no manejo de mísseis de curto alcance importados da Rússia e da Suécia, mas o problema é que acabou não saindo deles – os vetores contra ameaças que se apresentem até 6.000 m de distância.

Mísseis antiaéreos de médio ou longo alcance precisariam do nihil obstat (a expressão latina que significa “nada obsta”) do Comando da Aeronáutica.

E a verdade é que a Força Aérea Brasileira se incomoda, sim, com o desenvolvimento de sistemas antiaéreos de maior alcance que avancem fora do seu controle. Isso no Exército ou na Marinha.

Choque – Além disso, a Brigada de Boa Vista requer poder de choque, e não se sabe se a recente notícia de que o EB planeja importar da Suíça um novo lote de carros de combate pesados Leopard 1 A5 pode se refletir na transferência, para o território roraimense, dos 30 tanques M-60 A3 TTS hoje alocados ao Regimento de Cavalaria Blindado de Campo Grande (MS),defronte à fronteira com o Paraguai.

Nesse capítulo de um eventual reforço à capacidade de resistência da 1ª Brigada de Infantaria de Selva, há também a questão nunca esclarecida pelo EB acerca do não aproveitamento, em Roraima, de ao menos uma pequena parcela dos 70 obuseiros autopropulsados M-108 que figuram no inventário da Força, distribuídos por unidades dos Comandos Militares do Sul e do Sudeste.

Informações extraoficiais apuradas pelo Forças Terrestres alegam a má relação custo/benefício. Isto é, um custo exageradamente elevado para manter em operação viaturas fabricadas na década de 1970, que requerem manutenção custosa e peças de reposição difíceis de obter, em troca da capacidade de poderem atirar suas granadas a, no máximo, 11,5 km de distância (15 km no caso de munição especial).

O pequeno canhão Oto Melara Mod 56, de 105 mm, que equipa diversas unidades do EB, opera de forma muito mais barata, e com um alcance de 10 km.

228 COMMENTS

  1. Resumindo meu caro Roberto o EB está ainda pior do que muitos de nós pensamos visto que o EB está sendo usado mais como guarda nacional do que para suas reais funções. Outro absurdo e a Força nacional de segurança que é uma aberração. Sobre a missão na República centro africana eu acredito que os Fuzileiros estão em melhores condições para responder a tal chamado mas ainda muito aquém do que o necessário já que é imposição de paz e não manutenção.

    Sobre as deficiências das fronteiras está claro que Roraima deveria receber muito mais atenção do que as fronteiras sul pois o desmanche do regime Bolivariano (odeio está denominação) já está há provocar um êxodo de refugiados, é todo ditadorzinho de esquerda adora arrumar uma peleja para se manter no poder e culpar o inimigo externo e só olharmos as referencias na história.

  2. Uns 100 Centauros dariam uma moral na região, uns Karl Gustav e RBS 70 iriam bem a calhar.
    Acredito também que dá para negociar com os Americanos uns L 119.
    Mas a verdade é que sem dindin não sai nada.

  3. David 4 de Janeiro de 2018 at 17:02

    Eu não entendo pq concentrar as nossas forças no Sul se o nosso provável inimigo está no norte, digo, Venezuela e Cia

    Nenhum general quer ficar suado noite e dia, levar picada de mosquito e pegar malária.
    Se pudessem escolher ficariam sempre no Rio de Janeiro, Florianópolis e Porto Alegre.

  4. “E a verdade é que a Força Aérea Brasileira se incomoda, sim, com o desenvolvimento de sistemas antiaéreos de maior alcance que avancem fora do seu controle. Isso no Exército ou na Marinha.”

    Farei uma pergunta meio bobinha:
    POR QUE NÃO SE UNIFICA AS TRÊS FORÇAS PARA ACABAR DE VEZ COM ESSES CONFLITOS DE INTERESSES?

    Lembro que antes da Guerra das Malvinas a força aérea argentina não estava preparada para operar sobre os mares pois essa era a área de atuação da aviação naval. Essa limitação se mostrou desastrosa no decorrer do conflito.
    http://www.aereo.jor.br/2016/10/04/o-poder-aereo-argentino-na-guerra-das-malvinas/

  5. A concentração de meios no sudeste e principalmente no sul se deu pelo fato de o nosso mais significativo rival ao longo do tempo ter sido a Argentina. A Venezuela só se tornou “provável inimigo” há pouco tempo.
    E creio que é mais provável que em algum momento mude o regime por lá e eles deixem de ser “prováveis inimigos” do que comece uma guerra com o Brasil. A menos que o comando do Exército seja muito incompetente, se houvesse qualquer iminência de um conflito com a Venezuela, meios já estariam sendo deslocados para Roraima.

  6. Acredito q o EB já esteja se adequando, dentro do possível, no acerto destes pontos críticos citados no teco.
    A modernização dos Cascaveis e a , mesmo lenta, aquisição dos Guarani’s já darao um fôlego e tanto na região. Os LMV’s tbm deverão ter uma quantidade enviada pra lá pois não dá pra crer q o EB sustente esta situação como está deliberadamente e bem sabemos q nossos podres políticos não ligam pra defesa .
    Off topic;
    Acabei de ver um vídeo de equipamento da Cockeril onde mostra um míssil ATGM lançado por seu canhão de 90mm, será q o mesmo se dá com o canhão do Cascavel?

  7. É uma piada, quanto mais se conhece o poder bélico nacional, mais me pergunto para que tantos empregados do MD, se não temos equipamentos.

    Uma drastica reforma nas forças armadas urgente.
    Menos gente mais armas, menos cargos mais tecnologia.

    Mais vale um contigente pequeno bem equipado, treinado e em condições de pronto emprego, do que este cabide de emprego gigantesco, pesado sem mobilidade e sem condições de emprego real.
    Abraços

  8. O Brasil está sim com carência de veículos blindados porque o Guarani demorou muito para ser concluído e entrar em produção. As velhas cobras da Engesa já sofrem com o peso da idade e estão saindo aos poucos de operação.

  9. Em suma, dito pela própria ONU temos uma Gendarmeria que pensa ser um Exército…

    A sorte do EB é que essas informações não são lidas e sequer assimiladas pela maioria do público leigo e da imprensa não especializada, pois do contrário cairia por terra seu reprisado argumento de não querer se envolver na segurança pública de alguns estados conflagrados da federação por desvio de finalidade…

    Pela ONU sua capacidade de emprego aponta justamente para essa finalidade: “uma Força Terrestre focada na detecção da presença de narcotraficantes e contrabandistas de armas portáteis, ou em perseguir ladrões de madeira e de gado em pé…”

  10. Eu quero que a ONU se exploda! Se eu fosse presidente daria um jeito de sair dessa instituição porca e corrupta!
    Mais de 70 mil brasileiros assassinados por ano, as casas dos brasileiros parecem presídios de tantas grades, cercas, vidros e pregos nos muros, muros altos, alarmes, vigias nas ruas, condomínios, alarmes nos carros, seguros, vidro blindado etc…
    Socialmente nosso país está doente, extremamente violento!
    As criasnças não podem mais brincar nas ruas de forma saudável…a mídia só mostra violência, a escola parou no tempo e não oferece mais nada produtivo e interessante.
    Precisamos cuidar da gente, dos nossos irmãos brasileiros e não de outros povos que sequer conhecemos.
    Deixem essas porcarias de ações humanitárias e de paz para a França e seu presidente bumbum guloso…eles que vão ter que lidar com ataques terroristas e estupros no futuro.
    Vamos para de ser idiotas e vamos focar no Brasil, nós estamos precisando de ajuda!!!!
    Vamos sair dessa ONU, essa instituição não presta!
    Há no Brasil cerca de 200 mil haitianos ilegais, há uma população do tamanho de uma cidade média, um absurdo! isso deveria ser crime contra o Brasil!

  11. O Brasil tem fronteira com 11 paises, o minimo que espero como cidadão é que o exercito, tenha proximo a estas fronteiras meios suficientes para repelir adequadamente qualquer ação ostil deste 11 sem a necessidade de ficar realocando meios e materiais de um lado para outro.
    Nenhum destes 11 são potencias e devemos ter a capacidade de repelilos sem grande esforço.

  12. Nenhuma novidade. As FFAA estão completamente depauperadas pela concentração dos gastos na folha de salários e pensões. Se o EB já é essa lástima, o que dizer da Marinha de Brinquedo, com mais almirante que navios de guerra, e FAB pilotando caça leve da década de setenta como primeira linha? E não é falta de dinheiro, estamos sempre entre os maiores gastos em defesa do mundo, muito acima de vários países que dão um baile em nossas capacidades.

  13. Concordo com Renan 4 de Janeiro de 2018 at 17:56, e vou além: além de muito efetivo e pouco equipamento, são muitas OM redundantes, unidades de ensino, etc., que comprometem recursos para a atividade-fim. Uma força terrestre equilibrada em meios e efetivo, mais enxuta e profissional, sem missões de GLO e ACISO e focada no controle de fronteiras e repressão a eventual agressão estrangeira não seria tão difícil de se alcançar em poucos anos.

  14. acho que o mais preocupante, seja as faltas crônicas de artilharia AA e de ATGW recentes e modernas, culpar salários de militares por essa realidade acho que já foi explicado varias vezes aqui e no PN a respeito, acredito que realmente precisa-se de uma melhor distribuição de equipamento e unidades em um primeiro momento, revermos o ART 144 da CF, para retirar do EB o ônus da segurança publica, e a partir de uma melhor organização das prioridades conforme a estratégia nacional de defesa termos meios adequados de defesa AA a media altura pra que se possa fz frente a qualquer ameaça regional, independente se hoje e a Venezuela e amanhã seja outra qualquer

  15. Beasil o pais da piada pronta.
    Antes, muito antes do Blog Forte existir eu e um punhado de colegas descreviamos estas e outras muitas mazelas das FFAAs….
    O Exército, aoesar de todos os pesares, ainda esta melhor equipado que as outras duas forças.
    No conjunto… estamos mais ou menos na mesma situação vexatória de antes da II WW. Na épocao EB tinha equipamentos e doutrina francesa.
    No mais as FFAAs continuam produzindo centenas de altas patentes na reserva remunerada…que come até 70% de seus orçamentos.
    E assim vamos indo…rio abaixo…mas deitados em berço esplêndido, pois em pé cansa.

    Sds.

  16. “Os blindados de transporte de tropas mais robustos (desempenho confiável em combate) existentes no país não estão no Exército, e sim no Corpo de Fuzileiros Navais: 30 viaturas Mowag Piranha IIIC, fabricadas na Suíça.”

    Isso quer dizer que os Guaranis não foram homologados pela ONU para esse tipo de missão??????
    São tão inferiores ao Piranha assim?

  17. Caro Roberto, um artigo muito instigativo. Não vou entrar no debate caça fantasma da Venezuela porque ao Norte os vizinhos que tem força e economia para ocupar parcialmente o Brasil são França e Inglaterra, mas lhes faltam motivação já que a ocupação via política é mais barata. Voltándo ao tema do artigo, qual a possibilidade de reversão do cenário descrito tendo em vigor por 20 anos a PEC95/16?

  18. A verdade é que cada vez mais as FFAA serão solicitadas para ações internas e externas e precisará se reequipar com matérias cada vez mais sofisticado, exigindo investimento, profissionalização e principalmente mudanças estruturais e culturais. Como nosso território é gigante e nossos compromissos mundiais são extensos, embora de baixa intensidade, necessário que tenhamos mobilidade estratégica e que esses meios possam se deslocar sob segurança de escoltas aéreas e navais.

  19. Gustavo GB ( 4 de Janeiro de 2018 at 17:30 );

    A rigor, pra isso existe um Ministério da Defesa ou entidade similar… A função de órgãos assim é coordenar os esforços das entidades militares de seus países.

    Unir estruturalmente as três forças é impossível, haja visto as diferenças dos meios onde atuam e das especificidades que isso requer. Talvez, no futuro seja possível que a tecnologia permita conceber novos equipamentos que permitam reduzir a quantidade de braços armados, mas enquanto houver a necessidade de navios e submarinos no mar, veículos blindados em terra, e aviões nos céus, então haverão ao menos três forças distintas…

  20. O autor foi extremamente infeliz quando afirma ¨E a verdade é que a Força Aérea Brasileira se incomoda, sim, com o desenvolvimento de sistemas antiaéreos de maior alcance que avancem fora do seu controle. Isso no Exército ou na Marinha.¨A FAB NUNCA se incomodou com isso. Pelo contrário, o COMDABRA era o ÚNICO comando realmente combinado ativado em tempo de paz, com membros da MB e do EB no seu Estado-Maior. E a Defesa Antiaérea, no EMC, SEMPRE foi chefiada por oficial artilheiro do EB. A criação dos GAAD (Grupo de Artilharia Antiaérea de Autodefesa), como o próprio nome diz, destina-se à defesa das Bases Aéreas, e, agora, subordinados à nova Brigada de Defesa Antiaérea de Autodefesa, comandada pelo Brig Inf Mayworm (da minha turma), com sede no Gama, em Brasília.
    A possível aquisição do PANTSIR foi avaliada pelas três Forças, em conjunto. Nunca houve esse tipo de ciúmes na FAB. Afirmação COMPLETAMENTE descabida.
    E, quanto à integração, existe um Estado-Maior Combinado, no MD, que funciona, sim. estamos caminhando pra frente nesse sentido. A passos lentos, mas estamos. Óbvio que há ainda muito a fazer. Os leigos gostma muito de jogar pedra sem conhecimento de causa.

  21. A falta de equipamentos modernos é sabida por todos. Até por mim que sou apenas curioso.
    Antes que queiram me avacalhar, claro que precisamos de equipamentos atuais, novos e modernos.
    A grande questão, para mim, é o cenário que o EB atua no momento. Um cenário que não tem.nada haver com uma zona quente de guerra. Muito mais assemelhada a uma zona de guerrilha. Daí acho que para o cenário atual até temos algo.
    Para um cenário dos outros exércitos da AL, ainda conseguimos algo.
    Já para outros cenários, precisamos de muito.

  22. Se não fosse a barreira ideológica que separa as nossas FAs da realidade poderia até ser cogitado o substituto natural dos antiquados Leopards. Mas o preconceito é muito grande. Chega a ser ridiculo.

    Do substituto eu falo do Type-96B chinês.

    Nem dá pra entrar no assunto da Conscrição também, outra farsa. Todas as guerras externas apelaram para as malandragens tipicas de brasileiros.

    A guerra do paraguai mesmo foi vencida por praças negros e oficiais gaúchos, pessoas que o brasil não tinha muito apreço, uns por serem escravos e outros por serem separatistas.

  23. O EB deveria mandar o Astros 2020 e comprar esses helis de ataques, tão sonhado.
    Sobre a defesa antiaérea, cada força deve saber o que necessita. Creio que a SAAB está aí para construir um projeto junto com a MDBA.
    Astro, Guarani e RBS 70, já uma bela força, juntando isso uns Leo 1A5.
    Se no EB está assim, imagina nas outras forças. rs

  24. Fato é que o texto não leva em conta o amadurecimento do projeto Guarani e suas possibilidades modulares e bem a modernização dos Cascaveis e ou novo VBR.

  25. arma anti tanque na selva do norte ( amazônia ) ?
    desculpe, tem engano aí !
    tanques de guerra não fazem parte no T.O em selvas .
    Aliás a selva em combate para defesa é a maior arma , desde que tenha um exercito treinado para tanto – espécie de anti guerrilha. Os americanos , com toda sua tecnologia , perderam a guerra no Vietnã .

  26. Jorge, o Estado de Roraima é um pampa. Esqueci o nome correto do biosistema. Selva só ao cruzar a divisa com o Estado do Amazonas. Já voei muito por lá.

  27. Tomcat, o texto acerta em não valorizar o Guarani, dado que o EB comprando 42 unidades por ano também não o valoriza.
    E, apesar do conceito modular, até agora só temos a versão com canhão 30mm (10 unidades) e as armadas com metralhadoras. Outras versões apenas nas telas dos computadores, por ora e pelos próximos anos.
    Jorge, há cerrado em Roraima e áreas de selva desmatadas (pastos, plantações, etc) onde esse tipo de armamento pode ser empregado

  28. Faltou um pouco mais de pesquisa e embasamento pra esse Roberto Lopes. ¨O pessoal da ONU veio aqui e disse….¨ Dizer que o EB é uma Gendarmeria é um termo um pouco forte. Entendo como um insulto. E nem sou do EB.

  29. Jorge, a parte nordeste do estado do Roraima, possui terreno apto à operação com carros de combate. É o lavrado de Roraima.
    Pesquisa o estado de Roraima no google maps e verá que e justamente em parte da fronteira com a Venezuela e com a Guiana.

    Imagino que a logística do restante do país para a região seja extremamente difícil, especialmente para veículos de grande porte. Em caso de conflito, acho difícil deslocar algo do restante do país para lá em prazo hábil, especialmente se estiverem concentradas no sul/sudeste.

    É compreensível a estrutura de nossas FA’s serem voltadas para a região sul do país, conforme explicado acima. Mas, de uma década para cá, a instabilidade foi para outra região e é importantíssimo que parte da estrutura acompanhe essa mudança.

    Tudo que o Maduro quer é um conflito externo para mudar o foco de seus problemas de casa.

  30. O papel de ser tropa de paz da ONU não é a função tipica do Exercito. Em um guerra normal, digamos assim, o trabalho é feito pela infantaria a pé após a artilharia ter batido o terreno. Nas missões da ONU os capacetes azul servem apenas como alvo, já que a ONU coloca trocentas restrições de engajamento e ataque. Daí porque ter veículos blindados contra IED não é tão importante para um exercito convencional como é para os alvos, digo soldados, da ONU. E daí porque tambem é um erro falar em gendarmeria, quando na verdade nosso exercito está mais próximo do uso convencional de uma força terrestre.

  31. Senhores. Vamos lá.
    – As Vtr não são aptas. Não, por isso o LMV. Marruá é para zona de retaguarda e logística.
    – os Guaranis têm tido de sobrevivência do mais moderno, e foi feito para superar o Piranha. Ou a falta de missão de guerra levou a essa avaliação, ou estão querendo empurrar piranha goela abaixo…
    – As Bda Selva são incompletas, pois a primeira missão delas é presença do Estado na Amazônia. Segundo, autoridade de um Of Gen em regiões tensas. O primeiro nível de atuação é de um TC, Cmt de unidade, o outro era um Gen 4 estrelas. As Bda são um meio termo, até pq, a área e os problemas são muitos. Há estudo para equipar as Bda, mas NÃO HÁ infraestrutura na região amazônica… Em Barcelos tem o 3º BIS (Q estava em São Gonçalo -RJ) há pouco tempo não tinha $ na cidade… Notas de reais… Como por um batalhão com 700 homens (quase 200 oficiais e sargentos com famílias) onde nem cédula tem? Em Tabatinga tem um batalhão, importantíssimo. Na cidade, quando tem carne industrializado está pra vencer ou já venceu a validade. Fora isso, só em açougues a céu aberto “daquele padrão”. Em São Gabriel da Cachoeira, onde tem o Cmdo de Bda, um Btl Inf, uma Cia Eng é uma BaLog, até pouco tempo metade da cidade tinha 12 horas de luz, e a outra cidade as outras 12 hrs. Ou seja, TUDO é muito precário, o q torna a existência e manutenção caríssima.
    – Há plano pro RCMec? Já ouvi q há, mas em uma crise, é mais rápido e barato mandar tropa pra lá, com toda capacidade de logística e modais q temos ou é mais barato manter lá, longe dos centros de manutenção, e com infraestrutura? Melhor q tivesse lá? Sim, mas tem condições de ter?
    – Arr AAe, o Cel Nery já explicou. O autor se equivocou.
    – se os obuseiros M-108 são caros de manter aqui (por isso os M-109 estão vindo). Imagina lá!!!
    As Bda Selva tem característica Leve para ser Amv ou Fluvial. Meios Blindados CC ou AP teriam de ter outra subordinação. Temos boa capacidade de enviar pra lá, em caso de necessidade, embora particularmente, creio Q algo já poderia ter lá.

    A ideia da integração entre as forças está melhorando muito. Mas unificar é furada. As doutrinas e princípios básicos de emprego, q devem estar arraigados desde o início da formação militar são muito diferentes. E longa a exposição sobre isso. Dá outra matéria no mínimo. Hammer abordou um pouco.
    Mas, em operação, o Comando é Conjunto, com todas as seções preenchidas por membros das três forças. O planejamento resulta em sinergia no emprego.
    Não entro mais em salario e pensão, pq já foi explicado. Agora, só matemática de taboada pra fazer entender…
    Finalmente, o q deve ser muito priorizado: é o preparo pra RCA, pois quebrará paradigmas, com sangue…; A Def AAe, q está se valendo de gerenciamento de risco pra não decolar logo, frente à escarços recursos… Patrulhamento de fronteira. Não adianta… Narcotráfico não é só caso de polícia. Anda junto com o terrorismo internacional. É caso de Defesa e Segurança Pública, mas cada um no seu quadrado.
    Sds

  32. Temos 10 Grupos de Artilharia de Campanha no CMS e quanto só temos 1 no CMA e 1 no CMN.
    Por mais que a “ameaça” sempre tenha sido a tríplice fronteira sul, já deu tempo de melhorar isso pelo menos.
    Cavalaria o Norte todo só tem dois Esquadrões sendo que um é só experimental, e só opera com Urutus (ainda não tem Cascavéis).
    E o Esquadrão de Aviação só conta com míseros 4 BlackHawks

  33. Agnelo, parabéns pelo excelente e bem embasado comentário;
    – os Guaranis têm tido de sobrevivência do mais moderno, e foi feito para superar o Piranha. Ou a falta de missão de guerra levou a essa avaliação, ou estão querendo empurrar piranha goela abaixo…
    Este trecho reflete o que eu já imaginava pelo fato do Guarani ser mais novo e como mencionei anteriormente ele ainda tem muito a crescer como projeto modular que é.

  34. Nery,

    Aquela vegetação é denominada de Campos Gerais. E pega justamente a metade norte do Estado.
    Ali é necessário que haja tropas blindadas e mecanizadas, que hoje em dia falta.

  35. Cel Rinaldo Nery.
    “Jorge, o Estado de Roraima é um pampa. Esqueci o nome correto do biosistema. Selva só ao cruzar a divisa com o Estado do Amazonas. Já voei muito por lá.”

    Complementando a colocação correta do Colega, em Roraima, onde servi bons anos de “pernas” EB-FAB (Buffalo e Hzão) no antigo CFR/2o BEF (atual 7o BIS), o terreno é caracterizado 1) ao Sul (Divisa com o Pará e com o Amazonas), a Oeste e a Noroeste do Estado (Divisa com o Amazonas e Fronteira com a Venezuela), por Selva primária e/ou secundária, a Norte (Fronteira com a Venezuela), por Selva e Montanha, e ao Centro e a Leste (Fronteira com a Guiana), por “LAVRADO”, predominante, e de franca semelhança com o “PAMPA”.

    Forte abraço.

  36. Enquanto o Brasil fica nessa de força de paz, os cara da ONU vem aqui inspecionar as organizações do EB e sai esculachando ainda. E ainda tem gente que subestima os equipamentos venezuelanos. A venezuela pode estar na penúria, mas seus militares ainda estão funcionando, senão já tinham abrido o bico. Eu sempre achei os carros dos CFN mais capazes. Artilharia com 10 Km de alcance? Até a argentina tem o dobro disso. A área do lavrado de Roraima já era pra ter um esquadrão de cavalaria mecanizado para dar apoio de fogo em caso de invasão, pelo menos segurar o tranco até chegar reforços. Há uns tempos atrás, um M-60A3 disparou seu canhão de 105mm que soou lá no palácio de Miraflores de Maduro. Lá tem uma Cia de forças especiais, a 3° Cia, mas é só uma Cia, não dá prá fazer muita coisa. Eles falam que quem tem que prover defesa anti- aérea, é a FAB, com seus F-5M e helicópteros de combate H-2 Sabre. Ontem passou no jornal, que o pessoal do STF gastam R$ 500.000 reais com guloseimas para o café da manhã, e ainda querem renovar uma frota de 25 carros no valor de R$ 4.000.000 milhões, tem que ser só carros sedan 4 portas, automático, banco de couro, direção eletrica, avaliados em R$ 160.000/cada. Esse é o Brasil!

  37. Pra mim isso tudo dito não é novidade, esse nosso exercito é um cabide de emprego, um certo numero de Generais, tantos Coronéis, Major, Capitães, Tenentes, Sargentos e…..Recrutas, muitos recrutas para garantir a lotação dos demais.
    Fora isso é um exercito de passa-fomes, despreparados mau equipados.
    Um amigo meu Major do 7 GAC em Olinda me respondeu a seguinte pergunta : Fulano quanto de munição tu tens pra atirar com teus ganhões se acontecesse uma guerra hoje ,
    Resposta , 1 hora de tiro direto, depois acabou.
    Esse é nosso EB um paiol de uma hora de combate.
    Ou muda ou fecha.

  38. Guerra não acontece da noite para o dia. Se for detectada a possibilidade, todo o parque industrial capaz vai produzir munição, a rodo. Temos uma grande capacidade…

  39. “autor foi extremamente infeliz quando afirma ¨E a verdade é que a Força Aérea Brasileira se incomoda, sim, com o desenvolvimento de sistemas antiaéreos de maior alcance que avancem fora do seu controle. Isso no Exército ou na Marinha.¨A FAB NUNCA se incomodou com isso. Pelo contrário, o COMDABRA era o ÚNICO comando realmente combinado ativado em tempo de paz, com membros da MB e do EB no seu Estado-Maior. E a Defesa Antiaérea, no EMC, SEMPRE foi chefiada por oficial artilheiro do EB. A criação dos GAAD (Grupo de Artilharia Antiaérea de Autodefesa), como o próprio nome diz, destina-se à defesa das Bases Aéreas, e, agora, subordinados à nova Brigada de Defesa Antiaérea de Autodefesa, comandada pelo Brig Inf Mayworm (da minha turma), com sede no Gama, em Brasília.
    A possível aquisição do PANTSIR foi avaliada pelas três Forças, em conjunto. Nunca houve esse tipo de ciúmes na FAB. Afirmação COMPLETAMENTE descabida.
    E, quanto à integração, existe um Estado-Maior Combinado, no MD, que funciona, sim. estamos caminhando pra frente nesse sentido. A passos lentos, mas estamos. Óbvio que há ainda muito a fazer. Os leigos gostma muito de jogar pedra sem conhecimento de causa.”
    Tambem achei Reinaldo,nao tem nada a ver com o que na pratica acontece,o MD ta ai pra isso
    Segundo ponto que eu quero tocar aqui,sinceramente,em ambiente de selva,qual a utilidade de MBTS pesados como o leoperd,por mais excelente que esse carro de combate seja,ele nao seria util na amazonia,e como assim o exercito nao possui veiculos expedicionarios ?? WTF o guarani é o que se nao exatamente isso do que foi descrito na materia ??? Ele nao poderia ser enviado para a zona de combate como transporte de tropas ? Quem foi esse cidadao da ONU que fez essaa analises ? É algum sujeito que ao menos ja esteve em campo de batalha ? Ele tem alguma ideia do que esta falando ? FAA contra guertilha what ? Por acaso o ocean,o guarani,o leoperd,os rbs 70,m109 etc…serve pra “correr atras de ladrao de galinha” como esse especialista falou ? Sinceramente,analise superficial,desrespeitosa e lamentavel de ser executada por um orgao como a ONU,se eu fosse o Temer mandava imediatamente uma carta a mesma mandando irem todos pra aquele lugar,arranja outro trouxa pra resolver suas missoes agora seus bestas

  40. Roberto f.santos,essa palhaçada de 1h pra combate ja foi desmentida centenas de vezes,tem qje ser muito ignorwnte pra continuar mandando essa,duvido que sequer conheça esse “comandante do 7GAC de olinda”. Recomendo que pesnquise um video no youtube chamado “operaçao aco 2017”,mais de 90 horas de exercicos de combate com os blidwdos leopard( https://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&rct=j&url=%23&ved=0ahUKEwiBi8C33b_YAhXLnJAKHWMpCaQQwqsBCCcwAA&usg=AOvVaw0VTJzWxrN8ZFOD4xbU2nov ) ,e por favor pare de repetir essa asneira sem cabimento que isso é coisa de ignorante mau informado,vai pesquisar os equipamentos e as capacidades de seu exercito antes de sair comentwndo por ai. Me poupe,nenhum exercito no mundo tem essa historia de municao de 1h,basta ver o exemplo da nigeria e da guerra que os caras tem contra o ISIS e o boko haran(battle of sambisa forest), 4 meses de combates encarniçados e bombardeios aereos

  41. Seal
    “… A área do lavrado de Roraima já era pra ter um esquadrão de cavalaria mecanizado para dar apoio de fogo em caso de invasão, pelo menos segurar o tranco até chegar reforços.”

    Roraima tem um (12o) Esqd CMec há mais de 30 (TRINTA) anos, instalado dentro do Quartel do então 2o BEF (atual 7o BIS) e com seus próprios Pavilhões (Cmdo, Svç, Alojamentos, Garagens para Vtr 1/4 e 3/4 ton, Cascavel, Urutú, etc.).

    Desconheço se a 1a Bda Inf Sl esteja sendo preparada para receber mais um Esqd, como expansão para um futuro RCMec.

  42. Roberto F Santos,o senhor falou tanta besteira que me recuso a tentar minimamente te esclarecer,sugiro apenas que assita a esse video de uma operacao de treinamento de combate de MBT’s do EB(operacao aco 2017)
    Ps.foram mais de 3 dias de disparos e exercicios continuos de engajamento de carros de combate,segue o link
    https://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&rct=j&url=%23&ved=0ahUKEwiBi8C33b_YAhXLnJAKHWMpCaQQwqsBCCcwAA&usg=AOvVaw0VTJzWxrN8ZFOD4xbU2nov
    Ou o senhor esta mentindo de forma clara ou o senhor so é leigo no assunto,o que claramente me parece ser a opcao dado que sustenta esse papinho de 1h de guerra que nao sei de onde saiu

  43. Para saber quem está certo nessa história é só pegar o [péssimo] estado de nossas forças quando elas foram demandadas: Guerra do Paraguai >> Segunda Guerra Mundial >> Guerra da Lagosta. Agora transponha essa realidade para os dias de hoje e confirmarmos que o Sr. Roberto não falou nenhuma besteira. O problema de Banânia é que cada um pensa em se locupletar com as tetas da Viúva e ainda por cima fica arranjando desculpas esfarrapadas. Daqui a pouco surge um iluminado dizendo que não tem déficit na previdência. kkkkkk

  44. “Agnelo 4 de Janeiro de 2018 at 21:32
    Senhores. Vamos lá.”

    Muito bom comentário, mostrou conhecimento de causa, mas, ainda assim, muita coisa pode ser feita na situação que o EB se encontra hoje.
    Hoje o maior problema que existe na força é o excesso absurdamente grande de altas patentes e graduações, uma chefia ou subchefia de sei lá o que poderia facilmente ser comandada por um oficial com ECEME sem este necessariamente ser Of Gen, resultado: Muitos Generais
    Também temos os famosos “vampiros”, classe de militares que após a reserva ainda retornam a Força como PTTC para “sugar” o resto do sangue, resultado: Muito gasto com pagamento de pessoal.
    Fora a classe dos Praças, que em sua grande maioria não contribuem com o desenvolvimento técnico-profissional da Força e literalmente usam o EB como um cabide de emprego “estável”

    O que falta para nós é visão de futuro, é preciso cortar na carne, ter uma Força Terrestre enxuta, com um efetivo que não seja necessariamente pequeno, mas que tenha 100% de capacidade de pronta-resposta em qualquer ponto do território a qualquer tempo, hoje o mundo é complexo, a ameaça que estava no Sul ontem, está no Norte hoje e no Centro-Oeste amanhã, o tempo passa, as coisas evoluem, a mentalidade precisa acompanhar isso.

    Mas eu me sinto dando um “murro em ponta de faca” pois eu sei que isso é uma utopia, depois de ter passado tanto tempo em um PEF em SGC eu sai de lá decepcionado.
    Investimentos e mudanças são grandes no inicio, mas se mostram extremamente econômicos com o passar dos anos

  45. Cmte Rinaldo, o nome eh CAPINARAMA. Pampa so eh usado para a região de pasto natural nao arborizada e com a presença de capões, como no do sul do pais e somente no sul. Um abraço.

  46. Eu discordo do _RR_ e penso que a pergunta do Gustavo GB tem muito sentido.
    .
    Obviamente é muito dificil unir as 3 forças armadas. Se uma proposta desta fosse realmente levada a cabo, apesar de ser lógica e racional, haveria muita resistencia de todos os lados por N motivos.
    .
    Mas na minha opnião, é uma idéia muito boa. Reduziríamos custos, estruturas redundantes, simplificaríamos a cadeia de comando, teríamos uma força mais enxuta e sobraria mais dinheiro para equipamentos. A Defesa e distribuição de unidades seria melhor pensada e os meios seriam comprados/utilizados de forma mais racional. Os cenários ar/mar/terra estão cada vez mais interligados/interdependentes. A cada dia que passa, pensar em ter uma única força armada, parece ser o caminho mais racional.

  47. Fatos esclarecidos pelos colegas foristas acima,ainda assim temos deficiências e não se deve negar,mas fato é não temos dinheiro ou seja é o que tem e temos que nos virar com isso,se a ONU pensa assim ou não é válido mas com todo respeito quem é a ONU para nos criticar?

  48. O Problema das forças armadas não é dinheiro! O problema das forças armadas é político.
    Senhores , a maneira que os quadros de pessoal foram geridos nas últimas décadas e a destinação dos recursos inerentes é equivocada …mesmo assim ninguém ali vai dar o Braço a torcer.
    Se as Forças Armadas fossem uma empresa estariam completamente falidas!
    Querem resolver o problema? VAI LEVAR DÉCADAS! mas podemos começar já…
    1)Iniciar uma politica de restruturação dos quadros de pessoal e tentar baixar os gastos com salários e pensões para aproximadamente 40% do orçamento.
    2)Abandonar temporariamente a nacionalização da fabricação de equipamentos de elevado custo e focar nos de baixo custo e indispensáveis, só vamos manter programas nos quais temos verba para manter a escala de produção em nível satisfatório.
    3)Maximizar o poder de compra do nosso orçamento levando sempre a relação de custo beneficio, comprar de prateleira mesmo, buscar fornecedores mais baratos seja no Ocidente ou no Oriente.
    4)Criar uma lei de Segurança Nacional que limite o contingenciamento de verba na área de Defesa e puna com crime de responsabilidade o desobedecimento. ( Vejo a Iniciativa Popular como único caminho para isso, aqueles vagabundos do Congresso não vão fazer!)

    Em uns 15 ou 20 anos já estaríamos com o poder de investimento refeito pela restruturação de gastos com pessoal e estaremos adquirindo equipamento de primeira linha com uma industria de defesa nacional sustentável.

  49. Roberto F Santos, bom dia.

    Talvez não tenha lido em outras matérias.
    Fora mísseis, q não sei precisar a capacidade de compra e mobilização para fabricacao, pois envolve muita negociação internacional, as outras munições burras podem ser fabricadas em uma média de 15 dias de guerra em 1 dia de fabricacao. Dando pouco mais de um ano de guerra em um mês de fabricacao.
    Mas é caro manter empaiolada, então economiza-se guardando pouco.
    Quanto aos efetivos, muito já foi discutido e para quem não conhece doutrina e organização militar, fica difícil entender.
    Como exemplo: um navio mercante enorme tem poucas dezenas de tripulantes. Um navio de guerra bem menor tem mais de 100. E ninguém fica sem fazer nada, muito pelo contrário.
    Sds

  50. Agnelo, excelente comentário!!!!
    Eu compreendo os entusiastas e seus comentários, mas é importante que todos compreendam que a execução de uma “simples idéia” é infinitamente mais complexa e cara quando tem que “sair do papel” e ser colocada em prática.
    Muitos conhecedores profundos de meios militares, que contribuem com suas opiniões, as vezes não consideram as questões logísticas e de emprego de determinados materiais.
    Cabe destacar também que um hipotético conflito não começa do “dia para a noite” e em caso de necessidade existem um tempo de concentração dos meios, onde os meios militares serão deslocados para área de atuação.
    Um rápido exemplo de como não são exequíveis algumas idéias: todo sistema Astros do EB foi concentrado no centro do Brasil justamente para facilitar o treinamento e qualificação do pessoal, manutenção das viaturas, desenvolvimento de doutrina e emprego, etc. Assim não faz sentido nenhum ter uma Bateria de Astros desdobrada permanentemente no norte do Brasil. Se um dia for necessário, essa Bateria será deslocada para a região.
    Esse mesmo exemplo pode ser usado para diversos outros materiais e equipamentos.
    Por fim, não tenham dúvidas que todas hipóteses de conflitos e como lidar com cada caso são estudadas e analisadas pelas três Forças, porém falta a classe política brasileira um pensamento estratégico de Estado, assim programas que deveriam ser prioritários são deixados em segundo plano.

  51. A realidade é que ninguém nas FA quer sair do sul e sudeste, locais que não necessitam de tantos quartéis, basta deslocar essa infinidade de gente dos atuais locais para o Norte, simplesmente isso.

  52. 5745, bom dia
    Comparado a outros exércitos, não temos muitos generais.
    Temos a situação q em muitos países, a estrutura das instituições civis absorvem atividades e pesquisas feitas por nossas forças.
    Segundo, tanto nisso quanto em outras situações, se não houver um Of Gen, a sociedade não respeita e dificulta muito o andar das carroagens.
    Eu nunca tinha trabalhado com PTTC. Hj, trabalho. São muito mais baratos do q pôr um temporário e tem mais experiência.
    No mais, muitos paradigmas tem mudado e a força melhorada.
    Sds

  53. “Cabe destacar também que um hipotético conflito não começa do “dia para a noite” e em caso de necessidade existem um tempo de concentração dos meios, onde os meios militares serão deslocados para área de atuação.
    Um rápido exemplo de como não são exequíveis algumas idéias: todo sistema Astros do EB foi concentrado no centro do Brasil justamente para facilitar o treinamento e qualificação do pessoal, manutenção das viaturas, desenvolvimento de doutrina e emprego, etc. Assim não faz sentido nenhum ter uma Bateria de Astros desdobrada permanentemente no norte do Brasil. Se um dia for necessário, essa Bateria será deslocada para a região.
    Esse mesmo exemplo pode ser usado para diversos outros materiais e equipamentos.”
    Exatamente Gabriel,falou tudo !! Penso que com a força miliatr concentrada no centro-sul é possibpvel um deslocamento de até 3 dias para o front no norte em caso de conflito,a final estao perto um do outro. E ninguem aqui até agora considerou tbm o deslocamento de forças da regiao nordeste do pais para o norte em uma hipotetica guerra,só vejo o pessoal falando de sul aqui,mas o nordeste tbm possui um numero consideravel de brigadas e divisoes de infantaria e algumas blindadas e mecanizadas

  54. Agnelo, como sempre, o melhor comentarista sobre o EB. Devia ser chefe do Serviço de Comunicação Social do EB. Melhor ainda, elemento de ligação permanente do EB com a pasta política, o Min Def. hehehehe

    Mas, tentando contribuir um pouco. Minha ideia não é desrespeitar ninguém, por isso peço que leiam até o fim, pra esperar fechar a argumentação. Historicamente, o EB sempre esteve mais apto a reprimir revoltas, sedições, rebeliões, internas do que repelir ameaças externas. Vamos aos exemplos:
    Império: O EB, em alguns momentos era ofuscado pelo poder das Guardas Nacionais. O EB cumpriu o papel de “pacificador” das revoltas, de maneira tão eficiente que a mesma alcunha de seu patrono veio dessas campanhas internas. Nunca esteve preparado, de fato, para um conflito externo, tanto que houve grande demora para reorganizar o Exército para a contra ofensiva contra os paraguaios.
    República Velha: Campanhas que se destacam são Contestado e Canudos. Ambas, vencidas pelo EB depois de vexames das forças estaduais, mas vencidas a alto custo devido a dificuldades logísticas e resistência das forças adversárias. Foi muito difícil para o EB vencer aqueles jagunços e colonos agrícolas. O resultado em ambas foi banho de sangue. Inclusive com degola em massa, caso do Contestado. Primeira Guerra Mundial, EB participou com poucos oficiais no Exército Francês. No livro do historiador Frank D. Mccan, é demonstrado como o adido militar estadunidense desce a lenha no EB em relatório reservado. Diz que o EB não está nada preparado, possuía equipamentos obsoletos, e a indisciplina era grande demais.
    Era Vargas: Campanhas internas de destaque são a repressão à Coluna Prestes, repressão à intentona comunista, repressão à revolta constitucionalista dos paulistas, cangaço, entre outras. Campanha externa: Participação na Segunda GM com a FEB. Aqui, é necessário dizer que a FEB era completamente diferente do restante do EB. O próprio ministro da guerra se referia às “unidades tipo FEB” como uma anomalia no Exército. Por que? Por que foram criadas inspiradas na doutrina estadunidense, com equipamentos e respectivos manuais técnicos vindos daquele país, e também os manuais de campo que demonstravam como tudo devia ser empregado, cada tipo de missão, etc. O fato é: As unidades comuns do Exército seriam completamente incapazes de lutar na Segunda GM com o material que tinham, que só serviam pra reprimir revoltas internas. Completamente obsoleto ou insuficiente, quando a guerra estourou em 1939. Eu li os relatórios, os utilizei como fonte, e por exemplo, a quantidade de peças de artilharia que chegaram vindas dos EUA (105 e 155mm) depois da declaração de guerra, eram vastamente superiores a tudo que existia aqui antes, mesmo que somado. Alguns oficiais da reserva, em livro, testemunharam que os próprios pracinhas chamavam o Exército brasileiro de Exército de Caxias, e a FEB de Exército da FEB, de tão diferentes que eram. (inclusive, essa foi a problemática da minha pesquisa no mestrado.)
    Regime Militar: Foco total nos “inimigos internos”, principalmente na “ameaça comunista” devido à adoção da Doutrina de Segurança Nacional. É só olhar pro inventário do EB na época: Carro de Combate: M41 por quase todo o período. Por que o EB não tinha M-60 já na época? Por que o F-4 foi negado pelos EUA? Pra reprimir guerrilha é desnecessário. Era melhor mobiliar as unidades de inteligência com tudo de melhor, era isso que precisavam. M41, Urutu, Cascavel, davam conta de guerrilhas que nunca viram um RPG, que quase não tinham armas automáticas. O EB do regime militar não era um exército para uma campanha convencional. Carecia de muita coisa.
    Período da redemocratização até hoje: Exército só é acionado para missões de GLO ou segurança de mega eventos (desde a ECO 92). Não podemos esquecer da triste repressão à greve na CSN em 1988 que deixou 3 trabalhadores mortos aqui em Volta Redonda – RJ.

    Fechamento do meu argumento -> Acredito que, quanto menos o EB exercer o papel de repressor interno ou de atuação na segurança pública, mais ele será capaz de se modernizar e se transformar num exército apto ao enfrentamento de ameaças externas ou de criar forças expedicionárias. O ministério da Defesa devia ter planejamentos de longo prazo, de no mínimo 20 anos. Para que a alternância de governos não influísse na política de Estado de defesa. Assim, seria possível definir em leis no congresso a captação de recursos no longo prazo através de alguma fonte ou algumas fontes (como faz o Chile com o Cobre). Isso ia diminuir a oscilação por conta dos cortes orçamentários. Todas as forças armadas seriam beneficiadas e poderiam planejar seus investimentos com mais solidez. Eu não acredito que os militares querem continuar fazendo esse papel de repressor interno ou de polícia. Eu vejo, cada vez mais, pelas iniciativas do EB, um exército que quer ser capaz, que quer jogar no time dos grandes exércitos mundiais, que quer se tornar uma grande força apta aos conflitos convencionais de grande escala. Uma força que se esforça na formação de seus oficiais e sargentos. Inclusive no aperfeiçoamento deles ao longo da carreira. Uma força que quer superar os gaps a que esteve submetida ao longo dos últimos 70 anos. Quer ter uma força de CCs eficiente, artilharia auto propulsada, mais mísseis e foguetes, e mais AAA. Que quer reformar doutrina com os novos meios que obtiver. Enfim, quer ser uma força verdadeiramente apta à guerra atual.
    É óbvio que os governos deveriam se mobilizar para garantir isso aos militares. Ponto final. Assim, até a cultura organizacional vai se transformar a longo prazo. E aproximaria, a largos passos, a sociedade civil das forças armadas.

    Sei que fui extenso, e acho que quem chegou até o final, não vai ficar ofendido.

  55. Depois das lições que aprendemos ao enfrentarmos o velho Antonio Conselheito e seus fanáticos seguidores, das dificuldades enfrentadas pela FEB no Teatro do Mediterrâneo, na Segunda Guerra Mundial, eu pensei que poderíamos construir uma FFAA respeitosa e exemplar. Pelo jeito, os nossos militares ainda estão no ano de 1940. E se não prosperarmos, vamos petder até para os indios. Uma vergonha!

  56. Vamos por partes…

    Essa ONU é uma porcaria. Um lixo. Uma organização cuja função atual é servir para endossar de forma oficial politicas “globalistas”. Nada mais do que isso. Nesse ponto o Trump está muito certo. Aquilo lá não tem futuro nenhum. A melhor coisa a ser feita pelo Brasil é se afastar o máximo possível daquele sindicato de ladrões e corruptos.

    Em segundo lugar o Brasil, e principalmente os brasileiros, precisam parar com essa mania de grandeza e assumir nossa posição de país subdesenvolvido e de terceiro mundo. Em tudo o que se fala sobre FFAA vem a conversa de “desenvolvimento nacional, transferência de tecnologia, bla bla bla…” Meus amigos o Brasil NUNCA vai ser diferente do que é hoje em dia.
    Depois dos 14 anos de desgoverno esquerdista, esse país perdeu o rumo e demora uns bons 100 anos pra recolocar no lugar.
    Num país falido igual o nosso tem mais é que comprar material usado, ou o “bom e barato”. E dar graças a Deus quando o EB, a MB ou a FA consegue fazer isso.
    Neguinho fala em reativar a ENGESA e fabricar o Osório. Sendo que o E.B. não vai nem modernizar os M60 pra centralizar recursos nos Leopard. Sonha com Pantsir e TOR quando o que conseguimos ter são Iglas e Gepard. Parem de sonhar!

    E por fim, nossas FFAA jamais vão conseguir bater de frente com os grandes exércitos mundiais.
    Isso é um fato. E nunca será necessário. Pois jamais seremos invadidos por uma grande potência militar.

    E apesar de todas as deficiências nossas FFAA dão conta DE SOBRA para surrar todos os nossos vizinhos. Pois com exceção do Chile, com quem não temos fronteira e somos amigos, o resto não passa de um bando de países subdesenvolvidos tal qual o nosso. A nossa vantagem sobre eles é a força industrial, financeira e até populacional. Venha quem vier, Venezuela, Bolívia, Argentina, etc, surramos e, se desejarmos, ainda criamos outro Acre no país derrotado.

  57. Caro Fred,se puder, coloca um link da matéria de mestrado. O tema me parece pra lá de interessante. Acho que não foge ao tema do artigo elencado no site.

  58. Fred, ótimo comentário. Apenas após o fim da Ditadura Militar o EB passou a pensar mais em sua missão primordial que é proteger o país de um inimigo externo.
    Complementaria com a demora do EB poder contar com a AvEx – helicópteros apenas a partir da redemocratização e aviões só “agora”. Isso causou um belo de um atraso no EB, já que receber apoio da FAB não é tão bom quanto ter e operar suas próprias aeronaves.
    Na Guerra do Cenepa, os EUA (quase sempre eles) tiveram que fornecer às pressas 4 Blackhawks para o EB cumprir a missão recebida.
    E no Rio Traíra o EB sofreu um ataque repentino com 3 mortos e 9 feridos – e só não foi pior porque os militares fugiram. A resposta do EB/FAB foi correta e bem executada, com cerca de 60 guerrilheiros das FARC mortos. Mas, lembrando, era um conflito contra guerrilheiros e não contra um exército razoavelmente equipado. Se fosse, EB/FAB penariam para dar uma resposta à altura da agressão.

  59. Fred 5 de Janeiro de 2018 at 8:04
    Poxa, que comentário riquíssimo, aprendi bastante, obrigado.
    Oráculo 5 de Janeiro de 2018 at 8:58
    Só concordo,em partes com o último paragrafo mesmo fazendo sentido o conteúdo total de seu comentário.
    Há várias modernizações distintas(pacotes) para o M-60 e alguns são bem caros(e sabemos que após a modernização vem tbm o manutenção de toda a nova estrutura por toda sua vida útil) e creio que o EB não pensa,conforme já sabemos da possível aquisição de mais alguns Leo 1A5, em comprar mais M-60 e modernizar junto aos que já possui(pra mim seria top que comprasse mais uns 200 e passasse todos ao padrão 120S da General Dynamics mas fica caro pacas o filhote de Abrams 1A1).

  60. Senhores seguem comentario sobre a mateira acima; Em primeiro lugar, a ONU não emite relatório sobre o armamento e material de dotação de nenhuma Força Armada no mundo. O máximo que eles fazem é definir quais os tipos de armamentos, equipamentos e viaturas devem equipar suas forças de paz.No caso da Amazônia, ele não sabe que as Bda Inf Sl não possuem Art AAe, pois elas não conseguiriam operar com sistemas de mísseis naquele ambiente operacional. Basta lembrar das forças vietnamitas, lutando contra o poderoso exército americano.E depois, a artilharia antiaérea está passando por uma revolução tecnológica enorme. Os sistemas antimísseis. Outra coisa, no caso da Venezuela, os aviões Suhkoi SU-30 MK2 são aeronaves que voam a altas altitudes e só poderiam ser enfrentados por um sistema poderoso e caríssimo de mísseis de alta altitude. O Brasil está tentando adquirir (com transferência de tecnologia para a indústria nacional) mísseis de média altitude (entre 6 a 12 mil metros).E, por último, é muita pretensão desse jornalista achar que Exercito não tem capacidade de pensar nas melhores soluções.Na Amazônia, não se utilizam blindados (exceto na região de Roraima), onde o terreno permite esse tipo de emprego. Falar em blindados ou em viaturas na região da Foz do Amazonas (Amapá, Pará e Maranhão) é uma piada. Lá, o meio de transporte é pela água (são as estradas naturais da região).[09:03, 5/1/2018] Barbosa Moreira ( Sp): Se vc conhecer os exércitos de alguns países, vai ver que nós estamos bem. O Canadá, por exemplo, tem um exército de 22 mil homens e mulheres (só o CMSE tem 25 mil). O exército inglês tem 115 mil….e por aí vai, Portanto não comprem tudo o que vendem.. cuidado.. Brasil acima de tudo.. !!

  61. Fred eu concordo com os argumentos,inclueive adorei a analise historica ! Mas a questao é que essa adaptacao das forcas armadas a “inimigos internos” nao é algo exclusivo do brasil,o atual cenario internacional de combates irregulares,guerrilhas e movimentos rebeldes alem de forcas terroristas(as chamadas ameaças assimetricas) tem sido uma constante,tendo isso em vista,é possivel observar que varios paises no mundo estao focando suas capacidades nesse tipo de doutrina(combate a ameacas assimetricas),um belo exemplo disso é o gigantesco aumento na demanda de avioes do tipo conter insurgency and close air suport,como os super tucanos,os t6 texan,o calidos etc…. Tbm podemos tomamr como exemplo paises que estao deixando de elabkrar MBT’s pesados e focando sua producao em VBTP’S armados apenas com o necessario a fazer frente a inimigos levemente armados. E so pra fazer um comentario sobre o adido frances na 1 guerra mundia sobre o EB,gente 90% dos exercitos que participaram na guerra se encaixam perfeitamente nessa descriçao ne kkkkk,basta pegar os 3 maiores exemplos(italia,russia e austro-hungria),e vamos combinar que o exercito frances tbm nao era la essas coisas,ha relatos de divisoes interias do exercito frances que so possuiam quepes ao inves de capacetes e que nem nunca haviam visto uma metralhadora na vida

  62. Orcaculo,voce exagerou bastante na sua analise em….do jeito que vocd fala ate parece que o brasil é uma guine ou uma ghana(com todo o respeito a galera de ghana kkkk),nao se esqueça que o brasil conta com a 9 maior economia do mundo,um gigantesco parque industrial e uma boa infraestrutura de producao(apesar de ter seus problemas),o brasil é considerado uma nacao em desenvolvimento avançado e portanto com tudo isso acredito que precisa-se apenas de mais boa vontade por parte de nossos lideres. Sobre o fato de voce chamar o pais de falido acho que nem preciso dizer nada né,o brasil,9 maior economia do mundo,com somente o pib do sudeste o. Rasil ja sai na frente de toda a penisula iberica e boa parte do leste europeu juntos,. Apesar de detestar o governo do PT,é inegavel os avancos que o brasil teve desde os anos Itamar,alias foi somente de uns 20 e poucos anos pra ca que a gente entrou pesado na era moderna,entao acho irreal e injusta essa analise sua, enfim acho que voce foi um pouco infeliz e extremista no pensamemto,me lembrou um pouco a fala daqueles deterministas do seculo 19

  63. Ps* so ver por exemplo o fotos de lugares como a barra da tijuca , balneario camboriu,petrolina etc.. nos anos 80 e comparar com hoje para se ter noçao de como o pais se desenvolveu brutalmente,e é assim mesmo,nada fica parado no tempo e o desenvolvimento é inevitavel

  64. Dodo 5 de Janeiro de 2018 at 9:55
    Boa observação do todo, realmente o aumento de demanda por VBTP’s(em detrimento aos MBT’s) e aeronaves de CAS é grande e os conflitos teem se entremeado aos grandes centros urbanos deixando pouca coisa para áreas abertas e tal, como vemos na Síria(que a propósito vai demorar a se reconstruir)onde MBT’s queimaram e ainda queimam .
    Outro ponto é que a maioria dos países estão diminuindo a quantidade de MBT’s em suas fileiras pois é custoso manter e ,como já exaustivamente lembrado ,um missil de 100 pratas coloca o bichão de joelhos(até mesmo os mais fodões de trocentos milhões que só as grandes e poderosas nações podem manter,comprar e operar). Mas cada um no seu quadrado e com seus meios necessários a suas realidades atuais e possíveis por isso não acho necessário alarde pois com certeza o EB sabe o que fazer se necessário for e idem pra FAB e MB.

  65. Oráculo 5 de janeiro de 2018 at 8:58
    Melhor comentário do post inteiro.
    Resumiu muito bem. O resto é tapar o sol com a peneira. Assino embaixo de tudo que vc escreveu.

  66. Dodo, sem querer desviar do assunto, mas o PIB do Brasil é enorme porque somos um país populoso. O PIB per capita brasileiro é de país pobre, 70º no ranking do FMI de 2015. E isso porque São Paulo e, em menor parte, os demais estados do sudeste e do sul, puxam a média para cima, pois alguns estados brasileiros tem PIB per capita menor do que de países africanos como Gabão, Guiné Equatorial e Botswana.

  67. Dodo:
    “E ninguem aqui até agora considerou tbm o deslocamento de forças da regiao nordeste do pais para o norte em uma hipotetica guerra,só vejo o pessoal falando de sul aqui,mas o nordeste tbm possui um numero consideravel de brigadas e divisoes de infantaria e algumas blindadas e mecanizadas”

    Errado, o Nordeste só possui DUAS brigadas do Exército, sendo ambas de Infantaria MOTORIZADA.
    Portanto, além de ser uma força pequena (para o tamanho da região), não possui força blindada e só dois esquadrões de cavalaria mecanizada, com pouquíssimos Cascavéis e Urutus!

  68. Muito alarmismo para nada,ninguém tem dinheiro para ir a guerra e muito menos invadir e manter um país como o Brasil. Uma empreitada para cachorro grande USA/OTAN/DAESH ou Rússia quem sabe a China lá ao longe.Imperativo é fazer nossas bombas nucleares, isso é que nossos oficiais de alta patente,MD e presidente, em vez de se preocupar em roubar e fugir dos impeachment deveriam de se empenhar.

  69. É miopia dizer que o subdesenvolvimento do país e o estado precário das forças armadas são resultado apenas dos últimos 14 anos de governo.
    Quer dizer que antes o Brasil era desenvolvido? Éramos uma potência militar?
    É preciso enxergar que a nossa situação atual não é fruto de 14 anos de PT, ou 8 anos de FHC, ou duas décadas de regime militar. Basta uma análise coerente para ver que o Brasil sempre manteve o mesmo grau aproximado de atraso em relação aos países desenvolvidos. Em qualquer momento da história que se observe, não fomos potência nem desenvolvidos.
    O problema está na classe política como um todo, seja de esquerda, centro ou direita, e no sistema extremamente fisiologista que prevalece aqui.
    O governo corrupto do PT foi chutado para fora e no lugar quem ficou? Outros corruptos, adotando de forma ainda mais escrachada o “comércio” de MPs, nomeações e distribuição de recursos públicos. Se esse presidencialismo maldito de coalizão continuar, mesmo que o Papa seja eleito presidente, vai ter que se aliar com essa corja para poder governar.
    Mas, claro, daqui a instantes surgirão pessoas aqui com seus “corruptos de estimação”.
    “O meu corrupto foi pego só com uma mala de R$ 500 mil, não é tão grave”.
    “O meu corrupto foi pego só com um triplex e um sítio, é pouca coisa”.
    Pensem que absurdo é isso!!! As pessoas estão relativizando a corrupção e a malversação de recursos públicos de acordo com a ideologia do bandido! A corrupção praticada pelo outro é mais grave que a do político que eu gosto! Quando na realidade deveria ser inaceitável que presidentes da república, senadores, ministros e quaisquer outras autoridades, sem exceção, pudessem estar envolvidas em qualquer espécie de crime, seja de R$ 500 reais ou R$ 1 bilhão.
    Mas vamos em frente. Esse ano tem eleição e cada um pode votar no seu ladrão de estimação. Daqui 200 anos nossos descendentes estarão provavelmente num blog de internet escrevendo as mesmas coisas de hoje: não temos forças armadas, somos subdesenvolvidos, é culpa da esquerda, é culpa do fascismo etc.

  70. Acredito que a nossa força terrestre deva dar mais importância ao norte do Brasil, e a região mais rica porém pouco explorada, precisamos de uma força de choque poderosa naquelas regiões , digo em boa vista , Amapá Manaus é rio branco e Rondônia , hora , as força ao sul do Brasil já estão MT bem falta poder no norte e no nordeste do Brasil , empresas deveriam ser assentadas no nordeste do Brasil ,já que em um eventual ataque ou conflito TDS sabemos que o inimigo ataca essas instalações , por isso devemos ter uma força maior de choque não só no norte mas no nordeste tbm, falta a presença da marinha com uma força de choque tbm no norte e no nordeste do Brasil , acorda gente , nós sabemos pq as forças do sudeste e do sul são fortes , agora já está na hora de fazer o norte e o nordeste terem forças terrestre navais e aéreas fortes tbm

  71. A situação na selva da logística é aceitável. Mas operacional precisa melhorar. Agora falo como matbel os 3 piores projetos que o EB adquiriu recentemente: Guarani, IA2 e esse LMV da Iveco. Pra você projetar algo para o EB você também precisa conhecer quem vai operar e as condições de operação. Nessas 3 aquisições não foi pensado. É uma vergonha o IA2 ter alguns mesmos problemas apresentados no FAL.

  72. Bom dia, Dodo e Flavio Gardia, obrigado pelas suas colocações, porém um não sabe de nada sobre as forças armadas brasileiras e outro apoia o que sabe menos, em suma, eu não me dou o trabalho a ver essas goiabas do EB , dando dez , onze tiros.
    Basta só lembrar que o treinamento do lançador do Igla nas baterias AA é feito com cabo de vassoura.
    Respeito o vosso pensamento até a morte, porém não concordo com ele.
    Um bom fim de semana.

  73. Boa, Roberto. Sempre lúcido.

    Fred, parabéns pelo comentário. Vai muito na linha do que já comentei, todas as vezes que o EB foi chamado à ação foi pego de calças curtas. E hoje a situação não seria diferente.

    Sobre a defesa da Amazônia vejo um discurso anacrônico.
    A proteção das fronteiras depende muito mais de implantação de tecnologias modernas do que no aumento de efetivos (o Sivam já foi um salto gigantesco).
    Lá, historicamente, a maior ameaça sempre foram os conflitos assimétricos (Araguaia, FARCs, narcotráfico). E se um conflito convencional irromper por lá não serão duas ou três brigadas que irão barrar 500 mil inimigos.
    Outro ponto é que o sul do país – SE, CO E SUL – engloba a grande maioria da população brasileira, seus centros financeiros e políticos e de geração de energia e comida. A proteção dessa região, em especial da megalópole SP-RJ e Itaipu deveriam ser primordiais.
    Necessidade há de reforçar a proteção da Amazônia, mas sem descuidar dessa área vital.

  74. Roberto F Santos 5 de Janeiro de 2018 at 11:16
    Na boa , se vc sabe sobre as forças armadas(sendo ativo ou não) tenha a humildade de compartilhar sem diminuir os que se habilitam ao menos a tentar construir um bom debate colocando suas visões sobre tema/assunto.
    Criticar por criticar não ajuda em nada e muito ajuda quem não atrapalha pois vc só tacou pedra tanto no EB como agora nos foristas,bom direito seu, como é tbm meu direito achar desnecessário e improdutivo.
    Viva a democracia !!!rs

  75. Nem brinca, Fred. Me deixa nas minhas funções e obrigado pelo elogio, pois só gosto de conversar sobre a profissão q abracei.
    O EB tem evoluído de acordo com a evolução da própria sociedade brasileira.
    O ponto q acho q deve ser explorado é q, infelizmente, o terrorismo transnacional, q atualmente depende muito pouco de alinhamento político, está se relacionando com o narcotráfico.
    Além disso, pelo conceito da Guerra Híbrida, quem quer te ofender, utiliza aquilo q te prejudica em diversas “frentes” , para apoiar as operações.
    Ou seja, se utilizamos as FFAA para Seg Pub, e mesmo q não utilizássemos, vc dúvida q alguém em guerra contra nós, utilizaria as ORCRIM para nos prejudicar nomesforco de guerra?
    Ou seja, em guerra ou não, a criminalidade, a partir de um ponto, acaba batendo nas FFAA.
    Mas creio Q deve haver divisão de responsabilidades para não ocorrer o emprego supérfluo ou prematuro das FFAA.
    Sds

  76. Rafael Oliveira, me permita uma correção.
    No Traira, os militares q não foram feridos, não fugiram, ficaram cuidando dos feridos, sem comida e sem armamento e equipamento, na M.
    Até q chegou a substituição, q descobriu o q houve, e aí começou a operação.
    Sds

  77. Rafael Oliveira 5 de Janeiro de 2018 at 10:43

    Também notei isso.

    O PIB per capta da ETIÓPIA será maior que o do Brasil em 25 anos.

    A desigualdade na escala GINI deles já é menor que a do Brasil!!!!!!!!!!!!!

    Ou seja, em 25 anos terão padrão de vida melhor que o do Brasileiro.

    Isso já aconteceu antes: a Coréia do Sul estava atrás do Brasil nos anos 60. Hoje o brasileiro dirige um Hyundai falando no celular da Samsung e assiste futebol numa tv LG.

  78. TukhAV
    A primeira missão da 15a Bda Inf Mec é a proteção de Itaipu.
    As ameaças assimétricas na fronteira com a Amazônia já tomaram duas bordoadas do EB, q não tem piruado tanto.
    As Bda do NE são reservas da Amazônia.
    E, sim, duas brigadas, mesmo Leves ajudam muito.
    Não sei quem mandaria 500mil homens pra uma guerra aqui.
    Sds

  79. Na boa gente , na hora de comparar o Brasil com outros países procurem equiparar dimensões territoriais e quantidade de recursos minerais, quantidade de habitantes e tal pois conforme o colega Sub-Urbano compramos meios tecnológicos sim da CS a qual exporta tecnologia(o que tbm fazemos em escala menor mas que pode aumentar)mas que não exporta a quantidade de minerais que exportamos .
    Comparar com Etiópia foi crueldade!!!rs

  80. Flávio Gardia
    Me permita uma correção.
    O NE tem duas Bdas e mais um RCMec.
    O NE é reserva da Amazônia e tem condições de operar em regiões daquela característica.
    Cabe salientar, q duas Bdas defendem contra duas divisões.
    A força Mec e/ou Bld fica pro envio de outras forças para região. Lembrando q é uma região relativamente pequena, com muito pouca capacidade de suporte logístico.
    Sds

  81. Correção da correção (rs), temos um Regimento (pertencente à 7 Brigada) e um Esquadrão (pertencente a 10a Brigada) de Cavalaria Mecanizada….
    Mas as duas brigadas são de Infantaria Motorizada.

  82. Eu não utlizaria a expressão “cabidede empregos” para se referir ao EB. Para ser sincero eu acho exatamente o oposto…acho a estrutura de preenchimento de cargos no EB interessante e acho mais interessante o fato de não ter interferência externas na organização.
    Podemos dizer que há má gestão dos recursos: excesso de pessoas em algumas áreas, áreas que nem deveriam existir, necessidades de modernização demateriais e processos.
    Mas não podemos dizer que o EB é cabide de empregos.
    Cabide de empregos é a prefeitura onde eu trabalho, só de cargos comissionados passa de 400, pessoas de fora da Administração Pública, um bando de puxa saco de políticos, gente sem preparo…isso sim é cabide de empregos.

  83. Quando falamos em “potência” é preciso levar em consideração o que se refere nesse ponto. Se considerarmos que potência é um país com enorme poderio econômico,grande quantidade de não de obra e indústrias,que exerce sua influência pelo menos a nível regional,e que novamente pelo menos em nível regional possui uma relevante capacidade bélica então podemos dizer que sim o Brasil é uma potência. Só relembrar aos colegas aqui que IDH é índice de GINI mostram apenas a qualidade de vida do país,se IDO definisse o poder de uma nação,a Islândia seria uma superpotência e a Índia seria uma Gâmbia kkkkkk

  84. Mandem algumas dezenas de blindados,outras dezenas de guaranis,alguns canho~es autopropulsionados,alguns canhoes de 40mmm antiaéreo,dezenas de rbs-70 .Mas eu sinceramente acho que maduro não quer invadir o Brasil isto e possível mas pouco provável que aconteça.os militares brasileiros sabem disto.Maduro tem o generalato da Venezuela sob o teu comando,caras que não chegariam nem a capitão e são generais,sabendo que se o governo cair eles caem juntos.Enquanto isto a coreia do norte leva toda a atenção dos EUA,que diga de passagem estão em duas guerras é não conseguiram entregar o iraque é nem o alfeganistão para governos locais. Os Venezuelanos estão sendo recrutados pelo PCC lá em Roraima.OBrasil tem que tomar providência agora ou São Paulo e Rio de janeiro terão no futuro enfrentar narcotraficantes de toda a américa do sul.

  85. Zorann ( 5 de Janeiro de 2018 at 1:21 );

    Mesmo que as forças se tornem cada vez mais interligadas, o fato é que ainda existem as limitações fisicas inerentes aos meios nos quais elas operaram. E essas limitações somente serão quebradas quando ( e se ) a tecnologia propiciar sistemas de armas que permitam transpo-las, e que até aqui demandam treinamento e equipamento específico.

    A partir do momento em que a tecnologia permitir, aí sim poderemos falar em integração total de forças. Até lá, o máximo possível é haver uma coordenação maior através de uma cadeia de comando unificada ( algo que já ocorre sob o Ministério da Defesa ).

    Há ainda duas medidas nesse sentido podem ser realmente levadas a cabo, e que se constituem no máximo possível de momento dentro desse ideal de unificação:

    – padronização, com a adoção de veículos, armas e outros sistemas em comum as três forças ( dentro do possível, claro );

    – adoção de um sistema de comunicação comum as três forças ( algo que já está ocorrendo ) no intiuito de aumentar a interoperabilidade;

    Por hoje, creio já ser possivel centralizar treinamento de certas atividades secundárias ( ligadas ao meio logístico e administrativo principalmente ) e mesmo a formação inicial de alguns seguimentos, como pilotos de asas fixas e rotativas. Resta saber o custo/benefício disso…

    No mais, há de se separar os ramos e analisa-los com cautela… Não se pode esperar que um cavalariano do EB faça o mesmo que um fuzileiro naval. São atividades completamente distintas, que demandam treino completamente distinto.

  86. O Brasil deve fazer o que qualquer país sensato faz. Estreitar relações com os EUA e equipar a sua força para fazer frente às ameaças regionais. Sem essa megalomania de querer ter bomba atômica, ou ficar imaginando sermos uma superpotência. No que for possível, produzir localmente e/ou em parcerias, desde que tenhamos a comprar regular pelas FF.AA. e empenhar-se em exportar tais armamentos.

  87. Ronaldo,

    Concordo que hoje Maduro não tenha intenção nenhuma de começar um conflito com o Brasil. Mas como aquilo lá é um barril de pólvora, quase 30 milhões vivendo na miséria, uma bagunça prestes a piorar, pode ser que amanhã pensem diferente. Não sabemos nem quem será o mandatário na semana que vem, não sabemos as motivações deles e o país não é pouco armado.
    É obrigação de quem cuida da defesa do país se preocupar com isso e estar preparado.

  88. Acrescento mais uma questão. Os venezuelanos nunca foram nossos inimigos. Concordo que hoje seja um ponto sensível de nossa fronteira, mas não justifica criar X brigadas, implantar novas OMs e tal… porque…existem boas chances de que em um par de anos o governo de Maduro tenha desmoronado e a ameaça tenha deixado de existir.

  89. Na realidade, pegando o gancho do comentário do Fila, por esse pensamento necessitaríamos guarnecer toda a fronteira amazônica, pois há poucas OM comparando com.a extensão. E se pensar na política desses países, todos passando por crises internas, a exceção da Colômbia.
    Mas daí penso nos comentários dos militares do fórum, e começo a pensar se temos condições de fazer isso. Usando um termo bem claro, se temos plata para pagar a conta.
    Ainda refletindo no comentário deles, lembro que um afirmou que a própria floresta em muitos pontos serve de defesa. E ainda pegando, mais específico o comentário do Agnelo, sobre as condições da infra da Amazônia, o investimento é estrondoso. Pois além dos armamentos, veículos, etc. Necessariamente deverá gerar toda a infraestrutura do local, terá que ser criada toda a urbanização do local.
    Além da estrutura de abastecimento de tudo para eles.
    Muita coisa, não é pouca.
    A pergunta: Temos plata para isso?

  90. Fila, boa tarde
    A região de lavrado em RR é relativamente pequena, em se considerando a área e a rede de estradas q permitem um suporte logístico adequado.
    Sds

  91. Rafael Oliveira
    Entendi.
    Eles se renderam.
    Do outro lado do rio havia um forte grupo de apoio de fogo.
    Na margem do Pelotao, havia um grupo de bloqueio parado e um grupo de assalto, q foi varrendo a posição.
    Cerca de 40 guerrilheiros na margem do Pelotao.
    Na verdade era um destacamento de 17 homens, e não um Pelotao.
    Sds

  92. Material de guerra é carro. Creio que temos o exército que o Brasil consegue suportar. As mudanças estão sendo realizadas no campo de pessoal, logística e material bélico, mas orçamento que das FFAA é pequeno.

  93. David 4 de Janeiro de 2018 at 17:02
    Eu não entendo pq concentrar as nossas forças no Sul se o nosso provável inimigo está no norte, digo, Venezuela e Cia

    Primeiro, não tem como saber quem vai ser o seu inimigo, o que aconteceu com o corre corre da guerra da lagosta ilustra bem isto. Então não tem muito sentido em ficar enviando de cá para lá tropas e equipamentos a cada crise de algum vizinho. De repente o próximo é a Bolívia, sabe-se la, vamos deslocar tropas para o Acre (temos que lembrar que a “compra” do Acre nunca foi muito bem deglutida pela Bolívia, deve ter rolado altas propinas para os políticos Bolivianos, inclusive os documentos estão como sigilosos no Brasil, mesmo depois de 100 anos) quando a meleca lá explodir?
    Segundo, a população de Roraima deve estar em torno de meio milhão, Curitiba tem mais do que o triplo disto, POA quase 3 vezes também. Campinas tem quase o dobro pessoas e um pib de quase quatro vezes a de Roraima.
    Terceiro, como já foi dito acima, até a pouco tempo atras, tínhamos os Hermanos como um potencial inimigo.
    Acho que isto explica o porque do grosso das Forças Armadas estarem aqui no sul, necessidade, alvos estratégicos, população.
    Agora que eles podem estar mais bem equipados, não tenho dúvidas.

  94. Exatamente humberto! Se a cada 5 anos e pouco for necessario fkcar deslocando unidades e bases militares de um lado a outro do territorio nacional toda vez que aparecer um “suposto inimigo externo novo”, nao faria mais senrido manter uma força militar permanente,acho que as pessoas(inclusive o autor da materia) esquecem de uma coisinha chamda relocação e remobilização de tropas em caso de conflito,lendo certos comentarios aqui eu fiquei imaginando que a galera deve achar que caso a venezuela ataque o norte do pais,as unidades militares em outras regioes simplksmente ficariam paradas de boas como se nada estivesse acontecendo kkkkk,só pode ser isso que alguns aqui acham pra falar tanta besteira

  95. TukhAV
    Amigo sinceramente,em TODOS os seus posts por aqui vc faz questao de criticar e insultar as fkrcas armadas e o Brasil,seja por ideologia politica seja por pura ignorancia mesmo,é realmente lamentavel e impressionate a quantidade de asneiras que o senhor fala a todo momento,sem falar nos insultos e desrespeitos propositais a nação(tais como chamar o pais de “bananias”,que não é somente desrespeitoso como tbm é de um mau gosto e de uma breguice sem igual). Dado suas contantes aparicoes nas materias me surpreendo com seu nivel de conhecimento nulo de temas militares em especial no que tange a capacidade militar brasileira,vito que aparentemente o senhor nao lê nenhuma das materias pelo visto…Enfim,nao estou aqui para discutir e acho que cada pessoa e cada geracao vê o Brasil de sua maneira e tem suas proprias idiossicrasias,mas quere se valer de argumentos questionaveis e bastente refutaveis para pura e simplesmente ficar ofendendo o nosso pais e as suas forcas armadas é desnecessario e grosseiro

  96. A questão de se ter um Regimento de Cavalaria Blindado em Roraima não passa por a Venezuela ser “amiga” ou “inimiga” e sim pelo fato estratégico de defesa de o Brasil estar sempre superior ao apresentado pelo vizinho…
    Nos casos do Sul temos os Leopard contra os TAM Argentinos e M41 Paraguaios e Uruguaios, no caso do Centro Oeste temos os M60 contra os SK105 bolivianos, e de resto temos só fonteiras de floresta….
    Portanto, como os amigos já falaram, Roraima não é floresta (densa) e o vizinho tem T72, é hora de termos algo a altura e se possível superior a isso la tb.

  97. Havia uma certa nação latino-americana que, para desviar de seus problemas internos, provocou uma guerra com uma potência militar, mas perdeu por falta de preparo. Como ouvi uma vez de um certo professor de geografia, a história se repete e a geopolítica também…..
    Pois bem, a Venezuela está bem equipada, mas com sérios problemas internos , e o seu ditador de plantão pode vir a arrumar algum ” inimigo externo” para desviar a atenção e “clamar o amor à pátria “, como fizeram os argentinos em 1982. Acho que , pelo sim pelo não, o EB deveria melhor guarnecer essa fronteira com a Venezuela, caso o Maduro fique tentado a tal situação. Ele não vai comprar encrenca com a Guiana por causada proteção britânica e nem com a Colômbia por causa do apoio do Tio Sam ao país no combate ao Narcotráfico, sobrando assim o Brasil nessa hipotética situação. Acho melhor o EB colocar as barbas de molho…..
    Finalizando: O Estrado de Roraima tem 70% de seu território sob o domínio de floresta equatorial amazônica e 30% de formações arbustivas e herbáceas chamada de Cerrado.
    abraços.

  98. “Dodo”, você só fala asneir… sempre passando o pano na lamentável situação de nossas FFAA. Não é assim que você irá ajudar seu país. O primeiro passo para corrigir um problema é admitir que ele existe.
    Banânia (eu chamo como quiser) não tem mais do que uma gendarmeria (ineficiente, vide a quantidade de drogas e armas que passam pela fronteira a cada ano); uma guarda costeira que não navega, com mais almirantes que meios; e uma força aérea com equipamentos da década de 70. Tudo isto financiado pelo 11° maior orçamento militar do mundo. E ainda tenho que ler que temos que ter o obsceno número de generais porque “se não ninguém respeita “.
    Pior és tu que para esconder essa realidade fica nos comparando com “potências” como Paraguai, Bolívia… Nós gastamos o mesmo que todo o resto dos países do subcontinente com armas. Voce acha que temosmforcas equivalentes a todo o resto junto?

  99. Manuel
    Prestador de Tarefa por Tempo Certo.
    O Militar após passar pra reserva pode ser Designado para o Serviço Ativo e permanecer na ativa como os outros, mantendo a antiguidade, podendo chefiar seções etc, mas não concorre mais a promoção ou determinadas funções e missões.
    Ou, pode ser PTTC. Ele passa pra reserva, trabalha paisano, perde a antiguidade, não pode chefiar ou ter seções e missões. Mas ganha um pouco mais. Não sei quanto, mas bem menos q um tenente.
    Como é voluntário, não ocupa PNR, deixando pra quem está na ativa.
    Utiliza-se a experiência deles em funções ou formações. Libera a ativa para outras missões, até chegar na ponta da linha, convocando menos temporários ou recebendo mais de carreira.
    Sds

  100. TukhAV 5 de Janeiro de 2018 at 17:36
    As forças armadas não são gendarmeria, apesar dos pedidos dos políticos. A do seu pais pode ser, mas aqui no Brasil temos uma estrutura de Polícia Militar (no qual a estrutura é militar mas não pertence as Forças Armadas) e Policia Civil (existe a Brigada Militar no RS que é equivalente a PM). Estas duas policias respondem ao Governador do Estado, já as Forças Armadas respondem ao presidente.
    Existem outros órgãos de policia, como Guarda Municipal, Policia Rodoviária (tanto federal como Militar), Policia Federal e outros.
    E por fim existe a PE que é a policia das Forças Armadas.

  101. M41 no Paraguai? Eles estão operando com os M3 Stuart!!!!! Pelos menos o fuzil de dotação é o M16 e a farda é bem melhor que a nossa.

  102. TukhAV voce ao menso acompanha as materias desse blog ? Mano é inacreditavel o que sai da boca desse cidadao,o cara ou é um baita de um ignorante desinformado ou um excelente troll,eu espero acreditar na segunda opcao. E mais,voce é uma vergonha para sua nacao,um cidadao que ofende com base em mentiras e fatos falso(basicamente TUDO que foi comentado pelo senhor aqui até agora)o seus pais nao tem o meu respeito,com isso me recuso a responde-lo de agora em diante. Peço apenas que reveja muito bem seus dados,pois dizer que a 9 maior economia do mundo,15 força militar do planeta so possuir uma” gerdameria(que opera misseis de cruzeiro olha so !),uma guarda costeira(olha que inovacao,uma GC que opera navios de desembarque enfibios,submarinos e fragatas !!)e uma forca aerea equipada com avioes da decada de 70(sim claro pq agora o E99,o kc390,gripen Ng,h36 caracale uma serie de outras aeronaves foram projetadas na decada de 70 ne? Sem falar que boa parte das forcas aereas do mundo operam avioes dessa epoca como o hercules,o f15 e o f16)

  103. AFINAL O BRASIL RESPONDEU O PEDIDO DA ONU SOBRE A REP. CENTRO AFRICANA OU NÃO??
    Pelo que me lembro o prazo tinha se esgotado e aparentemente não teriam respondido…. ou responderam secretamente… mas ninguém divulgou nada oficialmente ainda…

  104. Flávio Cardia,

    Foi dado mais tempo para a reposta. A data-limite do dia 15 de dezembro foi prorrogada devido a cirurgia do Presidente.

  105. Flavio,da ultima vez que eu chequei(ontem)estavam esperando o presidente temer se recuperar de uma cirurgia ou algondo tipo para apresentar os planos. Apos essa apresentaçao e com a aprovacao do presidente,os planos serao enviados ao congresso para sançao ou veto

  106. Na minha opinião, Forças Armadas devem ser prioridade no Brasil. Tão importante quanto a justiça social.

    Agnelo, posso saber sua opinião sobre uma coisa? como poderíamos reformular a ABIN para se tornar uma entidade que defende os interesses do Estado Brasileiro e não de um governo? a ABIN deveria estar ligada ao Exército? Muito obrigado se você puder responder.

  107. Voltando ao assunto da matéria: por volta de meados de 2017 o EB estava inspecionando Leo 1A5 na Itália e Suíça, caso essa compra se realiza ao invés de mandar os 28 M60 para a reserva eles deveriam ser modernizados com “kits israeli” e serem transferidos para RR. Assim nôs ficaria faltando um um sistema AA que desse conta dos Flankers!

  108. Obrigado pela informação.

    Ádson, pelo que um amigo meu Capitão falou, essa compra seria mais substituir os Leo 1A1 e completar os regimentos de cavalaria blindados do CMS do que para substituir os M60…. mas se isso se concretizar, e a compra for em número suficiente para os RCB do CMS e do CMO, ai sim enviariam os M60 para o Norte… mas sem modernização alguma.

  109. Amazonas – Deveriam estar recheadas com unidades aeromoveis ( heli e avioes ) : esclarecimento , ataque e transporte , unidades de selva , artilharia e defesa aerea ,

    Exemplo : pq o cavex saiu de Taubaté e foi para Santa Maria certo ?

    Nordeste – Unidades Mecanizadas …..

    Teve uma materia a tempo que levaram 01 m60 ate Roraima para realmente se saber o custo e as suas características de deslocamento !

    Quanto a missão de paz se somos uma gendarmeria pq nos convidam ?

    O Jugman tem feito algumas coisas pelas forças e quanto ao suporte Americano deveriamos procurar mais e aceitar mais , mas n abrir do nosso desenvolvimento e produção nacional !

  110. Gabriel Barbosa, bom dia
    O 3º BAvEx foi pra Campo Grande.
    Pensava-se em mandar o 2o pra Florianópolis pra operar no Sul, desde a fechada base aérea de Floripa, com a 14a Bda Inf Mtz q será Leve.
    Desde o Gen Ex Heleno, há o pensamento de melhorar mais o 4o BAvEx, pois é melhor mais capacidade Amv do q tropas sem essa capacidade.
    Sds

  111. Professor, bom dia.
    Nao acredito q deve ser vinculada as FFAA. É uma carreira diferente com formação técnica diferente, q deve atentar para todos os campos do poder, tanto em inteligência, quanto contra-inteligencia.
    O problema da visão de Estado começa nos governos, passando por um povo q mal tem noção de cidadania.
    Não sou conhecedor a fundo da organização da ABIN, mas, na minha opinião, o q ajudaria muito, muito, é q o responsável por aquela instituição fosse de carreira, e não um indicado pelo governo como é.
    Quando toda máquina é de carreira, fica muito difícil tirá-la do trilho.
    É o q acontece com as FFAA.
    O Cmt da Força é escolhido entre os mais antigos q estão passando a reserva. Ou seja, ele tem larga e profunda formação militar. O Min Def fica condicionado, por mais q invente, a trabalhar dentro de uma concepção científica, doutrinária e técnica consolidada, q custa $$ infindos para estragar.
    Assim, creio q, não só na ABIN, mas em todas as instituições de Estado, os quadros deveriam ser de carreira, sendo somente o ministro relacionado a pasta escolhido pelo governo.

    Quanto a justiça social. Embora vc não tenha perguntado, não há justiça social se não há noção de cidadania.
    Independente da ideologia de governo, vc não acha q as coisas funcionariam mais se 50% do imposto não fosse sonegado? Se tudo não fosse administrado direito? Se a corrupção fosse realmente combatida? Se não houvesse injustiça?
    Mas se briga por ideologias enquanto esquerda e direita roubam insanamente, e seus pupilos ficam os defendendo como por Síndrome de Estocolmo.
    É isso.
    Sds

  112. Aqui concursado não trabalha, via de regra. Tive um professor que deveria ir na unidade quatro dias na semana, se ia dois já dávamos graças. Essa de efetivo ser mais produtivo que contratado é um grande mito.

  113. Tukhav, depende do tipo de função e área de atuação do concursos. Eu trabalho na Copasa(companhia de saneamento de Minas Gerais) , agora não usam muito o MG pois virou empresa de economia mixta mas q é comandada pelo governo do estado q é quem escolhe o presidente da empresa(o q é um saco por causa da política) e idem pro corpo diretor. Trabalhamos, eu é meus companheiros, bastante mas ainda devido à politicagem rola muita mamata, e realmente tem muito nó cego morcegano sem ser devidamente punido. Mas te digo q o cinto tem se apertado e devido a terceirização a quantidade de efetivos só diminuiu a cada si lo de aposentadorias cujas vagas não são repostas.

  114. Agnelo Moreira 6 de Janeiro de 2018 at 11:26

    Obrigado, Agnelo pela excelente resposta.

    E sim, realmente não há justiça social se não há noção de cidadania.

    E as coisas funcionariam mais se os impostos não fossem sonegados, se tudo não fosse administrado de forma correta e eficaz e se a corrupção fosse realmente combatida de verdade.

    Infelizmente, a briga por ideologia ainda vai acontecer por mais algum tempo, porque é um resquício da Guerra Fria, mas acredito que com o tempo a tendência é arrefecer.

    Sds

  115. “Mas a verdade é que questão da inexistência de meios que permitam mobiliar um simples batalhão de Infantaria expedicionário, constitui apenas uma vertente do longo, expressivo conjunto de deficiências com que o Exército Brasileiro (EB) alcança 2018. Eu já vi esse filme, em preto e branco, em 1943! Detalhe: naquela época, nao havia como aparelhar uma divisão (10 mil homens + reserva de pessoal) expedicionária sem ajuda externa. Hoje a coisa parece tá complicada para um Btl reforçado ser suprido de meios adequados para a missão!

  116. Luciano,os guaranis e os piranha nao podem ser enviados para a rep.centro africana ? Sinceramente acho até melh8r do queenviar o LMV. E que ripo de deficiencia afeta um batalhao expedicionario ? Eles nao possuem fuzis,granadas,material de combate em geral ? Capacidade logistica ? Onde exatamente reside ess suposta imcapacidade de um batalhao expedicionario ? Fica parecendo ate que o sujeito que elaborou essa questao é funcionario da iveco kkkkk pq a unica suposta deficiencia identificada até agora foi a inexistencia de um veiculo leve blindado(coisa que o marrua e as land rovers nao sao). Vou adorar qnd o Brasil enviar logo essas tropas e elas chegarem la e operarem com sucesso e sem problemas,vai calar a boca de mta gente,inclusive desse avaliador da ONU(que como foi bem lembrado pelo colega ai acima,se somos uma gendamarine porque pedir desesperadamente 700 soldados exclusivamente ao brasil ?) Porque nao pedir para a Nigeria ou Zambia cujos exercitos sao “claramente superiores ao brasileiro”,inclusive cumprindo varias missoes da ONU na africa

  117. Senhores
    O q vou escrever foi comentado na Veja ou Isto é na época, 2001 ou 2002.
    As FARC prepararam um movimento de 3.400 homens para retomar Mitu, da posse do governo colombiano.
    Como? Um ataque pelo flanco.
    Q flanco?
    Brasil
    Em poucas horas o BFEsp já estva ocupando posição na cabeça do Cachorro. Nas primeiras 24 hrs, a Bda Inf Pqdt, também. Nas primeiras 48 hrs, os Btl de Manaus, Belém e, se não me engano, Marabá. Além de FN de Manaus.
    Os aviões de Santa Cruz bombardearam posições q poderiam ser Z Reu das FARC em território brasileiro.
    Foi a segunda “olho o tamanho da minha borduna” q demos nas FARC. A primeira foi no Traira.
    Manaus e Belém ficam bem longe da Cabeça do Cachorro. RJ fica longe pra c@ssete!!!!
    Em q pese ser em território nacional, é ou não é capacidade expedicionária? Hj, além disso, temos algumas centenas de Guaranis. Se precisar, temos Leo A5. A FAB vai mandar A-29.
    A Marinha tem condições de mandar suporte logístico para uma FT nível Btl, além da FAB.
    Sinceramente
    O jornalista está equivocado.
    Sds

  118. As impropriedades da matéria não invalidam algumas conclusões importantes:
    Os marruá são “impróprios” para a guerra moderna. ESte diagnóstico é do Comando do Exército.
    Não é viável fazer operações de ligação, esclarecimento e escoltas leve usando Guarani.
    O perfil da missão na RCA é muito diferente do que Haiti e Complexo Alemão.

    É um erro acharmos que nosso exército é despreparado, assim como é um erro avaliarmos que nosso equipamento é o ideal.

  119. Fred 5 de Janeiro de 2018 at 8:04

    Coaduno com muito do que pensa. O histórico do EB no Império e nas primeiras décadas de República foram basicamente no sentido de reprimir revoltas populares e manter a unidade territorial a qualquer custo.

    Acho que depois do Regime de 1964-85, as FFAA, em especial o EB, tomou o rumo de se manter afastado das questões políticas e tentar aumentar sua profissionalização. Como vc bem citou, o MacCann mostra por diversas fontes a precariedade das OMs por todo o Brasil e, ao mesmo tempo, a luta do jovem oficialato, especialmente dos Jovens Turcos em diante, na tentativa de mudar isso e criar, primeiro um serviço de alistamento que funcionasse, depois instrução moderna, voltada para a arte da guerra e por último, e nao menos importante, o aparelhamento das unidades.

    A FEB deu um salto enorme no EB nesse sentido, mas o “Exército de Caxias” parecia viver em outro mundo – e vivia – afastado de tudo isso. Acho que a GLO hoje talvez seja uma herança maldita dessa ação policiadora da sociedade em outras épocas. Não digo com isso que nao seja importante, mas acaba desviando do rumo à profissionalização.

    As ações como tropa de paz em teatros mais quentes podem trazer as FFAA uma formação em ação real que na temos, pelo menos para as unidades de elite, de pronto emprego. Só que temos que nos adequar e aceitar o ônus de tudo isso.

  120. Dodo 6 de Janeiro de 2018 at 16:42

    Olha, eu acho que há um exagero na matéria original. Temos unidade de pronto emprego capazes, especialmente do tamanho de um Btl. Contudo, isso pode depender do tempo de duração dessa força expedicionária e do cenário. Mas tudo isso me lembrou o esforço que foi para o EB compor a FEB e não sou eu simplesmente que afirmo isso, mas os veteranos da própria força. Como disse agora há pouco, GLO é uma coisa (mais uma vez, sem desmerecer esse tipo de ação), mas num cenário de maior atrito, com diversas armas tendo necessidade de agir em conjunto e com um inimigo disposto a morrer pela causa, a coisa pode ser mais dificil do que imaginamos. Porém, acho a experiência importante. É a chance de adestrar tropa e comando.

  121. Vale ressaltar ainda que, se nao me engano, desde o 1º GAC da FAB da II WW, teremos a oportunidade de enviar aeronaves de ataque numa missão de combate.

  122. Olá Luciano
    Muitos desaprovam o uso da tropa em forças de paz.
    Mas acho que a experiência no Haiti levou a um grande amadurecimento da tropa. Tenho certeza de que o Comando aprovou plenamente a experiência.

    Pelo que sei, o emprego da tropa na RCA ainda não ocorreu apenas por resistência do Itamaraty.

  123. Carvalho 6 de Janeiro de 2018 at 19:43

    Sim, seja pela questão dos custos, da exposição dos soldados, das limitadas regras de engajamento ou mesmo pelo fato de acharem que os problemas de outras nações não são da nossa conta. Eu penso um pouco diferente, acho q depende do contexto, da missão, dos países envolvidos, etc. O fato é q se o Brasil quer ter maior poder de influência em questões internacionais, um dos caminhos é justamente esse. Durante o governo lula havia uma postura direcionada no sentido de termos assento no CS da ONU. Na época eu costumava comentar que se isso realmente era um objetivo e nao apenas discurso seria necessário um real aparelhamento das FFAA. Vargas fez do envio da FEB uma moeda de barganha pra conseguir armamentos. Custou a vida de quase 500 militares diretamente e mais um número desconhecido pelas sequelas , mas conseguiu, além da própria experiência do combate, que foi trazido para a ESG e outras escolas nas décadas seguintes.

  124. Olá, Agnelo.

    O jornalista da Veja acompanhou a aquela operação do Exército. Foi em 1.999. Segundo ele, a FAB atacou também posições da FARC na fronteira do lado de lá…
    Ele não mencionou se foi ou não com a autorização do Gov. Colombiano. Deve ter tido.

  125. Complementando, em 1999 frente 23 da FARC chegou a invadir o território brasileiro, ocupando o vilarejo de Açaí.
    Aí é que veio paulada do Brasil, inclusive no território Colombiano.

  126. Renan estou contigo,mais eu me temo que os politicos Brasileiros não são tão patriotas como devería ser,eu vi um video e artigo sobre as tropas de Bolívia entrar numa cidade Brasileira como se estivesse na Bolívia,forão na cidade a comprar,mais com veiculos militares e com uniforme do exercíto Boliviano,em territorío Brasileiro é como dä um tapa na cara dos Brasileiros.Pode que o Brasil possa contra um ,mais imaginesse se ataca 2 ou 3 paises Bolivarianos em 3 frentes e com ajuda interna dos comunas aqui dentro,o Brasil cai em dias,pode ser uma loucura pensar isso,mais era loucura que os judios fosse ter um genôcídio.

  127. Com o devido respeito, a matéria incorre em alguns simplismos. O tipo de material alocada em cada região deve levar em conta a doutrina de emprego adequada. A região adequada a blindados no norte é o Lavrado e ela não demanda um grande contingente para se criar uma posição de bloqueio, dada a precariedade das vias de acesso. Ali um RCB daria conta. É necessário que ali se instale um ou um RCC por conta das notórias dificuldades de transporte deste tipo de meio para aquela região de forma rápida.
    Armas anti carro podem ser mobilizadas rapidamente e levadas de avião em 48 horas.
    Já artilharia em selva não é um recurso tão premente. Há a dificuldade de transporte, mesmo de um M-59 ou um morteiro 120. O fogo pode ser suprido por morteiros mais leves. Mas dentre estas faltas apontadas de fato seria a de mais premente suprimento. Mas no caso é preciso meios adequados que são o L-118, o M-59 ou o morteiro pesado 120 ( que inclusive compõe uma das batarias dos grupos).
    O CMN demanda igualmente uma cia ref destacada do 4 batalhão de aviação ou a criação de um 5 batalhão.
    Porém não devemos nos esquecer do conceito de concentração estratégica. A força não precisa estar exatamente proxima ao local. Ela precisa é ser mobilizável rapidamente para estar ali e deve estar aquartelada onde melhor possa treinar. Cada meio tem o seu terreno adequado de operação. Não adianta por unidades blindadas lá, com enorme custo logistico e inúteis diante da condição de terreno.

  128. Caro Colombelli
    Você resumiu bem a situação.
    Permita apenas complementar. O que falta àquela região é o asfaltamento da Porto Velho-Manaus, com uma ponte sobre o rio Amazonas. Ou um túnel. Uma via férrea paralela seria o ideal.
    Na falta da comunicação terrestre, poderíamos estar suprindo a necessidade em caso de emergência com alguns C-17. Mas este avião, quem comprou, comprou. Quem não comprou não compra mais.
    Abraço.

  129. Billy
    Você conhece a região do rio Branco em Roraima? Encontrei isto no site “Hidrovias e Portos da Amazônia Legal”:
    “A navegação fluvial no Estado de Roraima está limitada ao rio Branco e, ainda assim, com baixa eficiência. A navegação regular somente ocorre no trecho foz no rio Negro a Caracaraí, com cerca de 440 km de extensão. Neste segmento, o rio Branco apresenta calado máximo de 5,0 m no período de cheias e mínimo de 0,7 m, no período de estiagem.
    A largura varia entre 700 e 4 mil metros, com curvas pouco pronunciadas. É grande a variação de profundidades, uma vez que é muito freqüente o desmoronamento de barrancas, resultando na formação de inúmeros bancos de areia, destruindo e alterando freqüentemente o canal navegável.
    O porto de Caracaraí encontra-se desativado, dadas as precárias condições do cais. A movimentação é feita diretamente nas barrancas do rio, o que dificulta as operações de embarque/desembarque. O trecho Caracaraí – Boa Vista, com extensão de aproximadamente 150 km, se desenvolve em zona encachoeirada nos primeiros 14 km, num desnível de 7,5 m, conhecida como Corredeiras do Bem Querer.”
    Como podemos ver, muito problemático.

  130. Bom texto do jornalista Roberto Lopes.

    Só gostaria de desfazer um pequeno equívoco. Os blindados Mowag Piranha IIIC dos Fuzileiros Navais não têm nada de muito vantajoso em relação aos VBTP-MR Guarani do EB para que se possa afirmar que são: “Os blindados de transporte de tropas mais robustos (desempenho confiável em combate)”.

    A blindagem é basicamente no mesmo nível, a capacidade de resistência a minas pequenas e IEDs é inferior nos blindados suíços e estes não operam torres não-tripuladas como os blindados do EB.

    Tirando isto, creio que o texto demonstra de forma bem realista a situação do EB em termos de equipamentos.

  131. Um tanto custoso, né? Ainda mais depois daquela decisão lesa-Pátria da suprema corte que expulsou os produtores de arroz das terras continuas hoje reserva Raposa do Sol onde imperam ONGs internacionalistas e o CIMI tramando para transformar parte do território Brasileiro em país bug realmente independente. Não sem essa motivação a reserva gigantesca da farsa ianomamis corta a BR e o rio que liga Boa Vista-Manaus e os selvagens fecham a estrada quando querem, cobram pedagogia e tem licença para matar! Tudo que vem acontevendo no Norte converge pra sérios problemas. Melhor o Brasil Já ir se preparando para se antecipar ao problema Venezuelano se não quiser uma força internacionalista da ONU nas suas fronteiras a guisa de “proteger” indios.

  132. Billy
    O problema de Roraima parece sem solução. A estrada que corta a reserva indígena Waimiri Atroari (rodovia internacional que liga Manaus a Caracas) mostra bem o jogo de empurra vigente no Brasil. Ninguém quer assumir a responsabilidade de resolver. São 122 km dentro da reserva, sendo 72 km em RR e 50 km no AM. E ela é fechada diariamente das 18h até as 6h do dia seguinte. Senão vejamos:

    “Quando da criação da reserva, a lei estabeleceu que a faixa de domínio da União na BR 174, com 50 metros de cada lado da estrada, não pertenceria à área indígena. Mas não é o que ocorre. A Polícia Federal alega que nada pode fazer porque sua ação visa apenas o combate ao contrabando e crimes correlatos. Quanto à Polícia Rodoviária Federal, esta esquiva-se dizendo que seu trabalho é apenas atender aos acidentes e orientar o tráfego.
    Como este fechamento afeta o transporte de cargas, feito principalmente à noite, além de dificultar a vinda de novas empresas para a região, o governo de Roraima entrou com uma ação na Justiça Federal em junho de 2008. Porém até a presente data nada foi resolvido.”
    Fonte: Bras Brasil, Facebook, álbum Boa Vista.

  133. O que adianta doutrina se não experiência. Ontem estava vendo um vídeo da DW TV da Alemanha onde jovens cadetes conhecem os carros de combate e os procedimentos do exército alemão. Aqui no norte nunca vi um carro de combate ou um helicóptero. Em Santarém só andam de caminhão lonado. Na base da vila brasil em oiapoque até hoje não fizeram a pista de voo. No mínimo deveria ter um Ésquilo ou Lakotas por lá para dar suporte médico ou de deslocamento de tropa. Que não sabe entrar numa 4×4 L200 vai saber entrar num 6×6 ou 8×8.

  134. Roraima se resolve com uma tropa indígena gerando emprego para os jovens por cinco anos e o governo federal contruindo as aldeias de alvenaria a cada 15 km na estrada, assim como fez em oiapoque. Naveguei muito com os muche de oiapoque dando suporte social, sabia que faziam batidas sozinho na fronteira indo até foz do Uaça.

  135. Os peruanos estão na África Central com 150 homens na logística de base. Valeria uma pesquisa nossa quanto ao funcionaamento dessa missão da ONU. Um tópico ou material pra isso.

  136. Há Tempos q era para o EB ter CCs em Roraima !!!
    Nem q fossem uns 10 oiu 12 M 60 !!
    Há uns 2 Anos; levaram um CC do MS para RR !! Uma Viagem de 15 DIAS !!!!!
    O Exército Tem q se Mexer !! se Sabe q a Logística NÃO é Fácil !! Por Isso Mesmo q Já deveria ter sido Iniciado essa Movimentação !! Se Construindo um Quartel ou se Adaptando !!!
    Uma Unidade de CCs Não é de Fácil Construção; Têm q Construir Paióis, Oficinas, Alojamentos ….etc.

  137. João Miguel cada tropa tem seu nicho de atuação. Se não há blindados no norte é por que o EB sabe que ali eles teriam pouca utilidade ( exceto em RR) e dificuldades logisticas e de treinamento. A aviação está concentrada em Manaus e atua quando necessário e bem longe da civilização, por isso não é vista fora de lá. Mas está operando.

  138. colombelli 7 de Janeiro de 2018 at 18:45

    colombelli 9 de Janeiro de 2018 at 17:42

    Voltamos ao nosso primeiro “debate” há alguns anos aqui, lembra-se Colombelli.

    O “El Pajarito” ainda mandava na Venefavela e já afirmavamos sobre a necessidade de reforço no norte do País.

    “Se” me lembro bem:

    1) Reforço-ampliação BAMN, em caso de impossibilidade (espaço ?) que se busque construir outra.

    Nesse reforço dotação de aviação de caça, transporte C 130 (KC 390) – REVO etc ….

    2) Implantação de um RCC etc….

    3) Ampliação da BABV e reforço das suas atribuições, dotação etc ….
    Inclusive com reforço dos A 29.
    Hoje eu acrescentaria Helicóptero de Ataque AH-2 Sabre, quantidade a definir pela FAB e EB.
    Baa,
    IGLA ou RBS, Gepard e Baa de médio alcance (Spyder).

  139. Colombelli, não quero tanques por aqui, mas pelo menos um guarani por Bis para dar moral e um helicóptero a cada 600 km. Oiapoque, tirios, e aí vai. Para fronteira. Americanos usam helicópteros civis tipo lakotas para isso dentro do EUA.

    Triste ter que ficar ligando para um oficial do dia em Manaus ou Belém pedindo um resgate aéreo após acidentes. A pista da cidade de oiapoque quase não é usada nem por civis nem militares. O batalhão de Macapá poderia tomar conta.

    Mas falo de Vila Brasil acima de oiapoque, de uma base avançada onde treinam selva. Precisa de uma pista. Em frente tem a base dos franceses da legião estrangeira. Quando decolar passam por cima de nossa base. Aí não há moral. Abração e obrigado.

    Roraima… A algumas áreas abertas chamamos aqui na amazonia de campo gerais ou savana.

  140. Nossos M60, alguns Guarani com torres de 30mm, alguns M118 e um batalhão de selva, tudo em Mucajaí. Mucajaí esta na borda entre o lavrado e a floresta, tendo ainda como defesa o rio do mesmo nome e sua ponte. Sobra como rota para o sul a Ponte dos Macuxis dentro de Boa vista, caso essa seja inutilizada e com cobertura da Aviação do Exercito e dos AMX e Tucanos da FAB negando a transposição do Rio Branco só restaria a um hipotético inimigo enfrentar Mucajaí. A logística para este hipotético inimigo transpor essas defesas, a nível de America do Sul, é inexistente. Isto é uma situação hipotética mais plausível, a nós fica nos faltando um sistema AA de maior capacidade capaz de neutralizar caças de superioridade aérea. Com a palavra o nosso Mestre-guro-professor Colombelli. rsrs

  141. A Verdade é q se Têem Muuuuuitos Quartéis só “Adm” (Bibliex, Bandas de Música ….) !!!
    Muito “Centro de Pesquisa”, Muita “Escola !! (EsAO, ECEME, ESG …..); Principalmente no RJ !!!
    Joga Todo Mundo pra Infantaria e Manda pra Selva !!!
    Pode se Aproveitar os Urutus q Estão sendo Retirados do Paraná (Bdas Mec) e
    Transfere – se Eles para as Àreas do CMA e CMN !!
    isso é Racionalização !!

  142. Fiquei chateado em setembro do ano passado, logo após a semana da patria, quando passei pela estrada em frente ao quartel do Bec em Santarém e vi uma fila jovens, próximo ao posto da PRF, apertados em baixo de uma lona minúscula ao meio dia esperando pra entrevista ou seleção do exercito. Muitos viram o mesmo. Eu colocaria esses jovens dentro do quartel no primeiro dia, encontro com a estrutura e palestras, num segundo ou terceiro dia chamaria para seleção. Isso faz diferença não só para os que vão servir mas para os que vão estar como reservistas.

  143. “Muito “Centro de Pesquisa”, Muita “Escola !! (EsAO, ECEME, ESG …..); Principalmente no RJ !!!
    Joga Todo Mundo pra Infantaria e Manda pra Selva !!!”

    Isso, e em alguns anos cria-se uma lacuna na reposição dos efetivos, da manutenção da doutrina, da experiência e até da capacidade de planejar e especificar os equipamentos.

  144. O velho e bom Clausewitz já ensinava: se voce precisa defender um território, não distribua suas forças ao longo dessas áreas. Coloque suas forças em centros estratégicos e bem protegidos de ataques de surpresa. Na periferia posicione tropas de observação e com capacidade para um primeiro combate.
    dispersar recursos na imensidão do Norte é suicidio estratégico. Levar MBT tipo Leopard ou M 60 é puro desperdicio de equipamentos até porque não há estradas suficientes. Na Amazonia o deslocamento mais utilizado, ainda é por agua ou aéreo. Temos que observar o que fazem os grandes Players como EU e Russia. Priorizam concentrar divisões de rápido deslocamento, via aerea e com apoio de helicópteros e cobertura aerea total. Vi na Cidade de Saint Louis, próximo do aeroporto as aeronaves estacionadas. Aviões Galaxy imensos, dezenas deles, cada um com tres filas de carros atras, em paralelo, prontos para a ação. Uma fila de equipamento blindado e de artilharia, uma fila de equipamento aero- médico e uma fila de caminhões de suprimentos. No caso de crise no Raio que Parta, lá se deslocam esses meios para rápida intervenção. Duas divisões aero transportadas. Time is money. Militares altamente profissionais e contando com imensos recursos podem dispor desses meios estratégicos.

  145. Ádson disse tudo. É inviável uma operação de invasão de longo curso partindo do norte para ao sul em toda a fronteira norte. O espaço defende e a logística é impraticável. Fora que no caso da Venezuela as passagens são poucas e fáceis de defender.

    Luis Floriano, um RCB ou RCC em RR é exatamente esta tropa de contenção, móvel e com grande concentração de fogo que nos daria tempo de mobilização de reservar e retardaria o avanço juntamente com um RC Mec. Mas há necessidade de blindados lá, próximos, em pequena quantia, justamente pela dificuldade de locomoção até lá. O Lavrado demanda forças mecanizadas ou blindadas em certa quantia.

    De fato Carlos tornamos à questão que espero que esteja sendo considerada pelo comando. Aliás se querem transferir uma Brigada do RS ( Bagé) que seja pra RR e não pro nordeste.

    João o comando de embarcações e a aviação do 4º BAvEx são o cavalo de batalha, mas isso não infirma a necessidade de algum poder de choque em determinadas áreas, especificamente na fronteira com a Venezuela.

  146. Luiz Floriano Alves 11 de Janeiro de 2018 at 22:57
    Luiz, existe uma estrada asfaltada que vai de Manaus a Caracas passando por Boa Vista. Não existe maneira de se levar uma tropa blindada para a fronteira de Roraima de forma rápida, MBTs então nem pensar. Em uma hipotética invasão venezuelana, coisa que acho muito improvável, eles chegariam com seus MBTs em Manaus em três dias. Neste período não teríamos chegado com nossos MBTs em nenhuma das três opções para embarque para Manaus. Estas opções seriam Porto Velho, este é o melhor pois como Santarém fica mais próximo de Campo Grande e é rio a baixo ganhando um dia de navegação para Manaus mas depende do regime de cheias do Madeira, Santarém, não tem a vantagem de ser rio a baixo mas não depende do regime de cheias do Amazonas, como ponto negativo hoje depende da conclusão da Cuiabá/Santarém e a terceira opção é Belém, que dependeria de um dia e meio a mais de transporte rodoviário e mais dois embarcado. Ou seja, RR tem que ter um RCB e de preferência em Mucajaí.

  147. É pode ser.
    Porém os “Çabios” que analisam os conflitos recentes chegaram a conclusão que o tanque ideal, (como os Russos já produzem) é um veiculo aerotransportável, de até 28 toneladas, aramdo com canhão raiado médio (75 – 105 mm.) sistemas avançados de pontaria e missil auxiliar par alvos pesados.. Em uma publicação foi divulgado o perfil do tanque a ser projetado. Um general da velha guarda disse: “Mas isso é um M-41, Walker”.

  148. Luiz, falando em pontos estratégicos, um RCB em Luiz Eduardo Magalhães-BA cobriria toda a lacuna de Belém até o norte do Espirito Santo.

  149. Luiz Eduardo fica “meio centralizado” para Belém, Fortaleza, Salvador, sul da Bahia (Ilhéus, Porto Seguro), norte do ES e norte de Minas. Isto tudo com estradas razoáveis. Um RCB com uma boa estrutura de logística e transporte cobria toda a deficiência do nordeste e parte do norte. Além disso fica próximo, a nordeste, de Formosa e Brasília. Estrategicamente é importantíssimo.

  150. Prezado Ádson
    Para essa hipotética invasão venezuelana, ou de qq um, há antes de tudo, uma crise é um período de concentração estratégica. Dura o suficiente para nossos meios se postarem onde for preciso.

    Sds

  151. Uma diretriz que podia e devia ser seguida pelo EB era desenvolver, comprar, encomendar ou algo nesse sentido de caça tanques leves, eficazes, rápidos com o peso dentro do envelope do KC-390. Aí sim teríamos uma força de dissuasão para ser mobilizada rapidamente em qualquer parte do país.

  152. Ádson
    Por não ter tido isso, a Argentina matou seus homens.
    Na Inglaterra, só não demorou mais, pq estavam voltando de um exercício da OTAN com os RN e utilizaram Pqdt Q é uma força de ação rápida, diferentemente de blindados. A outra Bda foi “bastante pouco” preparada, e por isso foi a Q se engajou menos.
    Sds

  153. Já pensaram se fosse eu , ou outra pessoa que colocasse isto acima, passaria ? Depois de saída tem comentários que deveríamos colocar mais forças ao norte , pois lá temos inimigos e citas uns dois , coitado do brasileiro ,continua Iludido , nossos Inimigos não são nossos irmãos da Latino América , com a mesma formação que a nossa Latina e Ibero Latina , mas esta ao Norte e na própria Europa.

  154. Ádson , conheces a estada Manaus/ Caracas , passando por Boa Vista , Pacaraima e Santa Helena de Uiarén ? Sabias que uma ONG americana a anos, fecha a estrada diariamente as 18 horas e somente a reabre as 6 horas , e nosso Governo , Judiciário e FFAA , também ficam presos esperando a reabertura da Estrada, e somente passam com Permissão , ou não sabias disso ? A ONG chama-se ACWA ,então como disse o nosso inimigo esta no Norte do Continente e na Europa e não são os nossos Vizinhos , OK !

  155. Agnelo 13 de Janeiro de 2018 at 8:58
    Angelo, a Argentina não matou seus homens por não ter tido crise antes, ela matou seu homens primeiro por ter feito uma loucura, segundo por não acreditar em uma reação militar do RU, terceiro por não ter se preparado para essa reação ( exemplo: não ter preparado a pista de pouso de Poto Stanley para receber seus caças, não ter integrado sua força aérea com a aviação naval, não ter preparado sua logística para o conflito, etc ), terceiro ter acreditado no apoio americano ou no mínimo em sua neutralidade, etc. Por esse raciocínio não precisamos de RCBs no sul nem em MS, mande tudo para Brasilia. Se for preciso em um crise mobilizamos.

  156. Prezado jose luiz esposito
    Pelo que eu sei, ACWA quer dizer Associação Comunidade Waimiri Atroari.
    Em agosto passado esta entidade, que representa aqueles índios, pediu para participar como parte interessada de uma ação que o Ministério Público Federal move contra o Estado brasileiro pedindo reparação pelos danos causados àquele povo durante a construção da BR 174 no período conhecido como ditadura militar.
    A ação do MPF exige um pedido de desculpas, indenização de 50 milhões de reais, inclusão no currículo escolar estudo sobre as violações sofridas pelos indígenas e que o trecho da BR 174 passe a fazer parte da reserva, entre outros pedidos.
    A propósito, o fechamento da estrada à noite foi uma sugestão do então comandante militar da Amazônia, general Augusto Heleno. No que foi aceito pelos índios.
    Mas a exceções: têm passagem a qualquer hora veículos de serviço como ambulâncias, bombeiros, viaturas policiais e similares e ônibus de passageiros de linhas regulares.
    Já existe previsão da retirada definitiva da corrente, anunciado pelo ministro dos Transportes Maurício Quintella Lessa. Foi firmado um acordo com a comunidade indígena e o Ministério. A liberação será feita em troca da construção de um posto da Polícia Rodoviária Federal dentro da reserva. Só falta a verba para construção do referido posto.
    Abraços

  157. Boas Ideias surgiram dentro desse Post !!
    interessante essa Proposta para o Deslocamento
    de Um RCB para a BA (Area do CMNE).
    Acredito q Ja era para ter tido o Deslocamento de Pelo Menos uns
    10 ou 12 M 60 para RR e Mais Alguns Urutus ( que estao sendo retirados do Paraná – Bdas Mec)
    e Cascavéis para Manaus ou Porto Velho (RO).
    Claro q tem q se Equipar os BLogs, DSups e Outras Unidades para Oferecer Um Apoio
    para esses Blindados !!! E Tambem deve se Equipar e Fortalecer os BECs dessas Regiões !!

  158. Jorge PREC PQDT 14 de Janeiro de 2018 at 9:46
    Jorge, é muito difícil, quase impossível, Manaus sofrer uma ameaça por uma força blindada, se Mucajaí em Roraima for protegida Manaus fica protegida. Rondônia é protegida pela floresta, pelo Guaporé e pelo Madeira. Uma pequena força blindada ali daria conta do recado até a chegada de reforço de Campo Grande, isso se daria com um certo sacrifício de Rio Branco, mas não há com o que se preocupar, pois o hipotético problema ali seria com a Bolívia e esta tem uma força blindada pífia. O mais necessário hoje seria mesmo um RCB em RR, não como ameaça a Venezuela, mas como meio de igualar, forças e sendo em Mucajaí demonstraria mais ainda seu caráter defensivo.

  159. Jose luis as ONGS trairas que estão atuando na amazônia são dos “direitos humanos” apoiadas pela esquerda e pela igreja. O S2 esta “no bico” deste pessoal há muitos anos. Não são governos estrangeiros os responsáveis. Eles não precisam disso para espionar e explorar.

    Ainda, premissa básica de planejamento de estado maior: todo mundo é potencial inimigo. Todo mundo. Não existe isso de irmãos da AL. É muito mais fácil uma agressão de um bolivariano desesperado do que da Europa, EUA ou China. Guerra é salvação de regimes ditatoriais e fracassados como o maduro (quase podre). Exemplo: Malvinas e o bebedor de wisky Galtieri.

    Prezados, não podemos comparar as Malvinas com nada mais aqui. Mandar recrutas que tinham dado baixa no ano anterior contra os melhores do mundo é pedir pra levar. A Argentina jamais imaginou que iria ter de fato de enfrentar eles. Uma guerra contra os ingleses começa, em regra, perdida.

    Note-se que a Argentina é quem tomou a iniciativa e teve todo tempo do mundo para se preparar. Não fez, enfrentou os melhores e perdeu. Nosso caso seria o inverso. Reagir.

    No caso da Venezuela, é obvio que a fase de concentração estratégica (mobilização, reconhecimento das Z Reu, ordem de marcha) daria alguns dias pois não iriam fazer algo do nada ( e nem são loucos). Haveria forças de pronto emprego que poderiam ser enviadas em horas.
    Todavia, isso não invalida a necessidade de uma força de cobertura com algum poder de choque próxima. O único local adequado é no Lavrado de RR, que fica exatamente na posição de barragem de algo que venha do norte.

    Logo é, sim, essencial termos lá no mínimo um RCB, e se possivel uma brigada C Mec, tropa, aliás, ideal para ações retardadoras móveis, com reforço especial AC.

    Cavalaria no nordeste, no RS ou na lua fica na mesma distância, pois o tempo de mobilização e transporte seria longo para RR. Tem que ter algo lá para ação imediata. Moer algo pro nordeste é equivocado.
    Que se mude a 9a (ja mecanizada) para Tocantins ou MT. Isso sim tem lógica e bom custo benefício.

    Se é para tirar uma brigada C Mec do RS que vá direto para Roraima. Todos os outros TO podem ser atingidos em 03 ou 04 dias por terra facilmente, inclusive com acesso de via férrea, cosia que lá não tem.

    Princípio da guerra ( supostamente plagiando Sun Tzu): tuas forças não devem estar nem tão próximas que possam ser engajadas de surpresa e na totalidade, e nem tão longe que cheguem tarde demais.

    PS: não há como chegar com força blindadas da fronteira da Venezuela em Manaus. Há um limite no qual se pode distender linhas de suprimentos, mormente quando facilmente sabotáveis e em terreno dificil, com poucas passagens e gargalos. Seria completo amadorismo.

  160. colombelli 15 de Janeiro de 2018 at 4:44

    Jose luis as ONGS trairas que estão atuando na amazônia são dos “direitos humanos” apoiadas pela esquerda e pela igreja. O S2 esta “no bico” deste pessoal há muitos anos. Não são governos estrangeiros os responsáveis.
    .
    Quem cria a miséria é o governo de direita. Os esquerdistas inescrupulosos são apoiados por essa mesma elite criminosa de direita do Brasil, eles só fingem que combatem a esquerda, mas na verdade a alimentam. Um movimento criminoso como o MST, por exemplo, onde líderes inescrupulosos como José Rainha se aproveitam da miséria do povo para manipular os miseráveis e fazê-los invadir propriedades privadas, no fundo são beneficiados e protegidos pela elite. Porque na verdade é isso que eles desejam, que o problema não seja solucionado, por isso fingem que atacam esses esquerdistas, mas no fundo querem só manipular. Isso vem desde Getúlio Vargas, que criou o movimento sindical mas na verdade controlado pelo Estado. E a inescrupulosidade e ineficiência dos movimentos sindicais funciona até hoje. Eu, como funcionário de uma grande empresa de TI, percebo como o sindicato é corrupto e como eles na verdade não lutam por melhores salários, lutam por melhores contribuições sindicais. E fazem política, usam os trabalhadores como massa de manobra, onde 90% das greves são políticas.

    No Brasil, esquerda e direita são as duas faces de uma mesma moeda e um alimenta o outro. E a elite, em conivência com as empresas estrangeiras, finge que combate a esquerda, quando na verdade combate-a parcialmente, porque nunca tem interesse em extingui-la definitivamente. Bem parecido com o que os EUA fizeram face a Al-Quaeda ou o Daesh.

    Ainda, premissa básica de planejamento de estado maior: todo mundo é potencial inimigo. Todo mundo. Não existe isso de irmãos da AL. É muito mais fácil uma agressão de um bolivariano desesperado do que da Europa, EUA ou China. Guerra é salvação de regimes ditatoriais e fracassados como o maduro (quase podre). Exemplo: Malvinas e o bebedor de wisky Galtieri.

  161. CORREÇÃO: desconsiderar o último parágrafo do meu comentário acima.

    colombelli 15 de Janeiro de 2018 at 4:44

    Ainda, premissa básica de planejamento de estado maior: todo mundo é potencial inimigo. Todo mundo. Não existe isso de irmãos da AL. É muito mais fácil uma agressão de um bolivariano desesperado do que da Europa, EUA ou China. Guerra é salvação de regimes ditatoriais e fracassados como o maduro (quase podre). Exemplo: Malvinas e o bebedor de wisky Galtieri.

    Galtieri era um governo de direita, capitalista e apoiado pelos Estados Unidos, não tem nada a ver com Venezuela ou Bolívia.

  162. A melhor coisa aqui é ler os comentários dos profissionais de armas a respeito do tema. Tive uma mesma abordagem em um grupo de whatsapp referente à Amazônia e suas deficiências no quesito logística e comunicações e mesmo assim a pessoa insistia em argumentos longe da realidade e do realizável comparando até mesmo as dificuldades da Amazônia com o Alaska. Enfim, parabéns aos militares que aqui participam do grupo esclarecendo dentro da realidade como estamos em termos de Forças Armadas e o que é possível realizar dentro de um TO como a Amazônia e nossas potencialidades frente a um provável conflito.

    De resto, muito achismo e alguns canhotos nova era…

  163. colombelli 15 de Janeiro de 2018 at 4:44
    Colombelli, a sugestão de Luiz Eduardo Magalhães-BA não é para cobrir RR. Luiz Eduardo esta próximo a oeste da divisa de Tocantins com acesso a Palmas via Porto Nacional decorrência a Belém e ou São Luiz, a Fortaleza via BR-020 sentido norte, Formosa e Brasília também pela BR-020 ao sul, Salvador e demais capitais do nordeste a leste. A sugestão de um RCB é para se ter uma cobertura de Belém ao sul da Bahia, cobrir-se-ia parte do litoral norte e todo o litoral nordeste. Supostamente lhe plagiando que supostamente plagiou Sun Tzu, rsrs, este RCB ficaria perto suficiente para uma reação rápida e longe o suficiente para não ser engajado.

  164. Fábio Ferreira Fernandes 15 de Janeiro de 2018 at 12:56
    Não estão não. Estão completamente operacionais e sofreram revisões nivel parque aqui no 9ª B Log.
    Também participaram ano passado de manobras e todos estão operacionais.
    http://www.20rcb.eb.mil.br/todas-as-noticias/210-tiro-da-vbc-m60-a3-tts

    Em que pese ser um blindado antiquado, até mais que o Leopard 1A5 em uso no EB, para a fronteira oeste é um blindado válido e estão sim em condições de uso. Salvo engano, acho que temos em torno de 20 a 25 operacionais.

    Lembrando que o Brasil tem a liderança no quesito operacionalidade e doutrina de blindados na AL.

  165. colombelli 15 de Janeiro de 2018 at 4:44
    Colombelli, a sugestão de Luiz Eduardo Magalhães-BA não é para cobrir RR. Luiz Eduardo esta próximo a oeste da divisa de Tocantins com acesso a Palmas via Porto Nacional decorrência a Belém e ou São Luiz, a Fortaleza via BR-020 sentido norte, Formosa e Brasília também pela BR-020 ao sul, Salvador e demais capitais do nordeste a leste. A sugestão de um RCB é para se ter uma cobertura de Belém ao sul da Bahia, cobrir-se-ia parte do litoral norte e todo o litoral nordeste. Supostamente lhe plagiando que supostamente plagiou Sun Tzu, rsrs, este RCB ficaria perto suficiente para uma reação rápida e longe o suficiente para não ser engajado.

  166. Professor quem alimenta o MST não é a elite, é o dinheiro que verte dos partidos de esquerda. Se estes estão com a elite ( vide lava jato e a companheirada das empreiteiras) ela não é uma elite de “direita”. Ela é uma elite com a caracteristica de quem se abraça com ela.

    Adson, um unidade ( RCB, RCC ou R Ce M) ou GU ( grande unidade, ou seja, brigada) de cavalaria no nordeste para cobrir o Pará ou o litoral brasileiro no nordeste não tem sentido algum.

    A uma ali não há ameaça visível. A duas a única ameaça que poderia vir por ali ( mar) seria de uma tal monta que não faria diferença alguma. A três, ali estaria longe de qualquer hipótese de emprego mais provável ( fronteiras sul, centro oeste e norte, no caso RR) onde poderia ter emprego. A quatro, se considerada a hipótese de emprego no Lavrado de RR, estar no nordeste ou no sul ou em qualquer outro lugar não fará muita diferença, pois o tempo consumido para se deslocar será grande, sobretudo nas proximidades de Roraima.

    Por isso que se alguma Om de cavalaria tiver de ser transferida, deveria se-lo diretamente para RR, de preferência escalonada, de forma a se chegar em uma década a uma GU.

    Como tenho dito, mais premente que por cavalaria no nordeste é: 1) Por cavalaria em Roraima. 2) Transferir a 9 brigada para Tocantins ou MT, ficando como reserva estratégica mais ao centro do pais com prioridade para a Amazônia. 3) Transferir a brigada paraquedista para proximidade de Anápolis, ficando estas duas em posição mais centralizada, com melhores condições de adestramento e deixando de serem formadoras de mão de obra da bandidagem no RJ.

    O RJ ja tem forças suficiente estacionadas com o CFN.

    Fábio, os M-60 são 28 operacionais, todos lotados no MS. Uma reserva com os restantes ( eram 92 ao todo) está se não me engano no PRM-5 em Curitiba, Não há problemas significativos com os 28 em operação. O que pode ocorrer é que fora do periodo de adestramento as unidades acabam reduzindo suas atividades e o nivel de prontidão exigido e disponibilidade dos veiculos é igualmente rebaixado.

    O M60 na AL com uma boa guarnição escora os T-72 e não perde por muito do Leopard 2. É pelo menos equivalente ao Leo 1A5. Diante da baixa disponibilidade deste ultimo no mercado, o M-60 A3 TTS é minha primeira opção para formação de uma reserva blindada de pelo menos 2 RCC. É barato e desemboca a missão.

  167. colombelli 15 de Janeiro de 2018 at 19:55
    Colombelli concordo com quase tudo, em especial com RR. Mas sou teimoso, rsrs, Luiz Eduardo esta a certe de seiscentos km de Anápolis, a reserva podia ser formada ali sem prejuízo logístico.

  168. Até aonde sei, a Brigada Páraquedista vai pra Anápolis. O KC-390 vai ser implantado lá, ao invés do Galeão. Ouvi isso ano passado, na Ala 2 (Anápolis). Dia 30 estarei lá na passagem de comando.

  169. Camaradas
    Só pra incrementar a análise, pra tirarmos as devidas conclusões.
    Esqd CC só combate junto com Cia Fuz Bld. É expor o CC se combater sem o Fuz Bld.
    RCB resolve isso? Sim.
    Mas RCB é Função de Combate Manobra.
    E o apoio de Fogo? Vai por uma Bia AP, quebrando princípio da Art?
    E a Eng Bld? O RCB vai parar em qq riacho? O Inimigo não precisa nem agravar a margem!
    E a logística?
    Senhores
    Não existe solução simples, e barata, para problemas complexos.
    Sds

  170. José , então o General Heleno mente para todos os lados , aqui tu dizes isto , mas quantas vezes ele mesmo , se pronunciou em contrário ,depois o Direito de Ir e Vir , não pode ser Violado por ONG alguma , e por opinião de General algum . Estas ciente do que vem ocorrendo na Argentina e Chile , com ONGs estrangeiras Manipulando os Mapuches na Argentina e outro Grupo indigena chileno o qual esqueço o nome no momento , mas sempre por trás disso ONGs europeias e americanas , Porque Hein ??????

  171. Aqui sempre tem alguem pedindo melhores armamentos no Norte da Amazônia , etc ,exemplo acima citando Roraima , OK , mas ainda não perceberam que ONGs europeias e americanas , conseguiram Inviabilizar Roraima , um Estado de Campos gerais , com um Futuro Agricola e Reservas Minerais Colossais , hoje somente restando 7% de seu Território livres de Reservas , todas suas terras e reservas estão debaixo de Reservas , tente amanhã um programa para suas Explorações , logo estas Ongs farão uma Campanha Mundial e aqui mesmo , usando nossa Imprensa Venal , que sabemos qual é , e se não conseguirem o retrocesso , haverão Pressões Externas e chegarão a ameaças militares e tentarão Intervir militarmente , esta Região hoje esta reservada para eles , no futuro , mas o cidadão acima pensa que é a Venezuela é o nosso inimigo , coitado do brasileiro sempre desinformado e apostando em atritos e conflitos com nações amigas e de mesma formação que a nossa , parem , raciocinem , o nosso Inimigo esta mais ao norte e mais seus Capachos europeus , coisa que nossa FFAA, não estão e não se preocupam com nossa Real Defesa , aqui os Privilégios e Benesses em Primeiro lugar !

  172. E depois dessa ainda tem gente que acha que o Brasil tem alguma expressão no jogo político mundial. Não consegue nem manter as FFAA e vai conseguir lidar com conflitos em outro lugar? Precisamos primeiro entender que somos um país abaixo do medíocre, definir para onde vamos e como vamos e a partir dai almejar algum espaço. Antes disso não dá.

  173. Adson, ou colocamos proximo de onde se emprega ou em um lugar onde possa estar proxima rapidamente a reserva. Não tem sentido nenhum por uma reserva longe de uma base aérea ( 600 KM é longíssimo para um deslocamento militar), tão longe quanto qualquer outro lugar por via terrestre ( do nordeste ou do sul por via terrestre dará na mesma, pois o trecho final é que é o problema) e em um lugar onde não está cobrindo nada ( nordeste não tem ameaças visíveis). Se é pra por no nordeste uma brigada C Mec, melhor deixar no Sul onde tem área de treinamento adequada. Nesta região ai ela estaria no tão longe que chegaria atrasada em qualquer lugar do norte e com possibilidade de perdas grandes pelo deslocamento que seria um vedadeiro suplício, e além disso estaria treinando em um terreno bem diverso do que iria enfrentar.

    Agnelo, o emprego de CC, seja em um RCC seja em um RCB, na região de RR não pode se escudar nos paradigmas usuais de emprego. Primeiro aspecto a considerar é que seu uso seria eminentemente defensivo, em posições de barragem. Ainda quando empregados ofensivamente no aspecto tático, estariam sendo empregados primordialmente contra outros CC em ataques de flanqueamento (onde a infantaria a pé é menos necessária). Outrossim, nada impede que um elemento blindado, sozinho ou com suas fracões de apoio de nivel subunidade, seja agregado a uma GU de infantaria ( até de selva) para emprego de suas característica de choque de forma limitada em determinado local. Por fim, esta implementação deve ser entendida em um contexto de embrião de uma brigada C Mec, seja transferida, seja ( oque seria melhor) criada.

    Mas claro, o melhor seria um RCB, seguido de dois R C Mec. com paulatina implementação do B Log, cia com, cia de engenharia, um pel AC, um esquadrão de comando e uma bia AA. Uma GU assim ninguem passa do norte pro sul lá.

    José Luiz , pergunta pro pessoal destas ONG que voce acertadamente constata como cavalos de tróia, qual o governo que eles mais gostaram nos ultimos 30 anos no Brasil e quem eles apoiam incondicionalmente aqui dentro. Questiona quem são os partidos que os apoiam e são unha e carne com eles Adivinha quem é……..

  174. Todos desde Collor de M… , e mais uma informação a ACWA e cheia de americanos do norte e europeus e apoiada por eles , como a INMAZON , que somente a dois anos colocaram uma relações públicas brasileira ou que fale português sem sotaque , todos ali são dos EUA.Entre centenas que lá funcionam , esta também a WWF e o GREENPEACE , esta última tanto sumida porque grande parte dos brasileiros já entenderam sua finalidade , mas começaram uma nova campanha promocional , agora para tentarem Bloquear a Exploração de Petróleo na FOZ do AMAZONAS ,escrevam ou procurem informações , terão a confirmação no que digo. Claramente o que querem é Congelar a Amazônia para que em um Futuro , tenham uma RESERVA para eles , mas as nossas FFAA e o Estado brasileiro como um todo , apenas se preocupam com Privilégios e Benesses , quando defendo aqui distanciamento deles e aproximação com outras Potências conhecidas , é para termos um contrapeso e não recorremos em cima da hora de desespero, os nossos militares realmente não me inspiram confiança , porque no resto do Estado brasileiro não confio desde nunca !
    E vamos parar de apoiar as mentiras de nossas próprias FFAA , de que os nossos vizinhos são perigosos , etc , isto é somente para terem desculpas deste tipo de FFAA que temos , não servem para nada , são inócuas , mas verbas para uma Pseudo Defesa !

  175. jose luiz esposito 17 de Janeiro de 2018 at 10:17
    “Claramente o que querem é Congelar a Amazônia para que em um Futuro , tenham uma RESERVA para eles”
    Interessante, é q a esquerda brasileira é quem mais faz esse jogo, com apoio dois tais vizinhos (os nossos vizinhos são perigosos ) …

    Exemplo claro da incoerência do pensamento e condução feito pela esquerda brasileira.

  176. O mapa, sempre o mapa, do Estado de Roraima de 2015, sob a responsabilidade do IBGE, com a marcação de altitude em cores distintas e indicação dos principais rios e acidentes naturais.
    http://www.terrabrasilis.org.br/ecotecadigital/images/abook/capa/1sem2015/Fevreiro/MF%20RR.png
    .
    Observem que a fronteira noroeste é particularmente alta, com altitude entre 1.000 e 2.000 metros.
    Na fronteira norte por nordeste com a Venezuela a altitude é um pouco menor, em média, com um vale bem mais baixo (leito de rios) se abrindo a nordeste por leste na fronteira com a Guiana (antiga Guiana Inglesa).
    .
    Digno de nota é que as terras venezuelanas e uma pontinha das guianenses são mais altas que as brasileiras, na região da fronteira, com consequências militares que não devem ser ignoradas.
    Descer a montanha é sempre mais fácil do que subir, bem como a vista de quem está mais acima é maior do que a de quem está abaixo.
    .
    Observado as cotas, é interessante observar os rios.
    O Rio Branco (afluente do Rio Negro) corta o estado de Roraima de Nordeste (nasce na confluência os rios Tacutu e Uraricoera) para o sul por sudeste. A capital Boa Vistas fica às suas margens. Este rio é navegável até a cidade de Caracaraí (com o perdão do possível trocadilho) onde tem um porto fluvial movimentado. Por Caracaraí passa uma rodovia (mais de uma) que sobe até Boa Vista e de lá segue outra para Pacaraima, na fronteira mais movimentado com a Venezuela.
    .
    Outro rio que deve ser observado é o Uraricoera, com nascente na Serra de Pacaraima, divisor de águas entre as bacias hidrográficas amazônica e do Orinoco (importante para Venezuela e Guiana), correndo perpendicular a fronteira. Sua bacia faz parte da reserva indígena Yanomami (olha a bronca).
    Este seria, descendo da fronteira, o primeiro grande obstáculo natural.
    .
    Sds.,
    Ivan, o Mapento.

  177. O mapa, sempre o mapa.
    http://www.guiageo.com/pictures/mapa-roraima.jpg
    Este é mais simples, mas mostra o traçado das principais rodovias com os principais rios.
    Observe que Caracaraí (sem trocadilho), que é porto fluvial, fica no encontro do Rio Branco – que deságua no Rio Negro, que deságua no Rio Amazonas – com a rodovia que sobe para Boa Vista.
    .
    O fluxo rodoviário principal corre pelo leste do estado, sem tocar o noroeste, que como todos devem lembrar após observar o mapa do post anterior, é uma região muito alta, entre 1.000 e 2.000 metros.
    As vias correm pela planície, até Pacaraima (já em subida), na fronteira norte.
    .
    Sds.,
    Ivan, o ‘Mapento’.

  178. O mapa, sempre o mapa:
    http://www.raizdavida.com.br/site/wp-content/uploads/2011/04/RESERVA.jpg
    Agora uma olhadinha onde fica as principais reservas:
    – Ianomani no noroeste (aquela região alta);
    – Raposa Serra do Sol no extremo nordeste por norte (uma região mais alta que média, entre a fronteira com a Venezuela e a Guiana).
    .
    Fica um caminho entre as duas que passam por Pacaraima, na linha das rodovias e linhas de transmissão.
    .
    Cada vez que jogamos um mapa sobre o outro, sucessivamente, vamos construindo um quadro estratégico, inclusive logístico. Mas também um quadro político.
    Nunca vou esquecer do episódio de 2012 quando François Hollande, presidente francês, recebeu no Palácio do Eliseu o índio Raoni como se fosse um chefe de estado.
    .
    Espero ter ajudado a compor um quadro melhor…
    … ou ter embaralhado tudo. 🙂
    .
    Sds.,
    Ivan, o Antigo.

  179. Ivam, para se fazer uma defesa, em caso de invasão, minimamente eficiente com poucos recursos, teria que se abandonar Pacaraima, essa é de difícil defesa. O primeiro ponto de defesa é a ponte do Rio Uraricoera, porem a tropa em posição defensiva ficaria em campo aberto, o lavardo. Além disto o referido rio tem alguns pontos que dependendo da época do ano podem oferecer passagem de val, mas não pode ser desconsiderada por acrescentar dificuldade e gasto de recursos custosos para a logística de invasão. A ponte há de se inutilizada. Já Boa vista tem que ser abandonada e a ponte sobre o rio Branco dentro da capital também tem que ser inutilizada e a FAB e comandos negarem a travessia do rio sentido sul. O segundo posto de defesa é a ponte do rio Mucajaí. Esta fica na divisa do lavrado com a floresta, ficando nossa tropa na floresta e o invasor no campo limpo. A mais ou menos dezesseis quilômetros há uma elevação de até 500 mts de elevação contra 70 da cota da ponte do Mucajaí, que alem de oferecer cobertura a tropa cobre uma estra secundária que sai de Mucajaí e 40 km da BR 174 caso a defesa de Mucajaí caia. O terceiro ponto é justamente Caracaraí, também com sua ponte. Esta seria a ultima defesa para Manaus, mas com essas três daria tempo para chegada de reforços, mas o primeiro objetivo é sim segurar a progressão do inimigo, mas objetivo igual ou até maior é complicar a logística, que já seria complicada naturalmente, do invasor. Conheço muito a região e principalmente as pontes.

  180. Adson, os conceitos de “campo aberto” e “ponto elevado” ( ponto de comandamento) são bastante relativos. Aqui no Sul na fronteira tudo é campo aberto. Aliás, eles tem alguma valia dentro do alcance das armas portáteis. Além dele somente para efeitos de fogo de artilharia, mas este comandamento pode hoje ser suprido por VANTs e outros meios. Mas mesmo os OA da artilharia estando em um ponto elevado, sua capacidade de guiar o fogo da artilharia é limitada ao seu campo de visão. A maioria do fogo é pedido por OA que estão próximos dos alvos, independentemente do tipo de terreno ou da visibilidade. Cotas a descer nem sempre ajudam no ataque e nem são fator fundamental da defesa além de 800 metros.

    Igualmente cursos de água facilitam a defesa, mas não são fatores fundamentais. Se os venezuelanos tivessem assimilado a doutrina e equipamento soviético de engenharia, superariam facilmente a falta de uma ponte. Os egípcios montaram 14 pontes no canal de Suez em 1963. 13 delas foram atingidas mais de uma vez pela aviação israelense. Eram recuperadas em poucas horas e as vezes em menos de uma hora.

    Nem em sonho um ataque chegaria da Venezuela a Manaus. São centenas de quilômetros. Isso demanda recursos materiais de apoio e efetivos gigantescos. Nem todos exércitos da AL juntos seriam capazes de uma operação desta envergadura. Nem Boa Vista seria pela Venezuela atingida pelo simples fato da distância, não fossem outras muitas dificuldades além
    da ação retardadora, que seria uma barbada realizar.

    Se juntar todo o exercito da Venezuela, todo ele, não conseguiram, se bem comandados e treinados ( coisa que não são), avanço de mais de algumas poucas dezenas de quilômetros. Isso levando em conta que fossem enfrentar pouca resistência. Há muitos, mas muitos outros fatores envolvidos em uma ofensiva, aspectos que são objetos de planejamento a nível d estado maior. Para que se tenha uma ideia o avanço alemão do Luxemburgo, pelas Ardenas até Calais demandou pouco mais de 300 KM, e a despeito do amplo apoio e formidáveis forças envolvidas na época ja foi considerado totalmente temerário, apesar do sucesso.
    As arremetidas panzer na Russia em iguais condições também provaram a presença de um limite de distensão das forças. Quanto mais a ponta avança, maior tem que ser a base, de forma que uma pequena ponta de lança a dezenas de km da base de partida demanda dezenas de vezes sua força na retaguarda. Detalhe importante, na Europa e na Russia havia ou ferrovias ou condições boas de deslocamento ao menos em parte do ano ( época seca e inverno). Isso não exite no nosso norte.

    Fiquem tranquilos que invasão em RR chafurdaria a missão fácil fácil.

  181. Colombelli, sei e concordo em relação a não haver logística nem na Venezuela e nem no restante da AL para imprimir a “Blitzkrieg”, mas foi só um exercício de raciocínio. Mas continuo com a convicção que RR necessita de uma força blindada, e melhor se for um RCB.

  182. Outra coisa é a construção de pontes sobre os cursos d’água. O Egito construiu as pontes sobre o canal mas sem oposição armada israelense no momento da construção. Na II Guerra, a construção de pontes sobre o Reno se deu com uma das maiores barragens de fogo já vista, ou os engenheiros americanos não teriam como construir debaixo de fogo alemão. Ou seja, voltando a Venefavela, eles não tem tal capacidade em sua artilharia e se tivessem não teriam como manter a logística de material para tal barragem. Está aí novamente a necessidade de uma tropa blindada para justamente imprimir oposição a construção de tais pontes.

  183. Adson, na verdade a construção das pontes ja se deu com a campanha em curso. Elas são rapidamente montadas pois são pontes de seções,o que inclusive facilita reparos. A despeito do bombardeio regular da F Aérea de israel, eram rapidamente postas em operação de novo.

    É impostante lembrar que os mapas que voces colocaram ai também não tem a totalidade dos cursos de água da região, mas apenas os maiores. A rigor qualquer riacho de mais de 2 metros de largura e 1 de profundidade precisará uma estrutura preparada ou ponte, Deve haver centenas deles na região, ainda mais do que costuma haver no resto do país.
    Precisaria horrores de material de engenharia e dias a fio.

  184. Colocarei aqui um adendo , aos meus comentários acima .
    Muitos até podem pensar que sou de esquerda , o que nunca fui , também nunca votei em Partidos de Esquerda , embora muitas vezes tenham boas Ideias , tenho uma formação , como quase todos de minha geração Nacionalista , mas não aquele nacionalismo atrasado , que deveríamos nos fechar ao mundo , e contra estrangeiros , pelo contrário , sempre fui favorável e defensor de Imigrantes , sejam de onde for , de religião , raça e cor , Tive o Privilégio de ser criado junto a eles e percebi , desde menino serem eles mais Nacionalistas brasileiros que nós mesmos , mas o citado acima das Esquerdas e até os seus simpatizantes apoiarem ONGs estrangeiras, e a Criação de Reservas Indígenas Imensas, bem maior que suas necessidades e com apoio de brasileiros , Incautos , Desavisados e muitos pensando serem humanistas e com sua má formação histórica , crer piamente na ** HISTÓRIA MENTIROSA ** relatada pela esquerda que Portugal nos Roubou , que mataram e escravizaram os Índios e os mataram, etc . Eu realmente sou Nacionalista , creio que o Capitalismo Verdadeiro , é o melhor para o Brasil e não este que fazemos no Brasil , Lucro para alguns e Prejuízo Socializado a todos , e também desde o ginásio , onde tive os melhores professores de História , pelo menos superior na Média a maioria do brasileiros , sou Monarquista , e tenho certeza tão Clara como agua da Fonte , que a maior Desgraça brasileira , foi o Golpe da Republica , onde os Perdedores de 1888 , juntaram-se ao Exercito para derrubarem PEDRO II , e instaurarem esta verdadeira desgraça Nacional , tendo tempo , estudem o que nos acontece neste 128 anos , entenderão que o nosso futuro continuará Obscuro dentro desta republica Corporativista e de Castas , estes dias o Comandante da Marinha , defendendo a Casta dos Militares quer o Retorno do Auxilio Moradia a os Militares n, extinto em 2002 , logo na hora que querem extinguir o do Judiciário , o Pior e Mas Caro do Mundo , vejam que o brasileiro que Trabalha é sempre e será sempre espoliado por todas estas Castas Corporativistas , cada vez com mais Impostos , Taxas e Multas como extorsão dinheiro , para benesses, vantagens e privilégios de poucos . Então pelos comentários acima , apontando a esquerda como culpado de das causas que comento , mas apoio completamente , a Esquerda brasileira , distribuiu reservas , desalojou brasileiros , para Índios que nunca existiram , até Índios Louros e Suecos existem no Brasil!

  185. O objetivo do Maduro atacar o Brasil, e/ou outro vizinho, não seria territorial mas político : forçar a coesão nacional, manter-se no poder e esmagar a oposição sob pretexto de traição.
    .
    Uma invasão seria facilmente impedida com napalm, mas a opinião ecológica mundial se voltaria contra nós.

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