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Militares brasileiros são feridos em ataque na República Centro-Africana

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Tenente-Coronel Rocha
Tenente-Coronel Rocha

Tenente-coronel do Exército e capitão de corveta da Marinha atuam como observadores em missão de paz da ONU. Eles integravam comboio atacado na capital Bangui

Um comboio integrado por dois militares brasileiros foi alvo de um ataque com pedras nesta terça-feira (1º) durante patrulhamento em Bangui, capital da República Centro-Africana.

Os dois atuam como observadores em uma missão de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) no país africano.

Em novembro do ano passado, a ONU pediu ao Brasil o envio de tropas para a República Centro-Africana, mas o pedido ainda não foi atendido. Segundo a Cruz Vermelha, o país vive uma tragédia humanitária.

Nota do Ministério da Defesa
O Ministério da Defesa divulgou nota à imprensa sobre o ataque na República Centro-Africana:

O Ministério da Defesa, por intermédio da Subchefia de Operações de Paz, informa que, nesta terça-feira, em Bangui, capital da cidade da República Centro-Africana, houve um confronto local no bairro mulçumano PK5. Durante o ataque, uma viatura da Organização das Nações Unidas (ONU), com 2 militares brasileiros, do Estado Maior da Força de Paz da ONU na República Centro Africana (MINUSCA), foi apedrejada, sendo danificada.

Na continuidade da ação, a capitão-de-corveta Márcia Andrade Braga, da Marinha do Brasil, e o tenente-coronel Carlos Henrique Martins Rocha, do Exército Brasileiro, foram feridos. Em seguida, a polícia local agiu e os militares foram deslocados para uma Unidade Médica Nível 2 (atendimento hospitalar de baixa complexidade). A militar da Marinha teve escoriações e ferimentos leves e já recebeu alta. O coronel Rocha teve uma lesão na face e suspeita de traumatismo cranioencefálico, e foi deslocado para uma Unidade Médica Nível 3 (hospital) em Entebbe, Uganda.

O estado de saúde do militar do Exército é estável, e está sendo prestada a assistência necessária a seus familiares. Uma equipe da ONU acompanha o atendimento ao coronel e o adido do Exército Brasileiro está a caminho do local. O Ministério da Defesa coordena as ações referente à situação.

90 COMMENTS

  1. É já deu pra perceber que lá não será o Haiti, ou a cobra fuma ou será fumada . Boa sorte para os nosso guerreiros e que eles consigam sair bem desta missão.
    Selva !!! Brasil !!!

  2. Eu falei! Acorda Brasil, isso é de interesse de potências e não interesse brasileiro…se querem guerra já tem internamente, não precisa ir na África, bala tem por todo o Brasil e em especial no RJ. Ontem mesmo eu escrevi que o Brasil tem que sair fora disso…O João Moita Jr. ainda demonstrou alguns números e informações relevantes.
    ONU que se exploda…lotaram a Europa de muçulmanos, vejam em várias páginas do facebook e em canais do YouTube o que eles fazem lá, tamanha covardia. Eu não vou falar o que eu realmente penso senão vou ter parte do meu comentário excluído (entendo a página e respeito).
    Por fim, manda as potências árabes cuidar dos árabes, manda os Emirados Árabes (Bubai), Irã, Turquia, Arábia Saudita, Kuwait, Egito, Paquistão…países cheio de petróleo, forças armadas modernas, inclusive com armas nucleares…países que tem força militar e experiência muito superior a brasileira.
    Estão nos usando, vamos acordar! Não precisamos de aprovação de BUROCRATAS e falsos moralistas da ONU.

  3. Profissão militar é assim mesmo. Faz parte. Nós, brasileiros, é que não estamos acostumados. Se fosse um policial do BOPE, da PMRJ, seria só ¨mais um dia de trabalho¨.
    Mas, se morrer alguém das FFAA será um escarcéu.

    • Tirou as palavras da minha boca. Torço para que não mandem forças armadas para país algum. Mas se mandarem, ninguém deve se admirar se houver mortos e feridos. Se alguém, inclusive um militar, achar que não há mortes em guerras deveria rever seus conceitos.
      Inclusive pilotos de caças.
      Vai jogar bombas, mas pode ser atingido por um míssil ou fogo de artilharia.
      A infantaria do mesmo jeito. Podem ser atingidos por fogo de infantaria, tiros de fuzil, granadas.
      Não entendo a comoção de muitos, especialmente nos EUA, quando morre algum soldado. Quem vai para a guerra já deveria estar ciente desse risco.

      • É simples Nonato. Em qualquer sociedade civilizada, a morte de um indivíduo no cumprimento do dever comove por ser o familiar, o amigo ou o vizinho de alguém. Mas se ele não for nada disso, ainda assim vai gerar comoção pois os cidadãos daquele país vão ser gratos pela estabilidade na qual vivem pelo sacrifício daquele indivíduo. Quando se perde esta capacidade em função da guerra total, de uma sociedade apática ou da popularização da violência os traços de civilização evaporam. Prato cheio para poder paralelo, milicias, ISIS e outras cositas mas.

        SDs.

    • Concordo e muito. Eu que sei.
      Mas o trabalho de policial é inevitável, ao contrário de uma missão expedicionária onde se pode declinar do convite.

  4. E o EB queria gastar 400 mil euros por cada LMV, achando que os soldados estariam protegidos pelo escudo de Teseu na RCA.
    O tempo e a verdade trazem a cabresto a realidade operacional.

    • O q tem haver a noticia com os LMVs ? .. e justamente o contrario ,e pela falta de veiculos blindados do tipo q se passa situs como essa .. Israel q o diga …por sorte n foram tiros
      …e mais uma vez apesar da torcida contraria .. se tudo der certo o contrato dos LMVs ainda sai esse ano

  5. Isso é bom pra “acorda-los” para a realidade, escuto muito na nossa mídia em geral que brasileiro por onde passa é sempre bem visto, e talvez isso cria uma certa confiança nos militares brasileiros que sempre será bem recebido na maioria das regiões do mundo, mas tem lugares que a população tá caga…. e andando pra isso, tem certas partes do globo que as crenças, religiões ou as diferenças culturais, faz o ser humano agir com irracionalidade diante de outro que é o contrário.

    É só pegar o próprio Brasil como exemplo, tem um povo ae que se veste de vermelho que adora sair na pancadaria com quem pensa diferente.

  6. Que o Senhor olhe por este Homem e proteja sua Familia, que lhe prorcione a mais rápida e completa recuperação e também à Oficia da MB. Deve-se proceder uma seria investigação e respostas à altura das FFAA Brasileiras. Se antes não havia motivo algum para nos metermos nesses buracos, agora tem que ficar claro que Brasileiros não são atacados sem sérias consequências.para os agressores, se foi o caso.

  7. Pelo menos o vampirão fez algo que preste em não aceitar essa aventura.

    Militar brasileiro tem que ficar no Brasil, como diz o Juramento à Bandeira Nacional, em primeiro lugar defender a pátria (eu fiz esse juramento por mais de 20 anos)

    Temos um país vasto com fronteiras abertas, agora se aparece um presidente com sonhos megalomaníacos….

    Deixa missão da ONU pra países “sem problemas” da Europa, Canadá e EUA…..

    Brasil ganhou o que no Haiti? de presente milhares refugiados de lá, muitos entrando sem ao menos uma certidão de bons antecedentes.
    Enquanto na Austrália só entra quem tiver 500 mil doletas pra investir por lá, inclusive gente do Timor Leste aonde ficaram anos em missão de paz

    E quem está errado?

    • >>Pelo menos o vampirão fez algo que preste em não aceitar essa aventura.
      Ué, mas já não tava tudo acertado pra mandar gente pra lá?
      Pensei que tinham cancelado a do Congo (ou sei á qual país).
      Se cancelaram, o que o Brasil tá fazendo lá ainda?

  8. Apedrejados.
    Os militares brasileiros não andam armados? Se sim, por que não reagiram?
    Imaginem se tivesse sido um confronto de verdade, com armas de fogo. Estariam mortos.
    Ainda bem que a polícia local conseguiu salvá-los.

    • Provavelmente foram civis atirando essas pedras, talvez mulheres e crianças, mesmo tendo uma arma em maos no maximo poderiam atirar pro alto.

      • Se alguém tacar pedras que ameacem a sua vida você pode atirar, inclusive em mulheres e crianças. Claro que, se houver tempo, atirar para cima pode afastá-los e, caso ainda assim tenha que matar alguém, ajuda na sua defesa para provar que era o último recurso.
        Mas não há impedimento em matar alguém que tenta lhe matar.

    • Boa tarde
      A missão é de Observador de Paz, logo é PROIBIDO pela ONU utilizar arma, o capacete é azul e a Vtr é branca. (esse exemplo)
      Quando a missão é de Manutenção da Paz, como o Haiti e Angola, o capacete é azul, a Vtr é branca e PODE e deve usar arma.
      Quando a missão é de Imposição da Paz, tipo 1ª Guerra do Iraque, são armados e camuflados.
      Sds

      • Boa tarde, Agnelo.
        Obrigado pelo esclarecimento.
        Mas que regra mais ridícula da ONU. Eu, se fosse o presidente, não mandaria soldados desarmados para nenhum país em guerra.

      • Imposição da paz a viatura é branca também. O que difere imposição de paz com manutenção da paz são regras de engajamento, equipes a serem empregadas e equipamentos a serem utilizados, basicamente. Toda missão da ONU tem que ser utilizado o capacete azul e a vtr branca.

        • Os caras usam o Leclerc (branco) lá na UNIFIL. Em missões de manutenção de paz não se pode usar esse tipo de viatura. Por isso não levamos Leopard para o Haiti.

  9. Fiquei no vácuo, atingidos por pedras a ponto de um trauma e tal. Deus abençoe na recuperação do coronel Rocha e tranquilize seus familiares, realmente lá a coisa ferve mas como bem disse o sr Nery, faz parte da profissão.

    • Boa tarde
      A missão é de Observador de Paz, logo é PROIBIDO pela ONU utilizar arma, o capacete é azul e a Vtr é branca. (esse exemplo)
      Quando a missão é de Manutenção da Paz, como o Haiti e Angola, o capacete é azul, a Vtr é branca e PODE e deve usar arma.
      Quando a missão é de Imposição da Paz, tipo 1ª Guerra do Iraque, são armados e camuflados.
      Sds

  10. Desarmados por determinaçao da ONU. Ok.
    Mas pedras!? Estavam de carro conversível? Jipe sem capotas?
    E se fosse o bom e velho AK47 , em seu tradicional 7,62?

  11. O ruim de não irmos mais para este país, são o belo treinamento e preparo que iriamos ter em frente a um conflito bem maior que do Haiti. Mas o bom é que não vamos gastar dinheiro atoa e não vamos enterrar soldados por guerra dos outros! Já começamos a apanhar dai, e foi só com PEDRA! KKKKKKKKK

  12. No atual mundo muçulmano da Indonésia ate a África Ocidental, passando por China, Sibéria e mesmo Europa o odio aos “infiéis” tem sido uma infeliz retórica e expor os nossos a isso tem que ser muito bem pensado.
    Eu ainda sou mais favorável a intensificação da vigilância em nosso próprio território, pois além de termos um fragil controle de nossas fronteiras o próprio crescimento de radicalismos entre religiosos( os nosso atuais neopentecostais) daqui a pouco, pode se fazer necessário os militares firmes em nossas ruas.

  13. Pelo que eu li em outros site O veiculo foi atingido por pedras
    fazendo o motorista perder o controle e acertar uma arvore!
    A galera já vai com paus e pedras em tudo que se trata do EB da FAB e da MB em qualquer noticia.
    O curioso é que cada um deve ter a sua profissão,fico imaginando alguém chegar do nada e começar a dar pitacos sobre algo que você conheça bem,algo que faz para viver,como você iria se sentir ?
    Não sei como Não Criticaram o capacete que eles usavam ainda!

  14. Infelizmente, nossa realidade é cruel, porém NÃO é guerra. Bandido não é inimigo…
    Há toda uma análise complicada, mas, no fundo, não é guerra.
    Muitas coisa tem q mudar, inclusive aquela possibilidade de “abater” quem está armado de fuzil, já q é arma de guerra, então sua intenção é matar alguém. PORÉM, não é guerra.
    É importante q alguma fração nossa, por menor q seja, esteja inserida em um contexto assim, pois só esse tipo de ambiente trás verdadeiros e consolidados ensinamentos para o preparo para a guerra.
    O Haiti trouxe muita melhora pro EB, de TTP, mentalidade etc, mas não era guerra, embora fosse muito pior q no Brasil.
    O EB tem 78 Batalhões de Infantaria, Gda e PE, e não pode mandar 01 pra missão?
    Pelo $$, sem dúvida é furada, pelo contexto religioso ( q atrai terrorismo) também, mas Missão de Paz é válido.
    Sds

    • Parabéns !!
      Concordo plenamente.
      Dizer que é uma missão “caça-níquel’ é um comentário cruel e mesquinho.
      Dizer que é desperdício de dinheiro é ter visão curta.
      Dizer que o EB deveria estar caçando bandidos é miopia.
      Saudações

      • Perfeito Carvalho, ter visão de longo alcance é apoiar uma missão de paz para que o povo do país ajudado venha em massa para o nosso país, tal qual o Haiti. Realmente o povo brasileiro se beneficiou de forma enorme com a MINUSTAH.

        Os supostos ganhos operacionais do Exército Brasileiro não compensam o gasto financeiro que o país teve nesta missão de paz, nem o gasto social para acomodação dos imigrantes (a maioria ilegal) que vieram a posteriori. Outra falácia é dizer que o Brasil teve ganhos geopolíticos por isso, como se algum país no mundo nos visse como potência militar simplesmente porque ajudamos a pacificar um país economicamente miserável.

        Não. Chega desta palhaçada. Ou o Exército investe dinheiro em sua modernização e em equipamentos, ou prefiro que o país não arque com os custos de enviá-lo para o exterior, já que isso terá pouco (ou provavelmente nenhum) benefício ao verdadeiro chefe do EB: o povo brasileiro.

        • Daglian,
          Quando falo em visão de longo prazo me refiro ao fato de que acredito que os conflitos que se avizinham serão muito provavelmente mais semelhantes ao cenário RCA.
          Norte do Paraguai, noroeste da Bolívia e oeste do Peru e Colômbia serão regiões problemáticas dentro de 30 anos.
          Quanto aos ganhos operacionais do EB…acredite…o Haiti foi divisor de águas
          Abraço

    • Bom, se morrem 60 mil brasileiros por homicídio por ano e isso não é uma guerra, então sorte dos países que estão em guerra (como Iraque e Síria), pois lá não morrem tantas pessoas por ano.

      Agnelo, se o EB usasse os restantes 77 batalhões para ajudar a resolver o problema no seu próprio país, eu não veria problema em enviar 1 para o exterior. Mas como este não é o caso, mais parece um tapa na cara do povo brasileiro que o seu exército vá pacificar um país africano enquanto nosso povo morre nas ruas pela bandidagem.

      Evidente que o EB não deve ser convertido em polícia. Evidente que o caos na segurança pública não é culpa do exército. Mas se o Exército não pode ajudar seu próprio povo, que ao menos não gaste seus poucos recursos em pacificar uma outra nação. Eu prefiro que o meu exército esteja nos quartéis a ele estar na República Centro Africana gastando recursos do Estado para proteger um povo estrangeiro, por mais que eu deseje que o conflito naquele país seja resolvido. Primeiro arrumamos nossa casa, depois auxiliamos outros países.

  15. Este típo de “Missão Caça Níquel” que os militares disputam a tapa tem esta possibilidade, se não me engano na Bósnia teve um Oficial brasileiro com ferimentos graves em uma viatura atacada.

  16. Agnelo, com todo respeito, mas devo discordar. Qualquer país com ao redor de 60000 mortos a tiros por ano, com vastas partes de cidades gigantescas controladas por grupos armados, com batalhas nas ruas entre tropas regulares e milícias (RJ), está tecnicamente em guerra, sim. Gostaria de estar errado. Nasci no Brasil, cresci noRio, quando ainda era sim, uma cidade maravilhosa. Hoje é outra coisa, infelizmente.
    Como disse Ivan, o Brasil realmente não precisa ir no exterior a procura de guerra, quando seu próprio quintal está pegando fogo.
    Agora, lendo bem o texto, tive que reler, pois li que os brasileiros foram feridos…a pedradas??? Como assim? Como se locomoviam, naquela região quentíssima? De bicicleta? Será que o EB mandou esses pobres para lá, sem o mínimo de proteção?
    Lamento a falta de preparo que essa estória mostra. Nós aqui no US Army, sembre em comboios, fortemente armados, com body armor e Kevlar, com cobertura aérea, mesmo assim recebemos muitas baixas, pois o inimigo é sempre bem armado, liderado, e dedicadissimo. Acham fraquezas e debilidades até mesmo no M-1 Abrahams, e por trás o incapacitam com um simples RPG-7. Soldados brasileiros, voltem ao Brasil. Esse negócio de combate na África está muito longe de simples.

    • Boa Tarde, meu prezado

      Eu concordo com vc em praticamente tudo.
      Minha opinião particular, q já disse aqui no ForTe, é q, se a polícia precisa de Minimi, Heli Bld e VBTP, não é mais assunto de polícia, é Estado de Sítio progredindo pra Defesa. As ORCRIM, como estão, deveriam ser consideradas Organizações Terroristas ou de Guerrilha ( o nome que quiserem) e uma ação de grande envergadura militar, econômica, política e psicossocial deveria ser realizada. Neste contexto, sim, como uma guerra de baixa intensidade.
      Porém, como está, sem amparo jurídico, e em situação considerada normal por muitos (uns comprometidos ideologicamente e outros por “bunda molisse mesmo”), é caso de polícia.
      Exército é feito pra matar e destruir o inimigo. Se não é considerado pela lei inimigo, então é caso de polícia.

      No caso do TC Rocha.
      Não sei como ele está classificado na ONU.
      Se for como Observador de Paz, é proibido pela ONU portar arma.
      Se não for, pelo q entendi, era um local considerado “verde” q desandou.
      No Haiti, quem ia pro repouso era escoltado e, se em praia da região, era feito uma segurança armada e ostensiva com tropa no entorno.
      Obviamente, exército nenhum deixa seus homens desprotegidos.
      Como eu disse, ou é missão q não pode usar arma, ou estava em área considerada de pouco risco e desandou.
      Sds

  17. Faz parte do trabalho .. missão de paz n e passeio .. o risco sempre vai existir em diferente níveis
    militares feridos com pedras e um fato estranho pra nos mas mt comum pelo lado de Israel .. ainda falta detalhes de como foi o ocorrido mas parece se deslocavam em um veiculo sem blindagem alguma ou mesmo de deslocavam com vidro aberto .. e foram pegos de surpresa ….. alha a falta q faz um LMV ou um humvee ,..mas pra esse tipo de situação acho q ate um HILUX blindada aguenta .,.. melhora aos militares

  18. Alguns que não conhecem as FA pensam que Oficiais nadam em dinheiro, vcs não tem noção de quantos pedem dinheiro para agiotas na época de matricular os filhos e comprar material escolar, tive vários colegas que pediram ajuda e abriram o jogo ao CMT para fazer um curso para poder ganhar alguma diária ou ajuda de custo.
    Uma missão desta no exterior é disputada pela compensação financeira apesar do risco envolvido, mesmo que seja para uma área quente.

    • Os desequilibrados sim, vivem na pindaíba, com um salario de R$ 8.000 em media dá pra viver bem, o problema é q se ganha 8.000 mas quer viver como se ganhe-se 12.000

      • Dá. Pagando 2000 de aluguel e 1000 de condomínio no RJ, mais 1500 de escola pro filho, mais sei lá quanto q perde de material por causa das mudanças….

  19. BrunoFN 2 de Maio de 2018 at 14:14

    O q tem haver a noticia com os LMVs ? .. e justamente o contrario ,e pela falta de veiculos blindados do tipo q se passa situs como essa .. Israel q o diga …por sorte n foram tiros
    …e mais uma vez apesar da torcida contraria .. se tudo der certo o contrato dos LMVs ainda sai esse ano
    Bruno, qual a diferença se eles estivessem em um LMV???? Pelo fato de ser blindado??

    A maioria das pedras foram jogadas através dos vidros, um LMV não faria diferença alguma, o que faria diferença é planejamento e BALA a vontade, entendeu.
    Aquilo lá não é o Haiti, não é uma excursão de festa gay, aquilo lá é uma guerra, e para gente grande, não para amadores.

    • Ainda n podemos afirmar se as pedras estouraram os vidros (uma blindagem simples resolveria )..ou se deslocavam com os vidros abertos ….ou mesmo se era um veiculo aberto como o ”marrua”pra se discutir o q houve .. mais uma hilux blindada pra esse tipo de cenário resolveria
      exato … nossas forças armadas precisam de vículos do tipo como LMV pra ontem , um veículo 4×4 100% preparado pra guerra coisa q n temos …e pelo fato de vc ser contra e q n da pra te entender .. nenhum veiculo como esse saira por menos de 300 mi de doletas .. entao n adianta reclamar do preço .. cada LMV deve no sair por +- 1.3 mi de reais .. a versao básica ..

    • se os militares se deslocavam com veiculos fechados .ar funcionando devidamente blindados pro tipo de missão (maioria dos Hilux usados pela ONU ao menos tem blindagem nos vidros ) e ainda assim com vidro aberto .. estaria claro ai pra mim um clara fata de conduta… procedimento falho

  20. Carvalho 2 de Maio de 2018 at 8:01

    Se estivessem em um LMV não seriam atingidos por pedras

    Porque Carvalho, as pedras seria desviadas por algum campo de força do candango da barbie???
    Pelo amor de Deus, uma coisa não tem nada a ver com a outra, iriam levar pedra pelos vidros da mesma forma.

  21. BrunoFN 2 de Maio de 2018 at 14:25

    Faz parte do trabalho .. missão de paz n e passeio .. o risco sempre vai existir em diferente níveis
    militares feridos com pedras e um fato estranho pra nos mas mt comum pelo lado de Israel .. ainda falta detalhes de como foi o ocorrido mas parece se deslocavam em um veiculo sem blindagem alguma ou mesmo de deslocavam com vidro aberto .. e foram pegos de surpresa ….. alha a falta q faz um LMV ou um humvee ,..mas pra esse tipo de situação acho q ate um HILUX blindada aguenta .,.. melhora aos militares

    Bruno, agora tu fez a salda das saladas.
    Vou te explicar:
    Eu tenho uma Hilux, seguramente, a camionete mais robusta, mais bem construída e mais resistente para o TRABALHO PESADO, mas, jamais, repito jamais será um veículo militar na acepção da palavra.No EB, elas são utilizadas em funções policiais(PE) e ambulância, que é deferente de um veículo de frente de combate

    • Vc q esta confundindo as coisa …nunca disse q o Hilux seria um ”equivalente” a um LMV da vida ou um veiculo militar de origem , apenas afirmei q tal veículo , devidamente ”blindado” ctz iria resistir a pedras(fato ocorrido) e em casos mais extremos ,ja q a princípio n e um região de combate, talvez ate tiros de baixo calibre ……..veículos como ”hilux ”…. ”land rover defender”..”RANGER”’. ”’Bandeirantes”…. entre outros ”civis” são largamente utilizados pra esse tipo de missão /papel pela ONU pra observação e deslocamento …..e a principio ,seria o suficiente …. isso n é um veiculo de combate , q fique claro

  22. Quanta esquizofrenia.
    Por um lado, querem que as forças armadas brasileiras sejam modernas e bem equipadas e treinadas. Sonham em ver o Brasil como um país influente, forte militar e diplomaticamente.
    Por outro, querem ver os militares escondidos em seus quartéis para não gastar dinheiro e não se machucar, ou no maximo fazendo papel de polícia.
    Aliás, se o papel das forças armadas deve ser reduzir a violência no Brasil, substituindo a polícia, porque o entusiasmo com coisas inúteis como o Ocean, helicópteros super cobra, m109a5 etc.? Os investimentos deveriam ser canalizados primordialmente para equipamentos voltados para segurança pública…

      • Pra missão de paz nossas forças são suficientes.
        Experiência, aprimoramento de doutrina, são coisas q não se obtém facilmente ficando escondido.

  23. Carvalho, tu entende muito é de capação de touro na lua, aprende , seja umilde, vou te por dentro do candango e mater uma meia dúzia de pedras de uns 3 ou 4 Kg contra os vidros e vamos ver tu completamente borrado la dentro.
    Vocês não aprendem, vocês vivem no mundo clipings das empresas, e ainda por cima petulantes e arrogantes.

  24. Carvalho,, desce os degraus da humildade e vai ler, lê o relatório do mod britânico sobre o LMV, leia, mas na s entre linhas, o porque da desativação de vários veículos.
    Não sabe, é porque são caros de comprar, caros de operar e não entregam a proteção necessária.
    Realmente, esta geração que a sociedade Brasileira formou tão dois graves problemas:
    1 São na sua maioria analfabetos funcionais, copiadores e coladores
    2. São arrogantes, petulantes e “apavonados”.
    Já estiveste em combate antes,?Já chegou perto o suficiente do LMV para avaliar? Sabe a diferença entre uma redução de cubos e uma planetária? Sabe que que úma injeção eletrônica de alta pressão com flauta?? Sabe a diferença entre um bloqueio paralelo e “X”??

    Se não sabe a resposta as minhas as minhas perguntas, em primeiro lugar não diga que eu falo besteiras sobre este assunto, pois se tu soubesse só 1% do que esei sobre o assunto não falarias tantas bobagens quanto fala.
    Nuca mais, mas nunca mais te dirija a mim com esta expressão, pois tu não estas lidando com nenhum moleque, vou te colocar no teu devido lugar.

  25. Não foi mulher e criança jogando pedra não. Os caras tacaram foi fogo na viatura da ONU. Se não fosse a polícia os dois teriam ido pro barro.

  26. Busquei no site da ONU dados sobre as missões de paz atualmente em curso. Pelas informações constantes, pode-se ver que hoje Uruguai e Argentina têm mais pessoal integrando missões da ONU do que o Brasil.
    Bangladesh, Nepal, Paquistão, Mongólia, diversos países africanos, Indonésia, todos eles participam. São todos ricos e sem problemas internos, provavelmente.
    Nos dados abaixo, por óbvio, não estão aqueles países que realizam suas “missões” por conta própria, como EUA, Rússia, França e Reino Unido.

    Vamos lá:

    Na missão de paz no Congo há mais de 18 mil militares e policiais. Participam da missão homens do Paquistão, Índia, Bangladesh, África do Sul, Uruguai (com 922 militares), Nepal, Marrocos e outros.

    No Mali, há 15 mil militares, a maioria de países africanos e também da Alemanha, da China e de Bangladesh.

    No Sudão do Sul, a missão é composta por 17900 pessoas, das quais 7900 são militares. Participam: Índia, Nepal, Bangladesh, China, Mongólia, Reino Unido, Coréia do Sul e países africanos.

    Em Darfur, os maiores contingentes são da Etiópia, Ruanda, Paquistão, Egito, Indonésia, Tanzânia, China, Nepal e Bangladesh. A Jordânia entra com um número grande de policiais.

    No Sahara ocidental a força é composta por 470 pessoas, a maioria de Bangladesh, Egito e Paquistão. Há também militares da Rússia, Honduras (22), China, Croácia e Hungria. O Brasil tem 10 militares na área, de acordo com os dados constantes do site.

    No Chipre, a força de paz é pequena (1013 pessoas). Destacam-se: Reino Unido, Argentina (com 225 militares) e Eslováquia. De ácido com o site da ONU, há um militar do Brasil.

    Nas Colinas de Golan, são 1144 militares supervisionando o cessar fogo entre Síria e Israel (deve estar bem calmo lá agora), de Nepal, ilhas Fiji, Índia, Irlanda e Gana.

    A Unifil, no Líbano, tem mais de 15 mil militares de diversos países. Segundo o site da ONU, os dez países que mais contribuem com pessoal para a missão sao: Indonésia, Itália, Índia, Gana, Nepal, Malásia, França, Espanha, China e Irlanda.

    Há uma outra missão em andamento em Israel, com 340 homens, da Finlândia, Suíça, Austrália, Dinamarca e outros.

    Na fronteira da Índia com o Paquistão a ONU mantém 113 observadores, a maioria deles da Croácia, Coréia do Sul, filipinas e Suécia. Há 2 chilenos e 2 uruguaios.

    Por fim, no Haiti, há atualmente 1217 militares, a maioria da Índia, Nepal, Bangladesh, Jordânia, Senegal, Mali, Canada, Benin e Burkina Faso.

    • “São todos ricos e sem problemas internos, provavelmente” Fina ironia..
      Eu acrescentaria: e abarrotados de imigrantes e sofrendo com atentados islãmicos.

      Saudações

      • Por favor, relate os atentados terroristas na China, Índia, Nepal, Uruguai, Itália, Coréia do Sul, África do Sul, Irlanda. Deve ser informação classificada, q só vc sabe.

        Quem participa de missão da onu vira alvo de terrorismo… sim, é esse o motivo….

  27. Wilson,
    Estou concordando com seus argumentos.
    Muitos argumentam aqui que seremos inundados por refugiados e alvo de atentados, o que discordo

  28. Carvalho 4 de Maio de 2018 at 9:56

    Desnecessário (e improdutivo) te responder.
    Saudações
    Tu não é homem o suficiente para isto, e, principalmente não tem conhecimento e coragem para tal.
    Somente os que tem compromisso com a verdade tem.
    Pronto, pode começar teu discursinho vagabundo e vitimista, tipico do Brasileiro meia taça.

  29. Não sei qual o ganho em doutrina uma missão tipo Haiti pode agregar. Acho muito relativo, pois apenas enviamos tropas de infantaria e alguns transportes blindados para missão. Ganho em doutrina teríamos se envolvesse carros de combate, tropas aerotransportadas, artilharia, engenharia de combate… Para patrulhar favelas podemos desenvolver doutrina aqui no nosso quintal.

    • Infantaria, Engenharia de Combate, FEsp, Com, Mat Bel, Intendência, Inteligência, Saúde e operação conjuntas e combinadas. Teve isso aí.

    • Luiz,
      Houve notável ganho de experiência e melhora do desempenho de pequenas frações, como coordenação e disciplina de fogo em combate.
      Hoje possuímos batalhões inteiros com experiência em marcha para o combate e progressão sob fogo.

      Também notável ganho de planejamento e controle de operações, além de logística e aprimoramento de equipamentos.

      Saudações

  30. Na realidade, veículos como o LMV e Humvee, entre outros desse tipo e finalidade, não tem porte e força motriz para carregar uma blindagem que seja resistente e efetiva o suficiente para proteger efetivamente seus ocupantes. Tanto uma como outro não aguentam o impacto de um projétil 7,62 mm nos seus vidros e portas. No Iraque, os EUA tiveram que improvisar blindagens extras nos seus Humvees, pois a original não era suficiente.
    A versão britânica do LMV, o Panther, saiu por 405 mil libras a unidade. O Humvee tem preço básico de 220 mil dólares. Esse veículo foi avaliado em 2002 pelo EB e sua possível aquisição não foi adiante.
    Veículos dessa categoria, com proteção blindada efetiva, não lembro de nenhum agora. Claro que qualquer um é muito melhor do que um Marruá. O EB não possui algo próximo ao LMV ou Humvee….mas, como está nos planos a aquisição de um veículo dessa categoria, que seja comprado o melhor, mesmo que para isso sejam menos unidades.

    • Uma Vtr 4×4 Bld será adquirida para os Pel CMec e Pel Exp dos BIB. Elas fazem missões de reconhecimento e segurança de área de retaguarda. Para tanto, tem de ter certo nível de proteção e mobilidade. Uma Vtr pesada demais não possibilitará o reconhecimento em todas as aéreas necessárias, por exemplo.
      É uma medida complicada.
      Perde-se em proteção blindada para ganhar mobilidade e discrição, o q é muito melhor frente às ameaças mais prováveis de suas missões.

  31. Carvalho 5 de Maio de 2018 at 20:19
    Sugiro tratar seu recalque
    Hunnuhhh, e típica saída do vitimista gransciniano:
    Acuse-os de você e, a agenda do encantador de jumentos sendo usada.
    Quando tu tiveres condições técnicas de discutir o assunto comigo pode vir,, mas como eu sei que as tuas limitações tecnicas são grandes e os argumentos são as mesmos, ou seja, desclassificar o debatedor.

  32. Na realidade, veículos como o LMV e Humvee, entre outros desse tipo e finalidade, não tem porte e força motriz para carregar uma blindagem que seja resistente e efetiva o suficiente para proteger efetivamente seus ocupantes. Tanto uma como outro não aguentam o impacto de um projétil 7,62 mm nos seus vidros e portas. No Iraque, os EUA tiveram que improvisar blindagens extras nos seus Humvees, pois a original não era suficiente.
    A versão britânica do LMV, o Panther, saiu por 405 mil libras a unidade. O Humvee tem preço básico de 220 mil dólares. Esse veículo foi avaliado em 2002 pelo EB e sua possível aquisição não foi adiante.
    Veículos dessa categoria, com proteção blindada efetiva, não lembro de nenhum agora. Claro que qualquer um é muito melhor do que um Marruá. O EB não possui algo próximo ao LMV ou Humvee….mas, como está nos planos a aquisição de um veículo dessa categoria, que seja comprado o melhor, mesmo que para isso sejam menos unidades.

    Muito boa análise técnica Flanker, é assim que se debate.

    A questão meu amigo da “Boca do Monte”, é que o LMV custaria quase meio milhão de euros a unidade, para um exército que tem “n” prioridades e gargalos logísticos se aproximando,uns por defasagem tecnológica e outros por falta absoluta de recursos, efetuar uma compra desta, neste momento é um erro, e ainda por cima de um veículo caro de adquirir, caro de manter(como British army comprovou) e que não cumpre a missão.
    Enquanto “deliram” com este negócio, os Leo 1A5 começam a entrar um perigoso estreito canal da diagonal de manutenção, pois não há mais itens de alto desgaste para se retirar dos Leo 1A1 para a KMW remanufaturar, o que levará em breve ao colapso da disponibilidade.
    O que me deixa pasmo, Flanker, e não é o teu caso, pois és vinho de outra pipa, é que certas “mentes iluminadas pela nulidade técnica”, a qualquer brecha do tema advogam e medicam o LMV para gripe, resfriado, diarreia e até para o combate ao zica vírus.
    Voltando ao assunto da “vaca fria”, a necessidade e a urgência da compra se dava pela eminente missão na RCA, mas como esta não vai rodar, isto deveria ser posto na geladeira. Se for para desenvolver uma doutrina a nível unidade, ou mesmo para ir ao Congo, se rodar, então que use a a razoabilidade e o bom senso, pegando de graça do Tio Sam, Hummvees usados, pagando apenas a remanufatura e o transporte, que vai custar 15% de um LMV, priorizando aquilo que realmente é prioridade no EB, como de forma acertada, recentemente se fez com a artilharia.
    Flanker, sempre é muito bom debater com quem argumenta tecnicamente e não se submeter aos robôs “politiza e ideologicamente, ditos corretos”.

    Grande abraço, Flanker.

  33. É por aí mesmo, Juarez. Agora que não se terá mais a missão na RCA, a compra dos LMV pode esperar, ou mesmo ser revista qianto ao custo/benefício. Acrescentando o que o Agnelo falou, veiculos dessa categoria primam pela mobilidade e, com isso, não podem ser pesadamente blindadas para resistirem a calibres médios e pesados. E nem deveriam, pois não é essa sua finalidade. Foi o que eu quis dizer no meu post anterior. Dito isso, e como mesmo assim deverão ser adquiridas viaturas dessa categoria, seria muito mais lógico adquirir o Humvee revisado dos estoques dos EUA. Por uma fração do valor dos LMV teremos uma viatura que também cumprirá a missão que se quer. E, como você falou, com outras prioridades a serem atendidas, não tem sentido pagar meio milhão de dólares por unidade, sendo que com um quinto disso se adquire um Humvee repotenciado que poderá operar por muitos anos. Espero que o EB mantenha seu pragmatismo dos úlrimos tempos. Equipamentos usados, mas em bom estado e com a manutenção adequada, fazem o mesmo que equipamentos novos, só que por um custo muito menor.
    Um grande abraço, Juarez. Muito bom trocar ideias contigo, índio véio!

  34. Flanker,
    Um veículo blindado leve tático 4×4 (seja um LMV ou Humvee) é imediatamente necessário. Exércitos modernos não operam sem uma vtr da categoria.
    Pode não parecer, mas existe uma brutal diferença de operação entre um LMV (ou outro tipo) e um Marruá. No LMV ocorre significativa degradação da consciência situacional e capacidade de pronta resposta a qualquer ameaça (incluisve pedras). É a mesma diferença de ir à praia de bugue ou de Camaro. Neste ponto reside a importancia da transição doutrinária.
    Nos cenários modernos cada vez mais uma vtr do tipo se faz necessária. Ocorre que este tipo de vtr (se bem usadas taticamente) são as mais exigidas em termos de quilometragem e desgaste tanto nos BIB quanto nos RCMec. Não esqueça o que o Bacchi falou: “o foco deverá ser na Infantaria mecanizada”. Um BIB operando com marruá sujeitará seus fzl ao fogo (ou pedras), ao mesmo tempo que obrigará seus comdte a lançar mão do Guarani quando não necessário – ocasionando o desgaste prematuro de uma vtr mais complexa e mais cara.
    Considerando a escala (serão necessárias muitas unidades), acho importante ter uma linha de produção nacional (novamente referindo ao desgaste prematuro deste tipo de vtr), seja do LMV, Humvee ou outro tipo.
    A aquisição de estoques de oportunidade para pequenas quantidades (como no caso dos CCs ou AP) é justificável….mas não creio que seja o caso da vtr 4×4.
    Volto a dizer….pode ser LMV, Humvee ou outro qualquer…..mas se o EB realmente quiser fazer a transição Inf Motz para Inf. Mecanizada, precisa começar a produzir esta vtr localmente.
    Saudações

  35. Vamos de novo:

    Produzir aqui quantos cara pálida????

    Eu já ouvi números do EB para esta viatura de 36, 178, se não estou enganado, e tem um outro número aí que são cerca de 1200 ou algo assim a long time.
    E´Tem alguma viabilidade financeira ou técnica produzir aqui 36 ou 1200??
    Não, claro que não, porque isto não viabiliza escala de produção, não viabiliza custos de produção, não mobiliza fornecedores nacionais para este ínfimo número.
    Diriam os mais desavisados:
    “Ahh, depois nós vamos exportar”. Para quem? Com a maior carga tributária do hemisfério, aonde um operário de chão de fábrica do setor automobilístico custa mais cara que um operário americano.
    A ladainha foi a mesma com fábrica lego da Faz de conta copter: “Ah vamos exportas as Kombis mundo afora”..
    Quantas “kombis de rosca” nos exportamos mesmo????
    Ahh, nenhuma né, ahh estão tá, porque??
    Porque a Kombi de rosca aqui custa mais caro que a da linha Francesa, devido ao “miguelaço” que os Franceses nos deram.
    Qual é o caminho então?
    O caminho é simples, pragmático e objetivo:
    comprem a quantidade necessária para iniciar a formação da doutrina operacional e ao invés de delirar com “make to Brasil”, capacitem os centros de logísticos do EB em CWB e Sta Maria a darem o completo suporte logística a estas viaturas com investimento em oficina, ferramental e formação técnica de sargentos especialistas.
    De que adianta produzir aqui, se quando quebrar por exemplo a caixa ZF oito marchas automática do candango da Barbie, e não ter ninguém qualificado para efetuar o reparo e ter que recorrer a famigerada página “2” do manual do vtr, aonde aparece o horários dos voos cargueiros para Frankfurt e baldeação de trem para a fábrica ZF em Baden Baden. Não havendo recuross para tal empreitada,a página “3” do manual da vtr aparece a seguinte figura:

    A mão esquerda com punho fechada, a direita com a mão espalmada batendo na esquerda, auto explicativo.
    Sabe, o pessoal teima em não aprender com os erros do passado, acho que os editores poderiam ver a possibilidade de colocar uma imagem de capa daquele famoso quadro que está na sede do comando da Marinha italiana, uma pintura que retrata o exato momento em que os Swordfish atacam a esquadra Italiana na baia de Taranto e aquela famosa frase:
    Para que não nos esqueçamos dos erros cometidos no passado.

    • Não deveríamos então nem estar fabricando o Guarani?
      Eu estou sendo muito arrogante e petulante em questionar sua soberba sabedoria?

    • Por favor, procure me responder com um pouco de moderação e usando um linguajar razoável.
      Faça um esforço…é fácil…mesmo para um matungo caborteiro como tu

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