Fortaleza Irã

As imagens abaixo mostram o complexo da defesa antiaérea do Irã, segundo Planeman. Observar a disposição dos sites de SAM protegidos por um anel de artilharia de 35mm.

Natanz_Dec2009_1

Clicando-se na imagem acima do Google Earth podemos ver as posições de artilharia antiaérea na área das instalações nucleares de Natanz no Irã.

As imagens abaixo mostram o complexo da defesa antiaérea do Irã, segundo Planeman. Observar a disposição dos sites de SAM protegidos por um anel de artilharia de 35mm.

SAM em Teerã

Teerã baterias de Hawk

Iran Area Air Defenses

SA-10 S-300

SAM Hawk Irã SA-5 SA-6 Irã

Iran ligh air defenses

SAM Standard Irãrapierillustrationch0rbs70illustrationfg4

Tor-M1 (SA-15 Gauntlet)

shilkaht9 zu231illustrationmy0 zu232illustrationtowedfq6

skyguardline1apd3

Skyguard 35mm

Bushehr Air Defenses

Arak Air Defenses

FONTE: Planeman

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116 Comentários to “Fortaleza Irã”

  1. Excel disse:

    O paradoxo da bomba atômica: A pior de todas as armas criadas pelo homem até hoje mas a única forma prática de garantir a verdadeira democracia entre as nações, pois com ela não existe mais o forte ou o fraco, apenas vítimas.

  2. Roger disse:

    Quando o Brasil tera este poder de defesa?

  3. brunoholtz disse:

    Estando todos os sistemas operacionais, não deve ser nada interessante fazer um ataque aéreo aos complexos…

  4. Milan disse:

    Trabalho para os F-117 e B-2. Já sabem a localização. Com os poucos F-14 e F-5 o Irã não tem como nem sequer esboçar manter a superioridade aérea.

    Seria criado um corredor livre para os bombardeiros invisíveis acabarem com essa defesa anti aérea. Já vimos esse filme em 1990.

  5. Fabio disse:

    Desenhos bonitos!
    Boa quantidade de materiais de defesa!

    Perguntinha: e o comando e controle de toda a estrutura?? como lembrança podemos relembrar que o Iraque tinha muito mais defesa e não derrubou meia dúzia de aeronaves.

    Sem falar na guerra eletrônica, mísseis e vants que Israel tem de “balde”.

    ou seja: bonitos gráficos e desenhos, porém a eficiêcia de todo o sistema é bem questionável

  6. Nick disse:

    Eles já tem esses S300 operacionais?? Sem dúvidas o maior desafio para a Força Aérea Israelense.

    Desabilitar essas defesas seria o primeiro passo. E criar um “corredor” . A Partir dae é despejar bombas sobre as instalações Nucleares Iranianas.

    []‘s

  7. Bosco disse:

    Mesmo um sistema antiáereo altamente denso e sofisticado como o iraniano não e páreo para uma moderna força de ataque.
    O avanço da tecnologia ofensiva é sem dúvida muito mais preponderante que o da defensiva.
    Armas guiadas autônomas de longo alcance, mísseis cruise, sistemas de contramedidas altamente sofisticadas, furtividade, navegação por GPS, UAVs, tecnologia de reconhecimento a distância, etc.
    A maior prova da superioridade do atacante sobre o defensor são as fotos de satélites a nossa disposição nesse post. As mesmas foram tiradas a contragosto dos iranianos que não puderam fazer nada para evitar.
    Se você sabe onde está, você pode destruí-lo, ao contrário de uma força atacante que determina a hora e o lugar e portanto, conserva a vantagem da iniciativa e da surpresa.
    Os meios hoje disponíveis a uma força atacante são altamente mais eficazes. Esse é um dos motivos que não acho interessante para o Brasil sistemas complexos como o S-300, salvo para a defesa antimíssil.

  8. MA disse:

    O planeman faz esquemas interessantes no M.P. Alguns mais bem pesquisados que outros mas ele faz uns esquemas muito bons…

    Agora, oq o sítio da primeira imagem estaria defendendo?
    Engraçado que eles aparentemente possuem bastante AAAe mas poucas SAM de qualidade e estas aparentemente ocupando posição afastadas, bem mais estratégicas.

    PS:. Aquele sítio circular que aparece circundado da AAAe eu já havia visto, é a disposição padrão dos S-75 e HQ-2, provavelmente no caso é este ultimo. No centro deve ser o Fire Control Radar, semelhante ao Fan Song.

    http://bp1.blogger.com/_0HCJq6B1wZA/Rpxgifea1yI/AAAAAAAAAOA/msHuUZFj8bU/s1600-h/circlenormal.jpg
    Está é uma formação na Bulgária de SA-2

    http://bp1.blogger.com/_0HCJq6B1wZA/Rpxgvfea10I/AAAAAAAAAOQ/XT11pBKpXzU/s1600-h/shanghaisemi.jpg
    Está é uma formação em semi-circulo de HQ-2 em Shangai.

  9. Ivan disse:

    Bosco,

    Concordo novamente (quase sempre) com o amigo.

    Particularmente acredito que o principal meio anti-aéreo ainda é o caça amigo.
    Assim sendo, os meios de defesa anti-aérea deveriam ser concentrados para cobrir as bases aéreas e campos de pouso desdobrados na frente, pontos de comando e controle e tropas ha frente.

    Assim sendo um sistema como o S-300 poderia ser útil para defesa localizada, de pontos de alto valor ou para aramadilha SAM.
    Mas nunca poderia ser a base da defesa aérea nacional.

    Ivan, o Antigo.

  10. Bosco disse:

    Enquanto os meios de ataque evoluíram de forma estrondosa, os sistemas de mísseis sup-ar evoluíram de forma marginal.
    Somente nessa década é que teremos uma evolução substancial por parte da tecnologia de defesa.
    Com a entrada em operação de sistemas de mísseis operados de forma cooperativa, integrados ao conceito de NWC, com seekers de orientação terminal autônoma, poderão melhorar um pouco as coisas para o lado dos defensores.
    Já a defesa aérea de uma força tarefa naval sofisticada, devido as suas características peculiares, se mostra bem mais competente em cumprir seus objetivos que a defesa de alvos em terra.

  11. MA disse:

    É Bosco, concordo, excetuando-se o caso de defensores portadores de armas ASAT. A posibilidade de indisponibilizar sistemas de GPS tornaria uma vitória, mesmo com conhecimento das posições anti-aereas, muito difícil.

  12. MA disse:

    Lembrando que Anti-Aereas nunca garantiram vitória certa ou garantia de defesa. São metódos utilizados para dificultar a realização do ataque a algum alvo de importancia ao defensor, seja atrasando o ataque, seja reduzindo a efetividade do ataque, seja destruindo o caça inimigo…

    É nada mais que uma peça nesse imenso tabuleiro que é a guerra.

  13. Galante disse:

    Pessoal, tentem comparar a defesa antiaérea do Iraque nos ataques de 1991 e 2003, com a defesa antiaérea do Irã hoje. Haverá muita diferença?

  14. ditongo disse:

    Concordo contigo Bosco o ataque é sempre mais forte que as defesas AAA fixas e também baterias SAM móveis.

    Israel podia fazer primeiro um empastelamento eletrônico na região deixando todos redares SAM confusos. Aí não demoraria minutos até que os mísseis de cruzeiro e bombas guiadas começassem a cair sobre as instalações de Natanz.

    Mas e depois? Será que Israel deteria um provável contra-ataque iraniano? No mínimo eles já possuem bombas sujas ou nucleares rudimentares apontadas para Tel-Aviv.

    Enquanto Israel tem como alvo as usinas nucleares, Irã tem como alvo os civis judeus. Quem venceria nessa batalha?

  15. Bernardo R. disse:

    Analisando o mapa do Irã, vejo alguns problema para israel….
    E essa já é velha….
    No caso dos EUA, eles têm o Iraque e o afeganistão como base de apoio em caso de invasão, tirando que têm seus porta-aviões para usar até dizer chega….
    Agora…

    Em caso de Israel querer lançar um ataque, sem contar com mísseis, de onde partiria esse ataque aéreo??
    Cruzaria o espaço aéreo de quais países?? Isso seria um problema a ser resolvido, lógico, querendo usar aviões….
    Agora se quiserem mandar mísseis, é “moleza”..

  16. pedro disse:

    Israel pensa em ataques cirurgicos e pontuais, rápidos, sem demora ou lenga-lenga (nada de 20, 10 ou 5 dias, estamos falando de horas).
    Como abrir “corredores” na defesa anti aerea em menos de 12 horas? Lembremos que o Iraque foi bombardeado por um tempo razoável antes que tropas invadissem por terra.
    Outra: Como evitar uma resposta marginal, do tipo fechamento de Ormuz (com o estrangulamento do petróleo), atentados nucleares em terras americanas ou Europa, fora a ameaça direta de ataques de misseis a Jerusalém?
    Em tempo: alguém acha que China, Russia e Venezuela (cito-a porque se o Iran fechar Ormuz e a Venezuela boicotar a venda aos EUA(com apoio de Lula), por pouco tempo que seja, a economia americana vai ao limbo) vão ficar olhando Israel “atacar” o Iran e abrir o precedente para que sejam atacados em caso de “necessidade sionista-americana”?
    E pior: Abrir-se-á o precedente para que a China retome Taiwan…
    Deixem o Iran com sua bomba…o Paquistão, a India e a Coréia do Norte a tem e ninguém está chorando por isso.
    Quanto a Israel, ninguém vai querer acabar com eles se retornarem às suas fronteiras legais, previamente estabelecidas pela ONU, e aceitarem a criação do Estado da Palestina.
    Pensando no futuro da humanidade o melhor que Obama faria agora seria cortar todos os financiamentos militares a Israel e determinar ataques cirurgicos à suas bases de armas nucleares…tudo em nome do “equilibrio da região”….

  17. Bernardo R. disse:

    Ditongo, acho que Israel atacar uma usina nuclear iraniana é uma hipótese muito séria e tem que ser muito bem planejada, e antes disso, pensada…

    Não conhecemos o projeto iraniano, e nem o quão longe eles estão no desenvolvimento nuclear, seja para energia ou para fabricação de bombas… Atacar uma usina é algo muito irresponsável, não se sabe o efeito que isso poderá causar…
    Explosões em cadeia?? Uma explosão em escala comparada à chernobil? Hiroshima?
    Lembre-se que não sabemos como é a vedação iraniana à radiação, se eles têm algum sistema que evite uma liberação de energia (vulgo, explosão)….

    Em caso do pior…. Israel teria grandes problemas a administrar….. Nenhuma potência, nem mesmo os EUA, poderiam protegê-los de uma represália nesse sentido…. Aí sim o ódio iria prevalecer de vez e o caos tomaria conta, e não faltaria nenhum muçulmano disposto a dar a vida para acabar com eles….

    Repito…. seria um ataque muito irresponsável….
    E terrível!!

  18. Bernardo R. disse:

    pedro em 22 mar, 2010 às 16:06

    “Paquistão, a India e a Coréia do Norte a tem e ninguém está chorando por isso.”

    Estão chorando sim, a Coréia enfrenta seríssimas sanções, com razão por sinal…
    Já a Índia e o Paquistão, que já têm um número considerável de ogivas, ficam mais “relaxados” contra intervenção extrangeira, mas no caso do Paquistão, os EUA os têm sob rígido controle político, afinal se eles caem nas mãos dos oposicionistas (fundamentalistas), já viu né? Loucos com bomba nuclear…. Por isso, volta e meia recebem ataques em seu território por parte da USAF…

    A Índia, em escala menor, recebe muita atenção também…. pois é aliada doa da Rússia em vários assuntos e é inimiga declarada do Paquistão…. imagina uma crise ali…. Então vivem sob aviso das maiores potências…

    sacou?

    No mais, concordo com vc no restante do texto….

  19. Nossa a defesa do IRÃ é forte!
    Por que a do BRASIL……………

    O BRASIL È GRANDE!!!!!!!!!!!!!

  20. Penso que a questão não é como atacar o Irã, mas as consequências deste ataque.
    Pois para atacar os israelenser poderiam usar Vant ou bombas guiadas lançadas inclusive fora do território iraniano. O problema é que a conquista do território se faz por terra com o exército, aí está o grande obstáculo, pois Israel teria que passar por territórios não muito simpáticos a ele, como Jordânia, Iraque e Arábia Saudita. Uma coluna de tanques com certeza seria vista e atacada e possivelmente nem chegaria ao Irã.
    O que se pretende destruir “apenas” as usinas nucleares, como Israel fez anteriormente com a Osirak do Iraque e da usina Síria recentemente?
    A questão é que penso que um ataque, ainda que específico não ficaria sem resposta, aí que está o ponto de indagação.

  21. Coral Sea disse:

    Milan

    A USAF já não opera o F117 há vários anos!

  22. OTV disse:

    Os admins do blog poderiam transferir os comentarios que estavam no aero para aqui.

  23. Bernardo R. disse:

    Coral Sea…. A última missão do F-117 eu não sei…
    Mas a retirada foi em Abril de 2008 não foi??

    Ou to falando besteira?

  24. Galante disse:

    OTV, não tem como. E lá é outro post, é a parte ofensiva da coisa. Aqui é a defesa do Irã.

  25. Ilya Ehrenburg disse:

    Como já foi dito acima, o F-117 não está mais em operação. Possuem os imperiais, outras aeronaves furtivas.

    Como também já foi expresso, as defesas iranianas não impressionam, além disto, é notória a não entrega dos sistemas S-300 adquiridos e pagos, pelo Irã, por parte da Rússia. Por isto, acredito que haverá um ataque em breve (é óbvia a barganha político/econômica havida entre russos e americanos, no que tange a entrega desses sistemas).

    Um ataque serviria para frear o fustigamento político sobre Obama (política interna dos EUA), além de agregar as nações árabes do golfo em torno dos EUA, novamente (hoje, mais próximos da Europa Unida). Afinal, o Irã pode ser mulçumano, mas é Persa…

    Quanto aos sistemas de defesa aérea do Irã, observei instalações de sítios fixos, como se fazia na década de setenta! Isto se dá, por certo, pelo uso de sistemas antigos, por parte dos iranianos. Mas… Especulando, talvez possam ser apenas iscas, para os sistemas móveis, camuflados em outras posições.

    As aeronaves furtivas podem ser equalizadas com o uso de radares antigos (VHF/UHF), mas que são pouco eficientes para definição de altura. Aeronaves não furtivas podem ter nos velhos F-14 do Irã, uma companhia extremamente desagradável…

  26. Andre de POA disse:

    Na hora do armagedom os yankees ficaram com os israelenses, assim como ficaram com os ingleses nas malvinas. As bases americanas no golfo persico vão dar suporte, logistica e apoio incondicional a um ataque defastador e simultaneo a todos os pontos extratégicos do Irão, deixando os persas sem comunicação, comando e condições de retaliação.
    Vai sobrar para os homens bomba de sempre.

  27. Raul disse:

    Um único complexo iraniana tem mais defesa anti-aérea do que todo o Brasil junto… que vergonha!

    Porém, esses alvos são muito fáceis de serem atingidos… se eles tentassem espalhar mais a artilharia, isso dificultaria um pouco as coisas para o inimigo, demandando mais tempo de pranejamento e execução da missão.

    Quanto Israel atacar o Irã sozinho com aviões, seria um desastre… seria uma missão suicida, sem resultados satisfatórios e ainda com risco de retaliação.

    Não é algo inteligente a se fazer.

  28. OTV disse:

    Ok grato Galante.
    Perguntei porque aqui me aparece que os comentários de lá estão fechados.
    Saudação.

    Off topic meu caro. Instalei o Warbirds, já me inscrevi no forum do Tabajara, agora pergunto: indicação de um jostick bom e barato para se usar? Pode responder no ultimo tópico sobre o jogo que leio lá mesmo.

  29. Bosco disse:

    Não quero dizer que seria fácil para Israel e EUA.
    Existem fatores complicadores como a distância, a geopolítica regional que dificultaria ou impossibilitaria uma força atacante sobrevoar alguns países vizinhos, etc.

    MA,
    o problema das armas antisatélites serem usadas por um determinado país seria o “precedente” que poderia ser interpretado pelo Titio Sam de forma bem radical.
    Sem falar que os satélites do sistema GPS e similares estão fora de alcance os atuais sistemas antisatélites por estarem em órbitas muito altas.
    Os satélites de reconhecimento fotográfico são mais vulneráveis.

    Ivan,
    sem dúvida sistemas de defesa baseados em terra são fundamentais dentro de uma doutrina que privilegie a superioridade aérea por meio de caças, AWACS, etc.

    Um abraço a todos.

  30. Francoorp disse:

    Bosco em 22 mar, 2010 às 16:45

    “o “precedente” que poderia ser interpretado pelo Titio Sam de forma bem radical.”

    Qual seria esta forma bem radical??

  31. RL disse:

    Ao meu ver, isso ai vira tudo brinquedo de tiro ao alvo para a USAF e para Força Aérea Israelense.

    Pode até ser um pouco chato de brincar no ínicio, más como bem disse um amigo ai no comentário, já vimos esse filme.

    Se a Força Aérea do Irã tivesse aeronaves SU-35BM e uma quantidade muito grande de SS300, ai a brincadeira se tornaria um tanto mais séria. Más nesse caso.

    Tiro ao alvo.

  32. Bernardo R. disse:

    “Galante em 22 mar, 2010 às 15:48

    Pessoal, tentem comparar a defesa antiaérea do Iraque nos ataques de 1991 e 2003, com a defesa antiaérea do Irã hoje. Haverá muita diferença?”

    Pois é Galante…. bem proposta essa questão…

    Em números e em defesa contra “forças normais”, está de muito bom tamanho!!

    Mas como alguns já disseram por aqui, depende da logpistica empregada!! Infelizmente para o Irã, o passado recente mostra que uma força aérea como a USAF costuma ser imbatível…. é um problema grande pra eles…

    Voltando um pouco mais, na guerra Irã-Iraque, vemos que foi uma queda da braço(ou uma disputa de dedão…) equivalente…

    Mas no golfo, foi um passeio aéreo, literalmente!!
    O Irã deveria investir mais em caças do que sistemas anti-aéreos… mas os prazos são muito longos, e não acho também que a Rússia e China(prováveis únicos vendedores) entregariam, assim como os S-300…. então eles estão meio que enrrascados

    “Só” essas defesas seriam muito pouco em caso de um enxame de bombardeiros sobrevoarem Teerã e cia…

    No mais… deixo para os mais experientes divagarem sobre o assunto!!

  33. Galileu disse:

    A única chance de Israel em quebrar esse bloqueio é Guerra eletrônica em cima dos S300, mas os S300 são imunes não são!?

    Outra coisa, a Jordânia e a Síria vão abrir seu espaço Aéreo??
    Eu acho que os 2 vão ficar neutros, e os Sauditas só vão abrir seu espaço Aéreo, mesmo assim acho que vai limitar o ataque de Israel.

    Como um simples S300 ferra a vida do Inimigo.

    Enquanto na Terra da banana…..

  34. MA disse:

    Não sei se a nova política externa adotada por Obama permita um ataque dessa magnitude por parte dos EUA ao Irã, eu acho difícil de acontecer. Afinal, somente algumas usinas nucleares não seriam justificativa para toda essa mobilização, eles já estão sofrendo embargos ora essa…
    Até seria possível atingir os objetivos, sem grandes baixas, o perigo seria mesmo a retaliação e as complicações políticas. A Liga das Nações Árabes está bem mais forte hoje em dia.

    Bosco, verdade, mas será que “jammers” em terra ou postos em orbita por foguetes não poderiam acabar com a rede de comunicação via-satélite e com o GPS?
    Eu acho que os americanos nunca se meteriam em guerra com um país com capacidade de realizar qualquer operação que ponha em risco sua rede de satélites… O mundo como conhecemos poderia acabar mesmo sem um ataque nuclear mútuo!

  35. Francoorp disse:

    Bernardo R. em 22 mar, 2010 às 17:10

    “e não acho também que a Rússia e China(prováveis únicos vendedores) entregariam, assim como os S-300…. então eles estão meio que enrrascados”

    A Rússia vai ter que cuprir o contrato ou perderá muitos clientes pelo mundo afora, entregaram os S-300 e se bricar ainda tem brinde pro Irã.

    Devemos lembrar que grande parte dos clientes russos são em qualquer modo anti-ocidentais, e se não cumprir este contrato com o Irã, sera considerado pelos clientes como uma facada nas costas, fazendo o jogo dos yankees, etc… aí deverão procurar outros fornecedores, quem sabe na China, e até isso os Russos não querem ver nem em sonhos, so chineses pegando o lugar deles no mercado de armas!!!

    Vão entregar os misseis pro Irã, Vão testar os mesmo e mostrar pro mundo inteiro que tudo funciona a maravilha, assim mostrando o cumprimento do contrato, e quem sabe ainda rola brinde pro Irã, talvez uns tunguska ou uns TOR, quem sabe???

    Valeu!!

  36. MA disse:

    Respondendo a pergunta do Galante, creio eu que é muito provável que não mudasse nada… O Irã é ainda mais extenso que o Iraque, pelas fotos não dá pra saber se eles fizeram um uso estratégico do terreno mais montanhoso, contudo, o que é mostrado revela um número muito grande de AAAe, só!
    Eles mal possuem unidades de S-200, tanto que seus sítios são constituídos somente de 1 radar de aquisição, estações de suporte e comando e dois lançadores (cada um com apenas um míssel). O 5N62 só pode engajar um alvo por vez e estes sítios são bastante espalhados, isso torna o sistema mais poderoso do Irã bastante comprometido.

    Sem um plano maior mostrando a arrumação em pequena escala no território iraniano eu acho impossível definir se essa arrumação mudaria muita coisa. Mas eu dúvido muito.

  37. Bosco disse:

    Francoorp,
    pra mim a “forma radical” seria a generalização de um conflito. Por exemplo, se hipoteticamente o Irã conseguisse destruir um (1) satélite americano (ele não possui essa capacidade e nem o faria se possuí-se, já que destruir “1″ não resolve nada, apenas serviria de provocação) a quantidade de alvos em um hipotético ataque ao Irã multiplicaria e iria bem além do objetivo primário, que é deter o desenvolvimento e a fabricação da “bomba”.
    Um abraço.

  38. Bernardo R. disse:

    Caro Francoorp,

    Vamos ver né?! Esta questão de contrato é realmente um detalhe importante… mas a pressão dos EUA está forte…
    Lembra da pressão dos mísseis em Cuba?? Tudo bem, não é definitivamente o caso, mas é só pra mostrar que qualquer pressão vinda dos EUA é muito considerável….

    O contrário também, afinal, os russos conseguiram impedir o tal escudo anti-mísseis na polônia!!

    Enfim, é só uma questão a ser observada…

    Agora, qnt a uma possível venda de aviões, aí sim, demoraria muito…. e a paciência do ocidente está no fim…

  39. Francoorp disse:

    Bosco em 22 mar, 2010 às 17:23

    Uma invasão generalizada como no Iraque, pensei que falavas de Nukes ou armas quimicas… Falou!

    Valeu!!

  40. Galileu disse:

    Ahhh só pra terminar, pra mim o tio san não vai atacar e sim escorar Israel, como sempre fez, o que não será nenhum passeio para Israel.

    Também concordo Francoorp, desde quando a Rússia se preocupou com EUA e sua turma?? ahhh…..mais eu vi na tv que os Russos não concordam com atitudes do Irã…hahahah Política é Política, negócios são negócios!!!

    Outra coisa ninguém ta citado um possível contra-ataque do Irã!!

  41. Bosco disse:

    MA,
    claro que o GPS é importante, mas não creio ser fundamental.
    Todas as armas com navegação por GPS possuem um sistema inercial integrado e várias ainda possuem um sistema de orientação terminal.
    Também os interferidores de GPS hoje são menos eficazes que antes, já que há uma maior resistência a eles.
    Não acho que mesmo que fosse possível a completa neutralização do sistema Navstar o resultado final seria diferente.
    Um abraço.

  42. MA disse:

    Galileu
    Quem eles atacariam? Tropas americanas no Iraque? Seriam esmagados 10km após a fronteira.
    A única chance de retaliação é com mísseis balísticos ou outros estados islâmicos.

  43. Francoorp disse:

    Bernardo R. em 22 mar, 2010 às 17:28

    “Lembra da pressão dos mísseis em Cuba?? Tudo bem, não é definitivamente o caso, mas é só pra mostrar que qualquer pressão vinda dos EUA é muito considerável….”

    Que eu me lembre foi uma acordo entre os dois, A URSS tirava os misseis de Cuba e os USA tiravam os deles da Turquia, foi um tomá-lá dá-cá.

    Sem dúvida a pressão Yankee vale em alguns países, mas creio que com a Rússia o buraco seja mais embaixo, eles não aceitam pressão de ninguém, se irritam e vão contra o que queres de propósito, ficam teimosos mesmo!! Creio que a coisa seja mais complicada.

    Vamos ver se entregam os misseis S-330 ainda em tempo pra fazer estrago, creio que seja aqui o ponto da questão entre a Rússia e os USA neste caso específico.

    Mas creio que mesmo assim a Rússia perderia mais do que ganharia, nesta questão dos S-300.

    Valeu!!

  44. MA disse:

    Bosco, GPS, sistemas de comunicação e satélites espiões ameaçados.
    Você acha que os EUA conseguiriam travar a guerra normalmente na base do rádio, INS e aeronaves de reconhecimento? Fora o impacto econômico da possibilidade de ter inúmeros satélites de serviços civis inútilizados…
    Olha, eu acho que só a possibilidade já os deixa poderantes a respeito da idéia de qualquer ação contra uma nação com essas capacidades.

    Além disso, os avanços com INS quase pararam, do que adianta uma JDAM com precisão de 30m? Tomahawks? Muita coisa dá tática de total inutilização dos sistemas inimigos que os americanos empregam seria acabado.

  45. MA disse:

    *ponderantes*
    sempre esqueço de usar o “preview”

  46. Bernardo R. disse:

    É aí que quero chegar….
    Os EUA vão pressionar, talvez de forma velada, barganhando na verdade para haver um “pequeno atraso”…
    Concordo com você que a Rússia não cederia simplesmente a uma pressão americana, têm de ganhar algo em troca…

    Quanto a ter mais oq perder se atrasarem a entrega, pode ser… mas acho que o valor de seus equipamentos ainda é muito superior ao dos concorrentes…. portanto, não sei se prejudicaria muito seus negócios…

    Mas como disse antes… é caso a se pensar, só o futuro dirá..
    abs

  47. Rodrigo Marques disse:

    Como disse em outro post, Israel só atacará se não tiver saída, ou seja, se seus serviços de inteligência descobrirem que o Irã já tem pronto um artefato e que os EUA ( partido democrata no poder) nada fará para impedir. Acho que em 1º ano de mandato de um presidente republicano, as principais centrais nucleares do Irão serão dizimadas em no máximo 24 h.

    Sendo Israel o atacante, imagino que o complexo de Natanz seja destruído e sejam poupadas ou menos avariadas as instalações secundárias ( por falta de recursos do lado israelense).

  48. Bronco disse:

    Algumas considerações:

    Outro exemplo de defesas anti-aéreas que foram subjugadas pelo imenso poderio ofensivo das forças aéreas dos EUA associadas a alguns países da OTAN, além do Iraque, foi a Sérvia, no recente conflito do Kosovo.

    Outro ponto importante é avaliar que a defesa destes países é feita basicamente com posições anti-aéreas fixas, de sistemas de mísseis russos das décadas de 60 e 70, permeadas de armas de cano de alcance, precisão e tempo de resposta limitados.

    No Iraque o que vimos no conflito era uma cortina de chumbo no céu que ia a cerca de 2 mil metros. A maioria dos ataques aéreos da coalização no início do conflito foi feita acima dessa faixa.

    Com a evolução da tecnologia stealth e dos mísseis de cruzeiro, além da precisão das bombas guiadas, era possível, já no início da década de 1990, conseguir eliminar a ameaça das baterias anti-aéreas em posições fixas em um curto espaço de tempo dependendo do esforço em aeronaves que pudesse ser feito.

    Na Desert Storm, por exemplo, era essencial destruir por completo as defesas anti-aéreas para garantir superioridade aérea na invasão por terra, mas, especialmente, o que se queria era mandar um recado aos demais inimigos no oriente médio. O mesmo na segunda invasão, há alguns anos atrás.

    Pelo lado de Israel, os conflitos contra o Egito em Suez, contra o Líbano e o bombardeio à Síria, além do bombardeiro ao reator em Ozirak, foram outros exemplos da capacidade de burlar e/ou destruir as defesas AAé do inimigo como forma de garantir um corredor de passagem para as aeronaves atacantes.

    De lá pra cá os mísseis de cruzeiro evoluíram de maneira impressionante, inclusive na capacidade de processamento de informações e de acompanhamento do solo. A quantidade de plataformas de lançamento também cresceram de maneira exponencial, visto que na primeira guerra do golfo apenas alguns navios tinham a capacidade de carregar e lançar Tomahawks.

    Dito tudo isso, é perfeitamente possível à EUA e Israel subjugar as defesas anti-aéreas do Iran que, embora numerosas, são fixas, amplamente baseadas em armamento de tubo, e possem mobilidade próxima de zero para os lançadores de mísseis que, por sua vez, são extremamente dependentes de uma rede de radares móveis bem posicionadas para iluminar o alvo e, ao mesmo tempo, estarem conectadas entre si, trocando informações no menor tempo possível.

    Não acredito ser um cenário de invasão, o que não garante que as defesas precisem ser destruídas, mas apenas burladas. E isso um bombardeiro stealth faz, sem se espôr, de grandes altitudes. Os B-2, inicialmente, seguidos dos B-1 e provavelmente dos B-52 se fosse possível criar um corredor e se fosse necessário destruir algum complexo industrial de grandes proporções.

    A única coisa que poderia atrasar as forças de coalizão seria uma força aérea bem preparada e equipada, com um número considerável de vetores e um enorme estoque de mísseis, bem como ter a capacidade de dispersar (e suprir perfeitamente) seus aviões pelo território do país retirando-os das bases aéreas (que são alvos fáceis).

    E isso, sabemos, nenhuma força aérea de países do oriente médio possui.

  49. gerson carvalho disse:

    Caros amigos, o Ião pelo menos tem alguma defesa anti aerea e nós? , agora quanto a atacar o irã é complicado pelo fato da china e da russia materem estreitas relações com o mesmo.

  50. A questão é ganhar e não levar? Atacar por atacar alvos estratégicos no Irã não significa a conquista do território, não há um Sadam Husseim para derrubar, a política lá é outra. Bem ou mal eles até tiveram eleições.
    Se eles iranianos estiverem escolados pelos russos, com toda certeza terão uma estratégia de defesa eficaz. O plano é defesa em camadas, conforme se viu acima, todos os tipos de mísseis e fogo anti-aéreos disponíveis. Os egípcios usaram este método contra os israelenses e detiveram a força aérea judia, com perdas catastróficas de aeronaves. Os israelenses só subjugaram a defesa egípcia em uma ação de pinça do esquadrão de tanques do Ariel Sharon que atacou pelos flancos numa ação ousada, para isso ele teve que contar com o exército próximo ao inimigo para usar sua tática.
    Só bombardeios não resolverá a questão, ao contrário, a esta altura boa parte das defesas estarão protegidas contra ataque aéreo. Os americanos fizeram isso no Vietnã do Norte, com os B-52, com perdas catastróficas de aeronaves, apesar da destruição maciça imposta as cidades norte vietnamitas e sua população.
    Neste sentido, é preciso considerar que a realiação contará com a repercussão na midia, mas poderá ser através de ataques diretos ao território americano e aliados onde eles nunca imaginariam ser atacados, a não ser em 11 de setembro.

  51. Bosco disse:

    MA,
    claro que a inutilização do sistema GPS iria causar um alvoroço nas forças americanas, mas se isso chegar acontecer um dia para os americanos, imagine os outros países? Creio que estarão em pior situação. Se o sistema GPS é vulnerável também o são os sistemas Galileo e Glonass.
    A destruição física de satélites do sistema NAVSTAR, e principalmente a destruição simultânea de uma quantidade que inviabilize seu uso (pelo menos 10), é por hora impossível a qualquer nação do globo.
    Desconheço se há algum sistema de míssil anti-satélite que atinja a órbita em torno de 20.000 km.
    Armas de energia direta (laser de alta energia) também não estão ainda operacionais pelo que se sabe.
    Sobram satélites “caçadores”. Esses sim poderiam já estar em órbita próximas (como minas orbitais), colocadas de modo furtivo, disfarçado, aguardando a ordem para agir. Mas não se sabe de ninguém que tenham tais “satélites” e somente 2 ou 3 países teriam condição de fazê-lo. Sem falar que seria uma operação grandiosa a destruição simultânea de pelo menos 10 satélites afim de degradar ou inutilizar o sistema GPS.
    Isso sem falar nos de comunicação e de reconhecimento.
    Um abraço.

  52. Clausewitz disse:

    Tem mais coisa nesta geopolítica que não discutismos:
    a) os Árabes aceitarão uma bomba A persa, tradicional inimigo?
    b) A Árabia Saudita, na ótica acima, apoiará de forma velada Israel?

    Agora, vejam a burrice do Ahmadinejah em fazer tanta verborragia por esta arma. Os Coreanos do Norte, só na surdina…

  53. MA disse:

    A todos, perdão pelo cada vez maior off-topic.
    Bosco, será que é tão complicado colocar um gerador de EMP de alta-energia em orbita? Acredito que se devidamente potentes não necessariamente precisariam estar em grande quantidade para gerar esse efeito. Como você disse, satélites disfarçados com essa capacidade poderiam inutilizar varios equipamentos vitais, não sei se é possível, mas a detonação de uma ogiva nuclear em alta orbita também surtiria o mesmo efeito.

    Eu diria que os entraves gerados pelo ataque seriam de maior impacto ao atacante, o defensor apenas necessita manter GCI com ajuda de radares em solo e AWACS e manter as estações de defesa estática. Mas por exemplo, as salvas gigantescas de mísseis de cruzeiro já não surtiriam tanto efeito, o uso de bombardeiros stealth teria de ser reavaliado, dentre outras coisas.
    Além disso, como você indicou, de cabeça vêm apenas dois países com capacidade de fazer isso não alinhados aos EUA, Rússia e China. E se o medo de uma guerra nuclear não fosse o suficiente para deter os EUA, qualquer um destes dois países apelariam para medidas que compremeteriam economicamente e militarmente ambos os lados, mas primeiro eu acredito que pensariam em medidas que não comprometeriam a existência da raça humana! Por isso acredito que já devem possuir algo semelhante que tornaria o jogo em maior “par de igualdade”.

    Abs

  54. Wolfpack disse:

    Nada demais nestes sistemas Iranianos de Defesa Anti-Aérea, Nada que os Americanos já não tenham testado contro o Iraque. O problema são as peças que não estão catalogadas.
    De resto será somente aquela chuva de fogos de artifício.
    Não acredito em um ataque Americano ao Iran, e eles devem ter um plano B, em caso de ataque, como o lançamento de algum artefato atômico sobre Israel. Algo que podem já ter em mãos.

  55. Bosco disse:

    MA,
    muito do equipamento americano é “blindado” aos pulsos eletromagnéticos. E se um artefato nuclear for usado para isso aí realmente o “bicho pega”.
    E a menos que esse ataque fosse “não identificado”, o que aliás cada vez se torna mais factível, a retaliação viria logo a seguir já que toda a cadeia de comando e o arsenal nuclear americano são imunes ao EMP.
    Um ataque não identificado talvez trouxesse conseqüências mais catastróficas.
    Vale salientar que o potencial de um artefato nuclear detonar em órbita e produzir um pulso EM de grande extensão que pudesse “paralisar” grandes áreas é apenas teórico. Poderia não funcionar.
    Não há grandes problemas técnicos em blindar equipamentos eletrônicos aos efeitos do EMP e tais medidas estão sendo tomadas dentro das forças armadas americanas desde o final da década de 80.
    Os americanos, felizmente ou infelizmente para alguns, não costumam deixar furos e não brincam com sua “defesa”.
    Praticamente não há “ponto sem nó” na defesa dos caras. Ruim para eles, pior para os outros.
    Muito provavelmente são os únicos hoje que poderiam fazer uso de satélites “caçadores”, geradores de EMP nucleares, armas de energia dirigida, etc.
    Um abraço meu caro.

  56. Francoorp disse:

    MA em 22 mar, 2010 às 19:00

    “Bosco, será que é tão complicado colocar um gerador de EMP de alta-energia em orbita? Acredito que se devidamente potentes não necessariamente precisariam estar em grande quantidade para gerar esse efeito.”

    Bingo!!!!

    Bosco em 22 mar, 2010 às 19:30

    “Vale salientar que o potencial de um artefato nuclear detonar em órbita e produzir um pulso EM de grande extensão que pudesse “paralisar” grandes áreas é apenas teórico. Poderia não funcionar.”

    Tem nada de só teórico não, ja foi testado e estudado na prática.

    Pode ser realizado também sem detonação nuclear em alta cota, pode-se também ser facilmente realizada, e se os arsenais estratégicos dos Yankees estão “Blindados” como dizes, o mesmo não pode ser realizado nas plataformas(aviões,tanques,misseis,etc), pois serviria um mínimo uma espessura de 70 cm de aço, o que em um satélite, inviabilizaria o lançamento dado o peso que o satélite teria.

    E ainda pode ser que não funcione todo este aço, depende da frequência usada pela arma!!

    http://www.abovetopsecret.com/forum/thread59555/pg1

    Só não ponho muitos links correspondentes pois a mensagem ficaria bloqueada no anti-virus do Blog, mas se quiser coloco um de cada vez em varias mensagens.

    Eu sempre adorei este tema militar pouco falado, por ser muito devastante para os Yankees, eles e todos os outros estão extremamente vulneráveis a estas armas, não é verdade que estão prontos pra isso, eles mesmo morrem de medo desta armas!

    Valeu!!

  57. Francoorp disse:

    EMP:

    Este documentário eu assisti ainda quando morava no exterior, dublado em Italiano, mas em inglês é facil também de entender:

    http://www.youtube.com/watch?v=Fvu08Y9XJ0U

    Vou por a outra parte na outra mensagem.

    Valeu!!

  58. Francoorp disse:

    eco a 2° parte:

    http://www.youtube.com/watch?v=0odJKYTzXg8

    preste atenção no dialogo com o cara Dentro da Limousine, ele fala que qualquer um pode construir esta arma, e que basta somente nível técnico e um pouco de grana.

    Este nível técnico não é nada de mestrado não, é coisa basíca de eletro eletrônica, serve bomba atômica em alta cota não. Aquilo era a descoberta dos EMP derivados das detonaÇões atômicas, hoje a realidade é outra!

    Valeu!!

  59. Francoorp disse:

    Errata: Limousine == Taxi!!

    Fazia muito tempo que vi este doc. tinha esquecido este detalhe.

    Valeu!!

  60. Bosco disse:

    Francoorp,
    que o EMP é gerado a partir de uma detonação nuclear está claro. Que ele tem potencial de causar danos a equipamentos eletro-eletrônicos também. O que é “apenas teórico” é a extensão do dano. Não é uma arma previsível.
    Pode paralisar um país como pode apenas causar danos em algumas lâmpadas.
    Os testes em órbita (poucos diga-se de passagem) realizados pelos americanos e russos foram inconclusivos e não puderam mais ser repetidos.
    Não se pode usar uma arma contra uma potência como os EUA, só pra citar um exemplo, sem ter certeza que ela vai atingir o “coração”, assim como não se pode entrar na jaula do leão com um fuzil com munição vencida. Pode matar como pode não funcionar como pode só machucar. Nas duas últimas alternativas quem atirou vai morrer.
    Em segundo lugar muito do equipamento militar americano é blindado. O Air Force One é imune a EMP. O E-4 também . Caças e navios também. Se não todos, pelo menos grande parte.
    Submarinos nem se fala, e hoje, 70% da capacidade de retaliação americana esta em submarinos imunes a EMP ou a seja lá o que for.
    E também, se tivéssemos que apostar em quem tem meios de detonar um artefato nuclear em grande altitude hoje em dia? Quem você acha que já deve ter um gerador de EMP convencional? Quem tem uma E-Bomb operacional?
    Para todas essas questões a resposta é simples, os EUA.
    Existe um “papo” que os americanos até já usaram uma JDAM armado com uma carga explosiva convencional geradora de EMP no Iraque.
    Então não adianta a gente arrancar os cabelos da cabeça ou esperniar tentando achar um furo nas defesa americana que não vamos achar nem agora e nem nos próximos 40 anos, pelo menos.
    Um abraço.

  61. Dell72 disse:

    Parece que a ação militar é uma questão de detalhes
    mas me pergunto o EUA abrirão mais uma frente tendo o Afeganistão e o Iraque ainda em condições conturbadas?
    ficara a cargo de Israel esta empreitada (tendo apoio indireto americano)? se sim como Israel administrara isto tendo seus habituais confrontos em suas fronteiras?
    e como ja foi comentado antes abrira precedentes para outros tomarem iniciativas que a tempo tem vontade de fazer (China/Taiwan- Russia/Georgia…)

    Em tempo não temos uma defesa dessas acima mencionada ou uma condição melhor de ataque por que simplesmente não temos um histórico de Lutas como os povos de determinadas regiões, os caras quando nascem o primeiro brinquedo é uma “Ak” quanto a nós até pra comprar meia duzias de aeronaves se arrastam anos interminaveis e discuções cansativas, tudo por que ninguem (poder político envolvido) pensa na nação e sim de como ganhar com o negócio, seja na forma direta de dinheiro mesmo ou Politica que lhe renda status no futuro

  62. MA disse:

    Bosco, não há nada de tão complicado nisso, ambos os países que havia citado possuem capacidade de realizar o feito, especialmente a Rússia. Um satélite nas dimensões de uma Soyus, com captadores de energia solar e totalmente destinado a esse fim poderia lançar EMP de altíssima energia diretamente nos satélites americanos sem quaisquer interferências, direto no espaço (talvez o campo magnético da Terra criasse uma interferência, não sei).

    Mas fato é, que se armas desta dimensão fossem empregadas eu duvidaria que os americanos estariam prontos. Talvez eles estejam blindados contra emissões vindas da Terra, mas algo tão direto… Além disso, segundo o doc. que o Francoorp postou é possível criar armas nucleares que realizem pequena explosão, sejam pouco detectaveis mas emitam enormes pulsações eletromagnéticas.

    Bom, eu acho que entramos um pouco no campo da suposição, não dá pra saber ao certo qual a eficiência destas blindagens e qual o potência dos emissores, mas eu acho que esse pode até ser sim um dos pontos fracos das Forças Armadas Norte-Americanas.

    Se me perguntarem “MA, você acha que eles já não teriam consciência dessa fraqueza e já não teriam criado um sistema contra isso?” EU acho que neste caso é como as armas nucleares… É virtualmente impossível impedi-las, mais fácil é garantir que o inimigo sofra o mesmo.

    PS:. Francoorp, interessante material! Obrigado

    Abraços mais uma vez.

  63. MA disse:

    Só complementando, eles podem afirmar o que quiserem a esse respeito, já que poucos testes válidos foram feitos e poucos resultados apurados…
    Como dizer que numa guerra nuclear eles poderiam deter a chegada dos ICBMs com seus sistemas de defesa anti-aerea…
    Como ter certeza? Sem dúvida nenhum inimigo nem mesmo eles gostarão de testar.

    Só comentando que segundo a maioria, os projetos americanos nunca passavam desapercebidos pela KGB. rsrs
    Xérox

  64. Francoorp disse:

    Bosco em 22 mar, 2010 às 20:30

    “O que é “apenas teórico” é a extensão do dano. Não é uma arma previsível.”

    AHHHH, a conversa muda assim.

    “E também, se tivéssemos que apostar em quem tem meios de detonar um artefato nuclear em grande altitude hoje em dia? Quem você acha que já deve ter um gerador de EMP convencional? Quem tem uma E-Bomb operacional?
    Para todas essas questões a resposta é simples, os EUA.”

    Certo eles falaram que tem,os outros estão clados, mas se eles tem, a Rússia também pode ter certeza!!

    Mas repito que pode-se gerar o EMP sem ter que detonar uma Bomba atômica em alta quota… veja os vídeos da Discovery que postei.

    “Em segundo lugar muito do equipamento militar americano é blindado. O Air Force One é imune a EMP. O E-4 também . Caças e navios também. Se não todos, pelo menos grande parte.
    Submarinos nem se fala, e hoje, 70% da capacidade de retaliação americana esta em submarinos imunes a EMP ou a seja lá o que for.”

    bem, não me resulta que seja assim, me resulta próprio o contrário!! Nada contra de ti, mas gostaria de um pouco de material para entender melhor.

    “Existe um “papo” que os americanos até já usaram uma JDAM armado com uma carga explosiva convencional geradora de EMP no Iraque.
    Então não adianta a gente arrancar os cabelos da cabeça ou esperniar tentando achar um furo nas defesa americana que não vamos achar nem agora e nem nos próximos 40 anos, pelo menos.”

    Sabes bem que não existe um exécito invencivél, isso e prepotência, e este sentimento é o inicio da derrota, dizer que não existe furo e que não haverá nos próximos 40 anos é difícil de acreditar, pois existem sempre pontos fracos e os USA não são Deuses vindos do Olimpo!!

    Qualquer um bem preparado pode vençer sim, basta ter este objetivo estratégico, vale lembrar que a URSS “perdeu” na econômia, mas nunca foi invadida ou vencida no campo, e nem por isso digo que a Rússia é e será invencivél.

    Gostaria de alguns links Bosco, sobre esta invencibilidade dos Yankees às EMP, eu tenho informações diferentes, Obrigado!

    Valeu!!

  65. Jacubão disse:

    Cruz credo.
    Isso aí é a barreira do satanás.
    Qualquer coisa que voe (nem que seja um mosquito da dengue) poderia virar poeira cósmica. Só aeronaves stealt poderia vencer essas barreiras.

  66. Bosco disse:

    MA,
    sua imaginação e a do Francoorp correm soltas quando é pra atacar os States.rsrsrs
    Que eu saiba, ainda não há nenhuma tecnologia capaz de gerar uma “onda EMP” direcional a partir do espaço.
    Como você mesmo disse é tudo suposição.
    E não creio que os EUA sejam mais ou menos vulneráveis a um pulso EM ou a um ataque cibernético. rsrs
    Essas armas geradoras de EMP, salvo a E-Bomb que tem alcance limitado, possuem efeitos que podem ultrapassar fronteiras. São como armas biológicas ou o fazedor de terremoto/tsunami/furacão/controle da mente HAARP. rsrsr.
    Ou seja, pode não funcionar como planejado e o tiro sair pela culatra e a “emenda ficar pior que o soneto”.
    Agora, com certeza, somente um “Estado” poderia realizar a detonação de um artefato nuclear no espaço e seria difícil para o mesmo se manter “não identificado”.
    Um abraço.

  67. Junior disse:

    Então não adianta a gente arrancar os cabelos da cabeça ou esperniar tentando achar um furo nas defesa americana que não vamos achar nem agora e nem nos próximos 40 anos, pelo menos.

    Vendo isso, até parece que os EUA estão acima do mal e do bem, são seres humanos superiores aos que habitam este planeta, mais inteligentes que os japoneses, alemães, russos, etc.

  68. Francoorp disse:

    “Que eu saiba, ainda não há nenhuma tecnologia capaz de gerar uma “onda EMP” direcional a partir do espaço.”

    POW Bosco….mas leu o material, viu os vídeos?? tenho mais material se quiser.

    Não é imaginação, a tecnologia existe e já te postei!!!

    Aquele teste da Discovery channel que postei, pode funcionar tambèm a bateias de hidrogênio, ser montado em um ICBM e lançado sobre os Statesa 50-100Km de altura… e não prescisa ser no ESPAÇO não, mas pode ser um ataque atmosférico mesmo, ou um atentado terrorístico!!

    “São como armas biológicas ou o fazedor de terremoto/tsunami/furacão/controle da mente HAARP. rsrsr.”

    iiiii já estamos fazendo ficar ridículas as EMP agora ééé??? Aí Aí!
    Non vai dar em nada esta conversa aqui, se quiser te dou mais material sobre estas armas… olha EMP e a E-Bomb tem o memso efeito, estás fixado que o EMP é só coisa de ataque nuclear, mas o efeito da E-bomb é idêntico, mata os computadores, e na técnica são praticamente a mesma coisa!!!

    Valeu!!

  69. Bosco disse:

    MA,
    com certeza o teste real do sistema de defesa anti-míssil não foi feito e pode ser que tudo não funcione na hora “H”, mas o jeito é tentar e é melhor do que ficar esperando as ogivas caírem.
    Agora, atacar com uma arma que não se sabe se vai funcionar eu acho perigoso.

    Francoorp,
    primeiro, não vejo razão para atacar os EUA. rsrsr
    Ruim com eles pior sem eles.
    Mas isso é questão de gosto e claro, respeito sua opinião. Só não acho que os 300 milhões de americanos devam ser “pulverizados” rsrsr
    Quanto a capacidade americana em se defender de EMPs (convencionais e nucleares) eu vou procurar referência e devo encotrá-las. Nem tudo que sei foi retirado da internet. Na verdade, nos meus quase “meio seculozinho” de existência, só nós últimos 10 anos passei a ter acesso a essa maravilha digital.

    Júnior,
    não é questão de achar que são deuses ou não, é questão de poderio militar. Mas não se constranja e fique a vontade para também propor uma maneira de colocar os EUA de joelhos sem morrer no processo. Afinal, isso virou um hobie por aqui.

    Um abraço a todos.

  70. Francoorp disse:

    bateias = baterias

    lançado sobre os Statesa= lançado sobre os States a

    Só vi agora os erros, estas baterias de hidrogênio, são as células de hidrôgenio, aquelas que podem ser montadas nos carros, motos, lanchas, etc.. tem peso relativo ao valor de energia elétrica que deve ser produzido.Me espressei mal.

    E seria o Ideal para acompanhar a ogiva EMP/E-bomb dentro de um veículo lançador!!

    Desculpem os meus erros.

    Valeu!!

  71. Bosco disse:

    “Que eu saiba, ainda não há nenhuma tecnologia capaz de gerar uma “onda EMP” direcional a partir do espaço.”

    Francoorp, eu me referia a uma hipotética antena geradora de EMP a partir do espaço usando energia solar que o MA citou.
    Eu estou cansado de saber que detonações nucleares em grandes altitudes produzem EMP, que EMP afetam equipamentos eletrônicos (de todos e não só americanos), que EMP podem ser gerados por meios convencionais, etc.
    Mas também estou careca de saber que os EUA é que começaram essa estória toda. Os links que você postou são de origem americana. Que eles já vêm protegendo seus equipamentos há décadas. Que eles estão mais adiantados que outros nessa tecnologia.
    Claro que os russos podem ter uma arma geradora de EMP que leve os EUA de volta a Idade da Pedra, assim como podem ter uma máquina do tempo e façam um SPETSNAZ voltar no tempo e matar o Ronald Reagan no berço, mas aí foge do que é de conhecimento geral e fica inviável qualquer tipo de argumentação.

    Um abraço a todos e agora eu vou comandar um submarino Los Angeles no meu Dangerous Waters pra espairecer.

  72. Francoorp disse:

    “Claro que os russos podem ter uma arma geradora de EMP que leve os EUA de volta a Idade da Pedra, assim como podem ter uma máquina do tempo e façam um SPETSNAZ voltar no tempo e matar o Ronald Reagan no berço, mas aí foge do que é de conhecimento geral e fica inviável qualquer tipo de argumentação.”

    Grande forma de dizer que não temos informações sobre os Russos, mas creio que lembras da Guerra Fria, e no fim todos viram que a Rússia era e ainda é potente e tecnologica.

    “Francoorp,
    primeiro, não vejo razão para atacar os EUA. rsrsr
    Ruim com eles pior sem eles.
    Mas isso é questão de gosto e claro, respeito sua opinião. Só não acho que os 300 milhões de americanos devam ser “pulverizados” rsrsr”

    Quando falo achar uma brecha para poder derrotar os Yankees, não é preciso pulverizar os 300 milhões de habitantes, isso não foi o que disse!!

    Mas eu acho que 2 bombas atômicas lançadas contra a humanidade, mais todas as guerras e vítimas das agressões e ditaduras dos Yankees na segunda metade do seculo XX, justifiquem sim um ataque contra eles.Mas quem vai fazer isso eu não sei, mas que os USA têm um grande debito com a humanidade tem, e mais cedo ou mais tarde vai ter que paga-ló!

    Valeu, tivémos um bom debate!!

    Boa noite e bom jogo pra ti!!

    Boa noite pra você também MA!!

    Valeu!!

  73. Mauricio R. disse:

    Belas ilustrações, das futuras jantas de JDAM.

  74. Mazzeo disse:

    EMP é apenas uma onda eletromagnetica de um comprimento especifico.

    Quando um condutor é exposto a uma onda eletromagnetica este campo gera uma corrente nesse condutor, tá ai o principio que o EMP usa pra FRITAR tudo que não estiver blindado.

    Porem não é fisicamente dificil se precaver desse tipo de dano, uma gaiola de faraday, com a malha aterrada impede TOTALMENTE qualquer dano, e não importa a potência, pois usa-se esse expediente para proteger equipamentos de raios, que tem uma carga enorme.

    Antes que perguntem, não precisa estar fisicamente em contato com o solo para aterrar algo, pode-se usar até mesmo o ar atmosférico, como o fazem os aviões.

    O problema sobre esses comentários a respeito do EMP é o foco tomado e que muita suposição está sendo utilizada. Em uma detonação nuclear, grande parte da energia dissipa-se como emissões eletromagneticas e de outras particulas, principalmente Alfa e Gama, mas o que causaria mais danos seriam os Raios X “leves” ou “suaves”. As grandes revoluções na construção dos artefatos nucleares foram baseadas na compreensão e manipulação dos Raios X.

    Porem, uma camada de 1/4 de polegada de Styrofoam (uma espuma de poliestireno) já dificultaria bastante um dano causado pelos Raios X.

    Tanto os americanos, como os chineses, franceses, e mais uma pá de paises investe uma parcela consideravel de recursos e tempo pesquisando isso desde os anos 50, mas não chegam nem perto dos russos, ainda assim eles não conseguiram desenvolver uma arma “efetiva” usando esses principios.

    Na epoca da Guerra-Fria, tanto os EUA como a USSR tinham planos para atingir o C3 do inimigo detonando uma ou mais grandes ogivas termonucleares (chamadas de bombas de hidrogênio ou bombas de fusão) sobre o território inimigo para “apagar” os equipamentos não protegidos, porem era apenas uma tentativa no caso de um confronto nuclear maciço, nunca ouve nenhum teste nuclear no espaço, e a fisica de hoje não nos permite dizer o alcance e a extensão dos danos.

    Porem é facil prever que tipos de radiações e emissões eletromagnéticas serão dispersadas por um ou mais tipos de geradores (grandes explosivos quimicos ou nucleares) e precaver-se contra eles apenas “setando” o intervalo entre as malhas de isolamento e o material e quantidade de aterramento necessária.

    Alem disso, o C3 de muitos paises ficaria prejudicado, não são apenas os EUA que usam satélites. E não apenas para fins militares, pois para apagar os satélites sobre uma area que resolvesse o “problema iraniano”, por causa da geografia, teriam que apagar 90% dos satelites que servem a Russia, que país faria isso sem esperar uma retaliação enorme de todos os lados?

    Agora, como ato terrorista, (terrorismo de estado?) já sai da visão da minha simploria analise.

    Fica um endereço que indica o grau de seriedade com que os americanos “civis” levam na proteção dos seus equipamentos, imagine a militar.

    http://www.unitedstatesaction.com/emp_and_faraday_cages.htm

    Outra coisa, tive oportunidade de estar em embarcações americanas, tanto a serviço da MB quanto nos EUA, e posso lhes dizer que TUDO lá é protegido, se marcar até os acionadores eletricos dos fogões, e isso em embarcações com 20 anos de serviço até mais, fica apenas como impressão pessoal.

    Não estou de acordo com muitas das posições americanas, tão pouco das suas ações, porem atendo-me a fatos, fica mais facil ilustrar uma situação e discutir a realidade de uma ação contra o Irã e quais suas provaveis linhas de ação após.

  75. Challenger disse:

    Galante

    Me perdoe off topic, mas gostaria que vcs aí do blog fizessem uma matéria sobre o Missil Terra-Terra MT-300 da avibras, e o que virou aquele programa.

    Pode apagar este post se quiser.

    perdão e valeu.

  76. x-men disse:

    Já vimos esse jogo de bombardeios aéreos noturnos, stealths em luas novas e ataques tipo video game em 1990. Acho que a guerra atual ocorrerá pela neutralização de sinais e meios de abastecimento humano.

  77. Galileu disse:

    Bosco francoorp e companhia, esse meio EMP que vocês se referem são o mesmo que a “bomba de grafite” americana?, se não me engano é esse o nome, que emite pulsos eletromagnéticos….

    Se for eu sou o bozo se os yankess não usaram no Iraque.

    Outra coisa, uma opinião minha, muito foi estudado na época da Guerra Fria a chamada Guerra nas estrelas, satélites caçadores de satélites, mas eu não acredito que tenha sequer 1 satélite desse tipo, seria paranóia acreditar que teria uma ogiva em orbita……se hoje é muitoooo arriscado por imagina antes.

    E também não acho que tenha satélites imunes a PEM.
    1•vácuo a pouco tempo não lembro o ano o sol travo alguns sistemas de satélites inclusive GPS de uso civil.
    2•Naquela época da corrida espacial não tinha como hoje não há conhecimento de ter um material leve para aplicar em satélites o tornando imune a PEM.

    E pra finalizar, quem disse que o russos não tem ou tiveram pesquisas mais avançadas nisso, lembre-se que até a queda da URSS a rússia sempre esteve um passo a frente no corrida espacial.

    Se eu falei algo errado favor não levar a sério

  78. MN-QS disse:

    Para quem usa o Google Earth aqui vai um link para um “kmz” de algumas “military facilities” no Iran

    http://bbs.keyhole.com/ubb/ubbthreads.php?ubb=showflat&Number=1228720

  79. Bosco disse:

    Mazzeo,
    muito esclarecedor seu comentário.
    Só acho que foram realizados alguns testes de detonações nucleares em grande altitude sim no final da década de 50 tanto por russos quanto por americanos.

    Galileu,
    não é a mesma coisa não. A “bomba de grafite”, que na verdade era uma ogiva de um míssil CALCM (salvo engano) disseminava filamentos de grafite sobre uma estação elétrica e provocava curto-circuito causando um “apagão”.

    Um abraço a todos.

  80. max disse:

    Debate interessantíssimo!
    Francoorp algumas das fontes que você mencionou (que não tenho certeza se são plenamente confiáveis) , Abovetopesecret( do qual sou membro não muito ativo) e Discovery channel também fazem menção à armas secretas Americanas que a dez anos atrás vaporizavam tropas Iraquianas na calada da noite e eram usadas inclusive em testes contra a população civil.
    È só procurar no google e no google videos por: laser weapons in iraq .
    Cuidado com videos fake que são bem curtos e toscos.

    Tem um longo documentário Italiano falando de iraquianos simplesmente derretidos dentro de veiculos sem ter havido nenhum som de ataque ou mesmo uma explosão. Tem até cenas de estranhos buracos nas carrocerias e testemunhos acerca de corpos “derretidos” com comentários de médicos Iraquianos.

    Já que estamos falando até viagem no tempo,
    não nos esqueçamos dos black triangles Americanos ,silenciosos e completamente stealth armados com lasers de alta potencia e da maquina de terremotos que alguem ( Chaves ) garante ter sido testada por eles no Haiti rs rs.

    Quanto ao fato de os Americanos terem explodido duas bombas atômicas sobre o japão matando centenas de milhares de pessoas , isso só apressou o fim da guerra que terminou com a rendição do japão uma semana depois de Hiroshima poupando talvez milhões de vidas para ambos os lados.

    Dresden na alemanha teve mais vitimas por bombardeios aliados do que Hiroshima e a “mãe” Russia matou e torturou desde o começo da revolução comunista, mais russos/sovieticos do que qualquer outra nação inimiga no mundo.
    Isso sim é que é divida para com a humanidade.

    “Mim axar qui istu naum ser apenas popraganda dus porcus Kapitalistas”

    Se Stalin se recusou a negociar a soltura do próprio filho preso em um campo de concentração alemão durante a segunda guerra ( inclusive reagindo friamente a noticia da morte do mesmo segundo relatos de pessoas próximas), o que ele não fez com as formiguinhas da classe operaria enquanto vivia uma vida de luxo digna dos antigos czares.

    Gulags anyone?

    http://en.wikipedia.org/wiki/Gulag

    Quanto às defesas aéreas Iranianas, vejo
    algumas armas incluindo o ZSU-23-4 Shilka que os A-10 já tinham como evitar e destruir desde os anos 80.

    Israel tem hoje mísseis anti-mísseis melhores que o patriot e testam lasers interceptadores já faz alguns anos( é só procurar pelos vídeos) mas eu não acredito numa retaliação Iraniana que tenha que passar por espaço aéreo ou terrestre Iraquiano/Americano . Alguem em sã consciência acha isso possível?.

    O Irã está cercado de um lado por tropas Americanas no Afeganistão que são abastecidas inclusive através de aeroportos de ex-repúblicas Soviéticas.
    Do outro lado as já citadas tropas da coalisão no Iraque.
    No mar a frente uma frota de navios não somente Americanos mas de diversos países aliados.

    E os Iranianos estarão sozinhos nessa fogueira, nem a China nem a Russia vão gastar dinheiro pra defender os Aiatolas. Os outros países muçulmanos não morrem de amores pelo regime Xiita na verdade há até um conhecido
    ódio entre Xiitas e Sunitas.

    Quando Sadam Hussein estava sendo provocado
    pelos xiitas iraquianos segundos antes de ser enforcado, o maior insulto que ele desdenhosamente lançou contra eles foi:
    Persas! Persas!

    Os melhores radares que eles tiverem em operação não serão páreo para modernos mísseis anti radiação que inclusive contam com defesa contra interferência eletrônica fazendo uso da fonte de interferência um alvo .

    This mode, called ‘home-on-jam’, actually makes the missile’s job easier. Some missile seekers actually target the enemy’s radiation sources, and are therefore called “anti-radiation missiles” (ARM). The jamming in this case effectively becomes a beacon announcing the presence and location of the transmitter. This makes the use of such ECM a difficult decision; it may serve to obscure an exact location from a non-ARM missile, but in doing so it must emit signals which can be exploited by an ARM type missile.

    No mais acho que as novas gerações se esqueceram da Humilhação que Israel impôs
    aos países vizinhos que contavam com tropas mais numerosas e bem armadas na “Guerra dos seis dias” e tempos depois quando foram vitimas de um ataque covarde durante um feriado religioso desta vez pela Siria e Egito na “Guerra do Yom Kipur”.

    Uma outra coisa que não se pode esquecer,
    um hipotético ataque nuclear contra Israel mataria milhões não somente de Judeus mas também de Palestinos e cristãos e a inevitável nuvem de radiação nuclear que se seguiria atingiria diversos países vizinhos.

    È claro que uma retaliação na mesma moeda com juros e correção monetária
    partiria das forças aliadas transformando o Irã na maior e mais inóspita planície deserta do mundo sendo os espólios (petróleo) repartidos até mesmo entre Russos e Chineses numa espécie de compensação pela “neutralidade”.

    O melhor que poderia acontecer para o bem do povo Iraniano, é que um novo Aiatola menos radical assumisse o poder já que o
    Mahmoud Ahmadinejad é apenas um boneco do regime.

    O que assusta e ver a mesma história se repetindo e
    quase com os mesmos atores. Será que nós humanos deixamos de aprender com os nossos erros?
    Acho que sim.

    Abraço a todos,
    Capitalistas e comunistas, Gregos e Troianos

  81. Cor Tau disse:

    A pior das loucuras é sem dúvida pretender ser sensato num mundo de doidos…….

  82. DV disse:

    A principal defesa anti-aerea do Irã é a sua grande rede de túneis.

    O presidente do país subiu na política como engenheiro de túneis, a partir de uma bizarra associação de construtores de túneis.

    Essa estratégia iranaia já levou os EUA a fazerem um grande esforço na obtenção de informações sobre estruturas subterrâneas e na atualização do seu arsenal anti-bunker:

    http://www.nytimes.com/2010/01/06/world/middleeast/06sanctions.html

    http://www.wired.com/dangerroom/2010/01/irans-nuclear-molemen/

    O problema é que com túneis em zig-zag a força de uma explosão é rapidamente dissipada.

    Por isso, eu acho que os sistemas AA e os obsoletos caças iranianos são(serão) o menor dos desafios nessa história. Para destruir uma boa parte das estruturas, acho que as bombas anti-bunker só vão abrir caminho, mas é o pessoal da botina que vai ter que “finalizar”.

    Eu imagino que seja por esse tipo de necessidade de rápida penetração que os USMC insiste tanto em seus caros e complexos CV22 Osprey.

  83. Felipe Cps disse:

    Bronco em 22 mar, 2010 às 18:02:

    Perfeito!
    ______________

    Nossa achei que o Irão tinha mais alvos pra IAF treinar ataque ao solo. Até que nem são tantos… :) Como diriam os gringos: “piece of cake”… Ou como diríamos nós: “mamão com açúcar”…

    No mais, o objetivo de um ataque não será a conquista territorial (nada de “terceira frente”), mas apenas a aniquilação das instalações nucleares iranianas, atrasando suas pretensões atômicas em algumas décadas, mais ou menos como foi com o Irak de Saddam, mas num grau um tanto mais complexo, por se tratar de um país algo mais avançado tecnologica e militarmente.

    Também duvido que Tio Jacó ataque alguma usina nuclear, a não ser que esta seja absolutamente essencial para a descontinuidade do projeto atômico iraniano. O objetivo é atingir o programa nuclear militar, não a geração de energia. E atacar usina nuclear é um troço pra lá de embaçado: um vazamento no núcleo do reator pode produzir um furo que atravesse a crosta terrestre (teoricamente poderia atingir o núcleo da Terra, com consequências imprevisíveis).

    A Força Aérea Iraniana não tem a menor chance contra a IAF, embora conte com alguns vetores até interessantes, como F-14 (20 operacionais), MiG-29 (40), Mirage F-1 (24), F-4D/E Phantom II (47), F-5 A/B/E/F (65), Sukhoi´s, etc. Entretanto, não sabemos as armas que contam. Obviamente que a maioria será destruída em terra ou escondida.

    http://en.wikipedia.org/wiki/Islamic_Republic_of_Iran_Air_Force

    Assim, dada a simples superioridade numérica israelense, creio que não haverá problemas em destruir em terra as defesas iranianas. E olha que nem chegamos na qualidade e atualidade dos vetores aéreos iranianos.

    Quanto à rota, acho que será via Jordânia e Irak (ocupado) mesmo. Os jordanianos sempre terão a desculpa de não terem força aérea para se opor à poderosa IAF e, como árabes sunitas, também não devem estar gostando muito de ter um Irão (xiita) nuclear. Vão “fingir que não viram” e tocar a vida adiante.

    Enfim, o Ahmadinejad está blefando com gente séria. Uma pena que o povo persa tenha de pagar pela loucura de seus dirigentes.

    Ah, e tirem os EUA da discussão pessoal, coé! Tio Jacó sabe e pode se defender sozinho muito bem obrigado. Além do mais, se os EUA entrassem na confusão não teria nem graça…

    Sds.

  84. Curioso disse:

    Excelente matéria!Parabéns

  85. OTV disse:

    Quando os EUA fazem propaganda anti terror eu fico muito desconfiado dos interesses por detrás do marketing.
    Quando esta bomba vier para o nosso lado…..

    http://www.webartigos.com/articles/22497/1/Teorias-da-Conspiracao-Clube-Bilderberg-e-Dialogo-Interamericano/pagina1.html

  86. Theo Gatos disse:

    Apesar de o Irã não ser arabe é muçulmano e qualquer ataque poderia desestabilizar mais ainda a região. Israel poderia sim efetuar o ataque como já fez antes com a Síria e o Iraque, mas sem o apoio dos EUA ficaria mais difícil, principalmente para liberar os espaços aereos pelo caminho, fora que a USAF faria um ataque muito preciso com B-2 apoiado por Israel e seus recursos se fosse o caso facilitando o trabalho, mas uns posts abaixo já se vê o recente abalo nas relações EUA-ISRAEL, não sei se os EUA apoiariam com tanto entusiasmo esse ataque, mesmo porque, apesar de conseguirem fazer o ataque em si, conter a reação Iraniana seria mais difícil.

    Não tenho conhecimento o suficiente para comparar com precisão o Iraque ao Irã, mas sabemos que o Irã hoje possui armas para retaliar Israel mais precisas do que os Scud que o Iraque usou durante a tempestade no deserto, pode ser que o custo pós-ataque fique mais caro desta vez a ponto de os EUA não estarem dispostos a arriscar pagar.

    Sei que vimos que as defesas aéreas do Iraque à epoca ‘cairam de joelhos’ diante dos ataques da USAF com a mais moderna tecnologia e que a defesa do espaço aéreo de um país seja o Irã, seja o Brasil não pode depender apenas destes meios anti-aéreos, a melhor resposta não viria do solo e sim do próprio ar com os caças, mas de maneira nenhuma devemos deixar a defesa anti-aérea de lado, ela é uma peça no tabuleiro e que pode dificultar a vida do inimigo em caso de ataque, acho que o Brasil deve adquirir sim novos sistemas como o Tor-II (as nossas baterias atuais são defasadas e de baixa cobertura) ainda mais considerando nosso TO atual, só não concordo em concentrar toda a defesa neste sistema.

    Sds.

  87. Theo Gatos disse:

    Uma pergunta, perdão pela ignorância, mas sabendo de toda a tecnologia de satélites e espionagem desde a guerra fria, o Irã não escolheu a disposição e guarnição de suas defesas de forma chamativa ou óbvia demais? Alguns desenhos geométricos no solo de uma das fotos parece até campo de pouso extraterrestre… (rs)

    E por aqui, será que é possível ‘camuflar’ melhor sistemas anti-aéreos na nossa paisagem menos ‘desértica’? Isso não dificultaria mais os ataques cirúrgicos?

    Sds.

  88. Lol disse:

    Com alguns MiG-31 as chances de um B-2 passar sobre o Irão seriam reduzidas.

  89. Bulldog disse:

    Não dá pra afirmar nada antes de saber: Quantas baterias S300 o Irã possui? Quantas estão operacionais? Qual o grau de modernização dos F-5 deles? Estão operando mísseis BVR? Pq simplesmente as defesas AA não dão conta. Tem que usar os caças nessa tarefa. Tudo somado e operacional sabemos que não faz frente ao que israelenses (americanos) enviarão. Mas é suficiente para os custos do ataque serem proibitivos? Há chance de contra-ataque sobre Israel? Pq ai faz diferença sim. A diplomacia ganha tempo. E a bomba tmb.

  90. Leandro Requena disse:

    Essa história ainda vai terminar mal…

  91. MA disse:

    Parabeniso o blog por uma das maiores jogadas que presenciei desde o “desafio tático” do Marine!

    Bosco e Mazzeo, até onde eu sabia, gaiola de faraday só impedia passagem de campo elétrico e não impedia que uma alta ddp induzida por campo eletromagnético fosse estabelecida em qualquer componente dentro dela.

    Além disso, gostaria só de lembrar que essa suposição toda começou quando eu disse que “Excetuando-se aqueles países com capacidade de inutilizar os satélites americanos” e também que só usariam isso em última instancia, como metódo com danos mútuos mas que não comprometeria a existência da raça humana (caso das armas nucleares) mas ao menos daria maior chance de vitória ao defensor. Ou seja, seria mais ou menos um ato de “desespero racional”.

    Muito obrigado srs. Excelente discussão!

  92. Renato disse:

    Acho que estamos nos esquecendo de alguns detalhes, os iranianos não são sírios ou iraquianos. Segundo o site sistemasdearmas no Vale de Bekaa os sírios não cumpriram alguns procedimentos básicos para proteger suas defesas antiaéreas, o que facilitou o trabalho da IDF. E pelo que o pessoal do ACIG comenta sobre a guerra Irã-Iraque os militares iraquianos eram tão eficientes quanto stormtroppers num filme de guerra nas estrelas, atiram muito e não acertam nada. Obviamente que haviam suas ilhas de excelência, como os pilotos de Mig-25, mas não era a regra.

    Para piorar, os iranianos foram treinados dentro da doutrina americana e no geral demonstraram ser pilotos competentes, imagino que outros militares também sejam. Por anos bastava um F-14 nos céus para botar esquadrilhas iraquianas para correr. E isso não é só mérito da máquina, mas da tripulação. Mesmo com todos os embargos que sofreram durante o conflito Irã-Iraque ainda conseguiram encarar-los no auge de sua força militar. Adicionalmente os iranianos devem ter observado cuidadosamente as táticas e doutrina israelense nas batalhas contra o Hezbollah.

    Por fim, o corredor aéreo criado na Guerra do Golfo teve apoio de forças especiais. Uma opção que acho um tanto mais complicada para aplicar no Irã, principalmente não sendo este um caso de invasão. Acho muito difícil fazer um ataque destes e mantê-lo como uma operação pequena.

    O que seria o sonho de consumo do Ahmenajad para esmagar a oposição interna. Um inimigo externo real é uma maravilha para qualquer ditador.

    Portanto, não considero o ataque impossível, mas acredito que seja uma abacaxi bem mais espinhoso que o do Iraque.

  93. Renato disse:

    Theo gatos, o uso de iscas é velho como a guerra, quem garante que todas essas formações AA são reais? E quais são ou não são? Haverá algo camuflado?

    Os caras sabem que os satélites estão lá, dá até para saber quando passam. Provavelmente estão levando isso em conta.

  94. Pela disposição da artilharia, a mesma está disposta em volta do “alvo” no vale cercada pelas cordilheiras, semelhante ao Afeganistão. Entrar com avião ali seria suicídio. O provável e um ataque com misseis de cruzeiro, mas aí entra a questão só os americanos possuem tal artefato e não os israelenses. Outra hipótese é tentar entrar com um vant no vale em direção ao alvo para atrair toda a artilharia de modo que as próprias bombas neutralizem a própria artilharia, destruindo ou causando danos ao alvo, como ocorreu no Ataque a Taranto pelos ingleses no início da IIGM. Os artilheiros dos navios e costeiros deram tantos tiros para todos os lados que no dia seguinte a cidade de Taranto é que parecia ter sido bombardeada e não os navios. Vide matéria na Revista Asas.

  95. Neste contexto é preciso lembrar as notícias recentes de que submarinos israelenses passaram pelo Canal de Suez com autorização óbvia dos egípcios. Se eles estiverem equipados com os mísseis de cruzeiro, poderão tentar um ataque para desviar a atenção da força atacante.
    O grande problema israelense é a grande distância e seus aviões não são tão capazes de perpetrarem um ataque e ao mesmo tempo se defenderem se forem contra atacados em território iraniano.
    A esta altura os serviços de inteligência, postos de observação de alerta avançados já devem estar instalados por lá e a tecnologia hoje está a venda para os dois lados.
    China e Russia também querem testar seus recursos tecnológicos e o Irã diferente do Iraque produz seus próprios equipamentos.

  96. De todo modo penso que um ataque ao Irã seja ele que amplitude for, uma bomba ou mil bombas, a verdade é se abrirá as portas do inferno, pois fatalmente a retaliação não será só no campo militar e estes filmes em que aparecem uma explosão de artefato nuclear em Washington poderá se tornar realidade mais cedo, com um irã clandestino.

  97. Cor Tau disse:

    A ambição é entre todas as paixões humanas a mais ferina nas suas aspirações e a mais desenfreada nas suas cobiças e todavia a mais astuta no intento e a mais ardilosa nos planos………

  98. urss disse:

    Sendo realista o Irao nao possui nada q possa mudar o resultado final, mas em caso de ataque com toda a certeza alguem la vai carregar nos botoes em tudo q tenha alcance para chegar a Israel.

  99. RLeal71 disse:

    Olhando tudo que está escrito acima… Penso: A JUSTIÇA E O RESPEITO SÓ EXISTEM ENTRE IGUAIS.

  100. Marine disse:

    Nossa pessoal ate papo de EMP tive hoje?! Calma ninguem um artefato desse e possivelmente nem mesmo os EUA.

    Russia nao tem dinheiro nem pra modernizar e repor seu arsenal convencional, a frota de subs so diminuindo, SU-35 sem estar operacional ate hoje, tanques defasados e ICBM que falham toda vez que voam. A China esta mais preocupada com modernizar o arsenal convencional e criar capacidades de guerra eletronica por hackers e misseis anti-satelites. Franca e Inglaterra mal conseguem comprar Rafales ou repor seus NAes. Enfim ninguem tem a prioridade ou o dinheiro pra bancar um investimento e depois tornar operacional um artefato desse. Entre existir teoria e video de Discovery Channel e estar nos arsenais mundiais sao anos-luz de distancia pessoal!

    Bem com relacao a materia devem ser analizadas varias coisas e dois protagonistas diferentes.

    1) Quem tem capacidade de atacar o Ira?
    Os EUA sem duvida e claro apesar de sofrer perdas varreria essa defesa aerea do mapa. Israel com seus novos UCAVs possivelmente faria o mesmo apesar de sofrer maiores perdas do que os EUA.

    2) Valeria a pena? Qual e o objetivo desse ataque?
    O problema reside ai. Nao e a duvida do “outcome” desse bombardeio e sim se impediria o Ira de construir a bomba por pelo menos uns 10 anos porque se o fizer por somente digamos 2-5 anos a maioria dos especialistas concorda que nao vale a pena.

    3) Duvido que a administracao Obama tenha peito pra fazer isso, sua base eleitoral simplismente nao permite! Os israelenses ate esse mes provavelmente so o fariam com aval americano mas agora que percebem que os EUA nessa administracao nao assinam embaixo tudo o que fazem podem muito bem decidir agir por si mesmos.

    Sds!

  101. Luan disse:

    Bah!

    Dois Marines agora,não á quem aguente rs.

    []‘s

  102. Renato disse:

    Considerações:
    1) O S-300 já foi entregue? Até onde se sabe, ele não foi. Se não foi, nenhum dos sistemas de defesa do Irã é capaz de ameaçar a IAF, que é a força aérea mais eficiente do mundo.
    2) Eu não acho que o ataque acontecerá tão cedo. A situação política com os palestinos tá meio problemática – situação que foi deliberadamente preparada pelo Irã. E os EUA estão atolados até o pescoço no Afeganistão e no Iraque.
    3) Como as defesas do Irã são de curto alcance, se a IAF ou a USAF atacar, o estrago será total – inclusive político. Sabe Deus o que vai virar o lugar após um ataque.

  103. DV disse:

    player em 23 mar, 2010 às 21:39

    Ótimo material! Obrigado. Se for assim mesmo, demonstra-se que mesmo com a melhor e mais poderosa tecnologia anti-bunker algumas estruturas subterrâneas permaneceriam protegidas.

    É por isso que eu disse que o verdadeiro problema não é o que está em cima do solo. Perdão pelo jogo de palavras, mais o buraco é mais embaixo!

  104. Cor Tau disse:

    “Olhando tudo que está escrito acima… Penso: A JUSTIÇA E O RESPEITO SÓ EXISTEM ENTRE IGUAIS.”

    Perfeito senhor………..

  105. Karmann disse:

    Max, parabéns pelo comentário. Como tem que ser, lúcido e equilibrado. Uma pérola no meio de tanto ranço.

  106. Paulo disse:

    O problema não é bélico, é político/religioso. O Irã vai usar seus fanáticos religiosos para defender o solo pátrio, coisa que no Iraque não existia. Atacar será uma coisa. Conquistar, outra bem diferente.
    Se o Irã conseguir uma retaliação mínima que seja a Israel, mas que cause um estrago considerável, logo Israel será atacada em bloco por Síria e facções islâmicas como Hamas, Hesbolah, Fatah, Al Qaeda e congêneres, que hoje se abrigam no Líbano, Síria, Palestina e outros países árabes.
    Estará aberta a Caixa de Pandora.

  107. Ilya Ehrenburg disse:

    Sr. Renato.

    Os S-300PMU, não foram entregues. E duvido que os mesmos o sejam, antes do previsto e decantado, ataque.

  108. Renato disse:

    Obrigado, Sr. Ilya. Eu já suspeitava que os S-300 não tinham mesmo sido entregues. Sem o S-300, a IADS iraniana é um sistema mais fraco que a iraquiana de 1991, e ainda por cima espalhada por um território maior, com uma força aérea mais fraca em termos numéricos, qualitativos e quantitativos. Como eu disse, a parte militar não seria problema, a IAF sozinha esmagaria a IRIAF (a força aérea iraniana) em menos de 1 semana. O duro é a parte político-religiosa, que no Oriente Médio é sempre muito embolada. Nisso eu concordo totalmente com o Sr. Paulo. Ia virar uma guerra total na região.

    Getulio: Israel possui mísseis cruise sim, o Popeye e o Delilah estão operacionais já faz um tempo. Israel jamais atacaria a baixas/médias altitudes, eles sabem que seria suicídio fazer isso em qualquer lugar onde se suspeite que o inimigo possui MANPADS/AAA. Israel possui JDAM, SDB, Delilah, Popeye, Whizzard e outras armas que podem ser usadas de fora do envelope das defesas de ponto. Além disso, hoje Israel possui algo que não tinha em 1982, no ataque contra Osirak: aviões-cisterna. Decola sobrecarregado no cair da noite, reabastece sobre o Mediterrâneo, disfarça onde os aviões vão (isso é fácil, Israel costuma voar a países europeus para simular voos de longa distância), metade dos aviões fica ‘enrolando’ até acabar o combustível enquanto a outra metade detona Ahmadinejad, ou faz algo similar. Se eu que sou bobinho penso assim, imagina o que eles (IAF) pensam. 1967 não foi muito diferente.

  109. Baschera disse:

    Boa discussão.
    Mas não vejo empecilhos para a IAF ou a USAF.
    No entanto, a maior ameaça a quem se dispuser a atacar o Irã é naval.

    Lembro, também, que o CS da ONU dispôs resolução que impede que o Irã adquira armas ofensivas, mas não as de cunho defensivas. São os tais embargos. O que não impede que as produza localmente ou receba de contrabando.

    Sds.

  110. Persa disse:

    A melhor defesa contra os poderosos ainda é o terrorismo. Um ataque ao Irã vai desencadear uma serie de atentados cirurgicos ou não em todo mundo ocidental.
    Não há ação efetiva contra o terror, voce sempre pega o terrorista (n-1). O próximo ninguém sabe quem é.

  111. Jonathan Porto disse:

    Isso tudo vira brinquedo de tiro ao alvo para a USAF e para Força Aérea Israelense!!

    Somente o S-300 representaria uma ameaça mais séria!!

  112. Jonathan Porto disse:

    Só espero que tanto os S-300 quanto os S-400 não apareçam misteriosamente no Irã !!

    Isto só justificaria um ataque com a bomba “H” para poupar a vida das tripulações da USAF & US NAVY !!!

  113. diego disse:

    o irã sabe da superioridade aérea americana…por isso desemvolveu mísseis menores terra mar, destinados especificamente a atacar porta aviões e navios…eles nao podem atacar os aviões mas tem um cartel muito grande de possibilidades….está prestes a começar a terceira guerra mundial….

  114. em breve iremos atacar o irãn, e tomaremos o poderdo país.

  115. em breve iremos atacar o irãn, e tomaremos o poder do país.

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