terça-feira, dezembro 7, 2021

Saab RBS 70NG

Chile vai gastar 450 milhões dólares em equipamentos militares

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

O Chile se prepara para aprovar um pacote financeiro de US$ 450 milhões, que vai lançar novos projetos de modernização dos três ramos das Forças Armadas, incluindo a aquisição de cinco aeronaves de patrulha marítima C-295 EADS-CASA, relataram fontes próximas ao Ministério da Defesa.
Os fundos provêm da Lei do Cobre, que atribui 10 por cento das vendas da estatal Codelco para as compras militares. O dinheiro será usado também na aquisição de um segundo grupo de caças-bombardeiros F-16 de segunda-mão, fornecidos pelos Países Baixos, no âmbito de um contrato que foi assinado no final de maio, quando a presidente Michelle Bachelet fez uma visita oficial a este país europeu.

A Força Aérea também começará a comprar o primeiro lote de radares 3D fixos para instalação em suas bases, incluindo a compra de um total de nove radares de logno alcance para controlar o espaço aéreo nacional, informou a agência de notícias DPA. Além do radar, a Força Aérea e o Exército deram início à aquisição dos primeiros elementos de um sistema comum de defesa aérea, incluindo as plataformas fixas e móveis, para lançar mísseis terra-ar, com seus correspondentes sistemas de direção de tiro.

O Exército, vai adquirir um primeiro lote de 200 transportadores blindados de pessoal Marder A3 (foto), que serão comprados de segunda-mão na Alemanha, para substituir o transporte blindado M113 das brigadas destacadas no norte do país.
Também iniciou-se a compra de um segundo lote de obuseiros M-109, também da Alemanha.

A Marinha irá financiar a compra de um lote de cinco aeronaves C-295 de patrulha marítima, fabricado pelo consórcio europeu EADS-CASA, completando os planos para adquirir um total de oito novas aeronaves deste tipo no âmbito do Projeto Albatros.
A Marinha também receberá recursos para a construção de um terceiro e quarto navio-patrulha (PZM) de 81 metros de comprimento e 1.800 toneladas de deslocamento.
Notavelmente, os 450 milhões de dólares não vão cobrir o custo total de novas aquisições, mas permitirá a compra inicial.

As Forças Armadas chilenas acumularam entre 1990 e 2008, cerca de 9 bilhões de dólares, provenientes da Lei reservada do Cobre. Um total de 2,9 bilhões de dólares, equivalente a um terço das verbas inicialmente recebidas, estão guardadas.

De 1998 até hoje, o Chile comprou dois novos submarinos, 350 modernos tanques Leopard 1 e 2 de segunda-mão, 24 obuseiros M-109 auto-propulsados suíços, 10 caças F-16 novos e 18 de segunda-mão, oito fragatas modernas de segunda-mão, 400 blindados M113, YPR-765 e Marder, 12 helicópteros Bell 412 e dez helicópteros de transporte Cougar EC-725.

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Tiago Jeronimo
Tiago Jeronimo
12 anos atrás

Vai começar o chororô.

“O Chile tem e nós não! Buááááá….”

Ulisses
Ulisses
12 anos atrás

Pronto,lá vem a artilharia!(comentários) rsrrsrsrrssr

Bonifácio
Bonifácio
12 anos atrás

O Chile é um país admirável. Desde sempre sempre manifestou uma grande maturidade geopolítica e bastante determinação. Considerando que não é um país populoso ou abundante de recursos, apesar de ter um bom nível de vida, dificilmente poderiam fazer melhor. Ainda assim são obrigados a se contentarem com muito material de segunda-mão. Se o Brasil tivesse a mesma determinação e a mesma consciência dos perigos do mundo que tem o Chile, teríamos com certeza forças armadas capazes de dissuadir qualquer potência militar do planeta de qualquer aventura por terras sul-americanas. Hoje contamos com a sorte, mas um dia ela pode… Read more »

gaspar
gaspar
12 anos atrás

a nossa diferenca pro Chile esta nos politicos, aqui eles embolsariam esses 10%… la nao, la vai pra onde o dinheiro eh destinado…

GustavoB
GustavoB
12 anos atrás

Escreveram bem, o Chile vai GASTAR..

Paulo Taubaté
Paulo Taubaté
12 anos atrás

Parece que os Bandeirulhas deles vão poder se aposentar por tempo de serviço (bons préstimos), enquanto os nossos vão ter que se aposentar somente pela compulsória, aos 70, se não alterarem para 75….

João Curitiba
João Curitiba
12 anos atrás

Disso tudo só lamento que não somos nós a estar fornecendo todos estes equipamentos a eles.

William Canaris Jr.
William Canaris Jr.
12 anos atrás

Muito bom exemplo que o Chile nos traz, com boas aquisições de material bélico de oportunidade, usados e em bom estado de conservação. Enquanto isso, o Brasil teima em “produzir” localmente bens de uso bélico anti-econômicos e de baixa escala de produção, como por exemplo, a historinha dos caças alcunhada de Progrma F-Xn.

William Canaris Jr.
William Canaris Jr.
12 anos atrás

Em tempo: já imaginaram se tivéssemos um fundo semelhante do chileno? Com certeza estariam usando em obras do PAC e em desvios mil, com a anuência dos nossos “grandes” políticos do Senado e do Mininstério da Defesa. Usariam a verba pra construir de maneira superfaturada alguma escolinha nos confins da Amazônia, afirmando que teria aplicação na “defesa” da região amazônica. A aquisição de equipamentos deve ser o foco dos grandes contratos das FFAA, haja vista que o sucateamento é evidenciado a cada dia. A construção de instalações complementares não pode ser financiada por fundos como esse do Chile, pois é… Read more »

Marcelo Tadeu
Marcelo Tadeu
12 anos atrás

Pessoal, quem tem que se preocupar com o Chile é o Perú, já viram a corrida armamentista entre os dois países? Será que teremos um conflito nos próximos anos? Sei não!!!!

PVSO
PVSO
12 anos atrás

“Muito bom exemplo que o Chile nos traz, com boas aquisições de material bélico de oportunidade, usados e em bom estado de conservação. Enquanto isso, o Brasil teima em “produzir” localmente bens de uso bélico anti-econômicos e de baixa escala de produção, como por exemplo, a historinha dos caças alcunhada de Progrma F-Xn.”

Quanto imediatismo!!!!

Basear a espinha dorsal de sua força de defesa em equipamentos usados é ter MEIOS de defesa, mas não necessáriamente CAPACIDADE de defesa.

RJ
RJ
12 anos atrás

“João Curitiba em 04 mai, 2009 às 11:25
Disso tudo só lamento que não somos nós a estar fornecendo todos estes equipamentos a eles.”

Somos dois. Mas pelo menos os A-29 nós vendemos!

Baschera
Baschera
12 anos atrás

Baba Baby, Baba….. o Galante vai entender… rsrsrsrs.
Ficou boa a tradução.

Os carinhas ainda tem “gardados” mas Us$ 2,9 Bi para gastar, algo maior do que se pretende no FX da FAB, que aliás, está para completar 15 anos de espera. Minha filha mais velha completou ontem 15 anos…… talvez com 30 anos o FX já tenha acabado…..

Sds.

virtualxi.phalanx
virtualxi.phalanx
12 anos atrás

Está se tornando rotineiro O CHILE HUMILHAR O BRASIL.

Cantarelli
Cantarelli
12 anos atrás

Bem o chile tera vetores novos mais tera como mantelos? numa posivel guerra? vide a argentina com apenas 6 misseis ja o brasil fabrica misseis ……

João Curitiba
João Curitiba
12 anos atrás

Cavalheiros US 450 milhões é 10% do que o Brasil vai gastar somente com os 50 EC 725 Super Cougar. Com a diferença de que eles serão montados aqui e poderão ser exportados no futuro pela Helibrás. O País está investindo na infraestrutura tecnológica. Quando começarmos a colher os frutos, o céu será o limite. Enquanto o Chile anuncia querer comprar 5 C 295 Casa (aeronave que nós já possuímos) para patrulha maritma, nós já temos em operação os R 99 e derivados, fora os P 3 Orion que entrarão em operação, sem contar com os Bandeirulha. Com a diferença… Read more »

Felipe Cps
Felipe Cps
12 anos atrás

Baba baby, baba, rsrsrs…

O Chile pode não ser o mais rico, mas é o país mais organizado da América do Sul. Parabéns para quem faz muito com pouco. Tivéssemos a organização dels e nossas FFAA seriam disparado as mais poderosas do Hemisfério Sul.

Abs.

Zero Uno
Zero Uno
12 anos atrás

João Curitiba em 04 mai, 2009 às 13:55 Mandou bem meu velho. É isso mesmo. Felipe Cps em 04 mai, 2009 às 14:06 Na boa meu brother: Os únicos que estão banbando aqui são aqueles que simplesmente desejam ter o seu poderio bélico TOTALMENTE dependente de nações estrangeiras, coisa que o Brasil está lutanto com veemência para que não aconteça conosco. Você se esqueceu do exemplo da Guerras das Malvinas? Vou te lembrar: A Argentina queria comprar mais mísseis Exocet da França – pura aquisição e sem transferência de tecnologia na 1a compra. Quando o conflito estourou contra a Inglaterra… Read more »

Zero Uno
Zero Uno
12 anos atrás

virtualxi.phalanx Está se tornando ROTINEIRO é o Chile não saber usar os 10% dos lucros com o Cobre. Este dinheiro poderia ser usado em PESQUISA & DESENVOLVIMENTO de tecnologias navais, aeroespaciais e terrestres – no que tange às Forças Armadas. Imaginem se o Brasil tivesse em seu dispositivo constitucional por exemplo, se 10% dos lucros da exploração de petróleo fosse DIRETAMENTE usado para fortalecer nossas Forças Armadas?! No Chile isso é lei e – falo pela 2a vez – há movimentos dentro do Congresso Nacional Chileno para diminuir a porcentagem ou simplesmente acabar com esse dispositivo constitucional. Pois é isso… Read more »

Gustavo
Gustavo
12 anos atrás

nossa, uau o chile vai comprar tudo isso!!!

é só o que faltava ficar impressionado com isso ae!

a diferença é que somos um país gigante, precisamos muito mais equipamentos do que apenas uma dúzia de f16 e de helicopteros, aposto que se o Brasil fosse dividido no meio seriamos muito mais bem armados do que somos hoje!!!

Marcelo Tadeu
Marcelo Tadeu
12 anos atrás

Vide tb o exemplo da Argentina nos anos 50. Ela construiu um avião de caça a reação! O Brasil estava cheio de P-47, T-6, C-47 usados… Só que o governo Perón importou tudo, até os técnicos. Conclusão o protótipo está lá no museu da FAA. Enquanto isso, um homem visionário, Brigadeiro Montenegro Filho, criava o ITA em 1952 e apostava no trinômio ensino-pesquisa-industria, o resultado está aí. O CTA é um dos mais respeitados centros de pesquisa do mundo, junto com o MIT e outros, a Embraer é a 3ª industria aeronáutica do mundo e o Brasil hoje cria padrões… Read more »

GustavoB
GustavoB
12 anos atrás

Sempre é bom repetir:

“Amadores discutem estratégia, diletantes discutem tática e os profissionais discutem logística”

Ondem ficam aqueles que discutem equipamentos?

Bonifácio
Bonifácio
12 anos atrás

Caros, O ponto é que o Chile se esforça ao máximo para manter forças armadas à altura dos seus desafios. A questão sobre se a forma como eles gastam é eficaz ou não fica em aberto. Mas esta questão não é importante para o Brasil, pois nós temos massa crítica para desenvolver a nossa indústria e a nossa tecnologia bélica. Assim, o Chile é um exemplo de como um país deve se esforçar para manter forças armadas preparadas, e nada mais. O Brasil tem que se capacitar para fabricar o seu armamento e nem deve pensar em material de segunda-mão.… Read more »

Wolfpack
Wolfpack
12 anos atrás

E eles têm a cara de pau de falar para o Governo Peruano que não existe nenhuma corrida armamentista na região. Por Favor!

Wolfpack
Wolfpack
12 anos atrás

Se o Brasil fosse reservar 10% do lucro com petróleo, minério de ferro, soja, carne, daria para comprar a Boeing e lever de troca a Raytheon. Os dias desta lei no Chile estão contados, ainda bem que todos os ônibus de Santiago estão em ótimo estado e a saúde e educação por lá são universais até na Patagônia Chilena… Por favor!

Patriota
Patriota
12 anos atrás

não acredito que esteja ocorrendo uma corrida armamentista pois o
estado em que as FAAs do Peru estão é lastimavel e pelo visto esta situação não vai mudar tão cedo

Felipe Cps
Felipe Cps
12 anos atrás

Zero Uno: Minha opinião, que já expressei em diversos outros posts é a de que deveríamos fazer as duas coisas: manter sim a prospecção de novas tecnologias, mas AO MESMO TEMPO adquirir meios eficazes, enquanto essas novas tecnologias/armamentos não chegam para as nossas FFAA, para que tenhamos uma defesa EFETIVA nesse meio tempo. O ideal, óbvio, seria não terem deixado a coisa chegar ao ponto que chegou, mas já que assim está, não adianta chorar nem esperar fatos futuros, o que se tem que fazer é investir grana, ainda que em compras de ocasião/prateleira. BUFUNFA MESMO! Isso porque em alguns… Read more »

Felipe Cps
Felipe Cps
12 anos atrás

Zero Uno, completando:

Mas se vc acha que o importante é contar pro resto do mundo quantas fábricas disso ou daquiloutro você tem, e o que diabos seus técnicos e cientistas estão pesquisando, ao invés de aparelhar e treinar FFAAs com equipamentos de qualidade, respeito sua opinião. Os gringos também agradecem, sorrindo de orelha a orelha…

Cantarelli
Cantarelli
12 anos atrás

Uhm mais numa possivel guerra sera que o chile teria como suprir suas FFAs ? vide os argentinos nas malvinas e nos teremos nossas proprias bombas misseis etc.. e ai vai sem falar em muniçao pra fusil isso nao falta kkkk

Francisco AMX
Francisco AMX
12 anos atrás

Pefeito Felipe Cps! falou “muito” mas falou “bonito”… os colegas não conseguem enchergar que um projeto industrial não é excludente de uma ação simples e imediata de aquisição, pois estamos numa precariedade sem tamanho! acham que capacidade industrial decide alguma coisa na guerra moderna! nenhum país da AL e a maioria do mundo pode acopar o Brasil, mas podem fazer nossas FA pagarem um preço alto demais peor um enfrentamento hipotético! só não vê quem não quer! tem uns aqui que usam a guerra do Vietnâ, de 40 anos, como exemplo do sucesso contra a maior potência do mundo, mesmo… Read more »

Felipe Cps
Felipe Cps
12 anos atrás

Francisco AMX: se nas Malvinas os militares que comandavam a Argentina tivessem um pouquinho mais de visão, armamentos um pouquinho melhores, e mísseis Exocet DISPONÍVEIS em uma quantidade maior, teriam posto a pique a frota inglesa, incluindo sua nau-capitânia, e aí meu amigo… e aí… AS MALVINAS SERIAM ARGENTINAS HOJE, e quem estaria chorando na ONU seria a GB!

Abs.

Marcelo Tadeu
Marcelo Tadeu
12 anos atrás

Acho difícil Felipe. Os EUA iriam forçar um cessar fogo antes disso acontecer e a Royal fleet estaria um pouco mais atenta depois dos primeiros disparos.

sds

Felipe Cps
Felipe Cps
12 anos atrás

Concordo qto ao cessar-fogo Marcelo, e é justamente isso, mas àquela altura os argentinos já tinham tomado posse da ilha. O cessar-fogo lhes seria benéfico, e grandemente prejudicial à GB. Ia ficar aquelas discussões eternas na ONU, tipo “a quem pertence a Cisjordânia” (exemplo), com sanções do Conselho de Segurança, e etc, mas fato é que a posse estaria em mãos argentinas. E aí restaria à Donzela de Ferro chorar.

Por isso que reafirmo: falar em defesa nacional é falar em equipamentos, treinamento e doutrina modernos. Parque industrial, P/D, etc. tudo isso é extremamente benéfico e importante, mas vem depois.

Dalton
Dalton
12 anos atrás

nao sei se seria tao fácil abastecer os cerca de 12.000 militares na ilha e no geral se os argentinos sao criticados por nao terem se armado melhor, o mesmo aconteceu com os britanicos.

Imaginem se o HMS Ark Royal IV nao tivesse sido descomissionado em 1978 juntamente com dezenas de outros navios e avioes?

Se os britanicos tivessem percebido que a Argentina estava equipando-se, digo, dois anos antes, acredito que os britanicos teriam reduzido os cortes.

mas, é tudo especulaçao, jamais saberemos com certeza o que poderia ter acontecido.

abraços

Ulisses
Ulisses
12 anos atrás

Amigos

As coisas por aqui “ficavam” só nas promessas,mas agora não ficam mais,se não MAR-1,URUTU III,SBR,Subnuc,EC-725,MAN-1 e etc não viriam!

Sds.

Felipe Cps
Felipe Cps
12 anos atrás

Amigo Ulisses, não vi nenhum Urutu-III rodando (aliás, vi diversas críticas ao projeto), nem o Sub-Nuclear (“The Eternal”) navegando, nem o “Opalão” desencalhando da doca em que se encontra, nem todo o resto entregue às tropas e funcionando… N A D A!!!

Só as eternas promessas, promessas e promessas… E tome discurso, discurso e mais discurso…

Zero Uno
Zero Uno
12 anos atrás

Vamos lá de novo… O Chile se arma devido à várias contendas que existem em torno de seu território. Não para atacar o Brasil. Repito novamente: O Chile ainda possui contendas territoriais com o Peru e com a Bolívia. Não faz fronteiras com o Brasil e não possui nenhuma contenda seja ela territorial, industrial ou política com o Brasil. Estratégicamente, o Chile não possui nem mesmo condições para atacar o Brasil e vice-versa. É isso que sempre estou tentando dizer. Alguns aqui até disseram “ok o Chile não iria atacar o Brasil pela Argentina. Más é só ele passar um… Read more »

Zero Uno
Zero Uno
12 anos atrás

Francisco AMX. 1 – “E SE’s” – não vencem guerras. 2 – Os pucarás não transportam mísseis Exocet. É um avião de apoio tático. 3 – Os Argentinos não foram militarmente competentes na guerra das Malvinas/Falklands (apesar da reconhecida coragem e respeito que adquiriram dos britâncicos). 4 – Uma histórinha: Um grupo de Seal’s britânicos (sabendo que o terreno estava todo minado) nos arredores de PORT STALEY, observaram que os soldados argentinos – um Grupo de Combate – patrulhando o terreno, se desviavam de certos lugares. Isso ocorreu durante 03 dias seguidos. Então, os oficiais de Seal’s britânicos chegara à… Read more »

Juarez Castro
Juarez Castro
12 anos atrás

Maia uma vez asitimos este embate de idéias: O fato simples e bem claro: O Chile tem várias questões de fronteira pedentes com Argentina, bolivia e principalmente com o Peru, com o qual travou uma guerra no sécula 19 que tem feridas abertas até hoje nos dois lado, entãom o Chile é pragmático aplica diretamente no seu objetivo, manter um status quou, um armamento up date dentro do possível e tropas muito bem treinadas e motivadas para fazer uma dissuação aos inimigos. No Brasil, infelizmente, o END não trouxe o mais importante que é a racionalização de meios, de estruturas,… Read more »

Ulisses
Ulisses
12 anos atrás

Felipe Cps Mas e os outros projetos que citei?Você não falou deles E sobre o URUTU III e o SubNuc,você não pode justificar que eles ficarão só na promessa,alias,ninguém pode,vamos la: 1-O SubNuc e o SBR foi assinado recentemente e a parceria já foi assinada sim(tanto que o estaleiro está sendo construído em Itaguai/RJ).E o programa não tem mostrado atrasos e se fosse para ficar na promessa o Lula não tinha liberado aqueles R$1bilhão(o programa custará bem mais,mas os projetos estão sendo financiados pelo governo). 2-O URUTU III assim como outros projetos está sendo financiado pelo governo e também pela… Read more »

Ulisses
Ulisses
12 anos atrás

Juarez Castro

O que falei para o Felipe serve para você também 🙂

Sds.

Noel
Noel
12 anos atrás

Srs., as guerras não podem ser analisadas como partidas de futebol, pois se o goleiro e a defesa segurarem tudo, o jogo termina 0x0, fazendo uma analogia ao gosto do Exmo Presidente, a conjunção subordinada SE é condicional: SE a Alemanha não tivesse invadido a URSS, SE Francisco Ferdinando não tivesse sido assassinado, SE Cipião não tivesse cruzado o Mediterraneo e ameaçado Cartago, e por ai vai… o que se estuda são os motivos e os equivocos que levaram a derrota ou a vitória de determinada Força, exatamente para que os mesmos erros não sejam repetidos, bem como o porquê… Read more »

GustavoB
GustavoB
12 anos atrás

Desculpe a franqueza, mas desGabido é o português de alguns aqui.

Outra coisa

Discutir com base no “e se..” é brabo.

Ulisses
Ulisses
12 anos atrás

Noel

Repito:O MSS1.2,MAR-1,MAN-1 e os contratos com a França?Saíram do papel sim.Se quiser leia o que eu disse para o Felipe.

Abraços.

Noel
Noel
12 anos atrás

Ulisses, li e entendi, e creio que esses projetos irão concretizar-se, mas são em sua maioria de média ou longa maturação, e nós precisamos de meios prá ontem, isso não inviabiliza sua visão.
Sou menos cético do que alguns companheiros daqui rsrsrs, agora particularmente, quanto ao SubN, esse sim eu quero ver, se não morrer antes rsrsrs, pois em 1980, em uma palestra, tomei conhecimento desse projeto pela primeira vez, tinha 21 anos rsrsrs…
Sds

Wolfpack
Wolfpack
12 anos atrás

Hoje 05/05 no Profissão Reporter, vocês podem ver o que o Chile faz (ou não faz) com os 10% do lucro com o cobre… Favelas senhores, favelas e muitas favelas…

Ulisses
Ulisses
12 anos atrás

Noel

Entendo,bom vamos ver no que vai dar,mas continuo com minha opinião.

Abraços.

Zorann
Zorann
12 anos atrás

Não dá realmente para comparar o Brasil com o Chile. As diferenças são imensas. O Chile é hoje o país mais organizado da América Latina. Sua economia é estavel, lá a previdência social funciona, com contas equilibradas e é um modelo imitado por muitos países europeus. A assistência médica é de qualidade. É lógico que não possuem indústria de Defesa de vulto, mas com as poucas verbas que dispõe, fazem uso racional dos recursos, com um projeto de reequipamento das forças já bem definido e cujos gastos são investidos na busca por esse ideal. Possuem um projeto Nacional e mesmo… Read more »

Zero Uno
Zero Uno
12 anos atrás

Zorann em 06 mai, 2009 às 14:31 Concordo contigo. Más estamos modernizando os meios que conhecemos não é mesmo? Se modernizamos nossos A1 e F5 é por que já o operamos há muito tempo e portanto não teremos problemas de logística e nem de treinamento dos nossos pilotos. Por isso a FAB optou por esse caminho e o EB também tem trilhado o mesmo caminho modernizando cerca de 300 Urutus e Cascavél. Este, vão ficar no inventário do EB até a vinda do Urutu III. Para você ter uma idéia o Brasil é o País que mais tem conhecimento sobre… Read more »

Adelmo
Adelmo
12 anos atrás

Senhores vamos separar previdência de assistência social, no Brasil a previdência e superavitária enquanto assistência social é deficitária. O nosso INSS recebe dinheiro do Tesouro Nacional pois criam benefícios sem a devida receita, vide o projeto de lei que está em tramitação no Congresso, cria a aposentadoria para donas de casa, de onde virá a receita para pagar este benefício.Vocês já perceberam como os fundos de previdência privadas se proliferaram, pois é, pegaram o filé, bem que essses fundos poderiam ajudar com o pagamento de alguns desses benefícios. Será que os Bradesco, Itaú e outros vão concordar?.

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