quinta-feira, agosto 5, 2021

Saab RBS 70NG

FAEX XII – Forças Especiais da FAB treinam com auxílio da tecnologia e precisão

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

O PARA-SAR utiliza, pela primeira vez, o dispositivo de Simulação e Engajamento Tático Eletrônico, o DSETE, durante a FAEX XII, realizada em Florianópolis (SC) até dia 20 de abril, equipamento cedido pelo Exército e pela Marinha que permite um ganho operacional importante nos treinamentos. É como se fosse uma guerra de paintball.
O DSETE é um equipamento acoplado ao armamento que transforma o disparo em um pulso laser, o qual é captado por um colete com sensores receptores que informa ao combatente se ele foi atingido e onde. Tudo é analisado por um observador militar, que controla e avalia o resultado do exercício e emprego operacional.

“O equipamento permite avaliar o desempenho tático dos integrantes dos Destacamentos de Operações Especiais, o que facilita a correção das condutas”, afirma o Tenente-Coronel Infantaria Ivandilson Diniz Soares, comandante do PARA-SAR, que chama a atenção também para a possibilidade de mensurar a precisão do disparo e seus efeitos sobre o homem.

FONTE: Agência Força Aérea

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Mauricio R.
Mauricio R.
9 anos atrás

Solta o Predador, o melequento do Alien e que vença o melhor, ou os melhores!!!

Luis
Luis
9 anos atrás

É mesmo uma bagunça de fuzis nas FA do Brasil. Até o PARA-SAR, que utiliza(va) o melhor fuzil de assalto do mundo (SIG SG 55x) adotou o M16 e a carabina M4… falta de padronização é um problema crônico.

Quanto a história de que o 5,56 desvia fácil em mata fechada, até mesmo numa folha(!?), é mais uma lenda urbana repetida aos borbotões nos quartéis.

Mauricio R.
Mauricio R.
9 anos atrás

Dá uma olhada no SOCOM e vc fai achar, que aqui até que é organizado.

Uitinã
Uitinã
9 anos atrás

Luis disse: 14 de abril de 2012 às 2:37 Não e de toda mentira não o calibre .223 em matas fechadas ou cerrados desvia sim muito a sua trajetória principalmente em galhos e gravetos principalmente pelo peso da munição utilizada que é em torno de 55 grains enquanto que o .308 a munição pesa em torno dos 150 grains pelo peso já pode se ver a clara diferença, mesmo que o 7,62 tenha uma velocidade media de 762 m/s o 5,56 alcança um pico de velocidade de algo em torno de 990 m/s, eu já expliquei em outra matéria aqui… Read more »

Luis
Luis
9 anos atrás

O SOCOM é o Comando de Operações Especias dos EUA. É normal ter diversidade de fuzis, forças especiasi podem escolher o fuzil, mas as tropas comuns só usam M16 ou M4. No Brasil até as tropas regulares usam modelos diferente (FAL, Parafal, MD97, M16, M4 HK G3 e 33, SIG 551, etc). A munição padrão OTAN no calibre 5,56×45 mm (.223 é o calibre civil, que não é 100% igual ao 5,56) tem o projétil com peso de 62 grains. 55 era na época do Vietnã, hoje usam uma com 77 grains, altamente letal. No Brasil acho que as FA… Read more »

Ivan
Ivan
9 anos atrás

Falando em forças especiais e resgate de civis, na Guiné Bissau as coisas esquentaram, com Portugal deslocando uma pequena força-tarefa naval e Angola colocando suas tropas de protidão, inclusive a Companhia de Infantaria que está na região.

“O governo de Angola, terá dado indicações por via diplomática, de que poderá intervir na Guiné-Bissau, no sentido de garantir a legalidade constitucional e repor a ordem, violada pelo gole de estado ocorrido na passada Quinta-feira ao fim da tarde.”

http://www.areamilitar.net/noticias/noticias.aspx?NrNot=1182

Sds,
Ivan.

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