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Mercado de projéteis guiados de artilharia

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Os países da OTAN devem comprar cerca de US$ 6 bilhões em projéteis guiados de artilharia entre 2012 e 2021, baseado em compra de 130 mil projéteis guiados ou kits de guiamento. Em 2012 as compras devem chegar a US$ 819 milhões. Os EUA devem ser o maior comprador com gastos de US$ 699 em 2012, para comprar 7.631 projéteis como o Excalibur, o XM395 Accelerated Precision Mortar Initiative (APMI) e o Guided Multiple Launch Rocket System (GMLRS).

A maior escala de produção estão reduzindo gradativamente os custos e tornados as novas munições mais aceitáveis. Por exemplo, o Kit Precision Guidance Kit (PGK) da ATK (foto) está custando apenas US$ 13.500. O custo da Excalibur Block 1B está custando US$ 45 mil contra 87 mil da Excalibur Block 1A. A Oto Melara pretende vender o Volcano por US$ 40 mil. O resultado final é uma grande melhoria da capacidade da artilharia da OTAN, mesmo com cortes nos custos.

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Nautilus
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Nautilus

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Bosco Jr
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Bosco Jr

O processo começou com as bombas burras na década de 60.
Hoje, kits de guiagem estão presentes em foguetes ar-sup, sup-sup, granadas de morteiro, projéteis de artilharia, projéteis de canhões de grosso calibre e logo logo em projéteis de canhões de pequeno calibre e até de fuzis “ponto 50”.

Bosco
Visitante
Bosco

Sem dúvida G-LOC, mas a coisa só tomou vulto na década de 60.
Claro que bem antes disso já havia mísseis sup-ar, ar-ar, ICBMs, etc, mas a “moda” de adaptar kits ou fazer armas tradicionalmente “não guiadas” virarem “armas guiadas”, começou a ganhar força na década de 60.