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Primeiros disparos do Gepard no Brasil

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Gepard 143a

Nos dias 22 e 23 de junho, o Exército Brasileiro realizou os primeiros tiros para testar o novo Sistema Antiaéreo Gepard, recém-adquirido para proteger estruturas estratégicas brasileiras e áreas sensíveis. No Centro de Avaliações do Exército, na restinga da Marambaia, no Rio de Janeiro, oito viaturas Gepard acertaram alvos aéreos e terrestres, conduzidos por unidades da 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea.

Cada blindado pesa 47 toneladas e meia e tem quase 4 metros de altura e 8 metros de comprimento. Ele possui dois canhões antiaéreos Oerlikon de 35 milímetros, que operam em conjunto com radares de aquisição de alvo e direção de tiro, ou seja, que acompanham o alvo mesmo se ele desviar em uma torre de giro estabilizada montada sobre o chassi do Leopard 1, outro carro de combate que o Brasil já possui.

O sistema foi recém-modernizado pelo Exército Alemão e adquirido como parte do Plano Estratégico do Exército Brasileiro. Ele integra o Sistema de Defesa Antiaérea, sendo capaz de abater mísseis, aviões, helicópteros, veículos aéreos não-tripulados, foguetes e morteiros a até 5 km de distância e 3 km de altura.

No total, foram adquiridos 37 carros de combate Gepard que virão para o Brasil até 2015. O material irá dotar as Baterias Antiaéreas das Brigadas Blindadas do Exército. Após esses primeiros testes, que somarão 2 mil tiros diretos, os Gepard serão distribuídos para unidades subordinadas à 6ª Brigada de Infantaria Blindada, localizada no Rio Grande do Sul, e também para a Escola de Artilharia de Costa e Antiaérea no Rio de Janeiro.

FONTE: EB

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Hans Schommerjoseboscojr Recent comment authors
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Bosco Jr
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Bosco Jr

“…mísseis, foguetes, morteiro…”
Bem, o sistema Skyguard pode até ser capaz disso, dentre outras coisas por usar munição AHEAD, o que não é o caso dos nossos Gepards.
Já os sistemas Skyshield e Mantis com certeza têm essa capacidade, mas embora usem a mesma munição dos Oerlikon, usam outro canhão, outros sensores e outro sistema de controle de tiro.

Hans Schommer
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@ Joseboscojr:
Na versão 1A2 da armadura não tem essa capacidade, definitivamente.
Apenas a capacidade de reconhecer e seguir um projétil de morteiro com os sensores existentes e do sistema de controle de tiro foi mostrado na Alemanha. Ele requer apenas algumas alterações no software dos sensores e do hardware do sistema de armas (ponto de ignição e programação da bala).
O problema: você precisa de patente para a munição AHEAD (este é o concorrente Rheinmetall)!
Hans Schommer