Home Adestramento Operação Alerta Antiaéreo na 1ª Bda AAAe

Operação Alerta Antiaéreo na 1ª Bda AAAe

2160
12

Guarujá (SP) – A 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea conduziu, no dia 3 de abril, a 2ª Edição da Operação Alerta Antiaéreo, que envolveu todos os Grupos de Artilharia Antiaérea (GAAAe) do Exército Brasileiro e a Bateria de Comando da 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea (Bia C/1ª Bda AAAe).

O objetivo dessa operação, realizada mensalmente, é adestrar os subsistemas da artilharia antiaérea, sobretudo o de controle e alerta, por meio do uso de software que simula incursões aéreas em pontos sensíveis localizados em diversas regiões do País, tudo inserido em uma situação tática e em um ambiente operacional hipotético.

A concepção geral da atividade consiste no desdobramento de um Centro de Operações Militares e de um Centro de Operações Antiaéreas Principal, localizado no Comando da 1ª Bda AAAe, permitindo a esse Grande Comando de Artilharia atuar como Direção do Exercício e exercer o controle simultâneo das defesas antiaéreas desdobradas nos diversos pontos sensíveis.

Os GAAAe, cada qual em sua sede, desdobraram seus módulos operacionais, compostos por uma Seção de Artilharia Antiaérea (Sec AAAe) de Canhão 40 mm; uma Sec AAAe de Míssil Igla S; e uma Sec AAAe de Míssil RBS-70; além de um Centro de Operações Antiaéreas Secundário.

Dessa forma, a Operação Alerta Antiaéreo possibilitou testar, com muito baixo custo, a capacidade de prover a defesa antiaérea, em tempo real, de diversas estruturas estratégicas espalhadas pelo Território Nacional, contribuindo com o adestramento da Artilharia Antiaérea do Exército Brasileiro.

FONTE: Agência Verde-Oliva/CCOMSEx

12
Deixe um comentário

avatar
8 Comment threads
4 Thread replies
0 Followers
 
Most reacted comment
Hottest comment thread
8 Comment authors
Angelo ChavesBoscosub-urbanoWellington GóesAL Recent comment authors
  Subscribe  
newest oldest most voted
Notify of
Mateus
Visitante
Mateus

Defesa antiaérea / Manpads

Choose one

Jose de Pádua
Visitante
Jose de Pádua

Um soldado com o manpads e o radar diretor de tiro apontando a alvo…

Augusto L
Visitante
Augusto L

Cade os sistemas suecos ? Eles são mais indicados a proteções de infraestruturas enquanto os Manpads são mais indicados as tropas moveis.

AL
Visitante
AL

Augusto L, mas qual é o alcance deles? Não deve ser lá grande coisa a mais… Precisamos de sistema de médio alcance, no mínimo, para as 3 FAs. Parece até coisa de alérgico, as nossas FAs correm de sistemas de médio alcance, é frustrante…

Bosco
Visitante
Bosco

Eu considero que havendo um radar de vigilância e o lançador dotado de uma mira noturna (térmica) o Igla é tão bom quanto qualquer um para a defesa de curto alcance de pontos fixos de alto valor. De preferência se fosse combinado com aquele pedestal duplo.

AL
Visitante
AL

A frase acima ficou confusa, quis dizer é: Precisamos no mínimo de sistema de médio alcance, e para as 3 FAs.

Wellington Góes
Visitante
Wellington Góes

Quando o assunto é SisAAe moderno, ainda estão engatinhando, querendo aprender a andar. Felizmente o EB é racional no desenvolvimento de sistemas autóctones, quem sabe daqui a uns 5 a 10 anos, já tenhamos SisAAe auto-propulsados baseado no ASTROS, SABER M60 e A-Darter. Para nossa realidade, já será um avanço e tanto.

Minha opinião.

sub-urbano
Visitante
sub-urbano

Mesmo nível dos exércitos da Africa Subsaariana.

Mas a salinha dos oficiais tem ar condicionado rsrs

Wellington Góes
Visitante
Wellington Góes

Em parte está correto, mas se isto fosse uma verdade absoluta, EUA não teriam o poderoso SisDAAe que tem.

Grande abraço!!! 😉

Bosco
Visitante
Bosco

O sistema antiaéreo dos EUA continental é baseado exclusivamente em sua aviação de caças. A única cidade que tem implementada um sistema antiaéreo em tempo integral é Washington, na forma de lançadores SLAMRAAM/NASAMS.
Outra defesa continental de prontidão diz respeito ao sistema GMD (Ground Based Midcouse Defense) que é baseado em mísseis no Alasca e na Califórnia, contra ameaças balísticas na forma de ICBMs e SLBMs.

Angelo Chaves
Visitante
Angelo Chaves

Uma ameaça improvável, até mesmo de um país amigo, pode surgir. O exemplo é a guerra da lagosta onde quase ouve o confronto naval com a França, um antigo aliado. Naquele caso a marinha enfrentou mais a ameaça na coragem porque os meios se encontravam precários. A história sempre se repete.

Augusto L
Visitante
Augusto L

A guerra da lagosta não pode ser considerada, o Brasil estava errado, pois não tinha assinado o tratado que permite o pais direitos sobre as riquezas do fundo da plataforma continental e muito menos a França, ou seja, pela lei a França poderia pescar lagostas após 12km da costa brasileira.
Uma guerra amoral não deve ser lutada, e os soldados tem q se rebelar. É claro q num pais como o Brasil onde não existe senso comum e identidade nacional forte, fica dificil dizer qual é a moral do brasileiro.