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US Army escolhe solução interina de defesa antiaérea de curto alcance

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Leonardo DRS IM-SHORAD
Leonardo DRS IM-SHORAD

O Exército dos EUA escolheu a solução da Leonardo DRS para seu sistema de defesa aérea de curto alcance (IM-SHORAD). A empresa italiana fornecerá a torre – que dispara tanto mísseis Stinger quanto Longbow Hellfire – enquanto a General Dynamics Land Systems a integrará no veículo Stryker

WASHINGTON – O sistema interino de defesa aérea de curto alcance do Exército dos EUA, que preencherá com urgência uma lacuna de capacidade identificada há alguns anos no teatro europeu, se cristalizou.

O Exército já havia decidido que o sistema de manobra interino de defesa aérea de curto alcance seria desenvolvido em torno de seu veículo de combate Stryker, mas agora escolheu a Leonardo DRS para fornecer um pacote de equipamentos de missão que incluirá o lançador de mísseis Raytheon Stinger, segundo o Coronel Chuck Worshim, gerente do programa de sistemas de defesa contra mísseis de cruzeiro no Programa Executivo do Exército Mísseis e Espaço, falando ao Defense News em 28 de junho.

A General Dynamics Land Systems (GDLS) — que produz o Stryker — será o integrador de plataformas para o sistema IM-SHORAD, acrescentou ele.

O US Army passou por um processo de seleção através do Department of Defense Ordnance Technology Consortium para determinar a melhor coleção de fornecedores para construir protótipos.

Uma equipe da Boeing-GDLS foi um dos principais candidatos a um pacote de missão SHORAD temporária, revelando antes de qualquer outro fornecedor uma solução em agosto de 2017, no Simpósio sobre Defesa de Mísseis e Espaço em Huntsville, Alabama.

Usando um sistema Avenger no topo do Stryker, que era a solução da equipe, tentou pegar o que já estava no inventário do Exército para criar um sistema.

E uma demonstração do sistema SHORAD em White Sands Missile Range, Novo México, em setembro passado, verificou mais possibilidades para a solução provisória, incluindo o Iron Dome da Rafael e o Flying Tiger da Hanwha Defense Systems sul-coreana.

FONTE: Defense News

67 COMMENTS

  1. Os requisitos do USA para a defesa de curto alcance são bem particulares. A SHORAD deles é bem diferente da do resto do mundo.
    Vale salientar que o M é de “maneuver”, o que denota que esse será um sistema autônomo e móvel.
    Para a defesa fixa deverão escolher o MML, com 15 células, podendo lançar mísseis AIM-9X/2, Tamir, Longbow e MHTK.
    Esse M-SHORAD tem como característica mais interessante para veículos AA americanos o fato de ter radar integrado. Isso nunca aconteceu e os americanos sempre preferiram separar os lançadores do radar.
    Outro fato interessante é o Longbow assumir uma função AA, que não foi prevista quando do seu desenvolvimento. Não foi citado mas com certeza o AIM-9X irá fazer parte das opções de armas.
    O canhão de 30 mm baseado no M-230 (do AH-64 Apache) terá munição de explosão aérea e será a principal arma de destruição cinética contra mini-UAVs (além do laser que deve ficar em veículo próprio).
    Para os americanos uma SHORAD deve se contrapor principalmente às ameaças representadas pelos mísseis cruise, foguetes, morteiros, obuses, mini e micro UAVs e helicópteros tripulados. Diferente dos russos que dão grande ênfase à capacidade anti-PGM e antiaérea clássica.
    Os americanos confiam que a USAF manterá os aviões inimigos longe. Já os mísseis balísticos e semi-balísticos são cobertos pelos sistemas Patriot e THAAD.

  2. Solução interina = Gambiarra

    Misseis de ombro pendurados em uma viatura beirando a obsolência… Olha essa torreta gente, fala sério! Podre, podre, podre…

    Mesma coisa de pegar um Urutu e instalar Iglas nele. Imagino tal serviço feito porcamente em qualquer galpão sujo, típico de um país a beira da falência como os USA.

    Gambiarra por gambiarra o Type 09 chinês é mais robusto e ainda tem proteção NBC.

  3. Olha o US ARMY usava o sistema AVENGER e resolveram atualizar para a guerra de mobilidade, era uma deficiência que ficou abandonada por causa da guerra ao terror, com a volta do Urso estão atualizando o AVENGER com o STyKER.
    Um canhão 30mm alcance 3 km, STINGER alcance até 5Km e AGM 114L alcance 8Km é uma senhora defesa de curto alcance, além da mistura canhão, missil, é quase o pantisyr USA com alcance menor (pantisyr-20km missil, 3km canhão), porém mais móvel e barato solução americana interessante. O que a ameaça da mãe Russia não faz.

    • Art,
      Na verdade não é tanto a ameça da Rússia ou da China. O maior receio dos americanos hoje são os drones de baixo custo que todo mundo tem (inclusive Rússia e China) e no futuro vai piorar.

    • Art,
      A combinação canhão/míssil AA era adotada pelos americanos quando tinham o M-6 Linebacker (M-242 + 4 Stinger) e o LAV-AD (GAU-12 + 8 Stingers), que foram retirados.
      Eles abandonaram esses sistemas SHORAD porque na época simplesmente não tinham utilidade e para uma improvável ameaça de helicópteros eles tinham o Avenger. Na época não havia a ameaça dos drones e nem dos mísseis de cruzeiro . O que a USA temia eram os mísseis balísticos e semi-balísticos, como o Scud, e para isso se esmeraram em desenvolver sistemas ATBM (Patriot e THAAD).
      Pra mim foi uma decisão equivocada, mas que está sendo corrigida.
      Hoje, além dos sistemas HIMADS Patriot e THAAD e do SHORADS Avenger eles contam com o Centurion, com capacidade C-RAM, devido à ameaça que surgiu com a guerra ao Terror na forma de ataque com morteiros e foguetes por parte dos insurgentes e terroristas.
      A comparação com o Pantsir não é errada mas não é de toda justa, já que são para funções diversas. Os russos se concentraram na função C-PGM (anti munição guiada de precisão) e antiaérea clássica enquanto a doutrina americana só prevê o USA lutando onde a USAF estabeleceu superioridade aérea.
      Cada um sabe onde o calo aperta!

      • Obrigado pelos esclarecimentos, fiquei na dúvida se o canhão é para D AAe ou para defesa da viatura…acho que será dual (para DAAe e terrestre, pela munição). Os americanos ficaram focados na guerra ao terror, agora se voltaram para a Guerra convencional estão ”atrasados”.
        Os Russos tem sua doutrina focada em Guerra eletrônica para suplantar a USAF, já os americanos tÊm a USAF! Realmente, cada um sabe onde o calo aperta!
        já na bananolândia ficamos com baixa altura deficiente e média altura inexistente. uma pena pois era para colocar nos navios, no gripen e nas baterias o mesmo vetor.

        • Art,
          O canhão M-230 dessa solução IM-SHORAD serve tanto para a defesa da viatura, apoio de fogo , anti-helicóptero e contra drones. Não tem serventia contra aeronaves de alto desempenho, mísseis cruise ou C-RAM/C-PGM.
          Nesse ponto sem dúvida a combinação canhão/míssil do Pantsir é inigualável, mas aí entra a doutrina. Os americanos querem sistemas leves bem desdobrados no terreno e que sirvam pra tudo e possam usar tudo.
          Um canhão M-230 pesa 59 kg enquanto um canhão 2A38 pesa 200 kg.
          No conceito modular americano eles podem “cambiar” uma séria de armas de tubo (canhões, metralhadoras e lançadores de granadas), mísseis (AA e antitanques), foguetes guiados, drones (ex: Coyote), laser, bloqueadores eletrônicos, armas acústicas, armas de microondas, sensores, etc.
          A doutrina americana (Multi Domain Battle) prevê que desdobrado no campo de batalha não vai ter veículos “super” específicos (como o Pantsir ou o TOR) junto às forças de manobra e todos vão ter que dar conta de tudo , nem que seja mais ou menos, no melhor estilo de “a união faz a força”. rsrss
          Já defesa de objetivos fixos ou estacionários por outro lado irá contar com um sistema específico, que é o lançador MML, que serve para lançar vários tipos de mísseis mas que não tem nenhum sensor associado diretamente. Ele pode utilizar dados de uma série de sensores desdobrados na área, conectados em rede, num conceito denominado de IBCS (Integrated Air and Missile Defense/Battle Command System), operando em conjunto com “lançadores” Patriot e THAAD.
          * Eu acho que os americanos exageram nesse conceito e não vejo mal em terem um veículo AA dedicado junto às forças de manobra. Por exemplo, um sistema como o Pantsir montado num chassi do M-2 não seria nada mal. rrsrsss

    • Nem na Rússia existe mais essa história de “Mãe Rússia”. Só aqui mesmo é que acreditam ainda nisso.

      De uma professora russa ao ver um grupo de 17 brasileiros irem à Rússia celebrar os 100 anos da revolução bolchevique no ano passado:

      “Não entendo por que tantos estrangeiros gastam tanto dinheiro vindo até a Rússia para uma comemoração que não existe. É como se eles viessem para uma festa na minha casa, mas eu mesma não estou fazendo nenhuma festa”, diz Svetlana Solodovnikova.

      Tal grupo levou uma faixa escrita em português e russo com o os dizeres “Brasileiros saúdam a Revolução Bolchevique” mas não havia nem um lugar para pendura-la e nem mesmo faixas dos próprios russos relativos ao evento.

      No museu da Revolução Bolchevique havia mas alusão aos assassinatos da família Romanov do que nos revolucionários e deram de cara com uma guia anticomunista que lamentava e não parava de falar das tragédias provocadas pelo comunismo no país.

      Enfim, Svetlana Solodovnikova entenderia facilmente o porque de brasileiros ainda acreditarem nessa falácia, pois a explicação é simples: o brasileiro não tem um sistema educacional, mas um programa de doutrinação político em sua academia. Comandado justo por quem vê beleza em tanta desgraça.

      • Claro que não existe!
        Quem o Putin pensa que é reativando as armas da Guerra fria, tomando a Ucrânia, reativando os projetos dos submarinos nucleares e as patrulhas aéreas? O que vale é o que alguns aqui acham!
        Enquanto isso Suécia, França, Noruega e Finlândia e Polonia estão reativando suas defesas e ativando o serviço militar obrigatório.

        • Putin restabelecendo o comunismo da “Mãe Rússia” como muitos aqui sonham? O Comunismo não volta na Rússia para o desespero de muitos aqui. O povo russo e muitos outros que faziam parte do Pacto de Varsóvia nunca mais querem essa ideologia do fracasso, da dor e do sofrimento de milhões de pessoas de volta.

          O que Putin faz é elevar a Rússia novamente a status de potência econômica e militar dentro do capitalismo.

          A própria China mesmo tendo o seu sistema político comunista abandonou em seu sistema econômico essa baboseira simplesmente porque não funciona e nunca funcionou em lugar nenhum no mundo.

          “Mãe Rússia” é coisa de atrasados que ainda acreditam nisso igual aos 17 que foram à Rússia e deram de cara com o NADA de comemorações simplesmente porque nem os Russos querem comemorar o fracasso.

          No final das contas, eles cresceram em consciência porque passaram pelo comunismo enquanto que aqui, com ajuda no nosso inútil sistema educacional que ao invés de formar profissionais formam militantes, ainda há aqueles que almejam este regime nefasto e retrógrado.

          • Quem falou que o comunismo de agora é igual ao do passado? Putin é da KGB ele mesmo falou que não existe Ex-KGB, a Russia não é uma democracia…o comunismo se reinventa e tem caracteristica da praxis, apoia LGBT no ocidente mas lá proibe e assim vai…você já leu o livro os EUA e nova ordem mundial de alexander Dugin e Olavo de carvalho? Ou o livro a grande parada jean françois revel? Não dá pra ficar com Achismos de turista. Na boa…Quem é o Putin para fazer politica externa da guerra fria? O que vale é o que eu vi numa visita turistica.

  4. Gambiarra total. Parece um Transformer “de pobre” que não deu certo. Próxima etapa.. instalar turbina de F14 em Super Tucano..rs

  5. O que vocês chamam de gambiarra é exatamente o conceito que os americanos querem adotar daqui pra frente dentro da doutrina “multi domain battle”. É exatamente a universalidade e a modularidade que norteiam as novas configurações de veículos e querem deixar de lado a rigidez atual, onde um veículo só tinha uma configuração e só servia pra uma coisa.
    Hoje eles querem equipamentos que servem para tudo, como são os navios de guerra, que podem dar conta de qualquer ameaça que encontrar.
    Os novos veículos deverão ser reconfiguráveis e terão blindagem, armamento e sensores modulares, no melhor estilo “transformer”. Vão combinar blindagem reativa e sistemas de proteção ativos com sensores eletroópticos e radar AESA com metralhadoras, lança granadas, canhões (com foco em munição de explosão aérea e perfurante), lançadores de foguetes guiados (APKWS, DAGR, etc.) mísseis Javelin, Hellfire (diferentes versões), Stinger, AIM-9X, laser de alta energia, sistemas de bloqueio eletrônico, etc.
    Tudo isso em torres de controle remoto combinados a veículos de uso geral, leves e de alta mobilidade tática e estratégica.
    Já a defesa fixa será provida pelo lançador MML com 15 células montado em caminhão FMTV, capaz de lançar diversos tipos de mísseis (Tamir, AIM-9X, MHTK, Longbow, etc.) e que irá estar conectado a uma série de sensores em rede, como o radar Sentinel, os radares de contra-bateria TPQ-53 e novos radares AESA (para o MHTK).

  6. Bosco
    Mesmo em que pese toda superioridade tecnólogica norte-americana e tbm seu incrível orçamento militar, vejo a Rússia a frente dos americanos nesta área, visto que os russos ja usam sistemas desse tipo ha muito tempo, desde o Shilka soviético passando pelo Tunguska até o atual Pantsir, alem de outros sistemas móveis e não móveis, com e sem radares integrados cobrindo várias camadas de altitudes. Era uma necessidade pq o russos na época admitiam sua inferioridade nos céus

    • Fabio,
      No meu comentário das 22:39 eu falo mais ou menos sobre isso. Você não deixa de ter razão e sem dúvida o Pantsir (sobre lagarta e sobre caminhão) serviria como uma luva aos americanos, mas como até os EUA tem problema de dinheiro, não sobrou para investirem em SHORAD na época da Guerra ao Terror. Eles abriram mão de seus sistemas AA mais avançados e se dedicaram à ameaça representada pelos mísseis balísticos.
      Vale salientar que a defesa antiaérea nunca foi prioridade no USA desde a Guerra Fria e felizmente não foram seguidos pelos outros membros da OTAN, que seguiram desenvolvendo excelentes sistemas: Roland, Rapier, Crotale, ADATS, Gepard,etc.
      Eu confesso que nunca entendi essa confiança do USA na USAF e fosse eu teria continuado com um programa SHORAD bem consistente em vez de se limitarem ao Avenger.
      Hoje a defesa “antiaérea” americana é composta basicamente assim:
      AA: Patriot e Avenger
      C-RAM: Centurion
      C-UAS: Avenger (+ vários sistemas a base de bloqueadores eletrônicos e laser)
      C-PGM: Patriot (PAC-3)
      ATBM: Patriot e THAAD
      ACM: Patriot e Avenger

  7. Dizer que a adoção pelos EUA por esse tipo se arma é gambiarra é no mínimo falta de informação e conhecimento de quem assim diz.

  8. Interessante o radar e a variedade de armas. Parece que não querem deixar nenhuma brecha. Tem fotos dessa torre equipada com 2 Sidewinders X no lugar dos 4 Stingers.

  9. A falta de um míssil de curto alcance guiado por comando de dados já operacional como o 57E6 russo levou a essa estranha escolha.

  10. Ninguém observou que essa “solução interina” pode ter sido pensada para teatros de operações fora do território americano como solução provisória enquanto se consolidar as demais camadas de defesa aérea em territórios recém invadidos…

  11. Deveriam pensar em sistemas de interferência rádioeletronica como gerador de pulso PEM. Infelizmente, com advento de infinidade de armas disponíveis sendo em Drone ou outro meio, a
    dissuasão eletrônica parece ser um caminho viável.
    Com sistema de radares de múltiplas assinaturas.

  12. A torre Torc 30 junto ao Saber M-60 e o MSS.1 podem dar uma capacidade similar(limitada claro) à desta máquina ao EB , o que vc acha Boscovisk???

    • Tomcat,
      O SABER M60 é um pouco grande para um veículo AA. Ele poderia ser montado em um Guarani à parte e outros armados com a Torc 30 e um sistema modular de mísseis, ora o MSS-1.2, ora o Igla ou o RBS-70 . Dependendo da missão.
      Poderia haver 1 Guarani/radar para uma dezena de Gurani/Torc30/míssil.
      Basta querer, ter vontade e din-din.
      *A torre UT-30BR seria igualmente boa. A diferença é a cadência de tiro menor (200 t/min para o Mk-44) em relação à TORC 30 (700 t/min para o Reinmetall Mk-30) , mas com a vantagem de ser menos propensa à falhas.

    • Tomcat,
      Só pra gente se situar, os canhões de 30 mm aos quais estamos nos referindo são:
      M230: 30 x 113 mm, 650 t/min, peso de 56 kg (chaing gun)
      Mk-44: 30 x 173 mm, 200-600 t/min, peso de 160 kg (chain gun)
      Mk-30 Reinmetall: 30 x 173 mm, 200-700 t/min, peso de 198 kg (gás)
      2A38M: 30 x 165 mm , 2500 t/min, peso de 198 kg (Gast gun system / 2 canos)
      2A42: 30 x 165 mm, 550 t/min, peso de 115 kg (gás)

      • Diferença de quase 40 kg da MK-33 p/ MK-44 hein. O Guarani radar pra vários Guarani’s Torc 30/míssil seria bacana tbm desde que podesse manter boa distancia da zona quente e tal.
        Ob. sobre ser chain gun ou gás, há diferença na qualidade ???
        Valeu pelas respostas!!!

        Sds mineiras !!!rs

        • Tomcat,
          O que sei é que o sistema chain gun é mais seguro e mais leve, apesar de precisar de uma fonte de energia externa. No caso de um cartucho falhar a remoção do cartucho defeituoso é eletromecânica.
          Para uma cadência de 200 t/min utilizam um motor de 1 hp, para uma cadência de 600 t/min utilizam um motor de 8 hp.
          *Os motores elétricos acrescentam pouco ao peso total do chain gun.

          • Bacana demais. Falando em canhões, o GAU do A-10 é o bicho mais ignorantemente enorme que eu já vi, poder de fogo absurdo.
            Será que a Ares já está testando a Torc-30 no Guarani, pois depois daquela foto da torre no cascavél é bem capaz de já estar rolando a tempos.

  13. Eu acho que realmente e assim que um transportador deve ser, bem armado, ja que carregam uma media de 14 pessoas que não podem depender só de proteção passiva.
    Espero que o Guarani possa ter um equipamentos desse tipo futuramente.

    • Luiz,
      O que os americanos querem é um sistema C-UAS (anti drone) e que conserve uma mínima capacidade antiaérea clássica (mais especificamente, anti-helicóptero). Ou seja, algo parecido com o Pantsir excede em muitos as especificações. É muita areia pro caminhãozinho.
      Onde o Pantsir cairia como uma luva para o USA seria dentro do programa IFPC (Indirect Fire Protection Capability), que visa defender alvos fixos/estacionários. Esse programa é mais amplo e visa a defesa contra quase todo tipo de ameaça (foguetes, morteiros, obuses, drones, mísseis cruise, munição inteligente).
      Nesse caso os americanos irão utilizar um lançador MML https://i.ytimg.com/vi/nFBsEKLlJgI/maxresdefault.jpg com 15 células e capaz de lançar diversos mísseis diferentes (inclusive 60 MHTK) e conectado a diversos sensores ligados em rede e operando de forma cooperativa, dentro de um conceito completamente diverso dos sistemas ora em uso (seja russo ou americano).
      Já a proteção AA clássica (contra aeronaves) e antimíssil balístico, ficará por conta dos sistemas Patriot e THAAD, que também estão sendo integrados e modernizados.

  14. Com a adoção desse canhão (versão do M230) e será o quarto canhão de pequeno calibre operado pelos veículos do USA, com calibres diversos. Tudo bem que já é usado no Apache, mas não deixa de ser um complicador.
    Antes o único canhão de pequeno calibre era o M-242, do Bradley, em calibre 30 x 137. Depois arranjaram o Centurion com o Phalanx (20 mm). Recentemente colocaram em operação o Stryker com canhão de 30 mm (30 x 173) e agora este (30 x 113).

  15. Nosso TO é distinto.

    Igla, RBS e Gepard tá bom.

    Temos que comprar:

    Mais Gepard

    Sistemas de curtas e médias distância.

    Prefiro o municiado com Derby LR e Python 5.

    Mais Iglas e RBS.

  16. Concordo em gênero, número e grau com o Sr. Carlos Alberto Soares. precisamos e muito de uma defesa antiaérea de médio alcance. O que o Sr. pode sugerir além do que propõe(dentro de nossas possibilidades)? Grande abraço.

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