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Javelin: Raytheon e Lockheed recebem contrato para produção

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Javelin
FGM-148 Javelin

A Javelin JV da Raytheon-Lockheed Martin recebeu uma modificação de US$ 307,5 ​​milhões em um contrato existente para mísseis antitanque Javelin.

O contrato, anunciado no dia 24 de julho pelo Departamento de Defesa, autoriza a produção com cadência total e fornecerá o Javelin para a Austrália, Estônia, Lituânia, Turquia, Taiwan e Ucrânia.

O FGM-148 Javelin é um míssil anti-tanque portátil, usado pelos Estados Unidos e muitos países aliados. O míssil tem um sistema de orientação por infravermelho “dispare e esqueça” que não requer correções de percurso do operador após o lançamento.

O Javelin pode alvejar veículos em movimento, fortificações fixas, tropas em campo aberto e helicópteros em baixa altitude. Ele pode ser usado para fogo direto ou em um modo “pop-up” que permite atingir tanques de cima para aproveitar-se de sua blindagem superior mais fina.

A munição também tem uma capacidade de lançamento suave que limita seu “backblast”, permitindo que ela seja usada de fortificações e edifícios. O míssil carrega uma ogiva anti-tanque de alta explosividade em tandem para derrotar alvos fortificados.

O trabalho no contrato será realizado em Tucson, Arizona, e deverá estar concluído em 31 de agosto de 2021.

Os fundos fiscais do Exército para 2018 no valor de US $ 307,5 ​​milhões foram obrigatórios no momento da concessão.

FONTE: UPI

8 COMMENTS

      • Na verdade há, o AMAP ADS é o único do mundo capaz de interceptar mísseis em trajetória Top-Attack.

        Mas o Javelin é sim um BAITA míssil, nenhum CC resiste a ele.

        Apesar do Spike ainda ser superior, principalmente por atingir um ângulo maior (70o) e capacidade LOAL.

        • Gabriel,
          Há 5 mísseis da família Spike. Você deve estar se referindo ao Spike LR.
          Há vantagens e desvantagens no modo “atire e atualize”. Essa característica por si só, do meu ponto de vista, não faz um míssil ser superior ou inferior. Mas concordo que é um diferencial que pode agradar muitos usuários.

          • Mas não é apenas LOAL e sim o ângulo de ataque.

            Mas capacidade LOAL é uma vantagem, principalmente em cenários mais fechados e que não possui visada direta.

            O mesmo vale também para blindados e helicópteros que utilizem o LR ou ER, já que possui a vantagem de acertar o alvo sem arriscar sua integridade.

          • Gabriel,
            Ninguém em sã consciência irá lançar um míssil caro desses sem ter o alvo claramente visualizado. Essa capacidade de atirar numa direção geral sem ter um alvo visível e depois adquirir um alvo que estava encoberto é possível mas penso que na prática as ocasiões disso ocorrer são raríssimas. Seria preciso haver uma coordenação muito grande entre uma equipe avançada ou drone e o lançador em outra posição.
            Não é pra essa situação que esse sistema de mísseis foi desenvolvido.
            E sinceramente não vejo grande vantagem na possibilidade de mudar de alvo ou de “abortar” o ataque.
            Acho que para essas situações melhor seria utilizar um míssil NLOS específico (Spike NLOS, etc) ou um drone kamikaze (Switchblade, etc.).
            Mas é como eu disse, a capacidade de intervir no míssil no meio do curso pode ser um diferencial para diversos usuários.

    • Aldo,
      O alcance nominal é d 2500 metros, mas o alcance real é de 4750 metros. O problema é que nesse alcance é só no modo “indireto” e o alvo não é identificado, mas o míssil tem energia cinética pra chegar e o seeker consegue trancar.
      Tão desenvolvendo uma versão nova, Increment 2, que será mais leve e que irá “eliminar” esse problema, além de outros avanços.

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