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Exército dos EUA vai atualizar mais 100 tanques Abrams para configuração M1A2 SEPv3

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M1A2 SEPv3
M1A2 SEPv3

A General Dynamics Land Systems anunciou que a empresa recebeu um contrato para atualizar mais 100 tanques de batalha M1A1 Abrams para o Exército dos EUA

O Exército dos EUA assinou um contrato com a General Dynamics Land Systems para atualizar mais 100 Main Battle Tanks M1A1 Abrams para a configuração avançada System Enhancement Package Version 3 (SEPv3).

Atualizações para o tanque neste Pacote de Aprimoramento do Sistema (SEP) incluem energia elétrica adicional para suportar futuras tecnologias, a capacidade de interface com munição avançada de 120 mm, uma unidade de energia auxiliar, blindagem e rádios aprimorados, atualizações de rede e maior confiabilidade e facilidade de manutenção.

Ao contrário da versão anterior, o M1A2 SEPv3 tem melhor comunicação em rede, um novo Sistema de Gerenciamento de Saúde do Veículo (VHMS) e Módulos Substituíveis na Linha (LRMs) para melhorar a manutenção, um Ammunition DataLink (ADL) para usar munições airburst, FLIR melhorado usando infravermelho de ondas longas e médias, um CROWS RWS de baixo perfil e uma Unidade de Energia Auxiliar (APU) sob blindagem para acionar a eletrônica no lugar vez do motor, enquanto estiver parado.

A nova versão oferece maior proteção e capacidade de sobrevivência, bem como alta letalidade que seus predecessores.

A encomenda faz parte de um Contrato de Requisitos do Exército, assinado em dezembro de 2017, através do qual o US Army pode atualizar até 435 tanques M1A1 Abrams para a configuração M1A2 SEPv3. A configuração M1A2 SEPv3 apresenta avanços tecnológicos em comunicações, confiabilidade, sustentação e eficiência de combustível, além de blindagem atualizada.

O trabalho nesta ordem de entrega será realizado nas instalações da General Dynamics Land Systems em Scranton, Pensilvânia, e em Tallahassee, na Flórida, e no Centro de Manufatura de Sistemas Conjuntos em Lima, Ohio, a única fábrica de tanques operacional no país.

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Tomcat4.0
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Tomcat4.0

Aproveita e da um grau em uns 200 M1A1 e manda pro parça do Sul aqui e vamo rodar só no biodiesel ,valeu!!!rs

paulop
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paulop

Já que os programas de modernização vão a passos lentos… dele reforma… vai ficar um luxo heim..

Pedro Henrique
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Pedro Henrique

Eles até que poderiam doar uns 120 sla kkk

Augusto L
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Augusto L

Esses são os 100 M1a1 que receberam reforço de blindagem, e tem blindagem mais resistente do que os M1a2 sep e sep2. São capazes de aguentar, um projétil que perfura até 1200mm, nas partes frontais, torre e corpo.
Agora eles serão os mais resistentes e tecnológicos.

Épsilon
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Épsilon

Que maquina com certeza com todas essas atualizações vai beirar as 65 ton mas esse tem um motor possante só pra ligar gasta 30 litros de combustível mas o “Bom” e que o motor e tetrafuel só não roda com álcool e capaz de secar o tanque só pra ligar kkkkkkkk, apesar de um sonho irreal gostaria de ver o EB com uma centena em posse mas preferiria atualizar o M-60 pro padrão M-120S que seria “Quase” a mesma coisa.

Bosco
Visitante
Bosco

A nova munição programável AMP irá substituir 3 tipos diferentes de munição:
1- antipessoal (M1028)
2- anti estrutura/bunker/obstáculos (M908)
3- antitanque/anti-helicóptero (M830A1/M830)

Isso possibilitará que o M1 carregue apenas dois tipos de munição: APFSDS M829A4 e a AMP.

Uma vantagem inédita da AMP é possibilitar atacar posições de mísseis antitanques com uma explosão no ar programada.
Vantagem para mísseis do tipo “atire e esqueça”.

cwb
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cwb

Pergunta para os especialistas:
Esse blindado já tem quase 30 anos de operação,sua estrutura foi pensada nas ameaças existentes naquela época.
Com o avanço das munições anti-tanque,o
M1 não estaria desatualizado para os dias de hoje em uma situação quente contra armas de tecnologia de hoje e blindados mais modernos?
Mesmo com uso de blindagem externa reativa e esssas modificações ele é atual?
Obrigado pela atenção.

Bosco
Visitante
Bosco

CWB, Se me permite dar palpite, mas não houve nenhuma grande evolução da blindagem desde a década de 80 com a blindagem Chobham, que é um tipo de blindagem composto, com camadas de materiais diversos (compostos, metais, cerâmica, etc.) e espaços entre eles, ao ponto de um blindagem Chobham prover proteção como o de 10 x o seu equivalente em aço. Por exemplo, 10 cm de blindagem Chobham equivale a 1 metro de aço. A grande evolução na proteção de blindados diz respeito às blindagens reativas e à proteção ativa, que visa interceptar a ameaça antes que ela impacte com… Read more »

ScudB
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ScudB

Amigo Bosco!
“Por exemplo, 10 cm de blindagem Chobham equivale a 1 metro de aço.”
Bom , isso nao é 100% de verdade.
Chobham propriamente dita foi inventada pelos jornalistas.Na realidade , podemos analisar as versões como Burlington Armour, Buckhorse Armour, Dorchester armour, etc..
Diria que a equivalência das blindagens tipo Dorchester-like (inclusive da M1 e Merkava) chegam a 5..6 (no máximo , tirando da memoria ) vs RHA.
Um grande abraço!

cwb
Visitante
cwb

Grande Bosco!
Obrigado pela resposta,o M1 é ainda o cara…o bicho impõe respeito ainda!

clemilson alves
Visitante
clemilson alves
sergio ribamar ferreira
Visitante

Sr. Bosco. Boa noite. E quanto aos IEDs? Como seria no caso para neutralizar um Tank como este apresentado? A questão muitas vezes não é destruir e sim incapacitar o veículo de se locomover e atuar visto o veículo(Abrans) ter alta blindagem. Um abraço.

Bosco
Visitante
Bosco

Sergio,
Uma explosão maciça é o terceiro modo de neutralização de um CC além da munição química (HESH e HEAT) e cinética.
Na Guerra do Golfo vários tanques russos foram neutralizados por explosões de bombas guiadas a laser de 500 lb que incapacitavam o tanque mesmo não atingindo-o diretamente.
As IEDs são complicadas de se proteger. A melhor maneira é identificá-la e neutralizá-la. rrssss

Mauricio R.
Visitante

No Iraque pregavam um rpg no arco frontal da torre, pra chamar a atenção, qndo a torre derivava para engajar, o alvo por de trás do cc, alvejavam a apu com munição HEI Oerlikon 25mm.
O incêndio era fatal.
Uma variação era atirar diretamente na motorização, alvejar a turbina.

Luiz Floriano Alves
Visitante

Bosco
Impressionante a sua capacidade de explicar um assunto tão técnico como o ataque às blindagens. Essa eterna luta entre a blindagem e a arma anti carro é interminável. Amenta o poder de um lado e igualmente aumenta o poder do outro. Chegamos ao limite em que muitos técnicos estão preconizando a volta aos carros médios. Os Russos, sempre eles, sairam na frente com um tanque médio com lançadores de Kornet, capazes de abater qualquer blindado. Dizem…

André
Visitante

Nesse pack incluíram o troph?