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Índia planeja comprar sistema antiaéreo dos EUA

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NASAMS II
NASAMS II lançando um míssil ESSM Evolved Sparrow

Aquisição é para evitar ataques do tipo 11 de setembro contra Nova Delhi

A Índia está em negociações com os EUA para obter um sistema avançado de defesa aérea para defender a Região da Capital Nacional (NCR) de ataques aéreos. O processo de aquisição do Norwegian Advanced Surface to Air Missile System (NASAMS II), estimado em US$ 1 bilhão, foi iniciado.

“Esse sistema ajudará na prevenção de ataques do tipo 11 de setembro (quando terroristas voaram aviões sequestrados para o World Trade Center de Nova York) em Nova Delhi. Está no estágio de aceitação da necessidade (AoN) agora”, disse uma fonte oficial.

Espaço aéreo seguro

A Índia está implantando uma rede de defesa aérea de vários níveis para proteger totalmente seu espaço aéreo contra aeronaves de combate, mísseis e veículos aéreos não tripulados (VANT).

O oficial disse que esse sistema complementaria outros sistemas, como os de mísseis terra-ar (SAM) de médio e longo alcance, em processo de aquisição. A Índia também está em um estágio avançado de negociações com a Rússia para a compra de sistemas de defesa aérea S-400 de longo alcance.

Além dessas importações, a Índia também está desenvolvendo um sistema autóctone de defesa contra mísseis balísticos (BMD).

Espera-se que a fase I da BMD seja implantada em breve.

O NASAMS foi desenvolvido pela Raytheon em parceria com a Kongsberg Defense and Aerospace da Noruega. O site da Raytheon diz que é uma “solução de médio alcance altamente adaptável” para qualquer requisito operacional de defesa aérea e fornece um sistema de defesa avançado e personalizável que pode maximizar a capacidade de identificar, engajar e destruir rapidamente as atuais e em desenvolvimento, incluindo aeronaves inimigas, UAV ou ameaças emergentes de mísseis de cruzeiro”. O NASAMS II é uma versão atualizada do NASAMS e possui novos radares de vigilância móvel em 3D e 12 lançadores de mísseis para uma reação mais rápida.

A Índia está levando adiante a aquisição dos sistemas S-400, apesar das diferentes visões dos EUA sobre as sanções contra a Rússia e a Lei das Nações Contra os Adversários da América.

O NASAMS pode lançar três diferentes tipos de mísseis: AIM-120, ESSM e AIM-9X
O NASAMS pode lançar três diferentes tipos de mísseis: AIM-120, ESSM e AIM-9X

FONTE: The Hindu

31 COMMENTS

      • Bosco,
        O EUA ainda não alcançou ainda uma maturidade no desenvolvimento de sistemas de defesa aérea, como os Russos, até entendo, porque eles não tiveram a oportunidade que os Russos tiveram em sempre poder testar seus sistemas em aeronaves no estado da arte.
        Toda vez que os sistemas americanos derrubaram alguma coisa era equipamento absoleto.

      • O sonho de todo militar, creio até os americanos, é comprar os sistemas de defesa aéreo da Russia e só não o fazem, por pressão dos EUA ou quando a Russia é seu inimigo.

        • Fox,
          Não concordo com nenhuma palavra que você escreveu.
          Mas a gente continua amigo. rsrss
          Aliás, me diga o que os russos têm que seja homólogo ao SM-3? Ou ao GBI? Ou ao THAAD? Ou ao sistema Aegis?

          • Bosco,
            ai que eatá meu caro, Quem garante…???
            O AIM-9x tambem erá um missil imune, mas em combate real…deixou a desejar.
            Ai vem os especialistas americanos e dissem que o missil só tinha sido testado contra contra-medidas do ocidente e por isso que ele pecou…
            Algoritimo só pode amadurecer diante de situações reais.
            Um abraço !

          • Fox,
            A impressão equivocada que os russos são superiores em mísseis (principalmente antiaéreos) se deve à hiper divulgação dos sistemas russos que são verdadeiras estrelas da mídia ocidental, reforçando o ditado que “santo de casa não faz milagre”.
            Basta ver aqui na Trilogia quantas vezes foi referido os mísseis S-300/400 e o Pantsir. E olha que a Trilogia “tenta” remar contra a maré e ser a menos antiocidental possível e tenta não embarcar na moda do politicamente correto que tem como regra atacar o Ocidente de todas as formas, nem que seja falando mal do hambúrguer da Mcdonald’s.
            E ainda assim tem gente que acha que a Trilogia puxa o saco do Ocidente, como nossa amiga “100” aí em baixo. rsrsss
            Mas voltando ao assunto, não confunda variedade com qualidade. Sem dúvida os mísseis russos são muito variáveis. Por exemplo, eles usam 8 ou 9 ICBMs/SLBM enquanto os EUA usa 2 (o Minuteman III e o Trident II). Se os russos precisam de 8 ou 9 os americanos sabem que dão conta do recado só com dois tipos. Facilita a manutenção, etc.
            O Iskander é fantástico e deixa todos os entusiastas a beira de um ataque histérico. Muito melhor que seu equivalente americano, dizem. O pessoal só esquece de dizer que o ATACMS foi construído aos milhares e foi feito para caber no lançador MLRS M270 e não para ser lançado de um lançador próprio. Isso o limitou a ter até 4 metros e menos de 1,7 t. Com essas limitações físicas há limitações de desempenho, como por exemplo um alcance de “só” 300 km e uma carga de só “230 kg”. Enquanto o gigantesco Iskander pesa quase 4 t e mede mais de 7 metros. A diferença de desempenho não denota diferença de capacidade tecnológica mas apenas diferença de requisitos operacionais e doutrinários.
            Outro exemplo, o Patriot também tem desempenho reduzido se comparado ao 48N6 do sistema S400, mas ele tem só 900 kg (160 km de alcance) enquanto o míssil russo pesa o dobro (1800 kg).
            Mas aí quando os americanos fazem um míssil de peso semelhante, o desempenho fica igual ou mesmo supera. É o caso do SM-2 Block IV, que pesa 1,5 t e tem alcance de 270 km. Ou do SM-6, que também pesa 1,5 t e tem alcance de 350 km.
            Ou seja, quando se há liberdade há a convergência de desempenho.
            Já os mísseis antinavios russos também são grandes vedetes da mídia. São quase como o Roberto Carlos ou o Toni Ramos para os entusiastas de armas. Seus desempenhos cinéticos são fantásticos, mas as custas de pesos que variam de 3 a 7 toneladas. Mas eles (os russos) precisam de tais mísseis enquanto os americanos não têm que lidar com porta-aviões. Questão de necessidade e “doutrina” e não de limitação tecnológica.
            E sobre o seu “quem garante”, serve também para o equipamento russo. Quem garante? Disseram que abateram 70 Tomahawks e mostraram um mesa com meio quilo de destroços como prova. Ora! Menos né! Aquilo só prova que um Tomahawk…. explodiu!
            Ainda estou aguardando eles mostrarem as 70 ogivas intactas. E já deu tempo deles encontrarem todas.
            Em termos de mísseis antiaéreos (sup-ar) não vejo como os sistemas S-300/400/350 possam ser considerados superiores aos sistemas Patriot, MEADS, Aegis, etc.
            Também não vejo o BUK superior ao NASAMS/SLAMRAAM ou os Igla/Verba superiores ao Stinger nas suas diversas versões.
            Agora, vale um adendo a favor dos russos. O segmento SHORAD sempre foi negligenciado pelos EUA e todas as tentativas de preencher esse gap com material estrangeiro ou autóctone falharam estrondorosamente. Nesse quesito pode-se dizer que só agora os EUA estão buscando uma solução mas tenho que concordar que não há nada nos EUA que se compare aos sistemas TOR, Pantsir, Tunguska e Sosna.
            Vale salientar que as necessidades dos americanos são bem diferentes das dos russos e isso pode explicar essa “deficiência”, mas ao meu ver os americanos tinham que contar com uma defesa SHORAD mas efetiva e não colocar tudo nas mãos dos Avenger e Patriot.
            Tentativas foram feitas no passado para adquirir o Roland e o ADATS, dentre outros, mas sempre esbarraram com o discurso que desde a SGM as força americanas nunca tinham sido atacadas pelo ar e os programas eram sempre engavetados. O que durou mais foi o sofrível Chaparral combinado com o canhão Vulcan, que eram realmente imprestáveis. Nisso tenho que concordar.
            Valeu!
            Um abraço!

  1. A moda agora no Ocidente relativo aos sistemas antiaéreos é a interconectividade e o engajamento cooperativo, combinado com multi lançadores flexíveis.
    Resumo da ópera: um mesmo lançador pode lançar diversos mísseis e os mísseis podem usar os mais diversos sensores terrestres ou aéreos e tudo conectado dentro do conceito NWC.
    Estamos vendo os últimos exemplos de um míssil para um lançador para um sistema de controle de tiro para uma estação de controle.
    Esse conceito de lançadores flexíveis veio da USN, com seus lançadores ASROC (Mk-16) que passaram a aceitar o Harpoon. Depois veio o Mk-13 e Mk-26, que podiam ser carregados com mísseis Standards, Harpoon, Asroc. Atualmente há os Mk-41 (e Mk-57 ) que lançam 6 ou 7 tipos de mísseis.
    No USA tem o lançador M-901 do Patriot que aceita o PAC-2, o PAC-3 e futuramente o SkyHunter (Stunner). O lançador MML pode lançar o AIM-9X, o Tamir (Iron Dome) , MHTK e o Hellfire Longbow.
    O novo veículo SHORADS do USA é um compatível com o Stinger, Hellfire, AIM-9X.
    O NASAMS é compatível com o SLAMRAAM, ESSM e AIM-9X.
    Mesmo o lançador de foguetes/mísseis sup-sup MLRS/HIMARS já foi testado com o SLAMRAAM. E já li sobre a possibilidade do M901 do Patriot vir a integrar o AIM-9X o até o futuro PrSM (contra alvos na superfície).
    Também se fala de integrar o lançador do THAAD com mísseis PAC-3 MSE e SkyHunter. Tudo jundo e misturado.
    Aliás, fala-se hoje da possibilidade de um obuseiro (M109 ou M777) ter função AA e antibalístico, lançado o HVP.
    Tudo isso vai funcionar dentro de um conceito cooperativo, aberto, celular, móvel, dinâmico, integrado, orgânico, com alto nível de IA e de fusão de dados. Se um sistema é destruído o outro assume sem prejuízo da eficiência global.

  2. E a marinha continua criando moda. A nova (não tão nova assim, diga-se de passagem) é usar um míssil que serve pra tudo. Por exemplo, o SM-6 é um míssil antiaéreo, antibalístico, antinavio e contra alvos fixos em terra.
    Não há mais nada que impeça um míssil sup-ar de longo alcance de também ser usado contra navios ou contra alvos em terra. Com a integração de um canal de GPS um PAC-2 pode muito bem ser usado contra um alvo OTH de oportunidade em terra. Ou um PAC-3 MSE contra um navio (tem radar ativo).
    Além de compartilharem lançadores os mísseis começaram a ter mais de uma utilidade num nível inimaginável há algumas décadas. Mísseis antiaéreos de curto alcance sempre puderam ser usados contra alvos em terra usando o canal visual combinado com o sistema CLOS, mas hoje é possível isso além do horizonte.
    O PAC-3, essencialmente um míssil antibalístico, e o PAC-3 MSE, têm um radar milimétrico que opera na mesma frequência do Hellfire Longbow e do Brimstone (banda Ka) . A única coisa que impede que ele atinja alvos móveis em terra é a vontade de fazê-lo porque é só questão de software.
    O AIM-9X já se mostrou capaz de atingir alvos táticos (móveis) em terra. O Amraam é guiado por um radar que opera na mesma faixa do Harpoon (ou Exocet). Porque ele não pode ser usado contra um navio? Claro que pode! Falta é vontade e treino. Aliás, o Amraam AIM-120D é dotado de GPS e capacidade HOJ (home on jam) e pode ser usado contra alvos fixos (GPS) em terra e radares de controle de tiro (banda X). Nessa função ele teria mais de 300 km de alcance.
    O Brasil devia se preparar para os avanços que estão por vir sob pena de ficar muito mais distante do centro dos acontecimentos nos próximos 70 anos do que ficou desde a SGM.
    Por exemplo, perdemos o bonde da arma nuclear clássica e corrida espacial via foguete multi-estágios descartáveis, mas porque não temos um programa de nação a longo prazo para desenvolvermos tecnologias que ainda não estão maduras em lugar nenhum?
    Fala-se tando desse tal da tecnologia hipersônica lá de SJC e do túnel hipersônico, mas até agora nadica de nada. Podíamos dar um salto qualitativo em vez de querer subir degrau por degrau.
    Será que é exigir muito do povo brasileiro? Em vez de fazer algo para enfim sermos respeitados ficamos brigando por conta de defender que o Santos Dumont foi quem inventou o avião.
    Igual arma nuclear! Nós teríamos sérias dificuldades se quiséssemos nos aventurar em desenvolver armas nucleares baseadas na fissão nuclear, mas há a possibilidade teórica de produzir a fusão sem o gatilho de fissão. É a chamada arma nuclear de 4ª Geração.
    Essa tecnologia pode ser buscada sem chamar a atenção de quem quer que seja. E nem precisaríamos emendar a CF. Simplesmente um dia anunciaríamos que iríamos testar uma bomba de 4ªG de fusão pura. Ninguém iria poder falar nada e nós teríamos a nossa arma nuclear.
    Mas não! Tem 30 anos que batemos no peito que temos as tais centrífugas eletromagnéticas e não damos mais nenhum passo no sentido de nos diferenciarmos.
    Isso são só alguns exemplos provavelmente sem pé nem cabeça. Talvez estejamos mesmo condenados a passarmos mais 500 anos sendo rabo de sardinha.
    Uma pena!

    • Essa história da centrífuga é a mais cansativa de todas. Há mais de 15 anos leio sobre e cheguei a uma conclusão: o resto do mundo é formado por idiotas, já que em todos esses anos, ou não conseguiram espionar ou não desenvolveram algo semelhante – ainda que possuam mais engenheiros, mais universidades e mais capital… Só que quando começo a me regozijar com a ciência tupiniquim, me deparo com a Alemanha a passos largos rumo a fusão nuclear e percebo, que talvez, tenhamos investido tempo e dinheiro no lugar errado…

      Mas voltando ao assunto da matéria, caro Bosco, as ogivas de vetores antiaéreos não teriam nenhuma limitação contra estruturas terrestres? Poderiam causar uma destruição que realmente compensasse sua utilização?

      • Rafa,
        Não seria a regra e sim a exceção. Mas pra gente ter uma ideia o foguete guiado (míssil) M31, lançado pelo MLRS, pesa 300 kg e tem uma ogiva de 90 kg. A “ogiva” da bomba SDB pesa 93 kg.
        A ogiva do PAC-2 pesa 90 kg e a do Standard SM-6 pesa 75 kg.
        Uma ogiva de fragmentação AA que exploda no ar tem grande potencial de causar dano contra alvos em terra. Claro, não vai ser usado contra casamatas ou carros de combate, mas sem dúvida pode ser eficaz contra 80% dos alvos.

    • Se possível gostaria muito que os editores um dia explorassem essa temática apresentada pelo Sr. Bosco. Seria possível para o Brasi persiguir tais propósitos sem ser alvo de ataques e pressões externas, ou ser apontando como “Estados Canalha” sofrendo assim um isolamento internacional, há no nosso país pesquisas nesse sentido, ou Brasil abriu realmente mão definitivamente da tecnologia nuclear para fins militares ? Seria interessante uma comparação com outras nações e seus respectivos programas, como consiguiram obter sucesso, como Índia Israel ou Paquistão.
      Abraços

  3. Mudando de pato pra ganso, o conceito de lançamento vertical não é universalmente aceito no Ocidente em relação aos mísseis de terra.
    No mar é ponto pacífico a utilidade dos lançadores verticais tendo em vista o navio ser móvel e as ameaças poderem convergir de qualquer direção, mas em terra a coisa não é assim tão nítida. Há os que adoram e há os que odeiam. rsss
    Vale salientar que nesse tipo de sistema como o NASAMS, o lançador, apesar de ser conteirável , opera numa posição fixa. Ele não tem que “apontar” para o alvo. Ele fica numa posição inclinada padrão e daí pode engajar ameaças numa ampla zona à frente. O Amraam praticamente cobre 180º á frente do lançador (claro, havendo alguma perda de desempenho nas extremidades desse ângulo).
    Se for esperado a ameça convergir de qualquer eixo (por exemplo: ataque de míssil de cruzeiro subsônico ou de helicóptero de ataque) bastaria que houve mais um ou dois lançadores voltados para os outros eixos possíveis. Ou no caso de só haver um lançador ainda com mísseis este pode ser conteirado rapidamente para uma posição pré-estabelecida tão logo a ameaça seja detectada, ainda fora do alcance do míssil.

  4. Brasília tinha que ter um sistema desses, o NASAMS II, em forma fixa, de forma a cobrir-la 360°com as estruturas de poder, judiciário, congresso, e os quarteis das forcas armadas no centro.

    • Gastar dinheiro publico pra defender esses congressistas corrupto? Nem fu**#%o. Será melhor um sistema desse defendendo sistemas de energia, abastecimento de cidades, lugares estratégicos, congresso não é estrategico se ele cair hj amanha tem outro pra encher o lugar.

      • São nossas instituições, se forem destruidas nossas leis e nossa forma de governo(acaba), e é um alvo no cenário brasileiro sem grandes ameaças convencionais.
        O congresso é importantíssimo para democracia, e conseguencia funcionamento do governo, os politicos que são corruptos, a mais mera e ideal representação de um povo burro e corrupto.
        Portanto não há alvo mais estratégico, que a capital, o centro de comando de qualquer país.
        Seu comentário beira a infantilidade.

      • Diego K, não existe só Congresso Nacional lá não… Como Capital do País, existem diversos órgãos e Instituições que se Brasília for atingida num ataque, trará prejuízos imensos ao Brasil e até paralisia em diversos serviços. Seria o caos…

        • Esqueci de comentar isso, sua ideia sobre os outros ponto a serem defendidos, precisa mesmo, e para a semana passada. Somos muito relapsos nisso, infelizmente.

      • Diego K saudações! Amigo sou nascido e moro em Brasília DF não destrua minha cidade por causa das figurinhas que quase nunca ficam aqui somente ser garantir um ataque cirúrgico! Brincadeira a parte aqui no DF funcionam a ONS, o Banco Central, o alto comando das FFAA que estou lembrando! O grande problema não é destruir as instalações mas deixar sem comunicação com o resto do País! Concordo plenamente que precisamos de defesas antiaéreas bem como, destaco, sites espelhos desses inúmeros órgãos!

      • Quer um motivo para defender Brasília? Te dou um ótimo, se ela for destruída, terá que ser reconstruída. Se para construir um estádio de futebol já vai um bilhão, dirá uma cidade inteira. Não preciso dizer da onde sairá o dinheiro, né.

        Ps: sei que o amigo foi irônico. No fundo acredito que é até capaz das coisas melhorarem sem o DF por alguns meses. Numa dessa, podemos descobrir que há vida sem burocratas iluminados nos comandando…

  5. Bosco, esse sistema é com quantos lançadores por bateria? Tem ideia do custo? Pela flexibilidade que tem, seria uma boa opção para a gente, se o Brasil se interessasse, é claro…

    • Al,
      Não sei ao certo. Na Wiki fala de 12 lançadores e 8 radares. Eu acho essa informação equivocada. Mais certo ao meu ver seriam 12 lançadores para 3 ou 4 radares. Mas é chute.

    • Sem querer defender a triologia, mas tenho certeza que quando a noticia for relevante, vão divulgar.
      No mais, este ultimo paragrafo tira um pouco da seriedade não? muito mimimi
      However, Brazil’s turn towards Russia for cooperation also signifies that Latin American countries no longer have to be subservient to or dependent on their northern neighbor, but can also turn to other Great Powers such as China and Russia.

    • 100nick-Elã, mas que sitezinho chinfrim esse que vc postou hein!?

      Li rapidamente alguns artigos sobre a América Latina e todos, sem exceção, estavam eivados de delírios, esquizofrenia e paranoia, isso quando as tais “autoridades” russas / chinesas mencionadas como fontes não cometiam gafes grosseiras a respeito da soberania dos países da região, a pretexto de “nos ajudar a nos libertar das garras opressoras do grande irmão do norte”….

      Você realmente consegue comparar a qualidade jornalistica da Trilogia com aquela porcaria???

      • Independente da sua opinião sobre a fonte, a Rússia oferecer tecnologia de mísseis ao Brasil é um fato jornalístico importante e deve ser debatido. Você pode concordar ou discordar, mas debater é necessário.

  6. Prezados, uma dúvida cruel.
    Qual a chance de utilizar um míssil para abater um avião comercial, abarrotado de civis que pode ser utilizado para um ataque em um prédio como WTC?
    Contextualizando no Brasil, vamos assumir que alguém sequestre um avião em São Paulo (hoje coisa muito dificil de acontecer, pois os aviões são bem mais seguros), pegue o controle do avião para jogar o mesmo na região de Berrini. Mesmo que tenha um sistema que possa abater o avião a tempo (temos que lembrar que a defesa tem saber que o avião foi sequestrado, e que o sequestrador VAI JOGAR o avião em um prédio), quem vai ter coragem de autorizar isto? De repente a queda do avião em uma região densamente povoado, pode ter consequências piores não? Uma coisa importante, um míssil não evapora um avião, muitos pedaços (se não quase a totalidade) do avião vão acabar caindo na terra

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