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Exército Brasileiro compra 120 novas metralhadoras ponto 50 via FMS

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O Jane’s noticiou que o Exército Brasileiro adquiriu 120 novas metralhadoras pesadas M2A1 calibre .50 (HMGs) por meio do processo de Vendas Militares Estrangeiras (FMS) do governo dos EUA.

Uma carta de oferta e aceitação (LOA) para as armas recém-fabricadas foi assinada em agosto pela Comissão do Exército Brasileiro em Washington (em nome do Comando de Logística do Exército) e pelo governo dos EUA.

Sessenta metralhadoras estão previstas para entrega em 2019 e as 60 restantes em 2020, disse o Exército ao Jane’s em 11 de setembro.

Montagens de tripés, peças de reposição e canos adicionais estão incluídos no acordo, com treinamento a ser fornecido ao pessoal brasileiro após a entrega das armas.

197 COMMENTS

  1. Mais uma aquisição vinda do “malvado Tio Sam”. Parece que depois de anos de esquerdismo o Brasil começa a voltar para o lado dos países ocidentais. Poderia ser um indicativo do futuro resultado das eleições?

    • Caro Regis. As forças armadas brasileira usam equipamentos de várias origens. Se lembro bem, o material russo usado são os mísseis Igla do EB e os helicópteros MIl MI 35 da FAB. Creio que na MB, apenas o Vital de Oliveira foi fabricado na China (os outros navios têm origem inglesa, francesa, alemã, japonesa, americana e nacional). Por outro lado, foram comprados submarinos franceses, caças suecos, carros de combate americanos (novos e usados), compras de oportunidade para MB de navios ingleses e franceses, helicópteros novos franceses e americanos. É incorreto afirmar que as forças armadas brasileiras deixaram de adquirir equipamentos ocidentais ou especificamente americanos nos últimos 20 anos. Seria uma grande contribuição para o blog se você fizesse um levantamento de quando as forças armadas gastaram nos últimos anos em equipamentos de diferentes países. Creio que os maiores valores tenham sido pagos à França, depois Suécia, EUA e Inglaterra. Pouca coisa foi adquirida da Rússia ou China.

      • Só informando ao amigo que França, Inglaterra, Alemanha, Suécia enfim, a maior parteda Europa , e não apenas os Estados Unidos, fazem psrte do Ocidente. Além do mais, culturalmente falando, Africa do Sul e até os países da Oceania também fazem parte do Ocidente por formação civilizacional.
        Dos países que o amigo falou, até a Russia tem parte dela na Europa Ocidental, e os unicos que pertencem inteiramente ao Oriente são Japão e China.

        • Caro Francisco. Acho que concordamos que as forças armadas brasileiras mantiveram um intenso e constante programa de aquisição de material militar ocidental, sem que tenha sido significativamente modificado em função dos diferentes governos (desde Vargas, suponho). Também me parece que França, Alemanha, Inglaterra, Holanda, Bélgica, Canadá… são países essencialmente ocidentais (culturalmente, politicamente e economicamente). Aliás, o Brasil tem sido essencialmente ocidental desde a CF88, sem que os sucessivos governos eleitos mudassem isso, não?

          • Sim claro, a CF88 escrita pelos derrotados do regime militar que só comentando, eram socialistas. Ocidental só se for na geografia e no nome, porque na cultura mesmo, é essa mesma porcaria de CF88 que ferrou o Brasil.

      • Caro Camargoer,
        Tem muitos desses perfis. Muitos podem ser profissionais encarregados e com objetivos de espalhar pelas redes sociais e internet essa massificação de fakes.
        Joseph Goebbels pregava: Uma mentira ditas repetidas vezes, vira verdade.

  2. Somados a estas M2, que pelo que eu entendi foram compradas novas. Os americanos nos forneceram recentemente a preços de banana:
    120 M198
    100 M109 A5
    234 M577 A2
    40 M 992 A2
    23 AAV7 (Para o CFN)
    12 M113 A2
    10 M88 A1
    10 M984 HEMTT
    08 C23 Sherpa.

    Só para fins de comparação, a China e a Rússia nos cederam alguma coisa?

    • Sílvio,
      Mas a lógica dos antiocidentais é que a China e a Rússia só nos fornecem coisa de primeira e não seriam sacanas de nos dar coisa velha. Só quem nos dá velharias inúteis são os malditos ianques que nos têm como inferiores.
      Mas de forma bem interessante os mesmos que pensam assim acham natural os russos fornecerem produtos de segunda categoria para seus “parceiros” do OM e da Ásia. A desculpa sempre foi essa pelo péssimo desempenho de algumas armas. Os produtos de primeira qualidade ficam na Rússia operados por cossacos e aí eles são invencíveis. Os produtos de segunda classe são fornecidos para os “imbecis” do 3º Mundo que sequer aprendem como operá-las.

        • Mas a mais nova teoria diz respeito a que os EUA nos empurra um monte de velharias para que não compremos produtos de primeira qualidade e para com isso impedir que a nossa indústria desenvolva produtos de qualidade no setor de defesa, com isso nos tornam presas fáceis.
          A criatividade e o contorcionismo intelectual dessa turma de modo a defender suas convicções e sua ideologia nefasta não tem tamanho. Com esse discurso a Venezuela se tornou a potência que é. “A soberania acima de tudo e de todos”, bradam esses enganadores, e o povo que se lasque desde que sua ideologia reine nem que seja no meio do esterco.

      • É muito injusta a comparação, o único motivo pelo qual os EUA doam esses equipamentos é como uma forma de manter o Brasil em sua órbita, todos sabemos que os EUA tem muito mais equipamento que os Russos, muito a mais dinheiro que os Russos, e além disso nosso país sempre foi muito mais próximo dos EUA que da Rússia, nossa proximidade com os EUA vem de antes da segunda grande guerra, a proximidade geográfica é muito favorável a esse contato, esses materiais que na verdade não representam nenhum tipo de tecnologia muito sofisticada tinham outros 2 destinos possíveis ou viram sucata ou seriam repassados outros países.

        Não existe países amigos e inimigos, existem interesses, tem os interesses Russos e os Americanos, os Chineses e o japoneses, Franceses e Alemães e por ai vai.

        Nós nunca veremos por exemplo os EUA, a Rússia ou os Estados Federados da Micronésia doarem tecnologia de ponta para ajudar nossa indústria aeroespacial, teremos (espero que um dia) desenvolver isso aqui, se quisermos um dia ver um programa espacial Brasileiro, teremos de fazer isso aqui, e sem ajuda de ninguém, pois NÃO EXISTEM PAÍSES AMIGOS, APENAS INTERESSES. A tal amizade acaba quando você fica entre meu país e o meu interesse.

        Essa patifaria de mimimi cadelas de Putin, mimimi cadelas do Tio Sam, só serve para manter o grau de conversa dos fóruns em um nível baixo, será que ninguém consegue comentar algo sem tomar partido de um dos lados? Ridículo.

        Por favor, evitem enxergar tudo através de uma peneira azul ou vermelha, nós brasileiros não podemos nós limitar assim pois acabamos com espelhos, refletindo o outro lado e nada além disso.

          • De minha parte estou me lixando pro tamanho do saco de vocês. Eu me reservo o direito de desmentir toda mentira pregada pela esquerda há mais de 30 anos e uma delas é referente a esses embargos americanos.
            Enquanto os editores não me bloquearem ou eu encher o saco de ficar pregando no deserto, eu continuarem a encher o saco de vocês.
            E me reservo também ao direito de achar que todo indivíduo que reclama é geralmente antiocidental, russófilo enrustido.
            Noventa por cento dos post na Trilogia em nem entro porque sei que vou encontrar os mesmos pasteis de vento de sempre mas naqueles que eu comento eu continuarei a tentar ser a voz contrária à doutrinação ideológica de esquerda que grassa nos bloques de defesa.
            Podem fazer uma petição para os editores me bloquearem. Estarão fazendo um favor a vocês e… a mim.

        • Caro Tiago,
          Muito equilibrado, lúcido e coerente seu comentário. Temos que afastar essas obsessões doentias e repugnantes todas voltadas às ideologia pró estadunidense ou pró russa. Não existem muitos seres vivos na elite que defendam o Brasil ter seu própria independência, autodeterminação e autoestima. Temos que ser esperançosos e gratos por recebermos presentinhos… estamos recebendo espelhos e entregando o ouro.

          • Paulo,
            E você acha que vamos conseguir a independência e autodeterminação plena recebendo o justo pelo “ouro” que temos? Ou guardando nosso ouro no cofre e não o cedendo pra ninguém? E quando o “ouro” acabar? Você é a favor que o Brasil deixe de vender suas commodities? Você acha que o preço tá baixo, é? Será que se a gente então não vender o preço sobe e aí o país faz uma poupança?
            Não seria melhor se nós parássemos de ser eternos vendedores de recursos naturais e passássemos a ser vendedores de conhecimento, serviços e produtos com alto valor agregado, o que exige para isso investimento em educação, ciência e tecnologia? Ou será que vamos ser soberanos só aumentando a quantidade de espelhos que devemos cobrar pelo nosso ouro? Se o preço for bom então que vendamos o outro todo? O que não podemos é entregar o ouro barato?
            Ficamos muito preocupados com a Amazônia, o pré-sal e a “poxxa” do nióbio e somos o 78º lugar em matemática. E isso, apesar dos patriotas de diversas roupagens que passam pelo governo brasileiro.

          • Caro Amigo Bosco,
            Compartilho da sua opinião até a penúltima página desse capítulo.

            Com certeza, não devemos vender minério de ferro e petróleo comprando aços e laminados, gasolina e derivados;

            Com certeza, não devemos ter na soja, no milho, no suco de laranja, no café e açúcar como nossas principais pautas destacadas de exportação;

            Com certeza, um quilo de processador custa toneladas de grãos ou de minérios que exportamos, que correspondem a mais de 90% de nossas divisas;

            Com certeza, um produto de uma empresa como a Embraer representa valores e tecnologias agregados, desenvolvimento de pesquisas, mãos de obra qualificada e cadeia industrial segmentada e de alto valor de renda média;

            Com certeza, a indústria agropecuária e extrativista são importantes, mais não podemos ter uma economia baseada primordialmente ou apenas em produtos primários, atividades de baixo valor agregado, baixa qualificação profissional e de baixa renda;

            Política, estratégia e planejamento industrial e de atividade econômica são obrigações de governos de países sérios e desenvolvidos, trabalhando conjuntamente com as representações industriais, comerciais, centro de pesquisa e de formação de profissional. Donald Trump está simplesmente fazendo o B-A-BA.

            Não é país sério investir menos de 1% do PIB na Educação, nas universidades, projetos e centros nas pesquisas; sem apoio governamental aos cientistas, universidades, escolas, aos técnicos e projetos científicos e em desenvolvimento.

            Mas a verdade é que, entre os países dominantes (EUA, UE, China, Rússia, Japão, etc) e desenvolvidos neste mundo, não há espaço disponível para outros países. Tem que ser arrombado o espaço. Houve até a 1WW e a 2WW por causa de novos sócios que estavam sendo impedidos de fazer parte desse clube. O Brasil não vai entrar nesse clube fechado, restrito e reduzido se não for determinado e começando por unir uma sociedade – da elite ao operário/camponês, voltados ao bem que deveria ser comum: termos um país desenvolvimentista e de alto padrão social, ou pelo menos trabalharmos para este objetivo.

            Nos contentamos sermos um país rico que serve para servir os outros: a vaca que fornece o leite, o boi que fornece a carne, etc. Uma pequena e privilegiada classe governante que se contenta e obstina apenas em aumentar, criar, obter e proteger suas fortunas, de preferência no exterior. Aqui não é lugar de manter e investir ou reinvestir as riquezas conquistadas. Aqui serve apenas de lugar onde se tira e/ou negocia fortuna.

            Nos contentamos em sermos agraciados em receber tanques ou sobras quaisquer (espelhos) e achamos que não damos nada em troca.
            Recebemos qualquer aparato militar, muitas vezes obsoletos para os doadores, como pessoas ricas que dão roupas usadas para pessoas pobres ou moradores de rua. Por que precisamos ainda dessas esmolas (E PRECISAMOS!), o que é pior de tudo. Não importa se é americano, russo, inglês, chinês, alemão.. PRECISAMOS. Aceitamos ser o rabo do cachorro, e não a cabeça.

            Temos governos em todos os níveis – municipal, estadual e federal, voltados apenas a preservar uma determinada classe a manter seus próprios horizontes. “Dana-se o resto” – conceito oculto? Gente brigando por ideologias mais adequadas aos seus interesses próprios. Brigando e matando por causa de pão…Realidades da nossa sociedade doente.

            Caro Bosco, só mesmo um desabafo assim. Quando vamos (O Brasil)parar com essa máxima “o importante é tirar (minha) vantagem, certo?”

          • Pera lá, então o Bosco fica com esse fanatismo americanista e “ocidental” para “combater a doutrinação de esquerda”? Está sabendo bem, o centro da esquerda no mundo é os EUA, eles são os maiores apoiadores de movimentos esquerdistas, e ainda estão caminhando a passos largos para o socialismo, além de que os EUA foram fundados pela mentalidade revolucionária jacobina. O comunismo é ocidental meu amigo, o modernismo é ocidental, a base dos valores de esquerda é a REVOLUÇÃO FRANCESA, O ILUMINISMO, e são esses valores que estão presentes nos EUA. Eu recomendo seriamente que estude, você está sendo usado como marionete por aqueles que diz combater. Além de que fica aquela velha máxima, se gosta tanto dos EUA, por que não vai pra lá? Acho que eles não terão problema algum em aceitar alguém tão patriota por lá.

          • Hélio,
            Eu podia só fingir que não li seu comentário ou mandá-lo catar coquinho em vez de me dar conselhos tendo em vista não conhecê-lo e não fazer a mínima ideia se tem condições morais, neurológicas, psiquiátricas e psicológicas para dar conselho a quem quer que seja, mas como sou cabeça dura, vou te responder.
            Minha postura pró-EUA é só por conta de fazer o contraponto à postura dos militantes da esquerda caviar que infesta todo e qualquer espaço virtual e que fingem ser entusiastas e que colocam emblematicamente os EUA como o mal a ser combatido, representante máximo do imperialismo, e adotam como símbolo do bem e da virtude países e indivíduos que em nada são diferentes dos que alegam odiar.
            *Tenho acesso às mesmas informações que você e estou cansado de saber que a contaminação marxista é imensa nos EUA. Como já disse algumas dezenas de vezes, o Ocidente está sendo destruído por dentro, como um câncer, com direito à infiltração e metástase.
            Passar bem!

          • E Hélio, você presta um desserviço à causa que defende quando coloca a versão (que vai ao encontro de suas convicções e doutrinações) acima da verdade (que apesar de ser verdade, não lhe agrada por não corroborar suas convicções ideológicas/partidárias).
            Eu, por tentar chegar à verdade dos fatos relativos à versão que os EUA nos embargou o canhão Vulcan para os AMX, repetida insistentemente na web, por conta dele ser de alta tecnologia e que por isso nos foi negado de forma discriminatória pelo governo americano, sou taxado de “fanático” e “adorador dos EUA”.
            Ou seja, pela sua moral viciada, a versão é mais importante que a verdade e quem duvida da versão e busca elucidar os fatos, indo contra os dogmas da sua seita, é fanático, traidor, lambe botas.
            Eu prefiro que não me tenha em alta conta do que compactuar com as mentiras que você divulga e acredita, ou, pelo menos, diz acreditar, só para demonizar os EUA e com isso, influenciar mentes ingênuas e incautos.
            Aproveitando a deixa, sugiro que se mude para a CN, Venezuela, Cuba, ou qualquer um outros desses paraísos, oprimidos pelo imperialismo e se some de verdade à luta desses povos contra a opressão em vez de ficar defendendo-os apenas com o teclado. Com certeza será muito bem recebido já que tem todas as ferramentas para fazer parte do comitê central, notadamente a aversão pela verdade.

      • Exatamente, porque “essas doações” tem o único objetivo de afastar a necessidade de aparelhamento das forças armadas, afinal, pra que comprar material novo ou desenvolver no Brasil se o caridoso tio sam pode dar aquilo que eles próprios consideram como sucata? Como é bonzinho esse tio San, ele se importa muito com o Brasil.
        Além que, o que tem nesse “ocidente” para ser feita essa defesa tão acalorada? Censura? Controle estatal? Destruição das identidades nacionais? Politicamente correto? Políticas indentitarias? Vocês que me desculpen, mas tudo isso é diametralmente oposto a ideia de tradição “ocidental” que vocês dizem defender, até porque a tal “tradição ocidental” de ocidental não tem nada, ela é puramente oriental.

        • Simples, é só não aceitar e nem pedir as doações! Basta o Brasil investir e comprar e/ou desenvolver equipamentos novos….pra isso, mostra de onde sairia o dinheiro necessário pra isso….e mostre também qual empresa, tendo dinheiro, vai projetar, desenvolver e fabricar 100 ou 200 unidades de um obuseiro ou 300/400 unidades de um carro de combate, ou ainda 100/150 canhões AR…..pois o Brasil não compraria muito mais que isso…..falar que tem que desenvolver e blá blá blá é muito bonito! Mas, mstra, na prática, como fazer isso no Brasil……ah, e repito, os EUA não nos obrigaram a pedir e nem aceitar doação nenhuma…..

          • Coversinha bastante hipócrita essa sua, existem diversas empresas que poderiam assumir essa função, não assumem porque as forças armadas não querem abrir mão das esmolas americanas. Você ao menos se lembra do que era nossa indústria defesa nos anos 80? Eram os quartos ou quintos maiores exportadores de armamentos, como ela acabou? Não foi justamente por causa das nossas forças armadas e de sabotagem direta da CIA? Tem relatório da CIA confirmando isso lá no aéreo, ou vai dizer que esses relatórios são invenções de comunistas? A nossa END tem qual finalidade se não estimular o desenvolvimento de tecnologia bélica por aqui? Ninguém precisa tirar dinheiro da cartola, isso cabe ao setor privado, e cabe ao Estado apoiar essas empresas ao invés de estimular a política de desestímulo que as forças armadas tanto gostam.

      • Comentário sem pé nem cabeça, meu caro Bosco. Isso só mostra seu puxasaquismo referente aos EUA. Quer dizer que só porque os outros compram equipamentos de segunda mão o Brasil tem que comprar também? Belo raciocínio esse seu. Se a Rússia ou China vendem velharias é problema deles, assim como os EUA também, burro é quem compra e fica na eterna dependência. ex: brasil

        Obs: Meu Deus, eu achando que produziam .50 localmemte. Até isso tem que importar? A situação tá mais feia do que eu pensava.

        • Não reclama comigo não. Reclama com o Lula (líder democrático antiimperialista) que fez um novo acordo militar com os americanos, acordo esse que havia sido rompido pelo Médici (ditador militar capitalista).
          Não sei em que Brasil você vive, mas no que eu vivo não tá tendo dinheiro nem pro rancho, apesar de sermos o décimo PIB. Não me pergunte por quê? Não faço a mínima ideia do que fazem com tanto dinheiro, sei que não sobra pros serviços públicos mais básicos e nem para equipar as forças armadas com equipamentos novos em estado da arte.

          • Olá Bosco, lembra de mim?! tenho fé que sim… sempre foi muito bom ler tuas escritas, hoje mais ainda! não se apoquente com estas figuras, “eles não sabem o que fazem”, continue, sempre!!! o Brasil precisa de pessoas como vc! as pessoas tem o direito e o privilégio de poder ler sua sensatas palavra e alcançar seu vasto conhecimento! um grande abraço MESTRE!

        • Kommander, estas armas são poucas e muito duráveis. Não vale a pena montar linha de produção pra isso.sairia muito mais caro. para produção local ou tem que haver muita necessidade ou escala que justifique, Nenhuma das duas condições se mostra presente.

          So quando se compra equipamento onde elas irão e que se faz compra delas. daqui 80 anos ainda estarão atirando.

        • A questão, se não lhe passa pela cabeça, é o custo benefício…ou tu não percebeu que estais num país “rico, mas pobre”?? sobre as .50, também não lhe ocorre que estas são as melhores da categoria? que praticamente o “mundo todo” utiliza este modelo? uma coisa é saber fabricar, outra é fabricar com maestria! que o digam Glock, FNH… vc deve defender que continuemos a favorecer a Taurus pq é brasileira?! isso?

      • Prezado cbamaral, fique certo que o printe vai ter seu valor confirmado num futuro próximo!
        E lhe digo: Outros equipamentos se somarão a estes!

        Um grande abraço!

        • Silvio RC 13 de setembro de 2018 at 0:51

          Pode ter certeza disso amigo, quando vierem falar que os yanques são malvados, vou mandar logo a lista dos materiais que eles nos doam todos os anos.

          Abraço guerreiro !

      • Não tenha dúvidas disso! E quanto mais equipamentos chegarem, melhor! A situação na Venezuela está caótica há muito tempo, e a tendência é piorar. A qualquer momento o ditador pode querer arrumar uma guerra com algum vizinho pra utilizar discursos populistas de união nacional e culpar fatores externos pelo inerente fracasso do socialismo.
        De pouco em pouco nesses últimos meses já conseguimos muita coisa bacana via FMS! E se se confirmar o favorito das eleições como próximo presidente, vai vir coisa muito melhor por aí!

    • O Brasil solicitou???
      A China tem cedido materiais e até aviões para paises amigos que solicitam, a companhia aérea estatal Satena da Colômbia recebeu a doação de dois aviões Harbin Y-12 e agora que está em melhores condições e gostou do avião comprou um para ficar com três.
      . https://youtu.be/kk_RD5m8Lqs

  3. No vídeo da matéria mostra uma cadência de 5 tiros e a pausa, será q se continuar atirando ela fica com um recuo elevado e espalha muito os tiros?

  4. A velha e boa “Ma Deuce”, evoluída.
    “On October 15, 2010, the M2A1 heavy machine gun was type classified by the U.S. Army. Formerly known as the M2E2, the M2A1 incorporates improvements to the design including a quick change barrel (QCB) with removable carrying handle, a new slotted flash suppressor that reduces muzzle flash by 95 percent, fixed headspace and timing, a modified bolt, and a manual trigger block safety. “Timing” is the adjustment of the gun so that firing takes place when the recoiling parts are in the correct position for firing. When a standard M2 had a barrel change, the headspace and timing had to be manually set. Improper adjustment could damage the weapon and cause serious injury to the user. Fixed headspace and timing reduces risk, and the carrying handle allows the barrel to be switched in seconds”.

      • Guacamole,
        Você já tentou comprar alguma??? rsrsrsss
        Você sabe de uma fonte confiável a negativa dos EUA em nos fornecer alguma vez um canhão rotativo?
        A saber, as armas rotativas americanas em linha de produção são:
        Minigun 7,62mm (6 canos)
        Gecal 12,7 mm (3 canos)
        M-197 20 mm (3 canos)
        Vulcan 20 mm (6 canos)
        GAU-12 25 mm (5 canos)
        GAU-22 25 mm (4 canos)
        GAU-8 30 mm (7 canos)

        Temos várias unidades da Minigun.
        Temos um CIWS Phalanx não operacional num navio
        Há uma “lenda” que os americanos não quiseram nos fornecer o Vulcan para os AMX. Nunca lí nada crível a respeito e se ocorreu, não saberia dizer o motivo, que duvido muito que tenha a ver com o canhão ser tecnologia sensível, tendo em vista que não é, e tendo em vista que já foi fornecido para mais de 30 países nas mais diversas formas (Phalanx, Vulcan, M163, M167, Naval Vulcan)
        Nunca ouvi falar de temos solicitado a melhadora Gecal GAA-19 ou os canhões GAU-12, 22 e 8.
        Muito provavelmente iremos adquirir futuramente o AH-1 Super Cobra e duvido que venha sem o canhão M-197.

        • Que há “milhares” de sites onde alguém reproduz a expressão “o canhão Vulcan não foi liberado pelos EUA para o AMX”, sem indicar fontes , eu tô cansado de saber. Eu quero saber é da fonte inicial, com referência. Se não tiver, ou enquanto não vir uma nota oficial sobre o tema, seja da FAB ou da Embraer, eu me dou o direito de considerar só mais uma lenda da Internet.

          • A negativa dos EUA em fornecer o Vulcan ao Brasil está registrada numa reportagem da Flight International Magazine, vol. 123, nº 3864, 28 de maio de 1983, página 1449:

            “Outras diferenças entre a versão brasileira e a versão italiana [do AMX] dizem respeito à aviônica e ao armamento. O vasto e vazio espaço territorial do Brasil exige que sua Força Aérea faça extenso uso da ajuda fornecida pela aviação civil de longo alcance, em vez de requerer os sistemas militares de navegação tática disponíveis para os italianos. Restrições a licenças de exportação impediram o Brasil de ter acesso aos sistemas mais avançados da OTAN, que a versão italiana do AMX portará. Da mesma forma, o Brasil não foi autorizado a receber o canhão rotativo Vulcan 20mm. Então a Embraer instalará os canhões gêmeos DEFA no seu lugar”

            O originam em inglês pode ser lido aqui: https://www.flightglobal.com/FlightPDFArchive/1983/1983%20-%200919.PDF

        • Apenas te complementando, Bosco, para o conhecimento dos demais… o Phalanx por você citado está instalado no NDCC Mattoso Maia. Mas podemos afirmar isso infinitas vezes, e continuarão reclamando de embargos americanos. É verdadeiramente digno de um estudo: por que os brasileiros tem tamanho trauma com supostos “embargos” de armas americanos.

          Abraços.

        • Miniguns são calibre 7.62 como eu falei no post original, você não deve ter lido.
          O Phalanx não operacional na embarcação brasileira está inoperante precisamente porque os Estados Unidos não vendem peças de reposição uma vez que barra (já escrevi isso) a venda de armas rotativas para o Brasil com calibre acima de 7.62.
          É também o motivo do qual o Phalanx não está na lista de “defesa de ponto” para os navios que a Marinha comprou recentemente. Tendo dinheiro, podemos comprar qualquer coisa, menos o Phalanx americano.
          Por fim, dizer o que acontece na vida real, sem puxar para esse ou aquele lado não tem nada de mais. Os estados unidos nos vendem muitos produtos boms. Mas armas rotativas de grosso calibre não são uma delas. Não há problema nenhum. A decisão é deles.
          Acho apenas engraçado que se o cara fala algo ( e o que eu falei é correto) quem é amante dos Estados Unidos corre pra defender enquanto que quem é amante da Russia corre pra criticar.
          Eu só escreve uma obviedade que já foi coberta pela própria trilogia.

          • Guaca,
            O problema não é ser amante dos EUA (não que eu não o seja) e sim ser amante da verdade dos fatos.
            Por exemplo, o CIWS Phalanx é utilizado por uns 20 países, inclusive por Portugal. Será que o Phalanx do Matoso Maia não está fora de ação por conta da MB não ter tido interesse ou verba para mantê-lo? Você tem certeza que nos foram negadas as peças de reposição ou é só coisa da sua cabeça? Interessante que vendem o navio com a arma mas impedem que adquiramos as “peças” que a fazem funcionar. Nâo vejo lógica nisso.
            Quanto ao Atlântico, até onde foi noticiado, inclusive aqui na Trilogia, dizia respeito ao interesse da RN em colocar os Phalanx do Ocean em seus navios. Nunca li nada a respeito dos EUA nos ter “embargado” e nunca li nada a respeito da MB ter solicita o armamento ou se negado a comprar o navio se os tais CIWS não viessem.
            Alguém pode achar teorias de conspiração por trás do Ocean ter vindo sem seus Phalanx, que poderiam ter sido vetados na surdina pelo todo poderoso EUA, mas tendo em vista que cada Phalanx custa a bagatela de 6 milhões de dólares, acho mais fácil acreditar que os britânicos, na pindaíba que anda, resolveram economizar 18 milhões de dólares.
            Em relação ao Vulcan dos AMX a mesma coisa. Nunca li nada oficial acerca dos EUA ter se negado a fornecê-los ao Brasil, mesmo porque, é utilizado por dezenas de países sem o mínimo problema e é só um canhão de pequeno calibre de tiro rápido que está longe de ser um item sensível de alta tecnologia.
            Países que adquiriram os caças F-14, F-15, F-16, F-18, F-4, A7, F-105, F-104, F-106, F-111, adquiriram o Vulcan. Países que adquiriram navios americanos com o Phalanx utilizam o canhão. Países que compraram canhões Vulcan AA utilizam o canhão.
            Somando, deve dar pra mais de 40 usuários fácil. Não consigo entender onde esse canhão possa nos ser negado pelos EUA tendo em vista que somos uma república democrática com o 9º PIB, e antes, éramos uma república não muito democrática, mas governada por militares alinhados com os EUA.

        • Particularmente considero os canhões DEFA de 30mm muito mais adequados ao AMX, um avião de ataque terrestre do que o Vulcan de 20mm que com seu calibre e taxa de fogo mais adequadas ao combate ar-ar. No final nos demos bem.

        • Bosco, como curiosidade, o EB adquiriu em 1867 01 (uma) metralhadora Gatling para uso no Paraguai e em 1872 comprou duas baterias dessas armas, parece que na época ainda não havia o embargo às armas de cano rotativo rsrsrsrs. (fonte: o antigo site Armas Brasil)

  5. AH pronto, os caras nos dão velharias e há quem fique feliz por isso e chegam até defender o EUA.
    “Malvadão tio sam” ?????????? óbvio que os caras não ligam pra gente e nos veem como macacos amazonicos.
    Já falei yankee é inimigo do Brasil, nunca foi aliado e nunca nos quiseram ver bem socialmente e economicamente.
    Europa e EUA gostam do Brasil assim, sempre mal e dependente.
    Eua são os malvadões sim.

    • Eles poderiam não dar nem mesmo essas “velharias” como vc chama. Em outro post vc disse que o Abrams é muito caro de operar e manter, então vc concorda que não temos dinheiro. E se não temos dinheiro, não podemos comprar equipamento novo. E se não compramos novo e não aceitamos “velharia”, ficamos com velharias de fato, como por exemplo M-108 e M114. E, só pra cobstar, os M-109, mesmo os não-modernizados, estão muuuuito à frente dos nossos vetustos M-108. Antes de reclamar e escrever essas ladainhas “dusamericanumalvadu”, leia e analise a questão como um todo!

      • Detalhe que o Abrams só é caro para os nossos padrões, para os americanos… nem tanto, só o USMC tem mais Abrams do que o EB tem em sua totalidade de CCs.

    • Também estranhei essa parte.
      Talvez seja para formar (mais) especialistas na manutenção total dela, algo como um cabo armeiro formado diretamente por eles, sei lá… De certa forma isso é bom.

      • E normal, em toda compra de equipamentos, haver o que se chama entrega técnica, onde, o equipamento recebido vai ser vistoriado e aceito pelo comprador, o mesmo recebi um treinamento, para questão de seguro e garantias de pagamento, o treinamento faz parte disso também.

    • kkkkkkkkkkkkkk Sim, até os traficantes na fronteira usam.
      Uma arma simples usada no mundo que não tem nenhum apelo estratégico ou tecnologico
      Uma arma da ww2.
      Mas os canhões do nosso AMX tem que ser diferente, não pode ser igual ao europeu.
      Mas as .50 pode kkkk

      • Guilherme, sugiro pesquisar nas reportagens do blog Aéreo o desenvolvimento dop AMX e o porquê de se utilizar dois DEFA de 30 mm ao invés do Vulcan de 20 mm.

        • É o típico indivíduo que tem preguiça mental e lê algo de uma fonte e porque está na internet considera verdade e não vai atrás tentado entender do assunto ou ver outros pontos de vista. Ele leu a opinião de alguém em algum lugar que os americanos nos negaram os Vulcans para o AMX e considera isso uma verdade bíblica, sem ao menos se dar conta que um canhão Vulcan, do tipo Gatling, é uma arma de somenos importância e que está longe de ser produto sensível, sendo só um canhão (ou se preferirem, uma metralhadora) calibre 20 mm com alta cadência de tiro. Só isso. Tal arma tem vantagens e desvantagens em relação a outros tipos de canhões de 20 mm igualmente com alta cadência.
          Se for perguntado ao Sr. Guilherme o que ele sabe sobre o Vulcan ou qual seria o motivo dos EUA não nos ceder tal arma ele com certeza não saberá responder porque ele não foi atrás de saber o motivo, tendo se satisfeito com uma informação que leu e a aceitou de pronto como a mais pura e cristalina verdade.
          Eu o pergunto, qual seria o motivo dos EUA deixar de nos ceder um canhão de 20 mm com cadência de 6000 t/min mas nos ter cedido o canhão M39 do F-5E do tipo “revólver” com cadência de 1500 t/min. O que será que fizemos aos americanos que eles acham que não somos merecedores de 4.500 t/min a mais. O que será que faríamos com o Vulcan no AMX que não poderíamos fazer com o DEFA de 30 mm, que os americanos tanto temiam?
          Porque ele acha que nos é negado um canhão do tipo Gatling mas eles nos fornecem obuseiros AP de 155 mm, helicópteros navais SH-70, metralhadoras gatling 7,62 mm, torpedos Mk-48 Mod 6, mísseis Harpoon Block 2, etc.
          O que “diabos” tem essa porcaria de canhão de 20 mm que faz com que os EUA não queira nos fornecê-lo?

          • Bosco, admiro a sua paciência. Sinceramente não sei se um sujeito como Guilherme escreve estas coisas por ser inculto ou por má fé.
            No mínimo deve ser um moleque mimadinho, lambe bota é a melhor resposta que consegue.
            Cada um viu!!!!

  6. Justamente por ser simples.
    E o projeto é tão bom, que a URSS copiou na cara dura (DShK .50), e obviamente não tem a mesma qualidade.
    Reinventar a roda pode resultar em uma roda quadrada.
    .
    Quanto aos canhões do A-1, surpresa ! Não foram copiados diretamente dos DEFA franceses. Procure saber.

    • Amigo Delfim!
      Essa historia de “copiar” vem de algum embasamento ou só chute? Passa perto daquela ladainha de AK ser copia da Sturmgewehr 44. Cada um (Degtyaryov/Shpagin e Browning) tem seu caminho percorrido.

        • AK é baseado no AK.Sem essa de ETs ..
          Um Fn FAL ta muito mais copia de Sturmgewehr 44 pelo principio de funcionamento e tese de manuseio que um AK baseado nos outros princípios de fechamento de câmara alem de cultura de produção. Se Voce tivesse a experiência de atirar e/ou segurar e/ou desmontar os três modelos não ia falar essas besteiras de praxe.Inclusive , quando primeira vez “quebrei” M-16 a primeira impressão foi exatamente essa : po.ra , roubaram Stg44. Quando vi o ferrolho – ai “ferrou” de vez.. kkkk Comparei com M-16 A1 , A2 , etc – da na mesma(e nem conseguiram eliminar “o botaozinho” ridículo)..
          Quer argumentar? Primeiramente procure , estude os manuais de manuseio.E da uns tiros de AK , STG e FAL. Depois gente conversa…
          E sim. Lend Lease foi uma baita ajuda!Principalmente na parte de explosivos, carros e carne enlatada.Porem não foi decisivo pois representava 2% de PIB da USSR da época.Corrigindo : ajuda de 4 anos não passava de 2% anual deles. So que tratava-se das áreas onde a USSR não tinha reserva estratégica.E literalmente faltava os … Homens (para alguns devo lembrar que as crianças e mulheres é quem levava a parte agricula e industrial para frente).Por tanto , menos..O que era (estrategicamente) mais fácil trazer de navio via Lend Lease (que ajudava muuuito a economia americana) – foi trazido de navio.
          P.S. : um AK-47 era uma porcaria rara. Uma bo.sta enorme! Bem inferior de qq arma de assalto do final da SGM. Tendo Stg44 em mãos e experiência de Fedorov, Degtjarev, Shpagin e Simonov não seria difícil de copiar bem copiado.
          Um grande abraço!

  7. Entendo que comprar um numero pequeno de 50 canhões auto propulsados, 12 sherpas ou 30 CLAnFs é o possível. pois são produtos caros e o Brasil não tem dinheiro pra comprar produtos em grande quantidade.

    Mas sou apenas eu que acha que 120 .50s, mesmo que novos, é um número muito pequeno, mesmo para os padrões brasileiros?
    O preço de uma arma dessa nova, não é em torno de 15.000 dólares apenas? Porque apenas 120 unidades e mais estranho, porque a conta-gotas com 60 chegando agora e 60 apenas um ano depois?
    Sei das nossas deficiências orçamentárias, mas 120 M2s, a um preço médio de 15k, pra um exército com 200.000 soldados e do tamanho do Brasil, me parece muito aquém, mesmo para os nossos padrões.

    • Ao que posso observar, o EB está fazendo compras pontuais para evitar licitações grandes, que sempre atraem politicagem e “empurra com a barriga” indefinidamente, vide a novela da aquisição do Gripen.

      Então é mais razoável comprar a conta-gotas, mas recebendo a curto prazo, do que fazer compra grande que demora demais para chegar. Os Blackhawk foram adquiridos assim. Pequenos lotes, como quem não quer nada, sem chamar atenção de políticos, até atingir a quantidade desejada.

        • Clésio, os 4 BH do EB foram recebidos em meados da década de 1990 (96 ou 97). Os BH da FAB vieram em dois lotes, sendo o primeiro, de 6 células, recebido a partir de 2006 e o segundo, de 10 células, recebido a partir de 2011. A MB recebeu um lote de 4 e outro de 2 SH, a partir de meados dessa década.

    • Parece bizarro mas não é. A quantidade de material bélico que o Brasil possui é pífia, Guacamole. Por exemplo, a nível de pelotão o EB teria no máximo uma metralhadora MAG, pronto acabou. No exército russo por exemplo eles possuem, a nível de pelotão, 1 atirador designado (que é um “sniper” para apoio de fogo), 4 metralhadoras leves, 1 morteiro e 1 ATGM.

      • Um Pel Fuz no Brasil tem 02 MAG, 01 Mrt 60, 06 AT-4, e mais os FAL, FAP e Granadas.
        FAL sendo trocado pelo IA2 e, até onde sei, o FAP será trocado pela M-249.

      • questão de opção. Por muitas metralhadoras? sabe quem vai carregar a munição? sabe quanto pesa um cartucho 7,62×51? 25 gramas. 3000 tiros dá 75 quilos fora as fitas. E manutenir a munição? sabe o serviço que dá depois de entrar no barro e água? pergunta pra quem fez o CIGS. Meus instrutores me contaram

        • Mas a sua premissa está errada.
          Primeiro, quem disse que o cidadão vai levar 3000 munições consigo. Segundo, o brasil não é composto apenas de floresta, e terceiro, a maior parte do peso é carregado no veículo.

          Você só carrega o que vai ser utilizado em breve e não ficar caminhando kilometros com uma mochila de 35 kilos nas costas, uma MAG e mais 3000 munições (mesmo que as munições fossem divididas entre o GC.

          A questão é, temos material suficiente para as tropas, e penso que não. Acho que o nosso colega sub-urbano está correto nesse tema.

          • Guacamole, eu carreguei tralha de metralhadora. Eu fui infante. Voce ja vestiu farda? ja foi da guarnição da metralhadora? Pesquisa mais tá. Voce parece conhecer muito pouco sobre como é a dinâmica de uma operação militar e o que se leva.
            Detalhe autuei em unidade blindada ( 29 BIB) e ainda assim se anda muito a pé, maior parte do tempo aliás. E uma guarnição de dois ou quatro terá de levar reparo, peça, aranha, tralha e mais munição.
            .

  8. É poderia ter comprado mais,está bom já que o preço deve ser atrativo.Elas são excelentes para a defesa e poderia ser usada tanto em ambiente de selva como urbana não sei porque tanta critica.

  9. E tem gente que acha que isso aí deveria ser usado contra o crime nas favelas. Certamente não mora numa favela ou perto de alguma. Imaginem o dano colateral na população inocente!

  10. “O Brasil não tem dinheiro pra comprar novos” ” O Brasil não tem dinheiro pra manter” essas frases proferidas por aqui, tão repetitivamente, vão de encontro ao um orçamento de 2017 de 27 bilhões de dólares para a defesa, como pode?. Queria saber quando se resolverão estas incógnitas nacionais.

    • Não é uma incógnita meu caro, grande parte do orçamento é gasto em despesa de pessoal, aposentadorias e pensões.
      Somente com uma nova constituinte que decida mexer com os direitos adquiridos (aposentadorias e pensões), qualquer coisa diferente disto é remendo.

  11. Desculpe-me pela minha falta de entusiasmo ao ver essa noticia ja que sao tao poucas unidades nao tem como ficar feliz ja que nosso Exercito Brasileiro precisa de muito mais auxilio do que essa “venda”, mas a culpa não e dos EUA mas da falta de recursos mesmo

  12. Eu não acredito que a pequena encomenda seja por falta de $$$ e sim pq já há MD2/MD2HB em número suficiente, e que tais possam passar por avaliações para se saber se podem ser aproveitadas para upgrade para o padrão M2A1 para uniformizar o modelo.
    .
    A MB deveria tirar uns dias com o EB para aprender a priorizar. O Almirantado sonha com PA, subnucs, etc. enquanto os barcos atuais inundam e adernam, e tem 13,5 milhões de km² de água pra tomar conta. O Generalato aparenta ter os pés no chão.

  13. 1-) O Bosco citou esta história ou estória da negativa norte americana de fornecer o Vulcan para o projeto do AMX, bem isso é o que se tem escrito em vários artigos, mas realmente nunca li algo definitivo, até esta aí um bom tema para o pessoal dos editores ir atrás. Mas outra coisa polêmica os canhões do A 1 não são franceses, são armas israelenses, cópias dos DEFA e produzidos sob licença pela extinta Bernardini a mesma do carro de combate Tamoyo.

    2-) Esta notícia das .50 é me deixa confuso. Afinal alguém me esclareça a Imbel, uma indústria bélica estatal e que salvo engano esta sob o comando do Exército, não tem condições técnicas, licença de fabricação para produzir metralhadoras Browning .50 Já tinha lido que as dos A 29 são belgas da FN. Isso é preocupante na minha modesta opinião. Pois creio que um país deve ter o domínio total da produção de itens bélicos de baixa tecnologia que forma a base da pirâmide dos sistemas de armas empregados. Importar um obuseiro autopropulsado, um Clanf, uma aeronave etc. perfeitamente aceitável, agora metralhadoras .50.!

    3-) E 120 armas, um número minúsculo que vem a se juntar com os outros números magros de dotação de armas como o canhão sem recuo Carl gustav, mísseis anti carro etc.

    • A Imbel é uma típica empresa estatal. Acho que ser controlada pelo EB só piora as coisas. Experimente comprar uma pistola Imbel. 180 dias entre o pagamento e a emissão da nota fiscal. Isso para uma pistola do consagrado modelo 1911.
      Ela fabrica quantos fuzis IA2? Eu já li notícias de 5000 por ano. Hoje, talvez um pouco mais ou pouco menos. Vai demorar 40 anos para trocar todos os fuzis atuais.
      Então para mim é normal ela não fabricar uma centenária .50. Coloque-se ao lado o fato do EB não comprar muitas unidades. Sendo assim, deve ser ainda mais ineficiente e economicamente indesejável que a Imbel fabrique uma .50.
      No mais, trata-se de algo pouco complexo que, em caso de necessidade, pode passar a ser fabricado com relativa facilidade.

    • José Luiz, vc colocou perfeitamente a origem dos 30mm dos A-1. Quanto à fabricação das M2, acredito que, apesar da extinção da patente, foi calculado que a baixa quantidade não valeria a pena.

  14. Esta máquina era minha especialidade. Ate a cadência eu ajustava. Ou será para os M113 que estão vindo ou os Guaranis.

    barata, confiável, a rainha do campo de batalha.

    • Resumiu muito bem , nobre Colombelli.
      A rainha do campo de batalha!
      Acho que vão ser utilizadas como armamento ororgânico dos M109 e M992A2.
      Na verdade deveriam mobiliár as unidades de pronto emprego.
      E as que estão como material de carga das unidades da FAR, devem ser repassadas as unidades que vão receber as viaturas recém adquiridas.
      Será muito mais proveitoso, empregar essas M2 em unidades de pronta resposta e que utilizam elas como armamento de emprego direto. E não nas unidades que as operam como armamento secundário. Sei que nos BIBs elas tem seu emprego direto.
      Mas acho que são para as VBCOAP e suas viaturas de apoio. Aí nesse caso, melhor fazer o remanejamento supracitado.
      Um grande abraço a todos!

  15. Caro Colombelli, tem como estimar de forma aproximada quantas metralhadoras . 50 estão no inventário do EB. E como especialista a .50 você pode discorrer um pouco sobre o emprego dela como arma anti carro, no caso contra viaturas com blindagem leve, pois o projétil .50 AP é bem perigoso dependendo da distancia para viaturas blindadas leves. Obrigado.

    • Jose, uma vez na ESA eu vi um documento, mas isso a 24 anos. So no RS eram 360. Devemos estimar hoje na faixa de uma em cada um dos 170 pelotões de cavalaria mecanizada. Uma para cada um dos 470 M-113, uma para cada um dos AP. E nas cias de infantaria motorizada era uma por companhia ( algo em torno de umas 200). Fora as da Art AA que deram baixa ( M55 e as em tripé M-63 que ainda operam). Claro que tem estoques como no arsenal em General Câmara, e isso é informação classificada

      Os “ponta preta” (perfurante) são capazes de perfurar blindagem lateral de quase todos veiculos levemente blindados. Vidraças todas. Dá de 5 a 8 vezes a energia de um 7.62. Mas este emprego é bem secundário, pois perde energia rápido. Mas ainad pode ser eficaz contra pneus janelas e seteiras ou equipamento ótico ( neste caso até contra um CC). Dentro tem um pino de aço afiadíssimo. Quando voce atira em pneus a capa de latão e o chumbo ficam presos pro lado de fora e so o pino penetra. A balistica é levemente diferente

      Infelizmente, muitos sargentos e oficiais não sabiam manejar a arma. Punham os atiradores dar longas rajadas. Isso é absurdo. Superaquece o cano em menos de 150 disparos e compromete a eficácia do fogo.

      Ela pode ter a cadência ajustada na rosca do gatilho intermediário. O bom é por na cadência mais lenta possivel, e para isso se usa a chaveta de regulagem ( go – no go entre o cano e ferrolho) e fire- no fire ( entre a mesa e a armação acionando levemente a alavanca de manejo). Esta chaveta e sua regulagem impede que a arma dispare sem estar trancada.

      Meus soldados todos sabiam desmonta-la até segundo escalão.

  16. O FMS – Foreign Military Sales é uma forma inteligente de adquirir armamentos modernos e consagrados e não significa que são velharias ou lixo americano como alguns costumam se referir. São excedentes de compras em larga escala que o exército americano sempre faz para diminuir os custos de aquisição, muitas vezes são peças de estoque, podem até nunca terem sido utilizadas, ou seja, podem ser novas em folhas, ou semi-novas, ou muito pouco usadas, o cliente pode escolher. Os americanos são muito práticos e criaram o FMS para que o governo possa vender diretamente a outro governo amigo, sem passar pelas empresas fabricantes, é uma venda direta governo a governo e a máxima criada por eles para este tipo de negócio é “Sem lucro, sem prejuízo para o governo americano”. Simples assim. Eles doam o equipamento, mas quem recebe tem de pagar todos os custos da operação, inclusive o transporte e se quiser modernizá-lo tem que adquirir os serviços de empresas americanas, o que quase sempre acontece, então acaba gerando mais lucros e empregos para os EUA, como eu disse, simples e genial, por isso eles são grandes.

  17. Segundo fontes, estão à caminho do Brasil também duas unidades do tanque Abrams versão M1A2 para avaliação do EB. Alguém tem de forma oficial esta informação ?

    • Não vi essa informação em lugar nenhum, se for verdade seria bizarro, o EB tem toda uma estrutura montada e preparada para a família leopard, tem até um centro da KMW em Santa Maria se não me engano, ficaria muito surpreso se eles decidissem do nada mudar tudo de uma hora para outra, ia ter que começar tudo praticamente do zero em um momento que falta $$$$$$$$$$$$$$ para tudo

    • Seria uma boa !
      Mais só de saber que o EB ira testar os Abrams talvez a KMW nos jogue uma carta na mesa
      Apesar que Nada se compara ao FMS
      Mais como o amigo acima já disse
      Eles criaram uma instalação aqui não acho que vão gostar de saber deste testes
      Si é que ele realmente vai existir

  18. Certos comentários são decepcionantes, pelo grau de “falta” de informação e de superficialidade. denigrem a imagem dos militares e dos que admiram as instituições militares. “Tentem contribuir”, esclarecer, não contribuam com nódoa de que o brasileiro é um ignorante.
    Lembro do presidente Geisel rompendo o acordo militar com os EUA, ele não era esquerdista e muito menos anti-americano, só pensou nos interesses do país.
    Sejamos mais racionais!

    • Exato. Esse “combate ao esquerdismo” transformou essas pessoas exatamente naquilo que eles juraram combater. Dizer que não gosta dos EUA, segundo essa galera, agora é ser esquerdista; é automaticamente gostar da URSS e idolatrar o “Che quer vara”. Já até vi um desses loucos dizendo que seria bom se os EUA invadisse o Brasil.

  19. Muito obrigado Colombelli.

    Alguns pontos, nunca atirei com uma metralhadora, o mais perto que cheguei disso foram poucos tiros com uma submetralhadora 9 mm Taurus MT 12, mesmo assim o instrutor foi muito claro que deveríamos dosar o dedo no gatilho para conseguir pequenas rajadas de 3 tiros, não só para o controle de arma, mas também por causa que o carregador somente tem 30 tiros. Mas isso faz uns vinte anos. Agora uma .50 é uma metralhadora pesada, uma arma de apoio de fogo com doutrina de uso própria, com certeza diferente de uma MAG por exemplo.

    Penso que um país do porte como o nosso deveria em tese ter uma razoável quantidade de armas deste tipo em estoque, em algum paiol, devidamente desmontadas e conservadas. Ao contrário de munição a vida dos componentes pode ser bem longo e a .50, assim como morteiros e outras armas coletivas fazem uma falta danada em um conflito.

    Voltando as armas automáticas pesadas em combate terrestre. A história dos conflitos demonstra o quanto armas de uso anti aéreo foram úteis em combate contra alvos terrestres, a própria .50 na montagem quadrupla, não sei como o EB denomina esta versão, foi muito utilizada pelo US Army na II GM e até no Vietnam. Mais creio que faltou ao EB a adoção de canhões leves de 20 mm, tipo a montagem do soviético ZU 23 de 23 mm, os quais deveriam ser nacionais, os argentinos os tem ou tinham em boa quantidade.

    Quanto ao M1 Abrams, mencionado pelo Antunes, pode até ser não duvido nada que o EB corra atrás do prejuízo, com a situação da Venezuela tomando rumos absurdamente incertos, é prudente lembrar que a fronteira norte tem regiões que podem ser utilizados carros de combate, naquela região lá no norte, inclusive tem uma unidade com EE 9 Cascavel operando lá. Agora não faço ideia da logística para levar um carro de 60 toneladas lá para cima e como manter ele lá, creio que somente por necessidade imperativa de guerra, parece que o EB levou um M 60 para a Região Norte, com muito esforço. Outra dica para uma ótima matéria do Poder Terrestre.

    Ressalto que também, desconheço se o terreno permite a Venezuela desdobrar meios blindados junto a fronteira brasileira, também um ótimo tema para pesquisa, o teatro de operações da fronteira norte, principalmente no que tange a geografia, seja o terreno e principalmente estradas e acessos.

    Mas com certeza a cobra vai fumar lá em cima, do jeito que vai ou implode ou explode. Infelizmente.

  20. Bosco.
    A RFA em edição sobre o A-1 cita o impedimento americano sobre o canhão Gatling M-61, bem como matéria em https://www.aereo.jor.br/2015/12/27/programa-amx-da-concepcao-a-modernizacao/
    Espremendo meus neurônios, lembro que na segunda metade dos anos 1970 o Jimmy Carter (aquele b*ndão) denunciou o BR por direitos humanos e pelo programa nuclear. Geisel respondeu encerrando o acordo militar BR – EUA, e naquela época os projetos que levariam ao A-1 já estavam em andamento. O que explicaria o veto americano.
    É explicado na matéria do PA que, como o viés do A-1 seria o ataque, 2 DEFA 30mm fariam mais estrago que um M-61, mas frize-se que os italianos não pensaram assim e colocaram o M-61 sem maiores impedimentos.
    Mas duas décadas depois do imbroglio Carter x Geisel, FHC estabilizou a economia, criou a Secretaria de Direitos Humanos, assinou o TNP, e ao lançar o F-X1, os EUA ofereceram o F-16 block 52 sem nenhuma restrição de armamento convencional, inclusive o M-61.
    Aliás, o Brasil hoje tem acesso a quase todo armamento convencional americano. Basta $$$.

    • Delfim,
      Com certeza acompanho a Trilogia há muito tempo para ter conhecimento do inteiro teor desses artigos e saber de cor todas as vezes em que foi mencionado ou deixado meio que no plano “subliminar” o tal “embargo” americano ao AMX.
      Só que uma negativa de Washington implica num pedido formal feito pelo Brasil. Houve esse pedido? Houve essa negativa? O projeto do AMX brasileiro teve que ser alterado por conta da negativa? Ou desde o início a Embraer e a FAB optaram por um canhão de 30 mm já em uso nos Mirage?
      Embargo americano implica em:
      1º- a Embraer estar desenvolvendo um avião que iria adotar o M61 Vulcan como arma mais adequado à sua função;
      2º- o item ter sido requisitado formalmente aos americanos;
      3º- o Departamento de Estado dos EUA ter comunicado formalmente que o item nos foi negado;
      4º- a Embraer ter comunicado o imbróglio ao usuário (FAB) e ambos teres decidido mudarem o projeto e se contentado com um uma alternativa menor que a ideal.

      E mesmo que houvessem restrição aos armamentos americanos (pelo democrata Jimmy Carter) quando do desenvolvimento do AMX , não teria nada a ver com o canhão ser de tecnologia sensível , negada a nós pelos EUA e sim, teria razões políticas. O que é muito diverso do que alguns querem nos fazer crer que os EUA nos embarga o Vulcan e suas diversas variantes por conta de ser um armamento muito avançado e eles não nos acharem merecedores de tal tecnologia “interplanetária”.
      Um abraço.

  21. Jose o princípio é o mesmo. Qualquer arma automática deve dar rajadas curtas de 3 a 10 tiros a fim de reajustar pontaria e não superaquecer o cano. Com 200 tiros ja começa mudar de cor e ja é hora de trocar o cano. A rigor o emprego de ambas tem muito em comum, pois a MAG também pode ser usada em apoio de fogo orgânico em nivel subunidade ou unidade e a longas distâncias. os alemães com as MG42 conseguiam produzir com munições de 180 ou 190 grains uma micro artilharia com as metralhadoras a 2000 metros. Porém da MAG eu ti tabelas de tiro sobre tropa, coisa que nunca vi da .50. Este tiro e o com uso de “mascara” são os mais difícieis de fazer.

    Eu vi a 6 bateria AA uma vez fazer fogo terrestre com a M-55 ( quadrupla) é simplesmente o inferno na terra. Os argentinos é que fizeram esta opção pelos 20 mm em suas unidades AA.

    De curiosidade, a munição M1. 50 pesa 120 gramas.

    Pessoal, a fronteira da Venezuela com RR é um dos terrenos mais fáceis de bloquear em nossas fronteiras. Meia duzia de demolições e pontos de bloqueio e inviabiliza qualquer movimento.

  22. Delfim e Guacamole, vamos desfazer um mantra criado nos livros de ficção científica:

    O F 18 foi selecionado no short lista da FAB e caso a ela tivesse optado por ele, o mesmo viria equipado com o canhão rotativo Vulcan 20mm, devidamente autorizado pelo congresso americano.
    Eu, agora não tenho saco para procurar e colocar o link aqui, mas talvez aqui mesmo na trilogia tenha fontes sobre a autorização, então meus amigos parem com esta bobagem que o Phalanx não pode ser veniddo ao Brasil. pode é só querer e pagar.

  23. Legal Colombelli já pensou em escrever e publicar sobre os seus conhecimentos em armas de infantaria e afins. Existe uma carência enorme em língua portuguesa sobre tudo. Aqui em casa em algum lugar tenho um manual em português, muito velho e em mal estado, que fala do tiro da Hotchkiss com gráficos e tem tiro sobre a tropa, com os projéteis em parábola.

    Bosco sobre a questão do Vulcan, bem o fato é que alguma razão houve para o Brasil não ter seguido a configuração italiana. Pode ter sido custo de aquisição, mas se for isso o que levaria a desenvolver um projeto totalmente diferente do nariz? E considerando que o Brasil usava ambas as munições a de 20 mm nos canhões do F5E e a de 30 mm nos Mirage III. Escreveu se que os 30 mm são mais adequados para uso ar terra, mais a versão italiana também é de ataque. Pode ter havido a restrição sim, não por motivos tecnológicos, mas sim comerciais, talvez não fosse interessante ter a arma norte americana em um avião brasileiro ou quem sabe a opção do Brasil, foi pensando em exportar o caça para países com bloqueio norte americano. Mas alguma coisa aconteceu. Resta a pergunta qual a melhor configuração, mas aí já é muito off topic. Matéria para o poder aéreo.

    • José,
      Não faço a mínima ideia do porquê do “equívoco” italiano em armar seu AMX com o Vulcan. Penso eu que talvez tenha sido para padronizar com o F-104. Hoje, eles devem estar arrependidos tendo em vista que seus dois caças usam o canhão Mauser 27 mm.
      Talvez também porque no cotexto da Europa naquela época a função ar-ar fosse importante tendo em vista que os italianos só contavam com o fraco F-104.
      Pode ser também que o AMX italiano tenha tido um recheio eletrônico maior e aí não caberiam dois canhões e resolveram colocar só um e optaram pelo Vulcan. Dois DEFA 30 mm pesam cerca de 180 kg (fora a caixa de munição, as calhas de munição, a caixa de munição, o reforço da estrutura do caça) enquanto um Vulcan M61 pesa 112 kg.
      Fato é que a melhor opção relativa ao efeito no alvo terrestre foi a brasileira e como disse, me reservo o direito de achar que qualquer versão diferente, antes de replicar informações de outros sites, deve ser oficial ou pelo menos dotada de alta credibilidade. Caso contrário configura apenas “boato”.
      Tenho dificuldades de deixar o pensador coletivo pensar por mim. E aí não vai nenhuma crítica a você que colocou argumentos e questionamentos válidos.
      Vale salientar que essa questão de calibre e canhão pode ter interpretação diferente dependendo do caso. No próprio EUA eles armaram o AH-1 Super Cobra com o M-197 de 20 mm e o AH-64 Apache com o M-230 de 30 mm x 113. Ambos, claramente são otimizados para tiro terrestre mas optaram por canhões diametralmente diferentes.
      Um abraço.

  24. Uma curiosidade: pensava que a Imbel fabricava sobre licença a .50? Não seria ter como aquisição a MG3 alemã em quantidades significativas para equipar pelotões? E quanto ao HK 21? de certa forma nada é doado, pois cabe ao comprador arcar com transporte e se caso precise modernização. porém é mais uma boa aquisição. Creio que se a Rússia ou China estivessem interessadas também fariam suas propostas. apenas vejo o FMS vindo dos americanos. Qual é o problema , então? Fabricar sobre licença é uma forma de se manter determinados equipamentos. pudéssemos ter dinheiro, ótimo teríamos melhores equipamentos e por sinal fomentaríamos campos de pesquisa para aperfeiçoar nosso armamento. Uma proposta: acabem com o Monopólio entre Imbel, Taurus. Querem manter a Imbel estatal, modernizem-na ou privatizem-na para que possua competividade. Por incrível que pareça ; há mais fábricas de armas e clubes de tiro na Argentina do que no Brasil. Uma política de Estado e não de governos é o que precisamos para Defesa. abraços a todos.

    • Não entendi o “por incrível que pareça”.
      A Argentina não tem Estatuto do Desarmamento, nem um Exército que controla até armas de pressão e a caça, de diversas espécies, é um esporte tradicional lá. Então é natural que tenham mais fabricantes de armas do que o Brasil e suas três fabricantes.
      De qualquer forma, a Taurus é muito maior que todas as empresas argentinas juntas.

  25. que tipo de munição eh/sera utilizada nessa metralhadora??
    munição explosiva?? de impacto?? perfurante?? enriquecida com urânio??(igual as municoes utilizadas pelo EUA)

    • Olha, wwolf2, com urânio eu desconheço.
      Mas, posso lhe assegurar que o EB, assim como a FAB utilizam munições de M1 Ordinary, M2 Tracer, TNT Trinitrotolueno que é a explosiva, Mi Incendiary Cartridges, e etc. Na Mtr HB .50.

    • Wwolf,
      As munições com urânio só de calibre 20 mm pra cima, mas tem munição com núcleo de tungstênio.
      Tem vários tipos de munição, algumas com algum poder explosiva e outras, incendiárias. Outras têm alta capacidade de penetração, contado com um “dardo” de tungstênio.
      A munição mais moderna e famosa é a chamada Raufoss Mk211, que combina um núcleo de tungstênio com pó de zircônia e com material explosivo/incendiário.
      Ela ficou famosa combinada com um fuzil antimaterial porque atirava contra alvos escondidos atrás de muros e fazia o alvo explodir do outro lado. https://www.youtube.com/watch?v=kIvVZLr7MgI

    • usa a M1 ( jaqueta de latão), traçante (ponta vermelha), perfurante ( ponta preta) e incendiária ( ponta branca) na versão terrestre. na tropa tu so acha em regra as tres primeiras.

  26. Esse duelo ideológico não leva a lugar algum. Tudo isso porque, como sempre, o primeiro a comentar uma nova matéria da Triologia solta uma pérola absolutamente fora da realidade e dá no que dá. Até na Wikipedia argumento do amigo lá de cima não se sustenta….

    Os EUA nos vendem via FMS porque é de seu interesse estratégico fazer isso. Não há amizade, não há camaradagem ou boa vontade, não há interesse na Amazônia, vontade de subjugar ou de roubar as mulatas do carnaval para um desfile na Times Square. O Brasil sempre foi aliado dos EUA, altos e baixos ocorreram e vão ocorrer, dificilmente isso vai mudar, mesmo diante da Super Ultra Fod*stica China.

    Adicionalmente, os EUA fazem isso (vendas via FMS) porque podem. Quem mais no mundo – inclusive China – pode se dar ao luxo de vender equipamento usado (para eles) que é quase novo para quem compra? Quem pode tirar da linha de frente um equipamento semi-novo, em plena condição de uso em combate, vender barato a um aliado, e produzir um novo no lugar, mantendo a sua poderosa e impressionante indústria de defesa na ativa e altiva?

    Se me permitem o atrevimento de discordar, afinal alguns dos que mais admiro estão nos comentários aí acima, debates com esse viés já esgotaram as possibilidades de trazer algo novo a todos nós. O argumento da cesta de “bondades” ou de “maldades” cada vez que o Brasil compra um projétil calibre 9mm via FMS não se sustenta. Há um conjunto de interesses: eles vendem, mantêm ativo um relacionamento de décadas, ganham contratos de manutenção e de modernização, reforçam laços entre as FFAAs, e nós preenchemos lacunas, vamos aos trancos e barrancos dando nosso jeito, melhoramos o que dá e o baile segue.

    Melhor seria tivéssemos meios de produzir algo por aqui, claro, óbvio e certíssimo. Mas a dura realidade é que, azul ou vermelho, o povo torce a cara cada vez que se anuncia o gasto de um real em Defesa. Essa batalha, pela cultura da importância da Defesa, perdemos em algum lugar do passado.

    • Hélio,
      “os blogs da “trilogia” Forças de Defesa (www.fordefesa.com.br) têm como objetivo tornar os assuntos de defesa parte da agenda nacional, a ponto de influenciar positivamente as políticas governamentais no futuro.”
      Essa é a missão da Trilogia e que é afeita não só aos editores, mas aos participantes.
      O que você chama de duelo ideológico, eu chamo de reposição da verdade.
      Estaria prestando um desserviço ao blog e até ao país se deixasse florescer equívocos e pior, mentiras.
      Seria leviano de minha parte deixar passar a ideia equivocada que o AMX tem um canhão ruim por conta do ótimo nos ter sido negado maquiavelicamente pelo todo poderoso EUA. Tem leitores muito jovens participando do blog e mantê-los bem informados, abastecendo-os com verdades e não com ideias pré-concebidas e preconceituosas, é responsabilidade de todos.
      Da mesma forma, e só pra citar um exemplo, eu não me curvo ao senso comum e à preguiça mental e deixo passar como natural comentários do tipo que dão conta do F-35B ter sido baseado no Yak-141, restando claro que ambos têm sistemas propulsores completamente diferentes.
      Se meu contraditório pode passar a ideia de duelo ideológico, eu sinto muito, mas enquanto não for bloqueado pelos editores continuarei a combater o bom combate, independente do saco de alguns já estarem transbordando. E não me refiro a você.

      • Ora, Bosco, a FAB na virada dos anos 1970 se interessou pelos F-4 Phantom e ganhou uma negativa. Replicaram com A-4 usados. A FAB recusou e foi de Mirage III.
        Como disse, era outra política, em outras eras. Não dá para usar os parâmetros de hoje para avaliar os casos do passado, e vice-versa. Os parâmetros se alteram no tempo e no espaço.
        Hoje, se o BR botar $$$ na mesa, tem F-18SHblock3, tem F-15SE, tem F-35, tem F-16Block70, com todo o arsenal convencional que quiser.
        .
        Quanto à falta de requisição formal do BR, ora, se sabia que ia tomar negativa, pedir pra quê ? Guardadas as devidas proporções, se o Irã ou Venezuela pedissem peças para seus caças de origem americana, receberiam ? Então.
        .
        E não, a questão não é ideológica. Quando os EUA querem, jogam duro com seus aliados, em maior ou menor grau, dependendo do aliado e da ocasião. Não há amor, há interesses.

        • Delfin,
          Eu seria ingênuo se defendesse a tese que os EUA são nossos amiguinhos e que nos fornecem tudo que queiramos, bastando que apresentemos “la plata”.
          Não é esse o ponto. Se os EUA negou vender o F-22 ao Japão, imagina pra nós, que estamos longe de sermos aliados de primeira linha dos americanos. Com certeza eles não nos venderão mísseis Trident, submarinos Ohio ou bombardeiros B-2. rsrsssrs
          *Mas aventaram a hipótese de nos fornecer o F-35 .
          Não duvido que no caso do F-4 a recusa (não tenho conhecimento profundo do tema) tenha sido alinhando com a política americana de não querer fomentar um desequilíbrio de forças na região. Isso não tem nada a ver com a “tese” repetida insistentemente que os EUA não nos fornece a porcaria do canhão Vulcan nas suas diversas formas (Phalanx, M61, etc) porque seria um item de alta tecnologia ao qual não temos acesso por sermos considerados micos falantes pelos ianques. Eles até podem nos considerar micos, como querem alguns, mas não consideram o Vulcan um produto sensível .
          Eu, mais de uma dezena de vezes, já coloquei que armas americanas de alta tecnologia, muito mais sensíveis do ponto de vista estratégico, nos foram fornecidas e cito como exemplo o torpedo Mk-48, o helicóptero SH-70, radares 3D, etc.
          Um abraço.

          • Bosco razão te assiste. É pensar que na época a Argentina e todos demais paises da AL era também palcos da guerra fria e os EUA temiam que qualquer um fosse para os braços da URSS como se desenhou na crise das Falklands. Certamente tinham a preocupação de manter certo equilíbrio de forças na região, mormente quando havia tensão entre Brasil e Argentina.

  27. A velha e boa HB M-2 tem seus problemas e suas virtudes. Hoje em dia existem armas melhores no mercado. Russas, principalmente. A HB vibra muito e seu resfriamento na base da troca de cano (as ultimas versões)não é o ideal. Poderíamos fabricar, porém não sei se a custo seria competitivo com a Colt.

    • “Poderíamos fabricar, porém não sei se a custo seria competitivo com a Colt.”
      Desculpe, Luiz Floriano Alvez, não entendi a parte do seu comentário” custo competitivo com a Colt”??
      A HB.50 é fabricada pela General Dynamics, e, a única empresa autorizada para fabricar a HB .50 é FN Herstal.

  28. Uma pergunta e um comentário:

    1. A pergunta: As .50 são utilizadas apenas como arma de emprego terrestre ou hoje em dia elas ainda têm alguma utilidade como arma anti-aérea?

    2.O comentário: Costumo não comentar sobre esses “Fla-Flus” que infelizmente ainda ocorrem na Trilogia. Não preciso e principalmente não quero. Entro aqui para tentar aprender o que posso sobre defesa, que é um assunto que acho muito interessante, em especial sobre a noção de custo x benefício na aquisição e uso de materiais. Há considerações técnicas aqui de pessoas realmente conhecedoras, como o Bosco, o Juarez, o Colombelli, o Agnelo, o Jr, o Camargoer ,o Nunão, só para citar alguns, que considero lições imperdíveis e que procuro aplicar no meu dia – a – dia com bons resultados práticos. É uma pena que alguns entram aqui para causar tumulto. Disvirtuam este democrático espaço de debates. Aos que consideram que essas críticas lhes cabem, não levem para o lado pessoal. Cordiais saudações a todos.

    • Sequim, ainda usa sim como arma AA, e isso ocorre de duas formas. Como arma de defesa orgânica de unidades blindadas e mecanizadas e como arma de unidades AA propriamente ditas.

      Acabam sendo pouco eficazes individualmente contra alvos aéreos, mesmo em baixa altitude. Mas o fogo concentrado de 10 ou 12 metralhadoras pode ter efeito contra alvos em baixa altitude. Maioria das F orças Aéreas da AL ainda primordialmente usaria meios de bombardeios de baixa altitude, de forma que aina vale a pena mante-las neste finalidade, mesmo em unidades AA, onde ela é operada com o reparo M63. Os ingleses tem um sistema de reparo alto e miras óticas para esta finalidade que é bem interessante.

  29. É incrível que em pleno ano de 2018, século 21, ainda temos que importar uma bosta de uma metralhadora .50

    É muita incompetência e muito descaso da indústria nacional.

    Daqui a pouco vão importar os coturnos e fardamento também.

  30. Pra encerrar minha participação nesse post, o “Acordo Militar Brasil – EUA” em vigor desde 1952, foi rompido unilateralmente pelo Regime Militar (presidente Ernesto Geisel) em 1977 porque o dito Regime não admitiu a intromissão dos americanos nos assuntos internos brasileiros, notadamente nos relativos aos direitos humanos. Foi esse rompimento que motivou a negativa dos EUA (fato que duvido por conta de não estar convencido que a Embraer tenha solicitado tal canhão) em relação ao M61 Vulcan para compor o AMX.
    Hoje, a esquerda, de forma sorrateira, se vale de um ato benéfico dos EUA em relação aos “oprimidos” pelo Regime Militar para disseminar que os EUA nos negou a venda de tal arma por nos achar não merecedores ou inferiores. Memória curta que tem, e usam isso para espalharem desinformação e xenofobia em relação aos EUA.
    Resumo da ópera: em tendo nos sido negado o canhão para o AMX, essa negativa partiu de um rompimento unilateral do Brasil de um acordo de cooperação na área militar com os EUA e não de qualquer “embargo” americano em relação a produtos de alta tecnologia, aliás, coisa que o canhão Vulcan está longe de ser.
    http://www.fgv.br/cpdoc/acervo/dicionarios/verbete-tematico/acordo-militar-brasil-estados-unidos-1952

    • Prezado Bosco,
      Obrigado por enriquecer esse fórum com suas intervenções didáticas e embasadas em fatos.
      Ler os seus comentários é uma excelente oportunidade de aprendizado e um convite à reflexão.
      Fraterno abraço.

    • “oprimidos pelo regime militar” É sério que tu ta relativizando gente que foi torturada e morta em delegacias por ordem de militares ? Tu acha mesmo que americana não nos acha inferior ? AH pronto kkkkk

      • Não foi isso que quis dizer, mas só pra te informar, parece que não sou eu que relativizo nada. As Forças Armadas estão no topo do ranking das instituições mais confiáveis (3º lugar) enquanto os partidos políticos ocupam o último lugar, de 17 instituições analisadas. https://exame.abril.com.br/brasil/em-que-os-brasileiros-mais-confiam/
        Quanto ao conceito que o Brasil e o brasileiro tem nos EUA, me é completamente irrelevante. Assim como não me interessa o que os chineses, russos, franceses, japoneses, uruguaios …. acham de nós.
        De minha parte cumpro com minhas obrigações e cheguei ao ápice técnico na minha área laboral e não tenho nada que me deixe menor frente a qualquer outro profissional . de qualquer país que seja.

        • Bosco e Rodrigo, tem a minha assinatura em ambas as observações. Nem no campo militar o pessoal dos EUA é superior ou inferior a pripri a quem quer que seja. É apenas gente. O que faz o profissional é o treinamento melhor ou pior. Eles e outros tem é, com certeza, mais meios, mas nem nós nem ninguem é “inferior” ou superior, e nem os EUA acham isso. Se assim fosse, não estariam mandado seus melhores e mais bem treinados soldados para combater insurgentes e talibãs que nem militares são e que muitas vezes não passam de piazada com uma AK.

          Quanto ao pessoal das delegacias…. sabiam o que ia ocorrer. aderiram e colheram o resultado, Pra eles eu canto foi em Xambioá

    • Bosco na época não foi só o canhão que os EUA negaram, o F 16 foi vendido somente para a Venezuela e o Chile só conseguiu voltar a comprar dos EUA no começo dos anos 90.

      Na verdade os EUA enviaram agentes da CIA etc para esses países do sul resistirem aos comunistas nos anos 70 (historia que todo mundo sabe) e logo no começo dos anos 80 deram uma de bons moços querendo liberdade e democracia etc, mas as restrições começaram antes, não sei te dizer o porque destas restrições dos anos 70 e 80 (talvez trauma dos F 14 do Irã, ou em apoio aos ingleses nas Malvinas)

      Alem do que pode ver que o F 4 não foi vendido para nenhum pais do sul, foi somente os A 4 e F 5 que eles venderam naquela época.

      Houve restrições por parte dos EUA sim, e a França aproveitou para abocanhar o espaço.

      No caso do Vulcan são varias as estorias, pode ter sido por questões técnicas ou restrição, algumas fontes falam uma coisa outras falam outra.

  31. Acredito que boa parte do fardamento seja importada, mesmo que o tecido, não vejo problemas nessa compra de .50, foram poucas? Sim, mas não vi onde tá escrito que foram as últimas, uma compra dessa forma é bem melhor que uma licitação para 2000 armas, que se tornaria um processo lento e dispendioso. Seria melhor comprar no Brasil? Sim, mas dependeria de muitas variáveis, inclusive o preço. O EB tem feito muitas reposições importantes de material e sem o estardalhaço de certas licitações que acabam por adentrar no meio de nossa complexa política. Parabéns ao EB, continue assim, melhor ter e operar o simples que sonhar com o complexo.

  32. Pré dados,
    Ha algumas semanas eu fiz um comentário aqui mesmo no Forte, criticando esse Fla flu.
    Esse posicionamento de lado A e lado B se torna negativo quando se perde o foco e não se tem uma análise mais acurada das capacidades técnicas e potencialidades de emprego dos equipamentos em questão.
    Estou aqui para aprender, e quando posso, repasso um pouco das instruçoes e ensinamentos que vivenciei e aprendi na minha vida profissional.
    E procuro fazer isso através de experiências impiricas, e não por teorias que tem os laivos ideológicos a frente de qualquer coisa.
    Ninguém aqui está defendendo que o Brasil se torne um capacho de A ou B.
    Sabemos que todas as Nações defendem seus interesses próprios. E que as relações diplomáticas e estratégicas são constituídas em cima de interesses que as beneficiem.
    A matéria fala de uma aquisição via FMS, e
    quando coloquei a lista de materiais que nos foram cedidos pelos americanos, foi com o intuito de comparar o que as outras potências nos tinham cedido.
    Se os mesmas não cederam nada, não precisa falar mais nada.
    Tentei trazer para o debate uma questão que constantemente vem a tona no blog, um hipotético, e famigerado alinhamento brasileiro com uma potência militar.
    Agora se tem gente deixando ser guiada pelo viés ideológico, espumando pela boca, perdendo o sono com a verdade, paciência.
    E a verdade é que as eventuais potências, que alguns aque tem como modelo, e eu ouso dizer, que alguns enxergam até mesmo como uma religião. Nunca nos ofereceram nada.
    Sempre defendi o respeito mútuo, e espero que o debate prossiga de maneira respeitosa, sadia e profícua.
    Um grande abraço a todos!

  33. Bosco, com relação ao Vulcan e o AMX, bem sou isento desta disputa esquerda x direita e realmente não sei qual a verdade sobre a escolha dos canhões de 30 mm. Mas restrições norte americanas eram comuns e na minha opinião algo perfeitamente normal, pois naquela época os países se alinhavam em dois blocos, sendo que haviam categorias de aliados diferentes, uns que recebiam equipamentos de primeira, outros de segunda e alguns de terceira. Exemplos de embargos reais norte americanos: peças para os F 5 E Chilenos, que parece, veja bem dizem, não sei se é real, mais que só voavam porque receberam apoio da FAB para poder operar; A Argentina estava com dificuldade antes da Guerra das Malvinas de obter equipamento norte americano, isto se encontra escrito em vários artigos sobre a guerra de 82, inclusive problemas para substituir os Neptune pelos Orion, os quais estava negociando com os australianos. Os EUA também impuseram restrições a FAB com relação ao F 86 Sabre ofertando outros caças inferiores, sob a alegação de não causar desequilíbrio militar na América do Sul. Agora dizem que também houve problemas com versões mais modernas do AIM 9 Sidewinder, mas não sei dizer exatamente o que ocorreu, tendo a FAB ido para os Python 3, que veja não podiam ser colocados nos trilhos externos do F5E.
    Agora quanto aos russos, todos que acompanharam a guerra fria sabem que havia para todos os equipamentos deles três versões: uma exclusiva para uso da URSS que era de primeira linha, uma exclusiva para os países do Pacto de Varsóvia e uma terceira muito inferior em tudo que era exportada para os países do Oriente Médio. Não vou discorrer sobre isso. Mas se o Brasil tivesse adquirido equipamentos russos na década 70/80 teria com certeza recebido equipamentos inferiores isto é certo, porque era a política vigente. Ou seja não existe lado bom ou lado ruim, existe sim alinhamento político e estratégico.

  34. Acho que devemos ser racionais nos gastos militares, tanto do ponto de vista militar, como econômico.
    Não acredito que precisemos reinventar a roda, em questões de equipamento militar, se não formos ter escala de compras suficientes, ou possibilidade de nos tornamos exportadores.
    E certas coisas básicas, onde há escala de compras, mesmo que somadas as compras das policias estaduais e federal, devemos produzir aqui sim, mesmo que um projeto de fora: vide pistolas, submetralhadoras, fuzil de assalto. O que envolveria também uma maior padronização dessas armas entre as 3 forças armadas e as forças auxiliares.
    Agora, meios e armas com utilização menor, não vejo porque não aproveitar compras de oportunidade (como tivemos recentemente com a Royal Navy) ou o FMS americano!

  35. Sr. Rafael Oliveira. “Por incrível que pareça”. foi esta oração que usei para justificar meu espanto tendo em vista o flagelo que está as Forças Armadas Argentinas e é de se esperar que com o país estagnado devido aos anos de sofrimento dos governos ktiners as fábricas de armas argentinas abrissem falência. este foi meu ponto de vista. Aliás, não sou defensor deste monopólio entre Estrela(taurus) e Imbel. muito pelo contrário. Então muito obrigado pois fiz outras perguntas que se quer foram respondidas “por incrível que pareça”? Grande abraço

    • Caro Sérgio.
      Sobre a Argentina, mesmo após anos de crise, eles possuem classes alta e média consideráveis, o que mantém uma demanda por armas constante, ainda que pequena. Mais ou menos o que acontece com a Boito no Brasil.
      Se a demanda é compatível com a capacidade instalada, as fábricas se mantém. Ademais, há exportação. Você acha pistolas Bersa nos EUA e deve achar na América Latina. Até no Brasil tem alguns modelos.
      Sobre os clubes de tiro, aplica-se o mesmo raciocínio. Aliás, mesmo com crise, me parece que há uma expansão no Brasil.
      Também sou contra o duopólio. Uma abertura de mercado traria novas fábricas. Há notícias de uma nova fábrica em Goiás, para o ano que vem, uma parceria com a Arex. E por mim privatizavam a Imbel.
      Sobre as outras perguntas, não sei responder.
      Abraço.

  36. Boa noite a todos! Senhores, ficar aqui debatendo política é uma tremenda perda de tempo! Como disseram alguns aqui, e concordo, não existe boa intenção no fornecimento deste ou aquele equipamento, o que existe são interesses de um lado ou de outro! Existe o interesse de quem domina a fabrica e existe o interesse de quem precisa! É assim nos países tanto de orientação de direita quanto nos de orientação de esquerda! Ou quem defende qualquer um dos lados acha que o que é fornecido, em termos de tecnologias sensíveis, a países do terceiro mundo e também para aliados no primeiro mundo que não dispunham de tal tecnologia ou meios de ter tal equipamento são os mesmos que os usados pelo seu fornecedor? Sempre houve uma defasagem nos equipamentos fornecidos a aliados tanto do lado soviético (nos tempos da guerra fria) tanto do lado estadunidense! Sempre houve as versões de exportação, menos capazes que os usados no país de origem! O que não é o caso do equipamento em questão (MHB .50) que não são tecnologia sensível e nem alteram o resultado de um teatro de operações, principalmente na quantidade fornecida nem, muito menos, na função de apoio de fogo! Quem defende estas ideologias é cego ao que nosso país sofreu por ações de ambos os lados! Aos que apoiam a esquerda, não esqueçam que nossa “irmã” China, quando estávamos no auge de nossa exportação de soja, criamos uma frota de super cargueiros para escoar com mais facilidade nossa produção para esse país e a mesma se apressou em criar leis que proibiam esses cargueiros de atracar em seus portos e como resultado tivemos que nos desfazer desses navios e o que esse digníssimo país fez? Criou uma frota igual para escoamento dos seus produtos! Nossa “irmã” Venezuela, quando do governo do Sr. Hugo Chaves, depois de suas visitas aos nossos vizinhos, com suas propostas bolivarianas os mesmos começaram a criar mecanismos de retaliação ao nosso governo, haja vista nossos “irmãos” bolivianos emcamparem nossas refinarias, o Equador criar toda uma política de processos, antes mesmo da Lava-jato, o Paraguai e Argentina criarem salva-guardas contra produtos brasileiros! A Venezuela, que tinha criado uma refinaria conjunta (com sua estatal PDVSA) com nosso governo Lula em Pernambuco e que parou de repassar recursos à mesma. Ou os nossos segredos sobre tecnologia de perfuração em águas profundas que misteriosamente roubados da Petrobrás, tecnologia essa almejada por petrolíferas americanas e, com ajuda de nossos dirigentes e governantes políticos teve seu valor internacional extremamente defasado ou a misteriosa explosão de nosso VLS e de nosso programa espacial, justatamente quando a maioria de nossos técnicos estava presente, fato que praticamente sepultou nosso plano de lançar satélites próprios e, também com pressão estadunidense para o não repasse de tecnologia por parte dos ucranianos, que tinham um acordo conosco. Essas são só alguns exemplos de que não existem boas intenções de AMBOS os lados. Podemos atualmente, aqui, ter uma indústria de defesa que nos proporcione tudo que precisamos? O material ofertado é bom? Tem ainda condições de uso? Houve oferta de material melhor e com melhores condições de outros países? Outros países vão nos dar de graça tecnologia sensível e/ou nos dar equipamentos novos de graça ou a preço de banana? Respondam cada uma dessas questões e vocês vão entender melhor o mundo em que vivemos! Quem tem tecnologia tem poder! E não o cede de mão beijada e…usa isso pra ter influência em quem não tem! Seja do lado de cá, seja do lado de lá!

  37. Neste caso só para deixar uma opinião :

    O material dos EUA pode não ser de primeira mas não é obsoleto e é uma boa oportunidade .

    Existe sim uma disputa de interesses geopolíticos entre EUA, OTAN x China, Russia; no entanto na esfera econômica a China é o maior sócio dos EUA neste planeta.

    O comunismo deixou de existir a mais de 20 anos, tanto a China como a Russia não são comunistas e nem mesmo socialistas, o PC chines é só no nome ( a China é 10 vezes mais capitalista que nosso Brasil e até que os EUA) se não fosse assim os empresários não investiriam lá.

    Esses partidos que temos em nosso pais prometendo um socialismo etc, uma esquerda utópica etc é uma coisa verdadeiramente absurda e somente uma pessoa extremamente mal informada para cair numa lorota dessas, a intenção e dizer que o partido é supostamente do lado do trabalhador, no entanto somente vagabundos são os que se aliam a estes partidos.

    Os EUA tem seus interesses e nosso pais tem que aproveitar as oportunidades no entanto não devemos assinar em baixo de tudo que eles fazem e muito menos deixar de ter boas relações com a Russia e China, devemos medir nossas relações internacionais de acordo com nossos interesses e ética .

    Particularmente devemos analisar nossa posição geopolítica e possíveis ameaças, geralmente as ameaças costumam vir de vizinhos, temos a França e a Inglaterra como nossos vizinhos mais próximos, (não que vamos entrar em guerra com estes, longe disto) no entanto ao adquirir misseis anti navio e torpedos somente do ocidente por exemplo, acabamos ficando na verdade desarmados (sabemos que o que vem é assim por dizer “chipado”) e não devemos esquecer do desentendimento com a França nos anos 60 por pesca ilegal por exemplo.

    O ideal seria uma industria nacional, no entanto na falta desta, deveríamos diversificar mais nossas aquisições de sistemas que envolvem áreas mais sensíveis como estas que acabei de citar .

    Essas armas que vieram dos EUA não se enquadram nessa situação e são boas oportunidades.

    Uma duzia de Su 30/34/35 com bons misseis anti navio não ia fazer mal para nosso pais !

  38. Meus caros, assentado na premissa de toda compra pelo poder público deve-se pautar pelas regras legais (Lei 8.666/93), a aquisição do material de defesa em questão, nas quantidades e características exposta no artigo, deram-se em qual modalidade: convite, tomada de preço ou dispensa de licitação? Há possibilidade do cidadão ter acesso aos detalhes da negociação via portal da transparência?

  39. Hélio ( 14 de setembro de 2018 at 20:53 );

    Hélio…

    A Revolução Americana seguiu caminhos completamente distintos da Revolução Francesa.

    Diferente dos revolucionários franceses, os revolucionários americanos não tinham o objetivo de quebrar com a ordem social então vigente, e sim constituir uma nova república para ordenar os ideais então sendo processados e condensados pelo iluminismo sem abdicar da transcendência proporcionada pela Fé Cristã. Os franceses, por outro lado, buscavam um ordenamento social baseado apenas na imanência, materialista, abstraindo a Fé e criando uma sociedade inteiramente laicista.

    A esquerda começou a tornar-se extremamente forte nos EUA a partir dos anos 60, com o advento do liberalismo social, e ganhou sim pesada influência no meio político… Mas, ainda assim, o maior movimento anti-esquerda ainda concentra-se nos EUA, e tem serviço de influência a movimentos similares por todo o globo.

    O marxismo certamente nasceu no Ocidente. Mas o comunismo, na forma de uma derivação do marxismo, teve seus maiores representantes na URSS e na China maoista, que não mediram esforços para exportar seus modelos…

    A forma dominante de socialismo no Ocidente é a social-democracia, que entra em crise cada vez mais pronunciada a medida em que os Estados gigantescos criados pelos social-democratas fraturam sob o peso de seus custos.

  40. Respondendo a que alguns disseram acima, a Rússia, China, Irã, Turquia dentre outros já nos ofereceram
    Parceria no desenvolvimento do PAK-FA
    SU-35BR
    MI-28 Havock
    Destroyer,s
    Desenvolvimento de MBT, Porta Aviões, Mísseis, Submarinos nucleares etc etc etc.
    Nosso grande salto na área de motores a propelente líquido, giroscópios etc, veio de cooperação com a Rússia, mas continuamos com o socialfóbismo e perdendo inúmeras oportunidades.
    Diferente dos americanos que só nos oferecem coisas prontas e ou em desuso!
    Grandes aliados !!!!

  41. Sr. Rafael de Oliveira . Obrigado por ajudar em compreender sobre as fábricas da Argentina. Desculpe qualquer inconveniente. Espero que este monopólio, bem como o maldito estatuto do desarmamento sumam. Sou da opinião que só com trabalho e livre competição se consegue progredir, prosperar e também o país.. A estatização dos meios de produção e o controle do Estado em tudo mostra o atraso . A meritocracia deveria ser regra e não exceção. Desculpe mais uma vez e grande abraço. Boa sorte e sigamos em frente. Adoraria que existissem muitas empresas em nosso país e não apenas duas. Reitero meus apreços.

    • Caro Sérgio!
      Inconveniente nenhum. Concordo integralmente com seu comentário.
      Grande abraço!
      .
      Caro Rodrigo!
      Vi meio por cima o 9493 e realmente as melhorias foram tímidas. Vamos ver as novas portarias se melhoram as coisas ou se serão mais do mesmo. Para mim, tão ruim quanto o excesso de regulamentação é a falta de informatização e a demora do EB em analisar pedidos simples, coisa de 10 minutos demora meses.

      • O problema Rafael é o excesso de “pedidos”, porque existe a possibilidade deles serem negados.

        E o Exército faz isto com frequência e sem análise técnica, grande maioria das vezes negando por achismos.

        Quer exemplo maior que a negativa atual de importação de ARs e AKs em 22LR ? A “explicação” é que elas poderiam ser usadas de forma tática..

        Quando o exército abriu para consulta pública sobre o novo decreto eu sugeri que o documento base é o CR..

        Se você tem CR para ter a sua arma, não tem cabimento ter que pedir autorização para alterá-la( obviamente que não seja para tornar a arma de fogo automático) e comprar munição e acessórios para ela.

        • Rodrigo, concordo contigo e gostei ds sua sugestão.
          Acho que são vários os problemas. Por mim não teria autorização de compra para nada. Você levaria a nota fiscal e registraria a arma se estivesse tudo ok ( na compra no comércio está assim). E nao precisaria de GTE (o CRAF seria suficiente). Munição, insumos e acessórios deveriam ser comprados diretamente, sem participação do EB. Apresenta o CRAF para a loja ou para a CBC e pronto. Processos totalmente eletrônicos igual na Justiça.
          Isso de rifle 22 ser arma tática é demais.
          O preço das prensas e dies são altíssimos por causa da burocracia e não apenas dos impostos.
          Tem muitas outras coisas para mudar.

          • GTE tem como única função arrecadar $$$$

            Eu sugeri acabar com a CII, mantendo apenas o desembaraço alfandegário.

            O CAC é consciente do que ele pode ou não comprar..

            Assim que chega no Brasil o EB faz o desembaraço, confirma que é algo que o respectivo CR permite e acabou.

            Para não impactar no fundo do EB, aumenta o valor do desembaraço.

          • GTE custa R$ 25. Se for ver o tempo que alguém remunerado perde com isso, deve dar prejuízo.
            É que o EB não está acostumado a fazer esse tipo de conta, tanto que gasta muito com pessoal e falta para custeio e investimento.
            Tem bastante CAC que não sabe nada com nada (aquele que foi no clube querendo porte de arma e saiu com um CR).

          • Verdade, muita gente paga despachante (eu mesmo paguei para tirar meu CR por ingenuidade, pois era algo fácil de se fazer).
            Infelizmente, o horário de atendimento do EB dificulta para boa parte das pessoas. Eu, mesmo sendo ocupado, posso ir no EB e voltar, compensando o horário sem nenhum problema.

          • Burocraticamente hoje em dia todas as certidões podem ser requeridas via internet..

            O CR é barato…

            A necessidade do despachante é justamente para ter que ir ficar cobrando no SFPC.

            Só fiz um CR sozinho e levou um ano no SFPC/2.

            Já fiz com despachante e levou um mês.

  42. Prezado Jose Luiz, me permita desfazer alguns mitos que talvez tenham sido vendidos:
    A questão F 86 Sabre no inicio da década de 50 não teve veto algum do “Império do Mal”, apenas não tínhamos dinheiro para pagar e os americanos mandaram o Getulio enfiar no c……………..u o algodão. dado em troca. Os Britânicos toparam e vieram os Meteors.
    Quanto a opção da FAB pelo P III, em detrimento das versões mais modernas do Sidewinder se deu única e exclusivamente por questões financeiras e técnicas, pois além de mais barato, os israelenses tinham todo o banco de ensaio de lançamentos tanto para para F 5 quanto para M III evitando assim custos com integração e homologação. Os lançadores também foram substituídos no fox bravo e posteriormente o laurch rail.

  43. Tenho um folder da Imbel que peguei numa exposição de material bélico na Aman a uns 06 ou 07 anos atrás que anunciava a produção da metralhadora .50 por aquela empresa, pelo jeito o projeto não foi para frente, uma pena.

  44. Sobre a fabricação da HB M2:
    – Foi uma escala maiaor da Browning modelo 1917, .30, resfriada a agua. Que evoluiu para a .50, com a adoção do cartucho Mauser de 13 mm. Como a Browning não possuía capacidade de produção em massa, a Colt assumiu a fabricação e produziu algumas importantes modificações e melhoramentos. O mais notável foi a adoção do Cano Pesado (heavy Barrel) o que possibilitou que a versão resfriada a ar disparasse mais do que as 75 munições do modelo existente. Com a segunda guerra a Colta não conseguia atender todas as demandas e outras firmas foram chamadas a produzir esta arma. A mais notável talvez tenha sido a High standard que produziu milhares de exemplares para exportação e integração nos aviões dos aliados. Muita armas vistas no EB trazem a marca Colt. A Browning, belga, antiga FN produz diversas versões e segue a produção ainda hoje.

  45. Meus caros,

    Como qualquer império, os EUA tem seus aliados, e de vez enquanto tem que dar uns “espelhinhos”, se não o cara pode procurar outro mestre que lhe der algo! Ou seja na pindaíba que esta nossas FFAA e com esta crise mundial, eles com certeza preferem doar alguma coisa, antes que uma China da vida desembarque por aqui! Simples assim!

  46. Nos Btl de Infantaria as .50 ainda estão nas Sec Cmdo das SU? Quantas são, 2 por Sec Cmdo? Ou estas viriam para uso em Vtr Bld?

    • Sergio, em torno de 220 nos Leopards 1A5.

      Da Guerra: As .50 era uma por subunidade na “sargenteação”. Hoje não sei se mudou. Estas ai devem vir para os Guaranis.

  47. Gosto do EUA.
    Quando penso em viajar, vou para a Disney, Orlando, Miami e Las Vegas.
    Assisto filmes americanos (aqueles bem mentirosos, onde eles são invencíveis e derrotam todo mundo).
    Gosto é igual a rosto. Cada um tem o seu!
    Que se danem as ideologias!

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