Home Artilharia Embarque de viaturas M109A5 e M992A2 para o EB nos EUA

Embarque de viaturas M109A5 e M992A2 para o EB nos EUA

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As imagens que circulam em redes sociais mostram o embarque de Viaturas Blindadas (Vtr Bld) M109A5 e M992A2 no navio Giant Ocean, em Pensacola, FL.

Material transportado: 56 M109A5, 40 M992A2 e 28 tubos M284.

Previsão de partida em 13 SET 18 e chegada em Paranaguá na primeira semana de OUT 18.

Os equipamentos são provenientes dos Estados Unidos e tinham previsão de chegada ao Brasil no segundo semestre de 2018, em notícia publicada em março deste ano.

O M992A2 é uma viatura blindada de transporte especial remuniciadora originalmente do Exército dos EUA. A sua parte interna é construída para guardar a munição que alimenta os obuseiros da família M109, que também estão sendo adquiridos pelo EB e modernizados para a versão M109A5+.

Ambos modelos de viaturas – M992A2 e M109 – fazem parte do conjunto de equipamentos militares colocados à disposição para doação pelas Forças Armadas dos EUA, através do programa Foreign Military Sales (vendas militares para o exterior).

As unidades do M992A2 que chegarão em 2018 serão as primeiras desse tipo na artilharia do EB.

COLABOROU: Valter Andrade

189 COMMENTS

    • Não precisa. O General Silva e Luna está em Caracas negociando fornecimento de energia para Roraima. E ainda posou para uma foto com o homólogo venezuelano segurando um poster de Simon Bolivar.

      • Calma que o Juliet Bravo, quando entrar, irá providenciar estas mudanças estratégicas. Não tenha dúvidas de que teremos Super Cobras e muito mais na fronteira com a Venezuela a partir do ano que vem.

      • poxa vida pensei q era brincadeira mais é verdade o md foi lá com o pires na mão implorar a venezuela q humilhação tá tudo errado mesmo…jb neles

      • Eu seria claro: corta energia? eu fecho fronteira e dou jeito de devolver os refugiados. Gente da laia do Maduro tem que ser nesta base.

        Solução pro norte/nordeste é usina nuclear. Uma no AM e um no nordeste

        • Com tantos rios naquela região isso é totalmente desnecessário. Belo Monte, que é nossa segunda maior hidrelétrica, fica na região norte, e estava até o ano passado apenas com metade de suas turbinas funcionando.

          Só compramos energia da Venezuela para Roraima, pois sempre foi mais cômodo e barato, visto que Roraima é um estado extenso, distante e com aproximadamente meio milhão de habitantes (o estado inteiro!).

          Nesse momento o que mais interessa ao Maduro é nos vender QUALQUER coisa e receber em dólares! Mas em função dessa instabilidade toda, em pouco tempo Roraima estará interligada ao Sistema Energético Nacional, e adeus essa suposta dependência da Venezuela!

          Acredito que a maioria aqui entenda, como eu, que o Comunismo é um sistema falido e que desgraçou a Venezuela, mas, lá residem 30 milhões de pessoas e se a situação continuar como está, mais cedo ou mais tarde, aquilo pode sair totalmente do controle, e aí teríamos um problema imenso de guerrilhas e o número de refugiados aumentado exponencialmente.

          “Fechar a fronteira” é relativamente simples no papel, mas quando você envolve Nações Unidas, e pressão dos demais países ocidentais a coisa muda!

          O Mourão disse algo na sua entrevista para Globonews que é algo que deve acontecer muito em breve: Uma Missão Humanitária das Nações Unidas na Venezuela!

          • “Só compramos energia da Venezuela para Roraima, pois sempre foi mais cômodo e barato, …

            Não é (e nunca foi) por isto. É porque 1) os Rios de Roraima não tem caudal suficiente para geração de energia permanente e estável, e 2) a energia disponível no AM é insuficiente sequer para as necessidades de Manaus, além de ser caríssimo efetivar a Rede de Transmissão de MAO a BVB.

        • colombelli, pois é o candidato líder nas pesquisas e se Deus quiser vai vencer, já disse que pretende acabar com essa dependência de Roraima da Venezuela em fornecimento de energia, ele quer incentivar a instalação de pequenos reatores nucleares (não lembro o nome agora, me desculpe)

          • Caro Alessandro. Uma usina nuclear custa cerca de US$ 1 bilhão e talvez 5 anos para ser construída (se for considerado o tempo para licença ambiental, projeto, obtenção de financiamento etc, pode levar 10 anos). Não há como imaginar que o problema de energia de RR seja resolvido nos próximos anos.

        • Olá Colombelli. Tenho lido que o NE tem sido abastecido principalmente por energia eólica, inclusive ocorrendo exportação de energia para outra regiões nos momentos fora do pico de consumo. O fato das condições de vento serem muito favoráveis no litoral do NE fez com que a energia eólica ficou muito eficiente (coisa de 66% de fator de capacidade) Segundo o ONS (que opera todo o sistema elétrico), cerca de 70% da energia do NE tem origem eólica. A estimativa do potencial eólico no Brasil é de 300 GW. Hoje o Brasil tem instalado 7 GW. Creio que uma instalação nuclear no NE seria inviável economicamente. Tem um trabalho de 2013 “Fonte eólica de energia: aspectos de inserção, tecnologia e competitividade” que é bem interessante.

          • Amigo, de onde você tirou esse número de 70% da energia do nordeste ser de origem eólica? Não chega nem perto disso! O dado correto é que o nordeste produz 70% da energia eólica do país.

          • Caro Angelo. Verifiquei agora a página da ONS. Os dados que tirei foram de hoje às 21h25. 74% da energia que está sendo consumida no NE é de origem eólica. o que equivale a 91% da energia eólica produzida no Brasil.

        • No Nordeste penso que bastaria aumentar o parque eolico e investir em energia solar…afinal os ventos sopram bem na costa nordestina e na regiao como toda o Sol reina o ano inteiro, sobretudo no semiarido.

          • Caro Renato. Segundo o Operador Nacional do Sistema (ONS, que executa a operação do sistema elétrico no Brasil) 59% da energia do NE é de origem eólica, sendo que 14% da energia gerada no NE é exportada para para o SE, que precisa importar energia. Portanto, o NE não apresenta problemas de geração de energia. As regiões N e S também são exportadoras de energia elétrica para o SE.

        • Collombeli, temos boas razões para sermos amigáveis com Maduro. Roraima é mais venezuelana que brasileira do ponto de vista logístico e étnico. Depende da Venezuela para exportar gado e arroz, é assim que geram receitas, bem como para ser abastecida de energia elétrica. Integrar Roraima ao sistema nacional de energia elétrica é inviável pois custaria muito caro. As linhas de transmissão teriam de ir do Pará ou de Tocantins!

          Se colocar um venezuelano e um paulista ao lado de um roraimense, o venezuelano parece mais com o nativo de Roraima, fisicamente.

          Se houver qualquer conflito naquela região o Brasil poderia sair humilhado com os Maduristas anexando Roraima impunemente debaixo do guarda-chuva antiaéreo dos S-300, Pechoras e Tor-M1 a nossa FAB nada poderia fazer contra esse tipo de artilharia, fora as Zu-23 e os Iglas de ombro… O Brasil não opera tanques na região, os T-72 de Maduro não encontrariam nada entre eles e nossos conscritos. Imagine os excepcionais Flankers bombardeando Brasília… o impacto psicológico seria impressionante. A FAB ficaria nos hangares, os diminutos F-5 temeriam por suas próprias vidas. A superioridade dos Flankers é evidente, são máquinas admiráveis.

          Poderíamos acabar com nossos políticos, extremamente corruptos e incompetentes, na ONU implorando que os Venezuelanos devolvessem nosso território ocupado.

          Boa Vista fica mais próxima da Venezuela que de Manaus.

          • Ou pode ser que os militares Venezuelanos fiquem ainda mais revoltados com uma guerra e decidam tirar Maduro de uma vez.

          • Eu até pensei em rebater o seu comentário, mas cheguei a conclusão que ele é delirante demais, e que não vale a pena o esforço e trabalho que daria para fazer isso

          • Sub urbano, minha política com gente do naipe do Maduro é cordite. Tua visão de uma operação militar na região e do potencial das FA Venezuelanas é totalmente equivocada. Te informe sobre o terreno. Melhor, assista a entrevista do Mourão no Globonews que ele te conta. Tem um trecho que fala exatamente disso

            Eu trabalhei em um parque éolico em Casanova, na Bahia. Realmente está havendo um incremento grande, mas este tipo de energia sofre sazonalidade. Uma nuclear no nordeste seria uma reserva e é mais barata que uma hidráulica. Quando a hidráulica no norte, o custo financeiro e ambiental é muito grande, e lembrem, hidroelétricas tem vida util. Nos EUA mais de 500 ja foram desmanchadas. Aqui no RS uma no Ri Passo Fundo ja está assoreada a ponto de encalhar botes no meio do lago. Bota uma nuclear e manda o comunista procurar os dele

          • Que erva é essa sub urbano? Capim com cogumelo? Se o Brasil quiser peidar e mandar a venezuela cheirar, ela vai cheirar sem reclamar, pq é muiiiiiiito inferior belicamente ao nosso país em força de combate, treinamento, poder de fogo, economia, alianças. Um esforço de guerra que o Brasil fizer não sobra pedra sobre pedra dessa ditadura venezuelana.
            Uma guerra contra a Venezuela seria produtiva ao nosso povo que ainda não passou por uma. O gigante iria acordar.

          • Olá Colombelli. A despeito dos riscos envolvidos na operação de uma usina nuclear, acho que é uma alternativa que precisa ser considerada com mais naturalidade, principalmente na região SE que tem um deficit de geração. Por outro lado, cerca de 60% da energia no NE é de origem eólica (e isso deve aumentar). Como o NE produz energia em excesso, que é exportada para SE, as atuais usinas hidroelétricas e térmicas já são suficientes para manter a margem de segurança. Um dos aspectos importantes da geração eólica no NE é que o fator de carga é muito bom (já li um relatório que menciona algo entre 0,6 e 0,8, enquanto que na Alemanha é menor de 0,5). Atualmente, a produção de energia eólica no NE é de 8 GW;

  1. Alguém saberia me informar quantos M109A5 o Brasil receberá, sejam do modelo A5 ou A5+ BR?
    Além disso, há previsão de modernização dos modelos A3 atualmente em uso? Ou serão desativados com a chegada das versões mais atuais?

    Obrigado!

    • 60 M109A5 e 32 M109A5 PLUS. A primeira doação é composta de 40 M109A5, onde apenas 32 serão modernizados, e os outros 8 serão canibalizados para fonte de peças. Desses 8, dois inclusive já chegaram no Brasil, pelo Porto de Paranaguá, em abril de 2016, juntos com M557 e M113. Sobre a segunda doação, serão 60, cujo 4 já chegaram ao Brasil e realizaram batismo de fogo, e os outros 56 estarão chegando em outubro desse ano. Não se sabe ainda quantos desses 60 serão canibalizados. Eu apostaria na canibalização dos piores M109A3, metendo a frota em melhor estado dos mesmo, e manter operacional todos os 60 M109A5. Mas temos que aguardar pra ver.

      • Lucas, a princípio fonte de peças é so os 8, os demais 92 irão pra ativa. Não creio que os do lote belga sejam desativados ou usados como fonte de peças.
        Passaremos a ter 10 GAC AP com material padronizado no calibre 155.

          • olha, seriam 128 peças em 10 grupos, sendo as artilharia da 5 e 6 brigadas quaternárias, ou seja, 04 baterias de 04 peças.

            Então seriam 08 grupos com 12 peças, sendo 03 baterias; e 2 grupos com 16 peças distribuidas em 04 baterias.

            As unidades quaternárias é porque a GU ( grande unidade, no caso Brigada) é também quaternária ( 2 RCC e 2 RCB)

  2. Vejo muitos países se equipando com obuseiros autopropulsados montados em veículos sobre rodas (Archer e Caesar por exemplo), por que o Brasil não aplica essa doutrina também?

      • Atiram mais rapido, se deslocam mais rapido, tem maior alcance e eletronica mais rapida, tanto a calibração dos canhões, tanto a velocidade de adquirir um alvo é maior.
        O incremento é substancial.
        Acho que o argumento certo, é que o Brasil não tem inimigos com uma artilharia avançada que faca o brasil ter necessidade de compra coisa mais nova que um M109a5+.

        • voce conhece artilharia Augusto, e como ela opera? tudo isso que voce falou ai não é em regra usado na prática. Eu fui instruido a operar uma central de tiro e seção de morteiro pesado que é 90% do que faz a artilharia e te afirmo que as capacidades maiores elencadas por ti ( aliás, nem todas existem em relação a todos os M-109) não são usadas na prática do tiro. E o M-109 A5 BR não deixa nada a dever em velocidade de entrada em posição e rapidez de fogo ao CAESAR e ainda tem proteção blindada e capacidade todo terreno ( mais importante que velocidade de rogadem) .
          A rapidez da roda vale no deslocamento estratégico, não tático.

        • Bardini, o fogo acima de 15 km é raro. Não se atira perto do limite das peças. isso força o material e perde em precisão. Ah mas o 52 atira a 40 KM e o 39 a 30 no máximo. Atira. Mas as peças passarão a vida util toda sem operar nestas distâncias.

          A artilharia tem que ter folga de alcance em vista da tropa apiada e está frequentemente em movimento para evitar detecção. Logo ela não ficará para fazendo apoio de fogo a longuíssimas distâncias enquanto a tropa avança.

          Nem capacidade de fogo com maior rapidez é algo usual. A maior parte do fogo de artilharia é de preparação ou fustigação. Cadência rápida não é sustentada e é compensada pelo numero de peças.

          É por isso que o EB se fiava até a pouco no M-101 e no M114. Acreditem, não era por negligência mas porque, no cenário real de emprego ainda cumprem a missão.

          • Eu concordo, mas acho o pq diferente. Ue é o de não ter inimigos com uma moderna e estrutura artilharia.

            Desculpa mas um AP moderno é uma tremenda vantagem, se vc pegar um Paladin ou PH200 vera que são extremamente precisos devido a eletronica, com capacidade de operar de forma distinda um de outro devido a incrivel consciência situacional, e ate atirar em movimento, ainda mas necessários se o inimigo tiver um meio rapido de fazer um fogo de contra bateria, e se não tiverem e vc tiver um AP moderno, operado em conjunto com radares de contra bateria e drones de reconhecimento, faz um belo estrago nas retaguarda inimiga e nas tropas de apoio inimiga, inclusive a Otan usa sua artilharia em missões SEAD.
            Creio que o EB, não use sua artilharia dessa forma como a Otan, devemos usar somente como apoio de fogo, sem drones e radares, somente o radio com a infantaria e a cavalaria pedindo suporte, somando isso com a falta de inimigos, sua conclusão está certa de que não fariam tanta diferença aqui no Brasil.

          • Mas o canhão de 52 calibres é mais preciso, usando munição convencional onde um de 39 calibres tem de usar munição assistida para chegar e com uma péssima precisão, Colombelli.
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            Esse é o ponto importante: Um canhão de 39 calibres vai bater no pau do gato, seus 24 km usando munição convencional. Um canhão de 52 calibres cobre isso com maior precisão e ainda vai até uns 30 km, com a mesma munição convencional, que é barata.
            Para cobrir esses 30 km, o canhão de 39 calibres tem usar munição assistida… Se o canhão de 52 calibres fizer uso de munição assistida, vai entregar uma margem que passa fácil de 40 km.
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            Pra mim, o que nos interessa (Brasil) é o desempenho com a munição convencional que é barata, e nisso, a diferença de calibres iria aparecer…
            Munição assistida eu não julgo como importante no nosso caso, já que se for pra bater grandes distâncias, teríamos os foguetes de saturação.
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            E eu não estou falando mal dos M109. Pra mim, são extremamente bem-vindos e úteis. Artilharia nunca vai ser demais… Mas Existe uma real diferença entre esses calibres.

          • Bardini, comprimento do tubo não interfere em precisão no tiro curvo. So na distância.
            E repiso, não se tira nestas distâncias em combate como regra. A artilharia estará no máximo a 15 Km atras da linha de frente. Tiros acima disso são raríssimos e sua quantidade jamais justificaria a escolha deste ou daquele meio, mormente de uma peça cujo custo é de 7 milhões de dolares.

            E digo mais, a artilharia brasileira atual cumpriria eficazmente sua missão ma maioria dos casos com estas peças que temos. isso não afasta a necessidade de troca, mas as premissas que eu falei acima justificam o motivo de se ter demorado tanto para a troca.

            Na pratica seja um M 101 ou umL118, seja um M114 ou um Caesar o tiro partirá dos mesmos lugares destinado aos mesmos pontos porque a faixa de operação é por todos coberta e o que uns tem a mais do que outros raramente se faz presente no fogo de campanha

          • Augusto, eletrônica não interfere tanto em precisão do fogo, só agiliza o disparo sequencial e a tomada da posição. O M-109 A5 BR terá o que tem de mais moderno neste aspecto não deve nada para o Paladin ou o obuseiro alemão.

            A artilharia brasileira opera igual a todas as outras do mundo. Não existem formulas mágicas e o rito não é algo complicado. Temos drones, calculadoras de tiro e tudo mais. A diferença é voce registrar os dados manualmente ou digitalmente. O procedimento básico é universal.

            O custo benefício jamais justificaria peças com 3,5 milhões ( M-777) sete ou dez milhões de dolares que não entregam nada muito melhor que uma que vem quase de graça.

          • Você está tentando justificar essa aquisição dos M109 perante a compra de um obuseiro com canhão de 52 calibres para o EB. Eu não estou falando disso… Eu não sugeri que seria melhor comprar X ou Y.
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            Estou falando que existe SIM, real diferença entre o desempenho desses calibres. O 52 calibres é superior, não tem como negar isso, mas você está tentando, usando o estado atual da artilharia brasileira e suas ameaças no entorno. Se 52 calibres não fosse vantagem, não estaria sendo adotado da forma que vem sendo em todo o mundo.
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            Comprimento não influência na precisão, mas possibilita que se faça o aumento do alcance útil da munição convencional, isso sem fazer uso de munição assistida. Munição assistida influência na perca de precisão. Um 39 calibres para bater 30km precisa de munição assistida, o 52 calibres não. Isso é o que estou querendo dizer.
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            “E repiso, não se tira nestas distâncias em combate como regra. ”
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            Acho que isso é um pensamento quadrado, da época do guaraná com rolha. E digo mais, quanto tempo faz desde que o EB disparou o último obus em um conflito, para comprovar que isso ainda é um pensamento atual, em pleno 2018?
            E se não atiramos longe, pq gastamos uma montanha de dinheiro nos ASTROS e toda sua linha de foguete de saturação? Pq SS-40 até SS-80?
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            Nós podemos atirar longe…
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            “seja um M114 ou um Caesar o tiro partirá dos mesmos lugares destinado aos mesmos pontos porque a faixa de operação é por todos coberta e o que uns tem a mais do que outros raramente se faz presente no fogo de campanha”
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            Eu não enxergo lógica, no final de 2018, em se falar nessa tal “faixa de operação”, quando se tem a disposição tantos meios e recursos, como drones, que possibilitam condições de se obter alvos a maiores distâncias para a artilharia neutralizar, isso muito antes do atrito ocorrer, se comparado ao que se fazia a 20, 30 anos no passado…
            Isso sem falar em saturar fontes de emissão de ondas, captadas por sistemas EW, como os russos fizeram na Ucrânia, por exemplo.

          • Colombelli a eletronica aumenta a precisão justamente por isso, agiliza os processos, no stress da guerra.
            Se o M109a5BR não deve nada ao M109a6 é outra coisa temos que ver as especificações do mesmo, o que acredito eu que somente a eletronica de processos de tiro e aquisição de alvos devem ser o mesmo, não tendo o gerenciador de batalha do Paladin.
            O Paladin tem um otimo sistema de gerenciamento de batalha, que permite a peça operar sozinha, ou em distâncias maiores da sua linha de bateria, só sendo constrangida pela necessidade de repor munição.
            A consciência situacional é extraordinária, se tu contar a esmagadora rede de sensores que os americanos levam pro campo de batalha, sua artilharia praticamente faz tudo ate 30km, inclusive no baltico a artilharia tera uma grande função de supressão d defesas aéreas.
            Inclusive ele pode atirar ate em movimento em certas circunstâncias, creio que em curtas distâncias ou em posições elevadas à peca, utilizando o telemetro.
            Sobre drones, eu nunca soube se o EB operava eles, o Us army opera em nivel de batalhao/brigada/divisão e até Corpos se necessário, alias fica a pergunta como é o processo de aquisição de alvos para artilharia para o EB, usamos drones? Usamos aqueles designadores que as unidades de designação usam? Usamos radares de contra bateria ?

        • Me desculpe se vou parecer grosseiro Bardini. mas voce esta totalmente equivocado sobre a precisão no tiro curvo em vista dos tubos. Todos os obuseiros são igualmente precisos dentro do alcance para que foram concebidos. Comprimento do cano ou tubo so faz diferença no tiro tenso. Armas de porte ou portáteis até 80 cm. É por isso que não vemos cano maiores. O disparo de obuseiro fica estabilizado durante toda sua trajetória, pois o passo de raiamento dele é concebido para produzir este efeito. A granada se torna imprecisa por efeito atmosférico. Por isso não se atira em longo alcance. Isso torna o tiro impreciso e detona o equipamento. Seja um equipamento de 52 calibres ou um de 39, a granada será imprecisa por uma miríade de fatores que ocorrem fora do tubo.

          Eu recebi instrução para o morteiro pesado, é a mesma pra artilharia, e isso não mudou pela eletrônica e nem pelos drones.

          Astros é outra categoria de artilharia, não confunda as coisas. Um bate ponto, outro bate área.

          A proposito, localizar alvos nunca foi problema. Não é isso que regula a profundidade do tiro. Há ações de reconhecimento de comandos, e área desde sempre. Não é porque agora se tem drones que isso mudou. Pra radares e outros alvos de maior revelo se usa aviação ou sistema apropriado de saturação ( foguetes).

          E entendam que artilharia a longa distância perde precisão, e não tem como sustentar cadência de fogo elevada para saturação.

          Amigos, a artilharia é sempre posicionada em uma distância que que fica a uns 60 ou 70% no máximo do alcance util. E é ali que ela vai atirar. Voce tem um obus de 40 km de alcance e vai usar ele a mais de 1 5km meia duzia de vezes na vida toda.

          E olha so, hoje o alcance maior não permite ficar mais tempo atirando de uma mesma posição. Voce tem que mudar frequentemente. Não dá tempo de a tropa se afastar, pois tem o risco de aviação e contra bateria. Teu obuseiro atira a 70 Km como um G7, mas a tropa estando a 10 km de ti tu ja tem que mudar de posição. De que vale esta capacidade?

          se tu pude comprar um de 52 calibres melhor, mas o de 39 ou um de 33 cumprirá 95% das missões igual.

          Por fim, recordo qeu os russos, chineses, e coreanos mantem reservas de peças obsoletas exatamente porque na artilharia a modernidade aparece menos. O M1a1 se faz com uma peça simples.

          Augusto, a diferença do A5 BR é minima para que os EUA operam de melhor. Faz bastante tempo que o EB usa drone e calculadora de tiro. è ai e não na peça em sia que aparece a consciência situacional.

          • Whathaver, o m109a6 é integrado em rede, as unicas coisas em comum são a eletronica em relação ao disparo e a modificação nos sistemas hidráulicos, isso é bem conhecido na internet.
            Pra tiro a longa distância se usa há munição guiada, simples assim !.
            Vai ter a Art d ap perto da tropa e vai ter aquela mais distante com objetivo de atacar a retaguarda.
            Artilharia antiga vai ser varrida pelo fogo de contra bateria ou por ataque aéreo.
            Por isso que a artilharia norte coreana não duraria 1 dia se tentassem uma capanha de bombardeio sustentado.
            Aquele que atira mais rapido e pula pra outra posição ganha, so de curiosidade o PH200 atira de 8-10 tiros por minuto,
            Dispara uma salva de 3 tiros em 15s, o M109a7 tem um cadência quase igual porem menor, o m109brzao consegue no maximo 3 por/min, não tem comparação.

          • Augusto, desde mais de 100 anos as peças atiram juntas com precisão e se quiserem no mesmo lugar sem rede nenhuma para integrar. Com um TDA um T Loc e um goniometro bussola, nada mais. Se informe como funciona uma bateria e uma central de tiro. Eletrônica agilizou mas não mudou os princípios nem os resultados práticos.

            Voce sabe quanto custa uma granada guiada? experimenta pesquisar.

            A artilharia norte coreana é hoje o maior temos do sul. Não as armas nucleares.

            O M109 também pode ter a mesma cadência do obuseiro alemão ou quase isso. E voce sabe quanto tempo se sustenta esta cadência? Sabe de que vale dar 10 tiros por minuto? pouco e nada.Missões de artilharia esmagadoramente são de saturação continuada. O fogo rápido as peças fornecem, sejam elas quais forem, novas ou antigas. E depois terão de esperar o tubo esfriar. Estes 03 tiros em 15 segundos será usado uma vez na vida útil do equipamento. Voce vai pagar dezenas de milhões de dólares por isso? Onde fica o custo benefício?

            Não se muda de posição a cada 05 minutos.E no nosso cenário ainda são poucos os meios de localização para contra bateria.

            Enfim, é preciso saber como funciona o sistema e não ir atras de avaliações feitas de uma peça ou de números individuais. Um arma que tem x qualidades poderá ou não isar de todas elas na pratica, e a prática é que importa. Peças não atuam isoladas.

            Nossos oficiais superiores não são amadores. Sabem muito bem o que fazem e com conhecimento de causa. Se so agora estão trocando as peças é porque sabem que a missão seria cumprida com o que tinha. Não é atoa que russos, chineses e coreanos mantem sistemas antigos. Eles não amadores e o poder dissuasório deles ainda é evidente.

          • 1° não consteto, que o Brasil não compre um AP mais moderno, ou um CC, ate pq não temos ameaça nem dinheiro pra isso, simplesmente discordo totalmente e acho seu pensamento absolutamente arcaico, de que as novas tecnologias não mudaram o campo de batalha, como vc sempre demonstra nos tópicos de CCs e agora sobre o AP, então vamos começar.

            “Voce sabe quanto custa uma granada guiada? experimenta pesquisar.”
            “E voce sabe quanto tempo se sustenta esta cadência? Sabe de que vale dar 10 tiros por minuto? pouco e nada.Missões de artilharia esmagadoramente são de saturação continuada. O fogo rápido as peças fornecem, sejam elas quais forem, novas ou antigas. E depois terão de esperar o tubo esfriar. Estes 03 tiros em 15 segundos será usado uma vez na vida útil do equipamento. Voce vai pagar dezenas de milhões de dólares por isso? Onde fica o custo benefício?”
            – São caras sim, mais numa guerra moderna de alta intensidade, valem o que custam.
            Uma granada com kit de guiagem, tem um cep de 6m no alcance maximo da granada! A granada normal tem um CEP de mais de 250m no alcance maximo, e é por isso que vc não acredita nessas pecas com cano longo nem em com altas cadências, mas essas peças como o PZH 200 que tem uma alta cadência maior que a do M109a5br tanto sustentada quanto máximo, pode atirar usando uma granada equipada com RAP e kit de guiagem a 40km de distância com CEP de 6m, ou seja se tiver um instalação importante do inimigo a 40km, ela vira pó num salvo de 10 tiros dessa peça, que devida ao alto nivel de consciência situacional, com o uso de radio extremamente criptografados, bons data links, redes de gerenciamento de combate, recebera a mensagem, se posicionaria, atacaria e esconderia, tudo em menos de 2 min e só com uma peça, diminuindo praticamente a 0 a chance de levar fogo de contra bateria, e mesmo que o canhão esquenta-se, uma hora ele iria esfriar, e seria uma peca só momentâneamente fora de combate em troca de um alvo importante. Agora se vc não tiver uma rede de gerenciamento de batalha integrada, um canhão com auta cadência e municao assistida e guiada, eu concordo com tudo que vc disse sobre a atuação da artilharia ate agora, vc só se esquece ou se nega a aceitar a transformação que a tecnologia trouxe ao campo de batalha, essa é minha discussão com vc.

            O que com explicação acima ja respondo a de baixo
            “Augusto, desde mais de 100 anos as peças atiram juntas com precisão e se quiserem no mesmo lugar sem rede nenhuma para integrar. Com um TDA um T Loc e um goniometro bussola, nada mais. Se informe como funciona uma bateria e uma central de tiro. Eletrônica agilizou mas não mudou os princípios nem os resultados práticos.”
            Não, como disse acima a tecnologia mudou e muito, aquele que enfrentar um inimigo com e não tiver vai se lascar.

            E por, fim.

            “Enfim, é preciso saber como funciona o sistema e não ir atras de avaliações feitas de uma peça ou de números individuais. Um arma que tem x qualidades poderá ou não isar de todas elas na pratica, e a prática é que importa. Peças não atuam isoladas.

            Nossos oficiais superiores não são amadores. Sabem muito bem o que fazem e com conhecimento de causa. Se so agora estão trocando as peças é porque sabem que a missão seria cumprida com o que tinha. Não é atoa que russos, chineses e coreanos mantem sistemas antigos. Eles não amadores e o poder dissuasório deles ainda é evidente.”

            Eu sei como funciona, inclusive, citei acima como uma bateria moderna no estado da arte funcionaria.
            E não acho que no EB somente tem gente incompetente, há muiros profissionais lá, o que acredito é que na competência dos oficiais brasileiros, eles sabem que no cenário brasileiro não é necessário Ap em estado da arte e nem há dinheiro pra isso e não pq essas tecnologias não fazem a diferença.

            Á e ja ia esquecendo, os oficiais sul coreanos tem total confiança no kill chain contra as baterias norte coreanas, sendo que grande partes das armas involvidas serão pecas de artilharia fazendo fogo de contra bateria. É só pesquisa, tem varias reportagens e artigos que comprovam isso.

          • Augusto L
            Boa noite

            Só para comparação, a dotação de um Grupo AP, se não me falava à memória, é de 110 tiros por peça.
            18 peças da bastante munição.
            Sabe quantas munições guiadas esse mesmo Grupo, leva no exército americano?
            8 munições para todo Grupo.
            É só atira mediante ordem da Artilharia Divisionária.

            O alcance é importante, por exemplo, para manter sua Art longe de contra-bateria e para realizar menos lanços enquanto sua tropa progride.

            Sds

          • Colombelli, novamente obrigado pela aula. Bom para nós que aprenderemos, mas não se estresse com esses teimosos que aprenderam guerra jogando Super Trunfo. Impressionante a arrogância de uns. Esses “armchair generals” acham que todos os Of superiores do EB são idiotas e só eles que são espertos, só pode. Mas vão calçar as sandálias da humildade!

            Fora isso, alguém que escreve “mais” como nexo de oposição, como esse Augusto, não se deve nem discutir, pq não tem o mínimo de estudo, eu tenho certeza que ele não leu mais de 2 livros na vida, certeza! Não existe perdão para alguém com mais de 12 anos escrever “mais” no lugar de “mas”.

          • Isso foi no Afeganistão, cada missão é diferente, o exército americano é modular, essas 8 munições é a Excalibur, que é uma RAP guida, mas tem o kit de guiagem que pode ser colocado em pouco tempo, uma forma de ter um munição guiada precisa mas mais acessível.
            E não existe Art Divisonaria no exército americano mais, ela é do BTC, mas como é de emprego modular eles podem pegar de outro BTC e colar sobre o comando de um divisão, mas raramente depois da reforma de 2011 o exército te usado divisões, só na Coreia que tem uma, com metade das forcas fixas e outra metade de rotação vindo de outros lugares.
            So pra vc ter uma ideia, o Us Army vai colocar em operação no começo do ano que vem um RAP de 40km, os de hj são de 10km e ate 2025, esperam ter munições ramjet de até 100km, e a troca do canhão do m109, alem da adição de um carregador automático.
            Não se faz esse tipo de investimento se ele não é funcional.

          • No Afeganistão, não sei, quem me falou foi OA no Iraque, na invasão.
            Talvez vc ainda não sabe, mas os EUA estão voltando a ter AD, ED etc.
            Estão equilibrando a modularidade naquilo q centralizado doutrinariamente dizia ser melhor, e com a prática, constataram q realmente o é.

          • Augusto, chega um ponto em que para quem tem tem formação militar não vale a pena mais discutir com civil que so conhece a coisas de teoria e de forma parcial e superficial. Pra mim este ponto chegou agora. Voce quer insistir com suas teorias escudado em premissas totalmente dissociadas da efetiva realidade de operação da artilharia. Desculpe realmente se estou sendo rude, mas não vejo mais sentido em argumentar em vista das tuas colocações. Se eu e o Agnelo, um oficial da ativa, falando não te convençamos de nada vale prosseguir.

          • Angelo, naquela época era outra munição guiada, que não me lembro o nome agora, mas é diferente da Excalibur por ser guiada a laser e não usar o RAP, por isso falei no Afeganistão, pensei q vc estivesse falando dela.
            E exatamente ela, é so usada em situações de perigo de fogo amigo, não extensivamente.
            Creio que o missil coppehead, agora lembrei o nome em 2003 foi empregado no mesmo patamar.
            Porém isso não exclui em outros cenários essas munições guiadas serem usadas de outra forma, principalmente numa guerra de alta intensidade onde há uma forca IADS inimiga e nem sempre há caças para prestar apoio, sem contar que as tecnologias de contra bateria estão se proliferando.
            No mas sobre a divisões americanas, eles perderam as baterias orgânicas mas não a organização de uma AD, no se precisarem, pegam a artilharia de outra BCT, que não estará envolvida no combate e manda pra aquela divisão que está.
            Caro Pedro, erros de digitação acontecem, escreve no mobile e não em PCs e nem toda hora reviso, mas obrigado pelo aviso, apesar da arrogância.
            E nunca disse e insinuei que nem do EB fosse demente, somente contestei os “PQs” das decisões, que acho acertadas.
            Hoje o Brasil não precisa de Art nivel OTAN em tecnologia e por isso que não temos e não pq elas não valem a pena, é claro que valem ! So cegos não veem, ate os russos veem, ja tem RAPs de 40km na sua artilharia e pretendem logo, logo, estarem introduzindo um obuseiro ap no nivel do moderníssimo PZH-200.
            Vão falar que os russos são burros agora ??

          • Nem tanto fui olhar de novo, eles desistiram de tirar o GTC 155mm AUF2 de operação, ou seja, eles tem:

            – 2 brigadas blindadas
            1 com o CAESAR e a outra com o AUF2.

            Sendo assim eles tem uma brigada para deployments de media-baixa intensidade e guerras irregulares e outra para uma de alta, mecanizada, só que continuam a empregar o VBCI nas 2.

            Vale lembrar que a modernização AUF2 do GTC 155mm, o deixa equivalente ao AS90 britânico, ainda a baixo do PZH-200 alemão.
            Os alemães apostam mais no suporte de artilharia do que o aéreo.

        • Augusto,
          .
          Armée de Terre NÃO é referencia em guerra blindada.
          .
          Tente os alemães, americanos, ingleses, israelenses ou russos.
          Todos usando formações de esteira com esteira e roda com roda.
          Todos mantendo a premissa que uma formação (unidade e grande unidade) deve ser capaz de mover seus elementos na mesma velocidade e sobre o mesmo terreno.
          .
          Últimas experiências da França em guerra blindada:
          – Batalha de França – 1940 – os franceses perderam para os alemães;
          – Batalha por Paris (ou Libertação de Paris) – 1944 – com a 2ª Divisão Blindada usando equipamento, tanques, canhões, caminhões, organização e combustível norte-americano, apoiada pela 4ª Divisão de Infantaria americana.
          .
          Melhor observar quem tem experiência de verdade em guerra blindada.
          .
          Forte abraço,
          Ivan, um antigo infante.

          • Perderam com tanques mais poderosos e de melhor blindagem, e numericamente equivalente aos alemães. Mas a tática francesa de dispersá-los em pequenos grupos para apoio às ações de infantaria neutralizaram suas maiores vantagens.

            Havia também insuficiência de veículos de apoio – em particular reabastecedores. Muitos Char B1 foram destruídos simplesmente por terem sofrido pane seca…

          • Eu acho que ter um dos melhores blindados que é o Lecler e ser da Otan, ja bota a França com uma boa força mecanizada.
            Mesmo que ela não tenha participado de uma operação em larga escala desda 2GM, ela estando na Otan, ela tem todo o Know-how na mão.

          • Augusto,
            .
            O Armée de Terre continua sendo amplamente inferior ao US Army, ao Royal Army e ao Deutsches Heer em termos de guerra blindada.
            .
            1.º – Em que?
            TODOS os exércitos de primeira linha operam unidades e grande unidades com veículos de combate que se movimentam mais ou menos na mesma velocidade e com aproximadamente a mesma capacidade de transposição de terreno.
            Heinz Guderian já preconizava a necessidade de cavalaria blindada, infantaria blindada e artilharia de apoio se movimentarem no mesmo ritmo no campo de batalha… e já se vão quase 70 anos.
            .
            2.º – Porque?
            Os franceses não tem recursos econômicos, ou prefere investir em outra área, para desenvolver mais um tipo de blindado, qual seja um VBCI – Veículo Blindado de Combate de Infantaria e um novo Canhão ou Obuseiro Autopropulsado (mas mantém 32 obuseiros autopropulsados sobre lagartas AMX 30 AuF1 de 155mm e ainda muito bons).
            Observe que na época do AMX-30 toda a arma blindada francesa rodava na mesma velocidade:
            – Carro de combate principal AMX-30;
            – Carro de combate leve AMX-13;
            – Blindado de transporte de infantaria AMX-VCI (derivado do AMX-13);
            – Blindado de Combate de Infantaria infantaria AMX-10P (muito bom);
            – Canhões AP de 155mm Mk F3 155mm (derivado do AMX-13);
            – Canhões AP de 155mm AMX GCT.
            Porém, tem sempre um porém,…
            … após o fim do Pacto de Varsóvia os blindados ‘inimigos’ ficaram muito longe e a prioridade deve ter diminuído.
            Observe que os ingleses não tiveram pudor de buscar em desenhos estrangeiros para seus VBCI FV510 Warrior ou novos blindados Ajax.
            .
            Guerra blindada não é importante para a França… hoje.
            Além de que eles eram muito ruins nesse assunto.
            .
            Em tempo.
            O MBT AMX Leclerc é muito interessante, mas com motorização e transmissão franceses ficam ‘complicados’, tanto é que o exército dos Emirados Árabes Unidos – único operador além da França – trocou todo o sistema de força por um mais confiável alemão.
            .
            Guerra blindada…
            …fique com quem entende:
            Alemanha, Estados Unidos, Israel, Reino Unido e Rússia.
            Estes tem doutrina própria, testada inclusive, para oferecer.
            .
            Forte abraço,
            Ivan, o Antigo.

          • Ivan, vamos lá, ate intendo que lagartas dão mais mobilidade que veículos com rodas, mas como o saudoso Bacchi falava aqui, blindados sobre rodas modernos ja tem mobilidade quase igual a um de lagarta.

            O exército francês apesar de não dar muito liberdade na cadeia de comando para iniciativas, como é nos EUA, Uk, eles tem uma cadeia menos rigida que os Russos, que vc mesmo disse que tinha doutrina boa, alem do mais em 2009 a França decidiu entrar toda no padrão OTAN e hj ja emprega essa flexibilidade na cadeia de comando, inclusive as pecas de artilharia que foram para os batalhões blindados da Otan no Baltico, são CAESAR franceses, tem ate um tópico na wiki inglesa, com todas as forcas enviadas.
            Então não acho assim que são horríveis não, e devem melhorar muito quando forem empregados sobre a tutela de Bruxelas.

  3. Boa aquisição pela primeira vez temos lotes varias dezenas que varão a diferença.A artilharia como um todo precisava de equipamentos mesmos que usados agrega um tremendo poder de fogo aõ EB,claro que também virão os canhões de 155 mm.Mesmo na crise estamos conseguindo suprir o EB.

  4. Agora falta o EB começar a receber os obuses M-198.
    ainda tem os M-109 a5 que foram para BAE systrem para serem modernizadopara o padrão
    M-109A5 PLUS 32 veiculos.

    • E tu gosta disso ?
      Tipico pensamento estreguista lambe bota de yankee.
      Exército Brasileiro é do Brasil não um lixo de comando sul dos us army.
      Tu deveria ser banido daqui falando uma lástima dessa.
      Coisa de gente impatriota.

      • Calma Guilherme,foi brincadeira.Pela compra de meios navais da Inglaterra,a gente não brinca dizendo que somos filiais deles? É só uma ótima parceria.com o US Army.

      • Tú é mal humorado heim Guilherme? Qual o problema de ter uma parceria com os gringos? Chato ficar falando em banir, lástima é o que vc escreveu. E mais, quem é vc para chamar alguém de impatriota? Pare com isto.
        Tenha mais calma e vamos discutir na boa.
        Um grande abraço

        • Parceria é uma coisa.
          O problema é que esses caras amam os EUA como se fossem tipo nossos pais.
          Vocês não entendem que EUA,Europa,china,Russia são inimigos ?
          Os caras veem nós como macacos amazonicos. São xenofobicos com nós e nos odeiam. Mal sabem que falamos português.
          Minha raiva é esse amor aos EUA e companhia por parte de BR.

          • Guilherme santos 13 de setembro de 2018 at 10:56
            Você tem 14 anos?
            O Brasil como sempre fez, precisa e deve ter boas relações, seguir boas práticas de mercado e de gestão, precisamos ter bons parceiros em vários níveis. Deseja o isolamento?
            A maior parte das nossas compras militares nem são feitas com os EUA, ficamos muito tempo sem aquisições dos EUA, agora curiosamente estamos fazendo ótimos negócios, eles estão praticamente doando materiais que novos custariam alguns bilhões de reais. Modernizamos nossa artilharia via FMS dos EUA, um excelente negócio para o Brasil e isso só ocorreu graças aos EUA, isso não tem nada a ver com amar ou não ninguém, sim com bons negócios, aliás, também não há nada de errado com que deseja uma maior aproximação com os EUA, visto que é um país referência em praticamente todas as áreas. Dos países que você citou os EUA nas últimas 3 décadas foi o que mais distante esteve do Brasil, especialmente na área militar e econômica.
            Se você fica revoltadinho com pessoas que desejam aproximação com EUA, um país com características semelhantes a nossa, onde milhões de brasileiros residem e admiram, imagina eu olhando brasileiros que babam diante de ditaduras como a Venezuela, Cuba e China…isso não tem nada a ver com capitalismo ou não, mas sim com dignidade, respeito ao próximo e liberdade. Não há nada a admirar nesses países, não são exemplo para nada, muito pelo contrário!
            Abraço!

          • Guilherme, mas tu foi chato em, aquilo só foi uma brincadeirinha.

            “Ain, não fala mal do meu USA”

            Engraçado que pode falar mal de todo mundo, mas se falar mal dos USA os cara ficam bravinha. Sim, é um bom negócio, mas essa idolatria ta chata já. Sejam os baba ovo da Rússia, da China ou dos EUA, são tudo babaca.

          • Certeza que esse Guilherme tem 14 anos. E já rodou de ano. Pq cada frase sua tem um erro de português gritante. Fora a falta de controle emocional por causa de um comentário sobre os EUA. E quem fala a expressão “entreguista lambe botas” eu já sei que é esquerdista e o QI não passa de 52.

      • Nossa!! Esse deve espumar pela boca e morder a tela do computador enquanto escreve!!
        E não se trata de ser lambe-botas, ou não….trata-se da necessidade de substituir material antigo (M-108) e ao mesmo tempo aumentar a capacidade operacional, com mais Unidades passando a ser AP, ao invés de AR. E as que permanecerão AR terão seus equipamentos substituídos pelo M198 e L-119 (é o que se espera).

    • Souto,
      Boa tarde.
      .
      Torço que venham muitos M-198.
      Grandes e pesados é verdade, sendo substituídos pelos M-777 nos ‘States’, mas com enorme utilidade para nosso Exército Brasileiro tão desprovido de investimentos.
      .
      Seria ótimo se pudéssemos comprar canhões novos europeus ou americanos…
      …mas não pudemos.
      .
      Então, que venham os usados com longa vida útil pela frente.
      .
      Em tempo.
      Você escreve a partir de que cidade?
      Seu sobrenome é conhecido, de origem portuguesa.
      .
      Forte abraço,
      Ivan, do Recife.

  5. Eu estou feliz com essas aquisições dos EUA, excelentes materiais com preço acessível. Renovamos em grande parte a artilharia graças a essa aquisição.

  6. Que eu me lembre, os tiros de Art de Bda são observados, pois são para o Ap Fg.
    Os tiros da Art Div e de Ex tem outra finalidade.
    A AD também apoia, mas já entra na neutralização de Art, C2, Log e reservas.
    O alcance interfere na Art Bda, no sentido das peças estarem mais protegidas.
    Na Art Div e de Ex, no sentido de aprofundar o campo de batalha em maior ameaça aos meios e instalações inimigas.
    Para as Bda, esses AP, como tem uma capacidade de entrar em posição e atirar muito rápido, dão bastante continuidade de Ap Fg à Inf e Cav q avançam.
    Para a Art Div, podem proporcionar maior capacidade em atender toda frente da DE.
    Estamos crescendo muito em Art!!!

    Vcs não tem noção do q é uma granada de 155 explodindo perto! Já passei por isso, em um exercício onde um militar falhou na carga. Foi uma experiência inesquecível!!!!!! Esperávamos tiros 800 M a nossa frente… Caiu um 200m na frente e outro uns 70 atrás!!!!
    Foi ótimo!

    Voltando aos fogos, pelo entendimento lógico, as Bda Bld são prioridade, depois as AD AP, depois as C Mec (q já tem SL nelas, o RCB).
    Q eu saiba, as Inf Mec receberão AP SR. Mas não acho ruim se receberem os novos 155 AR.

    • Estimado Agnelo, parabéns pelo brilhante comentário. Artilharia orgânica das BDAs é uma coisa, tem suas ações em sua grande maioria voltadas para o AF das peças de manobras da brigada.
      Na artilharia das ADs as ações, tem um emprego voltado para o aprofundamento dos fogos, em ações com características ofensivas. Tendo como um dos seus alvos a artilharia inimiga. O fogo de contra bateria é uma atribuição das ADs, dando cobertura aos GAC que estiverem sendo atacados. Por isso o sistema Astros é uma arma de dotação das ADs.
      As artilharias, tanto as das BDAs ou das ADs podem se complementarem nas ações.

      Só fiquei na dúvida com relação a esse AP SR das BDAs. Inf MEC. Seria uma versão do Guarani?
      Eu pensava que iriam de L118 AR.

      Um grande abraço a todos!

    • Ja que duas das brigadas que serão mecanizadas usam o L-118, seria o caso de adquirir mais 24 peças, fechar 60 e por 05 grupos das brigadas mecanizadas com este meio.

      Ap lagarta nas brigadas blindadas e de cavalaria mecanizadas ( 06) e nas suas artilharias divisionárias ( 04).

      M-59 na de selva, leve paraquedista ( 05 grupos)

      O resto com M-198.

      Ap com roda está muito caro.

      Ps receber fogo de artilharia é uma das sensações mais infames que se pode ter. Nenhuma outra te conduz à consciência da impotência e da fatalidade como ela.

  7. Ao final teremos 129 VBCOAP M109 operacionais. Sendo 32 M109A5+ do primeiro lote adquirido dos estoques americanos, e que estão sendo modernizados pela BAE.
    60 M109 A5 do segundo lote proveniente dos EUA onde 4 já chegaram e os 56 estão a caminho.
    E 37 M109 A3 oriundos da Bélgica, e que nós já operamos.
    E 11 viaturas utilizadas como fontes de peças para reposição, sendo 3M109 A3 do lote Belga que originalmente eram 40 e 8 M109 A5 do primeiro lote que foi adquirido via US Army que também era composto de 40 VBCOAP.

    Com as recentes aquisições dos M109A5, M992A2 e M198 a nossa artilharia passa a ter novo alento e maior motivação.
    Escutei vários relatos da arma ser preterida por ter um material com elevada obsolescência.

    Acho que as M2HB de 12,7mm serão utilizadas como armamento orgânico dos M109 e M992A2 que estão chegando.

    Da batalha sinistra a melodia
    É mais alta na garganta da Pesada Artilharia

    • Jamais. Esse tanque não vale a pena por consumir muito combustível e ter manutenção muuuito mais cara que um leopard.
      Besteira o EB operar esse mbt.

  8. Guilherme, “jamais” acho um tanto forte. O Abraams M1 é um senhor CC de 70 toneladas, com tecnologia eletrônica embarcada de ponta, um motor potente e com um poderoso canhão. Os custos de manutenção certamente seriam compensados pelo aumento exponencial da capacidade de combate que tal equipamento poderia fornecer. Cordiais saudações.

  9. Principais rios de Roraima:

    – Rio Uraricoera (principal rio do estado)
    – Rio Parimé
    – Rio Javari
    – Rio Carauau
    – Rio Surumu
    – Rio Tipurema
    – Rio Xaparu
    – Rio Branco
    – Rio Tacutu
    – Rio Viruaquim
    – Rio Arraias
    – Rio Baraúna
    – Rio Barauninha
    – Rio Urubu
    – Rio Itã
    – Rio Anauá
    – Rio Novo
    – Rio Caroebe
    – Rio Javaperi
    – Rio Trairi
    – Rio Branquinho
    – Rio Macucuau
    – Rio Pauxian
    – Rio Ajarani
    – Rio Catrimani
    – Rio Água Boa do Univin
    – Rio Paco
    – Rio Jundiá
    – Rio Preto
    – Rio Ereu

    Então porque não aproveitar os rios e construir uma Hidrelétrica em Roraima e acabar de uma vez por toda dessa dependência???
    Fica a deixa!!!

    • AJ precisa volume de água e caimento se não não vale a pena. As fio d´água são muito sazonais. So por curiosidade, a firma que presto serviço ia fazer uma de dois mega em Caxais do Sul-RS. Sairia 15 milhões. O BNDS melou o financiamento. O custo no norte seria superlativo pela falta de estradas.

  10. Sobre a precisão os EUA usam os kit de conversão M1156 Precision Guidance Kit, a munição Excalibur e o M712 Copperhead, sendo que os 2 primeiros podem receper os assistentes de foguetes sem perder precisão, ou seja, é só ter essas munições que se conseque um tiro de precisam a 20-30km .
    Tomara que o EB compre pelo menos os M1156 Precision Guidance Kit

    • serão 38 ao total quando fizerem a conversão. Deverá ser 06 baterias em dois grupos. Talvez 4 com 6 e 2 com sete ou os veiculos que sobram em manutenção/reserva, ai com 06 de 06

      • Colombelli,
        .
        Até onde consegui pesquisar são (ou serão) 2 (dois) Grupos:
        – 6º Grupo de Mísseis e Foguetes; e
        – 16º Grupo de Mísseis e Foguetes.
        Ambos em Formosa, Goiás.
        .
        Seria 6 (seis) baterias, como você descreveu.
        .
        Entretanto, serão 5 (cinco) baterias com material já existente e modernizado, 38 viaturas Astros II MK-3, assim distribuídas:
        . » 20 AV-LMU (Lançadora Múltipla Universal);
        . » 10 AV-RMD (Renunciadora);
        . » 02 AV-UCF (Unidade de Controle de Fogo);
        . » 02 AV-MET (Viatura de observação e análise meteorológica);
        . » 02 AV-OFV (acredito que são veículos oficina);
        . » 02 AV-PCC (Posto de Comando de Controle).
        .
        Destas unidades, 3 (três) baterias foram modernizadas para o padrão Astros II Mk-3M:
        . » 12 AV-LMU (Lançadora Múltipla Universal);
        . » 06 AV-RMD (Renunciadora);
        .
        Além das Mk-3 e Mk-3M, haveria também 1 (uma) bateria com 12 (doze) Astros II Mk6:
        . » 05 AV-LMU (Lançadora Múltipla Universal);
        . » 05 AV-RMD (Renunciadora);
        . » 01 AV-MET (Viatura de observação e análise meteorológica);
        . » 01 AV-PCC (Posto de Comando de Controle).
        .
        Posso ter cometido algum equívoco, mas no EB seriam 25 (vinte e cinco) AV-LMU com 15 (quinze) AV-RMD.
        .
        Por outro lado, também tem o Corpo de Fuzileiros Navais, com 1 (uma) bateria e uma dúzia de viaturas Astros II Mk-6, assim distribuídos:
        . » 6 AV-LMU (Lançadora Múltipla Universal);
        . » 3 AV-RMD (Renunciadora);
        . » 1 AV-MET (Viatura de observação e análise meteorológica);
        . » 1 AV-OFVE (acredito que são veículos oficina);
        . » 1 AV-PCC (Posto de Comando de Controle).
        Ou seja, no CFN são 6 AV-LMU e 3 AV-RMD.
        .
        Forte abraço,
        Ivan, um antigo infante.

        • Eu sempre tive conhecimento que eram 20 unidades antigas e que seriam adquiridas no Astros 2020 3 baterias de 6 lançadores novos. E que depois todos seriam elevados de padrão para serem compatíveis com a eletrônica nova e com o Matador.

  11. Com respeito a energia elétrica para Roraima informo que a linha de transmissão entre Manaus e Boa Vista previsto para ser construído desde 2011 com pouco mais de 720 km, dos quais cerca de 123 km passam dentro da Terra Indígena Waimiri-Atroari, onde vivem 1.600 índios, em 31 aldeias. O que travou a construção foi o licenciamento ambiental para o trecho indígena mas parece que este assunto está sendo tocado em Brasilia a toque de caixa.

    http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2018-08/licenca-para-linha-de-transmissao-em-roraima-deve-sair-ate-setembro

    https://g1.globo.com/economia/noticia/2018/08/20/governo-dividira-licenca-ambiental-de-linha-de-transmissao-que-ligara-manaus-a-boa-vista-diz-ibama.ghtml

    Este é o motivo pelo qual Roraima continua sendo alimentada pela usina de Guri na Venezuela.

    Manaus já se encontra interligada ao Sistema Interligado Nacional através de uma linha de 500kV que vem de Tucuruí no Pará.

    O Operador Nacional do Sistema (ONS) disponibiliza diariamente um informe diário da operação de todo o sistema que pode ser encontrado no link http://www.ons.org.br/paginas/conhecimento/acervo-digital/documentos-e-publicacoes?categoria=ipdo

    O Nordeste não é alimentado unicamente por eólicas por varias questões sendo duas delas a estratégia operacional e questões técnicas.

    Mesmo que o NE produzisse mais do que o consumo não seria inteligente depender apenas de uma única fonte de energia pois quem tem um não tem nenhum.

    Usinas sejam térmicas, nucleares (que também é uma térmica)e hidroelétricas não são construídas a toque de caixa da noite para o dia pois exigem complexos estudos de viabilidade.

    Desde que exista vontade política a questão de energia de Roraima pode ser resolvida em um espaço de tempo relativamente curto.

    Desculpem o off topic

    • para meditação: os indios são 0,8% da população, tem 12% das terras e ainda querem mais. Tinha mais de 400 pedidos de demarcação no governo anterior.

      Nossa safra é obtida com apenas 9% da terras.

      E tem gente querendo dar ainda mais terra pra eles. Inviabiliza o pais. Os 400 pedidos daria quase 30% das terras. Recebem não as tornam produtivas e acabam arrendando para os antigos proprietários quanto muito.

      E pra quem acha que falo sem conhecimento de causa, morei 05 anos a menos de 150 metros de uma reserva indigena em Irai RS e depois jurisdicionei município de Planalto-RS onde há reserva com 5000 indigenas.

      O governo Olívio Dutra do PT entregou um parque estadual com 15.000 hectares e mais terras privadas para reserva em Planalto, desalojando mais de 1000 familias de pequenos agricultores. Logo depois as áreas foram arrendadas pelos indios ilegalmente para grandes produtores plantarem girassol e soja enquanto estavam nos bares da beira da RS o dia inteiro. Punham crianças de 05 anos pedir no meio da pista enquanto os pais se entregavam ao ócio. Isso ninguem me contou, eu vi e quem quiser ver está lá, é so passar na estrada entre Planalto e Nonoai ( se eles não tiverem trancado o que era comum).
      Por anos a fio o estado do RS pagou indenizações por causa disso.

  12. Amigo mcolombelli o EB vai receber ate outubro oito viaturas lançadoras MK-3M modernizadas
    acredito que com essa entrega chegaremos a 38 viaruras lançadoras dos astros 2020
    MK-6 E MK-3 modernizados é isso mesmo???

  13. Até onde eu sei querem elevar todas ao padrão Mk-6 ( esta modernização as tornam compatíveis com este padrão), inclusive por conta do missil Matador.

  14. Fábio e Colombelli,
    .
    …chegaremos a 38 viaruras lançadoras…
    .
    Não.
    Como descrevi acima>
    – EB com 25 (vinte e cinco) AV-LMU com 15 (quinze) AV-RMD;
    – CFN com 6 AV-LMU e 3 AV-RMD.
    .
    Modelos e versões no texto.
    .
    Forte abraço,
    Ivan, um antigo infante.

    • Colombelli e Fábio,
      .
      Registrei acima os números do ASTROS II, nosso MLRS – Multiple Launch Rocket System.
      Ivan 13 de setembro de 2018 at 18:58
      .
      Os números me pareceram consistentes, inclusive o detalhamento faz sentido, com uma dotação de 2 (duas) AV-LMU (Lançadora Múltipla Universal) para cada 1 (uma) AV-RMD (Viatura Renunciadora). Apenas a nova bateria do EB viria com um para um, ou seja, 1 (uma) AV-RMD para cada AV-LMU, mas não encontrei a justificativa (mas posso especular facilmente).
      .
      Se encontrarem números diferentes, com mesmo detalhamento e consistência, por favor compartilhem.
      .
      Forte Abraço,
      Ivan, um antigo infante.

  15. Collombelli então somando as viaturas lançadoras MK-6 com as modernizados para o padrão
    MK-3m o EB tem hoje 38 viaturas lançadoras em Formosa??

    • isso não sei se ja tem as 38 agora mas serão 38 lançadores mais as viaturas metereológicas, remuniciadoras e a central, vai dar umas 80 viaturas o total ou pouco mais entre os dois grupos

  16. Guilherme santos 13 de setembro de 2018 at 11:36

    Jamais. Esse tanque não vale a pena por consumir muito combustível e ter manutenção muuuito mais cara que um leopard.
    Besteira o EB operar esse mbt.

    Vamos afirmações tácitas, sem respaldo técnico.

    Guilherme, qual o consumo por hora de combustível de um Leo 1A5, qual o de uma Leo2?
    Qual o consumo específico do M1A1???

  17. Prezados,
    Toda vez as mesmas perguntas sobre os M 109.
    Onde ? Quantos ? Antes ? Depois ? Modelo ? É belga ? É USA ?
    Todos ficariam gratos se algum expert apresentasse uma tabela bem elaborada com todos esses detalhes !!
    Assim colunas X e Y… em degradê verde… do clarinho até um verde oliva… rsrsrs…

  18. Tiago Cruz,
    (14 de setembro de 2018 at 13:12)
    .
    Para o Corpo de Fuzileiros Navais a artilharia ‘mais pesada’ seria o rebocado M-198 de 155mm, como foi no US Marine Corps.
    .
    Os Marines substituíram o M-198 pelo M-777, mais leve, no mesmo calibre e com melhor alcance.
    Para nossos fuzileiros o M-777 seria ótimo, mas demandaria investimento de artilharia nova, quando existe oportunidade concreta de alinha uma ou duas baterias (6 ou 12 peças) em condições espetaculares, praticamente de graça, segurando os recursos orçamentários – se é que existe algum – para implementar outras melhorias na artilharia do CFN (sistemas de aquisição de alvos, comunicações, computadores e outros).
    .
    Pelo que lembro, apenas os fuzileiros espanhóis usam o M-109.
    Fuzileiros americanos e ingleses só com artilharia rebocada.
    .
    Abraço,
    Ivan, um antigo infante.

    • O CFN tinha ideia de aquirir o M- 777 mas pelo que circulou um tempo atras estavam muito satisfeitos com os L-118 e não sentiam necessidade de incrementar artilharia de tubo.

      6 M-777 sairia por 21 milhões de dólares.

      • Sim,
        Colombelli.
        .
        Eu lembro, mas, o terrível mas, o orçamento é limitado como nós sabemos.
        .
        Gosto do ‘velho’ M-198.
        É pesado, largo e grandão.
        Mas é robusto, resistente e aguenta muito trabalho pesado pela frente.
        .
        O melhor dele seria o preço…
        …equivalente ao frete e sobrando algum recurso para modernizar toda a bateria no que diz respeito aos equipamentos eletrônicos de cálculo de tiro, posicionamento e comunicação e computação.
        .
        Entendo que ‘velho’ M-198 – no precinho camarada ‘dusamericanuschatus’ – seria o ideal para nossa artilharia divisional, tanto para o exército como para os fuzileiros.
        .
        Fabricado entre 1978 e 1992, o M-198 tema as seguintes especificações.
        .
        Calibre – 155mm;
        Peso – 7.154 kg (15,772 lb);
        Comprimento:
        – em combate – 11 m (36 ft 2 in);
        – em transporte – 12.3 m (40 ft 6 in);
        – do cano – 6,09 m (19.98 ft), ou seja, 39 calibres;
        Largura em transporte – 2,8 m (9 ft 2 in);
        Altura em transporte – 2,9 m (9 ft 6 in);
        Equipe para operar – 9 soldados;
        Elevação – -5° até +72°;
        Traversal – 45°;
        Velocidade de forgo:
        – Maximo – 4 rpm;
        – Sustentado – 2 rpm;
        Velocidade na boca do cano:
        – 684 m/s (2,240 ft/s);
        Alcance máximo:
        – Convencional – 22,4 km (14 mi);
        – RAP – 30 km (18.6 mi).
        .
        Cumpre a missão, substitui os velhos M-114, tem peças de reposição,
        moderniza a artilharia e sai por um precinho camarada.
        Está ótimo.
        .
        Forte abraço,
        Ivan, an oldinfantryman.

        • Ivan, “de gratis” (ou quase), qualquer coisa vai, ainda mais se for algo bom, e echo que o M-198 seria uma boa até pro CFN. Porém, com a recente aquisição do Astros artilharia de tubo deles não deve sofrer incremento.
          Acho mais premente para o CFN um CC.

          • a oferta dos M198 cai como uma luva pra nossa artilharia.
            Ficaria faltando 72 peças do L118 NOVAS para fechar.
            E OS M56 estão passando por uma revitalização e devem durar um pouco mais.

  19. Caros amigos,
    No início dos anos 90 o exército criou 5 baterias de LMF, sendo duas destinadas a unidades divisionarias: 1° Bia LMF em Brasilia, vinculada ao 32° GAC AP que é orgânico da 3° BDA Inf Mtz. e a 3° Bia de LMF em Cruz Alta RS e estava vinculado ao 29 GAC AP.
    E três Bias destinadas as unidades de artilharia de costa: 1° Bia do 10° GA Cos M em Macaé no RJ, 6° GA Cos M em Praia Grande SP e o 8° GA Cos M em Niterói RJ.
    Cada Bia era comandada por um MAJ e era formada por. Uma Bateria de tiro, formada por duas seções de tiro comandadas por um TEN. Cada seção era pra ter três viaturas LMU, mas na realidade cada seção estava mobiliada com duas LMU e uma viatura RMD, tendo em vista que cada RMD tem capacidade de transportar 6 contêineres carregados e pode atender a duas LMU. O ideal é uma RMD pra Cada LMU.
    Cada LMU é garnecida por um SGT chefe da peça, e tem como auxiliar um CB um soldado.
    Em 2004 todas estas unidades foram concentradas em uma única OM, o recém criado 6° GLMF em Formosa GO. Com todo material totalizando 20 LMU, 10 RMD, 02 OFV, 02 MET, 02 UCF com o radar Field Guard suíço.
    Com isso, todas as unidades de artilharia de costa foram extintas.
    Como parte da restruturação da nossa artilharia, está sendo implementado o projeto ASTROS 2020 e o Forte Santa Bárbara. Esse, sera formado pelos 6° e 16° GMF juntamente com o Centro de Instruções de Mísseis e Foguetes. terá Formosa como localização.
    E cada GMF terá três baterias como elementos de manobra.
    Sendo 18 LMU novas no padrão MK6. Sendo que na atualidade já foram adquiridas 05 e posteriormente outras 11. E 18 LMU MK3 da primeira geração, que estão sendo modernizadas. Já tendo sido efetuadas as modernizações de 12 e se aguarda para breve a conclusão das outras seis restantes. A quantidade de RMR será de 09 por grupo.
    Ao final teremos 32 LMU E 18. Somados com os veículo de apoio se chegara a um número acima de 70 viaturas
    Um ponto importante é que estamos adquirindo novas UCF, com radar Field Guard. Estes radares são suíços, mas com vários componentes nacionalizados.
    Um grande abraço

  20. acho que tu quis dizer 36 não 32? Correto? mas seriam 38 pois teria as 20 iniciais mais as 18 novas. Então as duas que sobram ou serão desativadas, ou será pra rodízio de manutenção, ou, ainda, poderão ser incorporadas com duas das baterias ( uma por grupo), tendo 07 ao inves de 06 lançadores.

    • Estimado Colombelli,

      Correto, quis dizer 36. Das 20 MK3 só 18 serão modernizadas e as duas restantes eu acho que serão colocadas em reserva.
      Mas também é muito comum, as baterias terem peças em quantidades acima das 6 que são de dotação normal por Bia.
      O 7° GAC tem 7 peças na 1° BO e 8 peças na 2° BO.
      Espero que se consiga recursos para modernizar estas duas MK 3. Aí sim teremos 38 LMU.

  21. Bom dia, senhores! Vi em uma foto clássica uma viatura M-992 operando acoplado a um M-109, vi tbm um vídeo das mesmas operando avulsas no campo de batalha! Minha pergunta é: Como vcs imagimam que seria o emprego delas aqui no EB? Essas 40 M-992 A2 operariam juntamente e diretamente com os 32 M-109 A5 Plus BR? Ou seriam distribuídas a todas às OM possuidoras de M-109?

    • Vitor depende muito isso. Se voce se refere à manutenção como custeio, existem procedimentos de manutenção (revisão) de primeiro, segundo terceiro quarto e as vezes quinto escalão em equipamentos. Vai lubrificantes, munição caso exista disparos, e as vezes peça que tem que ser repostas periodicamente. É muito relativo. A unica coisa fixa são as manutenções periódicas e normalmente o que sempre vai independentemente do uso é graxa e lubrificante , filtros etc…
      Porém, como o equipamento é sempre minunciosamente manutenido a cada uso, está sempre em boas condições e isso assegura boa durabilidade e menor desgaste.

  22. Na Amazônia temos que possuir usinas flutuantes de peso para deslocamento até as áreas necessitadas. Já tivemos a usina Piraque, barco usado na segunda guerra mundial para suprir de energia os portos ocupados e com infraestrutura demolida. Porém era de pouca potência, face as demandas de hoje. Uma construção modular agregaria a potencia necessária. A economia na construção de linhas de transmissão seria significativa. A construção, em estaleiros nacionais agregaria mão de obra local e redução dos prazos de execução sobre as usinas convencionais.

  23. Meus nobres,
    Com a chegada de todas as VBCOAP M109, teremos um total de 128 peças operacionais para serem destribuidas as unidades que operam ou vão operar as mesmas.
    Na minha opinião deveríamos distribuir os M109 em 08 Grupos a 16 peças, divididas 04 baterias:
    3° GAC AP de Santa Maria RS, orgânico da 6° Bda Inf Bld que atualmente opera o M108 e o
    5° GAC AP de Curitiba PR que é pertencente a 5° Bda Cav Bld e também opera o M108.
    Estas duas unidades já estão confirmadas para receberem os 32 modernizados ao padrão M109A5+
    Os 04 grupos orgânicos das brigadas de Cav Mec:
    9° GAC AR de Nioaque MS da 4° Bda Cav Mec mobiliado com M101,
    19 GAC AR de Santiago RS da 1° Bda Cav Mec mobiliado com M101.
    22 GAC AP de Uruguaiana RS da 2° Bda Cav Mec equipado com M108.
    25° GAC AR de Bagé RS da 3° Bda Cav Mec mobiliado com M101.
    Estes receberiam todos os 60 M109A5 não modernizados do segundo lote e mais 04 M109A3 do lote Belga e que estarão disponíveis com a transformação do 16 GAC AP em 16° GMF que irá se juntar ao 6° GMF para operarem o ASTROS no Forte Santa Bárbara em Formosa GO.
    Por fim os 02 grupos divisionarios que já operam o M109A3 a 12 peças cada, receberiam cada um, mais 04 peças oriundas do 16° GAC AP.
    Ao final teríamos 32 BO a 04 peças divididas em oito GAC AP a 16 peças.
    E pra cada bateria um M992A2 e tentaria adquirir mais M992A2 nos estoques americanos. Se não conseguíssemos unidades adicionais, daria continuidade ao projeto de conversão dos M108 em remuniciadores até atingirmos a proporção de 01 municiadora pra cada 02 obuseiros.
    Os outros 20 grupos de artilharia que compõe a ordem de batalha do EB são:
    05 operadores do OTO Melara M56. E os mesmos passaram ou estão passando por uma revitalização. O que os deixa operacionais por mais um tempo.
    São estes:
    1° GAC Slv – Marabá PA – 10° Bda Inf Slv
    10° GAC Slv – Boa Vista RR – 1° Bda Inf Slv
    8° GAC Pqd – Rio de Janeiro RJ – Bda Pqd
    2° GAC Lv – Itú SP – 11° Bda Inf Lv
    20 ° GAC Lv – Barueri – SP – 12 Bda Inf Lv
    02 São operadores do L118 Light Gun, estando cada grupo composto por 03 BO a 06 peças cada. E são considerados modernos.
    São eles:
    26° GAC AR – Guarapuava – PR – 15° Bda Inf MEC
    32° GAC AR – Brasília – DF – 3° Bda Inf MTZ
    Os 13 grupos restantes não são 13 atoa! É neles que recai as duvidas. Quem vai receber os M198 ?
    E quantas peças serão destribuidas por grupo?
    Mesmo que se dividisse as 120 peças numa dotação mínima pra cada grupo, que é de 12 peças. Teríamos um grupo que ficaria com material antigo e desatualizado.
    Na minha opinião, que resulta de um antigo sonho. Os grupos devem ter a quantidade de baterias equivalentes as peças de manobras, orgânicas as Bda que os mesmos apoiam.
    Partindo de deste princípio, cada grupo deveria ter no mínimo 03 baterias a 06 peças cada.
    E nesta concepção os 13 ficariam desta forma:
    Grupos divisionarios e operadores dos vetustos M114:
    11° GAC AR – Rio de Janeiro RJ – AD1
    12° GAC AR – Jundiaí – SP – AD2
    13° GAC AR – Cachoeira do Sul – RS Cmdo de Art EX
    14° GAC AR – Pouso Alegre – MG – AD1
    21° GAC AR – Niterói – RJ – AD1
    27° GAC AR – Ijuí – RS – AD3
    Estes receberiam cada um 18 peças dos M198, totalizando 108 obuseiros.
    Grupos orgânicos das brigadas e operadores do M101:
    4° GAC Lv – Juiz de Fora – MG – 4° Bda Inf Lv
    6° GAC AR – Rio Grande – RS – 8° Bda Inf Mtz
    7° GAC AR – Olinda – PE – 10° Bda Inf Mtz
    17° GAC AR – Natal – RN – 7° Bda Inf Mtz
    18° GAC AR – Rondonópolis – MT – 13 Bda Inf Mtz
    28° GAC AR – Criciúma – SC – 14° Bda Inf Mtz
    31° GAC AR – Rio de Janeiro – RJ – 9 Bda Inf Mtz Escola.
    Estes seriam mobiliados com as 12 peças restantes dos M198 que seriam somadas a um novo lote de 42 obuseiros que se tentaria conseguir nos estoques americanos para equipar 03 grupos a 18 peças.
    E por fim, tiraria o escorpião do bolso e adquiria 72 peças do L118 NOVAS, para os 04 Grupos restantes.
    E caso nao obtivesse os 42 M198 adicionais aos 120, coisa que eu não acho dificil de se conseguir.
    Equiparia os 03 grupos com os vetustos M114 e posteriormente os trocava por um novo lote de L118.

    Apenas um antigo sonho!
    Um grande abraço a todos.

    É com fogo que se ganha as batalhas!

    • Silvio, faltou so uma variável na sua equação ( que representa uma boa divisão). A previsão na mesma solenidade que foram falados dos M-198, da vinda de mais L-118.

      Creio que o EB optará por grupos com menos peças do que tu alvitras mas de forma a suprimir todos os M-101 e M-114. E como duas das 05 brigada a serem mecanizadas ja contam com o L-118, provavelmente este será o de dotação das outras três em, SP, RJ e RS. Não creio que venham 72 peças por conta do preço. mais provável é 24 pra fechar 60 e dar 12 pra 05 grupos.

      O grupo de Cachoeira ja tem previsão de se tornar AP. Eu chuto que AP serão as artilharias orgânicas da 6 e 5 brigadas, as das 04 brigadas de cavalaria e mais 04 grupos de artilharia divisionária das 3 e 5 DE, sendo tres no RS ( Ijui, Cruz alta, que ja é, e Cachoeira) e um no PR ( AD5). Fecha os 10 grupos.

      E eu ja aproveitaria e criaria mais 03 grupos na Amazônia com o que tivesse de melhor do M-101. Não é material mais adequado mas cumpre missão. Ficaríamos com 31 grupos.

      • Pelo que me lembro aventaram a possibilidade de se adquirir os M119 de segunda mão dos estoques americanos, o que possibilitaria adquirir uma boa quantidade .

        Colombelli, não seria o caso de adquirir L118/M119 para o 20º GAC L e 8º GAC Pqdt, remanejando os seus M56 para formar dois GAC de selva?

        • Problema é que o M-119 é bem diferente do que temos aqui. O L118 é um tanto diferente, até a munição é diversa, enquanto o M119 atira tudo no padrão OTAN e tem menor alcance ( 14 contra 17 na comum). E antes de pormos pra selva ainda temos de mobiliar a brigada leve/montanha de Minas.

    • Simples faz tudo o que vc falou, so que deixa os ultimos 7 grupos que são de brigadas, ou seja, menos importante com o M101 mesmo, e se der da uma recalchutada neles como os canadenses fizeram com o deles e quando for transformando essas brigagadas em inf mec vai comprando os L-118 ou a versão usada americana.
      Simples que nem 2+2 é 4.

      • Augusto, se fosse para por os M101 em padrão melhor com tubos de mais calibre como canadenses, indonésios e chilenos, ja teriamos feito antes e não iriamos adquirir o L118. O problema é que os M101 estão ficando velhos demais. É como por motor novo em chassi velho.

    • Camarada
      Algumas coisas.
      Os GAC AP divisionários são a 3 Bia.
      Só os das Bda Bld são a 4 Bia.
      As outras Bda são previstas 3 Bia.
      A quantidade de Bia é pela quantidade de unidades de manobra para as Bda.
      As q não são, em caso de guerra, são completaras pelas de menos prioridade q não estarão engajadas no combate e posteriormente receberão meios de compra.
      A ideia, q foi prejudicada pela crise $$, é o completamento de todas, pelo menos em meios.
      Há Bda q estão quaternárias para os tempos de paz, como a 4ª C Mec, vigiando gronteira, mas em guerra ela fica ternária, e um R C Mec passa para uma Div ou Ex.
      Gostei do seu estudo e apreciações.
      Sds

  24. Caro Guilherme santos, não sei se ai no Sul do Brasil vocês conhecem ironia, mas foi exatamente o que eu usei em minha alegação.
    Você que deveria ser banido das redes sociais, pois se não sabe sou conhecido nos fóruns por ser muito nacionalista em se tratando de defesa nacional.
    Não vejo e nunca vi com bons olhos essas aquisições e ou associações do Brasil com estrangeiros, para mim sempre será melhor ter 10.000 estilingues feitos em casa do que 100 flechas compradas de fora.
    Sugiro que vocês sulistas deveriam aprender a relaxar e aprender a ler nas entrelinhas antes de sair criticando ou atacando alguém, além de aprender muitas outras coisas!
    Passar Bem!

  25. colombelli 14 de setembro de 2018 at 16:32

    para conhecimento, so para aquecimento da turbina do M1 vai 30 litros. A revisão dele custa 1 milhão de dolares a unidade.

    Colombelli, o aquecimento é só para temperaturas ambiente abaixo de 10º C, acima disto, full manete e vamos embora.
    Uma bomba injetora do Leo 1A5 custa 25 mil euros, e leva sessenta dias, como tu podes ver não tem chimarrão grátis.
    Quanto custa a revisão de um Leo 2A qualquer versão????
    em euros…..

    • Juarez, quando der uma passada nas missões e por Panambi, de um chego no museu militar, na BR 285, que tem vários motores e até canhões do 1A1. 04 motores ainda funcionando. Se der sorte de achar o Paiva por lá, é o cara que selecionou e buscou os leopards na Alemanha
      A do Leo 2 nunca ouvi cogitar o valor. Sei que a revitalização de alguns e mudança de padrão saiu o preço de um CC novo. A do M1 esta sei dizer que sai um milhão de dolares.
      isso so demonstra que a escolha do 1A5 era o que dava para escorar. A logistica está saindo bem mais que a aquisição em si.

  26. Caro Lucas, o problema deste cidadão é que ele não sabe que não sabe, e ainda, permanece em torpor alucinógeno permanente, falando de sonhos, vontades e delírios.

    • Eu entendo que o Guilherme Santos é um cara babaca, ignorante e pseudo a entendedor de tudo, eu leio os comentários e percebo isso. Mas isso não é motivo de ofender os sulistas em geral como o foxtrot fez. Isso é quase xenofobia. É preciso pensar melhor antes de proferir ofensas contra pessoas que não têm nada haver com a discussão. Eu acompanho a trilogia desde os meus 15 anos de idade, e sempre foi um lugar de respeito e comentários saudáveis. Só por que tem um “intruso” estragando a paz não é motivo de esquecer a educação em casa e virar um xenófobo, assim como o foxtrot foi.

    • Fabio, com os 120 M-198, 128 M109, 72 -M59, e 36 118 em linha dá pra mobiliar 27 dos 28 grupos que temos ( maioria com 12 peças e alguns com 16 e 18) de forma que mais um grupo L118 fecharia os 28 GAC ( 18 ou 12 peças. Mas como seria bom padronizar as mecanizadas com L118, aquisição teria que ser para 3 grupos.

      Se mantida a dotação atual deste meio por grupo ( 18) seriam 54. Se for padronizar com 12 peças seriam 24. E algum grupo de M-198 teria de ter 16 ou 18 peças par fechar a conta

  27. Caros Columbeli, Bardini, Augusto L, Ivan, Agnelo e demais comentaristas.

    Excelente debate 🙂

    Isso é uma discussão a nível ‘Forte’ 😀

    Há um ponto específico que, penso eu, merece mais atenção, que é o uso de munições guiadas e assistidas. Isso, no meu entender, elas tornam menos necessário o investimento em canhões mais longos, além de ampliar a flexibilidade da arma de cano, visto permitir maiores chances de alcançar um alvo com uma menor quantidade de projéteis e garantindo o uso em cenários assimétricos ou com grande possibilidade de impactos/danos colaterais.

    Há ainda outras experiências bastante interessantes na forma de munições lançadas diretamente, como a GLSDB, permitindo ainda mais flexibilidade em campo.

    • Sim RR, vou pegar carona no seu comentário.
      É refresco pros olhos acompanhar essas matérias que geram esses debates. E o mais importante, com respeito, sem ataques pessoais por causa de opinião divergente. Muitos comentaristas frequentes aqui deveriam acompanhar e aprender a se portar de acordo.

    • Prezado RR, a questão é que ao contrário do que muitos pensam, as missões de artilharia,em um cenário de gerra convencional. não são necessariamente destinadas a destruir um alvo. Isso ocorre quando temos um ponto definido no solo, uma área de acantonamento, um centro de comando e comunicações. Ai se atira em um ponto ( concentração) e as munições guiadas fariam toda diferença.

      Porém, como venho repetidamente dizendo, normalmente no segundo tiro de ajustagem a granada ja cai NA e isso mesmo com os velhos M101 e M114. Então não tem sentido por Us$ 50.000,00 em um tiro para destruir um alvo se com duas grabadas de u$S 500,00 se fará a mesma coisa.

      A maioria das missões acaba sendo de amaciamento, fustigação e inquietação. Ou seja, fogo de preparação, feito em barragens ( paralelas, convergentes ou divergentes, que podem ser ficas ou móveis). No fogo de barragem a precisão pontual não é importante. Bate-se área e o que vale é deixar o adversário dentro do abrigo, em fogo contínuo.

      O uso de munição guiada se justifica por alguns paises em cenários de guerra irregular, especialmente em área urbana, onde não se pode fazer ajustagens, onde há alvos que pode ser vigiados e descobertos por inteligência, especialmente quando fixos. Esta não é a realidade da guera convencional que é nossa hipotese majoritária de emprego de fogo de artilharia.

      Ou seja, enquanto para os EUA é viável e necessário o uso deste tipo de munição, e mesmo ele o fazem de forma módica, para nós há uma desnecessidade e impossibilidade financeira.

      Não nos esqueçamos que para missões profundas, contra alvos de valor temos os supertucanos que podem se valer de bombas guiadas do solo por comandos ou disparas fora do envelope da maioria das armas AA usadas na AL.

      • O CEP de uma munição não guiada de 155m dispara no seu alcance maximo e de + 250m, ou seja como vc mesmo disse as ações são fogo constante, isso é permissível quando o inimigo não tem uma efetiva capacidade de fogo de contra bateria, quando tem, vc tem q atirar e se esconde (Shoot-And-Scoot) ai a munição guiada ou um obuseiro mais moderno faz a diferença, com um CEP de 6m, vc não precisa amaciar um alvo.
        No caso de vc operar num abiente com uma pesada IADS inimiga, ai sua artilharia tem q suprir o poder aereo, pelos menos até o poder aereo voltar a ter efetividade.
        O outro cenário é o insurgente, usar a munição guiada para diminuir os danos colaterais, como a OTAN fez e faz no Afeganistão, com a munição Excalibur que tem um CEP menor que 6m, sendo está que mencionei acima o CEP da munição comum equipada com o kit de guiagem, bem mais acessível que a Excalibur.

        • É pro nosso cenario não é necessário, salvo a possibilidade de utilização da artilharia em missões SEAD, por exemplo, num confronto com forcas venezuelanas.
          Uma munição de artilharia guiada é mais barata que um missil anti radiação, que a FAB não tem.
          Mas precisaríamos de meios para detectar as emissões eletromagnéticas e geolocalizar, o que salvo, talvez só o R-99 tenha, se tiver, ou seja, é improvável que se use esse tipo munição para esse propósito aqui.

        • Augusto, 250 metros é pra um tiro a 40 km de distância, No alcance usual de até 15 km é bem menos que isso e fica proximo do NA.

          Alvos de grande valor como radares e baterias AA não ficam proximos à linha de frente em regra. Isso, em nossa doutrina é alvo para aviação. Uma bomba comum sai bem mais barato que um tiro guiado.

          Ninguem hoje na AL tem uma defesa AA efetiva além do Chile. A Venezuela está falida. Misseis tem vida util e a especialidade dos mais de 2000 oficiais generais venezuelanos hoje é achacar o povo da venezuela.

          • O buk-m2 operado pela Venezuela, é pra atuar na linha de frente, dando proteção para as tropas da linha de frente e tem 45 km de alcance, seus misseis, podem ser neutralizados por artilharia.

  28. Prezados,

    Os novos trucks Constellation possuem a potência para rebocarem os obuses M 198 ?

    A AD/2 do Comando Sudeste é operacional ? Quais os GC subordinados ?

    • Se te referes aos 6×6, sobra. O M198 não é tão mais pesado que o M-114. Temos 60 deles ja em uso com os M-114, terão de ser adquiridos ao menos outro tanto ou proximo a isso.

      Tem um GAC, o 12, em Jundiai como bem informou acima o Silvio. Hoje opera o M114 e deverá receber o M198.

    • Fábio, até onde se sabe a intenção é modernizar todos para o padrão A5. Mas mesmo que isso não fosse feito, são infinitamente superiores ao M-101 e M114 de forma que não podemos prescindir do uso deles. Eu suponho que devam ir para as brigadas de cavalaria enquanto aguardam up grade.

  29. Caros amigos, me desculpo de antemão pelo comentário infeliz que fiz em momento de fervor , redirijo meu comentário a este cidadão que com extremo preconceito me atacou sem nem ao menos me conhecer
    Conheço várias pessoas do Sul do Brasil que realmente são diferentes desta pessoa, assim como o estado de Santa Catarina onde fui muito bem recebido.
    Mais uma vez me desculpo com as pessoas do Sul do Brasil por minha infeliz observação em momento de fervor emocional.

  30. Teórico 16 de setembro de 2018 at 11:03

    Prezados,

    Os novos trucks Constellation possuem a potência para rebocarem os obuses M 198 ?

    A AD/2 do Comando Sudeste é operacional ? Quais os GC subordinados ?
    Boa noite Teórico!

    A questão do reboque, está ligada diretamente ao CMT (capacidade máxima de tração) da viatura, e que não depende exclusivamente da potência do motor, mais sim do arranjo potência de motor, transmissão/relação de redução e diferenciais(são três aqui no caso) que atuam em conjunto. No caso de ângulo de subida ingreme com “barro no beiço” o motorista da vtr poderá fazer uso da caixa de redução e do bloqueio dos diferenciais, que no caso ‘Bambilacion”, eu não sei se atua nos três eixos., mas ele traciona o M 198 com folga.

  31. Obs: As desculpas são para as pessoas honestas e boas do Sul do Brasil, e não para as racistas como as que ofenderam o goleiro Aranha, as que agridem judeus e qualquer etinia diferente.
    Ou mesmos as que são separatistas na horas boas e quando há catástrofes são integralistas, pois somos um só povo uma só nação, exceto esse tipo de pessoas que nada acrescentam a sociedade nacional, apenas ocupam espaço valioso que deveria está sendo ocupado por pessoas mais capazes e éticas do que elas .

    • Você fala num tom como se houvessem separatistas, racistas e xenófobos apenas no sul, não é mesmo? Os seus trejeitos na frase lhe apontando como xenófobo por taxar o sul de tudo isso sem nem provavelmente ter morado nele. Sério achei que suas desculpas fossem sinceras, mas depois desse último comentário pareceram-me que não.

  32. Colombelli o EB esta comprando aos EUA 60 M-109 A5 so que 12 servirão
    com fonte de peças sobressalentes emtão em operação serão 48 M-109 A5 ou estou equivocado?

    • Fábio os que eu tenho certeza que será até dezembro e o lote de 60. Isso inclusive saiu na Verde Oliva. Os 32 modernizados acho que demorara pouca coisa mais. Provável 2019

      Aproveitando, Jose Ricardo, o M2 implicaria reajustamento doutrinário e muitas outras mudanças. Por isso não se cogita. Até o GC teria de ser diminuido.

  33. Senhores, estive viajando e perdi a oportunidade de ver uma boa parte dos últimos comentários.
    Agradeço as apreciações feitas sobre o meu “estudo” e parabenizo aqueles que durante o debate, optaram por buscar uma troca de conhecimentos, trilhando os caminhos do respeito mútuo e explorando os aspctos técnicos.
    Com relação às necessidades de se ter uma reformulação e modernização das nossas unidades de artilharia de campanha, podemos concluir que:
    Sendo um sistema de subsistemas, a troca do material atualmente empregado por nossas OM de artilharia trará à arma para uma nova dimensão.
    Se fazendo necessário um implemento dos nossos meios de consciência situacional com a criação de uma bateria de busca e aquisição de alvos em cada OM aumentando a integração com os escalões superiores.
    Uma renovação dos nossos meios de controle e ajuste de tiro. Aumentendo a nossa precisão com a aquisição de radares e novos optrônicos.
    E uma maior mecanização das unidades, trazendo uma maior mobilidade.

    Artilharia é: Agilidade, Flexibilidade e Precisão!

    Um grande abraço a todos!

  34. Prezados,

    Pelo que constatei existem a AD/1, AD/2, AD/3 e AD/5.
    Os Comandos do Planalto, Oeste, Nordeste, Norte e Amazônia possuem AD ?
    Qual a finalidade de uma AD ?
    A criação do novo Comando de Artilharia, em Formosa – vai alterar o quadro ?

  35. Teórico,
    A artilharia divisionaria tem como missão principal apoiar pelo fogo as DE.
    Cada divisão de exército é formada por duas ou mais brigadas.
    Cada brigada tem seu GAC orgânico para lhe prestar apoio de fogo direto nas ações ofensivas e defencivas, incluindo a capacidade de realizar o fogo de contra bateria de maneira limitada.
    E cada GAC da AD tem como missões principais:
    Açoes de conjunto, para o desencadeamento de fogos em proveito de uma divisão.
    Reforço dos fogos, em apoio direto, onde pode ser empregada em proveito de uma unidade específica.
    O aprofundamento dos fogos com intuitos ofencivos, defensivos e em ações retardadoras da DE.
    O fogo de contra bateria, por se tratar de um escalão superior, e ser uma unidade provida de meios de maior alcance.
    Os grandes comandos militares de área, na ausência de uma AD podem criar Agrupamentos de Artilharia.
    Estes podem ser formados por dois ou mais grupos.
    O C Art do EX tem como missão:
    A gestão e o preparo dos sistemas de mísseis e Foguetes, incluindo seu emprego operacional. E a atuação como Cmdo de Artilharia de uma força força terrestre componente.

    Artilharia: DECIDIR, DETECTAR, DISPARAR e AVALIAR!

    Um grande abraço!

    • Os comandos militares do Planalto, Oeste, Nordeste, Norte e Amazônia não possuem AD por não terem uma divisão de Exercito enquadrada nos seus organograma.
      Segundo o Agnelo, parece que está sendo planejado a recriação de uma DE.
      A pouco tempo a 7° DE, localizada em Pernambuco foi “extinta” e em seu lugar foi criada uma base de apoio da 7° RM.
      Como lhe falei acima, na ausências de uma AD podemos criar Agrupamentos de Artilharia.

      Fogo no terreno!

  36. Como eu disse, minhas desculpas vão para as pessoas honradas, honestas e descentes do sul do Brasil (já que meu comentário que gerou tanta polemica foi direcionada aquela região, e já que fui agredido por alguém desta região).
    E não as que geraram as imagens desgravizareis do incidente contra o goleiro Aranha, as que agrediram jovens judeus nas ruas etc etc..
    Desculpas a todos os brasileiros nacionalistas, igualitários que sonham com uma nação realmente de todos e para todos indiferente de cor, credo, sexo, religião, poder financeiro etc..
    Um Brasil de Brasileiros, feito por brasileiros e para brasileiros.
    Uma verdadeira nação independente e poderosa, e não esse país desigual, injusto, racista e submisso.

  37. Senhores, boa noite! Fala-se que, com respeito à artilharia do CFN, comentou-se que, por causa do recebimento recente de uma bateria de ASTROS 2020, muito provavelmente não veria tão cedo um incremento em sua artilharia de tubo, com seus atuais M-114! Não seria o momento de, em virtude de já ter uma longa experiência no uso de veículos sobre lagarta, como os CLANFs e M-113 e, sendo o ASTROS um elemento de artilharia móvel, adotar, como o fazem a Infantaria de Marina da Espanha, o M-109 aqui na sua versão A5 (6 peças) via FMS, complementado também pelo M-992 A2, como fez o EB. Pois isso representaria não só um incremento na mobilidade, passando de AR para AP, como no alcance de 15 km para cerca de 23 Km, como na capacidade de sobrevivência do grupamento e da peça. Assim só teríamos como peça AR os L-118.

  38. Sou discípulo de Mallet. Atirar com munição “burra” 155mm além de 25km é gasto de munição. Não interessa se o tubo tem 39, 45, ou 52x o calibre. Vide os Pz2000 holandeses no Afeganistão. O investimento tecnológico deve ser na munição, especialmente nas espoletas de correção de trajetória.

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