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Exército Brasileiro receberá novo lote de 8 viaturas ASTROS 2020

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Astros 2020
Astros 2020

No dia 28 de setembro, o Exército Brasileiro receberá um lote de 8 viaturas ASTROS, padrão MK-6, como parte do Programa Estratégico do Exército ASTROS 2020, que visa contribuir com o Objetivo Estratégico do Exército de dissuasão extrarregional, em consonância com a Estratégia Nacional de Defesa aprovada em 2008.

Serão entregues as seguintes viaturas: Unidade Controladora de Fogo (AV-UCF) – 2 unidades; Posto Meteorológico (AV-MET) – 3 unidades; e Oficina Veicular e Eletrônica (AV-OFVE) – 3 unidades. A aquisição irá proporcionar nova capacidade de apoio de fogo à Força Terrestre, que poderá bater alvos com maior precisão e a longa distância.

O Programa ASTROS 2020 contempla, em seu escopo, o desenvolvimento do Míssil Tático de Cruzeiro e do Foguete Guiado, a modernização das viaturas do atual 6º Grupo de Mísseis e Foguetes e a implantação do Forte Santa Bárbara, em Formosa (GO).

A AVIBRAS AEROESPACIAL, empresa estratégica de defesa genuinamente nacional, sediada em São José dos Campos (SP), constitui-se na principal integradora do Programa.

Míssil Tático de Cruzeiro AV-TM 300 na Avibras

Serviço:

  • Cerimônia de entrega de viaturas do Programa Estratégico do Exército ASTROS 2020.
  • Data: 28 de setembro de 2018 (sexta-feira).
  • Horário: 10:00 horas.
  • Local: sede do 6º Grupo de Mísseis e Foguetes, BR 020, Km 7, Zona Rural, Formosa, Goiás.

O evento é aberto ao público e o cadastramento da imprensa ocorrerá no local.

Outras informações podem ser obtidas na Seção de Relações Públicas do Comando Militar do Planalto, telefone (61) 2035 2051 e e-mail: [email protected]

DIVULGAÇÃO: Agência Verde-Oliva/CCOMSEx

41 COMMENTS

  1. Pergunta de um leigo:

    Pq esses “caminhões” são blindados?

    Pq não usar um normal sem ter blindagem?

    Digo isso pq com o uso de armas guiadas eu não sei se faz sentido por blindagem já que com qualquer míssil ou sdb esse veículo e seus tripulantes vão pro saco igual?

    E um veículo desse sempre fica na retaguarda, e não na linha de frente onde ele poderia ser alvo de calibres menores como uma Viatura de Infantaria.

    • Porque mesmo ficando na retaguarda, um alvo de grande importância desse deve se proteger de pelo menos, pequenos calibres.
      Os computadores que coordenam o tiro ali dentro são tão caros quanto o resto do veículo. Danifica-los seria não só um prejuízo mas uma catástrofe pra missão inteira.

    • Rui,
      Complementando o “Guaca”, a bateria pode ser alvo de fogo de contrabateria e a blindagem serve para a proteção contra fragmentos e obuses e foguetes.
      Mesmo um ataque aéreo utilizando armas não guiadas ou guiadas mas sem orientação terminal (por exemplo: JDAM, SDB, etc) a blindagem protege contra os estilhaços de bombas, submunições e foguetes.
      E ainda tem os meios inimigos que podem adentrar sorrateiramente na retaguarda (além dos aviões de ataque e caças) , como snipers, comandos e helicópteros de ataque (canhões e foguetes).

    • Rui, pode receber emboscadas de comandos infiltrados ( Iraque foi tentado pelos ingleses e tem um filme muito bom disso: “Bravo Two Zero”), fragmentos de granadas que podem as vezes ser pequenos, e enfim se der pra ir com máxima proteção ao combate se vai. Melhor alguma que nenhuma até porque nenhuma é totalmente eficiente contra uma bomba grande. Até o aspecto psicológico melhora.

  2. Rui:
    Como leigo acho que a blindagem é para proteger os ocupantes de alguma ação de frações de tropas do inimigo,apesar desse tipo de artilharia ficar bem na retaguarda.
    Se estiver errado fica para os espertos da trilogia corrigir e nos brindar com seu conhecimento.
    Abraço

  3. O interessante é porque a FAB não compra para reforçar a defesa de bases aéreas??
    Na realidade, eles deveriam desenvolver um sistema semelhante ao S500 Russo, que seria o ideal para a FAB.

  4. Foi está minha argumentação!!!
    É apenas um sistema de saturação!!
    Veja, pq a Aviabras vive com o pires na MÃO???
    Seguimento de mercado pequeno, nem todos os países tem grana, money, tutu, verdinhas para investir, ou a necessidade de dispor de um sistema tão completo assim.
    Na realidade a empresa deve investir em sistema de saturação e de defesa antiárea, para atender as necessidades de todas as forças.
    O que eu acho que poderia ser feito, é a compra de sistema russos e tentar fazer reengenharia em cima do projeto.

  5. Fernando, vamos supor que você tem uma empresa que fabrica sandália, pois a população de sua cidade não tem dinheiro pra comprar tênis. Você iria lançar um tênis sabendo não ter demanda, na esperança de ” um dia” a situação financeira da galera de sua cidade melhorar, apenas para explorar outro segmento?

    A Avibrás estuda seu mercado e o que ele precisa e tem condições de adquirir. O Exército ( e não a FAB) precisa de um sistema de defesa de média altura, mas não tem grana. Só se o objetivo da Avibrás fosse falir, pra lançar um produto que sabe que não terá comprador. E outra, S500 é coisa para os russos. Primeiro precisamos pensar na média altura e em aperfeiçoar a baixa altura.

    • Bem, ate entendo.
      Mas, não creio que a forças armadas sejam uma empresa de cidadezinha.
      Na realidade quantos sistemas Astros tem o EB e FZN somando tudo.
      Uma empresa precisa vender, para mandar seus empregos.
      Quantos a Aviabras vende para o exterior??
      Não creio que o sistema S500 seja apenas para os russos, bem como eu sempre defendi o EB adquirir o Leopard 2A, e sempre fui detonado aqui no site, e é o futuro do EB. Ou alguém duvida???
      Outra coisa, é a diminuição das outras forças em prol do EB,
      Daqui a um tempo, será FORÇA AÉREA DO EB, MARINHA DO EB, GUARDA COSTEIRA DO EB, entre outras coisas.
      Ofereça um sistema de médio alcance para a FAB, e duvido que eles não aceitem!!
      Vai, compre um e ofereça. Eles mandam te buscar de KC390 novinho em folha.

  6. alguém sabe dizer se ha estudos para uma viatura Astros 2020 com uma maior capacidade??
    Ao invés de ter apenas quatro trezentao para lançamento poderiam ser oito trezentao por carreta…

    • Sim,
      quantas???
      Outra coisa, pq, o EB mantém os ASTROS apenas em FORMOSA/GO??
      Poderia abrir outras baterias aqui no sul do Brasil, até para a Aviabras, vender um pouco mais, e lucrar em cima.

    • Souto,
      .
      Até onde consegui pesquisar são (ou serão) 2 (dois) Grupos:
      – 6º Grupo de Mísseis e Foguetes; e
      – 16º Grupo de Mísseis e Foguetes.
      Ambos em Formosa, Goiás.
      .
      Devem fechar em 6 (seis) baterias.
      .
      São 5 (cinco) baterias com material já existente e modernizado, 38 viaturas da série Astros II MK-3, assim distribuídas:
      . » 20 AV-LMU (Lançadora Múltipla Universal);
      . » 10 AV-RMD (Renunciadora);
      . » 02 AV-UCF (Unidade de Controle de Fogo);
      . » 02 AV-MET (Viatura de observação e análise meteorológica);
      . » 02 AV-OFV (acredito que são veículos oficina);
      . » 02 AV-PCC (Posto de Comando de Controle).
      .
      Destas unidades, 3 (três) baterias foram modernizadas para o padrão Astros II Mk-3M:
      . » 12 AV-LMU (Lançadora Múltipla Universal);
      . » 06 AV-RMD (Renunciadora);
      .
      Além das Mk-3 e Mk-3M, haveria também 1 (uma) bateria com 12 (doze) veículos da série Astros II Mk6:
      . » 05 AV-LMU (Lançadora Múltipla Universal);
      . » 05 AV-RMD (Renunciadora);
      . » 01 AV-MET (Viatura de observação e análise meteorológica);
      . » 01 AV-PCC (Posto de Comando de Controle).
      .
      Posso ter cometido algum equívoco, mas no EB seriam 25 (vinte e cinco) AV-LMU (lançadoras) com 15 (quinze) AV-RMD (remuniciadoras).
      .
      Por outro lado, também tem o Corpo de Fuzileiros Navais, com 1 (uma) bateria e uma dúzia de viaturas Astros II Mk-6, assim distribuídos:
      . » 6 AV-LMU (Lançadora Múltipla Universal);
      . » 3 AV-RMD (Renunciadora);
      . » 1 AV-MET (Viatura de observação e análise meteorológica);
      . » 1 AV-OFVE (acredito que são veículos oficina);
      . » 1 AV-PCC (Posto de Comando de Controle).
      Ou seja, no CFN são 6 AV-LMU e 3 AV-RMD.
      .
      Abraço,
      Ivan, o Antigo.

  7. Que dissuasão extra regional pode oferecer um sistema limitado a apenas 300 km de alcance !! Uma base aérea inimiga localizada a 301 km de distância nem precisaria maiores defesas pois estaria fora do alcance dos mísseis desse sistema Astros !! Fora que dependendo dos aviões que estiverem nessa base inimiga o território brasileiro poderia ser atacado em profundidade !!

  8. Faz uma versão terra – ar do AVTM 300 junta com radar Saber M200 e temos um sistema de defesa aérea nacional(e fabrica bastante mesmo) e o mesmo se faz com o ADarter.

    • O AV-TM 300 não é manobrável muito menos supersônico. O A-Darter não tem uma versão antiaérea. Será o Iris-T em duas versões antiaéreas

      • Fighter, por isso mencionei fazer mesmo, projetar , construir e testar as versões e ou derivações supra citadas se valendo do que já se tem pronto ,do conheçimento adquirido.

  9. Bom, muito bom, mas ainda acho que o EB deveria adquirir mais uma 42/ 50 novas unidades, completando assim 100 unidades ou mais do Astros, além da aquisição de 3 esquadrões da ANT Falcão para aviação do exército (que já deveria ter membros treinando com o esquadrão Horus da FAB), para aquisição de alvos, análise pós ataque, suporte etc.
    E ainda falta mostrar as imagens dos testes do MT-300 e SS40-G.
    Não sei se foi erro, mas li que o MT-300 faria voo cativo em um F-5M da FAB agora em 2018.
    Seria os ensaios da versão Ar/Solo?
    Porquê essa imagem acima lembra muito bem uma versão Mar/ Solo.
    Outro projeto da Avibrás que as FAA,s deveriam investir seria a Versão dispare e esqueça do FOG-MPM com sistema de asas dobráveis e sistema de guiagem e travamento do MSS 1.2 (com laser de longo alcance), além da versão nacional do foguete Ar/Solo semelhante ao sistema LCPK, do qual a Avibrás noticiou em 2013 (se não me engano) dominar a tecnologia para desenvolvimento e fabricação Acorda Avibrás, aprende com a SIATT, divulgue o máximo possível seus equipamentos pois a propaganda é a alma do negócio, e hoje a melhor propaganda está na internet !

  10. Otima aquisição e que venha mais unidades assim que possível tanto para o RB como também para o CFN

    e quando o governo puder investir mais teremos nesse chassis um lançador de misseis terra-ar de médio alcance muito bom também porque a avibras é uma empresa de excelência

  11. Pois bem turma. Temos uma arma de saturação, quem sabe par defender a costa litoral (improvisado).
    Mas como eles são defendidos?
    Digo, não temos caças para defender área, nem defesa anti aérea, em uma crise com a Venezuela (hipoteticamente) nossa saturação passaria a defesa anti aérea deles? e o que defenderia nossos 2020 de um ataque, reduzindo a nada nossa única arma de combate?
    Se alguém puder dizer, agradeço por aprender um pouco mais.

  12. comentei noutro post que mísseis SideWinder(chaparral ou outro…) poderiam ser uma boa alternativa como defesa antiaérea por ter um custo benefício baixo. Plataformas tem de sobra, porém não podemos ter uma grande quantidade visto que mísseis possuem tempo de validade como qualquer outro tipo de armamento. Um quantidade a ser empregada em tempo hábil e desenvolver “sem Interrupções” uma nova versão, médio e posteriormente longo alcance.(Ex: piranha, a qual não foi em frente). Temos de levar em conta se as forças armadas comprariam o míssil visto que para indústria de defesa o primeiro cliente deveria ser o próprio MD. E a indústria também vive de exportações. Muitas vezes grandes quantidades não significam que serão utilizadas, há, como bem disse, tempo de validade. abraços a todos.

  13. Até 2020 serão 38 lançadores, todos no mesmo nível, capazes de lançar o missel guiado de 300km e o foguete guiado de 40km de alcance. Os fuzileiros navais possuem 6 lançadores também aptos, totalizando 44 e regionalmente são sim um importante meio de dissuasão, nenhum país latino possui algo com essa capacidade muito menos fabricados nacionalmente. Povo só sabe criticar… O EB já tem estudos com a Avibras para o missel de 500km, e parece que não é muito difícil ampliar o alcance para isso, o problema é que esta versão não poderia ser exportada, só usada internamente, demandando garantia de aquisição mínima, mas é algo desejável por eles para a próxima década. Poucos países do mundo tem a tecnologia que a Avibras possui. Existe já no site da empresa uma arte conceitual de um Astros antiaéreo, portanto estudos existem e é possível, bastam recursos. O radar SABER 200 de longo alcance brasileiro já está em desenvolvimento com perspectivas para um sistema antiaéreo nacional de longo alcance 200-250km pelo menos, um Astros modificado para este fim.

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