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Corpo de Fuzileiros Navais recebe último CLAnf de nova geração

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No dia 17 de setembro, na Base Aérea do Galeão, militares do Batalhão de Viaturas Anfíbias receberam da tripulação de um Boeing C-17A, da Força Aérea Americana, o último de um total de 23 novos Carros Lagarta Anfíbio (CLAnf). Estes CLAnf são a mais nova aquisição, no nível da Força de Fuzileiros da Esquadra, que possui em seu acervo operacional 49 desses carros, liderando o quantitativo no Hemisfério Sul, propiciando melhores condições para contribuir para a defesa nacional.

Veículos desse padrão trazem mais confiabilidade, disponibilidade e melhor logística de manutenção, proporcionando ao Corpo de Fuzileiros Navais e à Marinha do Brasil um considerável incremento em seu caráter anfíbio. Os CLAnf superam, em todos os aspectos, as gerações anteriores, em virtude de possuírem motor mais potente, nova transmissão e sistema de suspensão atualizado, oferecendo melhor mobilidade, maior velocidade, facilidade de operação e condições de conforto e segurança à tropa embarcada.

A coordenação entre o Comando-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais, a Adidância Naval nos EUA e no Canadá, o Comando do Material de Fuzileiros Navais, a Comissão Naval Brasileira em Washington (EUA) e a Diretoria de Abastecimento da Marinha foi fator decisivo para a concretização deste valoroso projeto.

FONTE: Marinha do Brasil

21 COMMENTS

    • Lucas, a Austrália não segue a tradição anglo-saxã de possuir um Marine Corps, sua definição de infantaria naval é bem própria.

      A título de exemplo, os militares responsáveis pelas ‘operações de desembarque’ nos navios da Classe Camberra serão os integrantes do 2º Batalhão do Regimento Real Australiano, uma unidade do Exército Real. A marinha deles, salvo algum engano meu, administra apenas uma pequena força de mergulhadores de elite: o Clearance Diving Branch.

      Os militares australianos parecem mais focado em assaltos aéreos. E ainda há a presença constante de unidades dos fuzileiros norte-americanos por lá. Tudo isso para te dizer que há Austrália não possui veículos desta classe em especial: AAV/CLAnf.

      Já a Indonésia recebeu 15 unidades deste modelo doadas pela Coréia. No entanto, possui uma quantidade maior de IFVs russo/soviéticos, inclusive BTRs. Infelizmente não tenho o conhecimento necessário para me aprofundar e traçar paralelos entre os diferentes modelos e suas missões.

  1. Qual o significado de trazer o CLAnf usando o Boeing C-17A? Trouxeram 20 de navio, este último não cabia nele?
    Demonstração de poder dos americanos? Ou para mostrar a amizade dos EUA x Brasil? Mostrar bandeira? Lembro que os Sea Hawk foram trazidos também pelos C-17
    Só para lembrar, a hora de voo de um C-17 está entre 20-25 mil dólares, se o vôo (ida e vota) demorar 30 horas, estamos falando em 600-750 mil dólares.

  2. Fora do contexto mas referente à notícia.
    O Brasil marcou bobeira em não encomendar pelo menos uns 3 C-17. Mesmo custando 200 milhões de dólares cada.

    • Não marcou não, se tivesse encomendado, estaria fazendo das tripas coração para pagar as parcelas, a FAB não é burra, não vai comprar um equipamento por mera questão de capricho que ela sabe que não vai ter $$$$$$$$ para manter e operar, fora que ela tem muitas outras prioridades

  3. Quando faço criticas aõ temer que no meu entender fez cortes nas forças armadas profundas só para fechar orçamentos,no qual as forças armadas não eram culpadas ,não vejo meus comentários indo proar.

  4. Estes americanos “malvadus” fazendo estas “maldades”, aproveitando voo de treinamento de navegação e trazendo de carona um Clanf para o CFN.

  5. Esses carros lagarta são muito imponentes.
    Aquelas cenas em que esses veículos correm em um pier e saltam no mar são incríveis.

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