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VÍDEO: Novas tecnologias do Exército Brasileiro na TV Cultura

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O jornal da TV Cultura apresentou no dia 8.1.2019 uma reportagem sobre as novas tecnologias que estão sendo incorporadas pelo Exército Brasileiro.

Assista no vídeo acima a partir dos 9 minutos imagens do Sisfron, Astros 2020, VBTP Guarani e Centro de Operações Cibernéticas.

Orçado em R$ 12 bilhões, o Sisfron – Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras pretende fortalecer a capacidade de ação do Exército na faixa de fronteira do país, uma área uma área de 1,2 milhão de quilômetros quadrados. Por esta razão, o Sisfron é considerado o maior sistema de monitoramento de fronteiras do mundo.

Com início no ano de 2012 e previsão de término em 2023, o Programa ASTROS 2020 contempla, em seu escopo, projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D), de aquisição e de modernização de viaturas do Sistema ASTROS e de construções de instalações de organizações militares.

Na área de P&D encontram-se os projetos de desenvolvimento do Míssil Tático de Cruzeiro (MTC) de 300 Km e do Foguete Guiado SS-40G, ambos contratados junto à empresa AVIBRAS e executados em parceria com o Exército Brasileiro (EB), bem como o Sistema Integrado de Simulação ASTROS (SIS-ASTROS), desenvolvido pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

O programa VBTP-MR Guarani implementando no âmbito do Projeto Estratégico do Exército – Guarani (PEE Guarani) permitirá substituir progressivamente as viaturas blindadas 6×6 EE-11 Urutu e EE-9 Cascavel produzidas pela hoje extinta empresa ENGESA (Engenheiros Especializados S/A), e também potenciar a capacidade blindada de muitas unidades.

A viatura deverá ser produzida nas versões de transporte de pessoal, porta morteiro de 120 mm, posto de comando, comunicações, central diretora e tiro, oficina, ambulância, engenharia, defesa antiaérea, lançadora de pontes, defesa QBRN, escola, lançadora de pontes, e de limpeza de minas. A versão básica oferece um peso de 18.3 toneladas, um comprimento de 6.9 metros, largura de 2.7 metros, altura do casco de 2.3 metros, velocidade 90 km/h e uma autonomia de até 600 km.

O desenvolvimento do blindado de rodas foi financeiramente suportado pela Finep – Inovação e Pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Exército Brasileiro é proprietário do desenho, e a Iveco Latin America o seu autor.

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Carlosjose luiz espositoDoug385Jovinoart Recent comment authors
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Tomcat4.0
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Tomcat4.0

Caramba,aos 10:34 mostra uma réplica do Guarani com lançador triplo de misseis que lembra o Simbad (os tubos), toquei nesta possibilidade de uso pro sistema Remax hoje mesmo no PN.
Só confirmando que a LAAD Defense deste ano promete surpresas bacanas .

Flávio Henrique
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Flávio Henrique

RBS.. sistema MSHORD isso acabar que pode ser o sistema antiaéreo “nacional” de 15 unidades….que tava previsto no orçamento para 2019…

Tomcat4.0
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Tomcat4.0

Magaviiiiiilha!!!!!

Joao Moita Jr
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Joao Moita Jr

E, bicho bacana!!!

Altacyr Junior
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Altacyr Junior

Espero que essa versão anti aerea não acabe igual a versão 8×8 do Guarani

Foxtrot
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Foxtrot

Interessante mesmo.
Será mais interessante ainda se relatarem que o míssil é de fabricação nacional.
O tal M.S.A 5.1 (Míssil solo Ar que teve sua UAGC desenvolvida e fabricada pela Mectron).
Seria um tremendo sistema de armas a junção da TORC-30 mm+ M.S.A 5.1.
Assim como seria um excelente sistema antigo carros a junção da TORC-30 mm com o MSS 1.2.
Espero que nessas novidades da LAAD estejam também terminados e adquiridos Vant Falcão, M.A.S ( Míssil Ar Solo), Sonap/ Sonar etc…
Boa percepção a sua relativo ao Guarani AAe.

Flávio Henrique
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Flávio Henrique

Esse míssel é muito grande para ser ele. Mas mesmo assim a TORC30+SAM seria interessante…

Carlos
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Carlos

Foi repassado para siaat

Flávio Henrique
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Flávio Henrique
Tomcat4.0
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Tomcat4.0

O suporte é idêntico ao do MShorad viu.

Defensor da liberdade
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Defensor da liberdade

https://breakingdefense.com/2017/04/boeing-upgrades-air-defense-vs-russians-avenger-shorad/

Sou mais essa torre da Boeing para equipar o Guarani. Modular até na rebimboca da parafuseta.

Sequim
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Sequim

Seriam 15 unidades ou 15 baterias? No sistema Pantsyr, cuja compra chegou a ser aventada e descartada , cada bateria tinha 6 unidades. Alguém sabe informar?

Felipe S
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Felipe S

O Pantsir eram 18 veículos lançadores, 6 em 3 baterias, 1 para cada força.

Se o guarani tiver uma versão antiaérea de curto alcance, o que acho difícil já que o foco deve ser a viatura de reconhecimento e o dinheiro é curto, ela será usada para acompanhar outros blindados, a exemplo dos Guepard com os Leopard.

Paulo Costa
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Paulo Costa

E complicado porque sempre defendi que a SAAB era a parceira certa para as nossas FFAA e para as industrias de defesa do Brasil pela suas tecnologias avançadas, ampla gama de atuação (terra, mar, ar e espaço) e principalmente o suposto desejo da própria SAAB de trabalhar com o Brasil, mas acho que pouco se avançou nessa parceria vital para nos.

Rafael Oliveira
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Rafael Oliveira

Sendo otimista, gostaria que na LAAD o EB divulgasse um contrato para compra de mais torres UT30BR e/ou Torc30. Não adianta nada investir em produção no país e comprar dez unidades de uma e nenhuma de outra. Acho até que os Fuzileiros poderiam comprar algumas para os Piranhas. E poderiam divulgar negociações para a compra de Morteiro de 120mm. Acho muito improvável o EB estar cogitando algum Guarani com mísseis anti-aéreos, apesar de considerar que essa versão é essencial para nossa Força. E existem diversas opções de torres no mercado. Uma coisa que penso é que o Brasil poderia ir… Read more »

Tomcat4.0
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Tomcat4.0

Moço, se tem maquete na mesa de general é porque o protótipo já deve estar sendo testado. Minha visão.
E creio que veremos este e o com Torc 30 na LAAD este ano.

Paulo Costa
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Paulo Costa

Tambem acho isso…

Rafael Oliveira
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Rafael Oliveira

Não acho. Pode ser mera proposta de quem quer vender a torre com armamentos. SAAB ou Ares fazem uma miniatura do Guarani com seus sistemas e dão de presente aos militares envolvidos no projeto.

Digo isso porque no Brasil a burocracia impera e para desenvolver um protótipo, muita coisa tem que sair no Diário Oficial e muito dinheiro tem que ser liberado aos envolvidos. Veja o caso das torres UT30BR e da Torc30. Não tem como fazer um protótipo e testá-lo na surdina. Não com a participação do EB.

Paulo Costa
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Paulo Costa

Acho que voce esqueceu que essas múltiplas versos do Guarani foi uma das capacidades requeridas quando decidiu adquirir um blindado para substituir o cascavel e o urutu..

Então, todas essas versões estao sim na mira do EB mas ainda nao houve disponibilidade orçamentaria para desenvolver e adquirir um lote de teste de nenhuma delas.

Rafael Oliveira
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Rafael Oliveira

Paulo Costa,
Não esqueci não.
Só estou dizendo que outras versões não vão estar presentes na próxima LAAD. Talvez em 2021 tenha alguma novidade.
O Guarani está andando a passos lentos. Torço para que acelere a partir de agora e compense parte do atraso sofrido.

Flávio Henrique
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Flávio Henrique

Talvez seja a próxima versão do Guarani…. Perceba que o texto é de novembro….
http://www.ctex.eb.mil.br/mais-noticias-teste/259-ctex-recebe-gt-da-vbcmrt-msr-prg-ee-guarani
Alguns comentaristas “soltou” que essa a próxima versão do Guarani…No site do CTEx tem mais notícias relacionadas a essa versão…

PS.: O que para mim foi surpresa foi a versões pouco comentadas do Marruá..

Rafael Oliveira
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Rafael Oliveira

O Major Agnelo comentou há alguns meses que o morteiro seria a próxima versão. Por isso eu comentei sobre eventuais negociações na LAAD.
Mas, pela notícia que você postou, ainda está na fase inicial, pois ainda não estabeleceram os requisitos operacionais.
Vamos ver se vem algum expositor com morteiros para a LAAD. A RUAG chegou a flertar com o EB, ano passado.

Doug385
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Doug385

Preferia que fosse montado sobre o Lince por ser um veículo mais barato. Seria interessante um veículo com lançador e outro com o M-60.

Bosco
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Bosco

Estou tentando responder ao Cesar Antônio mas os vários comentários são bloqueados, enquanto outros passam. De qualquer forma vou fazê-lo de novo. Primeiro, não considero a atual Rússia diferente da antiga URSS, independente de uma maior abertura à iniciativa privada, da abdicação do impérios soviético e da troca de alguns termos. Uma casa velha com pintura nova continua a ser uma casa velha. Daí conservar alguns de seus símbolos comunistas, sendo um deles e o mais emblemático o Putin. Em segundo lugar, se o comunismo é lembrado pela SGM que vitimou 24 milhões de “soviéticos” (e não só de russos)… Read more »

Bosco
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Bosco

lugar errado. Perdão!

jose luiz esposito
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jose luiz esposito

Bosco uma informação pra ti muito especial . A Rússia é mais Capitalista que o Brasil , por isto , deves te informar antes de comentar por Achismo , informação verdadeira e estudo não dói entendeu , experimentes , palpites como o de cima , somente serve para o Jogo de Bicho e Corridas de Cavalo e a probabilidade de acerto são muito pequenas !

Bosco
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Bosco

Jose, só por conta da Rússia ter liberado a iniciativa privada quando da perestroika e aumentado a liberdade política na glasnost não a faz deixar de ser comunista. Ela só se adequou aos tempos modernos. O dia que precisar ou for forçada, volta a ser a ditadura comunista que era há 30 anos. Em Cuba e na Venezuela também tem iniciativa privada (apesar de não ter livre iniciativa). Se brincar, até na Coréia do Norte tem. Na URSS metade do PIB vinha da iniciativa privada que era camuflada. Um ano depois da desintegração da URSS haviam 20 bilionários na Rússia.… Read more »

Carvalho
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Carvalho

Faltou mostrar a inovação tecnológica de colocar chapas de aço nos marruás no RJ, após um oficial ser baleado no pescoço, correndo o risco de ficar tetraplégico.

Tomcat4.0
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Tomcat4.0

Aquilo foi a gambiarra da gambiarra da gambiarra!!!

Elton
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Elton

Agora que o governo está próximo aos EUA poderíamos pedir a eles já que eles têm sobrando milhares de MRAP estocados para operações GLO porque essa gambiarra no Marrua não vai dar certo assim como não deu certo nos HUMVEEs americanos

Agnelo
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Agnelo

Prezado
O Cap estava desembarcado de um Guarani. Os disparos foram feitos de uma escola, o q impediu a reação.
Ele faleceu mais ou menos um mês depois.

Carvalho
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Carvalho

Triste notícia meu caro.
Mais um que se soma a esta terrível realidade.
Saudações

art
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art

As táticas usadas pelo tráfico são idênticas as que Israel sofre com os grupos islamicos. Escolas, crianças, são usadas como escudo, dificultando/impedindo a reação (a reação teria muito dano colateral). Infelizmente a realidade é dura…Por isso as leis devem ser endurecidas.

Jeff
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Jeff

Alguns Urutu e Cascavel poderiam ser reaproveitados nas polícias federais e estaduais para transporte seguro de policiais. Armamento leve com boa blindagem já seria o suficiente.

Carvalho
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Carvalho

Isso já ocorreu.
A PMRJ recebeu urutus ex-Haiti

Overandout
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Overandout

Aproveitando o gancho de veículos blindados… Sugestão aos editores https://www.dailymail.co.uk/news/article-6573057/Bizarre-prototypes-military-equipment-revealed-Ghana.html

Que bizarrice

carcara_br
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carcara_br

Tecnologia, ótimo, mas só uma pergunta, o exército esta esperando o que pra intervir no ceará?

Flávio Henrique
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Flávio Henrique

A ordem(?)…

Marcelo
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Marcelo

Segundo a guerra das Malvinas .atacar pela retaguarda. Fácil. Chile. Bolívia e alguns dólares

Marcelo
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Marcelo

Os franceses enchendo o bolso. Faz pressão. Libera tecnologia do ARIANE5

art
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art

Pedido formal do Governador de forças federais, Decreto de GLO, intervenção federal no estado pedida pelo governador formalmente (não ocorreu) autorizando, Decreto de intervenção assinado, ou seja, esperando a Ordem

Doug385
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Doug385

Não vai haver intervenção. Isso impediria as reformas. No máximo uma GLO.

Jovino
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Jovino

Maravilha! Mas precisamos de maior produção nacional e para isso: legislação que simplifique o surgimento de novas indústrias nacionais de Defesa com segurança (nosso povo é inventivo, precisa de formação técnica e mais interesse/patriotismo na questão!), Dispersão regional estratégica das mesmas pelo território nacional visando logística rápida e “barata”, maior aproveitamento das instituições federais (Universidades e mesmo IFs) e incentivo à pesquisa nas áreas da Defesa e que sejam aproveitadas pela mesma, seja diretamente, ou em posterior parceria com a indústria nacional (precisamos desenvolver, por exemplo, nossa capacidade para desenvolver material de proteção balística mais leve, tecidos sensíveis à detecção… Read more »