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Oportunidade: EUA oferecem ao Brasil tanques, jipes e helicópteros

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M1 Abrams
M1 Abrams

Por Roberto Lopes
Especial para o Forças Terrestres

Tanques M1 Abrams para turbinar o Batalhão de Blindados do CFN (Corpo de Fuzileiros Navais)?

Utilitários Humvee para garantir a mobilidade de tropas terrestres em companha?

Pois essas são apenas duas das várias possibilidades abertas, no fim do ano passado, pela correspondência recebida de Washington com uma lista de material militar usado, formalmente oferecido ao Ministério da Defesa do Brasil.

Os diferentes itens dessa relação são, tecnicamente, considerados “excedentes” das Forças Armadas dos Estados Unidos, e podem ser adquiridos, via Foreign Military Sales (FMS), a preços facilitados, por nações consideradas “amigas” dos EUA (e, em alguns casos, também por doação pura e simples).

As exigências para a transferência desses itens são poucas, e uma das principais é de que o país candidato ao equipamento, caso deseje modernizá-lo, contrate o serviço em território americano.

O Forças Terrestres pôde identificar parte dos armamentos que compõem a lista – fornecida com as quantidades máximas disponíveis para cada item.

As estrelas desse elenco de produtos de 2ª mão são, sem dúvida, os carros de combate M1 Abrams, de 54 toneladas e canhão de 105 mm (atualização: outra fonte indica que a versão ofertada é a M1A1 com canhão de 120 mm), fabricados na metade inicial da década de 1980 no estado americano de Ohio.

Fonte do Ministério da Defesa ouvida por este blog assinala: os blindados tanto poderiam ser comprados pela Cavalaria Blindada do Exército, como pela Marinha – nesse caso, para potencializar a tropa blindada do CFN, hoje concentrada no Batalhão de Blindados de Fuzileiros Navais (BtlBldFuzNav), sediado no Rio de Janeiro.

O Batalhão possui uma Companhia de Carros de Combate (CiaCC) dotada dos pequenos e leves tanques austríacos SK 105A2S Kuerassier, de 17,5 toneladas. No próximo dia 26 de março a unidade comemora o seu 16º aniversário de criação.

Outros itens ofertados pelos EUA:

  • Fragatas de mísseis guiados Oliver Hazard Perry (OHP), de 136 m de comprimento e 4.200 toneladas de deslocamento. Haveria ao menos uma dezena delas, desativadas nos últimos quatro anos e meio, que estariam, ainda, disponíveis;
  • Helicópteros Sikorsky Black Hawk passíveis de serem operados pela Força Aérea Brasileira (FAB) ou pela Aviação do Exército;
  • Helicópteros Bell AH-1 Cobra propostos para o Exército brasileiro;
  • Veículos leves utilitários Humvee, aptos a serem empregados pelo Exército brasileiro ou pelos Fuzileiros Navais;
  • Fuzis de assalto M-16;
  • Carabinas M-4, entre outros equipamentos.

Até onde se sabe, o Ministério da Defesa ainda não respondeu ao oferecimento dos americanos. A lista que veio de Washington foi repassada a cada uma das Forças, para que elas se manifestem. Mas essa reação, se é que já aconteceu, permanece desconhecida.

Avanço – Diferentes oferecimentos de Washington têm chegado à América do Sul. As Forças Armadas argentinas, por exemplo – que lidam com fortíssimas restrições orçamentárias –, se interessaram pelas viaturas Humvee.

No Brasil, na hipótese de vir a acontecer, a eventual aceitação desses equipamentos de 2ª mão será, forçosamente , pontual.

Desde 2013, em ao menos três oportunidades a Marinha do Brasil dispensou as ofertas de navios da Classe OHP, considerados muito desgastados e de propulsão (por turbinas a gás) problemática.

Inovação real para as Forças Armadas brasileiras representaria o M1 Abrams, ainda que a versão oferecida seja extremamente antiquada, e dotada de um armamento principal – canhão M-68A1,de 105 mm –, que não representa vantagem significativa sobre o poder de fogo do Leopard 1A5 BR, que o Exército brasileiro já opera.

Mas em pelo menos dois cenários o Abrams representaria um avanço para os militares brasileiros: (1) ele é uma evolução importante sobre o M-60 A3TTS (adquirido na década de 1990, durante a Era Fernando Henrique Cardoso), que conforma a dotação do 20º Regimento de Cavalaria Blindado, sediado em Campo Grande (MS) – defronte à fronteira com o Paraguai –, e (2) significaria um salto de qualidade (poder de choque+mobilidade+desempenho) para a tropa blindada dos Fuzileiros Navais.

Nesse último caso seria, contudo, preciso ver como os Fuzileiros levariam os seus Abrams do mar para a terra.

Na MB, atualmente, esse serviço só poderia ser feito pelo navio de desembarque de carros de combate Garcia D’Avila (G29), de 8.571 toneladas (a plena carga), que serviu na Marinha Real sob o nome de Sir Galahad (homenagem ao navio de desembarque logístico afundado pela Aviação Argentina durante a Guerra das Malvinas).

A manutenção e eventuais serviços de modernização representariam o grande problema de qualquer Instituição Militar brasileira que opte pelo M1.

Quase toda a força blindada nacional sobre lagartas segue a linha alemã, apoiada nas oficinas da empresa KMW, da cidade de Santa Maria (RS) — que, inclusive, já se ofereceu (em 2017) para desenvolver um tanque de esteiras no Brasil.

O M1 precisaria ser, periodicamente, conservado e modernizado em arsenais americanos.

M1 Abrams com canhão M68A1 de 105 mm
M1 Abrams com canhão M68A1 de 105 mm

O motor AGT1500 sendo retirado do M1 Abrams
M1 Abrams seguindo para o Sierra Army Depot
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Luiz Monteiro
Luiz Monteiro
1 ano atrás

Prezados, Inicialmente, parabens ao Roberto Lopes pela matéria. A lista inclui muitos outros itens, como helicópteros de transporte pesado e caças supersônicos. Só não sei se há interesse do EB e da FAB por esses equipamentos. Outrossim, destaco que a versão do MBT M1 oferecida ao Brasil é a M1 A1, com canhão de 120mm e não a de 105mm que vem sendo divulgada. O CFN estuda a possibilidade de adotar um MBT. Da mesma forma, existem estudos para aquisição de veículos 4×4 tais como o Humvee. Desconheço qualquer estudo da MB para aquisição de helicópteros de ataque como o… Read more »

Sandro
Sandro
Reply to  Luiz Monteiro
1 ano atrás

Realmente a versão oferecida ao EB se trata da M1 A1 com canhão de 120 mm. Uma forma sensata a meu ver de reformular as coisas seriam. Alinhar o EB com os M1 A1 de 120 mm (Maior poder de fogo e Blindagem muito superior). Quanto aos Leos 1A-5, seriam transferidos aos CFN. Isso se nao me engano dariam 120 MBTs. Ambas as forças estariam bem armadas e manteria-mos os investimentos feitos em toda a estrutura para os Leos e Guepard (Esse que continuara no EB). (M-60 Negociados com naçoes amigas, e os Leos mais antigos nos serviriam de Peças).

Fcruz
Fcruz
Reply to  Sandro
1 ano atrás

Os Humvee consomem horrores de combustíveis

Alexandre Fontoura
Alexandre Fontoura
Reply to  Sandro
1 ano atrás

Leopard para o CFN? Difícil.

Cristiano
Cristiano
Reply to  Sandro
1 ano atrás

M1a1 e bem pesado pra terreno por isso os leos prefiro continuar o leo no eb e adquirir a familia do que pegar oM1 A1 por conta. Da manutencao q e toda no EUA . os helicópteros sao casos a pensar

Fabio
Fabio
Reply to  Cristiano
1 ano atrás

Grande vantagem tem um centro de manutenção do Leo no Brasil e paga uma fortuna nas peças…Pela quantidade de M1 produzido as peças devem serem muito mais barato que do Leopardo…

LucianoSR71
LucianoSR71
Reply to  Luiz Monteiro
1 ano atrás

Caro Almirante, e quanto a fragatas OHP, qual a visão da MB sobre essa oportunidade?
OBS: procurei seus comentários no post sobre as OHP no Poder Naval e não encontrei, então aproveitei este aqui.
Abs.

Chevalier
Chevalier
Reply to  Luiz Monteiro
1 ano atrás

Caças?? Opa! Hehehe, seriam F-5s? Eles sabem que temos o Gripen chegando, que tipo de caças poderiam ser?

M1A1! Maravilha!!

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  Luiz Monteiro
1 ano atrás

Obrigado pelo esclarecimento Sr LM no tocante ao Ambram oferecido.

Gallina
Gallina
Reply to  Luiz Monteiro
1 ano atrás

Eu iria comentar sobre a ausência de menção a caças…
É o tampão chegando, ja que os F-5 ex agressors estão para ser retirados nos próximos anos e o Gripen só estará totalmente operacional depois de 2024 (2026?) ?
Seriam F-15E, F-16C ou F-18E ? É a pergunta que fica.
Sds

Sidy
Sidy
Reply to  Gallina
1 ano atrás

Se vem para ser tampão, quase certamente serão os F-16. Fico pensando se não seria o caso de pegar F-18 e, depois que o Gripen estiver em plena operação, repassa-los para a Marinha.
A questão é: se for comprar F-16 e fazer um upgrade, quanto tempo levaria para chegar aqui? Se demorar muito não adianta nada (como tampão).

Augusto L
Augusto L
Reply to  Luiz Monteiro
1 ano atrás

Um leasing de f-16s até a FAB está toda equipada com os Gripens, não é uma má ideia, mas essas coisa precisam de um entendimento governo/FAs, não dá pra os comandantes fazerem compras estratégicas esperando acontecer algo do governo federal, como aconteceu nos outros governos.

HAMES
HAMES
Reply to  Augusto L
1 ano atrás

Prezado Augusto, não compare este governo com outros. aquilo nunca foi um governo!!! dos caças tampão seria bom a FAB optar pelo F18.

Cavalo-do-Cão
Cavalo-do-Cão
Reply to  Luiz Monteiro
1 ano atrás

“Luiz Monteiro

Prezados, Inicialmente, parabens ao Roberto Lopes pela matéria. A lista inclui muitos outros itens, como helicópteros de transporte pesado e caças supersônicos.”

Quais caças nos oferecerão?…alguém sabe informar?…

Hélio
Hélio
1 ano atrás

Sai fora, nem de graça. M1 pra quê? Nem munição de 105mm nos fabricamos, aliás, quem fabrica? E a turbina? No caos do M1 é ainda pior, já que a turbina é de primeira geração, imagine o custo operacional disso, fora o custo de se mudar toda a logística que temos hoje para operar algo que nunca operamos. Hunvee? Quantos projetos nos já não temos só esperando por demanda? E a parceria com a Iveco? O lince, assim como o gladiador e o guará são bastante superiores. Se é só para movimentação, que se use o Marrua blindado que faz… Read more »

BRUNO
BRUNO
Reply to  Hélio
1 ano atrás

Quanto ao M1 e as OHP concordo! Quanto ao resto discordo veemente! CFN ñ tem viaturas leves em condições de oferecer o mínimo de proteção blindada aos seus militares, quanto aos fuzis dependendo do valor e do estado vale a pena sim, visto que o IA2 particularmente ñ me agrada e o CFN já utiliza versões do M-16.

Baschera
Baschera
Reply to  Hélio
1 ano atrás

Hélio,
Munição de 105mm …depende do preço que se queira ou possa pagar. Barato tem na China…mas a qualidade é ruim. Tio Jacob também têm….muito boa…mas o preço é bem salgado.

Sds.

cipinha
cipinha
Reply to  Baschera
1 ano atrás

Parece que atualmente munição de 105mm só chinesa mesmo

Fabio
Fabio
Reply to  cipinha
1 ano atrás

Argentina comprou munições chinesas de 150 milímetros para uso no Palmaria, noticias de que a qualidade ruim danificou o canhao inutilizando para uso.

nonato
nonato
Reply to  Fabio
1 ano atrás

Mas eles não estão na vanguarda da tecnologia militar?
Deve ser intriga da oposição…

art
art
Reply to  Baschera
1 ano atrás

Acho que está no momento de se pensar no EB duas coisas… 1. 8×8 com canhão 120mm e 2. MBT com munição 120mm. Uma terceira alternativa seria produção local de 105mm, ou já produção local 120mm seria melhor pois o avanço das blindagens vai forçar a migração para maior calibre.

Ráfah_WV
Ráfah_WV
Reply to  art
1 ano atrás

Uma possibilidade seria substituir o canhão de 105 mm de alma raiada do Leopard 1A5 BR pela versão de alma lisa em mesmo calibre produzida pela Rheinmetall. Segundo o link (basta pesquisar por “rheinmetall 105mm smoothbore gun” no google), esse canhão teria um desempenho comparável com os canhões de 120 mm de primeira geração. Acredito que seria uma escolha mais sábia ao invés de recebermos o Abrams com seus desafios logísticos.

Laercio
Laercio
Reply to  Baschera
1 ano atrás

Já fabricamos munição 105 convencional, aqui em Salto, SP, nos anos 80, até para exportação (principalmente). A empresa não existe mais, mas a tecnologia é de domínio nacional, mesmo daquelas granadas estabilizadas por aletas, para alma lisa.

Pieter
Pieter
Reply to  Hélio
1 ano atrás

Sai pra lá com lixo russo…

Hélio
Hélio
Reply to  Pieter
1 ano atrás

Lixo russo.
Bom é o lixo americano de 40 anos, não é? Dá pra ver que você não tem a menor ideia do que está falando e só disse isso porque tem uma ideologia que não tem a menor ideia do que defende.

Mauro Cambuquira
Reply to  Pieter
1 ano atrás

Lá vem ideologia no lugar da peças fundamentais. O pessoal da Trilologia faz um trabalho tão bacana. Tem gente que não lê as postagens direito. Assunto chato esse de chamar o que não temos o mínimo pra produzir igual, de lixo.
Cansa, ainda mais que o assunto é outro.

Laercio
Laercio
Reply to  Pieter
1 ano atrás

Nem tanto. Equipamentos ópticos e eletro-ópticos deles são top e muito mais robustos que os norte americanos. Fora o preço. Não sou fã, mas compare a resistência e o custo de um AK-# com o M-16 (A1-A2…An)… e sem necessidade de forward assist…

Juarez
Juarez
Reply to  Hélio
1 ano atrás

Vamos por os pingos no “i”s: Quanto aos Abramns de 1ª geração com canhão de 105mm eu concordo, não nos traria muitas vantagens. Quantos aos Hummvee, cidadão tu fazer afirmação que um um troço, uma gambiarra como o tal do Gladiador é de doer. Compara com o Iveco Lince que é um Mrap também não é correto.OS Hammvee, principalmente no CFN cobriria uma lacuna que aqueles malditos Marruas não fazem. Chamar o M 16 de fuzil velho perto daquele FAL remodelado é uma ofensa. Quanto as OHPs, terás uma surpresa. quanto a AH1 Cobra zulu, eu só acho que o… Read more »

Toledo
Toledo
Reply to  Juarez
1 ano atrás

Acho que o EB pode e deve aceitar os cobras e quantos Black Hawk puder pegar, Helicóptero nunca é demais, e num pais com tantos problemas essas aeronaves poderiam ser utilizadas em ações de Defesa Civil, pelas Forças Armadas, em caso de catástrofes naturais dentre outras…

nonato
nonato
Reply to  Juarez
1 ano atrás

Vocês acham que um marruá vale o preço que o exército paga na aquisição? Custa uns 200 mil? Não valeria mais a pena uma Nissan frontier a diesel por 120 mil e mandar blindar? Esses Marruás são feios para caramba e nada modernos. Se fosse pelo menos o troller T4… Muito mais imponente. Acho os humvees muito chamativos. Impõem respeito. Por falar nisso, parece que no dia a dia o exército usa muito Hilux… Se esses veículos comerciais são muito maiores, mais modernos e velozes, para que marruá? Só se for para transportar e levar para locais de difícil acesso.… Read more »

Jovino
Jovino
Reply to  nonato
1 ano atrás

Carros 4×4 de ação rápida não precisam ser “bonitos”, mas precisam ser funcionais e robustos. Penso que, estrategicamente, quanto menos dependência externa – em termos ideais – melhor. Neste sentido, o Marruá é robusto e +/- funcional (não sei se em termos de mecânica, é confiável – suspeito que sim), além de que Marruá é Agrale, indústria Nacional – poderia ser melhor? PODERIA. Inclusive, poderia ser mais barato e mais funcional – mas para isto, teríamos que melhorar nossa tecnologia de blindagem barata e de eficiência energética em geral (o grande desafio é uma blindagem mais “leve” e que ofereça… Read more »

Laercio
Laercio
Reply to  nonato
1 ano atrás

A família Marruá é descendente direta do projeto Engesa. Em termos de performance, seria o melhor veículo de reconhecimento/uso geral LEVE em uso no mundo, se tivesse um motor mais decente. O preço do jipe Marruá é muito mais econômico do que o do Humvee básico (U$ 220,000.00) e não considero que ambos estejam na mesma categoria pois a viatura americana é mais pesada, tem maior silhueta e é mais complexa para manutenção. Lembrando que o US Army estará substituindo os Humvee pelo JLTV.

Talisson Goet
Talisson Goet
Reply to  Hélio
1 ano atrás

IA2 novo R$8552. M16 novo sai no maximo por mil dolares (+ frete), usado sairia por no maximo 300 dolares ou ate de “brinde” se comprarmos algo mais caro.

Tomcat4.0
Tomcat4.0
1 ano atrás

Sangue de Jesus tem poder!!! No fiadão do FMS, vamo comprar de tudo, pensa duas vezes não.
280 Abrams M1 e da um tapa(250 EB/30 CFN)
36 AH-1 Cobra e da um tapa
40 Black Hawk’s e da um tapa
5 OHP’s e da um tapa
400 Humvee’s

Hélio
Hélio
Reply to  Tomcat4.0
1 ano atrás

De onde você tirou esse números?

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  Hélio
1 ano atrás

Minha cabeça.rs
Sonhar ainda é de grátis mano!!!

Cinturão de Orion
Cinturão de Orion
Reply to  Tomcat4.0
1 ano atrás

KKK. Muito 10.

Ronaldo
Ronaldo
Reply to  Hélio
1 ano atrás

Boa Tarde Hélio,olha eu concordo com o Tmcat4.0,eu me preocupo muito com o nosso espaço aéreo que está em total defasagem e exposto demais, porque os nossos caças F-5M não dão conta de defender todo o território nacional,por isso quanto mais melhor seria uma boa o Brasil aproveitar essa oportunidade e aceitar essa oferta que os EUA está nos oferecendo,não podendo fica na mesmice esperando até que chegue os novos caças Gripen NG e equipar tambem o nosso Exército Brasileiro que está precisando muito de upgrade principalmente na área de defesa antiaérea que está muito defasada!

Marco Antonio
Marco Antonio
Reply to  Tomcat4.0
1 ano atrás

Faz isso não,😂😂😂😂😂😂

Fligth_Falcon
Fligth_Falcon
Reply to  Tomcat4.0
1 ano atrás

Para que mais helicópteros se temos os outros franceses novos? Pode não ser o melhor, mas temos.

Cobras? Tem certeza que vão vir?

ALBINO TAVARES STANZIONE
ALBINO TAVARES STANZIONE
Reply to  Tomcat4.0
1 ano atrás

Nossas 🌉 pontes não suportam mais que 30 toneladas. Já li sobre isso, conversei com um especialista em armas e ele confirmou… Rsrsrsrs 😂 Sonhar é possível, mas o Abrams está ultrapassado também, 105 mm já era!

heverton Ribeiro
heverton Ribeiro
Reply to  ALBINO TAVARES STANZIONE
1 ano atrás

Albino, nossas pontes já aguentaram mais peso que isso. Coloca o blindado em carreta e o peso é dividido. Muitos equipamentos industriais mais pesados que isso, já cruzaram varias pontes nesse pais.

Murder Nova
Murder Nova
Reply to  ALBINO TAVARES STANZIONE
1 ano atrás

Explica como tem carreta tracionando 60, 70 toneladas pelo interiorzão

Rodrigo
Rodrigo
Reply to  ALBINO TAVARES STANZIONE
1 ano atrás

30 toneladas de carga é para carretas com 3 eixos, um Bi-trem que possui 9 eixos, pode transportar até 74 toneladas.
o Exercito teria que trocar as carretas pranchas de 3 eixos, por pranchas de 5 ou 6 eixos

Valter Sales
Valter Sales
Reply to  Rodrigo
1 ano atrás

O EB acabou de adquirir 10 veículos OSHKOSH HENMT 8X8.(acho que acertei o nome.)
SE de fato viermos a usar o Abrams M1 120mm, então teríamos que compra mais HEMNTs 8X8 e pranchas.

Valter Sales
Valter Sales
Reply to  Valter Sales
1 ano atrás

OSKOSH M 1070 é a coisinha delicada qque reboca as pranchas com Abrams/Bradleys

Elton
Elton
Reply to  Rodrigo
1 ano atrás

Se na guerra a coisa ficar preta não se preocupa com ponte não que vai ser a primeira coisa que os inimigos irão atacar e inutilizar

sagaz
sagaz
Reply to  Rodrigo
1 ano atrás

Obviamente uma estrutura que comporte nominalmente, com segurança, X toneladas comportará uma carga superior, todavia isso impactará na vida útil da estrutura.

Todavia tanques deste porte não acredito que sejam planejados para serem transportados para grandes distâncias em rodovias, penso que devem ficar localizados em pontos estratégicos de áreas a serem protegidas ou próximos a portos para serem deslocados de forma mais racional e menos onerosa.

Abraço.

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  ALBINO TAVARES STANZIONE
1 ano atrás

Nossas Pontes aguenta até 450 KN o que dá 46t , isso considerando um veículo de 3 eixo de 3m de largura por 6m de comprimento, mais uma carga de 3KN destruibuida de forma uniforme ao longo da ponte…

João Reghin Neto
João Reghin Neto
Reply to  Flávio Henrique
1 ano atrás

kkkkkkkkkk,aqui no nortão do MT qualquer caminhão de tora carrega 90 toneladas e passa de boa em cima de qualquer ponte de madeira ou pinguela.

100canela
100canela
Reply to  João Reghin Neto
1 ano atrás

Sem contar as pontes da 163 que passa vários 9 eixos por vez.
Deixa eu adivinhar vc é de Sinop?

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Flávio Henrique
1 ano atrás

[…]considerando um veículo de 3 eixo de 3m de largura por 6m de comprimento[…] o peso ta concentrado (!) um bi-trem o peso tá distribuído em “3” conjuntos de eixos…

Marcos Cooper
Marcos Cooper
Reply to  ALBINO TAVARES STANZIONE
1 ano atrás

não suportam?Você sabe quanto pesa um moderno bi-trem hoje em dia? 57 toneladas! Isso é o máximo permitido pela lei. Masna prática,rodam com muito mais!

Brunow basillio
Reply to  Marcos Cooper
1 ano atrás

No estado do Espírito Santo 9 eixos trafegam com blocos de granito com peso bruto de 144tn , passam em dezenas de pontes nas BRs 259, 116, 342, 101 fora a estaduais ,nunca vi falar que caiu uma ponte ..

Paulo Costa
Paulo Costa
Reply to  ALBINO TAVARES STANZIONE
1 ano atrás

ALBINO TAVARES voce ta mal informado …

R_cordeiro
R_cordeiro
Reply to  ALBINO TAVARES STANZIONE
1 ano atrás

Caminhão carregado com bobina de aco nunca atravessa ponte então, imagina transito de carretas con bobina de aço sobre ponte, de certo não acontece, essa história da carochinha ainda pega muita gente.

Valter Sales
Valter Sales
Reply to  Tomcat4.0
1 ano atrás

Só lembrando, que TER, NÃO significa OPERAR. Eu posso comprar uma S 10 CD turbodiesel? Posso? me espremendo posso. MAS sabendo da minha renda tenho CERTEZA que não consigo manter a manutenção em dia a partir de 20.000km. Vou comprar para deixar na garagem?….

Paulo Costa
Paulo Costa
Reply to  Tomcat4.0
1 ano atrás

Tomcat4.0 .gostei desses numeros rs …se eu fosse bolsonaro ter colocava hoje mesmo como ministro da defesa kkk

Antunes 1980
Antunes 1980
1 ano atrás

Só passei para dizer. “God Bless America!”.

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  Antunes 1980
1 ano atrás

Amém!!!!!

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Antunes 1980
1 ano atrás

And Godspeed!!!

sub urbano
sub urbano
1 ano atrás

Princípio de motim hoje na Venezuela. Os USA já sabem que vai sobrar pro Brasil, por isso as doações.

Hélio
Hélio
Reply to  sub urbano
1 ano atrás

Sobrar para o Brasil como? O envolvimento brasileiro na Venezuela é fora de cogitação, só uma meia dúzia de malucos que pensam em guerra com a Venezuela.

Navegante
Navegante
Reply to  Hélio
1 ano atrás

Olá Hélio, já pensou na possibilidade dos malucos de lá quererem influenciar os malucos de cá (aqueles comunas que ameaçavam pegar em armas etc) a começarem a fazer loucuras e terrorismo para desestabilizar a nação?

Hélio
Hélio
Reply to  Navegante
1 ano atrás

Não, eu já pensei que os malucos de cá podem se aliar aos espertos do norte para jogar o Brasil em uma guerra que não é sua. Mas eu tenho certeza e plena confiança de que os militares não permitiriam isso. Os malucos vermelhos tem outro tipo de demência, estão ocupados demais postando bobeiras no twitter.

francisco
francisco
Reply to  Hélio
1 ano atrás

O risco do Brasil entrar nessa barca furada são os malucos azuis os malucos vermelhos não tem influência sobre as forças armadas.

Cinturão de Orion
Cinturão de Orion
Reply to  Navegante
1 ano atrás

Não rola, Mano.

francisco
francisco
Reply to  Navegante
1 ano atrás

O Brasil não está em condições financeiras para entrar em uma guerra que interessa só aos USA.
O que o Brasil iria ganhar com isso? só prejuizo. e um novo inimigo em nossas fronteiras.

Junior
Junior
Reply to  sub urbano
1 ano atrás

??????????????

A lista não é tão grande assim como dito na matéria? Confesso que o item mais interessante da lista para mim são os blackhawks

Cinturão de Orion
Cinturão de Orion
Reply to  sub urbano
1 ano atrás

Muito menos.

Heitor
Heitor
Reply to  sub urbano
1 ano atrás

Sub Urbano… os venezuelanos foram convocados às ruas, se eles não foram… não será o Brasil ou os EUA ou os marcianos que vão ajudar… a Venezuela (país) é problema do venezuelano… e se os venezuelanos não fizerem nada, não vai adiantar se/quando alguém vier salvar a Venezuela (petróleo) em nome do lucro e dos barris baratos, a custo de muito sangue derramado.

Mgtow
Mgtow
Reply to  sub urbano
1 ano atrás

Pronto!! Chegou a turma do guru da virginia com esse papo de Venezuela, “foru de sun palo”, “Makicizmu cultura”, conspirações alienadas e blablablabla. Cara me diz uma coisa; pq raios vcs insistem em forçar um conflito do Brasil com a Venezuela bicho? Brasil não tem que se meter nisso não cara.Se os EUA querem criar conflitos, eles que se virem. Temos mais de 12 milhões de desempregados aqui e temos que resolver essa situação. Voces querem de qualquer jeito brincar de templarios…kkkk… Saia dessa aura olavetica bicho, venha para o mundo real. Na boa esse papo cansa. O blog fez… Read more »

Delfim
Delfim
1 ano atrás

Se podem posteriormente receber upgrade para o tipo mais moderno, esperando o quê ?
Adquire-se motores suplementares para permitir troca enquanto os que apresentarem defeito são enviados aos EUA para reparos.
Depois moderniza-se a eletrônica, enfia um ADS, 120mm… o importante é comprar.

Wilton Santos
Wilton Santos
1 ano atrás

O Brasil tem condições para desenvolver seus próprios tanques, como por exemplo o Osório, com canhão de 120 mm e tecnologia de ponta. Se o país aceitar essas sucatas vai deixar de desenvolver seus próprios carros de combate. Isso é um péssimo negócio!

Baschera
Baschera
Reply to  Wilton Santos
1 ano atrás

Tem certeza ??
Na minha opinião não tem, sobretudo a torre e o canhão. Recentemente perguntei a alguns especialistas no assunto…e me perguntaram para quê ? Desenvolver um MBT tupiniquim custaria acima de Us$ 1,2 bilhão. E que demanda teria ???? Como amortizar o investimento adquirindo cerca de 120 a 160 unid. ??? Como exportar um produto num mercado relativamente saturado com aprix. 10 fabricantes internacionais ??
Quanto custaria um MBT nacional ???
Complicado.

Sds.

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  Baschera
1 ano atrás

Realidade Baschera triste ser!rs
Mas uma solução seria desenvolver toda uma família sobre lagartas(no mesmo chassi) como o é no caso do Armata, assim teríamos uma maior demanda e escala de produção mais elástica com a quantidade de variantes além do MBT e tudo dentro dos requisitos do EB e suas necessidades e especificidades.

Fligth_Falcon
Fligth_Falcon
Reply to  Baschera
1 ano atrás

Tem toda razão Baschera. Condições tem como desenvolver, valer a pena é outra coisa.

Wolf
Wolf
Reply to  Baschera
1 ano atrás

Perfeito

Hélio
Hélio
Reply to  Baschera
1 ano atrás

Claro que eu não proponho isso, mas penso que desenvolver um CC baseado num que já exista, como foi o caso do Guarani, sairia mais barato e seria mais rápido. O Type 10 japonês de agrada muito, já que foi concebido já pensando na mobilidade urbana, além de ser muito mais leve (entre 40 e 48t) que os concorrentes ocidentais. Com certas adequações orçamentárias na eletrônica eu acho que poderia ser algo a se pensar. Mas concordo que esse dinheiro poderia ir para coisa melhor.

EDSON
Reply to  Baschera
1 ano atrás

Não existe 10 fabricantes mas concordo que um desenvolvimento é fora de cogitação.

Baschera
Baschera
Reply to  EDSON
1 ano atrás

De cabeça, citando apenas os países:
UK, França, Alemanha, USA, Polônia, Ucrânia, Rússia, Índia, China, Japão, Coréia do Sul…..
Sds.

Junior
Junior
Reply to  Baschera
1 ano atrás

Dessa lista, só da para levar a serio, pelo menos no quesito exportação, Alemanha, USA e Rússia

Bosco
Bosco
Reply to  Baschera
1 ano atrás

Suécia, Israel, Itália, Turquia…

Mauricio R.
Reply to  Baschera
1 ano atrás

O Reino Unido não tem mais capacidade de conceber, projetar e fabricar MBT.
Somente modificar e manter.
Lá agora é somente do Ajax pra baixo, não pra cima.

Mauro Cambuquira
Reply to  Baschera
1 ano atrás

Fica aí Baschera, melhora e muito o nível do debate.
Quanto a carga suportada pelas nossas pontes, existem análises apontando para esse risco de não aguentarem o peso dos MBT. Se cai viaduto, imagina as pontes pinguelas que tem por aí.

BRUNO
BRUNO
Reply to  Baschera
1 ano atrás

Que bom seria se todos tivessem essa sua lucidez!

Jeff
Jeff
Reply to  Wilton Santos
1 ano atrás

Eu digo sempre que o bonde do Osório já passou. Tivemos uma pseudo oportunidade, o Brasil foi apenas uma carta em um jogo combinado.

rufini
rufini
Reply to  Wilton Santos
1 ano atrás

Osório tem mais fantasia que realidade, mais mito que verdade,

ADLER MEDRADO
Reply to  Wilton Santos
1 ano atrás

Ressucitaram o Osório de novo.

Bosco
Bosco
Reply to  ADLER MEDRADO
1 ano atrás

É um dos recorrentes “deja vu” dos fóruns de discussão sobre o tema “defesa” na internet.

ADLER MEDRADO
1 ano atrás

M1 eu acho que vale a pena só com canhão de 120mm, o Caiafa explicou muito bem no canal dele do Youtube a respeito da munição.

Os helicópteros eu acho que seria uma boa idéia, para operar no Atlântico. Seria possível o EB comprar os Cobras e quando necessário operarem no Atlântico ou o melhor seria operar unidades de Cobra na MB e no EB separadamente.

ADLER MEDRADO
Reply to  ADLER MEDRADO
1 ano atrás

Sei la porque meus pais escolheram esse nome. Rs.

Eu nao entendo muito, no video do Caiafa ele diz que apesar do calibre ser o mesmo, nao é o mesmo tipo de munição, mas se realmente nao for complicado produzir aqui e ficarmos independentes na produção da munição, eu mudo minha opinião completamente.
Pelo que leio aqui, você também é entendendor, então é obvio que vou prestar mais atenção nos comentários.

Valeu.

ADLER MEDRADO
Reply to  ADLER MEDRADO
1 ano atrás

Melhor do que eu imaginava então.
Obrigado pela explicação.

Major Alverca
Major Alverca
1 ano atrás

Fujam disso amigos brasileiros. Isso que estão a “oferecer” é só sucata.

Junior
Junior
Reply to  Major Alverca
1 ano atrás

O Major Alverca fala isso porque o exercito português esta tranquilamente desfilando com seus leo 2A6

Mauro
Mauro
Reply to  Junior
1 ano atrás

Duas dúzias… entende que não dá nem pra saída para um país como o Brasil? duas dúzias também compramos, mas de que serviriam?

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
1 ano atrás

Dessa oferta só os helicópteros interessam

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Rafael Oliveira
1 ano atrás

Pô cara, fazendo favor, usa outro nickname, pois eu já uso Rafael Oliveira há muito tempo aqui na trilogia rsrsrs.
Na minha opinião, entre 20 e 30 M1 para os Fuzileiros para substituírem os SK seria uma boa pedida também, a depender do preço.
Com os H225M acho que as Forças tem helicópteros de transporte em quantidade suficiente para suas missões. Então, eu dispensaria

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Rafael Oliveira
1 ano atrás

Colombelli, a impressão que eu tenho é que faltam em Manaus, mas sobram em Taubaté. Questão de remanejar.
Não que a situação seja ótima, mas penso que outras prioridades, no momento, do que comprar Blackhawks.

Thomas
Thomas
1 ano atrás

Se for pra comprar o M1 e que faça uma manutenção e atualize os que podem ir para os fuzileiros. Seria muito bom trocar o canhão. Haveria uma mudança na doutrina do EB. Espero que ainda tenhamos a parceria com a KMW. Que o EB faça uma proposta a empresa para criar um tanque até o final da próxima década com os requisitos que o exercito exigir. Sobre os Heli’s. Atlântico anseia por esses AH-1. Transferi os Sabre para o EB. Pra isso compra os Black Hawk pra FAB. Sobre as fragatas. Só de graça e pra patrulhas. Humvee’s não.… Read more »

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  Thomas
1 ano atrás

Trocar Humvee por Marruá chega a ser eresia, ta maluco????rs

Juarez
Juarez
Reply to  Tomcat4.0
1 ano atrás

Tomcat, perdoai, ele não sabe que não sabe…..

Navegante
Navegante
Reply to  Thomas
1 ano atrás

Precisamos de vasos de guerra, a marinha tem uma lacuna muito grande e os humvees são beeem melhores que os marruas

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
Reply to  Thomas
1 ano atrás

Discordo quanto aos M1. Também penso que os Sabre da FAB deveriam ser repassados ao EB, questão de doutrina. Mais Black Hawks (em bom estado) para a FAB, que poderia também repassar alguns H-36 para o EB. Que venham AH-1 para os fuzileiros operarem no Atlântico. Que venham Humvees para o CFN. 3 ou 4 OHP na MB também seriam bem vindas.

cwb
cwb
1 ano atrás

pelo que foi discutido no passado alguns foristas que são do EB comentaram que seria muito difícil leopards em boas condições para mobiliar RCCs.
as novas versões desse CC são proibitivas para o EB,palavras ditas aqui por muitos com conhecimento do assunto.
se pensarmos em TO sul americano,para o futuro valeria a pena ter dois tipos de carros de combate, visto que não tem no mercado leopard em bom estado?
o que esses M1 poderiam garantir em termos de dissuasão para o Brasil?

Hélio
Hélio
Reply to  cwb
1 ano atrás

O exército já manifestou interesse pelo 2a4, a questão é que falta dinheiro. Duvido que o M1 sairia mais barato, tanto por causa da turbina quanto pela cadeia logística. Com a KMW aqui é possível fazer manutenção ou atualizações no Brasil, com o M1 seria necessário mandar para os EUA.

Júlio Costa
Júlio Costa
Reply to  Hélio
1 ano atrás

Eu possuo uma dúvida. Se a situação dos CC do EB está assim tão feia, por que não adotamos logo o T-90 ou o T-72B3? Não seria bem mais barato de se comprar e manter? Pelo que eu tenho pesquisado os canhões de 105mm já não atende mais as necessidades do EB, pois alguns de nossos vizinhos já possuem CC com canhões de 120mm. Além disso, pelo o que eu li, em cenário de guerra existe a estimativa que 30% dos CC são perdidos logos nas primeiras semanas de conflito, portanto não faz sentido comprar CC muito caros. Os Abrahms… Read more »

Ramon
Ramon
Reply to  Júlio Costa
1 ano atrás

Provavelmente o T-90 nunca iria ser uma opção para o exército brasileiro, pois existe uma certa resistência com equipamento Russo nas forças armadas, pois as forças armadas dão preferência para equipamentos europeus e americanos e as vezes adotam equipamentos nacionais.

Fabio
Fabio
Reply to  Hélio
1 ano atrás

Pelo contrario pode criar um centro de manutenção aqui também, uns das reclamação do exercito atual e do alto valor cobrado das peças e da manutenção feita pela KMW…e como em escala de produção do M! e muito superior que o Leo, suas peças tb devem serem mais barata e de mais facil aquisição…Um M1 com canhão de 120 mm já modernizado por 1,3 a 1,8 milhões de dólares e o mesmo que vc compra uma ferrari e paga por um gol…sem fala na linha de financiamiento altamente vantajosa oferecida pelos EUA. Esse tipo de oferta os EUA não faz… Read more »

Alessandro
Alessandro
1 ano atrás

Até vejo com bons olhos adquirir alguns equipamentos via FMS dos americanos, mas na minha opinião o maior problema não é isso, mas quanto custaria para modernizar esses equipamentos que muitos deles estão devassados tecnologicamente, é ae que tá o “pulo do gato” que pode nem valer a pena, mesmo que fosse doado para nós. Como diz aquele velho ditado popular: “o barato pode sair caro.”

Plinio Jr
Plinio Jr
1 ano atrás

Concordo com estas aquisições que vc propõem Colombelli, mas fica a questão: M1 com canhão de 105mm ou M1A1 com canhão de 120mm ?

Laercio
Laercio
Reply to  Plinio Jr
1 ano atrás

Os recentes conflitos na Síria, custaram diversos Leo 2 turcos. Segundo informações na web e revistas de defesa, o problema é a ineficiência da blindagem. Mas questiono se as perdas não teriam sido muito mais por táticas erradas.

Renato
Renato
1 ano atrás

Nada menos que 120 mm!!!!

Não teriam também alguns Chinooks sobrando?

Jeff
Jeff
1 ano atrás

Não podemos é começar a fazer uma salada de frutas igual a índia. Espero que nossos militares planejem bem as próximas aquisições. Esses Heli não são muito antigos?

Valter Sales
Valter Sales
Reply to  Jeff
1 ano atrás

Não. São excedentes das reservas das F Armadas americanas que não foram usados(caso dos COBRAS AH 1Z)

Rui chapéu
Rui chapéu
1 ano atrás

Eu não entendo muito das versões dos tanques, mas pelo que entendi vc fala em pegar esses M1 e tirar fora os leopard? É isso?
Ou esses 30-35 carros ao ano seriam outro modelo de tanque?

Sidy
Sidy
Reply to  Rui chapéu
1 ano atrás

Se entendi bem, ele fala em substituir gradualmente os Leo 1A5 pelos M1s até 2029, quando seria a data limite para utilização de nossos Leopard. Assim, continuaríamos usando os nossos 1A5 junto com os M1s que fossemos recebendo. Quanto à manutenção do Leo 2A4 aqui, como li acima, pelo que li dos entendidos aqui mesmo no FORTE me parece que a linha da KMW é para manutenção do Leo 1A5, e que a linha do Leo 2A4 é completamente diferente. Sendo assim, não teríamos condições atualmente de fazer as manutenções dos Leo 2A4, ao contrário do que foi dito alhures.

Delfim
Delfim
1 ano atrás

E os M-16 e M-4… arruma uma licença para a Imbel (se a Taurus conseguiu) e joga o projeto do IA-2 no lixo.

Rodrigo Martins Ferreira
Rodrigo Martins Ferreira
Reply to  Delfim
1 ano atrás

A patente já expirou não precisa de licença..

A IMBEL poderia fazer algo até melhor que o M4, algo baseado no HK416

Delfim
Delfim
Reply to  Rodrigo Martins Ferreira
1 ano atrás

Patente de invenção é uma coisa, autorização de produção é outra. A Imbel precisou de autorização da Colt para fabricar a 1911. E graças a isso a Colt deu suporte, e as 1911 da Imbel são das melhores do mundo.
As HK 416 são excelentes, mas não são cópias do M-16, possuem soluções próprias e sairiam muito caro.

Rodrigo Martins Ferreira
Rodrigo Martins Ferreira
Reply to  Delfim
1 ano atrás

Tem trocentos uppers de AR´s mais eficientes que o original, citei o 416 por ser um exemplo mais conhecido.

O USAOC, adotou como padrão o URG-I da Geissele..

Soluções existem aos montes, basta ter capacidade de desenvolver.

Se a IMBEL tem ou não é outra coisa.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Delfim
1 ano atrás

Delfim, eu tenho uma 1911 da imbel. Já me ofereceram troca, valor mas não me desfaço ela é excelente, disparada a melhor arama nacional. abraços

Jovino
Jovino
Reply to  Delfim
1 ano atrás

Não precisa jogar fora o IA2 – a IMBEL produzindo uma versão ou uma “família” (melhorada, concordo com Rodrigo Martins Ferreira sobre o HK416 ou novíssimo – melhorado – HK433, ou quiça algo na linha mesmo do FN SCAR) já seria uma boa. IA2 fica como uma opção – e se um dia modificarem o R105 e permitirem que o cidadão (mesmo que só CAC) possa ter um rifle semi-automático no cal. .223, tenho certeza que o IA2 vai vender bem. Se – SE – com outras opções melhores ficar, por fim defasado e inviável, aí OK, mas por hora… Read more »

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 ano atrás

O M1, fuzis M16, carabinas M4 não são interessantes para o Brasil, o M1 que nos oferecem é de 105mm e é um veículo de custo muito caro, os M16 e M4 também não precisamos já que produzimos os nossos fuzis. As fragatas OHP e os Humvee vão depender das condições das mesmas, mas quanto aos helicópteros Cobra e Black Hawks estes sim são bem interessantes!

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  Fabio Araujo
1 ano atrás

O M1 é absurdamente modernizável, basta pagar e se coloca canhão 120mm e o que mais se optar. E mesmo da forma que estão periga deixar os Leo 1 A5 no chinelo.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Tomcat4.0
1 ano atrás

Não seria melhor adquirir alguns tanques de 120mm do que comprar de 105 e modernizar para 120mm?

Delfim
Delfim
Reply to  Fabio Araujo
1 ano atrás

Os fuzis que fabricamos são umas porcarias, tanto Imbel qto Taurus.
O IA-2 é um MD-97 enfeitado, pesa 1kg a mais que um M-16, alguns já explodiram. O T-4 tem problemas de controle de qualidade, é montado com peças de diferentes procedências.

Rodrigo Martins Ferreira
Rodrigo Martins Ferreira
Reply to  Delfim
1 ano atrás

Tem trocentos uppers de AR´s mais eficientes que o original, citei o 416 por ser um exemplo mais conhecido.

O USAOC, adotou como padrão o URG-I da Geissele..

Soluções existem aos montes, basta ter capacidade de desenvolver.

Se a IMBEL tem ou não é outra coisa.

Coloquei no lugar errado rs

Sandro
Sandro
Reply to  Fabio Araujo
1 ano atrás

Pessoal, esta havendo uma confusão ai. A proposta dos M1 com 105 mm e antiga. A nova proposta já e de veículos M1 reformados com canhão de 120 mm. Quanto aos Fuzis e Carabinas, o EB,FAB não os utilizam, mas os Fuzileiros Navais sim. OHP, Cobras e Black Hawks já e outro papo, e tenho certeza que tirando os Black Hawks o restante não vai ser adquirido. O que poderá vir são: M1-Abrams 120 mm, outro lote de Obuses M109-A5, além de canhões M198 de 155mm, que não estão na matéria. Quanto ao M-16 e Carabinas provavelmente um lote pequeno… Read more »

Cidadão
Cidadão
1 ano atrás

Peguem os Abrams, Humvee, Cobras, BH, carabina A4 e jogem tudo na área da 1 Bda Inf em Rorama, com apoi logístico direto dos Ameicanos. Do jeto que vai, logo precisaremos desse material.

BrunoFN
BrunoFN
1 ano atrás

O q seria interessante pro Brasil são os M1A2 de 120mm (250 ?.. sendo 30 pros CFN) … desapegar essa tara por 105 mm em MBT … nem adianta dar a desculpa de ”estoques de munição” isso n existe , se engana quem quer ….

Bardini
Bardini
1 ano atrás

M1 dos primeiros lotes é barato de comprar, mas é outra bucha, como Leopard 1A5. Vão comprar M1 por conta do estoque de munição que temos? Burrada… Burrada que vai custar caro. Vai custar uma fortuna para modernizar um M1, se comparado ao nível de um mero M1A1, que também não é a ultima bolacha do pacote. . Temos um problema a resolver, não podemos simplesmente postergar. O que passa mais perto do ideal, em termos de custo x benefício é o M1A1, isso contando com revitalização de sistema e modernização pontual de itens da eletrônica embarcada. Não tem escapatória,… Read more »

Thomas
Thomas
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Concordo plenamente. hahahahahahahaha Esperamos com a possível visita do presidente nos Estados Unidos, levando ministro da Defesa, discuta. Sobre o tanque, ainda acho que a compra valeria mais a pena se fosse com um canhão mais poderoso. Como vc escreveu. Brasil tem capacidade logística para absorver. KMW não gostou disso, quem sabe apareça uns 2A4 com uma valor menor que M1A1. Bardini, acho que sabendo negociar daria pra comprar uma versão melhor do Abrams, ainda mais agora com essa aproximação entre os dois países. OHP, somente se tiver navegando e com a manutenção em dia pra patrulha e somente.

Juarez
Juarez
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Bardini, concordo com quase tudo que tu falou, a exceção do Humvee, porque:

Porque além de caro de adquirir, 400.000 mil euros cada, é caríssimo e sensível de manter. Já tem um dos comprados fora de operação(eu avisei, e é uma mer…estar certo).
Os Humvvee viriam para ocupar uma lacuna que o Marrua(outra porcaria) não cobre, e que custas remanufaturado, menos de 50.000 dólares via Visa mastercar do FMS do Tio Sam.
Se o EB receber M1, serão com canhão de 120mm para substituir os Leo1A e M 60.

Bardini
Bardini
Reply to  Juarez
1 ano atrás

Olha, não acredito que vão deixar passar o Humvee, sendo que podem tapear e tapar buraco da porcaria do Marruá a custo de uma Hilux blindada… Vai mexer com o interesse de muita gente. . O mesmo vale para o LMV… Selecionaram por conta do interesse de muita gente. Entre LMV e Humvee, o LMV é melhor tecnicamente. Agora, o que pega é o custo… Vai dar pra bancar? . O que citei para o CFN foi o JLVT… https://oshkoshdefense.com/jltv/ Esse é um monstro para nossa força expedicionária. Seria fenomenal para o CFN. É não é um mar de unidades… Read more »

Juarez
Juarez
Reply to  Bardini
1 ano atrás

O lote de Hammvee para o CFN, que será pequen, serão os remanufaturado com kits de blindagem.

Laercio
Laercio
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Meu… Hilux blindada? Você considera isso veículo militar?

LucianoSR71
LucianoSR71
1 ano atrás

Sou leigo, mas pelo que tenho lido e assistido no canal do Caiafa teríamos que investir uma boa grana em estrutura a treinamento p/ operar o M-1 Abrams ( além do alto custo de operação e manutenção ) e estaríamos só aumentando o problema do fornecimento de munições 105mm, que até pode ser que ainda tenha em boa quantidade no estoque dos EUA ( também teria que verificar a validade destas ), porém continuaríamos c/ um calibre já nitidamente ultrapassado p/ MBTs. Mesmo c/ preços módicos de aquisição, valeria mesmo a pena? Se é p/ buscar um tampão, não faria… Read more »

Delfim
Delfim
Reply to  LucianoSR71
1 ano atrás

De acordo com o texto, sim, pode trocar para 120mm.

LucianoSR71
LucianoSR71
Reply to  LucianoSR71
1 ano atrás

No video que o Caiafa aborda a questão 105 x 120mm ele fala que se informou c/ um dos maiores especialistas em blindados o Paulo Roberto Bastos, então essa informação sobre o problema no fornecimento das munições de 105mm veio deste, lembrando que a dificuldade é específica em munições p/ carros de combate, não p/ outros usos ( obuseiros, por exemplo ). Se vc pensar que os principais exércitos ocidentais já migraram p/ tanques c/ canhão de 120mm, e os outros que ainda teriam os c/ 105mm não são de países que gastam muito c/ defesa, pode ser que ainda… Read more »

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  LucianoSR71
1 ano atrás

Também percebi que ele dá uma pendida pro lado dos Leopard’s tanto no vídeo quanto na matéria escrita do site.

Junior
Junior
Reply to  Tomcat4.0
1 ano atrás

Natural, a família leopard é melhor que a família abrams, se tivesse 2a4 disponíveis em boas condições, o EB sequer cogitaria adquirir abrams. O único país que conheço que tinha leopard e trocou por abrams foi a Austrália, fora esse caso especifico, não conheço nenhum outro. Quem tem leopard não troca, tanto é assim que não tem usado sobrando no mercado

MBT-70
MBT-70
Reply to  LucianoSR71
1 ano atrás

“… família leopard é melhor que a família abrams”

Por qual motivo?

tadeu54
1 ano atrás

As menções a helicópteros Black Hawk e Cobra são muito interessantes, com nossa extensão territorial precisamos muito de boas máquinas de asas rotativas.

Eduardo Jardim
Eduardo Jardim
1 ano atrás

Boa noite foristas

A oferta da M1 é muito boa mesmo com canhão de 105 mm.

1- É um equipamento melhor que o M60 e o Leo 1A1. Alguém discorda?

2- Permite a padronização dos RCB.

3- Confere a tripulação uma melhor proteção, eles merecem.

4- Não fica descartada uma modernização no futuro.

rufini
rufini
1 ano atrás

Vamos por parte 1_ OHP, não vem, manutenção cara, e esta desdentada, e o sistema propulsor, é problemático 2_Hunwee, Fuzileiros gostam dele, missões de paz ele saiu muito bem com o chile e outros usuários, PODE OCORRER SIM DE VIR, um lote de 40 unidades. 3_ Black Hawk, sim, o EB gosta muito desse helicóptero, os 4 utilizados pelo EB na Amazonas, com melhor desempenho que os Super Cougar, sim, uma possibilidade real. 4_Super Cobras, modelo W, conversações bem adiantadas, tanto para o CFN e para o EB, escolha das células devem ocorrer no primeiro semestre desse ano 5_ M1… Read more »

Sandro
Sandro
Reply to  rufini
1 ano atrás

Obus M198 – 155 mm (Já em uso em nossas forças) esses serão lotes complementares.

Alexandre ziviani
Alexandre ziviani
1 ano atrás

Colombelli,não acredito que o EB está interessado nos cobras,até porque existe uma concorrência em andamento para a instalação de casulos lançadores de mísseis nos Panteras e esquilos,e o favorito é o Spike ER. Já em relação aos Blackhawk,precisamos,e muito de mais até porque a hora vôo dele é mais barata do que o Ec725 e é mais barato de se adquirir.Já em relação aos Humvee é interessante pois é mais barato de se adquirir e manter do que o Lince que custa o olho do boi. O M1 pode receber uma unidade auxiliar de força(UAAPU)que diminui o custo operacional do… Read more »

Wellington Góes
Wellington Góes
1 ano atrás

Eita que os fãs boy piram. Rsrsrsrs

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Wellington Góes
1 ano atrás

Não é kkkkk!

Marujo
Marujo
Reply to  Wellington Góes
1 ano atrás

Este e o espírito de muita gente, caro Wellington. Acham que estão nos fazendo um favor… Espírito você sabe de quê

Rodrigo Martins Ferreira
Rodrigo Martins Ferreira
1 ano atrás

O USMC está substituindo os M4, pelo M27… Em breve eles estarão 100% na linha da H&K.. Muito provavelmente o Exército vai tomar caminho semelhante quando eles pararem de viajar.. O M4, é uma boa arma, modular…mas é antiga.. O 556mm idem..e já está confirmado que o exército vai trocá-lo pelo 6.8 SPC Acham que vale a pena investir nele e neste calibre para as FFAA? Se fosse para equipar as polícias com ARs semi automáticos eu seria 100% a favor, mas a FFAA eu acho perda de tempo. No Brasil somos especialistas em perder o bonde da história e… Read more »

Laercio
Laercio
Reply to  Rodrigo Martins Ferreira
1 ano atrás

5.56 NATO é uma porcaria, vamos ser honestos. Antipessoal não é muito melhor que um .22 Hornet em 200m. Não tem energia cinética para nada mais que isso.

Caio
Caio
1 ano atrás

Dessa oferta só pegaria algumas centenas de humwee, lógico se disponível nessa quantidade; por que estão sendo muito necessários nas nossas metrópoles.

Henrique
Henrique
1 ano atrás

Antes de sair comprando tem que se definir o que iremos querer em termos de manter esses meios. Os Cobras e BH concordo que seriam ótimas aquisições, precisamos mesmo melhorar nesse ponto. Já as OHPs parece que ninguém quer, sinal que não devem estar em condições ideais e devem ser inviáveis de se manter. No caso dos M1, comprar equipamentos que nos deixem amarrados à qualquer manutenção e upgrade nos EUA não soa como algo vantajoso, ainda mais tendo uma filial da KMW em Santa Maria…. neste caso faz mais sentido mantermos a linha de equipamentos alemães … me lembra… Read more »

Carvalho
Carvalho
Reply to  Henrique
1 ano atrás

Eu complementaria sua frase inicial:
“Antes de sair comprando …tem que se definir que tipo de Força Terrestre se necessita.
Temos uma Bgda Cav Mec sobrando no RS.

Eddie88
Eddie88
1 ano atrás

Será que temos dinheiro?

Sobre o M1, quem sabe inicialmente apenas umas 3~6 unidades como “Plataforma de testes”, dependendo do custo de aquisição, manuntenção, custo de operação e etc.
Sobre o Oliver Hazard Perry, primeiro teriamos que ver as ofertas da Royal Navy que parecem bem mais interesantes!
Sobre o AH-1 Cobra, seria interesante uns helicópteros puramente de ataque!
Sobre o Sikorsky Black Hawk e utilitários Humvee, caso seja necessário…
Sobre o M-16 e M-4, apenas se for necessário!

Carvalho
Carvalho
1 ano atrás

Importar um CC sem um parque industrial que dê suporte a sua manutenção é beco sem saída.
Quando adquirimos os Léo A1 não demorou 5 anos e eles ficaram indisponíveis em quase 75 %
O mesmo vai acontecer com o M1.
Os RCBs deveriam adotar VBCCC sobre rodas, desenvolvido pela Iveco Sete Lagoas.

Carvalho
Carvalho
Reply to  Carvalho
1 ano atrás

Qual a disponibilidade do M-60 TTS??
Mecânica, sistema de estabilização, comunicação e visor térmico….
Alguém comentou..acho que o Flanker….que o movimento na KMW em Santa Maria era intenso.
Existe um artigo na internet de um cmdte de RCC que informa que a manutenção do Léo praticamente toma todo o tempo da guarnição….quase não deixando tempo para instrução e outras atividade da OM

_RR_
_RR_
Reply to  Carvalho
1 ano atrás

Carvalho,

Mais que qualquer outra unidade, os RCB precisam manter suas lagartas em dia.

Beco sem saída de fato é o ‘Leo 1A5’, sem perspectivas de ser mantido a contento para além de mais uma década sem uma pesada modernização.

Carvalho
Carvalho
Reply to  _RR_
1 ano atrás

RR Desde a década de 😯 os RCB não possuem efetividade como força de combate. Usaram os Sherman até, no mínimo, 1982. Após….X-1 e X1A2 !! Lembra do Carcará??? Após…M-41B, com sérios problemas de transmissão e fumaça no interior da torre. E agora….com dotação incompleta.e baixíssima disponibilidade ..os Leo A1 Ou seja….no mínimo a 40 anos nossos RCBs são apenas um aquartelamento esperando equipamento. Nesse meio tempo….o conflito convencional contra a Argentina se tornou improvável e totalmente fora de cogitação. (O documento do MD disponível na internet que relata possíveis ameaças ate 2039, se não me engano – indica algumas… Read more »

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  Carvalho
1 ano atrás

Já deveríamos ter um obuse sobre a plataforma do Astros a tempos.

Laercio
Laercio
Reply to  Tomcat4.0
1 ano atrás

A plataforma, se entendi, o veículo do sistema Astros era importada da Alemanha e é um veículo já ultrapassado em diversos aspectos.

_RR_
_RR_
Reply to  Carvalho
1 ano atrás

Carvalho, A razão de ser das lagartas é mover-se por qualquer terreno e conceder poder de choque… Se a arma blindada não foi efetivamente preenchida com um carro decente para o seu tempo, isso é outra história… Rodas certamente haverão de mover-se com mais desenvoltura em terreno favorável, mas não se pode ficar contando sempre com a possibilidade de encontrar tais condições. Concordo que a força mecanizada poderia ser dotada de mais poder de choque com a adoção de uma VBC sobre rodas, mas não penso que seria necessário converter as unidades blindadas de lagartas para rodas ( o que… Read more »

Carvalho
Carvalho
Reply to  _RR_
1 ano atrás

RR Sei bem a diferença entre lagartas e rodas, limitações e funções de cada tipo de unidade. Concordo com tudo o que vc falou neste sentido. Apenas acho que não podemos tentar reproduzir o que está sendo tentado nos últimos 50 anos….sem resultado. “Vc não pode obter resultados diferentes fazendo a mesma coisa” Creio que podemos sim ter menos meios CC sobre lagartas, mantendo ou mesmo aumentando os meios sobre rodas, com um veículo produzido pela Iveco, somente para os RCBs (mantendo a dotação dos RCCs). Poder de dissuasão hj é uma questão que precisa ser melhor avaliada, visto que… Read more »

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  Carvalho
1 ano atrás

O mesmo parque de manutenção que trabalha no M113 e no Léo 1A5 pode ser moldado a trabalhar,tendo o devido treinamento, no Abram M1 e isto não é nada de outro mundo.

Carvalho
Carvalho
Reply to  Tomcat4.0
1 ano atrás

Há controvérsias!!
O M 113 é apenas uma jabiraca mecânica. Não tem nenhuma sofisticação mecânica e eletrônica.
Quanto ao Leo, nossa disponibilidade é aceitável apenas em função da KMW em Santa Maria.
Se o M1 vier….será necessário importar também uma estrutura de manutenção.
Ou os Carros estarão sempre em Recall…na Concessionária!!

Juarez
Juarez
Reply to  Carvalho
1 ano atrás

Errada a afirmação.lidar com um motor diesel de 650 hps, fora de linha a mais de 25 anos e complicado e ainda lidar com sistemas de combate eletrônicos da década de 80 e pior ainda
Toda a estrutura de manutenção dos Léo 1 e importada e responsabilidade em fornecer spare parts cabe ao EB.

João Augusto
João Augusto
1 ano atrás

Mal mal tem vantagem os helicópteros. O resto é melhor deixar pra lá.

José Luiz
José Luiz
1 ano atrás

A questão é política em primeiro lugar, esta sendo costurado um novo alinhamento geopolítico e neste novo cenário, eventuais aquisições podem ser de interesse político do novo governo. Em segundo lugar, estas aquisições daram um fortalecimento imediato nas forças brasileiras, coisa que um desenvolvimento nacional demoraria anos, em que pese, todos os efeitos colaterais. E outro ponto esta prática é antiga e tradicional, sendo muito usada na época dos governos militares. Então acredito que alguma coisa desta lista venha mesmo e outras que não estão na lista. Aguardemos.

Delfim
Delfim
1 ano atrás

Vamos de Abrams, compra e moderniza com Tio Sam, Tio Jacob, 120mm, sistemas, Trophy, negocia preço, prazo… pra isso que se passa a mão na cabeça do Trump, do Bibi… se ter algum retorno. Conservadorismo messingélico de graça ?

Foxtrot
Foxtrot
1 ano atrás

Meu deus! Hanveee em detrimento do Marruá AM-27 blindado!.Abrams com canhão de 105 mm e turbina problemática e beberrona para o CFN. Deve ter muita gente aqui no fórum vibrando com isso. O CFN/EB não tem verbas direito para manter seus MBT,s e SK-105 caça carros, imagina um monstro desses. Entre Hanveee e LMV prefiro mil vezes os LMV,s. Vide o desempenho dos Hanveee frente aos IED,s no Iraque. Se for para comprar isso, que comprem o produto nacional( AM-27, GUARÁ 4WS, GLADIADOR II, VBL-A10). Quanto ao Abrams para o CFN, seria muito melhor doação do EB de seus M60A3TTS… Read more »

Foxtrot
Foxtrot
1 ano atrás

Quanto aos Cobras, fragatas OHP e BH esses sim seriam uma boa aquisição, porém para a MB.
Comprar um tanque de um país que sabotou o Osório, e que foi derratado pelo mesmo na disputa dos E.A.U.
Só no Brasil mesmo!

Recce
Recce
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

“Comprar um tanque de um país que sabotou o Osório, e que foi derratado pelo mesmo na disputa dos E.A.U.”

A avaliação ocorreu na Arábia Saudita e isso que você afirmou não procede.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Recce
1 ano atrás

Obrigado pela correção!
Porém havia informações que o Osório derrotou o Abrams e Challenger , só não posse garantir que são veridicas.

Laercio
Laercio
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

É fato. Ouví de ex engenheiro da ENGESA lá pelos anos 90. O Osório foi inclusive utilizado uma vez para rebocar o Abrams que sofreu pane durante teste.

Delfim
Delfim
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

EUA sabotaram o Lavi e Israel compra seus caças de quem ?

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

Detalhe que vencemos a avaliação contra o M1 e a Arábia Saudita comprou o M1A1 (depois o M1A2).
E outro detalhe: a avaliação técnica do veículo é apenas uma variável na escolha do vencedor. O Osório era um frankstein que dependia de vários países para existir. O Abrams só dependia dos EUA. E ainda tem a confiabilidade das empresas e dos países envolvidos.

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

O deles que a propósito tinha escala de produção e ,se não me engano, já tinha prova de fogo, e milhares produzidos, o Osório só tinha o protótipo apenas.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Tomcat4.0
1 ano atrás

Neste caso concordo contigo Tomcat .

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

E isso não é sabotagem?

Recce
Recce
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

Segundo o falecido Reginaldo Bacchi: “Bacchi – Não, porque nós não tínhamos nem material para fazer a produção. Eu participei de um grupo que foi na Argentina, pra ver se daria pra fazer alguma coisa lá, porque lá eles tinham produzido o TAM (Tanque Argentino Mediano), então alguma das fábricas tinha algum equipamento que poderia fabricar alguma coisa. Mas aqui não tinha nada. Em primeiro lugar, tinha que desenhar o carro todo, porque não tinha sido desenhado ainda. O Osório foi desenhado apenas o suficiente para poder construir os protótipos. Nós não tínhamos equipamento, que seria comprado com o dinheiro… Read more »

Mgtow
Mgtow
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

Exatamente meu caro Foxtrot.
Essa turminha que eu sei exatamente qual o seu espectro, se dizem patriotas e vivem abaixando a crista para um país que sempre sabotou nossos proprios projetos militares. O caso do Osório é algum que nunca me desceu a garganta

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Mgtow
1 ano atrás

Fazer o que né? Meu caro Mgtow. Uma vez colônia de exploração sempre assim o será. Nosso amigo acima disse que o Osório foi um projeto de engenharia nota 10. Que engenharia é essa que desenvolve o protótipo mas não possui meios para fazer a série? Graças a Deus nossa engenharia mudou muito de lá para cá. Hoje se fazemos um, conseguimos fazer mil ou até um milhão, pois o mais difícil em engenharia e fazer um, o resto são cópias. O próprio Bacchi, certa fez em debate comigo em outro fórum relatou que engenheiro não vai a campo colher… Read more »

rdx
rdx
1 ano atrás

De “grátis’ e com a ditadura bolivariana querendo falar alto…. 1. M1 Abrams para CFN e RCB do EB (para substituir os obsoletos Leo1Be, M60 e Sk-105). A logística agradece! 2. UH-60 e AH-1 para a AvEx. 3. M16/M4 para o CFN (ainda existem unidades armadas com o FAL) Não foi citado, mas acho que o Bradley não compensa Se disponível, caminhões HEMTT, obuseiros M198 e M119, blindados M88 e algumas dezenas de MRAP. Mísseis TOW para o AH-1. Também gostaria de ver lançadores de mísseis TOW montados no Guarani. Metralhadoras M249 e M240 seriam muito bem-vindas!

Gilbert
Gilbert
1 ano atrás

M1 só se for grátis afinal os EUA jogam dezenas deles no mar. fuzis bagunça a logística. ao Helicópteros só se tiverem ao menos 15 anos de vida útil pela frente e os transportes leves também, se não só para usar como alvos o que seria muito util.

_RR_
_RR_
1 ano atrás

Pra mim, o que mais interessa dessa lista é justamente o M1, que pode vir a preço muito atraente. Por mais caro que possa vir a ser mantê-lo, o fato é que o “mercado” atualmente não oferece nada que seja mais compensador… Até se poderia pensar em mais carros M-60, mas este também logo revela seu potencial de crescimento mais limitado. E manter este carro atual, obrigaria a um programa de modernização muito mais extenso, envolvendo troca de motor e transmissão, nova torre e canhão, kit de blindagem, entre outras modificações de igual importância. Já o M1, mesmo que seja… Read more »

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  _RR_
1 ano atrás

Possivelmente é o único caminho que temos e podemos pagar…

Lucas Roberto
Lucas Roberto
Reply to  _RR_
1 ano atrás

Oq acha dos coreanos com o k1 e k2?

_RR_
_RR_
Reply to  Lucas Roberto
1 ano atrás

Lucas,

Os carros coreanos estariam no mesmo patamar dos demais; ou seja, virtualmente inacessíveis… Improvável que um carro K1, revisado, venha para o Brasil custando menos que US$ 3 milhões. O K2 então…

Em verdade, haja visto o escalar de tensões na região, não creio que os coreanos do sul estejam muito dispostos a ceder uma parte de seus preciosos carros de combate.

CESAR ANTONIO FERREIRA
CESAR ANTONIO FERREIRA
1 ano atrás

Enquanto sonham com o Usadão do Tio Samuel, a nossa BID definha no esquecimento…

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  CESAR ANTONIO FERREIRA
1 ano atrás

A BID foi destruída quando se colocou no mercado de defesa as mesmas empreiteiras que já vinham saqueando a Petrobrás.

Esqueceu?

Laercio
Laercio
Reply to  CESAR ANTONIO FERREIRA
1 ano atrás

E infelizmente, com a burocracia deste pais e a condição de viver apenas de promessas de aquisição, vai continuar assim, salvo pelas poucas multinacionais que operam no setor aqui.

Arariboia
Arariboia
1 ano atrás

Os únicos que prestam sao o AH-1 SCobra e mais M-109A5 pra modernização. Fragatas e M1 são rasgar dinheiro com armas velhas e com pouco ganho ao EB.

M1 e M1A1 dessas versões são queimados aos montes no yemen e iraque por mísseis anti tanque russos dos anos 60/70 e seus clones de várias origens.
Vários vídeos no YouTube.

Mauricio R.
Reply to  Arariboia
1 ano atrás

Você se esqueceu dos Leo 2 turcos queimados aos montes, na Síria.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Arariboia
1 ano atrás

Até o Armata virará vulcão com uma ATGW em sua lateral. Os M1 são setecentas vezes melhores do que os “MBT covers” que temos por aqui.

Flávio Henrique
Flávio Henrique
1 ano atrás

Só para informa o debate a vida útil do M1A1 segundo a GDLS vai até 2030… há segundo o EB, Ação de Choque N°16 (publicação que Roberto Caifa analisou), a blindagem do Leo’s 1A5BR na torre tem RHAe de 470mm e do M1A1 é de 450mm….o Leo’ 2A4 é de 690mm isso referente a munições cinéticas

Ps.: Tabela com os dados está na pagina 39

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Flávio Henrique
1 ano atrás

Colombelli, a informação principal é a vida útil projeta pela empresa para versão A1, sobre a blindagem da torre é só uma comparação do que temos (Leo 1) do que podemos ter daqui alguns anos (M1A1) e do que queremos (Leo 2A4…embora a versão A7+ seja o Santo Graal para uns…).

Sobre a logística creio eu que a possível compra pode ser “bom” caso ele seja moderniza-los por meio de kits…para o padrão A1M/A2. Não necessariamente ao mesmo tempo da compra.

Plinio Jr
Plinio Jr
Reply to  Flávio Henrique
1 ano atrás

De fato Colombelli, dentro das atuais condições, o EB não terá outra alternativa senão optar pelo M1A1 como seu MBT para os próximos anos…não temos dinheiro para adquirir algo novo, não temos dinheiro e demanda para produzir algo novo e os Leo 2 deixaram de ser opção viável …

_RR_
_RR_
Reply to  Plinio Jr
1 ano atrás

colombelli, Pois é… Espertos foram os chilenos, quando pegaram os seus ‘2A4’ no saldão da Bundewerh… Tá certo que o EB estava as voltas com o que tinha a época e precisava de um carro mais performante e que fosse barato o bastante para ser adquirido em quantidade. Também é claro que o EB já pensava ter por esses anos ( digo 2018 – 2020 ) um novo CC já encaminhado, de modo que o ‘Leo 1A5’ se tornou a preferência, mas observando hoje… Imagino que M-60 A3TTS talvez tivesse sido uma opção mais atrativa para constituir os números tão… Read more »

Murder Nova
Murder Nova
Reply to  Flávio Henrique
1 ano atrás

Tem Chobham na torre do M1?

Kommander
Kommander
1 ano atrás

Aí sim, vai ser um salto de qualidade!! A gente vai sair da década de 70 e pular pra década de 80. Um dia a gente chega no século 21, podem acreditar!!

Gonçalo Jr.
Gonçalo Jr.
1 ano atrás

O CFN precisa de um força blindada, sem dúvidas. Mas M1-Abrams em que pese se um bom blindado apesar do modelo antiquado oferecido opino que não seria a melhor solução. A KMW já tem aqui uma unidade instalada para manutenção e desenvolveu com o EB simuladores para o seu blindado. Os mecânicos do EB possuem excelente conhecimento também na manutenção do blindado e seus equipamentos e o EB participa anualmente de reuniões com os operadores dos blindados da família Leopard para troca de conhecimentos. Portanto, trocar o Leo pelo M1 seria mudar tudo o que foi feito e conhecido até… Read more »

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Gonçalo Jr.
1 ano atrás

Onde se encontram 300 unidades de Leo 2A4 à venda?
Esse é o grande problema de se optar pela família Leo.

Carvalho
Carvalho
Reply to  Rafael Oliveira
1 ano atrás

E quem sabe 50 novos ?
Estamos presos nessa armadilha de guerra blindada convencional por 50 anos…

Um RCC com 2 Esqd CC SL (novos, com apoio da KMW) e 1 Esqd. CC SR montado no Guarani 105mm.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Carvalho
1 ano atrás

Carvalho, eu também penso que o Brasil pode ter menos CCs do que tem hoje, com praticamente o fim da guerra blindada convencional.
E tem aquela história, para derrotar nossos vizinhos, não precisamos de muito e para enfrentar a China ou os EUA, caso algum deles tente nos atacar, 300 ou 500 CC serão insuficientes.
De qualquer forma, 50 Leo2 devem custar uma facada.
Talvez o Ariete seja um pouco mais em conta e temos a Iveco aqui para fazer a manutenção.

Cavalo-do-Cão
Cavalo-do-Cão
1 ano atrás

“Foxtrot Comprar um tanque de um país que sabotou o Osório, e que foi derratado pelo mesmo na disputa dos E.A.U. Só no Brasil mesmo!” Não acredito neste pais…pois em países grandes a sociedade é coesa, patriota e nacionalista…a classe dirigente tem um projeto de nação…coisa que a nossa nunca teve e jamais vai ter…pois nasceu servil econômica e ideologicamente aos centros de poder além do fato delas ganharem muito dinheiro com o sistema aqui vigente…infelizmente a maior parte do povo brazileiro não é patriota e não estão nem aí para o seu pais...

Daniel Ricardo Alves
Daniel Ricardo Alves
1 ano atrás

Com relação ao Abrams e ao Humvee, o Brasil deveria investir no desenvolvimento de equipamentos nacionais. Acho que o mais interessante seriam os helicópteros e olha lá.

Jeferson
Jeferson
1 ano atrás

Decepcionante…só sucata…servem só para engessar ainda mais o orcamento…achei que com aproximação entre os 2 países seriam ofertados produtos mais atuais…como por exemplo helicóptero de ataque…ou sistema anti-aéreo…pelo jeito nada mudara…

Marduk
Marduk
Reply to  Jeferson
1 ano atrás

Faltando até para este oferecidos e o sujeito querendo coisa mais nova

SmokingSnake 🐍
SmokingSnake 🐍
Reply to  Jeferson
1 ano atrás

M1 sucata? O próprio EUA usa ele até hoje, se puder modernizar para o m1a2 melhor ainda

Alex
Alex
Reply to  Jeferson
1 ano atrás

É só chegar com grana lá que tu leva M1A2, Viper, F-35 entre outros meios novos.

Jeferson
Jeferson
1 ano atrás

Uma sugestão ao EB…comecem a tomar o chá da tarde com o príncipe Charles que dá mais negócio…a marinha tem conseguido excelentes negócios junto ao Reino Unido…washington nunca fornecerá equipamentos relativamente modernos a nós…manterao o Brasil na coleira curta…infelizmente…

Bosco
Bosco
Reply to  Jeferson
1 ano atrás

Jeferson,
Qual a parte do “aceita se quiser” você não entendeu. 99% das armas avançadas americanas, novinhas em folha, estão liberadas para nós, basta entrarmos com o din-din (vulgo: l’argent, money, bufunfa, la plata).
Se quisermos doados ou via FMS, é o que eles oferecem. Mas insisto: aceitamos se quiser.

Jeferson
Jeferson
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Bosco…equipamentos novos dependem de aprovação do congresso americano…e ai o negocio enrosca…em algjuns casos autorizam a venda dos equipamentos mas sem as armas…por incrivel que pareça..FMS é automático…vjeja o porta helicópteros adquirido do Reino Unido…tinha como defesa de ponto armamento americano que não foi autorizado repassar ao Brasil…veja na própria matéria…ate algumas sucatas oferecidas viriam sem armamento….kkkkkk ….

Rafael_PP
Rafael_PP
Reply to  Jeferson
1 ano atrás

Não existe “FMS é automático”. Os equipamentos e serviços adquiridos exigem a notificação do Congresso a partir de certo valor, quantia esta irrisória no mercado militar atual! O FMS é um sistema que facilita a negociação do artigo de defesa e, quando do interesse do Estado norte-americano, permite uma sistemática de financiamento. O comprador lida com uma agência específica que o ‘substitui’ na negociação com o fornecedor ou capta o material nos excedentes das Forças Armadas daquele país. Você, literalmente, vai ao ‘shopping’ com o Departamento de Defesa. Por isso os valores são muitos inferiores. O sistema é organizado. Uma… Read more »

Jeferson
Jeferson
Reply to  Rafael_PP
1 ano atrás

Quando mencionei FMS automático não foi ao pé da letra….e sim no sentido de ser um processo bem menos burocrático do que zero km…

Bosco
Bosco
Reply to  Jeferson
1 ano atrás

Jeferson,
Quem fez isso com você?? Me conta que eu vou dar um pau nele. rsrssss

Jeferson
Jeferson
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Não leve as coisas por trás não amigão…kkkkk Gostaria muito de ser convencido do contrário meu amigo…mas está política FMS o Brasil segue desde o fim da 2 guerra…e veja o estado de nossas FAAS…eu acho que o EB deveria quebrar estas amarras…material obsoleto custa caro para manter devido a descontinuidade das linhas de produção e dificuldade de peças…quem tem cobra caríssimo…e como disse…come grande parte do escasso orçamento para manter produtos obsoletos…estamos neste ciclo a muito…a fab com o gripen e a Mb com o prosub estão renovando com produtos que valem a pena…o mesmo se aplica ao Guarani… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  Jeferson
1 ano atrás

Jeferson,
O Brasil quando quis comprar armas americanas novas e de primeira linha, comprou. Você está sendo informado e em vez de mudar sua opinião ante a verdade insiste na mentira. Aí, é problema seu, mas ainda assim tem esses exemplos de armas de primeira linha comprados dos EUA:
1- torpedos pesados Mk-48 Mod 6
2- torpedos leves Mk-46 Mod 5
3- helicópteros Black Hawk
4- Helicópteros Sea Hawk;
5- mísseis Harpoon Block 2
6-fuzil antimaterial M107
7-fuzil de precisão Remington MSR
8- radar 3D de longo alcance TPS-B34
etc.

Roberto Bozzo
Roberto Bozzo
Reply to  Jeferson
1 ano atrás

Não tem essa de que o Phalanx do Oceano não foi autorizado para o Brasil; existem matérias desde o ano retrasado de que a Royal Baby iria reaproveitar todos os Phalanx dos navios que seriam retirados de serviço nos novos Type 26, Type 31, QE…. inclusive, se procurar, vai achar a compra de novas unidades pela RN para completar a quantidade necessária aos seus navios. Tem de parar com estas lendas de internet.

Jeferson
Jeferson
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Que parte da coleira vc nao entendeu? Quer que desenhe?

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  Jeferson
1 ano atrás

Até hoje tem quem crê no mito/lenda ;
“titio Sam não libera Phalanx pro Brasil”

Laercio
Laercio
Reply to  Tomcat4.0
1 ano atrás

No início dos anos 90 a MB chegou a firmar intenção de compra de 8 unidades Phalanx para as corvetas classe Inhaúma. A venda não foi aprovada pelo departamento de estado americano. Isso não é lenda. Agora, a situação pode ser outra.

RAPHAEL
RAPHAEL
Reply to  Jeferson
1 ano atrás

Concordo 100%, a Inglaterra nos ofereceu e oferece, equipamentos usados com muito mais qualidade que os EUA.

Laercio
Laercio
Reply to  Jeferson
1 ano atrás

Tem sim… muito! Olha o HMS Ocean, ou melhor PHM Atlântico. Um navio com 25 anos de uso, acidentado, comprado sem metade do sistema eletrônico e nenhum sistema de defesa próxima.

joice
joice
1 ano atrás

esses M-A1 são movidos a turbina que não se fabrica há anos. bebe mais que zeca pagodinho e manutenção é cara. uma excelente oportunidade são os AH-1 que o EB quer.