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LAAD 2019: BAE Systems apresenta suas grandes armas

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M109A5

Brasil, 27 de março de 2019 – A BAE Systems apresenta suas grandes armas na edição de 2019 da LAAD Defence & Security, que acontecerá no Rio de Janeiro entre os dias 02 e 05 de abril. Em seu estande, ela apresenta o obuseiro autopropulsado M109A5+ usado pelo Exército Brasileiro. O produto será peça central de sua exposição, explorando todo o trabalho da empresa no Brasil.

O M109 foi selecionado pelo Exército Brasileiro em 2012 e a BAE Systems, em parceria com o exército, realizou o upgrade para a versão A5+, com entrega prevista para 2019. O M109A5+ incorpora diversos sistemas digitais capazes de enfrentar os desafios atuais da Artilharia de Campanha.

A exibição da BAE Systems no estande inclui um modelo do versátil Navio de Patrulhamento Offshore, o radar 3D Artisan, o canhão 40 Mk 4, todos utilizados em serviço pela Marinha do Brasil. Os modelos da canhão 57 Mk 3, o obuseiro M777 e o Veículo Anfíbio de Assalto (CLANF), entregues pela BAE Systems recentemente também serão exibidos.

A empresa também exibirá algumas de suas mais avançadas soluções em eletrônica, incluindo o kit APKWS® para guiamento a laser de foguete 70mm, comprovado em combate. O kit de guiamento, fabricado pela BAE Systems, que transforma um foguete não guiado de 2,75 polegadas (70 milímetros) em um foguete guiado com precisão, dá aos combatentes uma capacidade de ataque precisa e de baixo custo.

“A BAE Systems é uma empresa de alta tecnologia com um histórico de colaboração em toda a América Latina. Queremos apoiar o governo brasileiro no fornecimento de soluções de defesa de alta qualidade e baixo custo para ajudar a proteger o país e contribuir para o desenvolvimento da indústria de defesa brasileira”, diz Marco Caffe, Gerente Geral da BAE Systems para o Brasil. “Nossa presença nesta importante exposição foi projetada para mostrar não apenas nossa capacidade, mas também a maneira como operamos”, completa Marco.

A BAE Systems atua nos domínios terrestre, marítimo e aéreo no Brasil há mais de 50 anos e opera por meio de parcerias locais, transferindo tecnologia para a indústria brasileira. Isto pode ser visto no Navio Patrulha Oceânica (NaPaOC) da classe Amazonas, escolhido pela Marinha do Brasil em 2010. A empresa fornece uma variedade de produtos e serviços para seus clientes brasileiros, incluindo sistemas de software e hardware, serviços de design, suporte e integração para aeronaves, artilharia de campanha, canhões navais e veículos blindados.

A empresa trabalha em parceria com a Embraer para fornecer “sticks” de comando laterais ativos como parte dos controles gerais da cabine do avião de transporte militar KC-390. Isso fornece uma amplitude de capacidade que abre o caminho para uma maior colaboração no futuro.

A BAE Systems realizará uma recepção para a imprensa na quarta-feira, 03 de abril, às 14h, no estande da BAE Systems (Pavilhão 3, stand J.05).

Obuseiro M777

BAE Systems no Brasil

A BAE Systems atua no Brasil há mais de 50 anos com equipamentos em serviço nos domínios terrestre, marítimo e aéreo. Temos o compromisso de fornecer soluções de defesa por meio de parcerias locais e transferência de tecnologia. Por meio do fornecimento de artilharia a canhões navais, veículos blindados para sistemas de guerra eletrônica, os navios de patrulha da Classe Amazonas e o Sistema de Gerenciamento de Combate Artisan 3D e DNS-2 no porta-helicópteros Atlântico (ex-HMS Ocean), a BAE Systems está comprometida com o Brasil.

DIVULGAÇÃO: G&A Comunicação Corporativa

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Claudio Moreno
Claudio Moreno
1 ano atrás

Boa tarde Senhores!

Alguém sabe em que pé está ou ficou a aquisição dos M198?

CM

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  Claudio Moreno
1 ano atrás

No Excel do EDA consta “Service Authorized to Supply EDA” em 14/12/2017 ,120 unidades.

Claudio Moreno
Claudio Moreno
Reply to  Tomcat4.0
1 ano atrás

Vlw TomCat

Gonçalo Jr.
Gonçalo Jr.
Reply to  Claudio Moreno
1 ano atrás

Bom. Foram oferecidos em abril de 2018 e em junho do mesmo ano iria uma delegação para avaliar 120 M198, M88A1 (ARV) e 200 M577 A2. Se foram, fizeram as vistorias e relatórios não se tem nenhuma notícia por enquanto.

Gonçalo Jr.
Gonçalo Jr.
Reply to  Gonçalo Jr.
1 ano atrás

M88A1 (ARV) seria 6, se não me engano.

Claudio Moreno
Claudio Moreno
Reply to  Gonçalo Jr.
1 ano atrás

Vlw JR

Renato
Renato
Reply to  Gonçalo Jr.
1 ano atrás

200 ou 20 M577?

FighterBR
FighterBR
Reply to  Claudio Moreno
1 ano atrás

O EB ainda está avaliando outros Obus, inclusive um modelo chinês. O problema do M198 é seu peso.

Soares
Soares
Reply to  FighterBR
1 ano atrás

Pedantismo bobo contra chineses

Soares
Soares
Reply to  Soares
1 ano atrás

Além do pedantismo bobo….resposta infantil..

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  FighterBR
1 ano atrás

Sempre a turma que fala Flórida presente !
Tranquilos o próprio EB , ainda é mais colonizado , também fala e escreve Flórida .( brasileiro escrever e pronunciar Flórida , é o máximo em colonialismo ).

Flanker
Flanker
Reply to  jose luiz esposito
1 ano atrás

Que comentário ridículo! Bem próprio seu….Onde fica o estado da Florida? É no México? Em algum outro país de língua latina? E você vive acusando os outros de colonizados, mas sempre, insistentemente, fala da época do império brasileiro e de seus monarcas…..querendo, inclusive, que a monarquia retornasse ao Brasil. Mas, de onde era a família imperial? Onde Dom Pedro I nasceu? Você vive endeusando os portugueses….e eles foram o que mesmo, aqui no Brasil? E o que um comentário sobre um equipamento chinês não prestar, tem a ver com ser colonizado? O dia em que os chineses fizerem um obuseiro… Read more »

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Flanker
1 ano atrás

Gente Fina , Florida é uma palavra espanhola , e também em português é Florida , FLÓRIDA e como os Colonizados pronunciam . Eu não quero que a Monarquia volte ao Brasil , a maioria pensante do Brasil , QUER . Brevemente deveremos ter um Plebiscito Vencedor . PEDRO I nasceu em Portugal , e o Brasil era Portugal , claramente estudaste história feita nas coxas do Fundamental brasileiro , procures um bom curso de História ,e quando o Brasil se torna Independente fazendo parte do REINO UNIDO com Portugal em 1815 , Pedro ainda era Príncipe e vem fazer… Read more »

Flanker
Flanker
Reply to  jose luiz esposito
1 ano atrás

Hehehe, cara tu é um maluco….simples assim! Onde ru estudou história, eu não sei, mas eu diz todo meu ensino fundamental em escola particular. E você por acaso sabe onde Dom Pedro I estava, momentos antes de ir, bêbado, “proclamar a independência”? E você se acha o dono da sapiência…..E o que os portugueses deixaram de bom no Brasil? Moro no RS desde que nasci. Conheces a região sul do RS? Toda aquela metade do estado é um atraso só! E toda ela teve colonização portuguesa! Na outra metade, com colonização predominantemente italiana e alemã, a diferença é gritante ….… Read more »

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Flanker
1 ano atrás

COITADO estas dando Provas do que coloquei , principalmente quanto ao teu conhecimento ou desconhecimento ! Sobre a colonização que prossegue em comentário , pelo meu nome deves saber que sou de origem italiana , mas onde dizes ser atrasado por falta desta colonização , as variantes são mais complexas do que colocas em teu comentário superficial e preconceituoso . Já sobre a república , claramente nota-se que somos uma Republiqueta de Castas Corporativas , ou não somos ? É Claro , Lógico e Evidente que somos uma País de Castas , onde o Povo brasileiro é apenas Pária da… Read more »

Flanker
Flanker
Reply to  jose luiz esposito
1 ano atrás

Cidadão, o que eu falei sobre o RS é público e notório…..se vc não acredita, o problema é seu! O que você escreveu sobre isso demonstra que não conheces a realidade do meu estado….e onde fui preconceituoso? Onde? Falei a verdade…..venha ao RS e conheça as regiões citadas…..você fala sobre o que não conhece! Quanto ao ensino público e privado, não vou nem discutir….aliás, não vou discutir mais nada contigo….você demonstra destempero, desequilíbrio e incapacidade de aceitar o contraditório….parece um disco arranhado….repetindo sempre esses mantras que cheiram a mofo, tanto quanto tua amada monarquia……fica bem, fica em paz! E não… Read more »

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Flanker
1 ano atrás

Sou suspeito em comentar, porque de facto sou português, mas esperem ai, portanto vocês são independentes a uma data de anos, mas a culpa da desigualdade urbana, social e industrial de certas zonas brasileiras é de Portugal? Vejamos, se os governos brasileiros priorizam e despriorizaram certas regiões, Portugal em nada tem haver com isso, ou tem? Portugal fez no Brasil o que qualquer outro colonizador fez no seu território colonial, estar a fazer ligações onde elas não existem… É sem fundamento. Se existe uma centralização excessiva de investimento em determinadas regiões brasileiras, cabe aos brasileiros e aos seus governos tratarem… Read more »

Edson Parro
Edson Parro
Reply to  jose luiz esposito
1 ano atrás

Tu é alentejano, pois não?

FighterBR
FighterBR
Reply to  FighterBR
1 ano atrás

Colombelli, o obus chinês foi muito elogiado pelo EB.

Flanker
Flanker
Reply to  FighterBR
1 ano atrás

Não estou duvidando de você, mas você teria algum material ou link onde possamos ver essa boa impressão do EB em relação ao equipamento chinês?

Soares
Soares
Reply to  Flanker
1 ano atrás

Acho que é rádio peão….
De qualque maneira, é uma informação bastante interessante.
Artilharia de tubo não tem grande complexidade tecnológica.
Em poucos anos o material chinês vai começar a ser bem competitivo.

paulop
paulop
Reply to  Claudio Moreno
1 ano atrás

Seria show de bola o EB e o CFN adquirirem uns M777. Sei que se esbarra no custo, mas é um excelente equipamento e poderia vir a ser produzido no Brasil.
Abraço

Alex
Alex
Reply to  paulop
1 ano atrás

Nossa metalurgia é capaz de construir canhões para obuseiros ou carros de combate?

Mateus Lobo
Mateus Lobo
Reply to  Alex
1 ano atrás

O problema não é a capacidade de produzir, mas e ser economicamente viável, o número de encomendas do EB não justifica o investimento privado em maquinário e desenvolvimento.

Sidy
Sidy
Reply to  Alex
1 ano atrás

Temos pessoal técnico extremamente competente. As questões são outras. 1 – Quem banca este desenvolvimento? 2 – Há escala para que o desenvolvimento e posterior produção seja financeiramente viável? Trabalho na area de PDI e quando se trata de desenvolver QUALQUER COISA para órgãos governamentais, a primeira informação que é dada é que a grana é curtíssima, se não inexistente. Por outro lado, as instituições de pesquisa vivem uma séria crise, sendo cobrada arrecadação para pagar as contas, caso contrário, é fim de linha. Dentro deste cenário, quem vem discutir PDI mas não tem grana para tal tem chance zero… Read more »

Flanker
Flanker
Reply to  Sidy
1 ano atrás

Comentário perfeito! Isso serve para aqueles que querem produzir todo e qualquer equipamento militar aqui…..mas, e a escala?? Como seria viável economicamente?? Os que defendem isso apenas fazem um nacionalismo barato, desapegado da realidade….

Sidy
Sidy
Reply to  Flanker
1 ano atrás

Exato Flanker.
O fato de que ter capacidade de fazer não significa que deve ser feito. A área de PDI exige investimentos importantes, sem garantias de que o o resultado terá o sucesso desejado. Em razão disto, é preciso decidir com critério e informações bem embasadas aonde apostar as fichas, principalmente quando a verba é restrita.

Bille
Bille
1 ano atrás

Buenas.

Na minha opinião, sistemas como o APKWS são muito bons para as nossas FFAA. Sistemas guiados compatíveis com os foguetes 70mm que já produzimos e que podem ser instalados nos helicópteros sem grandes modificações, além de aumentar a letalidade dos sistemas de foguetes.

E o custo é muito mais barato que mísseis e com o poder de fogo relativamente bom.

Isso devia ser padrão para todos os helicópteros das FA brasilianas.

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  Bille
1 ano atrás

Bille,bacana, tem rolado algum comentário(estilo rádio peão) sobre aquisição dos Cobra ???

Bille
Bille
Reply to  Tomcat4.0
1 ano atrás

Autoridade, não tenho visto avanços nas negociações. O T129 tá passeando no Brasil (o 725 que veio acompanhando ele em Brasília pousou em pane – novidade…) mas pelo que vi seguem as avaliações.

Talvez o Colombelli saiba mais informações…

Sidy
Sidy
Reply to  Bille
1 ano atrás

Esta história da pane no 725 é de doer…. que negocinho ruim este.

Juarez
Juarez
Reply to  Sidy
1 ano atrás

Tu disse tudo,: E um negocinho ruim, muiiiiiito ruim.

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  Bille
1 ano atrás

No vídeo do Caiafa o oficial do EB menciona mesmo o que escrevestes sobre os helis de ataque. Rapaz o T-129 Atak é bem bacana viu e completão ao que parece, creio que já seria um salto ornamental se o EB o adquirisse.

Flanker
Flanker
1 ano atrás

ru = tu
diz = fiz

Flanker
Flanker
Reply to  Flanker
1 ano atrás

Postei um comentário que está preso….e sem ele, esse meu comentário acima perde o sentido.

Luiz Floriano Alves
1 ano atrás

Enquanto aqui se discute se os Abrams M1A1 são uteis, a Grécia está negociando 400 deles. Pagará 8 milhões de euros, no frete, sem custos, eis que é aliado OTAN. Espertos…eles.