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Avibras encomenda mais sistemas Fieldguard 3 à Rheinmetall

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Rheinmetall Fieldguard 3

A Rheinmetall Air Defense recebeu um pedido de mais um sistema de telemetria Fieldguard 3 da Avibras do Brasil, anunciou a empresa em 17 de maio.

O Fieldguard é um sistema de controle de tiro ativo que mede a trajetória dos projéteis para assegurar máxima precisão ao engajar os alvos.

O cliente final está expandindo sua capacidade por dois sistemas adicionais, com a Rheinmetall atuando como subcontratada da Avibras, a contratada geral no âmbito do contrato do Astros 2020.

O sistema de telemetria Fieldguard 3 pode cobrir alcances de até 100 km.

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Eduardo O.VitorMauricio R.wwolf22Foxtrot Recent comment authors
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Señor batata
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Señor batata

Alguem pode explicar o funcionamento de maneira mais detalhada ou apontar um bom material de leitura para um leigo?
Desde já agradeço a resposta.

Foxtrot
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Foxtrot

Também não entendi esse sistema e gostaria de saber.
Mas chutando parece um radar de cálculo de tragetoria de projéteis balísticos ( no caso dos foguetes não guiados) do sistema Astros.
Só assim para explicar o investimento da Avibras nesse sistema, pois o próprio MT-300 (que terá muito mais de 300 km na versão nacional, chegando ao ponto de eu chutar no mínimo uns 1.500 km para o Brasil) não seria atendido por esse sistema.
Hipoteticamente falando que seja para atender também o MT-300 , o mais ideal seria uma versão nacional do SABER-S 200, que possui um alcance de 370 km.

Mauricio R.
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Para um míssil de 1500 Km de alcance um radar com somente 370 Km de alcance não serve pra nada.
Montado no solo ou embarcado em uma plataforma aérea, tipo E-8C JSTARS.
E se além disso for algo da Bradar, então a inutilidade aumenta exponencialmente.
O que é necessário para um míssil de 300 ou 1500 Km de alcance é isto aqui:

(https://www.janes.com/article/88710/india-launches-radar-imaging-satellite)

Um satélite com capacidade de imageamento multi espectral, complementaria mas não substituiria o satélite de reconhecimento radar.
Um UAS do tipo HALE até que quebraria o galho, mas não seria tão furtivo qnto o satélite.
A outra alternativa seria um clone de SR-71.

Foxtrot
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Foxtrot

Bom não te conheço caro Maurício R, porém para falar assim de um produto nacional que tem características (ou mesmo é) AESA e de uma empresa que foi uma das pioneiras em radares civis e militares, SAR etc, você deve ser ou algum ex oficial das FAA,s “inter” nacionais e ou algum ex funcionário de alto escalão da Bradar/ EDS. Fico curioso para saber quais das opções. Mas concordo que um radar de 370 km para um míssil de 1.500 km chega a ser ridículo, mas vale ressaltar que mísseis de logo alcance como o MT-300, Tomahawk, Calibir etc, não… Read more »

BMIKE
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BMIKE

Esse sistema é para engajamento ar-ar ou ar-solo, ou ambas?

Señor batata
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Señor batata

BMIKE creio q solo, afinal será usado no astros. Mas admito não sei sepoderia ser usado em outras atribuições.
Boa noite e tchau.

Mauricio R.
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É um sistema terra-terra somente, a grosso modo é o mesmo que o goniometro da artilharia de campanha, somente que muito mais preciso.

wwolf22
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wwolf22

Seria um sistema Fieldguard 3 por bateria??
O projeto com o VANT Falcao para obtenção de alvos para o ASTROS foi descontinuado??

Mauricio R.
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Pra que se no mercado tá cheio de VANT com a payload adequada, que já faz isso????
O único problema é que dada a falta de originalidade do pessoal daqui, fatalmente o UAS integrado será israelense.

Foxtrot
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Foxtrot

Para fazer jus aos milhares de reais gastos do contribuinte nacional pela FAB nos programas de desenvolvimento SNC-Vant, DPA-Vant, Sisnav etc. Tecnologias nacionais que seriam empregadas no Falcão. Soma-se a isso, uma redução da dependência nacional em sistemas de defesa, autonomia e independência real na operação do sistema e segurança das informações no sistema de armas. Pois todos sabem que sistemas importados são como Kinder Ovo, sempre vem com uma “surpresinha” dentro rsrs. Cara para de desmerecer o produto nacional, afinal de contas é seu, meu e de todos os contribuintes o dinheiro que é gasto em pesquisas que sempre… Read more »

Vitor
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Vitor

Na verdade o gasto em pesquisa é desperdiçado porque em sua maioria é desviado como comissão ou propina. A empresa que desenvolve a pesquisa vai comodamente à falência e fica por isso mesmo…

Eduardo O.
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Eduardo O.

Não. A bateria de busca de alvos vai ser construída ainda.

Eduardo O.
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Eduardo O.

Sim. Um por bateria.