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Inteligência mostra que a Arábia Saudita escalou seu programa de mísseis com a ajuda da China

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Mísseis balísticos chineses DF-3 da Arábia Saudita, adquiridos nos anos 80

Washington (CNN) — O governo dos EUA obteve informações de que a Arábia Saudita intensificou significativamente seu programa de mísseis balísticos com a ajuda da China, disseram três fontes com conhecimento direto do assunto, um avanço que ameaça décadas de esforços dos EUA para limitar a proliferação de mísseis no país do Oriente Médio.

A administração Trump inicialmente não divulgou seu conhecimento sobre esse desenvolvimento secreto para membros-chave do Congresso, disseram as fontes, enfurecendo os democratas que descobriram isso fora dos canais regulares do governo dos EUA e concluíram que ele foi deliberadamente deixado de fora de uma série de briefings onde eles dizem deveria ter sido apresentado.

As informações secretas anteriormente não relatadas indicam que a Arábia Saudita expandiu tanto a infraestrutura de mísseis quanto a tecnologia por meio de compras recentes da China.

A descoberta dos esforços da Arábia Saudita aumentou as preocupações entre os membros do Congresso sobre uma potencial corrida armamentista no Oriente Médio, e se ela sinaliza uma aprovação tácita da administração Trump, na tentativa de conter o Irã. A inteligência também levanta questões sobre o compromisso da administração com a não-proliferação no Oriente Médio e sobre até que ponto o Congresso é mantido a par dos desenvolvimentos da política externa em uma região volátil.

O desenvolvimento vem em meio a crescentes tensões entre o Congresso e a Casa Branca sobre a Arábia Saudita.

Apesar da crítica bipartidária sobre a guerra do Reino no Iêmen e seu papel no assassinato do jornalista Jamal Khashoggi, a Casa Branca tem buscado um relacionamento ainda mais próximo com os sauditas, como evidenciado pela recente decisão de vender bilhões de dólares em armas e munições ao Reino, apesar da oposição no Congresso.

Embora a meta final dos sauditas não tenha sido avaliada de forma conclusiva pela inteligência dos EUA, disseram as fontes, o avanço dos mísseis poderia marcar outro passo em potenciais esforços sauditas para um dia lançar uma ogiva nuclear, caso algum dia conseguisse uma.

O príncipe herdeiro do Reino, Mohammed Bin Salman, deixou claro que, caso o Irã obtenha uma arma nuclear, a Arábia trabalharia para fazer o mesmo, dizendo ao programa 60 Minutes em uma entrevista em 2018: “Sem dúvida, se o Irã desenvolver uma bomba nuclear, nós também o faremos o mais rapidamente possível. ”

Embora a Arábia Saudita esteja entre os maiores compradores de armas dos EUA, está proibida de comprar mísseis balísticos dos EUA sob os regulamentos estabelecidos pelo Missile Technology Control Regime de 1987, um pacto informal de vários países que visa impedir a venda de foguetes capazes de transportar armas de destruição em massa.

No entanto, os sauditas sempre adotaram a posição de que precisam para se equiparar aos mísseis do Irã e, às vezes, buscaram ajuda do lado de outros países, incluindo a China, que não é signatária do pacto.

A Arábia Saudita é conhecida por ter comprado mísseis balísticos da China há várias décadas, e relatos públicos especulam que mais aquisições podem ter sido feitas recentemente. O Reino nunca foi avaliado como tendo a capacidade de construir seus próprios mísseis ou mesmo efetivamente desdobrar os que tem.

Em vez disso, o arsenal saudita de mísseis balísticos de fabricação chinesa era uma forma de sinalizar sua potencial força militar para os inimigos regionais, principalmente o Irã.

Isso, as fontes disseram à CNN, mudou com base na nova inteligência.

Poder aéreo fornecido pelos EUA

Durante décadas, os EUA trabalharam para garantir que a Arábia Saudita tivesse supremacia aérea na região, em grande parte por meio de suas aquisições de aeronaves militares americanas, precisamente para que não procurassem deixar os EUA de lado para melhorar suas capacidades de mísseis.

“A Arábia Saudita não precisa competir com o Irã para produzir ou adquirir mísseis balísticos. Ela já tem uma significativa vantagem militar convencional”, disse Behnam Taleblu, da Fundação de Defesa das Democracias, de Washington.

Mas surgiram dúvidas nos últimos meses sobre se essa lógica ainda existe, particularmente quando o governo Trump retirou-se do acordo nuclear com o Irã e o Reino enfrenta ameaças de mísseis balísticos de representantes do Irã no Iêmen.

Imagens de satélite capturadas em 13 de novembro de 2018 mostram uma suposta fábrica de mísseis balísticos em uma base de mísseis em al-Watah, na Arábia Saudita

Imagens de satélite, relatadas pela primeira vez pelo Washington Post em janeiro, sugeriram que o Reino havia construído uma fábrica de mísseis balísticos. Analistas que viram as imagens disseram que pareciam combinar com a tecnologia produzida pelos chineses.

Uma segunda imagem da mesma instalação de mísseis obtida pela CNN mostra um nível similar de atividade no local em 14 de maio de 2019, de acordo com Jeffrey Lewis, diretor do Programa de Não-Proliferação do Leste da Ásia no Instituto Middlebury.

“O interesse da Arábia Saudita na produção de mísseis balísticos domésticos deve levantar as sobrancelhas”, disse Taleblu. “Tanto a base de mísseis quanto o interesse de Riad em um ciclo doméstico de combustível indicam, ainda que nascente, o desejo de se proteger contra o Irã”.

A CIA e o Gabinete do Diretor de Inteligência Nacional se recusaram a comentar sobre qualquer inteligência relacionada à atividade de mísseis balísticos da Arábia Saudita ou se os EUA acreditam que o Reino está contraindo nessa área com parceiros estrangeiros.

Um porta-voz da embaixada saudita nos EUA não respondeu a um pedido de comentário.

Em um comunicado, o Ministério das Relações Exteriores chinês disse que China e Arábia Saudita são “parceiros estratégicos abrangentes” e que ambos os países “mantêm cooperação amistosa em todas as áreas, inclusive na área de vendas de armas. Essa cooperação não viola nenhuma lei internacional” nem envolve a proliferação de armas de destruição em massa”.

Um funcionário do Departamento de Estado negou-se a comentar questões secretas de inteligência, mas disse à CNN que a Arábia Saudita continua sendo parte do Tratado de Não-Proliferação Nuclear e aceitou a obrigação de nunca adquirir armas nucleares. O porta-voz também apontou para uma declaração recente de um funcionário do Departamento de Estado dos EUA reafirmando o compromisso dos EUA com “o objetivo de um Oriente Médio livre de armas de destruição em massa e sistemas de lançamento”.

Fontes disseram que não houve nenhuma indicação do governo de que houve uma mudança política explícita no que se refere à não-proliferação de mísseis balísticos na Arábia Saudita, mas notou a conscientização do governo sobre a inteligência – e falta de ação concreta para deter os avanços desde que foi obtido.

FONTE: CNN

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Antunes 1980
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Antunes 1980

Como diria um general russo na época da guerra do Afeganistão, no Oriente Médio só se consegue poeira e “tripas”.
Lá é um moedor de carne.
O Ocidente deveria deixar que se matem.
Ali é cada país querendo destruir o outro.

Doug385
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Doug385

Concordo plenamente. Eles se matam desde que surgiram na face da Terra.

Carlos Gallani
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Carlos Gallani

O risco de não se fazer nada é muito alto, esse bando de comedores de cabras podem se explodir e tentará levar o mundo junto!
O mal tem varios níveis e infelizmente escolher o menos pior se faz necessário!

Augusto
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Augusto

Ainda bem que eles se matam entre si, o problema é quando se unirem e começarem a lutar contra o mundo ocidental.

Willber Rodrigues
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Willber Rodrigues

O pior inimigo de um árabe, é outro árabe.

Tiago
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Tiago

Os iranianos são Persas, doutrina militar bem diferente da Árabe.

Formiga
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Formiga

Quanto racismo de pessoas que pelo jeito nao entendem de história e possivelmente nunca conheceram um árabe para conversar um pouco. O que dizer de 2 guerras com dezenas de milhões de mortos em solo europeu? Que nós ocidentais vamos nos matar mutualmente? Se formos olhar as guerras que começaram desde a Guerra dos 100 anos, a feroz Guerra dos 30 Anos, Revolução Francesa, Guerras Napoleonicas, Guerra da Crimeia, Revolução Russa…..

Não acaba e ainda assim acho que no final não tentamos nos matar. Menos racismos e preconceito.

joelsoncc
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joelsoncc

Concordo em partes. É inegável que antes das duas grande guerras, tudo que aprendemos (os ocidentais) foram com os do oriente e oriente médio. O povo que mais se mata abertamente são os do oriente médio. Então, não fujamos da realidade, que ali é um barril de pólvora 24h é e não tem nada haver com racismo ou preconceito.

mauricio
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mauricio

Qualquer índice de violência mostra que o povo que mais se mata abertamente não vive no oriente médio……..

Francisco Lúcio Sátiro Maia Pinheiro
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Francisco Lúcio Sátiro Maia Pinheiro

Contextualize as guerras ocidentais e faça uma comparação com as guerras do Islã. Você só pode estar de brincadeira né rapaz !
Ainda vem com discurso idiota de ” racismo” para tentar encobrir 1 400 anos de assassinatos praticados pelo Islã em nome de Allah. Só na invasão da Índia se calcula entre 80 a um máximo de 400 milhões de indianos mortos por tropas muçulmanas no maior genocídio que a História já registrou.
Se você duvida, dê uma pesquisada nas fontes mostradas nesse blogue:
http://infielatento.blogspot.com/2016/07/invasao-islamica-da-india-o-maior-genocidio-da-historia.html?m=1

100nick-Elâ
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100nick-Elâ

“O Ocidente deveria deixar que se matem”. Ingênuo, todo e qualquer conflito no OM tem origem, participação ou intervenção do Ocidente. O Ocidente é mestre em intriga, manipulação e intervenção. É o próprio Império do Caos. Por isso que eles nunca deixarão o OM em paz, a não ser no momento da derrocada do Ocidente, que estamos vendo a olhos nus.

Wagner
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Wagner

Aham

marcelo baptista
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marcelo baptista

Isso jamais ira acontecer, os interesses vão muito além das questões culturais. Discussão sobre cultura, religião, etnia fica restrita a fóruns de internet, a realidade é bem mais pragmática.

Srs
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Srs

Mais cedo ou mais tarde, os sauditas vão se voltar contra o ocidente, os ditos estrategistas ocidentais não vêm que os sauditas são muito mais perigosos do os iranianos, o ramo sunita do islâmico é mais radical que os xiitas, de ramo sunita nasceu o al qaeda , jiirad,mujahedins entre outros. É só colocarmos a mente para raciocinar, todos que cometeram o ataque no 11 de setembro eram sauditas , são eles que fazem o patrocínio das mesquitas radicais na Europa e no mundo.

Carlos Gallani
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Carlos Gallani

Chama-se mal necessário!

JPC3
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JPC3

Era do petróleo está entrando em sua reta final. Daqui a pouco (20 ou 30 anos) os sauditas correm o risco de serem uns miseráveis.

Isso se não acontecer antes.

Junior
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Junior

Miseráveis com misseis balísticos e talvez bombas nucleares

joelsoncc
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joelsoncc

O que os torna mais inconsequentes que nunca!

rdx
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rdx

Mas são os iranianos que querem destruir Israel.

Régis Athayde
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Régis Athayde

Todos os islamitas radicais querem a destruição de Israel, mas sabem que não tem poder suficiente para isto. A única diferença entre os ramos sunita e xiita é que os iranianos declaram abertamente seus objetivos.

Jacinto
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Jacinto

Os radicais querem a destruição de todos os que não são tao radicais quanto eles, sejam cristão judeus ou mesmos muçulmanos moderados. A grande verdade e que os maiores assassinos de muçulmanos são outros muçulmanos.

nonato
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nonato

E vivem se metendo em guerras.
Se os iranianos são bonzinhos, imagine se não fossem…

Junior
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Junior

Não tem nenhum bonzinho por aquelas bandas, aquela gente não é confiável, os EUA não deveriam permitir nem Irã e nem Arábia Saudita com misseis balísticos e bombas nucleares. Aquele pedaço do mundo é uma doideira, todo mundo tentando dar rasteira em todo mundo, olha a guerra do Iêmen por exemplo, Irã do lado dos rebeldes e AS e EAU do lado do governo Iemenita, mas ao mesmo tempo o EAU é aliado dos separatista do sul do Iêmen que são inimigos do governo Iemenita que teoricamente os EAU esta ajudando contra os rebeldes amigos do Irã. O EAU com… Read more »

MGNVS
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MGNVS

RDX Errado. Nao sao os iranianos que querem a destruicao de Israel… sao os malditos e fanaticos Aiatolas do Regime. No meu ponto de vista os EUA tem que eliminar os aiatolas ao inves de bombardear o país. Mandem os SEALS entrarem la para acabar com aquela corja de aiatolas fanaticos. Nao confunda o povo persa do Iran com o Governo Teocratico Radical e Fanatico do Iran. E pior do que o Iran é a Arabya Saudita de onde vieram todos os terroristas que atacaram os EUA. A monarquia saudita é tao ruim qnto os aiatolás do Iran. E radicais… Read more »

Flávio Henrique
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Flávio Henrique

O problema é que não sabemos o que virá depois….e pode ser algum muito pior…

MGNVS
Visitante
MGNVS

Flavio Henrique
Exatamente isso.
Para comprovar suas palavras vimos o que aconteceu na Libya, na Syria, no Iraq e no Afeganisthan.
O Oriente Médio é tao complicado que realmente é bem capaz das coisas piorarem no lugar de melhorar.

Valter Sales
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Valter Sales

Há, ha, ha, prezado nunca se esqueça ….
“No Oriente médio as piores previsões NAO só se confirmam, MAS se superam”

Tiago
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Tiago

Eu concordo, o maior mal ali é a Arábia Saudita.

Willber Rodrigues
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Willber Rodrigues

Daqui a pouco o xeiq saudita anuncia mais uma compra de bilhões de dolares em armas americanas, e fica por isso mesmo.
Sempre foi assim.

Delfim
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Delfim

Os sauditas são sunitas-wahabitas, e possuem Meca e Medina. Isto os transforma em inimigos naturais do Irã xiita na disputa pelo domínio político e religioso do Islã. . O Reino vive e deixa viver, ganha muito mais com isso. E possuindo os lugares santos, não precisa escalar conflitos. Só o Irã tem tirado do sério, através do Iemen. . “A Arábia Saudita continua sendo parte do Tratado de Não-Proliferação Nuclear e aceitou a obrigação de nunca adquirir armas nucleares”, aí fica estranho pois a AS bancou os paquistaneses no seu projeto nuclear. Deve ter algum nuke paquistanês. . Quanto à… Read more »

Junior
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Junior

Seriam os Paquistaneses a barriga de aluguel contratada pelos Sauditas?

Carlos Campos
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Carlos Campos

Barriga de aluguel kkkk a expressão foi engraçada mas é bem isso mesmo

Carlos Gallani
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Carlos Gallani

Uma vez perguntaram para o Obama o que lhe tirava o sono e a resposta foi simplesmente “O Paquistão”!

carcara_br
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carcara_br

off – não estou conseguindo acessar o aereo “Erro ao estabelecer uma conexão com o banco de dados”.
Mais alguém com o mesmo problema?

nonato
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nonato

Sim.
O mesmo pessoal do Intercept..

Defensor da liberdade
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Defensor da liberdade

Esses sauditas são por@# loucas mesmo! Compram as armas que querem sem dar satisfação a ninguém. Os EUA ficam pianinhos mediante às atitudes dos sauditas, e ainda vendem armas a estes últimos sem pestanejar. É minha gente, quem manda no mundo é o dinheiro. Com a escalada nuclear do Irã os próximos a desenvolver suas nukes serão os sauditas, grana eles tem, logo, logo os EUA, Israel ou Paquistão dão a logística e o suporte técnico para o programa nuclear dos sauditas.

rdx
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rdx

Um pouco de pragmatismo estadunidense: o inimigo do meu inimigo é…

JPC3
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JPC3

Duvido que Israel ajude qualquer árabe a ter armas nucleares.

Antoniokings
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Antoniokings

E para piorar a situação americana na região, o Congresso americano proibiu a venda de armas para os sauditas.

Ferreras
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Ferreras

Para o bem o para o mau a energia limpa terá como consequência indireta deixar o Oriente médio decidir o seu próprio destino.

Delfim
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Delfim

O OM possui excelentes condições climáticas, os países da região podem facilmente produzir energia solar e eólica.

HAMES
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HAMES

em termos de combustível tudo bem, o problema é que o petróleo se encontra em 90% dos produtos industrializados. não vai acabar assim tão rápido esta dependência!

Fernando Ferreras
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Fernando Ferreras

Sem dúvidas, mas se o consumo do petróleo como um todo cair, por exemplo, 2% ao ano. Em 20 anos ainda se dependerá do Petróleo, mas não o do originado do Oriente Médio.

Caio
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Caio

Essa embrulhada do Oriente médio só piora.
Não tem nada além do petróleo e não fazem nada para mudar isso.

Defensor da liberdade
Visitante
Defensor da liberdade

Por isso eles estão diversificando, alguns compram ativos em outros países, principalmente ações em empresas e títulos públicos. Outros como o EAU, Bahrein e Qatar investem no turismo para milionários.

Mgtow
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Mgtow

Irã mesmo com todas as sanções covardes impostas a si, dá um jeito de desenvolver e produzir seus equipamentos. Arábia Saudita tem que desembolsar rios de dinheiro para comprar dos outros.
Força Irã, grande nação, grande povo persa.

CRSOV
Visitante
CRSOV

Existe o rumor de que os Sauditas já teriam comprado armas nucleares do Paquistão !! De repente do nada o Paquistão está construindo mais 4 ou 5 reatores nucleares para a produção de plutônio e aumentando a sua produção de urânio altamente enriquecido !! De onde está vindo todo esse dinheiro ??

nonato
Visitante
nonato

É a origem mais prática…
Trump tem que agir logo.
Deixa o Irã aprontar, aí aparece confusão na Arábia Saudita…

Nostra
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Nostra

The Saudis already have the Chinese CHIC 4 ~500 kg nuclear bomb design courtesy A Q Khan and his Pakistani nuclear proliferation network. CHIC 4 blueprints were supplied by the Chinese to the Pakistan’s in the 80s and later the blueprints were put up for sale by the Pakistanis to the middle East countries including Libya Iran etc. By now the Saudis might have refined the design minus the core. Pakistani military is partly financed by the Saudis and other gulf countries , so possibly nuclear materials for the core may be allocated for transfer when needed. Making a nuclear… Read more »

Matheus
Visitante
Matheus

O que tem? Paises como Arabia Saudita e até mesmo Israel já negociaram muito com os Chineses e Russos, negociações que se a nossa banânia ou qualquer outro país tivesse feito as sanções iriam comer soltas.
O Governo Americano é literalmente uma prostituta se tratando desses dois países, onde um bombardeia civis descaradamente a rodo e o outro vende sua tecnologia de misseis para os Chineses.

Que começe o chororô das viuvas, só não me chamem de Xings ou comunista, isso já tá velho já.

PCST27
Visitante
PCST27

A continuar essa bagunça, Bigodón terá que por ordem

PauloSollo
Visitante

Já que os chinos vendem, seria interessante o Brasil comprar sua tecnologia de misseis balísticos e desenvolve-la aqui.

Carlos Gallani
Visitante
Carlos Gallani

A Ucrânia e VLS me fizeram lembrar que não temos competência nem pra tocar um projeto pronto quanto desenvolver um próprio, vamos deixar pra lá que vai ficar mais feio!

MGNVS
Visitante
MGNVS

A Monarquia Saudita é tao ruim quanto os Aiatolas no Iran. Vejam que estou falando dos “governos” e nao do povo em si, pois no meu ponto de vista tanto os persas qnto os sauditas sao escravizados por tiranos. Vai chegar um momento em que o Regime Saudita, ja com a posse de armas nucleares, vai acabar se voltando contra os proprios EUA e contra Israel, ae eu quero ver como eles vao desembaraçar esse nó. Radicais Sunitas e Xiitas sao os lados opostos e fanaticos da mesma moeda, nenhum dos dois governos pode ter acesso a armas nucleares enquanto… Read more »

fahad Francisco
Visitante
fahad Francisco

Eu quando vejo ignorantes comentando assuntos que há necessidade que esteja lá um sabio acredito que nenhum de vós conhece bem arabia saudita só ouvem dizer julgando e este e um comportamento dos ignorantes dizia um sábio oh você ignorante morrer ignorante e melhor para ti que falar o que não sabe como você vai me comparar o irá com a saudita a diferença entre esses é a mesma diferença existente entre os céus e a terra o vosso odeiar a saudita não muda nada não são os primeiros sempre os ignorantes gostam da falsidade e detestam a verdade o… Read more »

MGNVS
Visitante
MGNVS

Fahad Francisco Acho que vc nao leu com atencao meu comentario. Veja ali que eu falei sobre os “governos” e nao sobre os povos da Arabya e Iran. Veja que eu falei sobre os “fanaticos e radicais” e nao sobre o Islã. Moro em uma cidade com uma grande comunidade syrio-libanesa que vive na mais perfeita harmonia com a comunidade judaica, um lugar onde todos se respeitam e nao ha espaço para “odios” infundados. O mal no Iran sao os aiatolas radicais e fanaticos e o mal na Arabya é a Familia Saudita que escraviza o proprio povo e onde… Read more »

α Tau
Visitante
α Tau

Fantástico MGNVS…eu não conseguiria ter feito uma resposta melhor…também sou fã das historias do Mulla Nasrudin…. 😀

MGNVS
Visitante
MGNVS

a Tau
Tbm gosto muito das historias do Mulla Nasrudin, muita simplicidade e sabedoria nelas.

Marcio Dutra
Visitante
Marcio Dutra

Fahad Francisco seu aclamado “monoteísmo puro islâmico” do qual vc fala abertamente somente é possível por viver num país livre como o Brasil, em outros países de origem islâmica dependendo de qual ramificação seu monoteísmo puro islâmico se origina seria sumariamente excluído de tal diálogo pois a diversidade religiosa nos países islâmicos não é algo bem aceito. Agradeça sempre por viver em um país livre, democrático e não teocrático como o Brasil.

francisco Farias
Visitante
francisco Farias

“A Arábia Saudita não precisa competir com o Irã para produzir ou adquirir mísseis balísticos. Ela já tem uma significativa vantagem militar convencional”, disse Behnam Taleblu, da Fundação de Defesa das Democracias, de Washington.

Os USA não querem nenhum “vassalo” com uma mínima capacidade de fabricar as próprias armas. Qualquer pais para se tornar realmente independente tem que fugir do amigão do norte, pois caso contrário será um vassalo dependente e subordinado.

Matheus
Visitante
Matheus

Exatamente, eu estou surpreso que os nossos “amigos” do norte não fizeram alguma coisa contra o programa de submarinos ou até mesmo o subnuc.
Eu nem esperava que o míssil da Avibras saísse do papel.

Luiz Trindade
Visitante
Luiz Trindade

A CIA falhou feio heim…

Billy
Visitante
Billy

Identifico seis forças que lutam pelo mundo, não necessariamente utilizando agentes estatais, sendo até uma delas involuntária, fruto da subversão total de civilização :
1 – Ocidente, Judaico-Cristão e/ou democrático.
2 – Gangsterismo russo,
3 – Comunismo pagão chinês,
4 – Islã
* Essas quatro forças dislutam a hegemonia planetária.
5 – Politeísmo hindu (isolacionista),
6 – Barbárie ( distopia civilizacional).