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Suécia desdobra o BAMSE SRSAM para reforçar defesa antiaérea da ilha de Gotland

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A Suécia desdobrou um novo sistema de mísseis de defesa aérea na ilha de Gotland, após anos de crescente militarização no Mar Báltico.

“Através de sua localização geográfica, a ilha oferece vantagens militares essenciais no que diz respeito à proteção e controle do transporte marítimo, controle aéreo sobre o Mar Báltico e a capacidade de colocar unidades militares e sistemas de armas”, disse o Comandante Supremo da Suécia, Micael Bydén.

Em 2015, a Suécia, notando um ambiente de segurança em deterioração, decidiu voltar a colocar tropas na ilha do Báltico pouco mais de uma década após a anterior presença militar em Gotland ter sido dissolvida.

O movimento ocorreu após a anexação da Crimeia pela Rússia, o conflito na Ucrânia, incidentes com jatos militares russos entrando no espaço aéreo sueco e uma grande operação de busca naval no arquipélago de Estocolmo, após uma suspeita de observação de submarinos.

O sistema de mísseis superfície-ar desdobrado com o regimento de Gotland é o BAMSE SRSAM, que foi desenvolvido pela empresa de defesa sueca Saab durante a década de 1990 e início de 2000.

Com um alcance de 15 a 20 quilômetros, o sistema representa um aumento “significativo” das capacidades antiaéreas do regimento de Gotland, de acordo com as forças armadas.

No ano passado, o governo da Suécia deu sinal verde para os militares comprarem o sistema de mísseis Patriot, da firma de defesa americana Raytheon.

Bydén também enfatizou que o desdrobramento não anunciado do sistema BAMSE era uma “solução rápida” para atender a um nível de ameaça crescente, mas enfatizou que ainda havia necessidade de novos sistemas antiaéreos.

FONTE: The Local.Se

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Tomcat4.0
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Tomcat4.0

Opa, manda umas baterias desta aqui pra nozes.

Mac
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Mac

Que Deus não permita isso, causando alguma tempestade que impeça-os de vir.

A diferença do RBS-23 para os nossos RBS-70 é o alcance. Continua sendo um sistema muito caro, monocanal e de curto alcance.

Entusiasta Militar
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Entusiasta Militar

Existe muita diferença entre o RBS-70 e o Bamse … melhor você pesquisar melhor sobre eles

Mac
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Mac

Eu sei as diferenças intrínsecas do sistema, quis falar no sentido prático. Creio que uma interpretação de nível básico seja o suficiente para entender isso. Bamse é um sistema monocanal de curto alcance, o que o torna ridículo. Só pode travar em um alvo por vez e possui um alcance de 20 km o coloca em risco que sofrer com armas anti-PGM que sejam disparadas em dupla, ou até mísseis anticarros de longo alcance, como Spike NLOS. Um sistema com esse alcance só poderia possuir duas tarefas: anti-PGM e escolta AAe de unidades mecanizadas/blindadas. Como arma anti-PGM é inútil e… Read more »

Bosco
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Bosco

Mac, Para ser necessária uma escolta AAe para as forças de terra subtende-se que não há superioridade aérea das forças amigas. A doutrina da OTAN prevê o estabelecimento da superioridade aérea. A defesa para a OTAN das forças de terra contra a ação de interdição aérea inimiga promovida por eventuais furões da bolha defensiva (feita pelos caças e AEWs) ou no caso da superioridade aérea não ter sido alcançada, seria efetuada por veículos AA leves capazes de atirar em movimento e por sistemas móveis de maior alcance operando estáticos na tática de “pula-pula”, usando mísseis de laçamento vertical com seeker… Read more »

Mac
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Mac

Concordo em partes. Hoje alguns países da OTAN estão pensando em adotar conceitos como M-SHORAD. As ameaças aéreas podem ser continuamente mascaradas e transpassar sistemas de cobertura, a maior probabilidade deles são os Drones. EUA já está tomando medidas, apesar de não ser nenhum Pantsir. Outros países fora OTAN pensam na mesma forma. AEW e caças não vão conseguir cobrir o tempo todo seus avanços. Se fossem capazes, isso não estaria sendo repensado. Helicópteros ainda podem utilizar o terreno para chegar próximo aos alvos, muitos deles com capacidade de engajamento NLOS. Quanto ao seu comentário de aqui não haver países… Read more »

Bosco
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Bosco

Mac,
Vale salientar que a doutrina de se usar sistemas C-PGM, a rigor, é russa. No Ocidente (OTAN) o foco dos sistemas AA é nas funções C-RAM, C-UAS e ACM, além é claro da função AA clássica.
Não estou dizendo que nós não possamos adotar armas com capacidade C-PGM, mas tal prática (doutrina) ainda não é generalizada. O foco no Ocidente ainda é o vetor e não a munição.
Claro que isso está mudando e muitas armas C-RAM estão sendo aprimoradas para também atuarem como C-PGM, como por exemplo o Irom Dome (tem 20 mísseis no lançador).
Valeu!

Mac
Visitante
Mac

Eu entendo isso, mas o meu comentário é muito mais em torno do custo benefício. O Bamse seria adquirido para ser basicamente uma arma C-PGM de defesa de ponto, já que hoje aeronaves da AL mesmo já possuem uma relativa capacidade stand-off acima de 20 km (alcance do Bamse). Neste caso, seria impossível enfrentar a ameaça, apenas suas munições disparadas. Considerando este cenário, o Bamse é horrível por não ter efetividade mínima contra ataques de saturação. Nem falo sobre 24 mísseis, bombas ou foguetes sendo disparados num único alvo, 7 bombas já daria para passar o Bamse com facilidade, isso… Read more »

Luís Henrique
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Luís Henrique

Eu concordo sobre o Iron Dome. E só para lembrar são 20 mísseis e não 12 por veículo lançador. Só precisamos investigar melhor um detalhe: o preço e se os sistemas BAMSE oferecidos são Usados das forças suecas. Se forem novos de fábrica não vale à pena, vão custar caro. Eu já gostei muito do BAMSE no passado, mas hoje eu não apoiaria sua compra, claro, dependendo do preço. Prefiro mais o Iron Dome. Mas se for usado e por um preço BEM convidativo, acho que vale à pena. Sobre os 5 mísseis saturar a bateria, não é bem assim.… Read more »

Bosco
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Bosco

Luis e Mac, O Iron Dome é bom mas é um trambolho difícil de ser colocado e retirado de operação. Ele é muito dedicado à proteção de alvos fixos. É um sistema mais “estratégico”. Acho que para o Brasil seria melhor um sistema mais móvel e mais “tático”, todo montado em caminhão. Vejo com bons olhos o Bamse. Até onde eu sei ele tem dois canais de tiro podendo controlar dois mísseis ao mesmo temp e dois sistemas de aquisição (radar e EO) , mas contra o mesmo alvo. Ele pode combinar a aquisição por radar com a aquisição via… Read more »

Mateus Lobo
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Mateus Lobo

Bom apontamento sobre o Iron Dome, a IAI também desenvolveu o sistema Barak MX, composto de três interceptadores diferentes, com alcances diferentes, Barak MRAD 35km, Barak LRAD 70km, Barak ER 150km. Tive conhecimento desse sistema hoje e achei uma solução interessante. Quais suas considerações sobre ele Bosco?

Bosco
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Bosco

Mateus, Sabe-se pouco sobre esse sistema israelense mas parece muito completo e sofisticado. Basicamente é um sistema baseado na família Barak 8 que visa a defesa em camadas. A vantagem sobre outros conceitos de defesa em camadas é que tudo é integrado o que facilita a defesa. Os americanos estão fazendo isso integrando todos os sensores dispersos (radar Sentinal, radar do Patriot, radar do THAAD, etc.) via DL numa rede centralizada denominada de Integrated Air and Missile Defense Battle Command System (IBCS). Em vez de um determinado míssil ficar sujeito só ao seus sistema (controle de tiro) ele poderá ser… Read more »

Mac
Visitante
Mac

Há propostas de versões para o Iron Dome móvel, como em viaturas: https://www.janes.com/article/80856/iron-dome-goes-on-the-road-es18d2

Não, o Bamse não tem dois canais. Ele possui apenas um canal, porém ele pode guiar dois mísseis através do mesmo canal com um ângulo de 7º, capacidade similar ao Pantsir, que possui 3 canais mas pode guiar 4 mísseis. Já foi debatido ao extremo isso e é praticamente inútil, só serviria para disparar dois mísseis em apenas um único alvo para garantir o acerto.

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Por isso ambos concordarmos, para o Brasil o melhor é o Spyder, depois o Sueco.

Mac
Visitante
Mac

Luís, perdão, mas achar que ângulo de 7º faz o Bamse interceptar dois alvos por vez é querer forçar a barra ao limite mais do que o normal. Ataques em saturação nunca virão da mesma direção e sim por todas elas. Bombas como Spice podem ser programadas para atacar o alvo em ângulos diferentes, inclusive até 90º da posição que foi lançada, praticamente no flanco do inimigo. A capacidade de guiar dois mísseis no mesmo canal é muito antiga e compartilhada por outros sistemas, serve somente para você ter a confirmação do abate de um alvo jogando dois mísseis nele.… Read more »

Luís Henrique
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Luís Henrique

Mac, não é forçar a barra é informação divulgada sobre o sistema. A informação é guiar 2 mísseis contra 2 alvos Diferentes desde que estejam em um arco de 7 graus. Se o BAMSE não pudesse atacar um alvo diferente a informação de 7 graus não faria sentido. Se é o mesmo alvo, não precisa de grau nenhum. E antes de imaginar que 7 graus é insignificante, vamos a matemática: SENO = CATETO OP / HIPOTENUSA Traçamos uma linha reta entre o MCC do BAMSE e o 1o alvo no alcance maximo do missil de 20.000 m. Traçamos outra linha… Read more »

Mac
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Mac

Luis, creio não ter sido claro. Forçar a barra é achar que guiar dois mísseis no mesmo canal comum ângulo de 7 graus faz dele capaz de atingir dois alvos ao mesmo tempo. Me ache o trecho em que diz que guiar esses mísseis através do mesmo canal o torna capaz de travar em dois alvos ao mesmo tempo. Uma coisa é guiar dois mísseis através do mesmo canal, outro é travar nos alvos. Existe uma diferença gritante entre eles e me espanta o malabarismo que está se fazendo sobre isso. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra… Read more »

Luís Henrique
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Luís Henrique

Mac, 2 mísseis do BAMSE não precisam atingir 2 alvos exatamente no mesmo milésimo de segundo. No próprio desenho de propaganda oficial, a SAAB mostra 2 aeronaves alvo e 2 mísseis no ar disparados de um único MCC. Motra também 2 mísseis de cruzeiro alvo e 2 mísseis BAMSE disparados de um único MCC, um atingindo o alvo e o outro logo atrás para o 2o alvo. A verdade é que qualquer sistema antiaéreo pode ser saturado. Mesmo um com 20 mísseis como o Iron Dome. Não estou afirmando que o BAMSE é muito bom nesse quesito, concordo que não… Read more »

bjj
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bjj

MAC Embora não esteja errado, sua informação induz ao erro. O limite de engajamento de apenas um alvo por vez (algumas fontes dizem ser dois) se dá por cada reboque de lançamento. Como cada bateria é composta por até seis reboques de lançamento, o número de alvos engajados simultaneamente por bateria pode ser de até 6, independente de direção. Considerando ainda que a velocidade do míssil utilizado no sistema bamse é bem alta (inicial superior a 900 m/s), cada reboque poderia, em tese, interceptar duas ou três ameaças em sequência antes delas atingirem o próprio sistema ou o alvo de… Read more »

Mac
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Mac

Mas eu fui específico quando falei que o limite de 1 alvo por vez era sobre cada viatura lançadora, tanto que falei “uma bateria só poderia interceptar 4 ou 6 alvos por vez, dependendo da sua composição se for de 4 ou 6 aeronaves”. Está muito claro isso em meu comentário. Em contraste, os outros sistemas que citei tem quase a mesma capacidade em uma única viatura, exceto pelo Sosna-R. Sobre sua consideração na questão da velocidade do míssil é irrelevante, pois ataques de saturação costumam vir com PGM’s inimigos muito próximos um do outro ou por ângulos separados. Ninguém… Read more »

Bosco
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Bosco

São raras as ocasiões e os cenários em que se utilizam armas stand-off com mais de 20 km. Então, a rigor, não há o que se falar de C-PGM, principalmente em nosso TO. Os russos idealizaram isso pensando nos mísseis antirradiação que podem ser lançados a grandes distância, por exemplo, o HARM tem alcance de mais de 100 km. Daí o Pantsir pra proteger os sistemas S400. Hoje o Pantsir serve para a defesa contra bombas planadoras e mísseis cruise. Contra bombas guiadas não vejo lógica tendo em vista que invariavelmente são lançadas a menos de 20 km. Mísseis táticos,… Read more »

Mac
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Mac

Bosco, dizer que bombas guiadas são lançadas com menos de 20 km é totalmente incorreto. Eu mesmo citei um kit que possui alcance entre 60-100 km, dependendo da bomba. Existem vários e vários kits que ultrapassam o 20 km. Citei inclusive um míssil anticarro de longo alcance, que o caso foi o Spike NLOS. Existem também o Maverick, Kh-29 e entre outros, todos eles com alcance superior ao do Bamse. Não precisa de mísseis de cruzeiro ou antirradiação, pois a posição dos alvo que o Bamse defenderá será conhecida. Não estou falando na destruição das MCC’s e sim do alvo… Read more »

Bosco
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Bosco

Mac,
Eu fiz menção às bombas planadoras e às missões SEADs no meu comentário anterior.

bjj
Visitante
bjj

MAC Desculpe, não havia visto seu comentário sobre o número total de alvos atacados. Sobre a velocidade do míssil ser irrelevante, discordo. Suponha que um avião de ataque lance 3 bombas Spice de fora de alcance dos mísseis do sistema Bamse contra um alvo de alto valor. As bombas se aproximam a uma velocidade média de, digamos, 250 m/s, frontalmente. Para percorrer os 20.000 metros máximos de alcance do sistema Bamse, elas levariam 80 segundos. Os mísseis do Bamse aceleram a mais de 900 m/s, mas como a velocidade não é constante,vamos supor que a velocidade média seja metade disto,… Read more »

Mac
Visitante
Mac

A velocidade do míssil é irrelevante porque o Bamse segue a média internacional de velocidade para mísseis antiaéreos, simples assim. Vocês estão pegando esses dados e colocando como se o Bamse fosse o míssil AAe mais rápido do mercado, quando não é e perde em velocidade pra alguns. No caso do Pantsir ele leva uma surra de velocidade. Então torna-se relevante, é o mesmo que comparar carros de combate modernos e dizer que aquele é o melhor porque tem canhão 120 mm, quando na média praticamente todos possuem, com exceção dos canhões 125 mm. E outra, dizer que o Bamse… Read more »

bjj
Visitante
bjj

MAC A velocidade não é irrelevante, e o fato de outros sistemas possuírem velocidade igual ou superior não é um contraponto a esta afirmação. Como demonstrei através dos números que você não rebateu, a alta velocidade permite mesmo a um sistema monocanal interceptar de dois a três alvos em sequência. Sobre a capacidade de detectar bombas e mísseis de cruzeiro, não há nada demais nisso. O sistema Roland, da década de 70, detectou e destruiu bombas de 1.000 libas na guerra das malvinas. O Sea Wolf, da RN, chegou a destruir projéteis de 114 mm em testes, mesmo sendo muito… Read more »

Mac
Visitante
Mac

Não me admira que você tenha imputado a mim o “seu comentário induz ao erro”, pois sua capacidade de interpretação é lamentável. Em momento algum eu disse “a velocidade do míssil é irrelevante”, eu disse “dado a velocidade de sistemas similares, o uso da informação da velocidade do míssil na tentativa de coloca-lo acima é irrelevante”. Existe uma gigantesca diferença entre ambos, espero que depois de desenhar fique definitivamente claro. Se ele tem velocidade parecida com outros sistemas, então pouco importa, o que está em jogo aqui é sua capacidade – ou a COMPROVADA falta dela, com base em dados… Read more »

bjj
Visitante
bjj

MAC Na questão da velocidade: você basicamente tenta dizer que é irrelevante porque outros sistemas são tão ou mais velozes, ou seja, seria irrelevante num contexto de comparação com outros sistemas. Você ataca espantalho, já que em momento algum se faz, da minha parte, alguma comparação com outro sistema, muito menos juízo sobre um melhor ou pior. Apenas mencionei a velocidade como contraponto à sua afirmação de que um sistema monocanal (bamse) seria incapaz de lidar com mais de um alvo por vez. Aliás, gostaria da fonte da sua informação, com taxa de mísseis lançados e taxa de acerto, para… Read more »

Luís Henrique
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Luís Henrique

Mac, voce esta considerando o radar do MCC ou o radar principal da bateria? É, normalmente um Giraffe com mais de 120 km de alcance em um mastro com 12 m de altura. Se for posicionado na parte mais alta da área a ser protegida, poderá detectar objetos de baixo RCS, voando bem baixo, a uma distância bem superior aos 20 km do alcance dos mísseis antiaéreos.

Entusiasta Militar
Visitante
Entusiasta Militar

Tomcat4.0

Seria muito interessante mesmo a SAAB enviar uma bateria para demostração junto ao Exercito, afinal, quem quer vender deve ter o mesmo interesse ou ate maior interesse de que deseja comprar nao é mesmo …

Tomcat4.0
Visitante
Tomcat4.0

Pois é ,aguardemos com esperança!!!

art
Visitante
art

Guerra Fria esquentando. A Suécia tem o BAMSE, e o IRIS-T e comprou o PATRIOT. Está montando uma defesa antiaérea em camadas.

JS666
Visitante
JS666

Ela já tinha né, duas camadas simples, BAMSE + HAWK, vai substituir eles.

art
Visitante
art

na verdade o BAMSE não será substituido a Suécia participou do desenvolvimento do IRI-T e comprar era natural, o PATRIOT vai mais longe.

art
Visitante
art

Eles estão oferencendo o BAMSE ao Brasil também.

Defensor da liberdade
Visitante
Defensor da liberdade

http://survincity.com/2013/07/export-version-of-sam-database-with-a-missile-iris/

O radar do IRIS-T SAM é esse mesmo da segunda foto? Parece um lego gigante….

art
Visitante
art

Esse radar é o GIRAFFE AMB, o radar pode ser o Giraffe AMB ou 4A ou o ELTA 2084 MMR o míssil foi feito para interagir com qualquer radar

Defensor da liberdade
Visitante
Defensor da liberdade

Essas 4 antenas não trariam um custo mais elevado, ante apenas uma que gira?

Bosco
Visitante
Bosco

Defensor,
Aumenta o custo. A vantagem de um sistema de radar multifacetado de varredura eletrônica é uma capacidade aprimorada para detectar pequenos alvos como por exemplo, mini UAVs, munição de morteiros, etc.
Num sistema que não visa ser antibalístico ou contra mísseis hipersônicos que exige uma atualização constante e não uma atualização intermitente (por um radar giratório) ou com função C-RAM, seria dispensável porque apesar da vantagem relativa tudo indica que os modernos radares 3D giratórios são bons para detectar ameaças com baixo RCS.
Mas pelo jeito tá sobrando dinheiro e resolveram dar um “plus” a mais.

Mauro
Visitante
Mauro

Não sei não …mas acho q em breve teremos esse equipamento por aqui …ou estarei enganado…

Adriano Madureira
Visitante
Adriano Madureira

Por quê os russos teriam interesse em invadir essa ilha?

Humberto
Visitante
Humberto

Resumidamente, Os Russos não tem interesse em invadir a ilha mas sim dominar toda a região do Báltico POIS o maior porto (São Petersburgo – de onde sai e entra uma boa parte das cargas) está na região. Quem controlar a região, pode estrangular comercialmente a Russia e ela sabe muito bem disto. Com o alinhamento da Letônia, Lituânia e Estônia (ainda dependem fortemente do gás Russo) rumo a Otan, a Suécia começou a relaxar, mas depois que (como diz o artigo) a Russia abocanhou a Crimeia a coisa voltou a complicar. Temos que lembrar que tirando o Báltico existe… Read more »

Raphael
Visitante
Raphael

O Cáspio não dá no Atlântico, este chega no norte do Iran, através do mar negro, passando pelo Mediterrâneo (Bósforo) passando por Gibraltar chega no Atlântico, mas é dureza passar pelo Bósforo e Gibraltar em uma guerra

Humberto
Visitante
Humberto

Tem razão Raphael, obrigado, me confundi o Cáspio com o Negro.
Um grande abraço

jose luiz esposito
Visitante
jose luiz esposito

Confundir .

Evgeniy (RF).
Visitante
Evgeniy (RF).

Por quê os russos teriam interesse em invadir essa ilha?

——

Boa pergunta Mas a resposta é conhecida apenas pela imprensa ocidental e especialmente pela sueca. Os próprios russos não sabem por que deveriam atacar a Suécia.

Augusto L
Visitante
Augusto L

Em caso de guerra, dominar a ilha de Gotland é essencial para impedir reforços, por mar, a os paises bálticos.
Quanto ao comércio, é irrelevante se alguem quiser bloquear a ligação do porto de São Petersburgo ao Atlantico, o fará na entrada do Baltico, ali nas águas entre a Noruega, Dinamarca e Suécia.

Carlos Campos
Visitante
Carlos Campos

esses sistemas de média altitude o que mais tem na Europa além do pantsir?

Bosco
Visitante
Bosco

Carlos,
Tem esses:
Noruega: NASAMS (30 km)
Itália: Aspide 2000 (25 km)
RU: CAMM (25 km) , CAMM ER (40 km)
França: VL Mica (25 km)
Alemanha: Iris-T SL (20 a 40 km)
Suécia: BAMSE (20 km )

Bosco
Visitante
Bosco

Interessante que dos 6 sistemas de médio alcance europeus 5 são baseados em mísseis ar-ar.
Os mísseis de curto alcance como os Roland, Crotale e Rapier estão em franca obsolescência. Logo só haverá os sistemas portáteis (manpads/crewpads), os de médio alcance e os de grande alcance.
Os portáteis europeus só os Mistral e o Starstreak e os de grande alcance são os Samp-T e MEADS.

Carlos Campos
Visitante
Carlos Campos

obrigado bosco

Entusiasta Militar
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Entusiasta Militar

Sabe tudo mesmo

art
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art

Grande bosco, gosto muito das intervenções adoraria trocar idéias no particular, onde entra os LRAD e THAAD? obrigado. O que é A2/AD?

Bosco
Visitante
Bosco

Art, LRAD é um nome escolhido para um míssil da família Barak 8 que compõe um sistema que está sendo desenvolvido pelos israelenses , o Barak MX. É um sistema novo que se sabe pouco sobre ele que visa prover defesa antiaérea em camadas indo até 150 km. O THAAD é um sistema antibalístico americano com capacidade endo e exoatmosférica com 200 km de alcance e capaz de interceptar veículos de reentrada e mísseis entre 40 e 150 km de altura. Faz Mach 10 e é capaz de interceptar mísseis balísticos até de alcance intermediário com velocidades de até 4500… Read more »

art
Visitante
art

Obrigado Bosco, adoraria trocar ideias contigo além desse espaço. Grande Abraço!

paulop
Visitante
paulop

Interessante o sistema Nasams. É uma boa combinação de missil (no caso o AMRAAM), um sistema radar (o MPQ-64 Sentinel) e um sistema de C4I (ou Fire Distribuition Center). O Brasil deveria pensar em algo semelhante. Identificar um míssil adequado,como o A-Darter – 20km de alcance; o CAMM – alcances já citados; ou até o Iris-T – idem; (todos compatíveis com o Gripen e o CAMM para as Tamandarés). Depois disso, integra-los a um sistema radar de vigilância aeroespacial (o Saber M60 tem alcance de 70km). Depois pensar em um sistema de Comando e controle (uma Central de Controle e… Read more »

Carlos Alberto Soares
Visitante
Carlos Alberto Soares

Por isso o Spyder é o melhor:

Dois níveis,
Phyton V
Derby NG

Dois módulos diferentes de busca que facilita a eliminação do alvo.

Acomoda no KC 390

Mísseis intercambiáveis com as anvs de ataque da FAB.

Sem restrições ou bloqueios de Israel em caso de conflitos

Gabriel BR
Visitante
Gabriel BR

Será que os suecos não teriam umas baterias dessas de Segunda mão para nos vender?

Pedro Bó
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Pedro Bó

Me recordei de filmes suecos como Vergonha (do Ingmar Bergman) e O Sacrifício (do Andrei Tarkovsky, mas de produção totalmente sueca) em plena Guerra Fria e tratando de conflitos em território sueco, cujos inimigos nunca eram denominados, mas que tudo levam a crer serem os russos.

smichtt
Visitante
smichtt

“O Sétimo Selo” do Bergman também pode ser visto (claro que não é o tema central do filme) como uma alegoria do período da guerra fria, durante a qual o filme foi produzido.

Pedro Bó
Visitante
Pedro Bó

Vale dizer ainda que a Ilha de Faro, onde o Ingmar morava, fica à menos de 1km de barco de Gotland.

ScudB
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ScudB

Amigo Pedro!
O Sacrificio nem de longe se enquadra nesta alegação. Principalmente lembrando que foi baseado no roteiro “A Bruxa” dos Strugatsky e com forte influencia de Bulgakov.
Não consigo imaginar como Voce chegou a estas impressões. É um ponto de vista interessante porem fica meio forçado.Imho..

smichtt
Visitante
smichtt

Caro ScudB: Desculpe-me a intromissão em sua conversa, mas queria agradecer suas dicas acerca de alguns autores que ou influenciaram ou serviram de base para alguns filmes do Tarkovsky. Vou tentar rever seus filmes; afinal de contas vi alguns deles há várias décadas e decerto vendo-os hoje a leitura será diferente.

Rodrigo
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Rodrigo

Aposto que a Saab tá doida pra fabricar o sistema aqui no Brasil, seria ótimo.

nonato
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nonato

Não gosto do alcance.
Muito baixo.

Entusiasta Militar
Visitante
Entusiasta Militar

Rodrigo

Talvez vender sim deve ta mesmo, mas fabricar nao sei nao

Luís Henrique
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Luís Henrique

Não. Eles querem vender os usados das forças suecas, que não querem mais o BAMSE, vão comprar Patriot e querem arrumar algum paiseco de 3o mundo para comprar os bamse usados.

Bosco
Visitante
Bosco

Luís,
Algumas fontes citam que o sistema Iris-T SL irá substituir o RBS70 e o não o Bamse. Não há nenhuma referência oficial ou pelo menos credível que afirme que o Bamse será retirado de operação pela Suécia e eu não acredito que o Iris-T irá substituir o RBS-70.
A mídia fala pelos cotovelos e muitas vezes o (a) estagiário (a) que escreveu a matéria, no dia anterior a sua função mais importante era a de fazer café e comprar o lanche da tarde. Não entende bulhufas de nada e muito menos de míssil.

Luís Henrique
Visitante
Luís Henrique

Sim Bosco. Pode ser que continuem. Mas com Iris-t + Patriot não vejo necessidade nenhuma de Bamse.
E fora isso existem conversas nos bastidores de que eles (Os suecos) estão oferecendo os seus BAMSE usados para o Brasil.
O que não foi confirmado em nenhuma mídia, porém faz todo o sentido para um país que está comprando iris-t e Patriot e sabendo as capacidades e limitações dos Bamse.

Antunes 1980
Visitante
Antunes 1980

Pelas informações comentadas pelos foristas, chego à conclusão que a Europa não está tão bem servida assim de defesa antiaérea.
Alcance em média de 40km.

Luís Henrique
Visitante
Luís Henrique

Holanda, Alemanha, Grécia, Espanha usam o Patriot americano.
Romênia, Polônia e a Suécia são prováveis usuários futuros.
França, Itália e Suíça usam o SAMP-T que utiliza mísseis Aster-30.
Quem realmente não tem nada é o Reino Unido.

nonato
Visitante
nonato

É uma lacuna inaceitável para potências europeias.
E acho que até os patriot deixam a desejar.

Bosco
Visitante
Bosco

Nonato, Deixam a desejar em relação a quê? O S400 e o S300V têm alcance contra aeronaves de 250 km e contra mísseis balísticos de 40 km. O Patriot tem alcance contra aeronaves de 160 km e contra misseis balísticos de 35 km. O Ocidente simplesmente não quer mísseis antiaéreos com 250 ou 400 km de alcance para defesa antiaérea terrestre. Apenas o sistema Aegis naval é que adota mísseis com 240 km (SM-2Block IV) e 400 km (SM-6)contra aeronaves e 40 km contra mísseis balísticos além do SM-3Block I com 800km contra mísseis balísticos e o Block 2A (2500… Read more »

Carlos Gallani
Visitante
Carlos Gallani

Mano do céu, vc é uma enciclopédia sobre mísseis, mestre é pouco!

Augusto L
Visitante
Augusto L

Pelo que eu saiba só a França comprou o SAMP-T.

Bosco
Visitante
Bosco

A Itália adquiriu o SAMP-T e a Alemanha o MEADS.

Carlos Campos
Visitante
Carlos Campos

eu acho o SAMP-T legal, mas quando vemos que a Rússia tem o S400 aí eles estão atrás, mas acho que eles estão assim pq estão escorados nos EUA, não que os EUA ache ruim, pq eles vão vender SAM para os europeus

Bosco
Visitante
Bosco

Carlos,
Não é questão de estar atrás e sim de doutrina. A Rússia tem como “inimigo” a OTAN e a OTAN tem a Rússia. Ambos têm equipamentos voltados para suas necessidades.
As aeronaves que seriam derrubadas pelos S400 serão derrubadas pela OTAN de qualquer forma, só que de modo diferente.

Carlos Campos
Visitante
Carlos Campos

eu acho que uma visão errada por parte da Europa, eu acredito que quanto mais longe for possível abater o inimigo melhor.

Bosco
Visitante
Bosco

Carlos, Você já viu um gráfico mostrando o trânsito de aeronaves civis na Europa? Quanto mais longe mais difícil de determinar quem é amigo e quem é inimigo. Uma guerra não necessariamente irá parar o tráfego civil de aeronaves sobre a Europa e o uso de mísseis de alcance muito grande aumenta os riscos. Os russos aceitam mais esses riscos tendo em vista a necessidade deles de abater os denominados HVA (ativos de alto valor) , formado pelos aviões AWACS, E8, etc. O alcance divulgado pelos russos para o sistema S400 e S300V de 250 km (e possivelmente até 400… Read more »

Jacinto
Visitante
Jacinto

E isso para não falar do horizonte radar. A 150km de distância basta voar a menos de 1000m de altitude que a curvatura da terra protege a aeronave.

Brunow basillio
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As aeronaves podem até esconder dos radares em terra, voando menos de 1000m, mas e os AWACs que estarão acima delas (voando no território do próprio país atacado) poderão detecta lo a centenas de Km , e se possível até guiar míssil para abate las…

Carlos Campos
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Carlos Campos

obg não tinha levado em consideração essa parte sobre o RCS dos caças, mas vc acredita que os novos radares de nitreto de gálio que são mais sensíveis poderão mudar essa situação, tipo para os não stealth?

Bosco
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Bosco

Carlos, Sem dúvida! O surgimento de novos radares (GaN, fotônico, quântico) irá trazer novos desafios a todos (convencionais ou stealths). Aviões convencionais de RCS reduzido poderão ser detectados e rastreados mais longe com os radares de GaN, mas os mísseis para abatê-los teriam que ser imensos, sem falar no desafio de saber quem é amigo e quem é inimigo a grandes distâncias. Um hipotético míssil que consiga ser letal contra caças a 400 km de distância conseguirá abater aeronaves lentas ha 700 ou 800 km (???). Terá que ter altíssima velocidade para poder atingir caças. Estamos falando de Mach 8… Read more »

Mateus Lobo
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Mateus Lobo

Por isso que acho que um sistema como o Iron Dome deveria ser o foco do EB, uma combinação de Iron Bean, Tamir e Barak 8 cairia como uma luva. Mas como a grana é escassa, trás o Tamir primeiro, que é o essencial.
Já que o Bolsonaro gosta tanto de Israel faz esse acordo aí, tá ok? Kkkk

Carlos Campos
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Carlos Campos

obg bosco

Bosco
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Bosco

Antunes, Há basicamente 4 níveis de defesa antiaérea que mais ou menos é assim. 1-VSHORAD (alcance muito curto): mísseis manpads/crewpads e canhões, com alcance de 5 km e altitude de 4 km. 2-SHORAD (curto alcance): mísseis com até 15 km de alcance e altitude de uns 6/7 km. 3-HIMADS (média e alta altitude) a- média altitude: até 15 km de altitude e alcance além de 15 km e menor que 100 km b- alta altitude: além de 15 km de altitude e alcance maior que 100 km. – Os sistemas SHORAD (ex: Roland, Crotale, Rapier, ADATS) estão em desuso na… Read more »

Antunes 1980
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Antunes 1980

Que aula ! Valeu Bosco

GFC_RJ
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GFC_RJ

Podes crer. Muita coisa! Valeu, amigo Bosco!

Tomcat
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Tomcat
Victor F.
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Victor F.

E só lembrando que Kaliningrado fica no outro flanco.

Rene Dos Reis
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Rene Dos Reis

Obrigado , eu estava esperando o mapento mas você foi mais rápido no gatilho rs , sobre o mapa não consigo entender como a Finlândia conseguiu se manter como nação independente no pós guerra.

Tomcat
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Tomcat

Rene dos Reis, o mapento anda sumido, não vejo publicações dele a meses aqui. Tem um Ivan, que diz que foi da infantaria, não sei se é o mesmo. O caso é que, desde essa publicação:

https://www.aereo.jor.br/2018/10/22/nota-de-falecimento-ivan-plavetz-pesquisador-especializado-em-aviacao-militar/

o mapento não apareceu mais, e algumas pessoas e eu ficamos em dúvida se o Ivan Plavetz era o mapento, mas nunca tivemos essa certeza se era ou não. Aparentemente era ele, pois, como disse, depois do falecimento dele o Ivan Mapento não comentou mais aqui.

Tomcat4.0
Visitante
Tomcat4.0

Rapaz, agora que vc mencionou é que atinei pra isto, será então que era o Ivan o mapento hein que costumava colocar ” an old infantry man”. Que Deus o tenha em bom lugar .

Bosco
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Bosco

O Ivan Mapento e Frentista está vivo e bem. Ele tem comentado em outros posts. https://www.aereo.jor.br/2019/03/12/cacas-f-16-e-tropas-do-paquistao-em-alerta-maximo-na-fronteira-com-a-india/

Tomcat
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Tomcat

Vlw Bosco. Esse comentário dele não tinha visto. Mas que ele deu uma sumida ultimamente, isso ele deu. E se “aposentou” dos seus préstimos cartográficos, hehehe, então resolvi assumir o posto, dos mapas, bem dito, porque não conseguiria me igualar aos riquíssimos comentários que ele adicionava aos mapas

Rene Dos Reis
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Rene Dos Reis

Ufa que susto rapaz , sinto falta das postagens dele são simplesmente genias , desde criança adoro os mapas não os posto aqui mas adoro comentar nas postagens.

Humberto
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Humberto

Rene, A Finlândia conseguiu se manter independente pois como a Áustria, comprometeu a se manter não alinhado e neutro, além disto, a Finlândia mantem um relacionamento muito bom com o irmão Russo. A Finlândia na segunda guerra lutou contra os Russos ao lados dos Nazistas, depois teve que lutar contra os mesmos Nazistas e ainda por cima, estava em guerra com a Inglaterra. Realmente é impressionamento como se manteve como um pais independente. De bobos, eles não tem nada. O fuzil é o Valmet (que é um AK customizado (para não dizer melhorado, pois isto ofende muita gente) para a… Read more »

Carlos Gallani
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Carlos Gallani

Outro dia tive que explicar a relação histórica China/Rússia pq um artista aqui supôs que por terem um passado comunista eram aliados naturais, agora vc fala da Finlândia com o Irmão Russo, Irmão???? Eles se odeiam do fundo da alma, põe um russo, um finlandês, uma faca em cima da mesa e apaga luz pra vc ver o que acontece!

Humberto
Visitante
Humberto

Carlos, irmão Russo é uma maneira cínica de comentar sobre o vizinho. Não nego que tenho mais intimidade com o American Way mas nem por isto sou cego ideologicamente como muitos, gringo nem está ai com outros países e os chineses ou russos Idem. É muita ingenuidade de muitos acharem que um é melhor que o outro, o que existe é uma certa compatibilidade e só. Especificamente falando em armas, por exemplo, acho uma infantilidade gente acreditar piamente que equipamento Russo é melhor que a do americano, os gringos estão metido em guerras desde a segunda grande guerra, é o… Read more »

Carlos Gallani
Visitante
Carlos Gallani

Em tempo, a Finlândia ficou independente pq chacinou o exército vermelho quando este em seu território!

Rene Dos Reis
Visitante
Rene Dos Reis

Sim a historia que e contada e que só queriam recuperar territórios perdidos , mas curiosamente o Stalin inexplicavelmente relevou o fato de eles lutarem junto dos alemaes logo quem.

Jacinto
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Jacinto

É um sistema que, parafraseando o que o ex-comandante da FAB afirmou sobre a escolha do Gripen “Não é para assustar, mas impõe respeito”.

Defensor da liberdade
Visitante
Defensor da liberdade

Alguma novidade sobre o sistema russo 42s6 Morfey? Só vi uma ou duas ilustrações dele. Este seria para substituir os Tors e os Pantsir?

Evgeniy (RF).
Visitante
Evgeniy (RF).

Desde 2014, tudo é tranquilo.