sábado, setembro 25, 2021

Saab RBS 70NG

Obuseiro da Elbit Systems selecionado pelo Exército dos EUA para avaliação de tiro

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Iron Sabre

FORT WORTH, TX. – O Autonomous Truck Mounted Ordnance System (ATMOS) Iron Sabre da Elbit Systems of America é um obuseiro móvel selecionado para participar da Avaliação de Tiro de Canhão Móvel de 155 mm do Exército dos Estados Unidos.

O evento, que ocorrerá durante o primeiro trimestre de 2021, oferece ao US Army a oportunidade de revisar várias soluções da indústria e, em seguida, selecionar um sistema pronto para produção que demonstre aumentos no alcance, cadência de tiro e mobilidade em relação aos sistemas de artilharia atuais disponíveis para os Stryker Brigade Combat Teams (SBCTs).

A Elbit Systems of America é líder de mercado no fornecimento de soluções de artilharia e está confiante de que seu sistema terá um bom desempenho no teste de tiro, sendo avaliado como “pronto agora”. O ATMOS Iron Sabre é um sistema comprovado em campo de uma família de obuseiros que oferecem suporte a clientes internacionais há mais de 30 anos.

Compatível com todos os projéteis e cargas de propelente existentes nos EUA, ele atende às necessidades de obuseiro móvel do Exército imediatamente, entregando a modernização e melhorias de capacidade definidas pelo objetivo do Army Futures Command Long Range Precision Fires.

“O US Army Fires precisa de soluções que possam acompanhar os SBCT, atirar mais rápido e mais longe e, o mais importante, de baixo risco e prontas agora. O ATMOS Iron Sabre da Elbit Systems of America atende a todas essas necessidades”, disse Ridge Sower, vice-presidente de Ground Combat & Precision Targeting da empresa. “Temos o prazer de ser selecionados para esta avaliação e estamos prontos para entrega rápida de nossa linha de produção quente, se selecionados para produção e campo.”

FONTE: Elbit Systems

- Advertisement -

26 COMMENTS

Subscribe
Notify of
guest
26 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
Alfa BR
Alfa BR
9 meses atrás

Algo nessa linha cairia como uma luva para as brigadas mecanizadas do EB.

Henrique
Henrique
Reply to  Alfa BR
9 meses atrás

eu pegaria o M777 que tem uma praticidade maior e mais fácil/barato de operar.

Tomcat4,2
Reply to  Henrique
9 meses atrás

O M-777 é rebocado, aqui a questão é autopropulsado sobre rodas meu caro.

Henrique
Henrique
Reply to  Tomcat4,2
9 meses atrás

não pode ter os dois? até pq o autopropulsado (o que o EB tem atualmente) não chega onde o M777 pode chegar voando

Last edited 9 meses atrás by Henrique
Bosco
Bosco
Reply to  Henrique
9 meses atrás

Henrique,
O M777 ficaria exclusivamente com as brigadas de infantaria (leves), já esse poderá ficar nas Brigadas Stryker (médias) e os M-109/M-1299 ficariam com as brigadas blindadas (pesadas)

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Alfa BR
9 meses atrás

Acho que cairia bem tanto para o EB quanto para os Fuzileiros! Numa região pantanosa ou numa praia por serem mais leves devem ser mais ágeis que os obuseiros blindados!

Last edited 9 meses atrás by Fabio Araujo
Fighter_BR
Fighter_BR
Reply to  Fabio Araujo
9 meses atrás

Os fuzileiros vão de M777.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Fighter_BR
9 meses atrás

Mas esse é autopropulsado e o M777 não seriam complementares!

Bogaz
Bogaz
Reply to  Alfa BR
9 meses atrás

Sou fã do Pzh 2000. Agora, se seria apropriado para o EB não tenho a menor idéia.

Tomcat4,2
9 meses atrás

Torço muito para que o EB selecione este obuseiro para suas fileiras!!! Que máquinão !!!

Jhon
Jhon
9 meses atrás

Esse sistema visa substituir o M109 ou M777?

Bardini
Bardini
Reply to  Jhon
9 meses atrás

Esse iria para as Brigadas Stryker, logo, despacharia em tese os M777.
.
O substituto do M109 tende a ser o ERCA, se aquilo lá vingar.

Bardini
Bardini
9 meses atrás

O US Army vai avaliar outros sistemas, como Caesar e Archer.
.
A questão é clara: a artilharia do US Army tem curto alcance e estão tentando correr atrás do prejuízo, selecionando um projeto estrangeiro pronto, para construir localmente o seu obuseiro 155mm de 52 calibres.
.
Essa versão do Atmos aí da foto emprega um sistema de carregamento semiautomático. Os israeli já estão desenvolvendo um sistema de carregamento totalmente automatizado para a IDF.

Mercenário
Mercenário
Reply to  Bardini
9 meses atrás

Corroborando as informações do Bardini, serão pelo menos três sistemas avaliados: Archer (BAE), Caesar (Nexter) e Atmos (Elbit).

https://www.janes.com/defence-news/news-detail/nexters-caesar-joins-pack-competing-in-us-armys-mobile-howitzer-shoot-off

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
9 meses atrás

EUA adquirindo arma israelense é compra, ou troca de favores, só eu que fiquei confuso agora? 🤔🤔

Last edited 9 meses atrás by Defensor da liberdade
Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Defensor da liberdade
9 meses atrás

é compra.

Teropode
Reply to  Defensor da liberdade
9 meses atrás

Pensar dentro da caixa causa perda cognitiva , 💀

sub urbano
sub urbano
9 meses atrás

Reza a lenda q tudo começou no Afeganistão qnd os americanos viram os CAESAR franceses arrebentando a boca do balão: “queremos um treco desses tbm, disseram eles”.

Sobre o Brasil podem esquecer. Nossos recursos são escassos, como ficariam as pensões pra filhas solteiras?

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
Reply to  sub urbano
9 meses atrás

Na hora da guerra a gente lança as solteironas como munição 😂😂😂

Teropode
Reply to  Defensor da liberdade
9 meses atrás

Não tenho nada contra o cara não gostar de mulher mas , querer se livrar delas numa guerra já é demais 🤣🤣🤣🤣

Welington S.
Welington S.
9 meses atrás

Alguém sabe informar se o custo de manutenção deste obuseiro é muito caro?

Lobo
Lobo
9 meses atrás

Depois de ter visto os filmes do estrago que os drones fizeram no conflito Azerbaijão X Armênia. Qualquer tipo de artilharia rebocada perdeu o sentido.
Hoje é atirar, correr e com sorte sobreviver.

Ari Levinson
Ari Levinson
Reply to  Lobo
9 meses atrás

No conflito armenia com Azerbaijão as maiores vítimas dos drones foram os sistemas SAM

Teropode
Reply to  Lobo
9 meses atrás

Ou ter uma cobertura AA de primeira linha , igla não serve .

Lobo
Lobo
Reply to  Teropode
9 meses atrás

Concordo, mas se o país já não investiu em artilharia moderna é sinal que recursos para uma AA de primeira linha também não estão disponíveis. E AA de primeira linha sai caro, muito caro. Na minha opinião em qualquer cenário, AA descente é indispensável. Sem AA, ter rodas da uma chance de sobreviver, mas não garante nada.

Henrique
Henrique
Reply to  Lobo
8 meses atrás

Os armênios eram amadores, cometeram erros de principiante. Qualquer um mais competente e com MANPADS iria varrer aqueles drones simplórios dos ares.

Últimas Notícias

Exército Brasileiro testa variante de engenharia do Guarani

Capacidade deve ser implementada em todas as brigadas mecanizadas Os primeiros testes de campo foram iniciados no Arsenal de Guerra...
- Advertisement -
- Advertisement -