segunda-feira, março 1, 2021

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Boeing desenvolverá novo buscador para o PAC-3

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Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

A Boeing obteve contratos no ano passado totalizando US$ 974 milhões para desenvolver um buscador de próxima geração para o sistema de mísseis Patriot Advanced Capability-3 (PAC-3) do Exército dos EUA, bem como continuar e expandir a produção nas gerações atuais do buscador do PAC- 3, em Huntsville, Alabama, como subcontratada da Lockheed Martin.

O buscador fornece dados de orientação para o sistema de mísseis PAC-3, que protegeu combatentes em todo o mundo contra mísseis balísticos táticos, mísseis de cruzeiro e aeronaves hostis por quase duas décadas.

“A Boeing tem orgulho de continuar sua história de 20 anos de fornecimento de buscadores em apoio ao aumento e evolução das necessidades de defesa aérea e antimísseis”, disse Robert Green, diretor da Boeing Integrated Air and Missile Defense. “Continuamos comprometidos em garantir que os homens e as mulheres em serviço que dependem do PAC-3 tenham proteção pronta e confiável hoje – e capacidades modernizadas de próxima geração que podem superar, inovar, deter e derrotar as ameaças emergentes de amanhã.”

A Boeing produziu mais de 4.000 buscadores de mísseis PAC-3 desde o ano 2000 e recentemente estabeleceu um novo recorde de produção de programa de 12 meses em apoio à expansão dos requisitos de defesa aérea e antimísseis para os EUA, seus aliados e parceiros internacionais em todo o mundo – apesar de trabalhar em meio a distância física e outras medidas de saúde e segurança.

FONTE: Boeing

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willhorv
willhorv
1 mês atrás

Eu penso que, com o advento das armas de energia, a evolução da eletrônica e de seus atuadores, para garantir o posicionamento correto de mira, e com a crescente capacidade de se gerar energia em curto espaço de tempo, os sistemas de defesa baseados em mísseis vão cair por terra, pois são meios caros, que se destroem na melhor das hipóteses em 1 para 1 em relação ao agressor, enquanto os sistemas supra mensionados, podem atuar em tese, um alvo após o outro, sem custo material….salvo o combustível para gerar a energia necessária. E quando houver disponível reatores a fusão… Read more »

Bruno Vinicius Campestrini
Bruno Vinicius Campestrini
Reply to  willhorv
1 mês atrás

O problema dos lasers é o alcance, pois a atmosfera faz o a luz do mesmo se dispersar. Acredito que dificilmente veremos algo além do alcance de SHORAD para os lasers nas próximas décadas. Além disso, contra alvos voando a baixas altitudes em terra, a necessidade do laser de fazer tiro direto pode dificultar seu uso a depender do terreno. Sobre um reator de fusão capaz de ser colocado em um veículo, me parece difícil acreditar que será possível ainda nesse século.

Last edited 1 mês atrás by Bruno Vinicius Campestrini
Junior Durães
Junior Durães
Reply to  willhorv
1 mês atrás

Amigo, a própria curvatura da terra impede o uso desse tipo de arma para atingir um alvo quando esta esta além do horizonte. Somente uma munição guiada pode fazer este serviço. Sistemas com energia dirigida serão usados apenas contra alvo a curta distancia.

Bosco
Bosco
1 mês atrás

Não duvido que esse novo seeker irá habilitar o PAC-3 a atingir também alvos no solo a grandes distâncias, provavelmente além de 400 km.
Os PAC-3 são dotados de um radar ativo operando na banda Ku, a mesma do Hellfire Longbow. Seria só uma questão de ajuste do software, adição de GPS e uma bateria de longa duração para permitir o míssil atingir um alvo móvel a centenas de quilômetros após implementar uma trajetória parabólica.
Já vimos isso acontecer no caso do SM-6.
A ogiva na faixa de 8 kg seria suficiente para neutralizar a maioria dos alvos táticos imagináveis.

Last edited 1 mês atrás by Bosco
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