quarta-feira, outubro 27, 2021

Saab RBS 70NG

Uma Força Terrestre à altura dos desafios atuais

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

General de Exército José Luiz Dias Freitas

A dinâmica das relações internacionais e das interações sociais, neste primeiro quartil do século 21, é altamente desafiadora. As aceleradas mudanças, que abrangem todos os aspectos da vida humana e das sociedades, afetam também o fenômeno da guerra, exigindo de todas as nações um grande esforço para manterem seu estamento militar pronto e em condições de ser empregado, garantindo a defesa de seus interesses e de sua soberania.

A instantaneidade que caracteriza a modernidade mudou a velocidade das respostas que são exigidas das instituições. Não há mais tempo para longas deliberações e demorados processos decisórios. Os planejamentos devem estar prontos de modo que a ação, em face de uma nova demanda, seja imediata.

Essa também é a realidade da instituição militar. Em razão disso, o Exército Brasileiro tem procurado aperfeiçoar sua capacidade de pronta resposta, sempre com o foco no cumprimento de sua missão constitucional e de acordo com o seu conceito operativo, que é o da atuação no amplo espectro dos conflitos.

Tal capacidade, consubstanciada em um permanente estado de prontidão operacional, já é realidade em toda a Força Terrestre, como comprovam as sucessivas operações nas quais o Exército Brasileiro atuou com oportunidade e efetividade, especialmente em operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) – algumas das quais com expressivo uso da força –, em operações na faixa de fronteira no contexto da Lei Complementar 97 e em apoio à Defesa Civil ou a órgãos governamentais. Esse nível de operacionalidade é essencial e deverá ser mantido por toda a Força Terrestre.

Entretanto, a conjuntura atual e a que se descortina para o futuro próximo exigem o aperfeiçoamento constante da capacidade de pronta resposta da Força para missões mais complexas, características do ambiente volátil, incerto, complexo e ambíguo que caracterizam o atual momento histórico. Para tanto, a Força Terrestre deverá manter uma parcela de seus meios em permanente estado de prontidão, em condições de cumprir as diversas missões que podem ser impostas ao País, de acordo com a legislação vigente e com as orientações do Ministério da Defesa e do Comandante do Exército, além das diretrizes e dos planos estratégicos do Estado-Maior do Exército e do Comando de Operações Terrestres.

Essa Força deverá ser capaz de atuar nos múltiplos domínios do campo de batalha moderno, de forma simultânea ou sucessiva, em operações ofensivas, defensivas e de cooperação e coordenação com agências, em situação de guerra e de não guerra, com considerável grau de autonomia. Nesse contexto, a composição de forças deve ser flexível e modular, em estruturas elásticas adaptáveis às mudanças de ambiente.

Atento a essa necessidade, o Exército Brasileiro incluiu no seu Plano Estratégico 2020/23 o Objetivo Estratégico do Exército (OEE) 5 – Modernizar o Sistema Operacional Militar, que, em sua Ação Estratégica 5.1.3 – Implantar o Sistema de Prontidão Operacional de Forças, prevê a execução de ações para incrementar as capacidades de apoio a órgãos governamentais, de pronta resposta estratégica e de superioridade no enfrentamento.

Míssil de cruzeiro AV-TM 300 sendo lançado pelo ASTROS 2020

Assim, o Comando de Operações Terrestres (COTER) estruturou o Sistema de Prontidão (SISPRON), que englobará as Forças de Prontidão (FORPRON). Essas Forças poderão compor, ainda, uma Força Expedicionária e uma Força de Operações de Paz, essa última destinada a cumprir o compromisso brasileiro no âmbito do Sistema de Prontidão de Capacidades para Operações de Paz da Organização das Nações Unidas (UNPCRS, em inglês), em apoio à política externa do País.

Como consequência, o COTER promoveu ações em quatro eixos: revisão doutrinária, definição de capacidades e Forças necessárias, preparo e certificação das Forças e sustentação da prontidão. Para tal, expediu portarias e orientações para que, no ano de 2020, tivesse início um projeto-piloto com as seis brigadas da Força de Emprego Estratégico do Exército.

Além das brigadas da Força de Emprego Estratégico, outras brigadas definidas pelo Comando do Exército e um número variável de unidades que comporão os módulos especializados, também farão parte da FORPRON.

Em função da análise de cenários e de necessidades do Exército, poderá haver modificações nas Forças integrantes do SISPRON, tais como inclusões, exclusões ou substituições de grandes unidades (GU) ou módulos especializados. Esses, compostos por tropas com características e capacidades de apoio, logísticas e especiais, também seguirão os conceitos da prontidão operacional.

Essa conformação de Forças de naturezas diversas (blindada, mecanizada, paraquedista, leve, aeromóvel, de selva e motorizada), além dos distintos módulos especializados, que agregam capacidades de Inteligência (Intlg), Aviação (Av), Sistema de Aeronaves Remotamente Pilotadas (SARP), Guerra Cibernética (G Ciber), Guerra Eletrônica (G Elt), Operações de Informação (Op Info), Comunicação Social (ComSoc), Operações Psicológicas (Op Psico) e Defesa Química Biológica, Radiológica e Nuclear (DQBRN), dos apoios de Fogos e Artilharia Antiaérea (AAAe), Engenharia e Comando e Controle (C2) atende, em excelentes condições, às necessidades previstas para as operações no amplo espectro dos conflitos, em operações de guerra e não guerra, tanto na defesa da Pátria quanto em eventuais atuações sob a égide de organismos internacionais.

O Sistema de Prontidão Operacional prevê o cumprimento de três fases de treinamento e prontidão, de forma que o ciclo de prontidão tenha duração aproximada de 12 meses. Saliente-se que, dessa forma, o ciclo de capacitação orgânica dessas GU será encurtado, deixando de ser trienal e tornando-se anual.

Na primeira fase, os militares selecionados participarão das instruções da Capacitação Técnica e Tática do Efetivo Profissional (CTTEP) e dos Períodos de Adestramento Básico (PAB) de nível pelotão (Pel) e subunidade (SU), conforme previsto no Programa de Instrução Militar (PIM)/202.

Durante a segunda fase, será realizada a validação e a certificação do militar e de sua fração (pelotão, companhia, batalhão e brigada) pelos Comandos Militares de Área enquadrantes, com o apoio dos Centros de Adestramento do Exército, utilizando-se o Sistema de Simulação já em vigor na Força Terrestre. O exercício de certificação deverá contemplar as possibilidades reais de emprego da Força, sempre se considerando que o “emprego orienta o preparo”. Os módulos especializados sempre participarão junto à tropa, buscando-se a constituição completa da Força, a fim de se garantir a integração e a interoperabilidade.

Helicóptero AS365K2 Super Pantera
Helicóptero AS365K2 Super Pantera

Ao término da fase de certificação, inicia-se a chamada fase de prontidão propriamente dita. A tropa se manterá durante oito meses em prontidão operacional, disponível para ser empregada imediatamente pelo Comando do Exército. As fases se sucedem de maneira ininterrupta, de modo que sempre exista uma tropa pronta para substituir aquela que encerra seu período de prontidão operacional.

A sustentação da prontidão exige ações na área de pessoal, logística e instrução militar, a fim de se garantir a manutenção das capacidades adquiridas. Assim, cabe ao Órgão de Direção Operacional (ODOp), em cooperação com os Órgãos de Direção Setorial (ODS), controlar a situação de Quadro de Cargos (QC), Quadro de Dotação de Material (QDM) e níveis de suprimento, além da coordenação, com os Comandos Militares de Área, da execução de exercícios de tropa, de modo a manter os níveis de adestramento adquiridos.

Os Projetos Estratégicos do EB, alinhados com o PEEx e com a doutrina vigente, encarregam-se de obter novos Sistemas de Materiais de Emprego Militar (SMEM), além de modernizar os existentes. Em princípio, as Forças de Prontidão devem receber de forma prioritária esses equipamentos, sempre com foco na geração das capacidades necessárias.

Assim, ao término do corrente ano, cerca de 10 mil homens já terão sido certificados e, ao término de 2022, cerca de 14 mil, ou seja, um efetivo compatível com o de uma Divisão de Exército.

Dessa forma, a implantação efetiva do SISPRON fornecerá à Força Terrestre, a partir de 2023, condições de empregar, de forma imediata, o efetivo de uma Força Terrestre Componente até o escalão Divisão de Exército, ou módulos especialmente compostos, o que significará um efetivo incremento na operacionalidade da Força Terrestre, trazendo-a para um patamar ainda mais elevado e condizente com a estatura político-estratégica do Brasil.

FONTE: Agência Verde-Oliva/CCOMSEx

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Tomcat4,2
8 meses atrás

Que venham as modernizações de materiais e principalmente a aquisição de materiais novos e modernos para nossas tropas.

IgorCav
IgorCav
Reply to  Tomcat4,2
7 meses atrás

Falou em ONU, falou em recurso.

Charles Dickens
Charles Dickens
Reply to  Tomcat4,2
7 meses atrás

Que parem de ocupar cargos civis e cuidem do que deve ser cuidado.

Augusto L
Augusto L
8 meses atrás

Vamos ao cenário mundial. A superpotência atual tendendo ao isolacionismo e com isso sua ordem indo ao desarranjo. Primeiro o Brasil precisa entender, como a ordem mundial (Bretton Woods) nos beneficia. Vamos lá! Um pouco de contexto histórico, basicamente após a IIGM os EUA perceberam que não iam conseguir segurar a expansão soviética sem ajuda dos europeus, os mesmos que ja estavam a séculos lutando entre si e não tinham mais forças para mais guerras. Então os EUA fizeram o q fazem de melhor, pagaram eles para ser Time America, criando assim o sistema Bretton Woods. É por isso que… Read more »

Augusto L
Augusto L
Reply to  Augusto L
8 meses atrás

Implicações para força terrestre!

1 – Levar o estado para a região amazônica

2 – Ter uma presença capaz de Interver nos mercado de energia da América do Sul do qual o Brasil ainda depende.

3 – Ter capacidade estratégica de negar qualquer base estrangeira na região

4 – Presença no flanco sul para previnir uma Argentina assertiva e ressurgente!

Tomcat4,2
Reply to  Augusto L
8 meses atrás

Concordo contigo e na primeira parte escolho a opção 3 !!!

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Augusto L
8 meses atrás

“4 – Presença no flanco sul para previnir uma Argentina assertiva e ressurgente!”

What???

Marcus Pedrinha Pádua
Marcus Pedrinha Pádua
Reply to  Willber Rodrigues
8 meses atrás

Eu realmente não consigo entender como é que, para certas pessoas, s Argentina possa vir a ser, em qualquer cenário onírico, uma ameaça de qualquer tipo imaginável para o Brasil. Entendam de uma vez por todas, adolescentes: a Argentina é uma aliada e peça indispensável para o crescimento e fortalecimento do Brasil como país de relevo na AL e no mundo, pela complementaridade das economias, pelos interesses estratégicos e geopolíticos comuns e pelas ligações históricas entre os países. A existência de divergências entre nós e eles é natural e inevitável, mas as convergências são muito maiores.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Marcus Pedrinha Pádua
8 meses atrás

Jesus cristo…tem gente que insiste em viver com a cabeça nos anos 60…

Caio
Caio
Reply to  Marcus Pedrinha Pádua
7 meses atrás

Que a Argentina não é nenhuma ameaça militar para o Brasil, no dias de hoje ok,; MAS “PEÇA INDISPENSÁVEL PARA O CRESCIMENTO E FORTALECIMENTO” do Brasil, isso os deixaria com febre tifóide.

Welington S.
Welington S.
Reply to  Caio
7 meses atrás

Essa de “PEÇA INDISPENSÁVEL PARA O CRESCIMENTO E FORTALECIMENTO” foi de f____ kkkkkkkkk.

Waldeir
Waldeir
Reply to  Marcus Pedrinha Pádua
7 meses atrás

Não é bem assim até 1982 eram um adversário ,o antagonista contra o Brasil na AL , tendo um poderio militar até superior, chegamos a disputar uma corrida atômica!

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Willber Rodrigues
7 meses atrás

Seria tipo, os EUA fazendo o mesmo com a Inglaterra.
A Inglaterra foi é e para os EUA o mesmo que a Argentina e para nós. Gostando ou não, a Argentina e a segunda economia da região mesmo com crise econômica.

Welington S.
Welington S.
Reply to  Augusto L
7 meses atrás

Augusto, se não me engano, o presidente da república já falou sobre esse caso do Brasil se tornar independente de energia de outros países… parece que existe um problema ainda maior para que isso aconteça devido os sequelados ambientalistas e blá-blá-blá que vem com aquela narrativa de que estamos destruindo a moradia dos índios e mais blá-blá-blá.

Cristiano GR
Cristiano GR
Reply to  Augusto L
7 meses atrás

Parem de se preocupar com Argentina. Eles AMAM o Brasil, têm muuuiiiitttooooosss investimentos aqui, Camburiú é uma cidade construída por argentinos, todos os verões sem pandemia, invadem as praias do Sul do Brasil, muitas famílias são formadas por um dos pais argentino e outro brasileiro, etc. Um eventual ressurgimento da Argentina, seria muito bom para o Brasil, ambas economias cresceriam muito, além de os dois, juntos, sempre garantirem uma América do Sul pacificada e livre da presença de grandes potências, que é o verdadeiro risco que corremos com a economia argentina totalmente destruída e com uma sombra chinesa sempre pairando… Read more »

Marcus Pedrinha Pádua
Marcus Pedrinha Pádua
Reply to  Cristiano GR
7 meses atrás

É exatamente isso! Daí minha expressão “indispensável para o crescimento e fortalecimento do Brasil”: é que as economias de ambos são complementares e bastante ligadas. Autarquia e autosuficiência só na cabeça de tapados em economia. Como é Bolsonaro (aliás, isso ele mesmo disse que é). Como era Hitler.

Lala Croft
Lala Croft
8 meses atrás

Primeiro é necessário que o exercito brasileiro saiba a diferença entre Amazonas (AM) e Amapá (AP). Está faltando ao alto comando um conhecimento básico de geografia. Aos entusiastas da guerra, saibam que se o Brasil entrar em conflito é capaz que faltar bala no front.

Mensageiro
Mensageiro
Reply to  Lala Croft
8 meses atrás

Kkkkk perfeito. Não dá pra dar asas a Imaginação quando o que se tem na realidade é um desastre em tdas as esferas.

Rodrigo
Rodrigo
Reply to  Lala Croft
7 meses atrás

Isso é algo que eu sempre tive duvida. Como seria a logística das forças armadas em um hipotético confronto contra a Venezuela por exemplo? mal temos ferrovias no Brasil, como iriamos transportar munição, alimentos e soldados pra uma região com pouca infraestrutura?

Bille
Bille
Reply to  Rodrigo
7 meses atrás

Eu sempre acreditei que era muito mais barato manter uma ferrovia na selva do que uma transamazônica. Ocupa menos espaço, já temos a tecnologia para fabricar e o sistema é mais resistente à intempéries do que as estradas (que se não forem periodicamente muito bem cuidadas estragam muito fácil).

Logisticamente inclusive deveria ser planejada uma ferrovia que ligasse Manaus a Boa Vista.

Sagaz
Sagaz
Reply to  Bille
7 meses atrás

Concessão, tanto da ferrovia quanto da estrada. Mais fácil pagar o pedágio quando tiver que passar com os tanques, mas lá tem muito cacique (inclusive literalmente falando) para não querer o progresso.

Last edited 7 meses atrás by Sagaz
Da Escola
8 meses atrás

Não sei vocês, mas eu nunca consigo levar a sério esses discursos mirabolantes desses generais, seja de qualquer uma das três forças. Eles amam número exorbitantes, siglas e mais siglas pra parecer algo técnico, mas na verdade não passa de meras fantasias e sonhos distantes, pouca coisa dessa se aplica na real. Quem discordar, meus mais profundos sentimentos e vida que segue. Abraço forte.

Sagaz
Sagaz
Reply to  Da Escola
7 meses atrás

Não abrem mão do whisky e da lagosta.

Lala Croft
Lala Croft
Reply to  Sagaz
7 meses atrás

Ou da cerveja e da picanha

MFB
MFB
8 meses atrás

Força terrestre bem equipada mas sem defesa AA e sem cobertura aérea = um exército de caixões. Os drones estão aí….

MFB
MFB
Reply to  MFB
8 meses atrás

Quero saber mesmo é quando teremos força aérea e defesa Antiaérea.

Santiago
Santiago
8 meses atrás

O EB possui excelentes profissionais assim como a Fab e Fuzileiros Navais, o que falta é equipamento de ponta para esses soldados. Vários Oficiais das 3 Armas se destacam em cursos e treinamentos realizados nos Eua. Recentemente nos EUA, um Oficial de Cavalaria pertencente a uma Unidade do 12º Esquadrão do EB, sobressaiu em 1º lugar no Curso de Líderes de Cavalaria (Armor Basic Officer Leaders). O 2ºTenente de Cavalaria  foi um dos destaques em Fort Benning, EUA. O militar brasileiro destacou-se ao comandar o seu pelotão na plataforma M1A1 Abrams do US Army em uma operação ofensiva. O instrutor americano… Read more »

Fernandes
8 meses atrás

Falam muito, pouco fazem e a mamata dos militares não acaba nunca.

Óráculo
Óráculo
7 meses atrás

O problema com o EB é que, enquanto os oficiais mais jovens, com mais “T” pela profissão, e que sabem as necessidades da Força, fazem cursos, planejamentos, estudos, intercâmbios, etc. Os mais velhos, que estão prestes a se aposentar, só querem arrumar um jeito de aumentar suas regalias na reserva e desde já tentar um cargo em algum gabinete em Brasília. Ou seja, a maioria dos Generais e a maior parte dos Coronéis são um câncer em metastase que destróem o EB por dentro, de cima pra baixo. Não é a toa que só aumenta o número de oficiais que… Read more »

PedroG
PedroG
Reply to  Óráculo
7 meses atrás

Matou a charada…
Tem muito general da velha guarda que só pensa no próprio bolso, enquanto os jovens oficiais tão ralando..

IgorCav
IgorCav
7 meses atrás

Agora eu entendi porque o esquadrão aqui tá movimentado rs. Coisa boa vem ai, sair desse clima ocioso desde quando o Haiti acabou.

Alexandre ziviani
Alexandre ziviani
7 meses atrás

Se não tiver sistema de defesa antiaérea de médio alcance e sistemas EW,Bau Bau forcas terrestres…

Last edited 7 meses atrás by Alexandre ziviani
nonato
nonato
7 meses atrás

Offtopic. Arábia Saudita derruba míssil lançado pelos Houthis contra a capital Saudita.

Nascimento
Reply to  nonato
7 meses atrás

Pelo visto melhoraram o nível de prontidão após aquele ataque sofrido antes por drones.

100nick-Elã
100nick-Elã
7 meses atrás

O Sistema de Prontidão Operacional prevê o cumprimento de três fases: primeira fase: subserviência aos EUA; segunda fase: ódio aos inimigos dos EUA, afinal o que temos a ver com Coreia do Norte? eles mal sabem que nós existimos, mas nós os odiamos; e a terceira e última fase, é abanar o rabynho para os americanos, como perfeitos viralatas que somos..e divertirmo-nos falando mal de equipamento iraniana e russa, endeusando os equipamentos americanos, de fabricação made in Klingon.

Flanker
Flanker
Reply to  100nick-Elã
7 meses atrás

Acho que uma passadinha num psiquiatra lhe faria bem, minha senhora. Sua fixação com os EUA está lhe fazendo mal…..vc vê os EUA atrás da porta, embaixo da cama, dentro do armário….qualquer dia desses, vc vai ver os EUA no espelho…aí vc pode sofrer um colapso. Vc já está dando sinais disso….usa um sucesso dos cinemas e da televisão dos EUA em seu comentário, citando Klingon….os sinais já começam a aparecer…procure ajuda médica o mais rápido possível…..

Gelson
Gelson
7 meses atrás

Bom dia, teoria é o que mais se vê, se ouve e lê. E o termo “estratégico” continua sendo muito mal usado. Nestas alturas do campeonato o EB deve confiar muito ainda nos “pé-de-poeira” (infantaria), pois os “beiçudos” estão desarmados (quis dizer a cavalaria está sem MBT e carros de reconhecimento adequados) e a artilharia ainda está capenga (Grupos AP e Astros somente). Helitransporte depende de cobertura aérea adequada e DCA bem equipada e integrada – ambos em pequeno número ou em falta. Rede de informações via satélite compartilhados e de confiabilidade no mínimo duvidosa, UAV’s de número e qualificações… Read more »

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
7 meses atrás

Exército chafurda no papel de super polícia em GLOs e penduricalhos mas tem capacidade marginal pra guerra no estrangeiro ou contra invasores. As armas americanas estão voltadas pra fora – dentro, agências federais, guarda nacional ou polícias que garantem a lei e ordem. Isso é lá, que já quase nem é democracia; aqui impera a periférica lei do cão sonso (só morde se não tiver ração na tigela). A necropolítica (de esquerda ou direita) vai de mão dada com os maus modos herdados da presumidamente ultrapassada era colonial.

RENAN
RENAN
7 meses atrás

Já é um grande passo para frente

Iran Moreira
Iran Moreira
7 meses atrás

Desculpem-me a sinceridade, mas trata-se de um monte de “conversa fiada” (como sempre) desacompanhada de DINHEIRO. O exército está em cacos, temos um número PÍFIO de tanques, e ainda assim de qualidade mínima. Paisecos como Chile tem uma força terrestre mais bem equipada. Isso, em que pese as FFAA brasileiras terem um dos maiores orçamentos do planeta. Pra onde vai toda essa grana? No caso do exército, para a “farra dos 5.000 generais” (pesquisem), e uma série de outras MAMATAS CORPORATIVISTAS que dragam todos os recursos que poderiam ir para equipamento e pesquisa. Creio que somente uma INTERVENÇÃO CIVIL no… Read more »

Glasquis 7
Reply to  Iran Moreira
7 meses atrás

“Paisecos como Chile tem uma força terrestre mais bem equipada…” Tal vez, isso seja por que na realidade, os seus cidadãos tenham-se convencido de que não são “paisecos” mas sim, PAÍSES, conscientes das suas capacidades e limitações mas, por cima de tudo, conscientes dos riscos e da sua importância geoestratégica, dentro de uma região em que se vive na esperança de que seus gigantes geopolíticos algum dia, tomem consciência do que são e deixem de dormir eternamente em verso esplendido ou parem de chorar por uma evita que, Graças a Deus, não volta. Antes de rotular os demais países de… Read more »

RENAN
RENAN
7 meses atrás

Eu já fiz este comentário. É necessário ter uma força leve e permanente permeado no território nacional. Vamos dizer 60 mil homens espalhado próximo as nossas fronteiras terrestre equidistante cada base uma da outra. Equipados para rastrear e identificar as ameças com equipamentos muito leve.( Igla, drone, metralhadoras, câmeras de vigilância, capacidade de guerra irregular) Ter 4 tropas totalmente preparada para guerra com 40 mil homens cada uma. Uma na tripla fronteira dos estados AM, RO e MT, outra na fronteira PA,TO e MA, outra na fronteira SP, PR e MS e outra na fronteira BA. Estás quatro fortemente equipada… Read more »

Antunes 1980
Antunes 1980
7 meses atrás

Devemos aproveitar ao máximo o (FMS)Foreign Military Sales com o Estados Unidos.
Abrams, Cobra, F-16, antes que seja tarde demais.
Caso esta janela de oportunidade fique mais restrita, como aconteceu com a saída de Trump. A Rússia deveria ser nosso parceiro principal em armamentos.

Gelson
Gelson
Reply to  Antunes 1980
7 meses atrás

Boa tarde, Antunes! É bem por aí o caminho que, no caso aqui, o EB deveria trilhar. Querem e sonham com equipamentos de ponta dos melhores fornecedores mas acabam sempre (e o que acho muito pior), tentar reformar as velhas sucatas que já estão por aqui. E, estas reformas a gente já está careca de saber como acabam, ou não acabam… Já que eles só querem equipamento que fale inglês então que se abasteçam no FMS com o que tiver por lá. Senão, a Rússia ou mesmo a China poderiam fornecer quase tudo de prateleira. Mas, aí entra a ideologia…e… Read more »

Victor Filipe
Victor Filipe
7 meses atrás

Você vê uma matéria dessa e depois ve que os planos para o futuro das forças blindadas brasileiras é a modernização dos Leopard 1A5… parece uma piada muito mal gosto com a cara do contribuinte.

Johan
Johan
Reply to  Victor Filipe
7 meses atrás

Você não sabe da pior! Saiu do DOU e pelo jeito a modernização do Cascavel sairá do papel. irão praticamente aproveitar a carcaça e o canhão. Vão gastar dinheiro bom em um veículo concebido nos anos 60 baseado em outro da II guerra para operar até 2037!

Victor Filipe
Victor Filipe
Reply to  Johan
7 meses atrás

ah não…

tassios
tassios
7 meses atrás

Nunca vi tantas siglas na minha vida. Força ao EB.

Mustafah.kemal
Mustafah.kemal
7 meses atrás

Mais um amontoado de siglas para ficarem no papel, nos anos 90 tinha a FT2000, depois vieram outras, mas uma reforma profunda na estrutura do EB, com o fechamento de unidades localizadas em locais sem valor estratégico, a revisão do número de generais, grande para o efetivo, o encerramento de divisões, comandos e estruturas existentes em duplicidade nem pensar, planejar o Exército para sua atividade fim e não como uma grande repartição pública, com gente demais em atividades de apoio e administrativas e prevalecer nas promoções o efetivo lipassou da hora de se dar fim no ditado: “mais vale um… Read more »

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