terça-feira, setembro 21, 2021

Saab RBS 70NG

Engenharia paraquedista realiza capacitação em mergulho e resgate

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Rio de Janeiro (RJ) – Na última quinzena de fevereiro, a Engenharia paraquedista realizou o Treinamento Específico de Mergulho a Ar e Resgate (TEMAR) para 29 cabos e soldados.

O objetivo da atividade foi capacitar militares como mergulhadores autônomos, na busca e resgate de pessoal e material, no âmbito da Brigada de Infantaria Pára-quedista.

O treinamento complementou a qualificação de 18 cabos e soldados da 1ª Companhia de Engenharia de Combate Pára-quedista (1ª Cia E Cmb Pqdt), de oito cabos e soldados auxiliares da Companhia de Precursores Pára-quedista e de três cabos e soldados do 1º Batalhão de Engenharia de Combate.

Uma formatura na 1ª Cia E Cmb Pqdt marcou o encerramento do treinamento.

FONTE: Agência Verde-Oliva/CCOMSEx

- Advertisement -

31 COMMENTS

Subscribe
Notify of
guest
31 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
Santiago
Santiago
6 meses atrás

É verdade que os Paraquedistas do Exército Brasileiro “derrotaram” integrantes da 82º Airbone do UsArmy no Exercício Culminating na tomada de uma cidade fictícia nos EUA, ou os cara deram mole?

Velame
Velame
Reply to  Santiago
6 meses atrás

Ninguém joga pra perder amigão!! Nosso pessoal estava muito bem preparado para a missão!

Pablo
Pablo
Reply to  Velame
6 meses atrás

Sabe dizer como foi o desempenho do IA-2?
O pessoal gosta de criticar o fuzil e geralmente nao sou favorável a isso.

Velame
Velame
Reply to  Pablo
6 meses atrás

Esse tipo de exercício são utilizados emissores e receptores laser com munição de festim, então não ha muito o que falar do desempenho do fuzil. Quanto a questão das críticas ao IA2 elas vem mais das pessoas que não entendem a lógica por trás da sua criação. Ele foi feito para atender os ROBs definidos pelo EME para ser utilizado pelo Exército! Agora se você é policial, marinheiro ou jogador de call of duty e usa o IA2 e reclama entenda que ele foi feito para cumprir missão no EB, gostem ou não. É um projeto que tem suas falhas,… Read more »

Mustafah
Mustafah
Reply to  Velame
5 meses atrás

Comparar a plataforma AR com.o IA2 requer muito esforço mental, a perdeu-se a chance de fabricar algo mais moderno como estão fazendo Chile, Peru ou Colômbia

Welington S.
Welington S.
Reply to  Santiago
6 meses atrás

Quem disse isso?

Olha, se é verdade, eu não sei, mas, é como o Velame disse, ninguém joga pra perder.

Victor Filipe
Victor Filipe
Reply to  Santiago
6 meses atrás

Eu dei uma procurada sobre isso ai, tanto em inglês quanto em português, nenhum site sobre o tema militar ou fonte oficial do US Army/Exercito Brasileiro afirma isso. provavelmente é só um boato infundado.

Santiago
Santiago
Reply to  Victor Filipe
6 meses atrás

Fiquei sem conexão esses dias. Victor, nenhum dos 2 países tanto o Anfitrião como o convidado,vão divulgar o resultado do exercício porque seria falta de ética. O que vale é o aprendizado, o que aprendeu e o que pode ser melhorado não interessando quem perdeu ou ganhou. Diz-se que este local de treinamento nos EUA, tem toda uma estrutura montada para dificultar o máximo o exercício. É o último lugar onde os EUA levam suas tropas para treinar antes de partir para um combate real. Os Paraquedistas brasileiros estavam bem equipados com óculos NVG, miras holográficas, lunetas óticas, capacete inteligente,… Read more »

Pablo
Pablo
Reply to  Santiago
6 meses atrás

Esse teu post me lembrou da participação da FAB no RED FLAG em 2005, se nao me engano, com os F-5.
A Fab foi la e impressionou a todos com a sua performace no exercício.

Rodrigo Martins Ferreira
Rodrigo Martins Ferreira
Reply to  Santiago
6 meses atrás

O EB atuou em conjunto com a 82, contra uma força opositora tb do USArmy…

São forças opositoras “profissionais” como os esquadrões agressores…

Santiago
Santiago
Reply to  Rodrigo Martins Ferreira
6 meses atrás

Correto. Foram integrados à um Batalhão da Brigada da 82º Airbone Division, tropa de Elite do UsArmy.

Kommander
Kommander
6 meses atrás

De nada adianta ter pessoal qualificado se não tem equipamento!

Velame
Velame
Reply to  Kommander
6 meses atrás

Não tem não… eles foram lá combater jogando pedras nos americanos…

Thom
Thom
Reply to  Velame
6 meses atrás

“turn down for what”. hahahahahahaha

Anthony
Anthony
Reply to  Velame
6 meses atrás

Boa! Kkkk

“Especialistas” de teclado…. Kkk

BRASIL!!!

Kommander
Kommander
Reply to  Anthony
6 meses atrás

Especialista de teclado? Kkkkkkk Pena de algumas pessoas aqui que se fazem de desentendidas e se iludem com o EB. Como se o exército fosse feito só de Forças Especiais.

rdx
rdx
6 meses atrás

US Army x EB. É cada coisa que eu leio. Mais importante que o equipamento é a experiência em combate. Nos últimos 20 anos, o US Army participou diretamente de 02 campanhas (Afeganistão e Iraque). E o EB?

Velame
Velame
Reply to  rdx
6 meses atrás

Tão importante quanto a experiência em combate é o treinamento, a massificação dos procedimentos, do que fazer quando fazer, da criação de uma memória muscular da capacitação individual e coletiva das frações. Em 2018 participei ativamente da intervenção federal no RJ e trabalhei muito ombreando ao lado de uma das tropas com mais experiência em combate urbano no mundo, a PMERJ e posso dizer que apesar da boa vontade e iniciativa daqueles homens, o que eu vi foi um show de horrores!!! Experiência sem treinamento não é nada! A nossa parte a gente faz, que é treinar. Estar pronto para… Read more »

Agnelo
Agnelo
Reply to  Velame
6 meses atrás

Perfeito.

Bardini
Bardini
Reply to  Velame
6 meses atrás

O nível de treinamento executado para ir para a Culminating, foi um ponto totalmente fora da curva. Isso não demonstra que a “média” da nossa tropa está muito aquém da “média” de uma tropa americana?
.
Se fossem selecionar aleatóriamente pessoal para formar uma fração da tropa paraquedista, para enviar para a culminating sem um treinamento fora da curva, qual seria o resultado?

Velame
Velame
Reply to  Bardini
6 meses atrás

Pelo que eu conversei com quem participou, a missão foi osso duro mesmo. Pessoal é carne de pescoço la… acredito que qualquer SU pronto emprego da Bda Pqdt teria dificuldades mas cumpriria a missão. Não chegariam ao nivel de excelência que chegou a SU Culminating, mas a missão seria cumprida.

Agnelo
Agnelo
Reply to  Bardini
6 meses atrás

Bardini Boa noite Toda tropa “inimiga” utilizada para certificar um outra tropa é muito dura e exige treinamento especial. No Brasil, quem vai “lutar contra” a Força Oponente do CA-Leste se prepara bem. São sempre muito afiados nas TTP, pois praticam DEMAIS. “Tropas famosas” de PM brasileiras não “venceram” a FOROP/CA-Leste, por exemplo. E toda operação exige um treino específico antes, pois há as peculiaridades do terreno, do clima, da finalidade da missão, do amparo legal etc. De orelhada, toda tropa tem mais dificuldade. E em qq exército. Acredito q o EP da Bda Pqdt, 12 Amv, dentre outros cumpririam… Read more »

Pablo
Pablo
Reply to  rdx
6 meses atrás

O que o EUA fez com essa baita experiência nesses dois países? Resolveu algum problema?
E com toda essa experiência foi la e invadiu o Iraque com provas inventadas de armas.

Agnelo
Agnelo
Reply to  rdx
6 meses atrás

Prezado Não fomos contra o US Army. Uma fração do US Army, preparada para ser o oponente “lutou” contra nossa tropa (uma Cia) enquadrada em um Btl americano. Quanto experiência….. As operações no Iraque e Afeganistão, em sua ENORME maioria, foram de estabilização/pacificação. E, como a própria tropa americana, inglesa, francesa e por ai vai dizem, é extremamente difícil e complicada. Nessas, somos muito muito experientes. E corroborando com o q Velame disse, As tropas aliadas na Tempestade do Deserto, sem a superioridade q os números exigiam, venceram um exército q vinha de 10 anos de experiência de guerra contra… Read more »

rdx
rdx
Reply to  Agnelo
6 meses atrás

Prezado Agnelo, entendi o seu ponto de vista mas não tem como comparar bandos de favelados haitianos com o Talibã. O próprio EB tem evitado missões de pacificação na África e em outras regiões complicadas. A operação tempestade do deserto não foi exército x exército, mas uma coalizão contra o exército iraquiano. Na minha opinião, com exceção do US Army nenhum exército em 1990/91 tinha condições de encarar o calejado exército iraquiano. Cabe salientar que apenas experiência não é suficiente para vencer uma guerra. Os melhores exércitos da História combinavam a experiência com equipamentos modernos, boa inteligência, disciplina, moral elevada,… Read more »

rdx
rdx
Reply to  rdx
6 meses atrás

Curiosamente, muitos anos depois oficiais do exército do Saddam ajudaram a criar o Estado Islâmico. Imaginem se eles tivessem a moral do ISIS em 1990/91.

Last edited 6 meses atrás by rdx
Agnelo
Agnelo
Reply to  rdx
6 meses atrás

Prezado Sobre o Iraque, concordo, mas faltou uma coisa: treinamento. Muito treinamento aliado ao q disse. Sobre a experiência brasileira, a pacificação/ estabilização vai muito além do confronto em si contra a tropa ou força adversária. Mas todo trabalho não-militar executado na região. A experiência brasileira nisso não se resume ao Haiti. Temos o contra terror rural e urbano da década de 60 e 70, e as Op GLO no Alemão, Maré, ES, Intervenção, AL etc. O q mais se faltou, no Brasil, para não se dar continuidade na pacificação das Op no RJ não se deve a falta de… Read more »

rdx
rdx
Reply to  rdx
6 meses atrás

Outra curiosidade da guerra do Golfo foi que o moderníssimo M1 Abrams não foi o melhor meio blindado do US Army…mas o Bradley. Este tinha melhor consciência situacional e poder de fogo (canhão 25 mm + TOW) suficiente para destruir os T-72 iraquianos. Os militares norte-americanos mais tarde descobriram que o principal T-72 iraquiano era uma versão degradada e que carregava um tipo de munição incapaz de penetrar a blindagem do M1 Abrams. As baixas poderiam ter sido terríveis caso eles tivessem enfrentado um oponente equipado com a última versão do T-72 e com munição adequada.

Last edited 6 meses atrás by rdx
Agnelo
Agnelo
Reply to  rdx
6 meses atrás

Prezado
Entendo essa situação dos Bradley como uma quebra de paradigma.
Eles tiveram uma eficiência muito boa contra os CC.
Sem duvida, Carros mais aperfeiçoados dariam mais trabalho, mas os aliados estavam muito preparados sistematicamente. A coordenação estava muito boa.
Mas CC é sempre CC. Um Btl de T-55 não encontrado pela Intlg na segunda Guerra do Iraque deu muito trabalho pro USMC.
É quando o Supertrunfo cai.
Sds

Soldado
Soldado
6 meses atrás

Este sim é um verdadeiro reduto de conhecimento. Um site onde você aprende tanto na matéria quanto nos comentários.

Satisfação, senhores.

EParro
EParro
6 meses atrás

Olha o IA-2 aí!

Últimas Notícias

Grupo de Artilharia Antiaérea realiza exercício de tiro real

Praia Grande (SP) – O 2º Grupo de Artilharia Antiaérea participou, no período de 13 a 17 de setembro,...
- Advertisement -
- Advertisement -