segunda-feira, junho 14, 2021

Saab RBS 70NG

Rheinmetall, Diehl e HENSOLDT se alinham para produzir sistema de defesa aérea do Bundeswehr

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

A Rheinmetall Electronics GmbH (Bremen), Diehl Defense GmbH & Co. KG (Überlingen) e HENSOLDT Sensors GmbH (Taufkirchen) assinaram um acordo conjunto de cooperação no contexto de uma parceria especial (Arbeitsgemeinschaft ou ARGE) para apresentar uma proposta para o futuro sistema alemão de defesa aérea de proteção de curto e muito curto alcance (LVS NNbS).

O projeto NNbS visa preencher a lacuna de capacidade atual para a proteção de tropas terrestres durante a operação, bem como proteger centros de operações táticas e locais contra ameaças aéreas de curto e muito curto alcance.

O objetivo das três empresas é fornecer uma solução nacional e de baixo risco, rapidamente disponível com o auxílio de sistemas e componentes de sistema disponíveis no mercado. O projeto conceitual do sistema do ARGE NNbS recorre principalmente a sistemas e subsistemas comprovados por meio da integração de componentes que já estão em uso no Bundeswehr.

Outro foco especial da ARGE NNbS é colocado no extenso fornecimento logístico do sistema de proteção aérea de curto e muito curto alcance da Alemanha.

A ARGE dispõe de pré-requisitos, qualificações e competências para responder a todas as necessidades do cliente, graças à concentração de competências essenciais complementares dos licitantes nacionais.

Com suas divisões de Soluções Eletrônicas e Sistema Veicular, a Rheinmetall contribui com seu conhecimento tecnológico especializado e anos de experiência no desenvolvimento e entrega de sistemas de defesa, especialmente nas áreas de veículos, comunicação e integração.

A Diehl Defense é especializada no desenvolvimento e fabricação de mísseis guiados e se consolidou com soluções de sistemas modernos para defesa aérea terrestre no mercado internacional.

Na sua qualidade de fornecedora de tecnologia de ponta nacional, a HENSOLDT contribui com seu know-how e produtos testados em batalha, como radares. Tudo isso levando em consideração as semelhanças abrangentes de produtos, por exemplo, no contexto de conceitos de família de produtos, especialmente nas esferas de vigilância, classificação e identificação do espaço aéreo.

FONTE: HENSOLDT

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JuggerBR
JuggerBR
2 meses atrás

Mais um daqueles sistemas que vemos ser desenvolvidos lá fora e ficamos chupando o dedo, pois nunca iremos desenvolver ou comprar algo similar.

Gabriel BR
Gabriel BR
Reply to  JuggerBR
2 meses atrás

Fabricar certamente que não , mas adquirir é uma possibilidade.
O mais importante é dispor dos recursos necessários quando necessário…não é vergonha nenhuma operar equipamentos estrangeiros e inclusive vários países europeus ricos mantém exércitos desta maneira.
Essa ideia de que tudo tem que ser nacional é muito ultrapassada e devemos nos forcar no que de fato fazemos bem.

JonasN
JonasN
2 meses atrás

Seria possível fazer o mesmo com o A-darter. Esse sistema utiliza o Iris-t com e sem booster.
O MD deveria dizer qual o problema do A-Darter que não vai ter produção nacional.

Last edited 2 meses atrás by JonasN
Emerson Arcari
Emerson Arcari
Reply to  JonasN
2 meses atrás

Simples,não tem propina e nem viagens ao exterior.

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
2 meses atrás

Eu sou um homem simples, eu vejo qualquer produto alemão, eu dou like no mesmo instante!

Spitfire
Spitfire
2 meses atrás

Então amigos!!! Considero a principal deficiência de nossas FAAs, entre tantas, mas a defesa aérea de médio e longo alcance é disparada a principal porque simplesmente não temos!!! Esta da matéria trata de curto alcance, e ai até que temos algo satisfatório, mas médio e longo alcance preocupa muito!!! Alguem tem maiores detalhes de como anda nosso projeto de defesa neste segmento (médio e longo alcance)? Lembro de ter visto algo planejado para termos operacional após 2030!!! ´E muito tempo para ficarmos totalmente descobertos, ainda mais nesse ambienta atual de tensões mundiais cada x mais intensas

Nilo
Nilo
2 meses atrás

Estudo de sistema antiaérea de Média Altura no Exército Brasileiro.Em que estágio se encontra?

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Last edited 2 meses atrás by Nilo
Welington S.
Welington S.
2 meses atrás

Fazer uma pergunta aqui.

Daria certo se a AL se juntasse e fizesse uma espécie de OTAN e em conjunto desenvolvessem tecnologia militar?

Mk48
Mk48
Reply to  Welington S.
2 meses atrás

Você lembra da finada UNASUL ?

Você acompanha a novela do MERCOSUL ?

Por esses precedentes, não creio que fosse dar certo.

Outra coisa : Qual país na AL, além do Brasil, desenvolve alguma tecnologia militar ?

Last edited 2 meses atrás by Mk48
Welington S.
Welington S.
Reply to  Mk48
2 meses atrás

Sim, acompanho. Realmente, é uma bagunça que só. Mas, no caso de uma criação militar como a OTAN na AL, seria diferente e viria para resolver essas questões de desenvolvimento tecnológico ao qual você citou, com investimentos em pesquisas/pessoal e etc.

Mk48
Mk48
Reply to  Welington S.
2 meses atrás

Olha, há uns anos atrás rolou aqui no blog uma sugestão como essa que você fez. Fui um dos entusiastas do assunto. Ocorre que depois percebi o obvio : Não há dinheiro. P&D é caro, muito caro. Leva tempo. Precisa ser projeto de Estado. Aqui na AL todos passam o pires, ao menos a grande maioria.

Abs

Welington S.
Welington S.
Reply to  Mk48
2 meses atrás

Triste. AL parece que foi projetada literalmente pra dar errado, bicho.

Jadson Cabral
Jadson Cabral
Reply to  Welington S.
2 meses atrás

Pra que haja uma sinergia desse tipo, primeiro cada país tem que ter seu interesse, precisa entender a importância da industria de defesa e precisa investir. Só depois de cada um fazer seu papel é que se pode pensar em desenvolver algo em conjunto pra mitigar custos. O nosso problema é ninguém aqui, nem mesmo o Brasil, dá a devida importância pra isso. E se tá ruim aqui, imagina na Argentina, Paraguai, Uruguai, Bolívia, Peru, México, Venezuela e Colômbia… Supondo que todos concordem em fazer algo do tipo, você já deve imaginar o que aconteceria. Ninguém cumpriria com os acordos,… Read more »

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Welington S.
2 meses atrás

A UNASUL era para ser a OTAN da América do Sul enquanto que o mercosul, seria a União Europeia daqui.
Más com a troca de governo, o atual preferiu abandonar todo papel de liderança ate regional ele ficou esquecido.

Last edited 2 meses atrás by Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
2 meses atrás

Obs. A UNASUL, foi criada para unificar estratégias e compras de material de defesa na região, dando preferencia para material desenvolvido e fabricado na região. Brasil, Argentina e Peru seriam os principais beneficiários e EUA, União Europeia, Rússia e China perderiam muito.
Imagina, como seria, todos os países membros com fuzis IA-2, Guarani. Gripen, super-tucano, jatos de treunamento Pampa, Astros 2, MBT TAM-2, obuseiro Palmária, navios de assalto Amfibios da classe Cusco e etc.

Spitfire
Spitfire
Reply to  Mk48
2 meses atrás

Ola amigo… juntos somos mais fortes… essa regra não falha… respondendo sua pergunta, quanto a tecnologia a Colômbia fabrica lanchas de patrulha, Peru navios Patrulha e navios de desembarque classe makassar…Argentina Tanques TAM, Brasil Subs, caças, Astros, Guarani, kc390, radares…é o que lembrei agora de bate pronto…mas creio que os demais paises poderiam contribuir com mais alguma tecnologia tb…o Chile opera equipamentos bem modernos e creio que tb teria alguma tecnologia para compartilhar…mas operam Leo2, subs scorpene, caças F16C, etc.. acho que o Brasil e os demais paises da regiao teriam muito a ganhar com uma decisão nesse sentido, aquecendo… Read more »

Mk48
Mk48
Reply to  Spitfire
2 meses atrás

Olá Spitfire, bom dia.

O Welington S. acabou te respondendo mais abaixo o que eu iria comentar.

Abs

Spitfire
Spitfire
Reply to  Mk48
2 meses atrás

Bom dia mk48. Concordo com as dificuldades expostas. Mas devido a disputas por alguns kilometros em fronteiras podem por a perder algo muito maior. As potências mantem os paises no cabresto oferecendo sucatas e consequentemente com manutenção cara o que engessa os orçamentos. Alguns tem alguma coisa ja desenvolvida e operacional, principalmente Brasil Peru, Colombia, Argentina. Chile opera eqptos entre os mais modernos da região. O Brasil ainda teria condicoes de se virar sozinho mas a que custo? E infelizmente com qtdes muito, mas muito aquem do necessario. Agora imagina com compras regionais para nossa industria nacional, bem como compras… Read more »

Mk48
Mk48
Reply to  Spitfire
2 meses atrás

Amigo Spitfire,

Sim. Seria muito bom, “sonhar não custa nada…” rsrs

O maior problema para essa proposta ser viável, no meu modo de ver, é político. Tanto que você pode ver isso como foi na UNASUL e como é no próprio Mercosul.

Sem contar também que haveria uma enorme pressão contra dos países exportadores de armas, que hoje em dia deitam e rolam aqui na AL.

Bem, é só o meu ponto de vista.

Um abraço.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Welington S.
2 meses atrás

Vejamos…

Argentina
Bolívia
Uruguai
Paraguai

Alguns desses países ainda usam ( ou usavam, até bem pouco tempo atrás ) Sherman e Dragonfly. Tem país aí que ainda usa A4 não modernizado e que perdeu submarino por falta de manutenção.
Tem país aí que até hoje usa F-5 como seu principal caça, e que usa navios escolta dos anos 60 e 70.
Os únicos que “talvez” poderiam acrescentar algo seriam Chile, Colombia e Peru.
A maioria desses países ainda tem rusgas fronteiriças com seus vizinhos.
Todos esses países são conhecidos pela corrupção

Er….não, não daria certo…

Welington S.
Welington S.
Reply to  Willber Rodrigues
2 meses atrás

Nunca me esqueço da seguinte frase: ”Fazer parceria com pobre é mendigar pra dois”, rs. Não sei quem foi o autor mas essa frase, infelizmente, se encaixa muito bem no contexto regional em que estamos. É como você bem disse, Chile, Colômbia e Peru seria um belo começo para a criação de uma ONTAN tropicalizada. O problema está nessas questões fronteiriças que acaba pondo uma barreira no meio. Triste.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Welington S.
2 meses atrás

A América Latina é, de longe, o continente mais desmilitarizado do mundo.
Até o Brasil, uma “potência regional”, não é essa Coca Cola toda. Não é querendo ser vira-lata, mas até hoje não temos nenhuma AA de médio e longo alcance. E nem vou falar do estado da MB…é só nos comparar com países como Marrocos e Egito, por exemplo.
A verdade é que nem o Brasil teria muita coisa pra acrescentar nessa suposta aliança…

Mk48
Mk48
Reply to  Willber Rodrigues
2 meses atrás

Embraer Defesa, Sistema Astros, A-Darter, Piranha, Mansup, Sonar (UFRJ), Radares, etc….. só para citar alguns exemplos.

Você acha pouco para um país sul-americano ?

Marrocos e Egito …. você já viu algum produto feito nesses paises ? Qualquer coisa que nai seja artesanato ?

Last edited 2 meses atrás by Mk48
Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Mk48
2 meses atrás

Qual MANSUP? Aquela tecnologia reversa de um Exocet dos anos 80 que até agora não ficou pronto, e que tem um alcance pífio, frente a outros mísseis semelhantes? Aquele Matador que tambem não fica pronto nunca? Aquele míssil anti-radiação que já foi abandonado a tempos? De longe, a maior empresa de sucesso aí é a Embraer… Como eu disse, não é querendo ser vira-lata, você mesmo citou vários casos de sucesso, mas…e a quantidade de projetos que não fica pronto nunca, ou se arrasta definitivamente? E sobre seu exemplo de Egito e Marrocos….melhor um Patriot na mão, ou um projeto… Read more »

Mk48
Mk48
Reply to  Willber Rodrigues
2 meses atrás

Willber, eu entendo seu ponto de vista, mas a questao que o Welington S. levantou é sobre uma aliança para o desenvolvimento tecnologico na AL .

Mesmo com projetos inacabados o Brasil possui projetos , pesquisa.

Se tudo o que comprasse fosse de prateleira, como os paises que voce citou fazem, iriamos contribuir com o que nessa aliança hipotetica ?

Last edited 2 meses atrás by Mk48
Emmanuel
Emmanuel
Reply to  Willber Rodrigues
2 meses atrás

Fazer engenharia reversa não é como montar peça de Lego.
Veja quantas décadas os chineses levaram para conseguir fazer um “simples” torpedo. E o que não faltava lá era dinheiro, pelo contrário.
Muita marinhas tem submarinos, menos de 10 países sabem construí-los, o Brasil é um deles.
Temos os Astros, que assombraram os norte-americanos durante a invasão ao Iraque. E lá se vão 30 anos.
Não temos só a Embraer.
Temos muito mais.
O que nos falta é DINHEIRO.
O resto a gente faz.

Welington S.
Welington S.
Reply to  Willber Rodrigues
2 meses atrás

Olha, que o Brasil não é essa Coca-Cola toda como muitos dizem, posso até concordar, porém, pegando a resposta do Mk48 ao seu comentário: ”Embraer Defesa, Sistema Astros, A-Darter, Piranha, Mansup, Sonar (UFRJ), Radares, etc….. só para citar alguns exemplos.” – Isso já é muito significativo no âmbito Defesa no Brasil. Sem contar que, finalmente, os estudos para a aquisição de um AA está em curso e inclusive já foi apresentado vários sistemas e debatidos aqui mesmo sobre cada um deles e etc.

Spitfire
Spitfire
Reply to  Welington S.
2 meses atrás

Ola amigo…interessante a sua pergunta… esses dias estava pensando a mesna coisa. Veja a argentina sob ameaca em suas aguas devido pesca predatoria de invasores. O nosso pais sob ameaca de sua soberania na amazonia… infelizmente atuando isolados penso que é mais dificil solucionar essas questões…agora imagine o revesamento na patrulha oceanica, aerea, e distribuicao de meios de forma estrategica aos moldes da otan… com os meios disponiveis de todos os paises da América do Sul… temos Brasil, Chile, Colombia, Equador, Peru e Argentina… em termos de eqptos destacaria Brasil, Chile, Colombia e Argentina com maior poder de contribuicao com… Read more »

Spitfire
Spitfire
Reply to  Spitfire
2 meses atrás

Os produtos poderiam ser comercializados internamente com preços mais acessiveis devido a produção em maior escala e politicas de isencoes fiscaos do bloco…o que seria um insentivo para maior qtde de meios… atualmente todos esses paises acabam pagando caro em produtos ja defasados oferecidos pelas potências

Welington S.
Welington S.
Reply to  Spitfire
2 meses atrás

Olá Spitfire. Sim, concordo com tudo o que você disse, mas, infelizmente, a AL é complicada demais. Não duvido que, talvez, os países citados por você, já não tenha pensado nessa ideia. O problema maior está na política. Sem investimentos nada vai pra frente. Se juntasse Brasil, Chile, Colômbia, Peru e Argentina e falasse: ”Agora chega!”, não tendo dúvidas que o desenvolvimento tecnológico na região aumentaria e muito e despertaria outras nações a virem na região investir ou até mesmo comprar.

Spitfire
Spitfire
Reply to  Welington S.
2 meses atrás

Verdade amigo. tem muitas dificuldades sim mas como disse anteriormente está quase virando uma necessidade e acho que isso vai piorar no pos pandemia. Paises quebrados, com meios em qtde insuficientes para garantir a segurança territorial. Ou forma uma aliança regional ou o pais finca isoladamente uma parceria com alguma potencia, o que tb não é nada bom para o pais. Essa é a escolha que a Venezuela optou. Para o Brasil penso que a criacao de uma parceria no continente aos moldes da Otan seria muito vantajoso para a nossa industria de defesa. Abraços amigo

JuggerBR
JuggerBR
Reply to  Welington S.
2 meses atrás

Qual o motivo da criação da OTAN? A ameaça vermelha da URSS. Temos algo similar no cone Sul? Então, é por isso que não daria certo por aqui…

groosp
groosp
2 meses atrás

Essa “torre” não parece girar. Será que esse míssil dispara como um VLS só a ceca de 30 graus?

M.@.K
M.@.K
2 meses atrás

Parece que o ranço do Trump está dando resultado.

IgorCav
IgorCav
2 meses atrás

Uma parte também do nosso abismo o qual se encontra nossa defesa AA se encontra na EsACosAAe no Rio de Janeiro. Pararam no tempo.

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