terça-feira, agosto 3, 2021

Saab RBS 70NG

Rheinmetall apresenta o HX3, uma nova geração de caminhões táticos

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

A Rheinmetall acaba de lançar o HX3, a última geração de sua família de caminhões pesados ​​HX testada e comprovada globalmente. Completamente redesenhado, este caminhão militar à prova de futuro aborda as megatendências militares e automotivas contemporâneas com base em novas tecnologias inovadoras.

Entre outras coisas, os usuários podem esperar melhor proteção, maior mobilidade, maior conforto ao dirigir, bem como uma arquitetura de interface digital para maior flexibilidade operacional e futuras atualizações de desempenho. Ao mesmo tempo, os valiosos pontos fortes do HX2 e o conceito de família são mantidos.

Como seus predecessores, os veículos da nova geração HX3 são produtos militares prontos para uso (MOTS), intransigentemente projetados para uso militar nas condições operacionais mais difíceis – uma característica de venda único no setor. Além do chassi robusto e do motor potente, uma nova suspensão ativa do eixo traseiro está disponível como opcional, o que melhora significativamente o desempenho do veículo dentro e fora da estrada.

Mais do que nunca, a nova geração do HX3 incorpora um conceito de plataforma projetado para operações logísticas e cenários táticos semelhantes. Assim, o HX3 estará disponível basicamente nas versões 4×4, 6×6, 8×8 e 10×10 – e caracterizado por uma diversidade ainda maior de variantes e sistemas. Novos sistemas, como o Sistema de Manuseio de Carga Totalmente Automatizado (ALHS) e o Subframe Universal Resistente à Torção (UTRS), irão facilitar ainda mais seu papel clássico de logística.

Ainda assim, o HX3 também está mais apto do que nunca para servir como portador de sistemas complexos de armas e radar. Isso inclui sistemas de artilharia baseados em caminhões, por exemplo, que provavelmente ganharão importância nos próximos anos. Em combinação com a recém-desenvolvida Interface de Caminhão de Artilharia (ATI), o HX 10×10 poderá ser utilizado no futuro como base padrão para várias soluções de artilharia ou sistemas semelhantes.

Devido à sua cabine totalmente redesenhada, o HX3 oferece ainda mais facilidade de operação e proteção da tripulação. Vários sistemas de assistência garantem maior segurança nas operações diárias, seja para os soldados destacados no campo ou em ambientes civis.

Juntamente com sistemas de assistência como o Emergency Brake Assist (EBA), Adaptive Cruise Control (ACC) e Lane Departure Warning (LDW), uma arquitetura eletrônica e elétrica totalmente nova garante a viabilidade futura do veículo – particularmente no que diz respeito à direção autônoma. Graças às interfaces padronizadas, também será possível integrar tecnologias que se tornarão disponíveis no futuro, como o pelotão de caminhões e outras aplicações automatizadas.

Como opção, os caminhões HX3 podem ser equipados com cabine blindada, cujo nível de proteção pode ser aumentado modularmente. Além disso, além da camuflagem convencional, a nova geração de veículos apresenta um modo furtivo digital: se necessário, todas as funções de transmissão e recepção de dados podem ser desligadas para reduzir a assinatura digital do veículo.

Como medida de autodefesa ativa, o teto reforçado oferece espaço para estações de armas com armamento pesado. Como outra opção, sistemas adicionais de proteção ativa e passiva estão disponíveis, incluindo ROSY Rapid Obscuring System da Rheinmetall e o ADS Active Defense System de muito curto alcance.

Devido a um conceito de componentes idênticos sistematicamente aplicado e ampla uniformidade funcional entre diferentes modelos, administrar e operar a frota de veículos torna-se mais simples e eficiente. A adesão estrita a uma política de unidade funcional e de componentes facilita a manutenção, logística e treinamento, enquanto uma rede de serviço global garante rápido ressuprimento e suporte ao longo de uma longa vida útil.

Além disso, com mais de 15.000 veículos em operação em todo o mundo, um alto grau de compatibilidade com as gerações anteriores do HX apenas reforça isso. A presença global dos veículos RMMV traz grandes vantagens quando se trata de interoperabilidade e logística, especialmente durante operações multinacionais.

Entre outros, o círculo de nações de usuários internacionais do HX agora inclui Alemanha, Grã-Bretanha, Austrália, Nova Zelândia e Áustria. A Noruega e a Suécia também fizeram pedidos substanciais de caminhões à Rheinmetall.

DIVULGAÇÃO: Rheinmetall

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Leandro Costa
Leandro Costa
2 meses atrás

Vou comprar um desses para transportar carga aqui no Rio.

Teropode
Reply to  Leandro Costa
2 meses atrás

Kkkkkkkk, vai ter que instalar aquele sistema antimisseis israelense 😂😂😂

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Leandro Costa
2 meses atrás

Eu colocaria um rastreador!

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Carlos Gallani
2 meses atrás

Verdade… por aqui, nunca se sabe eheheheh

karl Bonfim
karl Bonfim
Reply to  Leandro Costa
2 meses atrás

Kkkkkkkkkkk!
Mas que boa ideia!

Vinicius Momesso
Vinicius Momesso
2 meses atrás

Como os alemães sabem fazer um veiculo robusto e bonito ao mesmo tempo. Parabéns!

glasquis 7
2 meses atrás

Falar o que???

Alemão fazendo alemãocicie.

A pior máquina alemã que existe é o Classe A e não má realmente.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  glasquis 7
2 meses atrás

Como todo bom produto alemão, deve ser very,very expensive…

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
Reply to  Adriano Madureira
2 meses atrás

Tudo o que presta é caro mesmo.

glasquis 7
Reply to  Adriano Madureira
2 meses atrás

Tem muitos produtos very expensive mas, os very expensive alemães valem cada centavo pago.

Tomcat4,2
Tomcat4,2
2 meses atrás

Brutos, o da última foto parece ser um obuseiro auto propulsado🤔
Pensar q o EB encomendou a produção dos Constelation 6×6 da Man e só comprou uma pequena quantidade e isso já tendo a Iveco uma gama de brutos militares desenvolvidos pro exército italiano.
Pra mim 9 EB deveria 8nvestir na Agrale q é totalmente nacional e desenvolver com ela seus caminhões e tal.

Last edited 2 meses atrás by Tomcat4,2
Rafael
Rafael
Reply to  Tomcat4,2
2 meses atrás

Todo nacionalista e patriota além de cobrar o EB deveria também dar o exemplo e adquirir os produtos da marca e “manter o dinheiro no país e gerar empregos”. Tem trator, utilitário, ônibus, caminhão, etc.

Está na hora de fazer filantropia com o próprio bolso!

Ps: a Agrale, depois de dezenas de crises, sobrevive com o programa Caminho da Escola, do governo federal. Quase não exporta; e o brasileiro, com seu dinheiro, não compra.

Tomcat4,2
Tomcat4,2
Reply to  Rafael
2 meses atrás

Pago impostos assim como vc meu caro ,logo estou falando em investimento de recursos gerados por mim tbm, além de estar expondo minha opinião a qual nem vc e nem o EB são obrigados a acatar e nem significa q sou o dono da verdade e do saber(nem vc).
O fato de sobreviver com programa do GF é mais um motivo pra se desenvolver, lá, veículos que serão adquiridos por seu fiador e nisso mantém a roda girando.

Rafael
Rafael
Reply to  Tomcat4,2
2 meses atrás

O futuro da Agrale é ser montadora, basta ver a entrevista recente do controlador ao Estado de São Paulo.

A família controladora já não tem mais a Fras-le, e os produtos são caros e o preço não resulta em qualidade superior aos dos concorrentes. As FFAA confiarem o grosso da sua logística numa empresa em crise permanente seria uma sandice, como dezenas cometidas no passado.

O meu convite é para você fazer uma nova reflexão: eu compraria esse produto? Sim, não, por quê? Se a sua resposta for negativa, por que o EB deveria adquirir com nossos tributos?

ALEX ROCHA
Reply to  Rafael
2 meses atrás

Rafael concordo com seu pensamento em numero e grau. Mas a questão dos produtos produzidos no Brasil é a competitividade. Eu por exemplo tenho muita vontade de comprar uma Marruá, mas quando você vai verificar o preço dela em comparação as demais do mesmo seguimento o custo x beneficio se torna um impeditivo.

Para melhorar isso, precisamos de um incentivo aos produtos brasileiros e que são produzidos em território nacional.

Sou plenamente a favor das industrias nacionais e gostaria de ver mesmo estas industrias crescerem.

Tomcat4,2
Tomcat4,2
Reply to  ALEX ROCHA
2 meses atrás

Vc explicou muito bem seu ponto de vista(que é exatamente como o meu) da forma que eu não consegui fazer ao debater o assunto com o Rafael.
Rafael, eu gostaria muito de uma M-200 mas o custo x benefício é cabuloso e impeditivo.

ALEX ROCHA
Reply to  Tomcat4,2
2 meses atrás

Estimas Tomcat 4,2

VGrossmann
VGrossmann
Reply to  Rafael
1 mês atrás

Hoje 18/06/21 foram apresentados no Palácio Iguaçú os primeiros TATRA produzidos no Paraná … agora sim, as FAs. terão um caminhão que dura a vida toda e ultrapassa tudo.

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Reply to  Tomcat4,2
2 meses atrás

Amigo Tomcat, a Agrale possui caminhão para cargas só até 2,5t (AM-41) se precisar fazer caminhões maiores irá brigar com grandes empresas (mercedes, scania, man, etc)…bancar um investimento tão alto assim só para produzir para o e.b seria jogar dinheiro fora….compensa mais solicitar as tradicionais fabricantes que ofertem seus produtos, sobre caminhões pesados a Tatra está montando uma unidade no Brasil, aguarde que vem coisa boa por aí….abraço

Tomcat4,2
Tomcat4,2
Reply to  Rafael Gustavo de Oliveira
2 meses atrás

Pois é , tem o custo Brasil e pior, veja só a pífia quantidade de 120 unidades do Constelation 6×6 da Man desenvolvido sob encomenda do próprio EB que foram adquiridas , tudo a conta gotas, tinha que ter comprado aos milhares mas…..

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Reply to  Tomcat4,2
2 meses atrás

Tomcat….o Constelation não foi desenvolvido sob encomenda, foi só a tração que foi acertada para ter aquele desempenho fora de estrada e depois militarizado para atender a licitação….motor já existia, caixa já existia, chassi, etc….tudo adaptado ..acredite nessa conversinha que contaram não…a maioria dos caminhões das forças armadas que rodam por aqui são assim, derivados do meio civil, adaptados para funções offroad com militarização, com exceção dos Unimog da marinha, esses sim são dna 100% offroad.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
2 meses atrás

Was für ein Monster!

comment image

Oráculo
Oráculo
Reply to  Adriano Madureira
2 meses atrás

Rapaz, esse é brabo demais.
Uma pena que nunca veremos um desses por aqui…

Bardini
Bardini
2 meses atrás

Ano passado a Alemanha comprou 1.000 caminhões HX, em diferentes configurações. E depois emitiram compra para mais 4.000 caminhões HX…
Uns 2,5 bilhões de Euros em caminhão.
.
O 10×10 em testes:
https://www.youtube.com/watch?v=RXfKU_YyH7Y
.
Pena que coisa boa custa caro. Nosso negócio é usar Agrale, rsrs…

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Reply to  Bardini
2 meses atrás

Chefe, comparar com agrale foi para rir, vai confundir o pessoal….categorias completamente diferentes, me ajuda…kkkkk…vamos lá, o que temos:

transporte linha leve, os agrale..1/2, 3/4, 2,5t

transporte linha média, vw worker e alguns mercedes….5t

transporte linha pesada, man constellation e os ford….10t/15t

transporte especiais….esse tipo de veículo se enquadrariam aqui, mas não temos nada para comparar com eles, teria que analisamos a necessidade de emprego exclusivamente para transporte de cargas muito pesada fora de estrada.

*normalmente esse tipo de viatura viria adquirida junto com uma solução completa de algum sistema (sistema de artilharia, sistema de engenharia, etc….)

Abraço

Tomcat4,2
Tomcat4,2
Reply to  Bardini
2 meses atrás

Bruto da Iveco, e nem assim(com fábrica de caminhões aqui, o EB comprou, trágico;
comment image?resize=800%2C504&ssl=1

Last edited 2 meses atrás by Tomcat4,2
JBecker
JBecker
2 meses atrás

Alguém de Ponta Grossa-PR e região na escuta?
Aquela fábrica da Tatra Trucks já saiu do papel ou está apenas na conversa, ainda?
Com essa fábrica operando, o caminho natural para os caminhões operacionais pesados seria Tatra.

Bardini
Bardini
Reply to  JBecker
2 meses atrás

A pandemia alterou o cronograma dos caras. Já era para ter começado a rodar, mas não sei como ficou.
.
Acho que eles estavam mirando caminhão para corpo de bombeiros, inicialmente. Pros militares, não sei de nada. Mas o ASTROS usa chassi Tatra.

Samuca cobre
Reply to  Bardini
2 meses atrás

Com uma fábrica da TATRA no Brasil, com certeza o EB vai ficar bem servido

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Reply to  JBecker
2 meses atrás

Deem só uma olhada no catalogo da tatra de caminhões militares, tem veículos impressionantes.

“https://www.tatratrucks.com/underwood/download/files/tatra-military-vehicles_en.pdf”

Tomara que fabriquem no Brasil a linha do T-815 (que é o mesmo chassi do astros)

Last edited 2 meses atrás by Rafaelvbv
Bardini
Bardini
Reply to  Rafael Gustavo de Oliveira
2 meses atrás

A linha de caminhões militares deles é top. Ter grana pra comprar em quantidade isso aí é que são outros 500…

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
2 meses atrás

Tá para nascer país para fabricar veículos melhor que a Alemanha.

Maurício Veiga
Maurício Veiga
Reply to  Defensor da liberdade
2 meses atrás

Americanos, Russos e Tchecos
também fabricam máquinas fantásticas neste seguimento…

Matheus
Matheus
Reply to  Defensor da liberdade
2 meses atrás

Suecos, com a Volvo e Scania.

Henrique
Henrique
2 meses atrás

Esse obuseiro é um Archer?

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Reply to  Henrique
2 meses atrás

Henrique, não….posso estar enganado, mas com certeza não é um archer…esse me parece ser um KMW AGM 155mm (usa o mesmo canhão do PZH 2000/Donar), isso é coisa nova, só tinha visto ele em cima de um iveco.

Mercenário
Mercenário
Reply to  Rafael Gustavo de Oliveira
2 meses atrás

Rafael,

Salvo engano, tem um módulo para o Boxer (RCH 155) também. Esse no caminhão é a versão mais nova, com a torre com menos peso.

https://www.kmweg.de/systeme-produkte/radfahrzeuge/artillerie/rch-155/

Oganza
Oganza
2 meses atrás

“à prova de futuro”… só um “pouquinho” pretensioso!
Esses alemães da Rheinmetall tem é que comprovar a sobrevivência de seus equipamentos no tiro, porrada e bomba. A última década e meia não tem sido generosas com eles nesse quesito.
Ps.: bonitinho, mas será que passa no teste da ordinariedade?
Em um mundo perfeito, ficaria com o Oshkosh MTVR.

João Augusto
João Augusto
2 meses atrás

Só eu que vejo uns negócios desses e imediatamente imagino um motorhome nessa plataforma?

Glasquis 7
Reply to  João Augusto
2 meses atrás

Eu também… Um sonho.

Mayuan
Mayuan
Reply to  João Augusto
2 meses atrás

De uma procurada no YouTube e vc vai achar um americano que montou um num Oshkosh 8×8 se não me engano. Monstro.

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
2 meses atrás

Note o sistema Roll On Roll Off do container, acredito ser bastante rápido para montar/desmontar acampamentos em substituição ou complementando as tradicionais barracas de campanha parece ser bem interessante, além de sustentável.

Conteiner alojamentos, conteiner banheiro, container almoxarifado, container oficina, etc…

esse conceito seria válido em nossas forças armadas?

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