segunda-feira, outubro 25, 2021

Saab RBS 70NG

Grupo de Artilharia Antiaérea realiza exercício de tiro real

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

Praia Grande (SP) – O 2º Grupo de Artilharia Antiaérea participou, no período de 13 a 17 de setembro, da Operação Sagitta Primus 2021. Realizada no Campo de Instrução de Formosa (CIF), a operação consiste de um exercício de adestramento das organizações militares diretamente subordinadas à 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea, juntamente com as subunidades de artilharia antiaérea orgânicas das brigadas de infantaria e cavalaria.

A atividade, que contou com a presença de todos os comandantes de artilharia antiaérea do Exército Brasileiro, teve início com uma concentração estratégica na região de Formosa (GO) e culminou com a realização do tiro real do míssil telecomandado RBS-70, do míssil portátil Igla-S e do canhão 35 mm da VBC DA Ae Gepard. Contou ainda com o desdobramento do subsistema de controle e alerta, representado pelo Centro de Operações Antiaéreas e pelo radar SABER M60, ambos de fabricação nacional.

A operação, enquadrada numa situação tática no amplo espectro das operações de defesa antiaérea, capacitou os grupos e baterias antiaéreas a realizarem o tiro para apoiar a Força Terrestre na defesa de infraestruturas críticas do País e na proteção antiaérea das tropas e instalações da zona de combate, proporcionando liberdade de ação aos comandantes de diversos escalões em variados tipos e ambientes operacionais.

FONTE: Agência Verde-Oliva/CCOMSEx

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Jefferson Henrique
Jefferson Henrique
1 mês atrás

Grande ameaça para os Fw-190 e os Me-109 da Luftwaffe.

José Luiz
José Luiz
Reply to  Jefferson Henrique
1 mês atrás

O pessoal gosta de criticar, mas apesar da falta crônica de armamento de maior alcance, os sistemas de armas utilizados são eficientes para a defesa de baixa altitude. Lembrar que o alcance de um RBS 70 equivale a sistemas antigos bem maiores como Roland e Cotrale que foram bem efetivos. No teatro sul americano estes sistemas tem sua validade.

Bosco
Bosco
Reply to  Jefferson Henrique
1 mês atrás

Pois que seja! Isso obrigará quem for nos atacar a usar meios mais sofisticados.

Last edited 1 mês atrás by Bosco Jr
Inimigo do Estado
Inimigo do Estado
Reply to  Bosco
1 mês atrás

O que todos na região têm, por sinal.

Bosco
Bosco
Reply to  Inimigo do Estado
1 mês atrás

No nosso entorno não está generalizada as PGMs que podem manter a ameaça fora do alcance desses sistemas V-SHORAD. Por nossas bandas ainda o bombardeio com bombas burras ainda é a norma.
Claro que bombas burras podem ser lançadas fora do envelope de defesa desses sistemas usando recursos tipo CCIP, mas com grande degradação da precisão.

sj1
sj1
Reply to  Bosco
1 mês atrás

Acho que pra drones tipo os de Nagorno-Karabakh o armamento de cano orientado por radar seria o ideal não ?

Bosco
Bosco
Reply to  sj1
1 mês atrás

SJ,
Tem que ver se os radares do Gepard e o SABER-M60 são capazes de detectar esses pequenos drones (SUAVs). Se forem o canhão de 35 mm tem boas chances.

sj1
sj1
Reply to  Bosco
1 mês atrás

Até porque gastar um míssil em um drone meia-boca é muito dispendioso.

Bosco
Bosco
Reply to  sj1
1 mês atrás

rss
Sem dúvida! Mas as vezes um pequeno drone pode fazer a diferença em favor do inimigo e o jeito , na falta de estilingue, é usar o canhão.

Oráculo
Oráculo
Reply to  Bosco
1 mês atrás

No fim das contas o Gepard é uma solução barata pra “caçar” drones.

Se der uma modernizada no sistema de tiro e no radar, ainda é bem útil no novo teatro de operações que a guerra de Karabakh apresentou para o mundo.

E muito, mas muito mais barato que os SHORAD existentes.

Os russos tem um sistema que acho completo para esse novo teatro de operações.

O Tunguska. Possui um sistema lança mísses e dois canhões de 30mm. É praticamente um mini-Pantsir autopropulsado.

Os russos tem mais de 250 dessa belezura em serviço.

2008_Moscow_Victory_Day_Parade_-_9K22_Tunguska.jpg
Bosco
Bosco
Reply to  Oráculo
1 mês atrás

Oráculo, Sem dúvida o Tunguska é fantástico na função AA clássica, mas ainda assim gasta muita munição para os pequenos UAVs. O ideal contra esse tipo de ameaça será mesmo o laser, além é claro dos sistemas de interferência ora em uso e dos sistema de pulso EM em desenvolvimento (isso até que todos fiquem imunes a eles). Também um pequeno canhão com munição de explosão programada (airburst) seria mais econômico. Por exemplo, o M-SHORAD que está entrando em operação no exército americano com 2 ou 3 tiros é capaz de deter um pequeno UAV até 2 km de distância… Read more »

Francisco Lúcio Sátiro Maia Pinheiro
Francisco Lúcio Sátiro Maia Pinheiro
Reply to  Bosco
1 mês atrás

Ou ao invés de usar o canhão ou um míssil caro contra um drone sem valor, proteger o alvo do drone com um sistema removível de redes de aço que parem o drone.
Algo como uma rede de pesca disposta por cima do alvo, só que feita de material resistente.

Bosco
Bosco

Francisco,
Você está querendo reeditar os “balões barragem” da SGM. rsss
Hoje o que tem são os lançadores de rede, que disparam uma rede contra um pequeno drone e o faz descer. O problema é que tem curto alcance.
Alguns serão disparado por um drone caça. https://www.wired.co.uk/article/drone-catch-net
*O problema do conceito que você citou é que nem sempre o drone se lança contra o alvo. Muitas vezes ele irá lançar uma bomba guiada miniatura ou um míssil.

Last edited 1 mês atrás by Bosco Jr
100nick-Elã
100nick-Elã
Reply to  Bosco
1 mês atrás

Bosco, os países que podem, atualmente ou num futuro próximo, nos ameaçar sao: Venezuela (com a Rússia por trás), Estados Unidos e França. Ou seja, só países que possuem armamento no estado da arte. Dessa forma, sim esse sistema AA é sim uma piada. E só para lembrar:fazemos fronteira com a França.
Obs: na verdade não é a Venezuela que nos ameaça, somos nós que a ameaçamos, só para “puxar o saco” dos EUA.

Last edited 1 mês atrás by 100nick-Elã
Bruno Vinícius
Bruno Vinícius
Reply to  100nick-Elã
1 mês atrás

Da Venezuela a FAB dá conta e, contra os EUA, podemos ter até S-400 que continuaremos sendo derrotados em pouquíssimo tempo. França e Colômbia, por outro lado, são uma ameaça mais crível para justificar a compra de um sistema anti-aéreo de longo alcance

Last edited 1 mês atrás by Bruno Vinícius
Bosco
Bosco
Reply to  100nick-Elã
1 mês atrás

O que eu disse foi ” no nosso entorno não estão generalizadas as PGMs”. Eu não disse que não existiam.
Qual ação governamental brasileira ameaçou a Venezuela?
*A menos que vc considere o acolhimento de refugiados uma ameaça à Maduro.
*No caso de sermos atacados pelos EUA ou pela França e a China e Rússia não agirem a nosso favor dentro do CS, eles também farão parte do ataque, se não por ação, por omissão.

Carlos Pietro
Carlos Pietro
Reply to  Jefferson Henrique
1 mês atrás

Muito bom.

Pablo
Pablo
Reply to  Jefferson Henrique
1 mês atrás

Essas tuas palavras valem para todos que usam sistemas iguais e semelhantes?

IBIZ
IBIZ
Reply to  Jefferson Henrique
1 mês atrás

O EB não pode gastar recursos com sistemas mais sofisticados de médio e longo alcance, ele tem outras prioridades: picanhas, leites condensado, festas e regalias para o oficialato; além claro das miseráveis pensões de dezenas de milhares de reais!

Mauricio
Mauricio
Reply to  IBIZ
1 mês atrás

Na falta de argumentos, parte-se logo para as “picanhas, leite condensado, festas e regalias”, meu caro você NUNCA deve ter servido em nenhuma Força, deve viver repetindo o que ouve o lê!

IBIZ
IBIZ
Reply to  Mauricio
1 mês atrás

Não são argumentos; são FATOS divulgados e comprovados. Já dá pra ver q vc é um desses pseudomilitar querendo defender sua mamata.

Dilbert_SC
Dilbert_SC
Reply to  Jefferson Henrique
1 mês atrás

Bem observado Jefferson.

Oráculo
Oráculo
Reply to  Jefferson Henrique
1 mês atrás

E se eu te falar que um drone suicida possui menos da metade da velocidade de um Messerschmitt Bf 109 e voa mais baixo que o caça nazista, você acredita na capacidade dos Gepard no teatro de guerra moderno?

Um veículo que a 40 anos atrás foi criado para abater aviões bombardeiros que voavam em baixa altitude, virou caça-helicópteros e hoje é um caçador de drones.

O mundo não gira. ele capota.

Last edited 1 mês atrás by Oráculo
Inimigo do Estado
Inimigo do Estado
1 mês atrás

A barraca de fogos no São João tem mais poder de fogo que isso aí.

E pensar que a Venefavela tem S-300, Buk e Thor.

Last edited 1 mês atrás by Inimigo do Estado
Teropode
Reply to  Inimigo do Estado
1 mês atrás

Sério ??

Last edited 1 mês atrás by Teropode
Sincero Brasileiro da Silva
Sincero Brasileiro da Silva
Reply to  Teropode
1 mês atrás

Não sabia?

Teropode
Reply to  Sincero Brasileiro da Silva
1 mês atrás

Quem eh Venezuela ?

Antunes 1980
Antunes 1980
1 mês atrás

Defesa de curto alcance está otima. Agora é trilhar aquisições para sistema antiaereo de médio e longo alcance.

Last edited 1 mês atrás by Antunes 1980
Teropode
Reply to  Antunes 1980
1 mês atrás

Ótima contra balões incendiários dos clubes de baloeiros do RJ , não há nem 20 destes Guepardos .

Flanker
Flanker
Reply to  Teropode
1 mês atrás

O EB possui 37 Gepard 1A2. São 16 exemplares na 6a BiaAAAe/AP, daqui de Sanra Maria/RS, 16 exemplares na 11a BiaAAAe/AP, de Rio Negro/PR e 5 exemplares na EsACosAAe, no Rio de Janeiro/RJ.

Teropode
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Uma aquisição acertada do EB , poderiam adquirir mais alguns ou similares , assim manteriam uma boa margem de segurança , o problema eh achar pra comprar , quem tem não quer vender ,principalmente agora com as ameaças de drones , o Japão estuda complementar os seus T87 com novas versoes , inclusive com mais rotativos .

Pavan
Pavan
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Uma dúvida, os leopards 1A1 não podem ser transformados em
Guepards, vale a pena ?

Flanker
Flanker
Reply to  Pavan
1 mês atrás

Até poderiam, pois o chassi, motor e transmissão são os mesmos. O problema é a torre do Gepard, que não deve ser mais fabricada há tempos. Se a intenção for aumentar o número de sistemas antiaéreos de cano, auto-propulsados, seria muito mais lógico buscar mais unidades do próprio Gepard. Já que vc citou os Leopard 1A1, talvez, só talvez, houvesse alguma torre de canhões AAé no mercado internacional que poderia ser incorporada ao chassi dos Leo 1A1.

rui mendes
rui mendes
Reply to  Teropode
1 mês atrás

O RBS-70, Igla-s e Gépard são excelentes para defesa aa de curta-distância, têm ainda a vantagem do gepard servir para abater helis, aviões coin e alguns tipos de drones e o igla-s para operações das forças especiais em território inimigo.

Paulo Costa
Paulo Costa
1 mês atrás

Helicopteros.drones,e aviões a baixa altura,serão verificados pelo visual, e IFF.
E os 35mm Oerlikon e 40mm Bofors quando farão o treino?

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
1 mês atrás

Só dá Formosa no noticiário militar 2021…parabéns ao E.B pela grande manobra

Last edited 1 mês atrás by Rafaelvbv
Up The Irons
Up The Irons
1 mês atrás

E o tal “grupo de estudo” para aquisição de baterias antiaéreas de médio alcance baseada em mísseis, como vai? Quase 2 anos depois e o estudo ainda não foi concluído? Já estamos quase entrando na era dos lasers…

Teropode
Reply to  Up The Irons
1 mês atrás

Taí um sistema que pela importância que possui deveria ser uma compra acompanhada de uma TOT , talvez seja isto que tá atrasando a compra .

Slow
Slow
Reply to  Up The Irons
1 mês atrás

Como de custume daqui uns 10 anos termina e depois é mais uns 5 pra adquirir .. sendo bem positivo .

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Slow
1 mês atrás

E outros 5 para que os equipamentos cheguem aqui.

Zeus
1 mês atrás

Os drones de ataque da atualidade operam numa altitude fora do alcance destas artilharias e mísseis portáteis.
Ficarem alvejando estes aeromodelos RC da última foto é ridículo, coisa de exército mambembe!

“Ain, isto ainda tem valor como última camada de defesa!”
“Ain, tá bom pro contexto da A.L.!”
“Ain, só fazem criticar! Patriota tem que usar antolhos e elogiar sempre!”

Balelas! É ridículo mesmo, patético! Só faltou o bofors para “aquela foto”, que parece tirada na 2ª Guerra!

Quando providenciarem algo de maior alcance e mais capacidade, os exércitos mais sérios já estarão empregando lasers e microondas.

Pólvora!!

images (2).jpeg
Teropode
Reply to  Zeus
1 mês atrás

Falou a voz da sapiência , exagerando nos adjetivos para tentar embutir alguma relevância , resultado : O costumeiro fracasso 😂😂😂😂😂😂😂😂😂

Zeus
Reply to  Teropode
1 mês atrás

Estranha Criança artrópode! Dotado de um insignificante cérebro que não evoluiu desde os dinossauros, é compreensível que não demonstres nenhuma capacidade além de extravasar rancor e inveja em relação aos mais capazes! E o uso destes emojis infantis demonstra bem tua falta de maturidade! Um verdadeiro p@lerma de 51 anos! No mais digo-te que, apesar de ter perdido meu tempo para dedicar-lhe uma atenção que não mereces, estou a seguir agora um ditado chinês que diz que se eu parar toda vez que um cachorro latir, jamais chegarei no fim do caminho. Portanto sugiro a ti e aos demais sarnentos… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Zeus
Teropode
Reply to  Zeus
1 mês atrás

Sei ! 🤔🤔🤔🤔🤔🤔🤔🤔🤔

Flanker
Flanker
Reply to  Zeus
1 mês atrás

Só um minutinho: o nome dele é Teropode. O que os artrópodes tem a ver com isso????

Bosco
Bosco
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Até os deuses do Olimpo escorregam na taxonomia. rssss

Flanker
Flanker
Reply to  Bosco
1 mês atrás

Será que no Olimpo não tem aulas de biologia? Heheheh

Oráculo
Oráculo
Reply to  Zeus
1 mês atrás

Caro Zeus Como diria aquele especialista, existem Drones e Drones. Para drones da mesma categoria dos Reaper americanos, o Gepard é de fato ineficiente. São drones bombardeiros, voam em média altitude e lançam mísseis ou bombas inteligentes sobre os alvos. Uma defesa antiaérea mais potente do que temos se faz necessária para neutraliza-los. Já para os “drones suicidas” – como os drones turcos que devastaram as forças armenas em Karabakh – é outra história. O drone suicida carrega uma bomba com cerca de 6kgs, voa numa altura baixa, e quando trava num alvo cai em alta velocidade em cima dele.… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Oráculo
Oráculo
Oráculo
Reply to  Oráculo
1 mês atrás

Acabei de ver. Os armênios tem até S-300 na defesa antiaérea.
Que não serviu pra nada contra os drones suicidas.

Teropode
Reply to  Oráculo
1 mês atrás

Os S300 Armênios estavam protegendo as principais cidades Armenias , nenhum no enclave ….. Coisa de uns 320 km de distância .

Bosco
Bosco
Reply to  Teropode
1 mês atrás

Teropode,
Mas os que querem criticar o Patriot não leva a posição das baterias árabes em consideração. Para estes se a AS tem Patriot e se mísseis ou UAVs passam é porque o sistema não funcionou e portanto, não vale nada.
Acho que pau que dá em Chico dá em Francisco. Pra mim o S300 falhou miseravelmente!

Bosco
Bosco
Reply to  Bosco
1 mês atrás

Ou seria melhor: pau que dá em Patriot dá em S300

Zeus
Reply to  Oráculo
1 mês atrás

Prezado, entendo sua colocação. Sei que este tipo de artilharia AA pode ocupar um espaço num sistema de defesa em camadas.
Porém, não se trata apenas de drones suicidas.
Sem defesas AA de maior alcance, estes sistemas de artilharia serão destroçados por bombas e mísseis lançados por UCAVs baratos voando bem acima de seu alcance.

Entendo que o EB precisa continuar treinando com o que tem, mas enquanto as deficiências existirem de forma tão grave, creio que deve-se criticar isto com veemência.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Zeus
1 mês atrás

UCAV barato para as principais potencias do mundo. Por aqui, no máximo drone suicida. Sendo mais provável o bom e velho bombardeio tripulado a lá guerra da Coreia.

Oráculo
Oráculo
Reply to  Zeus
1 mês atrás

Nisso concordamos.

É um absurdo nossa artilharia antiaérea ser tão fraca.

Bruno Vinícius
Bruno Vinícius
Reply to  Zeus
1 mês atrás

“UCAVs baratos voando bem acima de seu alcance”

Se a FAB não conseguir dar conta nem de abater esse tipo de ameaça, já podemos jogar os caças no lixo. Até o F-5 consegue lidar com esse tipo de ameaça. As pessoas aqui parecem esquecer que em uma hipotética guerra o EB não estaria lutando sozinho.

Last edited 1 mês atrás by Bruno Vinícius
Welington S.
Welington S.
Reply to  Zeus
1 mês atrás

Não creio que este sistema deveria ser desconsiderado, afinal, é um sistema excelente pro que foi proposto e, inclusive, existe países que o utiliza ou semelhante, claro que com modernizações. O que realmente nos falta são sistemas de defesa de longo alcance. Isso sim posso dizer que é patético.

SmokingSnake 🐍
SmokingSnake 🐍
1 mês atrás

É só voar a mais de 3km de altura que fica imune a essa artilharia anti aérea kkkk

Bosco
Bosco
Reply to  SmokingSnake 🐍
1 mês atrás

Mas uma das funções da AA é empurrar a ameaça para mais distante. O problema não é esse equipamento mostrado e sim a falta de um de melhor desempenho.

EdcarlosPrudente
EdcarlosPrudente
1 mês atrás

Pessoal, a defesa do espaço aéreo brasileiro não de responsabilidade do EB, essa é de responsabilidade da FAB, os sistemas de AA do EB estão dentro das suas necessidades operacionais.

Alexandre ziviani
Alexandre ziviani
Reply to  EdcarlosPrudente
1 mês atrás

Se não me engano a altitude para o EB é de cerca de 10km passou disso é responsabilidade da FAB

Sincero Brasileiro da Silva
Sincero Brasileiro da Silva
Reply to  EdcarlosPrudente
1 mês atrás

O problema é que a FAB não tem sistema de defesa antiaérea…

Last edited 1 mês atrás by Sincero Brasileiro da Silva
Bosco
Bosco
Reply to  EdcarlosPrudente
1 mês atrás

Mas algumas baterias do CAMM não fariam feio na média altura. Também o Pantsir na SHORAD seria bem vindo (apesar de ter desempenho de média). Quanto à questão doutrinária, eu acho que o Exército tinha que ser responsável pela defesa antiaérea própria e de pontos estratégicos fixos em todo o país. Brasília e as bases aéreas deviam ficar por conta da FAB. A Marinha ficaria por conta das suas bases e dos fuzileiros (como já é). E considero que precisamos apenas de sistemas de baixa (VSHORAD e SHORAD) e média altura (SAAMA/MA) Não precisamos de sistemas de grande altura. Esse… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  Bosco
1 mês atrás

Seria interessante se toda a artilharia de tubo fosse retirada, com exceção do Gepard, tanto do Exército quanto dos Fuzileiros. Como não há como modificar esses canhões para serem eficazes nas funções C-RAM, C-UAS e ACM eles poderiam ser substituídos um a um por sistemas de mísseis manpads/crewpads como os que já operamos. Seria um ganho muito grande em mobilidade e capacidade letal. O EB poderia contar só com o Igla e RBS-70 apoiado pelo M-60 , pelos Gepards e pelo CAMM. Além é claro das metralhadoras ponto 50 distribuídas. Os Fuzileiros ficariam com o Mistral e poderiam até manter… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Bosco Jr
rui mendes
rui mendes
Reply to  Bosco
1 mês atrás

De terra têm o de curto alcance starstreak, rapier e o de média altura camm-er ou sky-sabre

Screenshot 2021-08-10 at 16-35-14 O Exército Britânico começa a utilizar o Sky Sabre - Tecnodefesa.png
Last edited 1 mês atrás by rui mendes
rui mendes
rui mendes
Reply to  rui mendes
1 mês atrás

StarStreak and Rapier.

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rui mendes
rui mendes
Reply to  rui mendes
1 mês atrás

StarStreak

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rui mendes
rui mendes
Reply to  rui mendes
1 mês atrás

Rapier

RAPIER SAM SYSTEM.png
Bosco
Bosco
Reply to  rui mendes
1 mês atrás

Rui,
O Rapier está sendo substituído pelo CAMM.
O que eu disse é que o RU não tem sistema de grande altitude, só de média. O CAMM é de média.
Uma curiosidade é que eles abandonaram o canhão AA há mais de 50 anos. Só utilizam mísseis.
De modo simplificado o RU terá só o Starstreak para baixa altitude (V-SHORAD) e o CAMM para média. E nada mais.
Só os navios é que contaram com mais opções:
Phalanx, CAMM, Aster 15 e Aster 30. O VL Sea Wolf será retirado do serviço em breve.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Bosco
1 mês atrás

Bosco, então esse sistema todo é obsoleto ou somente os mísseis estão?

O seu sistema de radar já deu oque tinha que dar e não há mais como evoluir?

Pergunto isso por quê acho que uma plataforma rebocada como a do Rapier não deixa de ser algo de ágil transporte e acredito que até um simples land rover possa puxá-lo.
E se a plataforma pudesse ser equipada com outro radar e míssil ,poderia ser reaproveitável.

comment image

Bosco
Bosco
Reply to  Adriano Madureira
1 mês atrás

Adriano, O “problema” com o Rapier (45 kg/8km de alcance) é que apesar de ser “todo tempo” seu desempenho não é muito melhor do que o do sistema Starstreak (14 kg/7 km) , que é considerado excepcional. No frigir dos ovos a mobilidade do Rapier é inferior ao do Starstreak, que inclusive tem a versão autopropulsada (SP HVM) e só a vantagem de ser “todo tempo” não convenceu tendo em vista que as condições em que um míssil como o Starstreak pode ser utilizada corresponde a mais de 98% das condições climáticas na Europa. Já o CAMM terrestre (Sky Saber)… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Bosco Jr
Maurício.
Maurício.
1 mês atrás

Dizer que o Brasil possue uma defesa antiaérea pode até enganar os incautos que vivem em um mundo de fantasia. Mas, a verdade é que o que vem de cima sempre vai ter a vantagem, podem colocar o que se tem de melhor nos EUA, Rússia e China de um lado para proteger o ponto “X”, do outro lado peguem alguns caças tipo F-15, Su-35, Rafale, Eurofighter, Gripen e F-35 para atacarem o ponto “X”, alguns caças até podem ser abatidos, mas o ponto “X” será destruído. Esses dias o João Moita disse que a verdadeira taxa de precisão do… Read more »

Matheus S
Matheus S
Reply to  Maurício.
1 mês atrás

Essa taxa de precisão do Patriot foi durante a Guerra do Golfo, ainda em 1991, o US Army alegou que conseguiu uma taxa de interceptação de 95% sobre o Scuds iraquianos, mas no ano seguinte a taxa caiu para 75% e depois para 40%, chegando ao valor real da taxa de interceptação de acordo com a versão oficial revisada, essa taxa se refere ao uso do Patriot sob Israel e a taxa de 75% sob a Arábia Saudita. Sinceramente, não acredito muito nessa precisão do Patriot em 40%, principalmente se considerarmos as atualizações do PAC-2 GEM-T e PAC-3 MSE, embora… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Matheus S
Bosco
Bosco
Reply to  Maurício.
1 mês atrás

Maurício, Só de curiosidade, há uma diferença entre taxa de precisão e taxa de eficiência. Os Patriots na guerra do Golfo tiveram uma boa taxa de precisão, que era constatada pela espoletagem. A taxa de espoletagem foi alta , mais de 80%, e foi facilmente constatada já que há um data link entre o míssil e a base e o míssil informa que vai espoletar. Se isso ocorria é porque o míssil passava dentro do raio letal da ogiva de alta fragmentação. Ou seja, ele acertava. O sistema de orientação TVM aliado ao radar MPQ-53 demonstrou ser plenamente capaz de… Read more »

Marcelo Baptista
Marcelo Baptista
1 mês atrás

Só especulando, mas o quanto seria efetivo, um enxame de drones com IA dedicada, como componente AA, principalmente contra outros Drones?
Sempre tenho a impressão, de que seria muito mais eficiente e econômico.

Sincero Brasileiro da Silva
Sincero Brasileiro da Silva
1 mês atrás

Porque o Brasil não tem um sistema de defesa antiaéreo decente? Resposta: Porque não tem ameaças! Então o que fazem todo aquele pessoal nas Forças Armadas?

Bardini
Bardini
1 mês atrás

O melhor sistema de defesa aérea que existe para as necessidades do Brasil, é o caça. É mais Gripen. Se um sistema de AAAe de média altitude para as 03 forças, como se pretende obter, passar a custar mais do que U$ 1,5 bilhão, estamos deixando de ter praticamente um esquadrão de caça.
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Last edited 1 mês atrás by Bardini
Sincero Brasileiro da Silva
Sincero Brasileiro da Silva
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Acho que há um entendimento seu errado no que diz respeito a sistema de defesa antiaéreo. E dá a entender que as únicas ameaças que o Brasil possa ter são caças, helicópteros e drones entrando em nosso espaço aéreo. E aí que está o erro, pois se fossem apenas estas ameaças, ok, tanto o F-5 quanto O Gripen daria jeito, mas se as ameaças forem mísseis de cruzeiros ou foguetes lançados contra nosso território, nesse caso essas aeronaves não poderiam fazer rigorosamente nada. Apenas observariam esses objetos caindo e explodindo.

Last edited 1 mês atrás by Sincero Brasileiro da Silva
Bardini
Bardini
Reply to  Sincero Brasileiro da Silva
1 mês atrás

Acho que tu não soube interpretar um simples texto. Eu disse que o caça é o melhor sistema para nossas necessidades, nunca disse que é o único sistema que precisamos. . E dá a entender que as únicas ameaças que o Brasil possa ter são caças, helicópteros e drones entrando em nosso espaço aéreo. . Qual é o cenário? Se começar a extrapolar, basta lançar mão de algum SRBM no Super Trunfo e pronto, precisamos gastar no mínimo um “bilhãozinho” comprando de PAC-3 pra cima. Ameaça é o que não vai faltar, com tanta imaginação. . mas se as ameaças… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Bardini
Adriano Madureira
Adriano Madureira
1 mês atrás

A nossa defesa antiaérea é impenetrável !

rdx
rdx
1 mês atrás

É cada coisa que eu leio. Os modernos drones são um desafio para os atuais SAM, mas tem gente que acha que uma sucata da década de 70 é um eficiente sistema antidrone. Lembrando que quando surgiu o Gepard ninguém sonhava em enfrentar drones armados ou kamikazes. Mesmo com sensores estado da arte e munição adequada, o canhão 35 mm do sistema não tem alcance e teto para destruir drones. Simples assim.

rdx
rdx
Reply to  rdx
1 mês atrás

Só para se ter uma ideia, o UCAV turco TB2 Bayraktar opera a 5.500 metros de altitude e dispara mísseis com 8 km de alcance. O canhão 35 mm do Gepard possui alcance de 5 km e teto de 3.500 metros.

rdx
rdx
Reply to  rdx
1 mês atrás

Uma solução a ser estudada é a modernização do sistema, incluindo a instalação de sensores de última geração e de lançadores SAM RBS-70NG. O alcance aumentaria para 9 km e o teto para 5.000 metros.

Na prática, os SAM seriam usados contra aviões e se possível drones (confesso que não sei se o RBS-70 é capaz de atingir drones)… e os canhões contra helicópteros e alvos terrestres.

Last edited 1 mês atrás by rdx
Bardini
Bardini
Reply to  rdx
1 mês atrás

A solução contra UAVs da classe do TB2 já existe. Basta comprar mais: comment image

Bosco
Bosco
Reply to  rdx
1 mês atrás

RDX, Mas esse tipo de drone turco é engajado por sistemas SHORAD ou de média altura e não por sistema C-SUAS (contra drones pequenos) . O desafio que hoje se impõe não é contra esses drones com RCS de aeronaves e sim contra dos chamados “pequenos drones” (SUAS). Esses é que apesar de serem dos “departamentos” V-SHORAD e SHORAD, são carne de pescoço para sistemas mais antigos. Os pequenos drones é que representam um novo paradigma e em tese poderiam ser engajados pelos sistemas V-SHORAD que o EB dispõe, mas na prática isso se torna difícil porque essas ameaças são… Read more »

Jean Jardino
1 mês atrás

Artilharia antiaerea do Brasil eh sofrivel, para nao dizer uma vergonha…..oqe eles esperam derrubar em caso de guerra, com essas armas do seculo passado…..

Jean Jardino
1 mês atrás

O brasileiro acha que numa hipotetica guerra contra o Brasil, avioes iriam penetrar o espaco aereo brasileiro em baixa altitude, vcs devem estar de brincadeira, qualquer pais bem armado, iria primeiro com certeza despejar uma saraivada de misseis de ceuzeiro para destruir bases e infraestrurura primaria, depois viria os avioes, qdo a maior parte da defesa ja estaria desmantelada…..

Sincero Brasileiro da Silva
Sincero Brasileiro da Silva
Reply to  Jean Jardino
29 dias atrás

Esses que pensam assim, ou não sabem rigorosamente nada ou fazem parte da “mamata” do “mais soldo e menos equipamento!

Cristiano GR
Cristiano GR
25 dias atrás

Isso tudo é defesa contra helicópteros. E se estes só usarem mísseis de curto alcance.

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